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  • Filme

    Logan pode ter cena extra incluída em cima da hora pela Fox

    21 de fevereiro de 2017 /

    Após as exibições marcadas por elogios no Festival de Berlim 2017 e diversas sessões de imprensa, surgem notícias de mudanças na exibição de “Logan”. Segundo o site Collider, a 20th Century Fox planeja incluir uma cena extra, pós-créditos, que ninguém ainda viu. Todas as sessões que projetaram o filme até este momento não mostraram cena pós-créditos. Para ter certeza do que se trata, só esperando para ver o filme nos cinemas, já que nada foi antecipado para a imprensa. Para completar, o estúdio não confirma a informação. A estreia de “Logan” está marcada para a próxima semana, dia 2 de março, no Brasil.

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  • Etc

    Hugh Jackman brinda com caipirinha, veste camisa da seleção e conhece seu dublador brasileiro

    21 de fevereiro de 2017 /

    Hugh Jackman aproveitou bem sua temporada paulista. Depois de tomar seu primeiro pingado, o intérprete de Wolverine vestiu literalmente a camisa do país, brindou com caipirinha, sobrevoou a cidade de helicóptero (batucando em ritmo de carnaval) e aprendeu mais palavras em português, especialmente depois de se encontrar com seu dublador oficial no Brasil, Isaac Bardavid, no programa “The Noite”. Demonstrando sua extrema simpatia, registrou cada momento em seu Instagram, utilizando apenas português nos textos. O ator australiano também participou de uma entrevista coletiva no domingo (19/2), para divulgar o lançamento de “Logan”, seu último filme no papel de Wolverine. Dirigido por James Mangold, “Logan” estreia no Brasil no dia 2 de março. Obrigado São Paulo, obrigado Brasil, feliz carnaval! Saúde! #wponx @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 20, 2017 às 11:22 PST Não seja aquilo que te fizeram @wponx @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 20, 2017 às 10:01 PST Feliz Carnaval! @wponx BRASIL! @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 20, 2017 às 7:45 PST Vai Basil! #Logan @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 19, 2017 às 8:15 PST

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  • Série

    Vídeo de Legion apresenta versão da escola de mutantes de Charles Xavier

    20 de fevereiro de 2017 /

    A Marvel divulgou um vídeo promocional da série “Legion”, apresentando a instalação Summerland, local introduzido no segundo episódio da série, e que é claramente inspirado na famosa Escola Xavier para Jovens Superdotados, lar dos X-Men. O vídeo conta um pouco da história de Summerland e revela que o equilíbrio do local foi perturbado pela chegada de David Haller, o telepata vivido por Dan Stevens (série “Downton Abbey”), e que pode ser o mutante mais poderoso da Terra. A série é exibida no Brasil no canal pago FX.

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  • Filme

    Crítica internacional elogia e se emociona com Logan, que é comparado ao Cavaleiro das Trevas

