Nasce uma Estrela vai voltar aos cinemas em versão estendida com música inédita
Depois da vitória da canção “Shallow” no Oscar 2019 – e de mais um choro de Lady Gaga numa premiação – , “Nasce Uma Estrela”, vai retornar aos cinemas americanos com uma música inédita. Será uma versão estendida com 12 minutos adicionais, boa parte deles ocupado para inclusão da canção “Clover”, cantada por Lady Gaga e Bradley Cooper. Outras cenas extras trazem versões estendidas de músicas como “Black Eyes” (que abre o filme), “Alibi” (cantada por Cooper) e até da cena em que Ally (Gaga) mostra “Shallow” pela primeira vez a Jackson (Cooper), no estacionamento de um supermercado. Outro momento originalmente cortado do filme, que vai retornar nesta nova versão, é a performance de “Is That Alright?” durante o casamento dos protagonistas. Ainda não há informações sobre a possível distribuição da versão estendida no Brasil. Mas essa edição provavelmente ganhará lançamento em Blu-ray.
Parceria entre Ludmilla e Anitta rende clipe
A cantora Ludmilla divulgou o clipe de “Favela Chegou”, registrado ao vivo e que destaca sua aguardada parceria com Anitta. A reunião das duas divas faz o chão tremer, tem direito a duelo de rebolado, e inclui muito desbunde. A música é batidão que celebra a si mesmo, elogio do ritmo das favelas e dos requebrados das quebradas, e integra o repertório de “Hello Mundo”, primeiro DVD – sim, ainda existe isso – de Ludmilla. Gravado no último dia 14 de fevereiro no Rio de Janeiro num palco de 43 metros e com 19 dançarinos, o projeto dirigido por Julio Loureiro e Fábio Lopes é um desfile de hits da cantora – como “Hoje”, “Cheguei”, “Te Ensinei Certin”, “Din Din Din”, “A Danada Sou Eu” e “Fala Mal de Mim” – , mas também traz músicas inéditas em colaborações com Jão, Léo Santana, Ferrugem e a dupla Simone & Simaria, além de um cover de Beyoncé, lembrando que Ludmilla é fã da americana.
Diretor do filme mais premiado é “esquecido” no Oscar 2019
Com quatro estatuetas, “Bohemian Rhapsody” foi o filme mais premiado do Oscar 2019. Mas nenhum dos vencedores lembrou de agradecer seu diretor. O nome de Bryan Singer não foi mencionado uma vez sequer nos discursos dos premiados. Isto já tinha acontecido nas premiações anteriores, desde que a tática foi implementada no Globo de Ouro. A opção foi a estratégia escolhida pela Fox para separar o filme das controvérsias que acompanham o diretor. Singer foi denunciado por abuso sexual de menores antes, durante e após as filmagens do longa. São denúncias de fatos que teriam acontecido em outra década, mas que podem ter abalado o cineasta durante a produção, já que ele foi demitido antes do final das filmagens, supostamente porque precisava de um tempo para lidar com problemas de saúde de sua mãe. Ninguém comenta abertamente detalhes dos bastidores, mas rumores mencionam brigas no set com Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator, ausências seguidas durante datas de filmagens – coincidindo com a descoberta de uma reportagem sobre novas denúncias – e comportamento descrito como “não profissional”. As revelações mais recentes, da tal reportagem, vieram à tona ao fim de janeiro pela revista The Atlantic, e levaram o cineasta a ser excluído das indicações ao BAFTA, o “Oscar britânico”. Além disso, seu mais recente projeto, uma nova versão dos quadrinhos de “Red Sonja”, acabou engavetado após a repercussão. O diretor Dexter Fletcher (do vindouro filme de Elton John, “Rocketman”) foi quem completou as filmagens de “Bohemian Rhapsody”. E se tornou ainda mais invisível que Singer, pois, além de não receber nenhum agradecimento sequer, nem teve seu nome incluído nos créditos do longa. Singer manteve-se como diretor solitário da produção. Ele se defendeu das acusações publicadas pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Mas o cineasta já tinha sido alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor, ambas antes de filmar “Bohemian Rhapsody”. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Singer garante que também é inocente das demais acusações. Ironicamente, ele alega que as novas denúncias quiseram se aproveitar de seu destaque como diretor de “Bohemian Rhapsody”.
