Juliette será embaixadora do Globoplay
A Globo finalmente fechou contrato com Juliette Freire. O anúncio feito nesta quinta (3/6) revela que a campeã do “BBB 21” será embaixadora do Globoplay, protagonizando campanhas e promovendo a plataforma de streaming nas redes sociais. Ela também irá participar de novos projetos de conteúdo do próprio Globoplay e dos Canais Globo (nomenclatura que abrange de GNT a Sportv), que, segundo nota para a imprensa, serão anunciados na semana que vem. “Fico muito contente e feliz em ser embaixadora do Globoplay! Sempre adorei o conteúdo da plataforma e acho muito importante o fomento e apoio à cultura nacional e à uma empresa brasileira. Fazer parte disso é um presente e me conforta poder, dessa forma, usar a visibilidade que ganhei para a finalidade de divulgar filmes e séries do nosso pais e levar entretenimento e cultura para tantos brasileiros”, afirmou Juliette em comunicado.
“Velozes e Furiosos 9” tem estreia antecipada em um mês no Brasil
A Universal Pictures antecipou em quase um mês a estreia de “Velozes e Furiosos 9” no Brasil. O filme que chegaria por aqui apenas em 22 de julho agora está programado para 24 de junho. Com isso, vai entrar nos cinemas nacionais um dia antes do lançamento nos EUA. A produção tem uma participação brasileira: a presença de Anitta em sua trilha sonora, cantando a música “Furiosa”. A faixa já apareceu até num vídeo da produção. “Velozes e Furiosos 9” deu sua largada no mercado internacional em 19 de maio e faturou a segunda maior estreia do estúdio Universal na China em todos os tempos – atrás apenas de “Velozes e Furiosos 8”. Com US$ 135,6 milhões em seu fim de semana inaugural na China, também tornou-se o primeiro título americano a superar a marca de US$ 100 milhões de ingressos vendidos no mercado local desde “Vingadores: Ultimato”, há mais de dois anos. Entretanto, uma polêmica política com o ator John Cena fez com que o filme perdesse tração nas bilheterias chinesas, resultando numa queda de arrecadação em seu segundo fim de semana. Mesmo assim, já soma cerca de US$ 240 milhões de faturamento mundial – antes de estrear nos EUA. No filme, Cena interpreta um novo vilão, que também é o irmão (que nunca tinha sido citado) do protagonista Dominic Toretto, vivido por Vin Diesel. Dirigido por Justin Lin, que retorna à “família” após um hiato de dois filmes, “Velozes e Furiosos 9” volta a juntar os personagens originais, Dom (Vin Diesel), Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster, ausente do filme anterior), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e a “novata” Ramsey (Nathalie Emmanuel), além de ressuscitar um integrante tido como morto: Han (Sun Kang). A produção também conta com participações de Charlize Theron, novamente como a vilã Cypher, da rapper Cardi B e da figuração de luxo de Helen Mirren como Magdalene Shaw.
Fusão entre Warner e Discovery ganha nome oficial
A empresa resultante da fusão da WarnerMedia com a Discovery definiu seu nome. O anúncio foi feito nesta terça (1/6) pelo novo chefe do conglomerado, o atual CEO da Discovery, David Zaslav, numa reunião com funcionários no estúdio da Warner Bros. em Burbank. O meganegócio, que sacudiu o mercado ao ser anunciado em 17 de maio, gerou uma nova pessoa jurídica que já nasce como um dos maiores conglomerados de mídia do mundo, chamado… Warner Bros. Discovery. Avaliada em US$ 200 bilhões, a nova companhia também ganhou um logotipo. A imagem não causou o mesmo entusiasmo do anúncio da fusão, mas pode ser vista acima. Além disso, foi revelado que o slogan da empresa incluirá a frase “a matéria de que os sonhos são feitos”, referência a uma frase icônica do filme “Relíquia Macabra” (The Maltese Falcon), um dos primeiros filmes do gênero noir, lançado pela Warner nos cinemas há 80 anos. “A Warner Bros. Discovery aspirará ser o lugar mais inovador, empolgante e divertido do mundo para contar histórias – é disso que a empresa representará”, disse Zaslav na apresentação. “Adoramos o nome da nova empresa porque representa a combinação do legado fabuloso de 100 anos de narrativa criativa e autêntica da Warner Bros., assumindo riscos ousados para dar vida às histórias mais incríveis, com a marca global da Discovery que sempre se destacou pela integridade, inovação e inspiração. Existem tantas culturas criativas, maravilhosas e jornalísticas que farão parte da família Warner Bros. Discovery. Acreditamos que será o melhor e mais emocionante lugar do mundo para contar histórias grandes, importantes e impactantes em qualquer gênero – e em qualquer plataforma: filme, televisão e streaming”, completou. Uma das principais questões que Wall Street tem se perguntado é como serão as ofertas de streaming da nova empresa. No anúncio da fusão, Zaslav defendeu “flexibilidade na forma como combinaremos nossos serviços de streaming”, acrescentando que pretende “olhar para a gama de opções para alavancar valor aqui nos EUA e em todo o mundo”. Isto pode variar de uma superplataforma ao estilo da Netflix, com todos os ativos em um único serviço, ou uma oferta de diferentes serviços, semelhante ao que a Disney está fazendo com Disney+, Hulu e ESPN+ nos EUA. Tanto a Warner, com a HBO Max, quanto a Discovery, com a Discovery Plus, têm atualmente plataformas de streaming próprias.