    20 de fevereiro de 2017 /

    Surgiram as primeiras críticas internacionais de “Logan”. E são todas elogiosíssimas, destacando o tom sombrio e a violência, mas também o grande apelo emocional da história. O crítico do jornal americano USA Today chegou a comparar o filme dirigido por James Mangold (que retorna à franquia após “Wolverine – Imortal”) com “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008). Confira abaixo alguns dos elogios rasgados. “Facilmente o melhor filme do Wolverine, ‘Logan’ é o ‘Cavaleiro das Trevas’ da franquia mutante dos ‘X-Men’, um filme emocionante que transcende o gênero dos heróis de quadrinhos dizendo algo importante” (Brian Truitt, da USA Today). “Hugh Jackman não está entregando apenas o filme definitivo dos ‘X-Men’; este pode ser o filme definitivo baseado em quadrinhos” (Mark Daniell, da Toronto Sun). “É ao mesmo tempo o filme mais violento da série e o mais sentimental. Quando não derrama sangue em você, tenta te fazer derramar lágrimas” (Chris Nashawaty, da Entertainment Weekly). “Cada vez que a violência explode, ela é satisfatória porque está justificada na trama, e também porque Mangold sabe como apresentá-la” (Owen Gleiberman, da Variety). “O peso da violência gráfica e grotesca paira sobre todo o filme. Mas a ousada violência emocional permanece por mais tempo, mesmo depois que as luzes se apagam no ato final” (Tasha Robinson, do The Verge). “A violência em ‘Logan’ não está para brincadeira, como em ‘Deadpool’. Ela é séria e grave e às vezes difícil de assistir, o que se encaixa perfeitamente com o tom deste filme surpreendentemente sombrio” (Rene Rodriguez, do Miami Herald). “Misturando a mitologia da Marvel com a mitologia do gênero western, James Mangold criou um filme emocionalmente impressionante, que tira sua força da interpretação cheia de nuances de Hugh Jackman como um herói relutante” (Sheri Linden, do Hollywood Reporter). “Logan é um filme para pessoas que, como eu, acharam que o único bom momento de ‘X-Men: Apocalipse’ era a cena de Michael Fassbender chorando na floresta, e deixaram o cinema desejando que aquilo tivesse sido o filme inteiro. ‘Logan’ é algo que ninguém poderia esperar: um filme de super-herói criativamente ousado” (Robbie Collin, do The Telegraph). “Em geral, ‘Logan’ é algo bastante especial: uma história emocionante e triste sobre a reta final da vida, e o blockbuster perfeito para esses tempos amargurados em que vivemos” (Tom Huddleston, da Time Out London). “Logan” estreia no dia 2 de março nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Entrevista: Hugh Jackman diz ter sentido paz ao se despedir de Wolverine em Logan

    19 de fevereiro de 2017 /

    O ator Hugh Jackman participou de uma entrevista coletiva em São Paulo, neste domingo (19/2), para divulgar o lançamento do seu último filme como Wolverine, “Logan”. Dirigido por James Mangold, o terceiro filme solo do super-herói mutante estreia no Brasil no dia 2 de março. E, segundo o ator, “é a história definitiva do Wolverine”. “Não queria que fosse um filme de quadrinhos. Queria que fosse o filme definitivo sobre este homem. Que, ao olhar para trás, eu tivesse orgulho”, ele explicou, reforçando que será a última vez em que viverá o personagem. E que, sim, sentiu muito orgulho do filme, quando o viu projetado pela primeira vez numa tela de cinema. Apesar de “Logan” marcar sua despedida do papel – que viveu em nove filmes, inclusive nos seis longas dos “X-Men” já lançados – , ele garante que jamais deixará de se sentir Wolverine. “Eu amo o Wolverine. Não vou sentir saudade, pois ele sempre estará dentro de mim. Sei que não vou deixar essa família ‘X-Men’ nunca, pois todos os dias encontro fãs que me acenam com os dedos imitando as garras de Wolverine. E isso será pra sempre.” Mas dar um adeus de forma consciente foi complicado. “Foi muito emotivo fazer esse filme. Cheguei a chorar no set”, ele confessou. “Foi difícil me despedir da equipe depois de tantos anos. E se eu não conseguir um emprego logo, talvez eu fique preocupado”, brincou. Foram 17 anos na pele do baixinho invocado. Não há dúvidas de que o personagem marcou a carreira do ator australiano, que era praticamente desconhecido quando surgiu no primeiro “X-Men”, em 2000, aos 32 anos de idade. “Eu nunca tinha ouvido falar de ‘X-Men’ quando me chamaram para o teste. Quando li que garras saiam das mãos dele, pensei: ‘Isso é ridículo’”, ele contou. Mas não demorou a se identificar com a humanidade de Logan, que sempre foi muito mais que garras afiadas. “Wolverine é um personagem diferente. Pra mim, ele é mais definido por sua humanidade do que pelos seus poderes. Com esse filme, ‘Logan’, conseguimos nos aprofundar nessa humanidade. O maior inimigo de Logan é a intimidade. Ter intimidade com amigos, familiares, isso revela quem você realmente é, mostra até o que você não aceita em si. Agora ele se rende e deixa uma família entrar”. Jackman diz que esta era a história que sempre quis contar, desde que sentiu o potencial real de Wolverine. “Sempre senti que existia uma história mais profunda em relação a esse personagem. Tenho muito orgulho dos filmes do passado, mas sentia que tinha algo a mais. Não queria representar só o durão Wolverine, mas o difícil Logan. Espero que os fãs digam: finalmente, este é o filme do Wolverine que eu queria ver.” A busca por uma narrativa mais dramática é equilibrada, na tela, por uma violência jamais vista nos filmes de mutantes da Fox. Segundo Jackman, a violência de “Logan”, que foi classificado como não indicado para menores de idade nos EUA, foi intencional. “É violento de propósito. Não dá para entender Logan sem entender que este é um homem que foi criado para ser uma arma a vida toda”, diz. “Não é um filme em que um prédio cai sobre as pessoas e dizem que elas morreram. Quando pessoas morrem, elas morrem.” “É um filme adulto”, ele acrescenta. “Tem crianças no elenco, mas não é feito pra crianças. Foi uma decisão ousada que tomamos. Agora, existe um entendimento sobre as consequências da violência. Se você é violento, isso fica em você. Não importa se você é violento lutando por algo que acredita. Você carrega aquele peso. Logan sente esse peso. O filme é uma reflexão sobre a morte, sobre envelhecer, sobre se conectar, sobre família.” No filme, Jackman divide a tela com Patrick Stewart, que interpreta uma versão ainda mais envelhecida de Charles Xavier, e Dafne Keen, que encarna uma jovem mutante chamada de Laura nas sinopses oficiais, mas que o ator, na entrevista, chama logo pelo nome que os fãs reconhecem dos quadrinhos e das séries animadas. “A idéia de usar a X-23 e a demência de Xavier foi de Jim [o diretor James Mangold], e acho que foi ótimo. Pegar esse personagem, que é a pessoa com o maior medo de intimidade, e cercá-lo com uma família foi uma grande escolha narrativa”, ele observa. “Nesse filme, Logan finalmente sente algo pela primeira vez: paz. E eu fico até meio emocional pensando nisso, porque eu me senti em paz também ao assistir pela primeira vez, como um ator que vive este homem há 17 anos”, concluiu.

