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    André Previn (1929 – 2019)

    28 de fevereiro de 2019 /

    Morreu o compositor, maestro e pianista André Previn, quatro vezes vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora, e ex-marido da atriz Mia Farrow. Ele tinha 89 anos e faleceu em sua casa em Manhattan, Nova York, de causa não revelada. Nascido em Berlim como Andreas Ludwig Priwin, o futuro músico fugiu da Alemanha durante a ascensão do nazismo, viajando ainda criança com sua família para os Estados Unidos. Eles se estabeleceram em Los Angeles, onde um parente já vinha fazendo sucesso profissional: o compositor Charles Previn, vencedor do Oscar pela trilha sonora do musical “100 Homens e uma Menina” (1937). A família inteira mudou o nome para Previn, que soava menos judeu. Mas como o pai não falava inglês, o único emprego que o ex-juiz alemão conseguiu foi como professor de piano. E isso empurrou o jovem Andreas, agora André, muito cedo para o mercado de trabalho, pois as contas da família não fechavam. A conexão com o tio famoso lhe deu uma chance em Hollywood, que acabou se transformando em carreira. O jovem arranjou um “bico” nos estúdios MGM em 1946, enquanto ainda cursava a Beverly Hills High School. Seu primeiro trabalho no estúdio foi como supervisor musical do noir “Correntes Ocultas” (1946), de Vincent Minelli. Tinha só 16 anos, o que o fez ser bastante explorado, enquanto construía uma fama de prodígio. Já no filme seguinte, foi promovido a compositor de músicas adicionais e pianista, sem créditos. Ao ser destacado para os musicais do estúdio, chegou a trabalhar em dois longas de Frank Sinatra antes de atingir a maioridade, como “compositor anônimo” das músicas adicionais de “Aconteceu Assim” (1947) e “Beijou-me um Bandido” (1948). Sua carreira progrediu rapidamente. Em um ano, escalou várias posições até assumir a trilha de seu primeiro filme. Foi promovido a maestro em “Ato de Violência” (1949), de Fred Zinnemann, passou a ser creditado como diretor musical em “Mercado Humano” (1949), de Anthony Mann, e virou compositor com “Sol da Manhã” (1949), de Richard Thorpe. Um ano depois, foi indicado ao primeiro Oscar, pela trilha de “Três Palavrinhas” (1950), também de Richard Thorpe. Comemorou a façanha aos 20 anos de idade. Ao todo, Previn concorreu 11 vezes ao Oscar, vencendo quatro, pelos musicais “Gigi” (1958), “Porgy e Bess” (1959), “Irma La Douce” (1963) e “Minha Bela Dama” (1964). No auge da carreira, ele surpreendeu a todos ao anunciar que iria dar um tempo nas composições de cinema para se dedicar à carreira musical. Tinha pouco mais de 30 anos e já pensava em se aposentar de Hollywood. E embora não tivesse abandonado prontamente as produções cinematográficas, ele não voltou atrás em sua decisão de se afastar das telas. A pausa original durou da comédia “Uma Loura Por um Milhão” (1966), de Billy Wilder, até “Delírio de Amor” (1971), de Ken Russell. E só foi uma pausa porque ele abriu uma exceção para o filme de Russell, devido ao tema: uma cinebiografia do compositor Tchaikovsky. Depois disso, aceitou apenas conduzir as orquestras responsáveis pelas gravações das trilhas, função que exerceu no musical “Jesus Cristo Superstar” (1973), que lhe rendeu sua última indicação ao Oscar, e na sci-fi “Rollerball: Os Gladiadores do Futuro” (1975). Longe do cinema, ele viu a carreira musical florescer, chegando a gravar cerca de 500 discos. Também foi maestro da várias orquestras, entre elas a Sinfônica e a Filarmônica de Londres, compôs músicas para a Broadway, sendo indicado ao Tony por suas canções de “Coco” (1969), criou duas óperas e recebeu seis indicações ao Emmy por trabalhos de TV. “Na MGM, você sabia que ia trabalhar no ano seguinte, sabia que seria pago”, Previn disse ao jornal The Guardian em 2008. “Mas eu era muito ambicioso musicalmente para me conformar com isso. Eu queria apostar em desenvolver o talento que poderia ter.” Em sua carreira musical, Previn foi extremamente versátil, estabelecendo-se inicialmente como um pianista de jazz (gênero a que voltou nos anos 1980), antes de se tornar reconhecido por seus muitos trabalhos de música erudita. De seus 10 prêmios Grammy (o “Oscar da música”), cinco foram conquistados por suas gravações clássicas, dois pelas trilhas sonoras, dois pelos discos jazz e um pelo álbum pop “Like Young”, de 1958. Em 2010, ele recebeu um Grammy honorário pelas realizações de sua carreira. O reconhecimento profissional foi acompanhado por uma vida pessoal atribulada. Previn se casou e se divorciou cinco vezes. O primeiro casamento, em 1952, foi com a cantora de jazz Betty Bennett, de quem se divorciou em 1957, poucos meses após ela dar luz à segunda filha do casal, Alicia Previn (violinista da banda irlandesa In Tua Nua e fundadora dos Young Dubliners). Ele teve uma extensa relação de trabalho com sua segunda esposa, a letrista, cantora, compositora e poeta Dory Previn. Casados em 1959, fizeram parceria em canções de filmes famosos como “Dois na Gangorra” (1962), “Um Amor do Outro Mundo” (1964), “À Procura do Destino” (1965) e “Harper – O Caçador de Aventuras” (1966). Dory lutou com problemas emocionais e psicológicos ao longo de seu casamento de 11 anos, e teve um colapso quando Previn lhe disse que a estava trocando por Mia Farrow. O compositor e a mãe do “Bebê de Rosemary” se casaram em 1970 e sua união durou apenas nove anos. Previn teve seis filhos com Mia, três biológicos e três adotados. Uma das crianças, Soon-Yi Previn, adotada na Coreia, acabou sendo pivô de um escândalo após a separação do casal. Em 1992, Farrow descobriu que seu então namorado Woody Allen estava tendo um caso com a jovem Soon-Yi. Logo em seguida, acusou o diretor de ter abusado da filha deles, Dylan, que ainda era uma criança. A polêmica dura até hoje, embora, em 1997, Soon-Yi e Woody Allen tenham se casado – e também adotaram duas meninas. Depois do seu quarto casamento (com Heather Sneddon em 1982, o mais longevo, que durou até 2002), Previn casou-se com a violinista alemã Anne-Sophie Mutter, posteriormente escrevendo um concerto de violino para ela. Divorciaram-se em 2006, mas continuaram amigos e a trabalhar juntos ocasionalmente.