“Um Lugar Silencioso – Parte II” quebra recordes de bilheteria
“Um Lugar Silencioso – Parte II” fez um barulho enorme nas bilheterias em sua estreia neste fim de semana. O lançamento da Paramount quebrou vários recordes de arrecadação da pandemia. Só na sexta (28/5), dia em que chegou aos cinemas, faturou US$ 19,3 milhões no mercado doméstico, a maior bilheteria de um único dia na América da Norte desde o começo das restrições. Até este domingo (30/5), o terror com alienígenas somou US$ 48 milhões nos EUA e Canadá, superando em três dias o recorde de abertura de “Godzilla vs. Kong”, que precisou de cinco dias em cartaz para chegar neste valor. Como o fim de semana é estendido por um feriado local (Memorial Day) na segunda-feira, as projeções apontam uma abertura de quatro dias de US$ 58 milhões, deixando ainda mais evidente o recorde conquistado. O que mais impressiona neste desempenho é que o montante reflete as previsões iniciais para o lançamento do filme… antes da pandemia. Vale lembrar que “Um Lugar Silencioso – Parte 2” deveria ter estreado originalmente em 20 de março de 2020 e chegou a ter projeções de vendas de ingressos na época, baseadas na procura antecipada. Esperava-se que o filme faturasse US$ 60 milhões em seu fim de semana inaugural e a “profecia” se cumpriu, independente do adiamento e da pandemia. “‘Um Lugar Silencioso – Parte II’ é o primeiro lançamento doméstico deste ano a cruzar o limiar de ‘grande fim de semana de abertura devido à pandemia’ para ‘grande fim de semana de abertura, ponto final’, oferecendo uma prova inegável de que a bilheteria doméstica está de volta”, apontou Rich Gelfond, CEO da IMAX em um comunicado. A continuação ainda teve desempenho comparável ao primeiro filme, que abriu com US$ 50 milhões em 2018. Entretanto, o longa original custou apenas US$ 17 milhões, enquanto o segundo teve orçamento de US$ 61 milhões. O terror escrito e dirigido por John Krasinski, e estrelado por sua esposa Emily Blunt, também teve uma boa vendagem internacional. Por enquanto, a distribuição se limitou a 12 países, mas só a China foi responsável por US$ 15 milhões – 66% mais que o filme original. O sucesso ainda se estendeu à crítica, que rasgou elogios à produção e principalmente à direção de Krasinski. A média aferida pelo agregador Rotten Tomatoes foi de 91% de aprovação, altíssima não só para o gênero, mas para títulos que concorrem ao Oscar. O impacto de “Um Lugar Silencioso – Parte II” acabou eclipsando outra grande aposta de Hollywood nas bilheterias do fim de semana. Mas o lançamento simultâneo em streaming pode ter conspirado para um desempenho menos agressivo de “Cruella”. A produção da Disney, que atingiu 72% de aprovação no Rotten Tomatoes, faturou US$ 21,3 milhões em seus três primeiros dias nos cinemas norte-americanos, com projeções apontando um total de US$ 26,5 milhões até segunda-feira. O mercado internacional acrescentou mais US$ 16,1 milhões de 29 países, elevando a soma do faturamento para US$ 37,4 milhões em todo o mundo, com projeções de US$ 42,6 milhões até o Memorial Day. Cinemas da Austrália e Japão sofreram novo apagão no fim de semana, mas outros mercados tradicionais reagiram à pandemia, com o México liderando a arrecadação com US$ 2,6 milhões, seguido pela Coreia do Sul com US$ 2,5 milhões e o Reino Unido com US$ 2,2 milhões. A fábula desencantada ainda liderou as bilheterias em mercados impactados pela covid-19 e que não receberam a continuação de “Um Lugar Silencioso”, incluindo o Brasil. Apesar disso, o desempenho deixou claro que muita gente preferiu assistir a “Cruella” em casa, aproveitando a disponibilidade na plataforma Disney+. Os números do streaming, porém, estão guardados no calabouço de um castelo, cercado por espinhos e pela maldição de uma bruxa que impede seu acesso ao público.
