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  • Música

    Nasce uma Estrela: Musical com Lady Gaga ganha primeiro trailer legendado

    6 de junho de 2018 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Nasce uma Estrela” estrelado por Lady Gaga (série “American Horror Story”) e Bradley Cooper (“Sniper Americano”). A prévia chama atenção por apresentar o ator, de cara, como “o diretor Bradley Cooper”, apesar de sua filmografia anterior como cineasta ser igual à soma do vazio ao vácuo. É o primeiro trabalho do astro atrás das câmeras e ele parece ter realmente se orgulhado do resultado. Além disso, também domina as cenas, aparecendo e até cantando muito mais que a parceira – e isto que se trata de um musical. Cooper vive um astro country que mergulha no alcoolismo, conforme a carreira entra em decadência. Antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora, que ajuda a lançar ao estrelato. Mas o sucesso dela logo acaba lhe ofuscando. Este é a quarta vez que esta história é levada às telas e quase teve Beyoncé como protagonista feminina. Seria curioso ver uma guinada hip-hop na trama, especialmente considerando a história da vida real de Beyoncé com o rapper Jay-Z. Mas a configuração final acabou aproximando o trabalho da versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand como cantores de country rock. De todo modo, vale lembrar que nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E uma das curiosidades que circularam durante a produção é que Lady Gaga queria ser identificada no filme por seu nome real, Stefani Germanotta – ao contrário de quando participou da série “American Horror Story” e inclusive venceu um Globo de Ouro. O vídeo da Warner, porém, a chama de Lady Gaga. A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Scarlett Johansson e Pete Yorn divulgam clipe e músicas de sua nova parceria musical

    4 de junho de 2018 /

    A atriz Scarlett Johansson e o cantor-compositor Pete Yorn retomaram a parceria com o lançamento de um novo disco de duetos. Eles disponibilizaram as músicas do EP “Apart” na íntegra no YouTube, além de um clipe da canção “Bad Dreams”. São, ao todo, quatro faixas inéditas e uma regravação de “Tomorrow”, música lançada por Yorn em 2016. A dupla já tinha lançado um disco indie antes, “Break Up”, em 2009. O novo trabalho segue o tema de final de relações e corações partidos. Já o clipe de “Bad Dreams” é mais elusivo, mostrando o casal num carro, dirigindo noite adentro, até ciúmes, paranoia e delírio transformarem as luzes da estrada em estrelas, diamantes e sinais de perigo. Alternando-se ao volante, eles aceleram para o desfecho, mas também ponderam se evitam o pior ao refazer a relação de confiança. A direção é da veterana Sophie Muller, que faz clipes desde os anos 1980 (de Eurythmics, The Cure, Björk, etc). O disco “Apart” foi lançado na sexta (1/6) nas lojas online e físicas dos Estados Unidos.

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  • Música

    Novo clipe do Gorillaz inclui Jack Black e vilão das Meninas Superpoderosas na banda

    3 de junho de 2018 /

    Gorillaz divulgou o clipe de “Humility”, o primeiro desde a “prisão” de seu baixista. Por isso mesmo, a banda apresenta uma nova formação. O comediante Jack Black (“Escola do Rock”) aparece tocando guitarra e há um novo integrante animado no grupo, que é simplesmente Ace, o ex-líder da Gangue Gangrena da série animada de “As Meninas Superpoderosas”. E não se trata de um rápido crossover. Ace vai substituir Murdock, enquanto ele estiver preso. Por curiosidade, a banda e a série do Cartoon Network já se referenciaram algumas vezes no passado. 2-D, o vocalista, apareceu com uma camiseta estampada com o rosto do supervilão Macaco Louco no CD “G-Sides”. E o longa-metragem das Meninas Superpoderosas mostrou a propaganda de um show da banda no jornal de Townsville. Ace continua fazendo maldades no clipe, enquanto 2-D desliza de skate, Noodle joga damas, Russel Hobbs surge mal-humorado e Jack Black saltita de alegria. Diferente dos clipes anteriores da banda, “Humility” se passa no mundo real. Mais exatamente em Venice Beach, na grande Los Angeles. Mas a direção permanece a cargo de Jamie Hewlett, o artista inglês que é responsável pelo visual da banda e co-criou os Gorillaz com o cantor Damon Albarn (o alter-ego de 2D). “Humility” faz parte do próximo álbum do grupo, “The Now Now”, que chega às lojas e serviços de streaming em 29 de junho.