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    Bohemian Rhapsody vai mostrar Freddie Mercury heterossexual em versão editada para a China

    27 de fevereiro de 2019 /

    Não é só “Nasce uma Estrela” que vai ganhar uma nova versão após o Oscar 2019. “Bohemian Rhapsody” também. Mas enquanto o romance musical vai acrescentar músicas de Lady Gaga, a cinebiografia musical vai tirar as cenas que retratam Freddie Mercury consumindo drogas e se portando como um homem gay. A nova versão “reprimida” (antônimo de estendida) será exibida exclusivamente nos cinemas da China, onde o filme estreia em 22 de março. Os censores da China já tinham cortado a tradução da palavra “gay” no discurso de Rami Malek, ao vencer o Oscar de Melhor Ator, na noite de domingo (24/2). Mas, ao contrário da “democracia” russa, o regime do Partido Comunista chinês não tem uma política específica anti-gay. É uma discussão que não sai do armário, e que consiste em barrar sem explicações filmes que promovam este modo de vida. Dirigido pelo taiwanês Ang Lee, “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), por exemplo, não foi lançado comercialmente no país. Para a exibição no país, a Fox cortou cerca de um minuto do longa. E em vez de fomentar protestos, o corte cirúrgico, ironicamente, virou motivo de chacota por quem já achava ridícula a forma como “Bohemian Rhapsody” minimizou a sexualidade do cantor da banda Queen. Bastou tirar um minuto do longa para Freddie Mercury virar um macho man heterossexual. Mesmo com sua castração, o filme será lançado de forma limitada na China, via National Alliance of Arthouse Cinemas (NAAC), uma iniciativa público-privada dirigida pela China Film Archive e apoiada pelo Estado e por um consórcio de exibidores. No entanto, se a bilheteria for alta, a opção pode ser revisada e render um lançamento em mais salas.