Diretor de “Coringa” estaria escrevendo sequência
O diretor Todd Phillips, responsável por “Coringa”, já estaria trabalhando na sequência. A notícia foi dada de passagem, sem o menor destaque, numa reportagem do site The Hollywood Reporter sobre os advogados mais poderosos de Hollywood. Ao citar o advogado de Phillips, o texto diz que ele ajudou o diretor a fechar o “acordo para escrever o próximo filme do Coringa”. Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o THR afirma que Phillips fechou contrato para fazer a continuação de “Coringa”. O site insiste sobre o assunto desde novembro de 2019, época em que o “Coringa” ainda estava em cartaz. Na ocasião, Phillips desmentiu a reportagem. Mas ao rebater a informação, disse uma frase cheia de entrelinhas. “Um filme não faz US$ 1 bilhão na bilheteria e você não conversa sobre uma sequência”, afirmou ao site IndieWire. Vencedor do Oscar pelo papel de Coringa, Joaquin Phoenix já se disse disposto a retomar o personagem, dizendo que havia “muito para explorar”, mas que não faria uma continuação “apenas por causa do sucesso do filme”. Vale ressaltar que, apesar da nova publicação da THR, a Warner Bros. não fez nenhum anúncio sobre a possível sequência, apesar de ter apontado, em evento de março passado, que as propriedades da DC Comics seriam prioridade para os próximos anos.
HBO Max revela data, preço e outros detalhes do lançamento no Brasil
Uma das novas plataformas de streaming lançadas para concorrer com a Netflix, a HBO Max finalmente definiu sua data de lançamento e preço no Brasil. Uma apresentação da Warner realizada nesta quarta-feira (26/5) anunciou que o serviço chegará oficialmente ao país – e à toda América Latina – no dia 29 de junho. Com isso, os planos de expansão da HBO Max se mantém inalterados, apesar das mudanças esperadas após a fusão da WarnerMedia com a Discovery na semana passada, que criará em breve um novo grupo de mídia responsável pelo futuro da plataforma. Em seu lançamento nacional, a HBO Max terá uma experiência de degustação, com os primeiros episódios de algumas séries disponibilizados de forma gratuita, além de um período de 7 dias de teste. As assinaturas serão oferecidas com dois preços. A opção Mobile, que permite acesso individual em celulares e tablets com exibição otimizada para pequenos dispositivos, terá custo mensal de R$ 19,97. Já a opção Multitelas, para exibição de 4k em Smart TVs e até três telas simultâneas, com possibilidade de criação de cinco perfis personalizados, sairá por R$ 28,00. Planos anuais abatem os custos, com assinaturas mobile por RS$ 14,21 e multitelas por RS$ 20,07. E há ainda um plano trimestral, com preços intermediários. O anúncio da plataforma revelou que a versão nacional não repetirá a estratégia americana de usar a distribuição simultânea de novos filmes nos cinemas e no streaming para atrair assinantes. Mas a janela entre o multiplex e o cinema em casa será diminuída. Todos os filmes da Warner serão disponibilizados na HBO Max 35 dias após a estreia nas salas de exibição. Isso inclui títulos como “Duna”, “O Esquadrão Suicida” e o novo “Space Jam”. Outro detalhe importante é que, a partir da chegada da HBO Max, a HBO Go será descontinuada. Assinantes do streaming da HBO serão automaticamente transferidos para a nova plataforma, bem como aqueles que assinam o canal pago por meio de provedores de TV por assinatura. Os usuários serão instruídos sobre a transição quando a data se aproximar. Além do conteúdo da HBO, a HBO Max também vai oferecer produções da Warner Bros. Pictures, Warner Bros. Television, Cartoon Network e outras empresas da WarnerMedia. Na prática, isso coloca na mesma plataforma filmes e séries de super-heróis da DC Comics, clássicos como “Cidadão Kane” e “Casablanca” e programas televisivos de sucesso, como “The Big Bang Theory”, “Friends” e “Rick and Morty”. O serviço também contará com esportes, como a transmissão, por exemplo, dos jogos da Champions League, a liga europeia de futebol, que serão apresentados ao vivo. Além disso, a HBO Max seguirá investindo em conteúdo próprio, como as séries “The Flight Attendant”, estrelada por Kailey Cuoco, “Raised by Wolves”, de Ridley Scott, e o especial de reencontro de “Friends”. E pretende estender essa produção à América Latina, prometendo realizar 100 produções originais na região até 2022. Dois projetos brasileiros foram anunciados: o reality show “Pop Divas”, apresentado por Pabllo Vittar e Luísa Sonza, e “Jornada Astral”, programa de astrologia apresentado por Giovanna Ewbank. A empresa também pretende ampliar o serviço, depois do lançamento na América Latina, para o resto do mundo ainda em 2021. Streaming no máximo a partir de 29 de junho.#HBOMax pic.twitter.com/STBbih8Wlq — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) May 26, 2021