Como Treinar Seu Dragão 3 bate recorde da franquia em estreia na América do Norte
Um mês depois de virar sucesso no Brasil, “Como Treinar Seu Dragão 3” finalmente estreou na América do Norte. A tática do lançamento atrasado se provou um sucesso, pois a ansiedade do público fez com que a animação batesse o recorde de abertura da franquia no mercado doméstico. Com US$ 55,5M (milhões) arrecadados entre sexta e domingo (24/2), superou os US$ 43,7M do lançamento do primeiro longa, em 2010, e os US$ 49,9M do segundo, em 2014. E ainda agradou à crítica que escreve em inglês, com 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. No mercado internacional, onde circula há mais de 30 dias, o filme já ultrapassou os US$ 200 milhões de arrecadação. Na verdade, a produção da DreamWorks Animation soma ao todo US$ 274,9M, um desempenho para dar saudades da trilogia no estúdio, uma vez que encerra a história do menino – agora adulto – e seu dragão. “Como Treinar Seu Dragão 3” derrubou “Alita: Anjo de Combate” para o 2º lugar, aumentando a tensão nos bastidores da Fox, que faz contas para determinar o tamanho do prejuízo causado pela produção. Em dez dias, a adaptação de mangá orçada em cerca de US$ 200M rendeu US$ 60,6M nos Estados Unidos e Canadá, sem se configurar no blockbuster esperado. Mas o público do exterior tem sido receptivo. O longa produzido por James Cameron (“Avatar”) e dirigido por Robert Rodriguez (“Sin City”) teve a abertura que precisava na China, faturando por lá, em três dias, US$ 62M – mais do em toda a arrecadação norte-americana. A má notícia é que apenas 25% das bilheterias chinesas retornam para a Hollywood. As contas continuam. Entre as novidades da semana, vale destacar ainda “Lutando pela Família”, uma comédia “quase indie” de Dwayne “The Rock” Johnson que conta a história real de uma lutadora de luta-livre. O filme traz “The Rock” como ele mesmo, na frente das câmeras e por trás da produção. Após ser lançado em circuito limitado, “Lutando pela Família” ampliou o número de salas e atingiu o 4º lugar. E ganhou o aval da crítica, com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Infelizmente, vai demorar a chegar aos cinemas brasileiros. A previsão de estreia nacional é apenas para 11 de abril. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 55,5M Total EUA e Canadá: US$ 58M Total Mundo: US$ 274,9M 2. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 60,6M Total Mundo: US$ 263,3M 3. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 83,6M Total Mundo: US$ 136,6M 4. Lutando pela Família Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 8,2M Total Mundo: US$ 8,2M 5. Superromântico Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 33,7M Total Mundo: US$ 25,3M 6. Do Que os Homens Gostam Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 45M Total Mundo: US$ 49,6M 7. A Morte Te Dá Parabéns 2 Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 21,6M Total Mundo: US$ 42,5M 8. Vingança a Sangue Frio Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 35,4M 9. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 99,7M Total Mundo: US$ 110,5M 10. Run the Race Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 2,2M Total Mundo: US$ 2,2M
Anitta rebola na boquinha da garrafa em clipe dos Tropkillaz
Um dos novos hits pré-carnaval do Brasil ganhou clipe, voltando a reunir quase toda a turma de “Vai, Malandra”, a melhor música de Anitta do ano passado. Desta vez, ela é coadjuvante de luxo dos Tropkillaz, ainda que a câmera tenha ficado apaixonada por seu rebolado. E como não? Ela dispara gifs instantâneos ao fazer o ar tremer com o impacto de seu suingue. A música se chama “Bola, Rebola” e é o que Anitta faz, no ritmo das batidas dos DJs brasileiros, com direito a flauta japonesa e versos trilíngues, em português, espanhol e inglês, cortesia da participação do astro do regatton J. Balvin e do MC Zaac, que também cantou em “Vai, Malandra” – detalhe: a parceria com J. Balvin já é a quarta da carreira de Anitta. Com muitas cores, entre o mar e a favela, o clipe tem até momento de metalinguagem, ao mostrar a cantora rebolando na “boquinha da garrafa” sob alegre aprovação de Compadre Washington, do É o Tchan. As imagens hipnotizantes da “downtown” de Anitta e o clima do verão de biquíni no lajão são assinados pelo grande mestre Lula Carvalho, um dos mais célebres diretores de fotografia do Brasil – de “Tropa de Elite”, “O Lobo Atrás da Porta”, “Narcos”, etc – , que filmou e dirigiu a produção do vídeo. “Bola, Rebola” ainda mostra que a dupla eletrônica Tropkillaz (dos DJs Zé Gonzales e André Laudz) encontrou seu som, uma batida de funk brasileiro com apelo pop tropical capaz de aumentar o aquecimento global, deixar Major Lazer suando de inveja e o mundo em estado de alerta. Em três línguas diferentes, que é para enaltecer bem o suingue e enlouquecer a imaginação – especialmente sobre onde essas línguas entram no bem-bolado rebolado de Anitta.