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  • Filme,  Música

    Nasce uma Estrela vai voltar aos cinemas em versão estendida com música inédita

    27 de fevereiro de 2019 /

    Depois da vitória da canção “Shallow” no Oscar 2019 – e de mais um choro de Lady Gaga numa premiação – , “Nasce Uma Estrela”, vai retornar aos cinemas americanos com uma música inédita. Será uma versão estendida com 12 minutos adicionais, boa parte deles ocupado para inclusão da canção “Clover”, cantada por Lady Gaga e Bradley Cooper. Outras cenas extras trazem versões estendidas de músicas como “Black Eyes” (que abre o filme), “Alibi” (cantada por Cooper) e até da cena em que Ally (Gaga) mostra “Shallow” pela primeira vez a Jackson (Cooper), no estacionamento de um supermercado. Outro momento originalmente cortado do filme, que vai retornar nesta nova versão, é a performance de “Is That Alright?” durante o casamento dos protagonistas. Ainda não há informações sobre a possível distribuição da versão estendida no Brasil. Mas essa edição provavelmente ganhará lançamento em Blu-ray.

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    Parceria entre Ludmilla e Anitta rende clipe

    27 de fevereiro de 2019 /

    A cantora Ludmilla divulgou o clipe de “Favela Chegou”, registrado ao vivo e que destaca sua aguardada parceria com Anitta. A reunião das duas divas faz o chão tremer, tem direito a duelo de rebolado, e inclui muito desbunde. A música é batidão que celebra a si mesmo, elogio do ritmo das favelas e dos requebrados das quebradas, e integra o repertório de “Hello Mundo”, primeiro DVD – sim, ainda existe isso – de Ludmilla. Gravado no último dia 14 de fevereiro no Rio de Janeiro num palco de 43 metros e com 19 dançarinos, o projeto dirigido por Julio Loureiro e Fábio Lopes é um desfile de hits da cantora – como “Hoje”, “Cheguei”, “Te Ensinei Certin”, “Din Din Din”, “A Danada Sou Eu” e “Fala Mal de Mim” – , mas também traz músicas inéditas em colaborações com Jão, Léo Santana, Ferrugem e a dupla Simone & Simaria, além de um cover de Beyoncé, lembrando que Ludmilla é fã da americana.

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    Diretor do filme mais premiado é “esquecido” no Oscar 2019

    25 de fevereiro de 2019 /

    Com quatro estatuetas, “Bohemian Rhapsody” foi o filme mais premiado do Oscar 2019. Mas nenhum dos vencedores lembrou de agradecer seu diretor. O nome de Bryan Singer não foi mencionado uma vez sequer nos discursos dos premiados. Isto já tinha acontecido nas premiações anteriores, desde que a tática foi implementada no Globo de Ouro. A opção foi a estratégia escolhida pela Fox para separar o filme das controvérsias que acompanham o diretor. Singer foi denunciado por abuso sexual de menores antes, durante e após as filmagens do longa. São denúncias de fatos que teriam acontecido em outra década, mas que podem ter abalado o cineasta durante a produção, já que ele foi demitido antes do final das filmagens, supostamente porque precisava de um tempo para lidar com problemas de saúde de sua mãe. Ninguém comenta abertamente detalhes dos bastidores, mas rumores mencionam brigas no set com Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator, ausências seguidas durante datas de filmagens – coincidindo com a descoberta de uma reportagem sobre novas denúncias – e comportamento descrito como “não profissional”. As revelações mais recentes, da tal reportagem, vieram à tona ao fim de janeiro pela revista The Atlantic, e levaram o cineasta a ser excluído das indicações ao BAFTA, o “Oscar britânico”. Além disso, seu mais recente projeto, uma nova versão dos quadrinhos de “Red Sonja”, acabou engavetado após a repercussão. O diretor Dexter Fletcher (do vindouro filme de Elton John, “Rocketman”) foi quem completou as filmagens de “Bohemian Rhapsody”. E se tornou ainda mais invisível que Singer, pois, além de não receber nenhum agradecimento sequer, nem teve seu nome incluído nos créditos do longa. Singer manteve-se como diretor solitário da produção. Ele se defendeu das acusações publicadas pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Mas o cineasta já tinha sido alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor, ambas antes de filmar “Bohemian Rhapsody”. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Singer garante que também é inocente das demais acusações. Ironicamente, ele alega que as novas denúncias quiseram se aproveitar de seu destaque como diretor de “Bohemian Rhapsody”.