Amazon fecha compra da MGM por US$ 8,45 bilhões
A Amazon fechou um acordo nesta quarta (26/5) e comprou lendário estúdio de cinema MGM por US$ 8,45 bilhões. Apesar de ter sido vazada na semana passada, a negociação teria sido bem mais longa – e, além da Amazon, a Apple também teria aberto conversas com o estúdio, mas o preço da aquisição foi considerado muito elevado para o prosseguimento das negociações. “O valor financeiro real por trás deste negócio é o tesouro de um catálogo profundo que planejamos reimaginar e desenvolver junto com a talentosa equipe da MGM. É muito empolgante e oferece muitas oportunidades para contar histórias de alta qualidade”, disse Mike Hopkins, vice-presidente sênior da Prime Video e Amazon Studios, ao revelar a compra pela manhã. O catálogo da MGM é vastíssimo, considerando que se trata de um dos estúdios mais antigos de Hollywood (fundado em 1924). A lista é repleta de clássicos (“O Mágico de Oz”, “E o Vento Levou”, “Rocky”, “O Silêncio dos Inocentes”), franquias cobiçadas no mundo do streaming (como os filmes de 007 e três séries longevas de um mesmo universo, “Stargate”), além de atrações modernas como os filmes “Creed”, “A Família Addams”, “Nasce uma Estrela”, as séries “The Handmaid’s Tale”, “Vikings”, “Fargo”, reality shows como “The Voice”, “Survivor”, “Shark Tank” e até um canal de TV paga, o Epix. Mas como frisou o executivo da Amazon, o negócio também inclui os direitos criativos de todas as produções – menos 007, que é propriedade da EON Productions – , para serem utilizados em novas continuações, remakes e séries derivadas. O negócio é a maior aquisição da Amazon no setor de mídia, e sinaliza que a empresa está disposta a investir pesadamente em conteúdo para seus serviços de streaming. A Amazon investiu US$ 11 bilhões em conteúdo em 2020, ante US$ 7,8 bilhões no ano anterior, e acaba de atingir 200 milhões de assinantes Prime em todo o mundo, dos quais 175 milhões assistiram conteúdo de streaming no ano passado. A aquisição da MGM também é uma estratégia que suprir a eventual perda de conteúdo por parte dos estúdios que estão lançando suas próprias plataformas, e da falta de novas produções inéditas em todo o mercado de entretenimento devido às paralisações durante a pandemia, dando ao Prime Video um reforço instantâneo de títulos para avançar no mercado e preocupar a Netflix. Ao comprar a MGM, a Amazon adicionará cerca de 4 mil títulos e 17 mil horas de programação de TV em seu serviço, que incluem propriedades de empresas adquiridas pelo estúdio ao longo dos anos, como as produções da Orion Pictures e American Internationtal Pictures. Além disso, contará com os novos projetos da MGM para este ano, como “House of Gucci”, de Ridley Scott, estrelado por Lady Gaga, e a sequência animada “Família Addams 2”. O avanço da Amazon reflete a alta competitividade deste mercado e acontece dias após a decisão da AT&T de negociar sua divisão de mídia, a WarnerMedia, com a Discovery, o que criará uma companhia de TV e cinema com valor empresarial de mais de US$ 130 bilhões. Os desdobramentos deste mês ainda refletem o fracasso das companhias de telecomunicações, como a própria AT&T e a Verizon, no negócio de produção de conteúdo e distribuição de streaming, enquanto a Disney prosperou no lançamento de sua própria plataforma, justamente após realizar uma aquisição milionária, dos estúdios Fox. Mas embora os planos para a livraria de títulos da MGM sejam claros, a aquisição deixa algumas incógnitas, como o destino do canal pago premium Epix, que tem seu próprio conteúdo – além de um serviço de streaming independente – com títulos como “Godfather of Harlem” e “Pennyworth”, e a produção do estúdio para outras plataformas, como “The Handmaid’s Tale” na rival Hulu e um spin-off de “Vikings” na Netflix. De todo modo, o negócio ainda precisará ser aprovado pelas agências reguladoras dos EUA, o que deve acontecer sem entraves jurídicos, mas exigirá – e revelará – maiores detalhes sobre a integração da MGM à Amazon.