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    Hugh Jackman chega ao Brasil e posta vídeo em português

    19 de fevereiro de 2017 /

    O ator australiano Hugh Jackman, intérprete de Wolverine, desembarcou em São Paulo neste domingo (19/2) para promover o filme “Logan”, que tem estreia marcada para os cinemas no dia 2 de março. E já postou um vídeo no Instagram mostrando sua adaptação ao modo de vida paulistano, tomando um “pingado”, um clássico café com leite, em uma caneca esmaltada numa padaria em Pinheiros. Em um português carregado de sotaque, ele se disse satisfeito em estar na cidade. “Estou feliz de estar em São Paulo tomando meu primeiro pingado. Obrigado!”, disse. O ator também chama atenção por conta do curativo no nariz, devido ao tratamento de um câncer de pele. E é claro que os brasileiros se empolgaram após ouvir o ídolo falar com sotaque em português. “Wolverine, é nóis”, brincou um, fazendo referência ao personagem icônico do ator. “Não sei lidar…”, brincou outra. “MEU DEUS! Você é perfeito, Hugh!”, soltou uma fã apaixonada. Ele chega ao Brasil após participar da première mundial de “Logan” no Festival de Berlim, onde o filme foi bastante aplaudido e deixou o público emocionado. Na ocasião, ele disse que o “Logan” tinha ultrapassado suas expectativas. “Foi só com este filme que eu cheguei ao coração de Wolverine”. Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 19, 2017 às 2:31 PST

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    Cena inédita de Logan revela a origem de Laura, a mutante conhecida como X-23

    18 de fevereiro de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou uma cena inédita de “Logan”, que mostra a “origem” de Laura (Dafne Keen), a mutante que os fãs de quadrinhos e séries animadas conhecem como Laura Kinney – ou X-23. A prévia se passa numa mistura de laboratório e prisão, e usa a estética dos vídeos encontrados (found footage) para registrar as experiências realizadas na menina. O filme teve sua première mundial no Festival de Berlim, onde foi recepcionado por aplausos entusiasmados. A trama se passa no futuro, em 2024, após a população mutante ser reduzida drasticamente e os X-Men terem se separado. Logan, cujo poder de regeneração está enfraquecendo, se entregou ao álcool e ganha a vida como motorista. Certo dia, uma estranha pede que ele leve uma garota chamada Laura até a fronteira canadense e à princípio ele recusa, mas muda de ideia ao descobrir que o Professor Xavier aguarda há anos pela menina. Extraordinariamente habilidosa em lutas, Laura se parece com Wolverine em vários aspectos e é perseguida por sinistras figuras que trabalham para uma poderosa corporação. Seu DNA contém o segredo que a conecta a Logan e uma implacável perseguição tem início. Com direção de James Mangold (“Wolverine: Imortal”), a estreia de “Logan” está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Diretor de Logan já quer fazer filme solo de X-23