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    Como Treinar Seu Dragão 3 bate recorde da franquia em estreia na América do Norte

    24 de fevereiro de 2019 /

    Um mês depois de virar sucesso no Brasil, “Como Treinar Seu Dragão 3” finalmente estreou na América do Norte. A tática do lançamento atrasado se provou um sucesso, pois a ansiedade do público fez com que a animação batesse o recorde de abertura da franquia no mercado doméstico. Com US$ 55,5M (milhões) arrecadados entre sexta e domingo (24/2), superou os US$ 43,7M do lançamento do primeiro longa, em 2010, e os US$ 49,9M do segundo, em 2014. E ainda agradou à crítica que escreve em inglês, com 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. No mercado internacional, onde circula há mais de 30 dias, o filme já ultrapassou os US$ 200 milhões de arrecadação. Na verdade, a produção da DreamWorks Animation soma ao todo US$ 274,9M, um desempenho para dar saudades da trilogia no estúdio, uma vez que encerra a história do menino – agora adulto – e seu dragão. “Como Treinar Seu Dragão 3” derrubou “Alita: Anjo de Combate” para o 2º lugar, aumentando a tensão nos bastidores da Fox, que faz contas para determinar o tamanho do prejuízo causado pela produção. Em dez dias, a adaptação de mangá orçada em cerca de US$ 200M rendeu US$ 60,6M nos Estados Unidos e Canadá, sem se configurar no blockbuster esperado. Mas o público do exterior tem sido receptivo. O longa produzido por James Cameron (“Avatar”) e dirigido por Robert Rodriguez (“Sin City”) teve a abertura que precisava na China, faturando por lá, em três dias, US$ 62M – mais do em toda a arrecadação norte-americana. A má notícia é que apenas 25% das bilheterias chinesas retornam para a Hollywood. As contas continuam. Entre as novidades da semana, vale destacar ainda “Lutando pela Família”, uma comédia “quase indie” de Dwayne “The Rock” Johnson que conta a história real de uma lutadora de luta-livre. O filme traz “The Rock” como ele mesmo, na frente das câmeras e por trás da produção. Após ser lançado em circuito limitado, “Lutando pela Família” ampliou o número de salas e atingiu o 4º lugar. E ganhou o aval da crítica, com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Infelizmente, vai demorar a chegar aos cinemas brasileiros. A previsão de estreia nacional é apenas para 11 de abril. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 55,5M Total EUA e Canadá: US$ 58M Total Mundo: US$ 274,9M 2. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 60,6M Total Mundo: US$ 263,3M 3. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 83,6M Total Mundo: US$ 136,6M 4. Lutando pela Família Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 8,2M Total Mundo: US$ 8,2M 5. Superromântico Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 33,7M Total Mundo: US$ 25,3M 6. Do Que os Homens Gostam Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 45M Total Mundo: US$ 49,6M 7. A Morte Te Dá Parabéns 2 Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 21,6M Total Mundo: US$ 42,5M 8. Vingança a Sangue Frio Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 35,4M 9. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 99,7M Total Mundo: US$ 110,5M 10. Run the Race Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 2,2M Total Mundo: US$ 2,2M

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    Anitta rebola na boquinha da garrafa em clipe dos Tropkillaz

