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    Scarlett Johansson vira a atriz mais bem paga do mundo

    16 de agosto de 2018 /

    A atriz Scarlett Johansson assumiu o topo da lista das Atrizes Mais Bem Pagas do Mundo, após figurar no Top 3 em 2015 e 2016 e sumir da relação no ano passado. Ela teria faturado cerca US$ 40,5 milhões desde o ano passado, segundo pesquisa da revista Forbes. Boa parte desta fortuna vem de seu pagamento para estrelar “Ghost in the Shell”. O filme fracassou, mas seu salário foi de US$ 20 milhões. Ela também foi muito bem recompensada por “Vingadores: Guerra Infinita”, maior bilheteria mundial de 2018, com arrecadação de US$ 2,4 bilhões. Por ser a atriz mais cobiçada pelos grandes estúdios para estrelar blockbusters, Johansson acabou abrindo grande distância dos pagamentos das demais atrizes. Em 2º lugar, Angelina Jolie teria faturado US$ 28 milhões, graças principalmente a acordos de publicidade e pagamento para estrelar “Malévola 2”. Isto é US$ 12 milhões a menos que a estrela da Marvel. Jennifer Aniston, que ainda ganha receita residual pelas reprises da série “Friends”, ficou num 3º lugar ainda mais distante, com US$ 19,5 milhões. Ela também recebeu dinheiro de diversos acordos publicitários. Antiga campeão da salários altos, Jennifer Lawrence ficou em 4º, por ter optado por estrelar o filme “Mother!”. Seu maior salário veio das produções de “Operação Red Sparrow” e do trabalho no vindouro filme “X-Men: Fênix Negra” e em campanhas da grife de modo Christian Dior. Mais focada no trabalho de produção televisiva, Reese Witherspoon fecha o Top 5 com US$ 16,5 milhões. É interessante reparar que Emma Stone, que liderou o ranking de 2017 com US$ 26 milhões, não aparece na nova lista. Outras atrizes que deixaram a lista foram Emma Watson, Amy Adams e Charlize Theron. Em compensação, o Top 10 é encerrado por uma novata que deve se destacar ainda mais nos próximos anos. Gal Gadot faturou US$ 10 milhões, mas após o desempenho do primeiro “Mulher-Maravilha” renegociou seu salário para cima na continuação. Confira o Top 10 completo abaixo. 1º. Scarlett Johansson – Faturamento: US$ 40,5 milhões 2º. Angelina Jolie – Faturamento: US$ 28 milhões 3º. Jennifer Aniston – Faturamento: US$ 19,5 milhões 4º. Jennifer Lawrence – Faturamento: US$ 18 milhões 5º. Reese Witherspoon – Faturamento: US$ 16,5 milhões 6º. Mila Kunis – Faturamento: US$ 16 milhões 7º. Julia Roberts – Faturamento: US$ 13 milhões 8º. Cate Blanchett – Faturamento: US$ 12,5 milhões 9º. Melissa McCarthy – Faturamento: US$ 12 milhões 10º. Gal Gadot – Faturamento: US$ 10 milhões

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    Mark Millar e o brasileiro Rafael Albuquerque assinam novo lançamento em quadrinhos da Netflix