Weezer recria programa infantil dos anos 1960 em novo clipe
A banda Weezer lançou o clipe de “High as a Kite”, música de seu próximo álbum, que recria o famoso programa infantil americano dos anos 1960 “Mister Rogers’ Neighborhood”. O apresentador original será vivido por Tom Hanks num filme que estreia em novembro. Mas, no vídeo, a atração vira “Mr. Rivers’ Neighborhood”, com o cantor do Weezer assumindo o papel principal, numa encenação muito mais sombria que o esperado. Rivers Cuomo aparece com a roupa característica de Fred Rogers para cantar entre marionetes e diante de uma plateia formada por crianças e seus pais alegres. E são todos surpreendidos com um refrão sobre ficar drogado para esquecer uma vida infeliz, numa performance cada vez mais sombria e desesperada. O desfecho culmina na destruição do cenário pelo cantor e sua banda, numa atitude rock’n’roll, que esvazia o estúdio e faz sumir toda a audiência. “High as a Kite” é o segundo clipe do “Black Album”, que começa a ser vendido em 1 de março. O primeiro foi “Can’t Knock the Hustle”, lançado em outubro do ano passado.
The Dirt: Netflix libera foto oficial e trailer legendado do filme da banda Mötley Crüe
A Netflix divulgou a primeira foto oficial e a versão legendada do trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe, que também ganhou subtítulo nacional – vai se chamar “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. E nada parece ter ficado de fora. A prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até mesmo as letais. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico que o reanimou era fã da banda e a salvação do músico inspirou o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. A versão de streaming dessa história traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. O roteiro foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). “The Dirt” estreia em 22 de março na plataforma de streaming.
Atriz de The Handmaid’s Tale vira roqueira grunge em trailer de drama indie
O estúdio indie Gunpowder & Sky divulgou o primeiro trailer de “Her Smell”, em que Elisabeth Moss (a protagonista de “The Handmaid’s Tale”) vive uma roqueira autodestrutiva. Ela aparece em cena liderando uma banda feminina e protagonizando algumas cenas de implosão pessoal e explosão física, regadas a drogas, sexo e rock. O estilo é grunge e sua voz parece imitar Courtney Love. A personagem da atriz se chama Becky Something, uma estrela de rock que leva seus relacionamentos com as companheiras de banda, sua família e até com os fãs ao limite, enquanto trava uma guerra para manter sua sobriedade e resgatar a criatividade que no passado lhe rendeu um inesperado sucesso comercial. O bom elenco também inclui Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), Dan Stevens (“Legion”), Agyness Deyn (“Hard Sun”), Gayle Rankin (“GLOW”), Ashley Benson (“Pretty Little Liars”), Dylan Gelula (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Hannah Gross (“Mindhunters”), Eka Darville (“Jessica Jones”), Virginia Madsen (“Designated Survivor”), Eric Stoltz (“Madam Secretary”) e até Amber Heard (“Aquaman”). Além de estrelar, Moss produz o longa-metragem, sua terceira parceria com o cineasta Alex Ross Perry – após “Cala a Boca Philip” (2014) e “Rainha do Mundo” (2015) – , que assina roteiro e direção. Exibido nos festivais SXSW, de Toronto e de Nova York, “Her Smell” tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 12 de abril nos Estados Unidos. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Peter Tork (1942 – 2019)
O músico e ator Peter Tork, que ficou conhecido como integrante da banda The Monkees, morreu nesta quinta (21/2), aos 77 anos. Baixista e vocalista dos Monkees, Tork foi diagnosticado em 2009 com um carcinoma que afetou sua língua, mas não há informações se este mal teve relação com a morte. Banda criada especificamente para estrelar uma série de televisão, os Monkees chegaram a rivalizar com os Beatles e os Rolling Stones no final dos anos 1960. A formação artificial aconteceu por meio de testes realizados com centenas de jovens, pelo produtor Bob Rafelson e seu sócio Bert Schneider (futuro produtor de “Easy Rider”), que queriam lançar um programa inspirado nos filmes dos Beatles “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (A Hard Day’s Night, 1964) e “Help!” (1965). Os jovens escolhidos foram Peter Tork, Davy Jones, Mike Nesmith e Micky Dolenz, graças à boa aparência, afinação e capacidade de tocar instrumentos. Tork foi o último escolhido. Ele vinha tocando na cena folk de Greenwich Village e soube dos testes por meio de Stephen Stills (de Crosby, Stills, Nash & Young), que Rafelson e Schneider já tinham rejeitado no programa. Lançada em 1966, a série acompanhava uma banda fictícia que, quando não estava nos palcos, se metia em aventuras completamente nonsense. O sucesso foi instantâneo – de público, não de crítica. Músicos e críticos de rock ridicularizaram o fenômeno, acusando os atores de serem mímicos, fingindo que tocavam na série, já que os instrumentos eram gravados por profissionais. Ainda assim, músicas como “I’m a Believer” e “Daydream Believer” alcançaram o topo das paradas. A própria banda reagiu mal ao ver seu primeiro álbum estourar nas paradas de sucesso. Os quatro ficaram furiosos por a série ter cruzado uma fronteira perigosa, já que eles foram contratados como atores e o disco com a trilha sonora tinha saído como se fossem uma banda real, sem créditos para quem realmente tocou. A partir daí, decidiram assumir o controle dos rumos do programa, o que gerou uma crise, com demissão do supervisor musical – Don Kirshner, que depois estouraria as músicas da série animada “Os Archies”. Os Monkees decidiram tocar todas as músicas dali para frente. E, para deixar bem claro, o último episódio da 1ª temporada foi “The Monkees on Tour”, com imagens gravadas em shows da banda, mostrando que eles eram músicos de verdade. A série durou dois anos e conquistou dois Emmys (Melhor Série de Comédia e de Direção). Mas o mais interessante é que seu cancelamento apenas fortaleceu a carreira musical verdadeira da banda. Isto é, os artistas se uniram após o final da produção televisiva, transformando de vez a banda fictícia num atração do mundo real, graças à disposição em fazer mais shows e lançar mais discos. Com o fim da série, eles também passaram a compor seu próprio repertório – que até então era criado por compositores contratados. E o resultado surpreendeu até quem minimizava seus talentos. Os discos “Headquarters” (1967) e “Pisces, Aquarius, Capricorn & Jones” (1968) foram considerados os melhores da carreira da banda. E “Headquarters” ainda conseguiu uma façanha, ao atingir o 1º lugar da parada de sucessos sem render singles. Nesta época, eles também chegaram a ter seu próprio longa-metragem, “Os Monkees Estão Soltos” (Head, de 1968), co-escrito pelo ator Jack Nicholson e dirigido por Rafelson, em sua estreia como cineasta – depois, faria clássicos como “Cada um Vive como Quer” (1970) e “O Destino Bate à sua Porta” (1981). O filme virou cult e a rede NBC ainda produziu um telefilme da banda em 1969, “33⅓ Revolutions Per Monkee”. Mas a falta de hits, motivada pela necessidade de provar seus próprios talentos, acabou criando atrito entre os integrantes. Desentendimentos forçaram a saída de Tork em 1968 e, um ano depois, o guitarrista Michael Nesmith também largou o grupo. The Monkees foi dissolvido oficialmente no início dos anos 1970, mas voltou à moda no final dos anos 1980, com o surgimento da MTV, que reprisou a série e despertou interesse sobre a banda entre uma nova geração. Pouco a pouco, os músicos ensaiaram um reencontro, até que, nos anos 1990, voltaram a se reunir, resultando no especial para TV “Hey, Hey, É o Monkees” (Hey, Hey, It’s the Monkees, 1997). Houve um novo encontro em 2001 e outro em 2011. Eles tinham muitos fãs famosos, inclusive entre roqueiros inesperados, como John Lennon, que os chamava de “os irmãos Marx do rock”, Frank Zappa, que participou de seu longa-metragem, e até Sid Vicious, que tocou uma música da banda nos pouco shows que realizou após sair dos Sex Pistols. Tork se manteve ativo na música, acompanhando outros artistas e também à frente de sua própria banda. E desde os anos 1990 tinha voltado a aparecer na TV, em breves participações nas séries “O Mundo É dos Jovens” (Boy Meets World), “O Rei do Queens” (The King of Queens) e “Sétimo Céu” (7th Heaven). Ele foi o segundo integrante da banda a morrer. O cantor Davy Jones faleceu aos 66 anos em 2012, após um ataque cardíaco.