São Paulo FC vai divulgar séries da Amazon no uniforme
O time do São Paulo Futebol Clube vai trazer novidades do streaming estampadas em sua camisa durante as próximas três partidas do calendário do futebol. O atual campeão paulista entrará em campo com a logo da Amazon Prime Video na parte superior das costas de seu uniforme e também destacará, à frente, séries e produções exclusivas do serviço de streaming. O acordo de patrocínio foi divulgado nesta terça (25/5) pelo clube e passa a valer já na partida contra o Sporting Cristal, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores. Classificado antecipadamente para as oitavas de final do torneio, o time brasileiro vai enfrentar o peruano às 21h30, no Estádio do Morumbi, trazendo a série “Dom” em destaque em seu uniforme.
Joseph Gordon-Levitt será o fundador do Uber em série dos criadores de “Billions”
O ator Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) vai estrelar “Super Pumped”, uma antologia dramática dos criadores de “Billions”, que pretende focar nos grandes empreendedores do mundo moderno. Ele viverá Travis Kalanick, fundador e ex-CEO do aplicativo Uber. A série é batizada com o título do livro “Super Pumped: The Battle for Uber”, de Mike Isaac, e sua primeira leva de episódios vai tratar da ascensão meteórica do Uber e de Kalanick no Vale do Silício, a montanha-russa da empresa e a eventual expulsão do CEO em meio a alegações de assédio sexual e um ambiente tóxico na empresa. A série é uma criação de Brian Koppelman e David Levien (criadores de “Billions”), em parceria com Beth Schacter (consultora em “Billions”). A produção será lançada no canal pago Showtime nos EUA e na plataforma Paramount+ no Brasil. Inicialmente desenvolvido como uma minissérie, o projeto acabou evoluindo para virar uma antologia anual, que a cada temporada explorará uma história diferente de empreendedorismo de visionários que abalaram a forma como se faz negócios e afetaram a cultura contemporânea. Ainda não há previsão para a estreia.
Franquia “Jogos Mortais” atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Espiral – O Legado de Jogos Mortais” manteve-se no topo das bilheterias dos EUA pela segundo fim de semana, arrecadando mais US$ 4,5 milhões na América do Norte e US$ 2,67 milhões no resto do mundo entre sexta e domingo (23/5). Os valores representam o empurrão que faltava para a franquia “Jogos Mortais”, composta por nove filmes, ultrapassar US$ 1 bilhão de faturamento em todo o mundo. “Parabenizamos nossos amigos da Twisted Pictures e todos os cineastas e estrelas que fizeram parte do legado dos ‘Jogos Mortais’”, disse David Spitz, presidente de distribuição teatral doméstica da Lionsgate, sobre a marca histórica atingida pela franquia. “Ao longo dos anos, nossos parceiros têm sido inovadores, criativos e abertos a novas ideias, ao transformarem um filme de micro-orçamento em um fenômeno cultural de bilheteria e bilheteria.” Trata-se de uma conquista bastante significativa, porque os filmes de “Jogos Mortais” têm orçamentos modestos – o mais barato custou apenas US$ 1 milhão, enquanto o mais caro foi feito por US$ 20 milhões. Além disso, o feito acontece contra indicações da crítica especializada, que normalmente recebe mal os títulos ligados à saga do serial killer Jigsaw. O único dos filmes a ser considerado pelo menos medíocre (50% de críticas positivas) foi justamente o primeiro “Jogos Mortais”, lançado em 2004. Os demais tem pouquíssima aprovação, variando de 10% a 37% no levantamento do Rotten Tomatoes. “Espiral – O Legado de Jogos Mortais” teve a segunda nota mais alta, 37%. Os criadores de “Jogos Mortais”, James Wan e Leigh Whannell, há muito tempo deixaram de fazer parte dos rumos da história. Mas sua criação influenciou não apenas sequências, mas vários imitadores. “Espiral – O Legado de Jogos Mortais” tenta recomeçar a história com um elenco encabeçado por Chris Rock e Samuel L. Jackson. Ao todo, o filme já acumulou US$ 15,8 milhões na América do Norte e US$ 6,7 milhões no mercado internacional, somando US$ 22,5 milhões em todo o mundo. A estreia no Brasil está marcada para 17 de junho.
