PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música

    Garbage lança clipe com estética gótica, repressão, sangue e o apocalipse

    5 de agosto de 2017 /

    A banda Garbage assumiu a estética sombria do rock gótico – e a influência poética de Patti Smith – no clipe de sua nova música “No Horses”, que traz Shirley Manson vestida de noviça diabólica para lavar os pés dos demais integrantes da banda com água ensanguentada. Entre as frases da música, que prometem a chegada do apocalipse, ainda intercalam-se cenas de protestos, em que passeatas por direitos humanos são duramente reprimidas por tropas de choque da polícia. O sangue que escorre, porém, vai ajudar aos que precisam. Todos os lucros obtidos com os downloads da faixa serão doados à Cruz Vermelha Internacional. A inspiração, segundo o guitarrista Butch Vig, foram os Estados Unidos de Donald Trump. O clipe foi dirigido por Scott Stuckey, que já tinha feito o vídeo da música “Magnetized” para a banda, no ano passado, e está em processo de finalizar três documentários sobre o roqueiro paraplégico Vic Chestnutt (1964-2009).

    Leia mais
  • Música

    Alexandra Daddario estrela clipe da banda White Reaper

    5 de agosto de 2017 /

    A novo clipe da banda americana White Reaper traz a atriz Alexandra Daddario (“Baywatch”) de guitarra em punho e pose de roqueira, imitando o cantor Tony Esposito diante de um microfone enfeitado por uma bandeira americana. Embora as guitarras namorem o Van Halen dos anos 1980, a melodia é power pop e a letra se resume à descrever a paixão por uma garota de jeans rasgado, a “Judy French” do título, cujo nome nunca é evocado na canção. A música faz parte do segundo álbum da banda, “The World’s Best American Band”. E é este título que justifica o patriotismo do microfone. A direção do vídeo é de Brandon Dermer, que já gravou clipes de Panic! At The Disco, Major Lazer e Wavves, e assina a direção dos episódios da nova série de comédia “What Would Diplo Do?”, em que James Van Der Beek interpreta uma versão maluca do DJ e produtor Diplo (Major Lazer).

    Leia mais
  • Música

    Luke Evans e Jemima Kirke estrelam novos clipes de Mick Jagger

    5 de agosto de 2017 /

    Mick Jagger lançou dois clipes de surpresa para músicas inéditas com participações de atores famosos. “England Lost” e “Gotta Get A Grip” são descritas pelo cantor como respostas urgentes para a “confusão e frustração com os tempos em que vivemos”. Ele teria começado a compor as músicas em abril e decidiu lançá-las antes de ter mais material para um disco. As músicas, de fato, parecem mais esboços que canções acabadas, com paradas súbitas e melodias interrompidas. Mas têm uma pegada dançante e uma energia que não parecem vir de um senhor septuagenário. “England Lost” é especialmente contagiante. O clipe desta canção traz o ator Luke Evans (“A Bela e a Fera”) fugindo de tudo e todos ao seu redor, ao perceber que vive em meio a conspiradores. O figurino e o clima paranoico, filmado em preto e branco, que registra o pânico crescente de Evans e a noção de que se encontra cercado e sem saída, remete à “Vampiro de Almas” (1956). A letra poderia ser bobinha, sobre quando Mick Jagger foi ver uma partida de futebol sob a chuva e ficou encharcado só para ver a seleção da Inglaterra perder. Mas ele leva adiante a metáfora boleira, criando paralelos com o Brexit para falar sobre como a Inglaterra se perdeu. Já o clipe de “Gotta Get A Grip” traz Jemima Kirke (série “Girls”) farreando além da conta, numa noitada que descamba para a violência, quando os corpos suados querem avançar pela área VIP ou usar o banheiro ocupado. Na letra, Jagger descreve um mundo de cabeça para baixo, em que ninguém fala a verdade e os corruptos estão no poder. Ambos os vídeos foram dirigidos por Saam Farahmand, que o jornal The Guardian já chamou de “um dos mais talentosos diretores de clipes de sua geração”. Os trabalhos que renderam esse elogio incluem vídeos para as bandas The xx, Klaxons, Soulwax e The Last Shadow Puppets.