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  • Música

    Paraíso Perdido é experiência catártica poucas vezes vista no cinema brasileiro

    2 de junho de 2018 /

    Os musicais começaram a bombar nos Estados Unidos durante o período da chamada Grande Depressão, na virada dos anos 1920 para 1930, aproveitando o advento do cinema sonoro. Ir ver um musical tinha, portanto, um simbolismo imenso: a necessidade de encontrar em uma espécie de oásis em meio a turbulência do mundo lá fora. É isso que José, o personagem de Erasmo Carlos, proprietário da boate Paraíso Perdido, oferece aos que adentram o novo filme de Monique Gardenberg: esqueçam todos os seus problemas, esqueçam sua vida lá fora, bem-vindos ao “Paraíso Perdido”. Mais ou menos isso. E, de fato, o que se experimenta ao longo da duração do filme é realmente quase duas horas de trégua da dura vida. Não só isso. Por ser um musical, “Paraíso Perdido” não tem a preocupação de buscar fidelidade no campo do naturalismo das atuações e nem de fazer sentido em sua complicada trama familiar. As cores da fotografia, o gosto pelo brega e o respeito imenso ao amor (homo ou hetero) facilitam uma identificação com o cinema de Pedro Almodóvar, mas as canções, a maioria delas classificadas por muitos como bregas, são muito brasileiras, o que confere raízes absolutamente nacionais à trama. Como não gostar de um filme que já começa com uma bela interpretação de “Impossível Acreditar que Perdi Você”, de Márcio Greyck? E a música tem até mais espaço do que a fala ao longo da narrativa. As canções, além de muito queridas por todos os personagens, são fundamentais para que a experiência de se assistir ao filme seja arrebatadora, com vários momentos de arrepiar, em especial para quem não tem preconceito com canções mais populares e carregadas de emoções. Assim, há espaço para canções de Reginaldo Rossi, Odair José, Waldick Soriano, Belchior, Zé Ramalho fazendo cover de Bob Dylan, Gilliard, Roberto e Erasmo e até o jovem Johnny Hooker. As melhores interpretações são as de Julio Andrade. Talvez o melhor ator de sua geração, Andrade dá um show também na hora de subir no palco. O que dizer quando ele sobe para canar “Não Creio em Mais Nada”, clássico do rei da depressão Paulo Sérgio? É demais o que a obra faz sentir, talvez chorar, e se deliciar. E principal: o respeito com todo esse material explorado na tela é lindo. Além de Andrade, há também interpretações belas de Seu Jorge (quem diria que um cantor seria passado para trás por um ator), por Jaloo, por Marjorie Estiano e pelo próprio Erasmo Carlos. Sua presença ali é mais do que simbólica. Parceiro do Rei e influência direta na formação da maioria dos cantores românticos da década de 1970, o Tremendão não precisa se esforçar para cantar bem. Basta estar lá e cantar uma das faixas. Ele é o patriarca de uma família um pouco problemática e que comanda aquele espaço paradisíaco noturno. Somos apresentados à família por meio do personagem do policial Odair (Lee Taylor), que é convidado para ser o guarda-costas do neto homossexual, que se apresenta travestido nos shows. Odair aceita, encantado com aquele lugar. Não demora para descobrirmos que há uma estreita ligação entre ele e aquela família. Transbordando amor por todos os lados, “Paraíso Perdido” tem suas quase duas horas de música, intrigas amorosas e traumas do passado plenamente abraçados pela audiência, em uma experiência catártica poucas vezes vista no cinema brasileiro, ao menos no que se refere ao uso da música. Além de resgatar a música sentimental do passado, o trabalho mais belo da diretora de “Ó Paí, Ó” tem uma elegância no uso dos movimentos de câmera, dos campos e contracampos tão bem usados nas cenas de apresentações na boate (destaque para a cena em que uma personagem informa estar grávida usando libras) e uma direção de arte e uma fotografia em tons quentes. Um dos melhores acontecimentos deste estranho e sombrio ano.