    18 de fevereiro de 2017 /

    “Logan” ainda não estreou, mas as reações entusiasmadas à première do filme no Festival de Berlim acabaram inspirando o diretor James Mangold a já imaginar sua continuação. Só que sem o personagem-título, uma vez que Hugh Jackman não voltará ao papel de Wolverine. Em entrevista ao site We Got This Covered, Mangold revelou seu desejo de fazer uma continuação centrada na menina X-23, personagem vivido por Dafne Keen, que fará sua estreia nos cinemas em “Logan”. “Eu acho que a Dafne está incrível nesse filme e eu adoraria vê-la num filme [solo] da personagem. Isso é algo que eu certamente gostaria muito de me envolver. Para mim, a decisão de abordar o lado familiar e inserir Laura [Kinney, nome original da X-23] e um Charles [Xavier] doente foram minhas maiores contribuições”, declarou. A trama de “Logan” se passa no futuro e mostra Wolverine recebendo uma última missão do Professor Xavier (Patrick Stewart), que aparece bastante debilitado: proteger uma jovem mutante (Dafne Keen) dos mercenários que a perseguem. A estreia acontece em duas semanas, no dia 2 de março no Brasil.

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    Logan tem a première mais aplaudida e a entrevista mais concorrida do festival de Berlim

    17 de fevereiro de 2017 /

    A première de “Logan” foi uma das sessões mais aplaudidas do Festival de Berlim 2017. E a que gerou mais comoção, com lágrimas escorrendo dos rostos de críticos internacionais, a ponto de aplausos se confundirem com soluços. Muitos ficaram esperando pela cena pós-crédito em busca de um alívio. Mas ela não veio. A entrevista coletiva, com a participação do diretor James Mangold, do astro Hugh Jackman, do veterano Patrick Stewart e da jovem Dafne Keen, também foi a mais concorrida do festival alemão, com dezenas de jornalistas e um número ainda maior de fotógrafos tentando encontrar lugares que não existiam para registrar a opinião dos artistas. Além do tom dramático, a questão da violência excessiva da trama foi tratada com atenção, assim como a impressionante liberdade conferida pela 20th Century Fox para que fizessem uma produção de super-heróis com pegada autoral… e com aquele final. Jackman afirmou que o projeto foi concebido, desde seu primeiro esboço, para ser completamente diferente dos demais filmes dos X-Men. “Sabíamos que esta seria minha última vez no papel, então não queríamos que o filme fosse limitado por um gênero, classificação indicativa ou conexões com longas anteriores. Decidimos também que não seria um filme divertido. Queríamos apenas que fosse um bom filme. Mas o resultado ultrapassou as minhas expectativas”, explicou. “Não posso dizer que vou sentir saudade dele, porque Logan sempre vai viver aqui comigo. E os fãs vão me lembrar dele também”, disse, rindo. “É parte de quem sou. Mas não vou sentir falta da dieta de frango”, brincou, referindo-se à alimentação com base em proteínas para entrar em forma para o papel. “São 17 anos no personagem”, ele continuou, “mas se alguém me perguntasse o que deveria ver da franquia para poder entendê-lo, eu diria que deveria ir diretamente para ‘Logan’, pois foi só com este filme que eu cheguei ao coração de Wolverine. E é muito bom chegar a esta produção sem que ela carregue o estigma de ‘filme de gênero’ ou de ser mais um filme de super-herói. Esta história sobre a formação de uma família é uma carta de amor aos fãs de Wolverine”, completou. Mangold citou “Os Imperdoáveis”, de Clint Eastwood, e outros westerns como principal referência, em vez das habituais histórias em quadrinhos, que, por sua vez, aparecem na trama como metalinguagem. Os trailers já tinham mostrado Logan criticando os gibis que contavam as “aventuras dele”. “Pensamos muito em ‘Os Imperdoáveis’ na concepção do roteiro, com menção específica à figura do pistoleiro vivido por Richard Harris, que tem sua história narrada por um escritor”, explicou Mangold, à respeito da ideia de incluir os quadrinhos na própria história. “Conversei com Hugh e com nossos parceiros sobre o fato de que os feitos dos X-Men, naquele mundo de ficção, seriam tão populares que alguém escreveria sobre eles como heróis folclóricos. Por isso, seria normal que eles virassem personagens de