The Dirt: Trailer recria a inacreditável trajetória da banda Mötley Crüe entre sexo, drogas e rock’n’roll
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe. E a prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até as letais. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O elenco traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). A estreia está marcada para 22 de março na plataforma de streaming.
Novos fotos revelam cenas e personagens de Descendentes 3
O Disney Channel divulgou novas fotos do terceiro filme da saga “Descendentes”. As imagens destacam os quatro protagonistas e os dois vilões da história. Na trama, os filhos adolescentes dos vilões mais célebres da Disney – Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) – retornam à Ilha dos Perdidos, uma ilha proibida habitada pelos vilões e cercada por uma barreira mágica que inibe a magia e escape, com a intenção de recrutar um novo grupo de descendentes para se juntar a eles em Auradon. Quando uma brecha na barreira coloca em perigo a segurança de Auradon, Mal decide fechá-la permanentemente, temendo que seus arqui-inimigos, Uma (filha de Úrsula) e Hades, busquem vingança no reino. Apesar da sua decisão, uma inexplicável força maligna ameaça os habitantes de Auradon e dependerá de Mal e dos filhos dos vilões salvá-los, mas isso significará lutar na batalha mais épica de suas vidas. “Descendentes 3” vai voltar a trazer Dove Cameron como Mal e ainda revelar o pai misterioso da personagem. O elenco também inclui Cameron Boyce (Carlos), Sofia Carson (Evie), Booboo Stewart (Jay), China Anne McClain (Uma) e Cheyenne Jackson (de “American Horror Story”), que estreia no papel de Hades. Novamente dirigido por Kenny Ortega, o lançamento vai acontecer no segundo semestre de 2019.
Banda Mötley Crüe divulga teaser de sua cinebiografia na Netflix
O Twitter da banda Mötley Crüe divulgou o teaser de “The Dirt”, filme da Netflix que conta a história da banda. O vídeo também revela a data de estreia da produção e adianta que um trailer completo será disponibilizado na terça (19/2). O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O elenco traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. “The Dirt” relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios e protagonizar vídeos escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee inaugurou o mercado de sex tapes de celebridades com o vazamento do vídeo de sexo que ele gravou com sua mulher, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”), em 1998. E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). A estreia está marcada para 22 de março na plataforma de streaming. Based on a Crüe story #TheDirt pic.twitter.com/1uv1OCFTmB — Mötley Crüe (@MotleyCrue) February 18, 2019
Descendentes 3 ganha primeiro teaser oficial do Disney Channel
O Disney Channel divulgou fotos dos personagens e o teaser oficial do terceiro filme da saga “Descendentes”. A prévia é repleta de ação, com muitas lutas de espadas, magia negra e até corridas de motocicletas. Como novidade, desta vez a trama se passa na ilha dos vilões, em vez do reino encantado dos príncipes e princesas Disney. Na trama, os filhos adolescentes dos vilões mais célebres da Disney – Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) – retornam à Ilha dos Perdidos, uma ilha proibida habitada pelos vilões e cercada por uma barreira mágica que inibe a magia e escape, com a intenção de recrutar um novo grupo de descendentes para se juntar a eles em Auradon. Quando uma brecha na barreira coloca em perigo a segurança de Auradon, Mal decide fechá-la permanentemente, temendo que seus arqui-inimigos, Uma (filha de Úrsula) e Hades, busquem vingança no reino. Apesar da sua decisão, uma inexplicável força maligna ameaça os habitantes de Auradon e dependerá de Mal e dos filhos dos vilões salvá-los, mas isso significará lutar na batalha mais épica de suas vidas. “Descendentes 3” vai voltar a trazer Dove Cameron como Mal e ainda revelar o pai misterioso da personagem. Novamente dirigido por Kenny Ortega, a estreia vai acontecer no segundo semestre de 2019.