    22 de fevereiro de 2019 /

    Um dos novos hits pré-carnaval do Brasil ganhou clipe, voltando a reunir quase toda a turma de “Vai, Malandra”, a melhor música de Anitta do ano passado. Desta vez, ela é coadjuvante de luxo dos Tropkillaz, ainda que a câmera tenha ficado apaixonada por seu rebolado. E como não? Ela dispara gifs instantâneos ao fazer o ar tremer com o impacto de seu suingue. A música se chama “Bola, Rebola” e é o que Anitta faz, no ritmo das batidas dos DJs brasileiros, com direito a flauta japonesa e versos trilíngues, em português, espanhol e inglês, cortesia da participação do astro do regatton J. Balvin e do MC Zaac, que também cantou em “Vai, Malandra” – detalhe: a parceria com J. Balvin já é a quarta da carreira de Anitta. Com muitas cores, entre o mar e a favela, o clipe tem até momento de metalinguagem, ao mostrar a cantora rebolando na “boquinha da garrafa” sob alegre aprovação de Compadre Washington, do É o Tchan. As imagens hipnotizantes da “downtown” de Anitta e o clima do verão de biquíni no lajão são assinados pelo grande mestre Lula Carvalho, um dos mais célebres diretores de fotografia do Brasil – de “Tropa de Elite”, “O Lobo Atrás da Porta”, “Narcos”, etc – , que filmou e dirigiu a produção do vídeo. “Bola, Rebola” ainda mostra que a dupla eletrônica Tropkillaz (dos DJs Zé Gonzales e André Laudz) encontrou seu som, uma batida de funk brasileiro com apelo pop tropical capaz de aumentar o aquecimento global, deixar Major Lazer suando de inveja e o mundo em estado de alerta. Em três línguas diferentes, que é para enaltecer bem o suingue e enlouquecer a imaginação – especialmente sobre onde essas línguas entram no bem-bolado rebolado de Anitta.

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    Weezer recria programa infantil dos anos 1960 em novo clipe

    22 de fevereiro de 2019 /

    A banda Weezer lançou o clipe de “High as a Kite”, música de seu próximo álbum, que recria o famoso programa infantil americano dos anos 1960 “Mister Rogers’ Neighborhood”. O apresentador original será vivido por Tom Hanks num filme que estreia em novembro. Mas, no vídeo, a atração vira “Mr. Rivers’ Neighborhood”, com o cantor do Weezer assumindo o papel principal, numa encenação muito mais sombria que o esperado. Rivers Cuomo aparece com a roupa característica de Fred Rogers para cantar entre marionetes e diante de uma plateia formada por crianças e seus pais alegres. E são todos surpreendidos com um refrão sobre ficar drogado para esquecer uma vida infeliz, numa performance cada vez mais sombria e desesperada. O desfecho culmina na destruição do cenário pelo cantor e sua banda, numa atitude rock’n’roll, que esvazia o estúdio e faz sumir toda a audiência. “High as a Kite” é o segundo clipe do “Black Album”, que começa a ser vendido em 1 de março. O primeiro foi “Can’t Knock the Hustle”, lançado em outubro do ano passado.

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    The Dirt: Netflix libera foto oficial e trailer legendado do filme da banda Mötley Crüe

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou a primeira foto oficial e a versão legendada do trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe, que também ganhou subtítulo nacional – vai se chamar “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. E nada parece ter ficado de fora. A prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até mesmo as letais. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico que o reanimou era fã da banda e a salvação do músico inspirou o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. A versão de streaming dessa história traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. O roteiro foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). “The Dirt” estreia em 22 de março na plataforma de streaming.