quadrinhos”, contou. O diretor assegurou que não houve interferências do estúdio, apesar do temor dos executivos, confirmado pela presidente da 20th Century Fox Stacey Snider numa convenção desta semana. “Fiz o filme como quis. O estúdio podia ficar assustado por estarmos fazendo algo fora do normal, mas eles nos apoiaram. Deixaram-nos experimentar e para isso é preciso ter coragem. Agradeço-lhes profundamente”. Na trama, que se passa no futuro, Logan aparece envelhecido e perdendo os poderes, mas é convencido pelo Professor Xavier (Patrick Stewart) a realizar uma última missão: levar uma menina mutante (Dafne Keen) para um local seguro, enquanto é perseguido por mercenários. Mas a menina acaba se revelando tão feroz quanto o velho Wolverine, inclusive demonstrando os mesmos poderes – fãs dos quadrinhos e das animações dos X-Men sabem porquê. Indagado se não deveria evitar retratar uma criança assassina num filme, o diretor se defendeu. “Essas crianças são atores. Criamos um ambiente de muito amor. Fazer um filme é muito diferente de ver. Dafne cresceu neste meio e sabe a diferença entre ficção e realidade”, disse. “Agora, este filme não foi feito para crianças, não apenas por causa da violência, mas dos temas, como a natureza da vida e da morte.” Apesar da resposta, o diretor voltou a ser questionado sobre o excesso de violência na trama, que, apesar das restrições etárias, será vista por jovens quando chegar à TV. “Há programas na TV mais violentos e explícitos que os jovens veem. O trabalho de saber o que o seu filho vê não é meu, é seu. O meu é apenas o de fazer filmes. Quando mostramos violência, temos de saber mostrar as consequências. Que a vida acaba, o que hoje é muito ignorado no cinema. Muitas vezes nos filmes morrem centenas de pessoas, mas, como há menos sangue, a violência não é discutida. E é isso que o meu filme faz”, o cineasta respondeu, sob muitos aplausos. “As grandes histórias jogam luz sobre quem somos”, disse Jackman, que lembrou que, além de lidar com as consequências da violência, “‘Logan’ também é um filme sobre família, sobre cuidar dos mais velhos e dos mais jovens”. “O filme mostra um mundo em transformação, em que discutimos se é melhor se separar ou se conectar. Se é mais seguro viver sozinho e isolado de todos ou se, mesmo mais perigosa, a conexão com outros é melhor solução. Espero que o filme tenha essa ressonância”, concluiu. Logan estreia no Brasil em duas semanas, no dia 2 de março.

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    Tom sombrio de Logan preocupou a Fox, assume presidente do estúdio

    17 de fevereiro de 2017 /

    Numa rara confissão sobre a forma como os executivos de cinema tomam suas decisões, a presidente da 20th Century Fox, Stacey Snider, revelou que teve muito medo de aprovar “Logan”. Após as críticas negativas recebidas por “X-Men Origens: Wolverine” (2009) e a indiferença em torno de “Wolverine: Imortal” (2013), Snider ainda não estava convencida de que era necessário uma transformação radical na franquia e ficou com o pé atras com a ideia de filmar um longa dramático e sombrio de super-herói, com classificação etária para maiores nos EUA. Em participação na conferência Recode Media, realizada na quinta (16/2) na Califórnia, ela afirmou que os executivos estavam preocupados que o filme fosse “entediante para caramba”, porque não tinha piadas a cada minuto. “Estávamos preocupados com a intensidade e o tom do filme. É como um poema sobre a vida e a morte. O paradigma é de um western, e meus colegas estavam nervosos com relação ao que estava sendo proposto. Não é um filme divertido e sarcástico com um Wolverine furioso que fuma charutos. Isso se tornou nosso grande debate. ‘Será que não vai ficar entediante pra caramba? Não é animador imaginar o Wolverine como um cara de verdade que está cansado do mundo e que não quer mais lutar até que uma garota precise dele?!’”, afirmou. A produção vem sendo vendida como um filme diferente das típicas adaptações de quadrinhos, tanto que tem sua première mundial marcada para esta sexta (17/2) no Festival de Berlim, um feito raro para uma produção de super-heróis. Novamente dirigido por James Mangold (de “Wolverine: Imortal”), “Logan” estreia em 2 de março no Brasil.