“Velozes e Furiosos 9” estreia com maior bilheteria internacional da pandemia
“Velozes e Furiosos 9” deu sua largada nos cinemas em oito países e já disparou nas bilheterias. Lançado em mercados em que os cinemas estão funcionando normalmente, o filme teve vendas tão fortes quanto no período anterior à pandemia, a ponto de se tornar a segunda maior estreia do estúdio Universal na China em todos os tempos – atrás apenas de “Velozes e Furiosos 8”. Só na China, o lançamento faturou US$ 135,6 milhões neste fim de semana, tornando-se o primeiro título americano a superar a marca de US$ 100 milhões de ingressos vendidos no país desde “Vingadores: Ultimato”, há mais de dois anos. Somando ainda as bilheterias da Coreia do Sul, Rússia e demais países, o total chega a US$ 162,4 milhões de arrecadação no mercado internacional. O desempenho assegurou ao longa a condição de maior estreia internacional de uma produção de Hollywood na era da pandemia. “Isso nos mostra que o público está disposto a voltar quando o filme certo estiver disponível”, disse Veronika Kwan Vandenberg, presidente de distribuição internacional da Universal, em comunicado. Para completar, o faturamento ainda ajudou a franquia de nove filmes a superar a soma de US$ 6 bilhões em vendas globais de ingressos de todos os seus títulos. Os bons resultados reforçam o acerto da decisão da Universal de não realizar um lançamento mundial simultâneo, como costumava ser regra para os filmes da saga estrelada por Vin Diesel. A estreia vai acontecer de forma escalonada, abrindo primeiro nos mercados que já superaram as restrições sanitárias da pandemia. Por conta disso, o filme só vai chegar nos EUA daqui a um mês – em 25 de junho. No Brasil, onde a crise da covid-19 ainda é grave – merecendo até CPI – , o lançamento demorará ainda mais, chegando apenas em dois meses – em 22 de julho. A continuação da franquia reúne o elenco original e ainda introduz um novo personagem: o irmão (que nunca tinha sido mencionado!) de Dominic Toretto (Vin Diesel). Interpretado por John Cena (“Bumblebee”), ele forma uma aliança com a vilã do capítulo passado, Cypher (Charlize Theron), para se tornar o novo inimigo a ser vencido por Dom, Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster, ausente do filme anterior), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e a “novata” Ramsey (Nathalie Emmanuel). O filme também vai trazer de volta um personagem importante do grupo tido como morto: Han (Sun Kang), supostamente assassinado por Deckard Shaw (Jason Satham) no final de “Velozes e Furiosos 6”. Além dele, quem também retorna é Magdalene Shaw, a mãe do (ausente) Shaw, numa participação que finalmente permite à atriz Helen Mirren satisfazer seu desejo de dirigir um dos carros velozes da trama. Mas o retorno mais importante acontece atrás das câmeras. O diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013) – , volta a assumir a condução do espetáculo de destruição de carros e feitos impossíveis que caracterizam a saga.
