Rosa Salazar vai estrelar série de terror da Netflix
A Netflix anunciou o elenco estrelado de “Brand New Cherry Flavor”, uma série de terror de oito episódios com tema de vingança e que vinha sendo escalada silenciosamente nos últimos meses. A atriz Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”) vai estrelar a produção como Lisa Nova, uma diretora de cinema aspirante na ensolarada Los Angeles de 1990, que embarca em uma jornada de vingança sobrenatural, que a leva das ruas de Beverly Hills à floresta tropical da Amazônia brasileira. O elenco também contará com Catherine Keener (“Corra!”), Eric Lange (“Narcos”), Jeff Ward (“Agents of SHIELD”) e Manny Jacinto (“The Good Place”). Criada por Nick Antosca (que também criou “The Act” e “Channel Zero”) e Lenore Zion (roteirista de “Billions” e “Channel Zero”), a série adapta o romance de mesmo nome de Todd Grimson. Veja a capa abaixo. Ainda não há previsão de estreia para a série.
O Vizinho: Série de super-herói do diretor de Colossal ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou fotos, o pôster e o trailer legendado de “O Vizinho” (El Vecino), série espanhola de super-herói, que traz o humor diferenciado de Nacho Vigalondo, diretor dos cultuados “Crimes Temporais” (2007), “Extraterrestre” (2011) e do recente “Colossal” (2016). A série é uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Santiago García e Pepo Pérez e gira em torno de Javier (Quim Gutiérrez, de “Os Últimos Dias”), um homem de 30 e poucos anos que ainda não sabe lidar com a vida adulta e com a namorada (Clara Lago, de “O Passageiro”). De repente, ele ganha superpoderes de um alienígena e passa a se disfarçar de super-herói para agir de forma inepta contra o crime. A 1ª temporada, com produção e direção de Vigalongo, será lançada em streaming no dia 31 de dezembro.
O Rei não passa de versão genérica de Henrique V, de Shakespeare
Boa trilha, direção de arte, figurinos e fotografia, mas não dá para fazer um novo filme sobre o papel de Henrique V (Henry V) na Guerra dos 100 Anos sem confrontos com diálogos tensos e poderosos, tão mortais quanto armas, e não é possível ir ao campo de batalha e recusar o espetáculo visual e sanguinário. Então, o que justifica “O Rei” (The King), além de uma oportunidade de promover a carreira do menino prodígio Timothée Chalamet? Sobre o texto, nem é preciso profundidade semelhante à obra de William Shakespeare, o que é impossível sem sua linguagem e poesia. Entendo que seja interessante buscar uma abordagem mais real na luta do jovem monarca britânico contra a França, sem o auxílio da linguagem teatralmente rebuscada da peça clássica. Mas “O Rei” não injeta originalidade alguma a essa história e, pior que isso, não se aproxima minimamente da força dramática das versões cinematográficas de “Henrique V”, de Laurence Olivier e Kenneth Branagh, que adaptaram o texto original de Shakespeare. Com Chalamet à frente e a profundidade do drama reduzida a uma adaptação mais mundana, “O Rei”, de David Michôd (diretor de “Reino Animal”) é tão esquecível e genérico quanto outro exemplar recente da Netflix sobre reis ingleses, “Legítimo Rei”, filminho com Chris Pine que “continua” os eventos vistos em “Coração Valente” (1995). Pegando carona no filmaço de Mel Gibson, chega a ser inadmissível que alguém tenha a coragem de filmar cenas de batalha sem qualquer noção de espetáculo (seja na ação ou mesmo no discurso incentivador antes do quebra pau). Isso não quer dizer que devem glorificar a guerra, mas esconder seus horrores é evitar tocar na ferida e desonrar aqueles que morreram. “O Rei” tem suas gotas de sangue, mas não há ferocidade. Quanto às discussões e tramoias palacianas, você pode até não ter gostado do final de “Game of Thrones”, mas não há como negar a referência da série como um todo em termos de desenvolvimento de diálogos poderosíssimos disparados entre rivais ou aliados em discussões de estratégias políticas ou de guerra. “O Rei” não tem nada disso. Resta Timothée Chalamet. O garoto é muito bom sim, já provou isso anteriormente com “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e “Querido Menino” (2018), e tem uma carreira promissora pela frente. Mas é ofuscado toda vez que o surpreendente Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) entra em cena. Ele tira o filme da chatice como se estivesse participando de outra produção ou propondo seu show particular independente do que planejaram para “O Rei”. O longa pode ter esse título, mas quem brilha de fato é o príncipe francês.