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    Patrick Stewart insinua que ainda não se despediu do Professor Xavier

    17 de fevereiro de 2017 /

    O ator Patrick Stewart revelou que “Logan” pode não ser seu último filme do universo dos X-Men como o Professor Xavier. Em entrevista ao programa Entertainment Tonight, o ator britânico afirmou: “Hugh [Jackman] levantou essa bandeira de dizer ‘adeus’. Eu ainda não fiz isso.” Hugh Jackman, de fato, afirmou que “Logan” seria seu último trabalho no papel de Wolverine, embora Ryan Reynolds esteja em campanha para convencê-lo a participar de um crossover com Deadpool. O Professor Xavier, por sua vez, tem sido citado como personagem do filme dos Novos Mutantes, mas acreditava-se que seria interpretado por James McAvoy, que assumiu o papel em “X-Men: Primeira Classe” (2011). Para contradizer tudo isso, uma cena do trailer de “Logan” parece sugerir a morte de Charles Xavier. Mas vale lembrar que a trama deste filme se passa no futuro. “Logan” estreia em 2 de março no Brasil.

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    Sophie Turner confirma presença no próximo X-Men e até no final de Game of Thrones

    17 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Sophie Turner fez duas revelações casuais, que carregam grandes repercussões para os fãs de “X-Men” e “Game of Thrones”. Em entrevista ao site HeyUGuys, no tapete vermelho do BAFTA 2017, ela adiantou que vai começar em breve a filmar a continuação de “X-Men: Apocalipse” (2016). E que – megaspoiler – estará na 8ª temporada de “Game of Thrones”. Ou seja, Sansa sobreviverá aos próximos capítulos. “Estamos prestes a começar as filmagens do novo ‘X-Men’, acabamos as gravações da 7ª temporada de ‘Game of Thrones’, mas tenho ainda uns dois filmes para fazer antes de ‘X-Men’. E então seguirei para a 8ª temporada. Tenho uma agenda lotada de trabalhos”. Além de revelar a sobrevivência de Sansa, a confirmação sobre a filmagem de “X-Men” aponta que a produção seguirá focada no novo grupo de atores introduzido em “X-Men: Apocalipse”. Sophie Turner interpreta a versão jovem de Jean Grey e boatos apontam que a continuação será centrada na transformação de sua personagem na Fênix Negra, história já vista em “X-Men: O Confronto Final” (2006). O longa ainda não foi anunciado oficialmente, mas as filmagens devem iniciar em maio. Já os outros dois filmes citados pela atriz são “Berlin, I Love You”, antologia ao estilo de “Rio, Eu Te Amo”, e o thriller indie “Huntsville”, em que contracena com Jack Kilmer (o filho de Val Kilmer).

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    Diretor revela arte conceitual de Maisie Williams como a heroína Lupina dos Novos Mutantes

    17 de fevereiro de 2017 /

    O desenvolvimento do filme dos “Os Novos Mutantes” segue firme, embora sem notícias oficiais da Fox. O que não parece desestimular o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”, que segue soltando pistas nas redes sociais. Num de seus tuítes mais recentes, ele estimulou o rumor de uma escalação bastante popular, mostrando uma arte conceitual em que Maisie Williams (a Arya da série “Game of Thrones”) aparece como a heroína Lupina. Apesar disso, não há palavra oficial da 20th Century Fox sobre o assunto. Outros atores que tem sido ligados ao projeto são Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) e Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”). E informações sugerem que James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) também pode participar do filme como Professor Xavier. Todos esses rumores não devem demorar para serem confirmados ou desmentidos, uma vez que as filmagens estão previstas para começar entre os meses de abril e maio deste ano. Wolfsbane by Mid-World's very own @AshleyRGuillory @Maisie_Williams pic.twitter.com/XskXseRwK2 — Josh Boone (@JoshBooneMovies) February 12, 2017

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