    Leia mais
  • Música

    Clipe de Despacito se torna primeiro vídeo com 3 bilhões de visualizações no YouTube

    5 de agosto de 2017 /

    Durou pouco o recorde de Wiz Khalifa com o clipe de “See You Again”, da trilha do filme “Velozes e Furiosos 7”. No mês passado, o vídeo se tornou o mais visto da história do YouTube, com quase 2,9 bilhões de visualizações. Mas em poucos dias outro clipe emparelhou sua marca. Finalmente, na sexta (4/8), o vídeo da música “Despacito” se tornou o primeiro a ter 3 bilhões de visualizações na rede social. “Quebrar o recorde de vídeo mais visto de todos os tempos do YouTube é totalmente incrível, não só para mim, mas para a música latina e para nossa cultura”, afirmou o cantor porto-riquenho Luis Fonsi, que lançou a música com participação de Daddy Yankee. O Brasil é o segundo país que mais contribuiu para a marca histórica do clipe, com 213 milhões de acessos, perdendo apenas para o México, que viu o clipe 376 milhões de vezes. Logo depois, aparecem Estados Unidos (183 milhões), Itália (142 milhões) e França (80 milhões). Com uma média de 14,5 milhões de visualizações por dia, o vídeo bateu outros recordes, entre eles o que mais rápido atingiu dois bilhões de visualizações no YouTube (154 dias). A faixa “Sorry”, de Justin Bieber, precisou de 394 dias para atingir a mesma marca e “See You Again” levou quase dois anos, com 515 dias, para cravar os 2 bilhões. Fenômeno internacional como “Despacito”, “Gangnam Style”, do sul-coreano Psy, precisou de 684 dias para atingir a mesma marca. “Despacito” ainda é o vídeo com mais likes da história do YouTube: 17,3 milhões. Por outro lado, seu 1 milhão de dislikes também impressiona pelo tamanho da rejeição. O clipe tem direção de Carlos Perez, que já produziu vídeos para outros artistas do gênero, como Yandel (“Encantadora”) e Bomba Estéreo (“Fiesta”). As imagens foram gravadas em diferentes locações de Porto Rico, incluindo La Perla e o popular clube La Factoría na velha San Juan. A atriz, modelo e Miss Universo 2006 Zuleyka Rivera também participou das gravações.

    Leia mais
  • Música

    Weezer vira Guns ‘N Roses em seu novo clipe, em homenagem aos 30 anos de Paradise City

    31 de julho de 2017 /

    A banda Weezer lançou o clipe de “Feels Like Summer”, em que aparece imitando o Guns ‘N Roses na época de “Paradise City”. No vídeo, o cantor Rivers Cuomo encarna Axl Rose de peruca e bandana, enquanto o guitarrista Brian Bell ostenta o chapelão de Slash. Já o baixista Scott Shriner adota apenas os óculos escuros de Duff McKagan, mas não a cabeleira, deixando para o baterista Pat Wilson o papel do… baterista do Weezer, Pat Wilson. A estética da produção usa imagens granuladas em preto e branco para documentar cenas de shows e bastidores, no mesmo estilo de “Paradise City” em 1987. Mas enquanto a música do Guns era uma celebração do estilo de vida roqueiro, a coisa mais louca que o Weezer faz nos bastidores é pular numa piscina infantil inflável. A música faz parte do 11º álbum do grupo, que ainda não tem título e deverá ser lançado só no final do ano. Aproveite e reveja abaixo o vídeo clássico dos anos 1980, que está completando 30 anos.

    Leia mais
  • Música

    Anitta e Pabllo Vittar cantam e rebolam em Sua Cara, novo clipe do grupo americano Major Lazer

    31 de julho de 2017 /

    O clipe de “Sua Cara”, faixa cantada em português por Anitta e Pabllo Vittar, e produzida e lançada por Major Lazer, grupo americano liderado pelo DJ Diplo, estourou em verde e amarelo no YouTube. Um dos vídeos que mais rapidamente chegou a 1 milhão de visualizações e ao 1º lugar entre os mais vistos da rede social, o lançamento bateu 18 milhões de views em 24 horas e levou Diplo a comemorar: “É a força do Brasil”, ele escreveu em seu Instagram. No vídeo, Anitta vira a funkeira das Arábias ao lado da drag Pabllo Vitar, mais queen que nunca, em trajes de odaliscas pós-modernas nas areias do Sahara. A direção é de outro brasileiro, Bruno Ilogti, que já tinha encantado os americanos com o clipe da “Paradinha”, de Anitta, praticamente um viral de tão imitado. Vale destacar a ousadia com que destacou Pabllo no novo vídeo, como símbolo sexual e não como um elemento cômico. Este é o tapa mais bem dado em “Sua Cara”. A faixa integra o EP “Know No Better” do Major Lazer, lançado em 1 de junho, que também inclui participações de Camila Cabello, Travis Scott, Quavo, J Balvin e Sean Paul.