Mo’Nique processa Netflix por discriminação sexual e de gênero
A atriz Mo’Nique (“Bessie”) resolveu processar a Netflix por discriminação. Ela entrou com uma ação no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles contra a empresa por lhe apresentar um contrato para gravar um especial de comédia com valor bem abaixo do oferecido para comediantes masculinos e até Amy Schumer (“Sexy por Acidente”), que é branca. O caso aconteceu há quase dois anos. Em janeiro de 2018, Mo’Nique postou um vídeo nas redes sociais, em que alegava ter sido vítima de preconceito de gênero e cor porque sua oferta foi significativamente menor do que os milhões pagos a pessoas como Amy Schumer, Chris Rock e Dave Chappelle. Segundo a comediante, a Netflix lhe ofereceu US$ 500 mil para um especial de stand-up de uma hora de duração. Quando a reclamação se tornou pública, outra comediante negra, Wanda Sykes, foi o Twitter agradecer a manifestação, dizendo que recusaria uma oferta da Netflix de “menos da metade” do valor oferecido a Mo’Nique para fazer seu especial. Amy Schumer teria recebido, na mesma época, US$ 11 milhões para gravar um especial similar. Intitulado “Amy Schumer: Growing”, foi lançado em março pela Netflix. Mo’Nique, que é vencedora do Oscar como atriz coadjuvante pelo filme “Preciosa (2009)”, chegou a fazer campanha pedindo boicote à Netflix, antes de decidir abrir o processo civil nesta quinta-feira (14/11) por discriminação de raça e gênero e práticas comerciais desleais. Em sua ação, ela afirma que a Netflix diferencia os salários pagos para homens e mulheres que fazem os mesmos trabalhos, e citou como exemplo a série “The Crown”. A disparidade salarial entre Claire Foy, protagonista das duas primeiras temporadas, e o ator Matt Smith também veio à público no começo de 2018, chocando pela descoberta de que ela recebia menos por episódio. Os fãs até criaram uma petição para a Netflix compensar a atriz, que venceu o Emmy e o Globo de Ouro pelo papel da Rainha Elizabeth II e, de fato, ela acabou recebendo um bônus de 200 mil libras. A Netflix ainda não se pronunciou sobre o caso.
Netflix anuncia início da produção de nova série do criador de La Casa de Papel
A Netflix anunciou a produção de uma nova série de Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Intitulada “Sky Rojo”, a trama vai acompanhar três prostitutas em fuga após atacarem seu cafetão. Segundo a sinopse, elas fogem após deixarem o cafetão gravemente ferido e confinado a uma cadeira de rodas. “Uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola fazem uma viagem sabendo que têm grandes chances de morrer. Tendo cometido vários crimes graves, sem poder pedir ajuda à polícia e com a máfia em seu encalço, elas têm apenas duas opções: fugir até que sejam pegas ou revidarem antes”, descreve o texto oficial. “Sky Rojo” faz parte de um contrato para produção de novas séries na Netflix, que Álex Pina assinou no ano passado. Ela foi concebida por Pina em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista de “La Casa de Papel”. Os dois também criaram juntos “O Píer” e “Vis a Vis”. O elenco destaca a espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”) como as três protagonistas, e ainda inclui Asier Etxeandia (“Dor e Glória”), Miguel Ángel Silvestre (“Sense8”) e Enric Auquer (“Barcelona Christmas Night”). As gravações vão começar na segunda-feira (18/11) em Madri, na Espanha, e compreenderão 16 episódios divididos em duas partes, que a Netflix deve apresentar como sendo duas temporadas distintas – na prática, porém, serão gravados como uma temporada inteira. A previsão de estreia é para 2020, em dia não revelado. El año que viene pintamos el cielo de rojo. La nueva serie de Álex Pina, el creador de 'La Casa de Papel', se llama 'Sky Rojo' y está protagonizada por Verónica Sánchez, Miguel Ángel Silvestre, Asier Etxeandia, Lali Espósito, Yany Prado y Enric Auquer. pic.twitter.com/una7cJ2xs6 — Netflix España (@NetflixES) November 14, 2019
Danielle Winits e Leandro Hassum farão nova parceria após Até que a Sorte Nos Separe