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    Atriz de The Handmaid’s Tale vira roqueira grunge em trailer de drama indie

    21 de fevereiro de 2019 /

    O estúdio indie Gunpowder & Sky divulgou o primeiro trailer de “Her Smell”, em que Elisabeth Moss (a protagonista de “The Handmaid’s Tale”) vive uma roqueira autodestrutiva. Ela aparece em cena liderando uma banda feminina e protagonizando algumas cenas de implosão pessoal e explosão física, regadas a drogas, sexo e rock. O estilo é grunge e sua voz parece imitar Courtney Love. A personagem da atriz se chama Becky Something, uma estrela de rock que leva seus relacionamentos com as companheiras de banda, sua família e até com os fãs ao limite, enquanto trava uma guerra para manter sua sobriedade e resgatar a criatividade que no passado lhe rendeu um inesperado sucesso comercial. O bom elenco também inclui Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), Dan Stevens (“Legion”), Agyness Deyn (“Hard Sun”), Gayle Rankin (“GLOW”), Ashley Benson (“Pretty Little Liars”), Dylan Gelula (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Hannah Gross (“Mindhunters”), Eka Darville (“Jessica Jones”), Virginia Madsen (“Designated Survivor”), Eric Stoltz (“Madam Secretary”) e até Amber Heard (“Aquaman”). Além de estrelar, Moss produz o longa-metragem, sua terceira parceria com o cineasta Alex Ross Perry – após “Cala a Boca Philip” (2014) e “Rainha do Mundo” (2015) – , que assina roteiro e direção. Exibido nos festivais SXSW, de Toronto e de Nova York, “Her Smell” tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 12 de abril nos Estados Unidos. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Música,  Série

    Peter Tork (1942 – 2019)

    21 de fevereiro de 2019 /

    O músico e ator Peter Tork, que ficou conhecido como integrante da banda The Monkees, morreu nesta quinta (21/2), aos 77 anos. Baixista e vocalista dos Monkees, Tork foi diagnosticado em 2009 com um carcinoma que afetou sua língua, mas não há informações se este mal teve relação com a morte. Banda criada especificamente para estrelar uma série de televisão, os Monkees chegaram a rivalizar com os Beatles e os Rolling Stones no final dos anos 1960. A formação artificial aconteceu por meio de testes realizados com centenas de jovens, pelo produtor Bob Rafelson e seu sócio Bert Schneider (futuro produtor de “Easy Rider”), que queriam lançar um programa inspirado nos filmes dos Beatles “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (A Hard Day’s Night, 1964) e “Help!” (1965). Os jovens escolhidos foram Peter Tork, Davy Jones, Mike Nesmith e Micky Dolenz, graças à boa aparência, afinação e capacidade de tocar instrumentos. Tork foi o último escolhido. Ele vinha tocando na cena folk de Greenwich Village e soube dos testes por meio de Stephen Stills (de Crosby, Stills, Nash & Young), que Rafelson e Schneider já tinham rejeitado no programa. Lançada em 1966, a série acompanhava uma banda fictícia que, quando não estava nos palcos, se metia em aventuras completamente nonsense. O sucesso foi instantâneo – de público, não de crítica. Músicos e críticos de rock ridicularizaram o fenômeno, acusando os atores de serem mímicos, fingindo que tocavam na série, já que os instrumentos eram gravados por profissionais. Ainda assim, músicas como “I’m a Believer” e “Daydream Believer” alcançaram o topo das paradas. A própria banda reagiu mal ao ver seu primeiro álbum estourar nas paradas de sucesso. Os quatro ficaram furiosos por a série ter cruzado uma fronteira perigosa, já que eles foram contratados como atores e o disco com a trilha sonora tinha saído como se fossem uma banda real, sem créditos para quem realmente tocou. A partir daí, decidiram assumir o controle dos rumos do programa, o que gerou uma crise, com demissão do supervisor musical – Don Kirshner, que depois estouraria as músicas da série animada “Os Archies”. Os Monkees decidiram tocar todas as músicas dali para frente. E, para deixar bem claro, o último episódio da 1ª temporada foi “The Monkees on Tour”, com imagens gravadas em shows da banda, mostrando que eles eram músicos de verdade. A série durou dois anos e conquistou dois Emmys (Melhor Série de Comédia e de Direção). Mas o mais interessante é que seu cancelamento apenas fortaleceu a carreira musical verdadeira da banda. Isto é, os artistas se uniram após o final da produção televisiva, transformando de vez a banda fictícia num atração do mundo real, graças à disposição em fazer mais shows e lançar mais discos. Com o fim da série, eles também passaram a compor seu próprio repertório – que até então era criado por compositores contratados. E o resultado surpreendeu até quem minimizava seus talentos. Os discos “Headquarters” (1967) e “Pisces, Aquarius, Capricorn & Jones” (1968) foram considerados os melhores da carreira da banda. E “Headquarters” ainda conseguiu uma façanha, ao atingir o 1º lugar da parada de sucessos sem render singles. Nesta época, eles também chegaram a ter seu próprio longa-metragem, “Os Monkees Estão Soltos” (Head, de 1968), co-escrito pelo ator Jack Nicholson e dirigido por Rafelson, em sua estreia como cineasta – depois, faria clássicos como “Cada um Vive como Quer” (1970) e “O Destino Bate à sua Porta” (1981). O filme virou cult e a rede NBC ainda produziu um telefilme da banda em 1969, “33⅓ Revolutions Per Monkee”. Mas a falta de hits, motivada pela necessidade de provar seus próprios talentos, acabou criando atrito entre os integrantes. Desentendimentos forçaram a saída de Tork em 1968 e, um ano depois, o guitarrista Michael Nesmith também largou o grupo. The Monkees foi dissolvido oficialmente no início dos anos 1970, mas voltou à moda no final dos anos 1980, com o surgimento da MTV, que reprisou a série e despertou interesse sobre a banda entre uma nova geração. Pouco a pouco, os músicos ensaiaram um reencontro, até que, nos anos 1990, voltaram a se reunir, resultando no especial para TV “Hey, Hey, É o Monkees” (Hey, Hey, It’s the Monkees, 1997). Houve um novo encontro em 2001 e outro em 2011. Eles tinham muitos fãs famosos, inclusive entre roqueiros inesperados, como John Lennon, que os chamava de “os irmãos Marx do rock”, Frank Zappa, que participou de seu longa-metragem, e até Sid Vicious, que tocou uma música da banda nos pouco shows que realizou após sair dos Sex Pistols. Tork se manteve ativo na música, acompanhando outros artistas e também à frente de sua própria banda. E desde os anos 1990 tinha voltado a aparecer na TV, em breves participações nas séries “O Mundo É dos Jovens” (Boy Meets World), “O Rei do Queens” (The King of Queens) e “Sétimo Céu” (7th Heaven). Ele foi o segundo integrante da banda a morrer. O cantor Davy Jones faleceu aos 66 anos em 2012, após um ataque cardíaco.