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    Novo clipe do Maroon 5 reúne seleção feminina, de Gal Gadot a Milly Bobby Brown

    31 de maio de 2018 /

    A banda Maroon 5 divulgou um novo clipe de pop pegajoso, que chama atenção pela seleção de celebridades femininas que aparecem durante a execução da música. São mulheres de todos os setores da cultura norte-americana, num listão que inclui cantoras como Cardi B, a única com participação vocal, Camila Cabello, Mary J. Blidge, Rita Ora e Jennifer Lopez, atrizes como Gal Gadot (a Mulher-Maravilha), Milly Bobby Brown (a Eleven), Tiffany Haddish, Elizabeth Banks, Heather Graham, Sarah Silverman e até a apresentadora Ellen DeGeneres, além de atletas, youtubers, políticas e ativistas, fechando o desfile com a própria mulher do cantor, a modelo Behati Prinsloo, segurando uma das filhas do casal no colo. A câmera em movimento circular constante tem assinatura do diretor de cinema David Dobkin (“Penetras Bons de Bico”, “O Juiz”), que já trabalhou com a banda nos vídeos de “Sugar” e “Don’t Wanna Know”. Mas o clipe tem execução bastante simples, revelando cada poderosa nas costas do cantor Adam Levine, enquanto ele canta a letra genérica sobre querer se divertir após perder um fim de semana de DR – “Você passou o final de semana me punindo por ter feito algo ruim com você. Nós passamos as últimas noites tentando melhorar as coisas entre nós. Mas agora está tudo bem, baby”. Pois é, apesar do vídeo, não se trata de uma música de empoderamento. Além disso, as imagens transpõem literalmente o velho ditado de que “atrás de todo grande homem há uma grande mulher”. Em pleno 2018, ninguém precisa estar à frente das grandes mulheres. “Girls Like You” é o terceiro single do sexto álbum de estúdio do Maroon 5, “Red Pill Blues”.

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    Fernanda Montenegro e Camila Pitanga participam de clipe da Anistia Internacional com cantores brasileiros

    29 de maio de 2018 /

    A Anistia Internacional Brasil comemorou os 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos com o lançamento de um clipe musical intitulado “Manifestação”, uma gravação coletiva que busca chamar atenção para a defesa desses direitos universais. E em meio a dezenas de cantores brasileiros de gerações e estilos diferentes, como Chico Buarque, Ludmilla e Criolo, acabou se destacando a participação de quatro atrizes, igualmente bem distintas: Fernanda Montenegro, Letícia Sabatella, Camila Pitanga e Roberta Estrela D’Alva. Unidos no mesmo tom, os artistas da seleção cultural brasileira cantam contra o racismo, a homofobia, a fome e as desigualdades sociais, com um refrão proclamador. “E proclamamos que não se exclua ninguém senão a exclusão”. A letra é do escritor Carlos Rennó e a música foi composta por Russo Passapusso (do BaianaSystem), pelo rapper Rincón Sapiência e pelo maestro e compositor Xuxa Levy. Já o clipe, que combina imagens dos artistas em estúdio e cenas de protestos nas ruas do país, foi dirigido pelo cineasta João Wainer (do documentário “Junho: O Mês que Abalou o Brasil”) e o fotojornalista Fabio Braga. Ao final, o vídeo informa o listão dos participantes, que além dos já citados inclui Pericles, Rael, Rico Dalasam, Paulo Miklos, As Bahias e a Cozinha Mineira, Luedji Luna, Xenia França, Ellen Oleria, BNegao, Felipe Catto, Chico César, Paulinho Moska, Pretinho da Serrinha, Pedro Luis, Marcelino Freire, Ana Canãs, Márcia Castro, Larissa Luz, Siba Veloso e Marcelo Jeneci.