Danielle Winits e Leandro Hassum vão fazer um novo filme juntos. Eles registraram um encontro no final da noite de quarta (13/11) indicando a existência uma nova nova parceria após o primeiro “Até que a Sorte Nos Separe” (2012). Em publicações compartilhadas no Instagram, os atores até se chamaram pelos nomes Jane e Tino, protagonistas da comédia de 2012, uma das maiores bilheterias do cinema nacional. Curiosamente, a atriz foi substituída no papel de Jane por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Danielle Winits deu a dica de que os dois interpretarão uma nova dupla. Em foto postada em seu Instagram, usou a legenda “Até que a sorte NÃO nos separe nunca mais !!!!! E não é que a gente teve a sorte de vir outro casal por aí ?!!!!” e usou as hashtags #ÔSorte, #FilmeNovoNoForno e #PrimeiraLeitura. Hassum, por sua vez, escreveu “Tino & Jane ? Ué!!!!!! #atequeasortenosseparefeelings rsrsrsrsrs vem coisa boa por aí”, junto de uma foto com a atriz. Vale lembrar que o ator fechou recentemente contrato com a Netflix para estrelar dois filmes exclusivos da plataforma de streaming. Esses projetos estão sendo desenvolvidos por Paulo Cursino e Roberto Santucci, que, por coincidência, foram respectivamente roteirista e diretor da trilogia “Até que a Sorte nos Separe”. Por enquanto, apenas um filme da parceria foi revelado: “Tudo Bem no Natal que Vem”, comédia de tema fantástico. Saiba mais aqui. Ver essa foto no Instagram Até que a sorte NÃO nos separe nunca mais !!!!! E não é que a gente teve a sorte de vir outro casal por aí ?!!!! ?❤️? #ÔSorte #FilmeNovoNoForno #PrimeiraLeitura #EAGenteJahSendoFelizzzzz né @leandrohassum ?!!!!! Uma publicação compartilhada por Danielle Winits / Atriz. (@lawinits) em 13 de Nov, 2019 às 5:23 PST Ver essa foto no Instagram Até que a sorte NÃO nos separe nunca mais !!!!! E não é que a gente teve a sorte de vir outro casal por aí ?!!!! ?❤️? #ÔSorte #FilmeNovoNoForno #PrimeiraLeitura #EAGenteJahSendoFelizzzzz né @leandrohassum ?!!!!! Uma publicação compartilhada por Danielle Winits / Atriz. (@lawinits) em 13 de Nov, 2019 às 5:23 PST
Netflix vai produzir Um Tira da Pesada 4 com Eddie Murphy
A Netflix fechou contrato com a Paramount para produzir o quarto filme da franquia “Um Tira da Pesada” (Beverly Hills Cop), que contará com a volta de Eddie Murphy ao papel do detetive policial Axel Foley. O projeto faz parte de um acordo firmado entre a plataforma e o estúdio, que prevê vários lançamentos. O conglomerado ViacomCBS, dono da Paramount, viu uma oportunidade de negócios com a Netflix, diante da saída da Disney e da Warner do catálogo do serviço. Em vez de seguir o modelo dos rivais e concentrar seus produtos numa plataforma própria de streaming, preferiu se tornar um fornecedor de conteúdo. O estúdio tinha tentado, anteriormente, lançar uma série baseada na franquia, mas o piloto foi rejeitado pela rede CBS. Diante do revés, começou a pensar novamente em retomar “Um Tira da Pesada” no cinema, e até chegou a contratar uma dupla de diretores belgas, Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Black”), para comandar a nova sequência em 2016. Na época, o roteiro era de Josh Appelbaum e Andre Nemec (ambos de “As Tartarugas Ninja”). Mas o projeto nunca saiu da fase de pré-produção. A popularidade da franquia chamou atenção da Netflix, que resolveu investir em seu resgate. “Um Tira da Pesada 4” vai retomar a história interrompida há 25 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A produção continuará a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. Atualmente, Eddie Murphy trabalha em outra sequência de filme dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que vai estrear em dezembro de 2020. Já “Um Tira da Pesada 4” não tem previsão de lançamento.
Esquadrão 6: “Velozes e Furiosos de Michael Bay” ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o segundo trailer legendado de “Esquadrão 6” (6 Underground), que confirma a produção como um “Velozes e Furiosos” dirigido por Michael Bay. A prévia é toda centrada na destruição causada pelo carro em disparada dos protagonistas pelas ruas repletas de arte e relíquias históricas de Florença, na Itália. Algumas cenas surgem do nada e vão para lugar algum, sempre acompanhadas de piadinhas, explosões e comentários machistas. O orçamento é de US$ 125 milhões, mas o pôster parece ter sido feito por um aprendiz de Photoshop. “Esquadrão 6” acompanha um grupo de ex-militares que se transforma em “heróis secretos”, agindo em segredo, em missões sigilosas, após serem dados como mortos. E esta parece ser a única diferença para “Velozes e Furiosos”: os protagonistas são ex-militares, em vez de ex-ladrões. O roteiro é de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”, e o elenco destaca Ryan Reynolds (o próprio “Deadpool”), Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). “Esquadrão 6” estreia em streaming no dia 13 de dezembro.