Amazon estaria negociando a compra da MGM
Enquanto o mercado tenta entender a fusão entre WarnerMedia e Discovery, notícias de um novo negócio começam a sacudir a indústria do entretenimento. A possibilidade de a Amazon estar em vias de comprar o estúdio MGM vazou no final de segunda (17/5). A novidade está alinhada com informações de dezembro passado, de que a empresa estava em busca de um comprador. O Wall Street Journal afirmou na época que a MGM tinha contratado os bancos Morgan Stanley e LionTree para avaliar e oferecer seu portfólio à venda. Além da Amazon, a Apple também teria aberto conversas com o estúdio, mas o preço da aquisição foi considerado muito elevado para o prosseguimento das negociações. De fato, a venda da MGM tem sido cogitada há vários anos, mas nunca foi formalizada porque nunca houve consenso sobre o preço de seu acervo. Os acionistas acreditam que sua biblioteca de títulos está especialmente valorizada na atual era de streaming, em que uma multidão de plataformas compete por conteúdo e espectadores. Aparentemente, a MGM quer US$ 10 bilhões por todos os seus ativos, que incluem o catálogo de um dos estúdios mais antigos de Hollywood (fundado em 1924), repleto de clássicos (“O Mágico de Oz”, “E o Vento Levou”, “Rocky”, “O Silêncio dos Inocentes”), franquias cobiçadas no mundo do streaming (como os filmes de 007 e três séries longevas de um mesmo universo, “Stargate”), além de atrações modernas como os filmes “Creed”, “A Família Addams”, “Nasce uma Estrela”, as séries “The Handmaid’s Tale”, “Vikings”, “Fargo”, reality shows como “The Voice”, “Survivor”, “Shark Tank” e até um canal de TV paga, o Epix. O negócio também daria inclui os direitos criativos de todas as produções – menos 007, que é propriedade da EON Productions – , que poderiam render novas continuações, remakes e séries derivadas. A Amazon acaba de atingir 200 milhões de assinantes Prime em todo o mundo e estaria considerando a aquisição da MGM como estratégia para aumentar seu catálogo rapidamente, visando atrair ainda mais clientes em todo o mundo. A ideia é tirar a pressão de eventual perda de conteúdo por parte dos estúdios que estão lançando suas próprias plataformas, e da falta de novas produções inéditas devido às paralisações durante a pandemia, buscando um reforço de títulos para avançar no mercado e preocupar a Netflix. Segundo as notícias que circulam, a plataforma chegou num número que não desagrada completamente a MGM. Seria uma oferta na casa dos US$ 9 bilhões, em vias de ser finalizada. A negociação está sendo conduzida por Mike Hopkins, vice-presidente sênior da Amazon Studios e Prime Video, em contato direto com o presidente do conselho da MGM, Kevin Ulrich, que também é representante da Anchorage Capital, maior acionista do estúdio. Vale lembrar que a Amazon já oferece atualmente o catálogo da MGM num combo que inclui a plataforma do estúdio e o Amazon Prime Video. O combo está disponível para assinatura inclusive no Brasil.
Warner e Discovery oficializam fusão
A AT&T, gigante das telecomunicações que comprou a Warner, confirmou nesta segunda (15/5) os planos de fusão da WarnerMedia com a Discovery, que é dona de vários canais de TV. O negócio tem o objetivo de unir os conteúdos das duas companhias numa nova empresa com foco em streaming, que teria as produções roteirizadas (filme e séries) da WarnerMedia e as atrações sem roteiro (variedades, ciência e culinária) da Discovery. O valor estimado da nova empresa é de US$ 150 bilhões, juntando um portfólio de canais que inclui Discovery, HGTV, Food Network, TLC e Animal Planet ao grupo Warner, dono de estúdios de cinema e TV e canais como HBO, CNN, TNT e Cartoon Network, além da editora DC Comics e metade da rede The CW. Isto tornaria a nova empresa mais valiosa que a Netflix e a NBCUniversal, ficando atrás apenas do grupo Walt Disney em termos de empresas de mídia americanas. Segundo os termos do acordo, os acionistas da AT&T controlarão 71% da nova empresa, enquanto os acionistas da Discovery deterão 29%. Os conselhos de ambas as empresas já aprovaram o pacto e a transação deve ser concluída em meados de 2022, sujeita à aprovação dos reguladores públicos e acionistas do Discovery. Mas dois principais apoiadores do Discovery, o executivo de mídia John Malone e a empresa de mídia Advance, já adiantaram que