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    Will Smith divulga vídeo de bastidores da gravação do tema da Copa do Mundo 2018

    27 de maio de 2018 /

    O ator e rapper Will Smith divulgou um vídeo de bastidores da gravação de “Live It Up”, tema oficial da Copa do Mundo FIFA 2018. O vídeo mostra o astro de Hollywood se alternando com o astro do reggaeton Nicky Jam na gravação da música, que foi divulgada na íntegra no canal do cantor porto-riquenho. Veja e ouça abaixo. Além da dupla, a música inclui a cantora Era Istrefi, natural de Kosovo. Esta combinação inusitada foi produzida pelo DJ Diplo. Mas o resultado pode ser considerado bastante previsível, já que novamente marcado pelo coro de vozes encomendado para levantar estádio, marca registrada de duas Copas atrás – celebrado em “Wavin’ Flag”, de K’Naan, com produção de David Gueta, que teve muito mais repercussão que o tema oficial da época, “Waka Waka”, de Shakira. O clipe oficial não deve demorar a surgir.

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    Will Smith vai gravar o tema oficial da Copa do Mundo 2018

    22 de maio de 2018 /

    O ator Will Smith (“Bright”) foi confirmado como cantor da música oficial da Copa do Mundo FIFA 2018. Ele é um dos astros mais conhecidos do planeta, o que teria justificado a escolha. Segundo informou o site da revista Vibe, o astro de Hollywood reviveu seus dias de rapper ao se juntar ao porto-riquenho Nicky Jam e a cantora Era Istrefi, natural de Kosovo, para a gravação, que foi produzida pelo DJ Diplo. O empresário de Nicky revelou, em entrevista para a W Radio, que os artistas estavam dando os toques finais na canção na semana passada. A previsão é que a música, que ainda não teve seu título divulgado, seja divulgado já na próxima sexta-feira (25/5). Nas edições recentes do evento, a música oficial da Copa tem sido tocada ao vivo no último dia da competição, cuja audiência televisiva chega a atingir 2 bilhões de pessoas. Entre os temas oficiais recentes da Copa da Mundo FIFA incluem-se “Waka Waka”, de Shakira, e “The Cup of Life”, de Ricky Martin. A presença do astro de reggaeton Nicky Jam na nova gravação garante a supremacia latina na categoria das “músicas da FIFA”.

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    Johnny Depp investiga o assassinato do rapper Notorious B.I.G. em trailer de filme policial

    21 de maio de 2018 /

    A Global Road divulgou o trailer de “City of Lies”, filme em que Johnny Depp vive o detetive originalmente encarregado de investigar a morte dos rappers Tupac Shakur e Notorious B.I.G., assassinados em 1996 e 1997, respectivamente. A trama ganha vida por meio de uma investigação jornalística. O repórter vivido por Forest Whitaker junta os fatos, com ajuda do obstinado detetive que não foi capaz de solucionar o caso, e vai montando um quebra-cabeças, com imagens documentais de Biggie e Tupac, até revelar um complô da polícia responsável pela ausência de suspeitos. “Um assassinato como este só fica sem solução se a polícia não quiser solucioná-lo”, diz o personagem de Depp, que interpreta na trama o detetive Russell Poole, da polícia de Los Angeles. A trama tem como base o livro de Randall Sullivan intitulado “Labyrinth: A Detective Investigates the Murders of Tupac Shakur and Notorious B.I.G., the Implication of Death Row Records’ Suge Knight, and the Origins of the Los Angeles Police Scandal”. O título de fôlego é autoexplicativo, mostrando também que a trama envolverá o empresário Suge Knight, dono da Death Row Records, gravadora criada em sociedade com Dr. Dre, que produzia os discos de Tupac. Esta história já foi pincelada em três filmes anteriores, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017), além da série recém-finalizada “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Com direção de Brad Furman (“Conexão Escobar”), o filme estreia em setembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Rincon Sapiência lança um dos melhores clipes do ano