    Leia mais
  • Música

    Em Ritmo de Fuga junta musical e tiroteios num dos filmes mais originais do ano

    30 de julho de 2017 /

    “Em Ritmo de Fuga” é um filme de assalto tarantinesco concebido como um musical de jukebox por um diretor inglês conhecido por besteiróis deliciosos como “Todo Mundo Quase Morto” (2004), “Chumbo Grosso” (2007) e “Scott Pilgrim Contra o Mundo” (2010). Edgar Wright é cultuado em muitos círculos, mas nunca foi levado a sério como deveria. Após “Em Ritmo de Fuga”, convém prestar mais atenção. Taí um cineasta com um febril e delirante senso de aventura, que nunca resvala no tom cerimonioso. Ao contrário, é ferina a sua inclinação para espinafrar a tradição. Wright sabe que o cinema de Hollywood – reflexo de uma sociedade imatura – acredita em super-heróis, vilões e forças ocultas. Assim, propõe em seus filmes zombar de todo esse sortimento sem medo de medir seus excessos. Para ele, faz sentido que entre todo esse novo mundo de linguagem cifradas, os adolescentes estejam num patamar superior. É uma figura do gênero que ele elege para empreender sua nova aventura. Ansel Elgort, o August de “A Culpa das Estrelas” (2014), faz Wheelman Baby, um motorista de fuga dos sonhos para qualquer assaltante de bancos. O tipo de garoto de poucas palavras, imerso na trilha pulsante de seu fone de ouvido e que dirige como o diabo, safando os ladrões da polícia com seu jeito audacioso e intuito de pilotar máquinas envenenadas. A viagem de Baby sempre é dupla, um delas ocorre na direção de um carro, a outra, introspectiva, acontece dentro da sua bolha musical. Enquanto espera que a quadrilha saia do banco, ele escuta a eletrizante “Bellbottoms” de Jon Spencer Blues Explosion, estalando os dedos, transformando o console do carro numa bateria e repicando o ritmo ao som dos limpadores do pára-brisa. Ao ver isso, um assaltante o chama de retardado, o outro quer matá-lo. Baby é menosprezado e tratado como um insignificante. Acontece que tudo o que os adultos fazem de forma atrapalhada, o garoto refaz com a leveza de um malabarista. Menos atirar. Ah, essa índole destrutiva não faz parte do caráter de Baby. Ele não pertence a essa geração. As escopetas vomitam fogo e ele se enfurna no seu mundinho. A violência alucinada ganha a tela e ele se comporta quase como um autista. Há cenas em que o ra-tá-tá-tás das metralhadoras são usadas como pontuação melódica, proporcionando uma seção de ritmo homicida. Isso até o momento em que Baby começa a levar pancadas, tiros de raspão. O menino não quer ser acordado. No particular, Baby é um dos personagens adolescentes mais comoventes a desfilar nas telas esse ano. Se em princípio parece meio bobo, um homem-criança atrofiado, no decorrer, descobrimos tratar-se de um menino forçado a crescer muito cedo. Um garoto que ficou meio surdo após um acidente de carro que matou seus pais, e que agora está a mercê de Doc (Kevin Spacey, da série “House of Cards”), um líder criminoso, especialista em colocá-lo nas missões mais perigosas. Baby acredita que o próximo assalto será o último. Depois estará fora. Mas quem disse que Doc deixará ele partir? A generosidade de Wright com os atores muitas vezes é subvalorizada. Aqui ele compõe com Elgort, seu protagonista excêntrico. Embora em princípio, a auto-terapia musical de Baby pareça