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    The Dirt: Trailer recria a inacreditável trajetória da banda Mötley Crüe entre sexo, drogas e rock’n’roll

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe. E a prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até as letais. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O elenco traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). A estreia está marcada para 22 de março na plataforma de streaming.

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  • Filme

    Novos fotos revelam cenas e personagens de Descendentes 3

    18 de fevereiro de 2019 /

    O Disney Channel divulgou novas fotos do terceiro filme da saga “Descendentes”. As imagens destacam os quatro protagonistas e os dois vilões da história. Na trama, os filhos adolescentes dos vilões mais célebres da Disney – Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) – retornam à Ilha dos Perdidos, uma ilha proibida habitada pelos vilões e cercada por uma barreira mágica que inibe a magia e escape, com a intenção de recrutar um novo grupo de descendentes para se juntar a eles em Auradon. Quando uma brecha na barreira coloca em perigo a segurança de Auradon, Mal decide fechá-la permanentemente, temendo que seus arqui-inimigos, Uma (filha de Úrsula) e Hades, busquem vingança no reino. Apesar da sua decisão, uma inexplicável força maligna ameaça os habitantes de Auradon e dependerá de Mal e dos filhos dos vilões salvá-los, mas isso significará lutar na batalha mais épica de suas vidas. “Descendentes 3” vai voltar a trazer Dove Cameron como Mal e ainda revelar o pai misterioso da personagem. O elenco também inclui Cameron Boyce (Carlos), Sofia Carson (Evie), Booboo Stewart (Jay), China Anne McClain (Uma) e Cheyenne Jackson (de “American Horror Story”), que estreia no papel de Hades. Novamente dirigido por Kenny Ortega, o lançamento vai acontecer no segundo semestre de 2019.

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