    21 de maio de 2018 /

    Rincon Sapiência lançou um de seus melhores clipes, “Crime Bárbaro”, que, pela sincronicidade, tem rendido comparações com “This is America”, de Donald Glover/Childish Gambino, em sua página no YouTube. Em comum, os dois tem cenas desesperadas de perseguição, em que os rappers correm da polícia. Mas as concepções são completamente diferentes. O clipe americano integra o cenário – um estúdio vazio, que se revela um galpão enorme – de forma teatral na trama, enquanto o brasileiro não tem cenário algum. “Crime Bárbaro” é um clipe de cenário virtual, um buraco negro escuro, do qual Rincon corre sangrando, com a polícia no seu encalço. O ótimo trabalho do diretor Nixon Freire, com experiência em publicidade, faz uso de computação para criar ilusão de espaço, tempo, clima – com direito a chuva. Nisso, lembra a violência estilizada de “Sin City”. A correria sem fim complementa a letra – “Canela fina é pra correr! Se me pegarem vai doer!” – , mas também é uma metáfora crítica, capaz de juntar a alusão lírica ao Senhor do Engenho da época da escravidão à materialização da figura do capitão do mato dos dias de hoje, fardado como agente da lei. Vai pra lista de fim de ano com os melhores clipes de 2018.

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    Trailer de documentário sobre Whitney Houston inclui cenas da cantora drogada

    16 de maio de 2018 /

    A Roadside Attracktions divulgou o pôster, uma cena e o trailer de “Whitney”, documentário sobre a cantora Whitney Houston. A obra é o primeiro filme autorizado pela família sobre a cantora, que faleceu em 2012, afogada numa banheira após usar cocaína. A prévia é o oposto do que se imaginaria de uma produção “chapa branca”, um retrato bastante íntimo e revelador, incluindo cenas exclusivas de bastidores de shows e da vida privada da cantora, que a flagram em seus dois extremos, no auge do sucesso e no fundo do poço das drogas. A produção também inclui muitos depoimentos de familiares e amigos, numa narrativa que destaca seu enorme talento e também os problemas pessoais, que são abordados de forma antagônica por Cissy, sua mãe, e o cantor Bobby Brown, seu ex-marido. O filme tem direção do cineasta Kevin Macdonald (“O Último Rei da Escócia”), que assina seu segundo documentário musical – o primeiro foi “Marley” (2012), sobre o cantor Bob Marley. “Whitney” tem première mundial nesta quarta (16/5) no Festival de Cannes 2018 e estreia nos cinemas americanos em 6 de julho. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Bohemian Rhapsody: Cinebiografia da banda Queen ganha primeiro trailer legendado

    15 de maio de 2018 /

    A Fox divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. Mas é melhor assistir a versão original, sem legendas, já que a filial nacional do estúdio disponibilizou uma versão com formato de tela quadrado, provavelmente feita para o Instagram, em vez do lançamento oficial. Compare os dois vídeos abaixo. A prévia também chama atenção pela forma como usa diferentes músicas do Queen, mixadas sobre a mesma base musical, como uma narrativa sonora que complementa as cenas apresentadas. A variedade de figurinos e penteados do elenco ainda aponta a abrangência da história, que cobre toda carreira da banda. Visualmente convincente, o trailer aborda até algumas “lendas” da história da banda, como a reação do executivo da gravadora diante da longa duração da música que dá título ao filme. Nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Ele foi substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos e era o favorito para dirigir o longa, antes de Singer. Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Minissérie sobre a banda Mamonas Assassinas volta a vida na Record

    12 de maio de 2018 /

    A rede Record desengavetou a minissérie sobre a banda “Mamonas Assassinas”, após um novo roteiro de Carlos Lombardi (da novela “Pé na Jaca”). A informação é da coluna de Flavio Ricco no Uol. A produção ia começar há dois anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre a abordagem da história, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção. Inicialmente, será uma missérie em cinco capítulos que, depois, compactada, dará origem a um filme. Ou seja, o contrário do que a Globo faz em suas coproduções – como “Gonzaga: De Pai pra Filho”, que foi filme antes de virar minissérie. A produtora Total Filmes vai começar, a seguir, a definir elenco e equipe, inclusive diretor. Mas ainda não há previsão para a estreia.

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