    14 de agosto de 2018 /

    Mark Millar vai lançar sua segunda revista em quadrinhos pela Netflix. Intitulada “Prodigy”, a publicação terá artes do brasileiro Rafael Albuquerque (desenhista de Batman). A Netflix adquiriu a Millarworld, editora de Millar, com o objetivo de criar suas próprias franquias adaptadas de quadrinhos. O escritor é criador de obras que já viraram filmes, como “O Procurado”, “Kick-Ass”, “Kingsman: Serviço Secreto” e suas continuações. A ideia da plataforma é lançar quadrinhos inéditos com o objetivo de posteriormente adaptá-los em filmes e séries. Por sinal, a primeira revista desse negócio, “The Magic Order”, já tem um filme em desenvolvimento. Prodigy é Edison Crane, o homem mais inteligente do mundo, que não se contenta em administrar os negócios mais bem sucedidos do mundo. “Sua mente brilhante precisa de constante desafio e ele se torna o cara requisitado por governos em todo o mundo quando surge um problema que eles simplesmente não conseguem resolver. Um cientista vencedor do Prêmio Nobel, um compositor genial, um atleta de nível olímpico e um especialista em ocultismo, Edison Crane é tão viciado nos mistérios do mundo quanto por se sentar no topo da lista dos maiores milionários. Estes são os contos do homem mais excepcional do mundo e esta história marca sua primeira aventura publicada”, diz a sinopse oficial, embora o personagem não seja, como muitos devem ter pensado, Doc Savage, personagem pulp que pode ser descrito praticamente da mesma forma. “Eu queria escrever a coisa mais inteligente que já escrevi e, ao mesmo tempo, superar qualquer cenário de ação que já concebi no passado e, honestamente, não poderia estar mais feliz com a forma como isso aconteceu”, diz Millar, no comunicado que apresenta o projeto – e não cita Doc Savage. “Edison Crane é de longe o melhor personagem que eu criei na minha carreira e estou muito contente que meu genial amigo [Rafael] Albuquerque esteja desenhando os quadrinhos. Ele é realmente um dos melhores artistas do mundo”, exalta o escritor “Prodigy” chegará às lojas de quadrinhos através da Image Comics no dia 5 de dezembro. Millar e Albuquerque, que também é conhecido por seu trabalho nos quadrinhos de horror “American Vampire”, já trabalharam juntos antes na revista “Huck”.

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  • Etc,  TV

    Record lança sua plataforma de streaming PlayPlus

    14 de agosto de 2018 /

    A rede Record lançou sua plataforma de streaming, batizada de PlayPlus. De forma curiosa, a companhia define o PlayPlus como um serviço de streaming e um marketplace. Este último nome é na verdade a versão premium do serviço, com mais atrações – não é um lugar para fazer negócios, não. O serviço, que começou a funcionar às 0h de terça (14/8), tem três opções de planos: gratuito (plano play), R$ 12,90 (plano play plus) e R$ 32,80 (plano play plus + esportes). O primeiro dá acesso à programação ao vivo dos canais do grupo Record (o que inclui Record News e estações da TV Record em diferentes estados). O segundo conta com conteúdos originais da plataforma (como um programa sobre eleições e outros de variedades com artistas da Record), conteúdos para o público infantil da PlayKids, séries da rede e licenciadas (como “Chicago PD” e “Heroes”), além de parte do acervo histórico da emissora — o que inclui episódios da “Família Trapo”, “Especial Elis Regina” e “Programa Flavio Cavalcanti”. E o terceiro plano oferecerá conteúdos de parceiros — no caso, acesso a todos os canais ESPN. A parceria com a ESPN e com a PlayKids não deixa de ser uma forma de a emissora acrescentar conteúdo em suas áreas mais fracas, esportiva e infantil. O ponto positivo é que a Record investirá em conteúdo exclusivo. O negativo é que não serão séries, mas programas de variedades e reality shows que parecem quadros estendidos do programa “Domingo Espetacular”. Por enquanto, são quatro programas exclusivos: “Bola Vai no Meu Lugar”, um reality cômico protagonizado pelos ex-Pânico Marcos Chiesa (Bola) e Carlinhos Silva (Mendigo), “Pais da Nova Era”, no qual o apresentador Marcos Mion busca contar histórias inspiradoras de paternidade, “De Folga com a Fama”, em que Ticiane Pinheiro convida celebridades para atividades inesperadas, e o jornalístico “Eleições 2018”, comandado por Eduardo Ribeiro. Todos tem curta duração, entre cinco e seis capítulos. Entre outros projetos previstos, há “Camarim da Xuxa”, destinado ao público infantil, programado para outubro, e uma atração ainda sem título protagonizada por youtbers famosos. O pacote plus é mais barato que o Globo Play, mas, comparativamente, oferece menos opções que o produto rival. De todo modo, ambos os serviços são caros em relação à variedade do cardápio da Netflix, por exemplo, que custa R$ 19,90. Veja abaixo o comercial do produto, vago e sem informações.