votarão a favor da transação. As duas empresas definiram em conjunto que David Zaslav será o CEO da nova companhia, que ainda não foi batizada. Ele lidera a Discovery desde 2007 e seu foco no crescimento dos negócios manteve a empresa competitiva, embora tenha uma escala muito menor do que vários de seus rivais. Vale lembrar que a WarnerMedia investiu recentemente na HBO Max, streaming que substitui a HBO GO e reúne suas maiores propriedades. O plano de expansão da plataforma inclusive previa seu lançamento em junho no Brasil (e em toda a América Latina). Mas a Discovery também tem uma plataforma própria, chamada de Discovery+, que da mesma forma traçava planos de chegar ao Brasil nos próximos meses. Ainda não há detalhes sobre o que acontecerá com os dois serviços de streaming após a fusão. E o fato de Jason Killar, CEO da WarnerMedia, não ter sido escolhido para comandar a nova empresa é significativo. Killar nem sequer está sendo mencionado nos comunicados e entrevistas que acompanham o anúncio. O negócio marca uma reviravolta abrupta para a AT&T, que está claramente descartando seus ativos da Warner depois de pouco menos de três anos de sua compra da Time Warner. Nos últimos meses, a empresa sofreu cortes em seu quadro de funcionários e passou a vender partes do grupo, como o provedor de TV paga DirecTV, comercializado com o fundo TPG, a plataforma Crunchyroll, negociada pela Sony por US$ 1,2 bilhão, e o fim de sua participação no serviço de streaming Hulu, adquirida pela Disney. A verdade é que a AT&T não tinha afinidade com o negócio de produção de conteúdo e implodiu a empresa que comprou. A plataforma DC Universe, que lançou com sucesso as melhores séries baseadas em quadrinhos da empresa, foi canibalizada pela HBO Max. Os principais executivos da WarnerMedia que ajudaram a construir a HBO e a Tuner Sports foram demitidos. A empresa ficou sem um chefe de vendas de anúncios por um ano. E as escolhas da AT&T para novos diretores de conteúdo levaram veteranos como Bob Greenblatt e Kevin Reilly – que se sentiram desprestigiados – a se juntarem ao êxodo geral de executivos de ponta. Originalmente uma empresa de telefonia, a AT&T se atrapalhou para conduzir a WarnerMedia, endividou-se e passou a sofrer pressão de seus acionistas para voltar a se concentrar em seu lucrativo negócio primário. Segundo o CEO da companhia, John Stankey, o foco principal é mesmo retomar a atividade de empresa de tecnologia de comunicação, especialmente com a chegada do 5G e novidades impulsionadas por um wifi mais potente. Ao anunciar a fusão, a AT&T basicamente admitiu que precisava sair do negócio de conteúdo. “Ficou claro para mim nos últimos meses … que estávamos atingindo a velocidade de fuga”, afirmou Stankey nesta segunda. “Ficou claro para mim que precisaríamos de uma estrutura de capital diferente”, disse ele, e “produtos melhores virão da empresa de mídia e da empresa de telecomunicações como resultado dessa mudança”. Por enquanto, porém, a notícia da fusão apenas desvaloriza (mais) a WarnerMedia, que deve perder seu nome e ser comandada por um executivo da Discovery. De fato, o CEO escolhido para liderar a nova empresa pretende combinar os ativos da Discovery e da Warner, não mantê-los separados, o que levará à eliminação de áreas e marcas concorrentes. Se por um lado é fácil ver como isso faz sentido em acordos esportivos da WarnerMedia com a NHL, MLB e NCAA e o portfólio de direitos esportivos europeus do Discovery, bem como as operações de notícias internacionais do Discovery dentro da estrutura da CNN, as duas empresas têm, como apontado, plataformas de streaming diferentes. Zaslav já reconheceu que terá que determinar se a Discovery Plus e a HBO Max vão continuar a existir da forma atual. Mas fontes próximas ao negócio informaram à revista Variety que, a princípio, a empresa manterá os planos de lançamento da HBO Max no Brasil no mês que vem. “Tanto a HBO Max quanto a Discovery Plus chegaram longe nos últimos meses; voltar atrás seria bastante complicado”, disse um profissional da AT&T ouvido pela publicação americana. Uma apresentação do projeto de fusão está agendada para esta terça-feira (18/5), onde os encarregados pelas mudanças abordarão o que está por vir – especialmente em relação ao streaming, que foi alardeado como prioridade da nova empresa.