apenas uma muleta estilística para Wright, no prolongamento ele busca uma compreensão no uso da trilha que se traduz num ideal e nas próprias motivações de Baby. A música acrescenta sombras a um personagem que se inclina para um vazio severo. Quando Baby se interessa por uma garçonete chamada Debora (Lily James, a “Cinderela”), seu flerte desajeitado se reafirma de novo pela música, e o diálogo passa a ser tanto sobre a história da canção, como também sobre a história de cada um dos dois. Lily James acaba não fugindo muito da mocinha meiga, mas o resto do elenco integra-se perfeitamente ao enredo. Kevin Spacey condensa em seu líder criminoso tanto a frieza de um assassino, como uma certa ternura: algumas vezes ele trata Baby como filho. E só mesmo Spacey é capaz de combinar essas duas contradições, tornando o personagem convincente. Outro que surpreende é Jamie Foxx (“Annie”). Ele compõe o criminoso mais psicótico da quadrilha. Batts, seu personagem, é um observador inteligente, com uma habilidade para deduzir pensamentos precisa – e acredita que é exatamente esse dom que o mantém vivo. Jon Hamm (da série “Mad Men”) constrói a persona de seu ladrão com uma ilexão avessa a de Foxx. Ele parece afável, controlado, mas basta alguém espetar os olhos gordos sobre sua esposa, Darling (Eiza González, da série “From Dusk Till Dawn”), e o homem se transforma. Num piscar de olhos, ele passa do sujeito equilibrado a uma raiva inquietante e mais assustadora do que a violência de Batts. Há um quinto ator em cena precioso, CJ Jones (“What Are You… Deaf?”). O ator, que é surdo de verdade, interpreta Joseph, o pai adotivo de Baby. A interação de seus personagens, usando a língua de sinais dos surdos-mudos, é cheia de alegria e ternura, e suas advertências contra a profissão de Baby são suavizadas pelos olhares de simpatia e amor incondicional para o menino. Por trás da diversão inconsequente, “Em Ritmo de Fuga” pode ser visto também como sátira à briga pelo poder que existe na atual Hollywood. O garoto nerd, imerso no mundinho do fone de ouvido, e que todo mundo menospreza, está assumindo a chefia dos estúdios. E Wright, muito cáustico, brinca com a ideia da sucessão, ao mostrar que a esperteza de Baby pode levá-lo a dominar as circunstâncias. Num certo momento, no entanto, Wright zomba de Baby, mostrando que ele não deve ficar muito cheio de si. Um garoto ainda mais novo que ele aparece para suplantar sua esperteza. A criança intervém em apenas duas cenas, mas sua presença é suficiente para desarmar o herói nerd, ilustrando como o talento está se tornando algo cada vez mais precoce. Ou seria um infantilismo? “Em Ritmo de Fuga” orbita em torno dessas duas ideias. Botemos alguns defeitos. Na meia hora final, Wright empolga-se tanto com seu tour de force cinemático, que quase desaba no maneirismo estéril. As cenas e sacações de Wright extrapolam a duração do filme, que podia acabar uns 15 minutos antes. O excesso de entusiasmo põe em risco o resultado final. Mas para um diretor tão preocupado com a necessidade de crescer sem perder de vista suas obsessões artísticas, até no exagero Wright continua a aprimorar suas habilidades. Não é definitivamente um diretor fascinado apenas pela pirotecnia. Com “Em Ritmo de Fuga” ele comprova, sim, ser o cineasta de ação mais original de sua geração.