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  • Série

    Elenco de 13 Reasons Why quer aumento para gravar a 3ª temporada da série

    9 de agosto de 2018 /

    A 3ª temporada de “13 Reasons Why” atingiu um impasse, na véspera de sua primeira leitura geral de roteiro. A pré-produção deveria começar nesta quinta (9/8), mas oito membros do elenco principal ainda estão negociando seus contratos, segundo apurou o site Deadline. Os atores exigem um aumento substancial e ainda não chegaram a um acordo com a Netflix. Porém, fontes próximas à situação se dizem otimistas e esperam que os contratos sejam fechados até segunda, data marcada para o início oficial das gravações do novo ano. De acordo com informações do Deadline, o protagonista Dylan Minnette quer receber cerca de US$ 200 mil por episódio, enquanto Brandon Flynn, Alisha Boe, Justin Prentice, Christian Navarro, Miles Heizer, Devin Druid e Ross Butler pedem US$ 150 mil por episódio. Trata-se de um aumento considerável em relação aos valores recebidos pelo elenco nas temporadas passadas – entre US$ 20 mil e US$ 80 mil por episódio. Além de buscar aumento para a nova temporada, os atores também esperam conseguir uma promessa mais um reajuste caso a série ganhe uma 4ª temporada. Vale lembrar que os cachês do elenco mirim de “Stranger Things” variam de US$ 150 mil a US$ 350 mil por episódio – caso de Millie Bobby Brown. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada de “13 Reasons Why” na Netflix.

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  • Etc,  Série

    Globo anuncia concorrência com a Netflix no Brasil, mas projeto de streaming é de “terceira”

    31 de julho de 2018 /

    A Globo apresentou mais detalhes de seu projeto de streaming. Durante o Pay-TV Forum 2018, evento destinado a discutir rumos para a TV paga no Brasil, João Mesquita, diretor-geral do Globo Play, revelou que a estratégia é muito mais ambiciosa que oferecer produções exclusivas da emissora. Ele apresentou o projeto como se fosse supostamente um serviço para rivalizar com a Netflix no Brasil, com um grande catálogo de filmes e séries internacionais dos principais estúdios de Hollywood. “Vamos ser tão grandes quanto qualquer player internacional”, exaltou Mesquita. O discurso impressionou os repórteres presentes ao evento, que repercutiram a comparação com a Netflix em vários artigos publicados nesta terça (31/7). Entretanto, obstáculos do mercado e falta de prioridade interna na própria Globo impedem a materialização desta ambição. O negócio é, no fundo, o que o Globo Play já oferece – sem impressionar – , com um pouco de gordura para aumentar o caldo. Para começar, os filmes não seriam inéditos para quem tem TV paga. Mesquita informou que eles passariam primeiro no Telecine e na plataforma online do Telecine, que também pertencem ao conglomerado Globo. Assim, o “novo” serviço de streaming seria, na verdade, uma “terceira janela” para filmes, à frente apenas da exibição na TV aberta. A maioria das séries também seriam reprises de programas da TV paga. À exceção de “The Good Doctor”, que o Globo Play adquiriu com exclusividade, as demais citadas no evento são produções antigas. “The Big Bang Theory”, “House” e “Arquivo X” já foram inclusive exibidas na TV aberta, embora duas ainda tenham episódios novos em produção. Outros títulos citados foram a badalada “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy e do Globo de Ouro, e a série de super-heróis “The Gifted”, ambas disponíveis em canais por assinatura. Séries produzidas pela Globosat (Multishow, GNT e Gloob) estariam no projeto, mas enfrentam a mencionada falta de prioridade do serviço no organograma da Globo. Assim como no caso do Telecine, que continuará sendo o principal destino dos filmes, cada canal decidirá internamente se aceita ter seus produtos adiantados no streaming. “A decisão de quem vai exibir primeiro vem depois”, disse o diretor-geral. Mas a informação é que os canais pagos do grupo só cederão programas antigos, para não canibalizar as assinaturas de TV. Restariam, portanto, as produções exclusivas da TV aberta. Séries como “Ilha de Ferro” e “Assédio”, que chegariam primeiro ao streaming, antes de passar na TV. O Globo Play atual já tem feito isso com atrações da Globo desde “Supermax” e chegou a exibir “Carcereiros” com nove meses de antecedência. Mas isto não rendeu audiência significativa. Segundo o executivo, o Globo Play é acessado todo mês por mais de 20 milhões de usuários. A maioria busca conteúdo gratuito, como o acesso online à programação ao vivo e trechos de novelas e programas. A quantidade de pagantes pelo serviço, contudo, é “irrelevante”, ele revelou. A aposta é que isso mude com a nova programação. Ou seja, no fundo, o objetivo desse reforço no catálogo de séries e filmes não visa realmente concorrer com a Netflix – nem poderia ser, da forma como foi apresentado – , mas convencer os usuários a assinar o serviço, que atualmente custa R$ 18,90 mensais e quase não tem atrativos exclusivos. Entretanto, se não receber maior prioridade na Globosat, dificilmente conseguirá ser mais que o primo pobre que fica com as sobras da empresa – um streaming de “terceira” janela. Um último detalhe diz respeito ao nome do serviço. Embora tenha apresentado o serviço como um Globo Play vitaminado, Mesquita não descartou levar a sério a piada do nome Globoflix. A Globo chegou a registrar este nome, que tem sido usado na mídia de forma pejorativa para se referir ao negócio. Mas, no ano passado, a Netflix começou a processar todas as empresas que usam o sufixo flix em algum tipo de serviço de streaming. A Sexflix, da produtora Brasileirinhas, foi a primeira a receber notificação no Brasil.