Disney bate recorde de valorização na bolsa americana
As ações da Walt Disney Company tiveram um grande salto nesta quarta-feira (13/11) nos Estados Unidos, dia seguinte ao lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A empresa de entretenimento teve aumento de valorização em 6% nas últimas 24 horas, atingindo sua maior cotação na bolsa em todos os tempos. O entusiasmo dos investidores de Wall Street se deve ao sucesso do Disney+ (Disney Plus), que superou expectativas ao atrair 10 milhões de assinaturas em suas primeiras 24 horas, apenas nos Estados Unidos e Canadá. Além disso, as falhas iniciais do serviço, atribuídos à uma procura muito maior que a esperada, diminuíram consideravelmente ao longo do dia da inauguração. Enquanto isso, a Netflix caiu 3% em seu valor para negociações na bolsa.
Netflix fecha contratado para exibir os desenhos da Nickelodeon em streaming
A Netflix fechou contrato com a Nickelodeon para o licenciamento das séries animadas da emissora. Por parte da plataforma, a ideia é suprir as ausências causadas pelo fim dos contratos com Disney e Warner. Já o interesse da Viacom-CBS, proprietária do canal pago infantil, é explorar o mercado abandonado pelas empresas que estão investindo em suas próprias plataformas de streaming. Além das atrações conhecidas do canal, que vão chegar na Netflix, também serão desenvolvidas animações originais e novas séries baseadas nos personagens da Nick. “The Loud House” e “Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles”, série sobre as Tartarugas Ninjas adolescentes, são algumas das atrações que ganharão novas versões para o serviço de streaming.
The Witcher ganha novos fotos com diversos personagens
A Netflix divulgou mais 28 fotos de “The Witcher”, que destacam os diversos personagens, além do clima de “épico medieval” da produção. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada. Veja ainda mais fotos aqui.
The Witcher é renovada um mês antes da estreia na Netflix
A Netflix renovou “The Witcher” para a 2ª temporada, a pouco mais de um mês antes da estreia da série. A antecipação se deve ao longo tempo de pós-produção necessário para finalizar cada episódio. Os 8 capítulos da 2ª temporada começarão a ser gravados no início do ano que vem para um estreia em 2021. “Estou muito feliz com o fato de que, antes mesmo de os fãs assistirem à 1ª temporada, já confirmamos que voltaremos ao Continente para continuar contando as histórias de Geralt, Yennefer e Ciri e mostrar o trabalho surpreendente que nosso elenco e realizadores entregaram”, disse a showrunner Lauren Schmidt Hissrich em comunicado. Vale lembrar que, de acordo com Hissrich, a série tem 7 temporadas planejadas. Assim como “Game of Thrones”, “The Witcher” é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que a trama original foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia foi marcada para 20 de dezembro.
Selena: Atriz de The Walking Dead vira cantora no primeiro vídeo da minissérie
A Netflix divulgou uma foto e o primeiro vídeo que mostram a atriz Christian Serratos (Rosita em “The Walking Dead”) como a cantora Selena Quintanilla. A prévia revela cenas de bastidores da minissérie sobre a estrela da música Tejana. Intitulada “Selena: The Series”, a atração da Netflix tem roteiro e produção de Moisés Zamora (“American Crime Story”), com apoio da família da cantora, que morreu em 1995. Segundo a sinopse, a trama será “uma história de amadurecimento, em que seguimos Selena enquanto os seus sonhos se realizam e ela se depara com escolhas de quebrar o coração”. Selena começou carreira no final dos anos 1980, destacando-se entre vários cantores “tejanos” (latinos que vivem no Texas, nos EUA) que tentavam sucesso na época. Com o disco “Amor Prohibido”, lançado em 1994, a cantora eternizou o seu maior hit, “Bidi Bidi Bom Bom”, venceu um Grammy e passou a ser chamada de “Madonna tejana”. Sua morte aconteceu logo em seguida, em 1995, assassinada a tiros aos 23 anos de idade por uma fã e parceira de negócios, Yolanda Saldívar, que segue presa até hoje pelo crime. Foi tão inesperada e violenta que alimentou um verdadeiro culto em torno da artista. A carreira curta da cantora já ganhou um filme, batizado apenas de “Selena” e lançado em 1997 com Jennifer Lopez no papel-título. Além disso, o canal Telemundo também produziu uma série recente sobre ela, “El Secreto de Selena”, lançada em setembro do ano passado. O vídeo revela que atração de streaming será dividida em duas partes, com a primeira prevista para algum momento de 2020.