    Leia mais
  • Música

    De Canção em Canção exalta obsessão de Terrence Malick pela beleza mundana

    29 de julho de 2017 /

    O azar de Terrence Malick foi a crítica ter adorado “A Árvore da Vida” (2011), em que ele usou talvez pela primeira vez o uso da câmera-chicote, que trabalha a aproximação e a rejeição ao mesmo tempo. É um tipo de efeito muito interessante, mas imagina só ver uma obra inteira feita dessa maneira, e com cortes rápidos, que impedem que quase nunca possamos ver imagens estáticas, a não ser quando a câmera está dentro de um barco, por exemplo – como na cena com Cate Blanchett (“Carol”) em seu novo trabalho, “De Canção em Canção”. O que se pode perceber também na nova obra é o quanto Malick passou de cineasta existencialista e religioso para um homem interessado nas coisas, digamos, mais mundanas. Ele aborda o amor, algo transcendental em qualquer forma que seja apresentado, mas o diretor está muito interessado em filmar rostos bonitos. Se em “A Árvore da Vida” e também em “Amor Pleno” (2012), Jessica Chastain e Olga Kurylenko pareciam figuras angelicais, esse sentimento é deixado de lado no novo filme. Ou ao menos, é diminuído consideravelmente, já que a personagem de Rooney Mara (“Lion”) parece estar vivendo uma crise de consciência tremenda, ao ficar com dois homens ao mesmo tempo, traindo o namorado vivido por Ryan Gosling (“La La Land”) pela personificação do cafajeste conquistador vivido por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Os dois atores, é bom dizer, funcionam muito bem dentro desses papéis. Não é uma má escolha no casting. Mas o excesso de voice over e de tentativa de dar profundidade às suas angústias acaba por tirar-lhes a voz. Por causa disso é que uma cena que deveria ser impactante, envolvendo Natalie Portman (“Jackie”), acaba não tendo força. Seria por culpa da edição, que tirou muito de sua personagem no enredo? Quem sabe. Mas o fato é que assistir a “De Canção em Canção” é quase um desafio. Não é todo mundo que entra na sala de cinema e fica até o final. Muitos espectadores vão embora, coisa que aconteceu com “A Árvore da Vida” também. Assim, é preciso entrar na sala esperando ver um filme de Terrence Malick. O Malick dos anos 2010, mais disposto a contar uma história de maneira fragmentada e estilizada, com uma câmera que não para de rodopiar, quase como num cacoete. O filme também gera frustração na questão da música, que é o pano de fundo da trama e está em evidência no título. Algumas das canções são muito boas, mas quando elas começam a tocar e o filme fica parecendo um belo trailer (como são belos os trailers dos filmes do Malick, hein?), são interrompidas, causando mais irritação. Tudo em prol de manter flutuantes os vai-e-vens da câmera do mexicano Emmanuel Lubeski (tricampeão do Oscar). Aliás, uma das melhores coisas do filme e o que mais segura o espectador é a beleza das imagens que Lubeski capta. Mais até que o interesse pelos roqueiros famosos filmados (Patti Smith, Iggy Pop, Red Hot Chilli Peppers, John Lydon, Florence Welch, Lykke Li, Tegan & Sara, etc). E entre as belas imagens está o elenco. Cate Blanchett aparece pouco, mas poucas vezes foi fotografada de forma tão deslumbrante como em “De Canção em Canção”. É até perdoável que Malick tenha se deixado inebriar pela beleza de suas atrizes, entre elas a francesa Bérénice Marlohe (“007 – Operação Skyfall”). Fazer cinema é muitas vezes registrar a beleza dos corpos jovens da melhor maneira possível, a fim de eternizá-los. Em alguns momentos, Malick quase se deixa levar pelo lado mais sensual, com personagens, principalmente as femininas, tocando ou tendo tocado o seu sexo com volúpia. E, nisso, vale destacar também uma cena de amor entre duas mulheres, o que só aumenta o sentimento de fascínio do diretor pela beleza sensual, ainda que seja uma beleza sempre branca, emoldura por filtros e por uma arquitetura luxuosa e envolta pelas coisas que o dinheiro pode comprar.

    Leia mais
  • Música

    Cara Delevingne vira cantora em clipe dirigido por Luc Besson

    28 de julho de 2017 /

    Cara Delevingne agora também é cantora. Ela lançou seu primeiro clipe, “I Feel Everything”, que faz parte da trilha sonora de seu novo filme de ficção científica, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. Dirigido por Luc Besson, o cineasta responsável por “Valerian”, o clipe traz a atriz de terninho e perucas, cantarolando a música produzida por Pharrell, entre cenas do próprio filme. Há ainda uma sequência em que ela aparece com diversas borboletas coladas ao corpo, num efeito especial que alude à produção – e sem contexto algum com as perucas e os terninhos. No filme, Cara interpreta Laureline, companheira de Valerian, vivido por Dane DeHaan, em aventuras espaciais que materializam quadrinhos franceses clássicos, criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967. Já as perucas seriam alusão à outra personagem do filme, vivida por uma cantora de verdade, Rihanna, que na trama muda os cabelos conforme se apresenta. Após fracassar nos Estados Unidos, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” tem estreia marcada para 10 de agosto no Brasil.

    Leia mais
  • Música

    Chico Buarque demonstra devoção submissa, cega e doentia em sua nova cantiga

    28 de julho de 2017 /

    É estranho falar num videoclipe de Chico Buarque, mas foi o que a gravadora Biscoito Fino divulgou para a nova música do cantor, “Tua Cantiga”. Trata-se da primeira canção inédita do artista em seis anos. Ela tem letra do próprio cantor e melodia do pianista Cristóvão Bastos, com quem Chico fez há 30 anos a canção “Todo o Sentimento”. A música fala numa devoção submissa, cega e doentia – “Largo mulher e filhos e de joelhos vou te seguir” – , e não deve demorar a virar meme, visto como poderia facilmente servir para ilustrar a ligação entre o cantor e Lula, com trechos que poderiam aludir até a fatos ainda nos noticiários – “Se um desalmado te faz chorar…” Como se sabe, as letras de Chico sempre tem entrelinhas. Mas também pode ser só uma canção antiquada de amor. “Tua Cantiga” faz parte do vindouro álbum “Caravanas”, e o clipe, dirigido por Bruno Tinoco, recria o suposto clima intimista em que o disco foi gravado. Chico aparece entrando nos estúdios da Biscoito Fino, no Rio, com a banda já tocando, canta sua parte e vai direto para a rua ao final da canção, sem dirigir uma palavra sequer aos músicos. “Caravanas” tem lançamento esperado para o fim de agosto.