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    Disney já agiliza fusão com a Fox no Brasil

    27 de julho de 2018 /

    A Disney já está se mexendo para agilizar sua nova estrutura, após a aquisição da Fox, no mercado internacional. A notificação da fusão no Brasil foi feita na quinta-feira (26/7) ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), responsável por investigar e prevenir abusos econômicos no país. Na documentação enviada pela Disney, a empresa afirma que a aquisição da Fox não vai reduzir a competição nem lhe dará uma posição dominante ou de monopólio no país. A negociação já foi aprovada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que fez apenas uma ressalva, determinando que a Disney vendesse as emissoras esportivas regionais da Fox, por entender que elas, em conjunto com a ESPN (que já é da Disney), poderiam constituir um monopólio no segmento. A oferta da Disney para a compra da 21st Century Fox, no valor de US$ 71,3 bilhões, passou em votação quase unanime entre os acionistas de ambas as empresas nesta sexta (27/7). Ainda não está claro como se dará a configuração da nova empresa no Brasil, mas a indicação é que a Disney absorverá o estúdio Fox Film do Brasil, os canais pagos Fox, Fox Premium, Fox Life, FX e National Geographic, mas, pela negociação original nos Estados Unidos, não deverá controlar a Fox Sports.

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    Acionistas de Disney e Fox aprovam negócio entre as duas empresas

    27 de julho de 2018 /

    A oferta da Disney para a compra da 21st Century Fox, no valor de US$ 71,3 bilhões, foi aprovada em votação quase unanime entre os acionistas de ambas as empresas. Segundo a revista Variety, a votação, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (27/7) no Hotel Hilton, em Nova York, foi decido em tempo recorde. A decisão levou menos de 15 minutos. Apenas um acionista da Disney votou contra a aquisição, argumentando que o preço tinha saído alto demais. De acordo com John Nallen, chefe financeiro da Fox, a compra deve ser finalizada em todos os seus detalhes ainda na primeira metade de 2019. Anunciada primeiramente no ano passado, a compra quase não aconteceu por conta de uma segunda oferta, feita pela empresa de comunicações Comcast, já proprietária do estúdio Universal. A Disney precisou cobrir o valor oferecido pela concorrente para ficar com os ativos da Fox. Por conta disso, o negócio acabou custando US$ 18,9 milhões a mais que o inicialmente previsto. Os acionistas da Fox já tinha acenado que aceitariam a oferta original, de US$ 52,4 bilhões, quando a Concast se meteu para oferecer US$ 65 bilhões pela empresa. Mas não é só. A Disney também assumirá a dívida líquida da 21st Century Fox, de cerca de US$ 13,7 bilhões, o que eleva o negócio ao valor de US$ 85 bilhões. A efetivação da compra faz o império do Mickey crescer ainda mais, com a incorporação do estúdio de cinema 20th Century Fox, as produtoras indies Fox Searchlight Pictures e Fox 2000, a produtora de TV da Fox e os canais pagos do grupo FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu, a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar reality shows como “Big Brother” e “MasterChef”), o canal pago indiano Star India e a participação na rede de TV paga europeia Sky. Com o negócio, a Disney passará a reunir a maioria dos heróis da Marvel, juntando os X-Men, Deadpool e Quarteto Fantástico com os Vingadores. A Fox também detinha os direitos de um único filme da saga “Star Wars”: o “Guerra nas Estrelas” original, que agora passa a ser integrado com os demais na LucasFilm (comprada pela Disney em 2012). A empresa também se torna proprietária de outras grandes franquias do cinema, como “Avatar” e “Planeta dos Macacos”, e de produções menores, mas prestigiadas, como “Estrelas Além do Tempo”, “Garota Exemplar” e “A Forma da Água”, vencedor do Oscar 2018. Já na TV, a Disney adquire séries de sucesso como “This Is Us”, “Modern Family” e “The Simpsons”, além de atrações de super-heróis como “Legion” e “Gifted”, sem esquecer a possibilidade de explorar o catálogo de filmes da Fox em novas séries. O objetivo da Disney é se reforçar para lançar seu serviço de streaming próprio e rivalizar com a Netflix e a Amazon a partir de 2019. Após a venda, a Fox irá se focar em seus canais de notícia e esportes. Permanecem com ela a rede Fox, formada por 28 emissoras de TV, os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. A nova empresa resultante do negócio dever ser rebatizada de New Fox, e estreará no mercado com um fortuna para investir em novos projetos.

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    Comcast se retira da disputa e Disney fica com a Fox

    19 de julho de 2018 /

    A batalha principal entre a Comcast e a Disney pela compra da 21st Century Fox está encerrada, com vitória da Disney. A Comcast anunciou que desistiu de comprar a Fox, deixando caminho aberto para a Disney. “Comcast não tem mais a intenção de adquirir a 21st Century Fox”, disse a empresa em comunicado sucinto. O interesse da empresa rival, porém, fez com que a Disney tivesse que aumentar sua proposta inicial, concordando em pagar US$ 71,3 bilhões pelo negócio, que inclui o controle de canais como FX, Nat Geo, os filmes e séries do estúdio da 20th Century Fox e também lhe dá fatias importantes da plataforma de streaming Hulu e da rede de TV paga europeia Sky. Originalmente, a Disney ofereceu US$ 52,4 bilhões pela Fox, oferta que tinha sido aceita, mas precisou aumentar em mais US$ 19 milhões após a Comcast se intrometer na negociação, afirmando que pagaria US$ 65 bilhões. No comunicado, o CEO da Comcast, Brian Roberts, foi político, agradecendo ao CEO da Disney, Bob Iger, e seu time. Ele falou ainda sobre família Murdoch, da Fox, elogiando-a pela a criação de uma empresa tão respeitada e desejada. Entretanto, a guerra não acabou. Ao se retirar da compra da Fox, a Comcast sinaliza que vai mirar toda a sua munição financeira na compra da Sky, o que significa nova disputa com a Disney. Ao comprar a Fox, a Disney assume 39% do controle da Sky. A Fox estava em processo de adquirir os 61% que faltavam para absorver inteiramente a empresa, mas a Comcast se intrometeu novamente, oferecendo lances maiores pela empresa. A Disney, porém, já tinha avaliado a compra da Fox como prioridade sobre a disputa pela Sky. Resta saber se realmente vai deixar a rival sair com uma parte importante do negócio.

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    Dwayne Johnson se torna o ator mais bem pago de todos os tempos

    17 de julho de 2018 /

    Dwayne Johnson se tornou o ator mais bem pago da história de Hollywood, segundo levantamento da Forbes. O astro dos filmes de ação embolsou o maior valor anual já registrado pela publicação, que começou a levantar os ganhos das celebridades há duas décadas. Nada menos que US$ 124 milhões. “Eu trabalho muito duro, mas nunca imaginei (em meus sonhos mais loucos) que me tornaria o ator mais bem pago da história da Forbes. Eu não tenho um MBA em Harvard, mas minha filosofia de negócios foi moldado pelos anos e pelos fracassos. Meu objetivo quando lutador de ganhar US$ 40 por luta continua o mesmo de hoje – colocar meu público em primeiro lugar. Tenho um chefe: o mundo”, escreveu The Rock no Instagram, como comentário da façanha. Apenas em 2017, o ator-lutador apareceu em “Velozes e Furiosos 8”, “Baywatch: S.O.S Malibu” e “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. Já em 2018, estrelou “Rampage: Destruição Total”, “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite” e a série “Ballers”. Considerando as celebridades de todas as profissões, The Rock aparece em 4º lugar na lista, atrás do lutador Floyd Mayweather (US$ 289 milhões), a socialite Kylie Jenner (US$ 166,5 milhões) e George Clooney, que não comparece no ranking como ator, mas como empresário. O diretor do fracassado “Suburbicon” ganhou US$ 237 milhões com a sua empresa de tequila, e não pelos trabalhos em Hollywood. ?? I work extremely hard but never anticipated (in my wildest dreams) I’d become the highest paid actor in Forbes’ history. I don’t have a Harvard MBA, but my business philosophy and acumen has been sharpened over time and thru failure. My goal when I was wrestling in flea markets for $40bucks per match (well before the bright lights of the @wwe) is still the exact same goal I have today – ALWAYS put my AUDIENCE FIRST. I have one boss – the world. Send you home happy, and I’ve done my job. I’m the dude who started w/ $7bucks. I’m grateful to the bone and hungry to the core. #MakingForbesHistory #AudienceFirstPhilosophy #FleaMarketDreams #HardestWorkerInTheRoom Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 17 de Jul, 2018 às 9:46 PDT

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    Venda da produtora The Weinstein Company é finalizada e empresa vai mudar de nome

    16 de julho de 2018 /

    A venda da produtora The Weinstein Company foi finalizada nesta segunda-feira (16/7). A empresa de investimentos Lantern Capital, sediada no Texas, assumiu o estúdio falido dos irmãos Bob e Harvey Weintein por US$ 289 milhões, o equivalente R$ 1,1 bilhão. A negociação já tinha sido previamente aprovada pelo governo americano, e Andy Mitchell e Milos Brajovic, proprietários da Lantern, agora são oficialmente os substitutos de Bob e Harvey Weinstein no comando da companhia. A TWC, como era conhecida, foi à falência após as denúncias de assédio sexual e estupro contra Harvey Weinstein, reveladas por reportagens do jornal The New York Times e da revista The New Yorker em outubro do ano passado. No momento, o ex-magnata de Hollywood aguarda julgamento criminal em liberdade. A Lantern Capital vai mudar o nome enlameado da produtora para Lantern Entertainment e inicialmente cuidar da biblioteca de 277 filmes da empresa e dos processos que o escândalo de Weinstein deve desencadear. Após essa transição tumultuada, a nova Lantern Entertainment deverá contratar uma nova diretoria para passar a desenvolver novos projetos no cinema e na TV, além de retomar produções interrompidas da TWC.

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  • Série

    Criador de La Casa de Papel fecha contrato para produção de novas séries na Netflix

    12 de julho de 2018 /

    A Netflix anunciou um contrato de exclusividade com Álex Pina, o criador, roteirista e produtor da série espanhola “La Casa de Papel”. Com o contrato, ele produzirá novas séries e projetos para a plataforma. “É um grande prazer anunciar o acordo com Álex Pina e poder trabalhar com um criador e uma equipe de produção tão talentosos. Temos certeza de que Álex continuará quebrando barreiras e conquistando o mundo todo com sua visão e histórias tão singulares”, afirmou em comunicado Erik Barmack, vice-presidente de conteúdo original internacional da Netflix. Além de “La Casa de Papel”, que virou febre mundial ao ser exibida na Netflix, Pina também criou a cultuada série apocalíptica “El Barco”, a policial “Vis a Vis” e a comédia “Bienvenidos al Lolita”, demonstrando extrema versatilidade. Um dos primeiros projetos dentro de seu novo acordo é a produção da terceira parte de “La Casa de Papel”, que tem lançamento previsto para 2019. Pina também está desenvolvendo “Sky Rojo”, uma trama de ação com protagonista feminina, que tem seu início de produção previsto para 2019.

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    Fox ganha aval do governo britânico para comprar a Sky

    12 de julho de 2018 /

    O governo da Grã-Bretanha deu nesta quinta-feira (12/7) o sinal verde que a 21st Century Fox, do magnata Rupert Murdoch, aguardava para intensificar a disputa com a Comcast pelo conglomerado televisivo Sky, depois da apresentação de garantias de respeito à pluralidade de informações. Apesar da autorização, anunciada em um comunicado pelo ministro da Cultura e Meios de Comunicação, Jeremy Wright, a Comcast superou o lance da Fox pela aquisição da rede de canais pagos, com uma oferta US$ 34 bilhões na noite de quarta. O governo britânico estava preocupado com as consequências sobre a pluralidade de uma aquisição por parte de Murdoch, que já possui dois jornais de grande tiragem no Reino Unido: The Sun e The Times – e há sete anos teve que fechar o News of the World após um escândalo de espionagem de celebridades. Para superar possíveis barreiras ao negócio, Murdoch aceitou vender o grupo Sky – inclusive a Sky News – para a Disney ou outra empresa que adquirir a 21st Century Fox. A família Murdoch também é proprietária dos canais pagos Fox News e Fox Sports, do The Wall Street Journal e da agência DowJones, que não integram o grupo 21st Century Fox, atualmente disputado pela Disney e a própria Comcast. Além disso, a Fox já detém 39% das ações da Sky.

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    Comcast aumenta seu lance e cobre oferta da Fox pela Sky

    11 de julho de 2018 /

    Durou poucas horas a vantagem da 21st Century Fox sobre a Comcast na disputa pela Sky, gigante da TV paga europeia. Logo após a Fox subir sua oferta para US$ 32,5 bilhões, a Comcast deu novo lance, oferecendo US$ 34 bilhões. A batalha pela Sky está ocorrendo simultaneamente à disputa entre a Comcast e a Disney para adquirir a Fox, incluindo a participação que a empresa já tem na Sky, de 39%. A Disney está vencendo a guerra de lances pelos estúdios, plataformas e canais pagos da Fox com uma oferta de US$ 71 bilhões. Segundo analistas de mercado ouvidos por publicações americanas, a nova oferta pela Sky pode significar que a Comcast finalmente priorizou uma batalha, assumindo que será derrotada na outra. Já a Disney chegou a realizar projeções sobre a aquisição da Fox com e sem a Sky no portfolio de novas propriedades. Presente em 23 milhões de lares em toda a Europa, a Sky se tornou um ativo valioso devido aos programas que cria e à relação direta que mantém com os clientes, com um alcance que nenhuma outra rede possui no continente europeu. Este alcance pode ser minimizado pela Disney com o lançamento de seu serviço de streaming também na Europa. Mas a guerra de lances ainda não pode ser considerada encerrada.

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