    Leia mais
  • Música

    Katy Perry vai apresentar o MTV Video Music Awards 2017

    28 de julho de 2017 /

    A MTV informou que Katy Perry vai apresentar o Video Music Awards 2017, que acontece em agosto nos EUA. Além de apresentar a premiação, ela também irá cantar e, claro, competir em algumas categorias. A cantora é a segunda artista com a maior quantidade de indicações ao prêmio, que elege os melhores vídeos musicais do ano. Ela tem cinco indicações, empatada com o cantor The Weeknd, e só perde para o rapper Kendrick Lamar, que disputa oito prêmios. O VMA 2017 será realizado em Inglewood, na grande Los Angeles, no dia 27 de agosto, com transmissão ao vivo pela MTV Brasil a partir das 21h. Após o prêmio, Katy vai iniciar sua nova turnê mundial, que divulgará o álbum “Witness”, lançado em junho deste ano. A turnê deverá passar pelo Brasil, com dois shows no país. Em alta demanda, ela também participará do juri do programa de calouros “American Idol”, que voltará a ser produzido em 2018.

    Leia mais
  • Música

    Descendentes 2 vira fenômeno de audiência com 21 milhões de telespectadores

    27 de julho de 2017 /

    Graças às reprises e transmissões em vários canais diferentes, a Disney conseguiu transformar “Descendentes 2” num dos maiores fenômenos de audiência dos últimos anos. Ao vivo, em sua exibição original na noite de sexta-feira (21/7), o telefilme infantil foi visto por 5,3 milhões de telespectadores no Disney Channel. Isto representou menos que os 6,6 milhões que sintonizaram o primeiro filme em 2015. Mas, de forma estratégica, a Disney decidiu realizar o lançamento de forma simultânea em mais cinco canais de seu grupo: na rede ABC, no Disney XD, no Freeform, no Lifetime e até no Lifetime Movies. E somando a audiência de todas as exibições, “Os Descendentes 2” chegou a 13 milhões de telespectadores ao vivo. Praticamente dobrou o público do telefilme de dois anos atrás. Só que não ficou nisso. O telefilme foi reprisado à exaustão. E assim foi acumulando audiência. Segundo a Disney, 21 milhões de telespectadores viram a produção durante todo o fim de semana passado – e ela continua a ser exibida em alguns canais. Entre as faixas etárias, “Os Descendentes 2” se destacou como o programa mais visto deste ano – e mais que qualquer outro lançamento do ano passado – por crianças entre 2 e 11 anos de idade. Além disso, sua trilha sonora está em 1º lugar na parada do iTunes. Com música, dança e magia, o telefilme dirigido por Kenny Ortega (“High School Musical”) continua a história dos filhos dos grandes vilões das fábulas, que foram aceitos no Reino Encantado, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, dar-lhes uma chance para provar que não eram iguais aos seus pais, e assim poder estudar na mesma escola que os filhos das princesas da Disney.

    Leia mais
  • Música

    Selena Gomez combina sensualidade e terror no clipe de Fetish

    26 de julho de 2017 /

    Selena Gomez divulgou o clipe de “Fetish”, sua nova balada sexy. O vídeo mostra a cantora de forma bem sensual, mas quem esperava que o título fosse inspirar fantasias eróticas pode se decepcionar. As imagens mostram Selena tendo um surto de “Possessão” (1981) em sua cozinha. Quando baixa o espírito de Isabelle Adjani, ela fica excitada, molhada e mostrando a calcinha. De fato, há todo um clima de horror na abertura, passada em ruas vazias e enevoadas, e o final é literalmente de gelar a espinha – num frigorífico. A câmera ama Selena, que aparece mais ninfeta que nunca, em closes que a revelam praticamente sem maquiagem. Já a participação do rapper Gucci Mane parece tão deslocada no vídeo quanto na canção original. “Fetish” tem direção de Petra Collins, fotógrafa de publicidade, que também dirigiu a série “Transparent” e o clipe “Boy Problems”, de Carly Rae Jepsen.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie