Estreias | 10 novidades da semana para ver no streaming
A seleção de novidades do streaming destaca cinco séries e cinco filmes. A lista passa por “Rio Connection”, coprodução internacional da Globoplay, e a biografia de Brigitte Bardot entre as séries, além da animação Leo e a comédia candidata a cult “Bottoms”, sem esquecer do blockbuster “O Protedor: Capítulo Final” e do documentário musical “Elis e Tom, Só Tinha que Ser com Você” em VOD. Confira abaixo lista completa dos melhores lançamentos da semana. SÉRIES RIO CONNECTION | GLOBOPLAY Ambientada nos anos 1970, a série nacional explora a intricada rede de tráfico de heroína estabelecida no Brasil, formando uma rota estratégica para os Estados Unidos. A obra é dirigida por Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny”), destacando-se por sua alta qualidade de produção e um elenco que combina talentos estrangeiros e brasileiros. A trama se aprofunda na vida de três criminosos europeus – Tommaso Buscetta (Valerio Morigi), Fernand Legros (Raphael Kahn) e Lucien Sarti (Aksel Ustun), com a presença marcante da atriz Marina Ruy Barbosa no papel de Ana Barbosa, uma cantora de boate que navega entre o glamour e os perigos associados ao submundo do crime. Inspirada em eventos reais, a trama desenrola-se em torno do plano do famoso mafioso Tommaso Buscetta e seus comparsas para usar o Rio como conexão do tráfico internacional. A trama mergulha nos detalhes da operação criminosa, destacando a compra da droga a preços baixos e a revenda por valores elevados. A série também explora a complexidade dos personagens, evitando retratá-los como criminosos unidimensionais e oferecendo uma visão mais humana e empática de suas vidas, apesar de suas ações sombrias. Coprodução internacional com a Sony, apesar de brasileira a série é falada em inglês. Conta com oito episódios e também inclui no elenco Nicolas Prattes, Gustavo Pace e Alexandre David, interpretando policiais brasileiros, além de Maria Casadevall, Carla Salle, Felipe Rocha e Rômulo Arantes Neto. COMPANHEIROS DE VIAGEM | PARAMOUNT+ A minissérie adapta o romance homônimo de Thomas Mallon, ambientado em Washington, D.C., durante os anos 1950 – a era McCarthy, auge do conservadorismo americano – , mas também avança no tempo para os anos 1980, período de intensa homofobia. Distribuída em oito episódios, a história acompanha a longa e apaixonada relação entre dois homens, Tim (interpretado por Jonathan Bailey), um jovem idealista e católico, e Hawk (Matt Bomer), um charmoso operador político. Os dois personagens, vindos de mundos distintos, se envolvem em um romance intenso e condenado à tragédia. A adaptação foi criada pelo escritor Ron Nyswaner, conhecido por seu trabalho em filmes e séries de temas LGBTQIA+, com destaque para o premiado longa “Philadelphia” de 1993, que foi um marco na representação do HIV/AIDS no cinema. Sua história combina política, romance queer e suspense de espionagem, utilizando dois períodos sombrios da história dos Estados Unidos como pano de fundo. Apesar de se desenrolar em torno de eventos reais, como a caça às bruxas de McCarthy (anticomunismo como fobia social) e a crise da AIDS nos anos 1980, a atração não se limita a ser apenas uma reconstituição histórica ou uma peça moral sobre a crueldade do governo em relação à comunidade LGBTQIA+. Em seu âmago, está um romance verdadeiro e cativante, reforçado pelas atuações de Bailey e Bomer, com direito a cenas de sexo bastante gráficas. De fato, a dinâmica de poder na relação sexual entre Hawk e Tim é explorada sem suavizar as arestas para o público heterossexual, o que faz da série uma das representações menos comedidas do amor gay, destacando-se por abordar o assunto de forma ousada. BRIGITTE BARDOT | FESTIVAL VARILUX DO CINEMA FRANCÊS Trazida ao Brasil pelo Festival Varilux do Cinema Francês, a minissérie é uma homenagem à emblemática atriz Brigitte Bardot, destacando os primeiros dez anos de sua carreira. Criada pela veterana cineasta Danièle Thompson (roteirista dos clássicos “Rainha Margot” e “Prima, Primo”) e seu filho Christopher Thompson, traz a argentina Julia de Nunez no papel icônico. E em alguns momentos, é possível confundir as duas, ainda que o carisma único da verdadeira Bardot seja inimitável. O elenco também destaca Victor Belmondo, neto do lendário ator Jean-Paul Belmondo, como o cineasta Roger Vadim, primeiro marido e responsável por revelar a estrela ao mundo. “Bardot” aborda os aspectos cruciais e desafios enfrentados pela atriz na França dos anos 1950, uma época marcada pelo sexismo e a dominação patriarcal, e culmina na sua transformação em sex symbol internacional nos anos 1960. Além de recriar diversos papéis antológicos em clássicos como “E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim, “A Verdade” (1960), de Henri-Georges Clouzot, e “Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard, o enredo também explora a vida privada, relações amorosas e a maneira como Bardot lidou com a atenção intensa da mídia, destacando sua luta contra a objetificação e a busca por sua identidade em meio à fama avassaladora. A cinematografia e as atuações são pontos fortes da produção, que, apesar de uma abordagem tradicional, oferece uma perspectiva renovada sobre a jornada da estrela. Com seis episódios, a produção pode ser vista na íntegra e de graça no site do Festival Varilux do Cinema Francês (https://variluxcinefrances.com/) até o dia 22 de dezembro. DOCTOR WHO: THE STAR BEAST | DISNEY+ O primeiro dos três especiais de 60 anos de “Doctor Who” marca a estreia da franquia na Disney+ e o retorno triunfante de David Tennant como o Doutor, acompanhado por Catherine Tate como sua companheira Donna Noble. O episódio também é o primeiro de uma nova fase sob comando do renomado Russell T Davies, de volta para ditar os rumos da série clássica, que ele relançou em 2005. A trama baseia-se em uma história em quadrinhos de 1980 do Doutor, que foi atualizada para incorporar a versão de Tennant, considerado o melhor intérprete do protagonista (à frente da série de 2005 a 2010). A trama começa com o reencontro do Doutor e Donna, que não se veem há 15 anos, para resolver o mistério do acidente de uma nave espacial em Londres, e embora o episódio mantenha elementos clássicos de “Doctor Who”, como viagens no tempo e encontros com alienígenas, ele também aborda temas mais profundos relacionados à identidade e à humanidade. A história de Donna, que teve as memórias de suas aventuras apagadas e agora é casada e mãe, adiciona complexidade à personagem, enquanto Tennant traz uma nova profundidade a seu papel, mesclando traços dos Doutores que vieram após sua versão original. O episódio também introduz uma série de novos personagens, incluindo Yasmin Finney como Rose Noble, filha de Donna. E prepara terreno para mais dois especiais como parte das celebrações do 60º aniversário da série: “Wild Blue Yonder” e “The Giggle”. Este último traz Neil Patrick Harris como um vilão clássico, o Fabricante de Brinquedos (The Toymaker), visto pela última vez em 1966, e serve de passagem para um novo protagonista. O ator Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) será o Doutor a partir da 14ª temporada, prevista para ir ao ar em 2024. Para quem não sabe, o artifício narrativo que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que o Doutor é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro astro de Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966). ROUND 6: O DESAFIO | NETFLIX O reality de competição é baseado em “Round 6”, série de maior audiência da Netflix em todos os tempos, e acompanha 456 competidores em uma disputa por um prêmio de US$ 4,56 milhões, o maior já entregue numa disputa televisiva. A competição é realizada em um cenário que replica a estética da série, incluindo os uniformes e os designs dos ambientes, mas sem a natureza sinistra do torneio sangrento. Em “O Desafio”, a violência letal é substituída por tintas que simulam a morte dos competidores eliminados. O programa tenta encontrar um meio-termo entre as competições convencionais e o conceito distópico de “Round 6”, introduzindo elementos de drama e táticas psicológicas. As dinâmicas sociais e as estratégias de jogo são elementos-chave nos episódios, com alianças e habilidades interpessoais se mostrando tão importantes quanto a habilidade nos jogos. Entretanto, a produção também é uma contradição, pois indica que a Netflix não compreendeu a mensagem crítica da trama de Hwang Dong-hyuk. A obra sul-coreana foi aclamada por sua representação intensa e brutal de pessoas desesperadas, que participam de jogos mortais por uma chance de escapar de dívidas esmagadoras, servindo como uma alegoria do capitalismo e da desigualdade socioeconômica, onde a dignidade humana e a vida são sacrificadas por entretenimento. A trama critica a exploração dos desfavorecidos e a indiferença dos milionários, usando a violência extrema e as situações desesperadoras dos personagens para enfatizar seu ponto. Quando a Netflix transforma o conceito em uma competição real, em vez de um comentário sobre a desumanização e a exploração, “Round 6” se materializa como a mesma forma de entretenimento que, ironicamente, procurava condenar. FILMES BOTTOMS | PRIME VIDEO A nova comédia juvenil de Emma Seligman, que ganhou destaque com “Shiva Baby” em 2020, se passa no ensino médio, onde duas melhores amigas lésbicas, desajeitadas e desesperadas para perder a virgindade, tem a ideia de ensinar aulas de autodefesa para impressionar as líderes de torcida, mas logo viram catalisadoras de uma revolta feminista. Os papéis principais são vividos por Rachel Sennott, que foi a protagonista de “Shiva Baby”, e Ayo Edebiri, uma das estrelas da premiada série “O Urso” (The Bear), da Star+. Ao desenvolver a narrativa, a diretora quis explorar um gênero do qual os personagens LGBTQIA+ são historicamente excluídos, oferecendo uma visão crua e cheia de piadas sexuais explícitas, que contrasta com a inocência dos filmes de high school. A trama é centrada na busca de PJ e Josie pela atenção de Isabel e Brittany, as estrelas da equipe de torcida. Ao perceberem que as tentativas convencionais de aproximação resultam em fracasso, elas decidem criar uma aula de autodefesa, que rapidamente se transforma em um clube de luta. Logo, o projeto começa a ganhar vida própria, como um espaço para as personagens explorarem e expressarem sua raiva e frustrações, criando uma atmosfera de empoderamento feminino, ainda que sob pretextos questionáveis. Divertidíssimo e politicamente ousado, o filme caiu nas graças da crítica americana, atingindo 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Sua abordagem subversiva remete ao cultuado “Heathers” (ou “Atração Mortal”), lançado em 1989. Ambos abusam do humor negro para desafiar as convenções dos filmes sobre adolescente, apresentando uma narrativa cínica, personagens de moral ambígua e uma crítica mordaz à cultura do ensino médio americano. LEO | NETFLIX A animação produzida e estrelada (na dublagem em inglês) por Adam Sandler segue um lagarto de 74 anos que vive em um aquário na sala de aula de uma escola primária. Compartilhando o espaço com uma tartaruga chamada Squirtle (voz de Bill Burr), Leo tem passado seus dias observando gerações de alunos enfrentarem seus desafios juvenis. Tudo muda quando ele se dá conta de sua própria mortalidade e decide que precisa ver o mundo fora do aquário. Só que, na tentativa de fuga, Leo vacila e permite que as crianças descubram seu maior segredo: ele pode falar. Assim, o pequeno lagarto transforma-se em uma espécie de conselheiro para os estudantes que cuidam dele. O filme, dirigido por Robert Marianetti, Robert Smigel e David Wachtenheim, conhecidos por seus trabalhos no humorístico “Saturday Night Live” (SNL), especialmente nos segmentos animados, é moldado por uma série de vinhetas onde Leo ajuda os estudantes com seus problemas pessoais, variando de ansiedade a dificuldades de socialização. Cada criança que leva Leo para casa descobre que ele pode falar, mas é persuadida a acreditar que só ela pode ouvi-lo. Através dessas interações, Leo oferece conselhos e apoio, encontrando um novo propósito em ajudar...
Pedro Sampaio pega Deborah Secco em clipe quente
Pedro Sampaio lançou na noite desta quinta (23/11) o clipe de “PocPoc”, em que contracena com a atriz Deborah Secco (“Elas por Elas”) em cenas quentes. Mistura de música eletrônica com batidas de funk, a música fala de posições e relações íntimas, e o vídeo ilustra a letra com cenas de pegação. Apesar do clima íntimo, Pedro e Deborah só se conheceram no dia da gravação. Eles compartilham cenas na cama, encostados na parade, no chuveiro e em meio a grupo de pessoas interessadas em compartilhar do mesmo momento. Por sinal, Pedro também agarra um rapaz durante a sequência de furor coletivo. Segundo Pedro Sampaio, o vídeo é um sonho em que ele realiza suas fantasias com Deborah. A direção é de Helder Fruteira, que já trabalhou com Criolo e MC Soffia.
Roberto Carlos lança primeira música inédita em mais de uma década
O cantor Roberto Carlos lançou nesta quinta-feira (23/11) a canção “Eu Ofereço Flores”, sua primeira gravação inédita em mais de uma década – desde “Esse Cara Sou Eu” e “A Mulher que Eu Amo”, de 2012. Composta pelo próprio cantor, a música evoca seus fãs num agradecimento pelo apoio ao longo das décadas. “E olhando pra vocês/Eu vejo esses sorrisos/ Que enfeitam minha vida/De alegria e cores/De todo o coração/Por tudo isso então/Eu ofereço flores”, diz a letra. Com andamento lento e arranjo orquestral, a canção foi apresentada pela primeira vez num show comemorativo dos 82 anos de Roberto, no dia 19 de abril deste ano, em Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, cidade natal do cantor. Mas só agora ganhou registro oficial. Roberto deve cantar “Eu Ofereço Flores” na gravação de seu especial de fim de ano da TV Globo, que vai acontecer no próximo dia 29 de novembro numa casa de shows do Rio de Janeiro.
Lara, filha de Faustão, segura galo no colo na capa do primeiro EP: “Não tem sentido”
Lara, filha de Fausto Silva, venceu a timidez e lançou seu primeiro EP nesta quarta-feira (22). No entanto, a capa do projeto musical é bastante inusitada para quem vê de fora, já que a artista aparece vestindo um traje vermelho de gala e segurando um galo no colo. A cantora explicou ao jornal Extra que a capa de “Faíscas” não tem necessariamente um significado e foi feita apenas para causar um estranhamento à primeira vista. “É uma coisa que não tem explicação, ou talvez tenha, mas demore um tempo”, ponderou Lara. “No dia em que eu conheci o fotógrafo, falei pra ele: ‘Gleeson (Paulino), eu preciso fazer uma foto com uma roupa doidona e com um galo gigante nas mãos’. A gente o batizou de Frederico. Não sabia por que, mas estava com essa imagem na minha cabeça. Eu tenho uma clareza estética muito grande do tipo de imagem em que eu me vejo. É uma diversão criar.” Lara ainda fez questão de reforçar que a imagem surgiu de “uma questão de intuição” e o resultado ficou divertido, assim como aconteceu durante a sessão de fotos: “Não tem sentido, não tem um uma filosofia maior, não estou querendo fazer nada. É puramente pela diversão. Essa imagem é diferente, é engraçada, e eu amo essa foto!”, disse a artista, que acrescentou ter feito carinho no animal emprestado por um fazendeiro dos arredores onde estava posando. Faíscas O EP “Faíscas” tem cinco músicas inéditas que foram feitas em “acampamento criativo” de três dias com os compositores Clara Valverde, Filipe Toca, Josefe, Pedro Serapicos e Lorena Chaves. A cantora não se arrepende de ter realizado a composição das faixas em grupo, pois o processo fluiu bem. “Eu levei vários rabiscos, fragmentos e começos de ideias e poemas soltos para mostrar a eles. E a gente desenvolveu. […] Às vezes, pra expor letras, ideias e poemas que são tão pessoais, você precisa confiar naquelas pessoas, ter abertura para estar livre, dar sugestão, experimentar, dar ideias. E aconteceu assim”, detalha Lara, que também gravou uma releitura de “Preciso Dizer Que Te Amo”, de Cazuza e Bebel Gilberto.
Djonga pega fogo durante show e fica de cueca no palco
Djonga levou um susto no palco durante um show realizado no domingo (19/11) em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Acontece que a bermuda que o rapper estava usando pegou fogo em decorrência de um erro pirotécnico. Conforme visto nas imagens da apresentação, Djonga não se deu conta de que foi atingido por um jato de fogo enquanto atravessava a passarela da atração. O artista acabou sendo avisado pelos fãs que estava pegando fogo e decidiu arrancar a bermuda ainda no palco. “Vou ter que cantar assim, será? Desse jeitão?”, ele brincou depois do susto. No Instagram, o rapper se pronunciou sobre o incidente pirotécnico sem perder a leveza: “Ontem foi por pouco, de verdade. E se vocês repararem quase pegou na minha cabeça o outro jato de fogo. Perna tá queimada, mas tô cuidando. Agora imagina se o mano não gosta de usar cueca? Que situação ia ser!”, escreveu nos Stories. Djonga também publicou um vídeo do momento em que sua bermuda começou a pegar fogo durante a apresentação. “Tentaram matar o mano de novo, mas o mano resiste. Obrigado, papai do céu e os orixás, tô bem. E aquelas coisas aqui ainda dão pra usar”, ele ainda brincou na postagem. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @djongador
Finalista do “The Voice” chora após vender só 11 ingressos de show
A cantora Thalita Pertuzatti, que ficou conhecida como a conhecida como a “Whitney Houston brasileira” ao ser finalista do “The Voice Brasil” em 2012, chorou nas redes sociais ao contar que vendeu apenas 11 dos 1400 ingressos disponíveis para um show no Rio de Janeiro, programado para o próximo sábado (25/11). “Esse é o apelo de uma cantora brasileira desesperada. E o seguinte: eu tô alguns dias divulgando um show que eu fiz pra música soul brasileira e eu tenho 11 ingressos vendidos. E isso me deixa muito assustada porque, como todos me conhecem, eu sou a ‘Whitney brasileira’. Só que como vem agregado, eu sou brasileira”, começou ela. “Tudo que foi feito nesse projeto foi feito com cada centavinho que tinha, não foram centavos extras, não. Eu tive que abrir mão de muita coisa: eu não viajo, eu não passeio. Às vezes, na rua, nem água eu bebo. Eu fico pensando que R$ 2 já é alguma coisa, um investimento na minha carreira porque tudo a gente paga”, continuou. Então ela voltou à volta de interesse do público. “Onze ingressos foram vendidos na casa de 1400 lugares. E, pasmem, o ingresso não é caro. Na verdade, custam apenas R$ 25. Não tenho patrocínio de ninguém”, disse, revelando que os músicos ensaiaram de graça e sua tia estava fazendo a roupa da apresentação. Ela ainda desabafou que contraiu uma dívida de R$ 7 mil para realizar o show. “Não estou aqui à espera de que as coisas caiam do céu. Estou na rua, ativa, fazendo acontecer. Decidi compartilhar isso aqui pois preciso do seu apoio. […] Talvez você não possa ir ao evento, mas seu vizinho pode”, acrescentou Thalita no vídeo. O desabafo foi publicado na noite de sexta (17/11), mas já na tarde deste sábado (18/11), ela voltou para contar que o número de ingressos vendidos para o evento aumentou. Ela agradeceu aos seguidores pelo apoio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por 𝑻𝒉𝒂𝒍𝒊𝒕𝒂 𝑷𝒆𝒓𝒕𝒖𝒛𝒂𝒕𝒕𝒊 (@thalitapertuzatti)
Ebony viraliza com música trucidando os rappers brasileiros – que adoraram!
A cantora Ebony lançou uma música empoderada nesta quarta-feira (15/11), em seu canal do YouTube: “Espero que Entendam”. A gravação segue a tradição do “diss”, o famoso “falar mal” das batalhas de rap, que desde “Roxanne’s Revenge” (1984) faz parte dos “50 anos de hip hop”. Na faixa, Ebony expõe, sem papas na língua, os rappers brasileiros, citando nominalmente BK’, Baco Exu do Blues, Filipe Ret, L7NNON, Orochi, Djonga e Kyan, entre outros, enquanto reclama da falta de apoio às mulheres da cena. “Espero que vocês entendam, vida / Adoro as músicas, mas preciso provar meu ponto / Eu tenho o rosto, eu tenho o corpo e eu tenho a rima / Se eu tivesse um p*u, os bofes iam tá mamando”, diz o refrão. Logo que saiu, na madrugada, o diss foi parar entre os tópicos mais comentados do X (antigo Twitter), a princípio muito criticado. Mas logo as opiniões mudaram, conforme a faixa foi ganhando enorme repercussão, inclusive entre os rappers citados. Repercussão Um dos primeiros a comenter foi Baco Exu do Blues. Na música, Ebony cita a parceria que o rapper fez com Luísa Sonza. Diz a letra: “Soube que o Baco disse que eu sou superestimada por ser sudestina / Mas me botou nos melhores pra eu ver a rotina / No início achei que era onda / Aí ele foi e fez um feat com a Luiza Sonza / P*rra vida por favor se manda sustenta tua banca / Nem sou tua namorada e me trocou por branca”. Baco gostou da alfinetada. “Espero que depois de hoje toda essa galera continue consumindo o trampo da Ebony e de outras minas. Foi brabo, me lembrou 2016”, escreveu no X (antigo Twitter), mas depois apagou. L7nnon, sobre quem Ebony disse não ter decidido se era preto ou branco, publicou um vídeo no Instagram e também elogiou, falando da amizade que tem com Ebony e que a rapper merece ter mais visibilidade. “Conheço a Ebony mó tempão, bem no início da minha carreira. Sempre que a gente se vê, a gente fala muito sobre esse tempo… talvez você achou que iria se estressar ou rebater. Nós não está aqui para rebater, estamos aqui para voltar os olhares para as minas, para as pessoas que tem falta de oportunidade… Ebony é uma mina que sou fã, preta, que veio debaixo, estudada… uma pessoa que entende a parada mesmo”, disse o rapper. Filipe Ret foi outro fã, destacando a importância de cada artista seguir sua verdade. “Ai, Ebony amassou, tirou onda! Papo reto… o pique é esse mesmo, faz seu som, faz sua verdade… quem sou eu pra te falar alguma coisa também, para te aconselhar alguma coisa… mas parabéns, amassou, tirou onda”, aplaudiu. Já Major RD brincou com o comentário da letra, que fala que ele “só faz feat com quem ele come”. “Se a Ebony soubesse que eu não tô pegando nem resfriado ultimamente… Dias de Luta”, zoou o rapper.
Milton Nascimento lança disco com Chitãozinho & Xororó no “Som Brasil”
O cantor Milton Nascimento, que se aposentou dos palcos no ano passado ao completar 80 anos, está lançando um disco novo nesta quarta (15/11). A surpresa é que o EP, intitulado “Outros Cantos”, foi gravado em parceria com a dupla Chitãozinho & Xororó. São sete faixas com uma seleção de sucessos de ambas as partes, como “Evidências”, um clássico da música sertaneja, e “Nos Bailes da Vida”, uma dos hinos mais conhecidas de Milton. Gravado remotamente, o projeto teve Milton trabalhando entre o Rio de Janeiro e Juiz de Fora, enquanto a dupla realizou suas contribuições em Campinas. Júnior, filho de Xororó, também participou da produção. Apesar da separação física, o álbum simboliza a união dos diferentes estilos musicais, e marca a estreia de Milton no gênero sertanejo. A primeira aparição conjunta dos artistas com o projeto também vai acontecer nesta quarta-feira, no programa “Som Brasil”, transmitido pela TV Globo após a novela “Todas as Flores”. Comandada por Pedro Bial, a edição trará histórias de carreira dos artistas e performances das músicas do disco. Veja uma prévia do programa especial abaixo. A união de LENDAS da música brasileira para um novo projeto merecia um Som Brasil especial, né? No próximo dia 15, logo após 'Todas as Flores', Milton Nascimento e Chitãozinho e Xororó vão abrilhantar a minha telinha! ✨ #SomBrasil pic.twitter.com/mRPgTiOT3c — TV Globo 📺 (@tvglobo) November 9, 2023
Iza é a grande vencedora do Prêmio Multishow, marcado por maratona de shows
A cantora Iza foi a grande vencedora do Prêmio Multishow 2023, ao conquistar três das principais categorias da premiação realizada no Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo na Globo, Globoplay e Multishow na noite de terça-feira (7/11). Ela venceu como Artista do Ano, Capa (do álbum “Afrohits”) e Música Pop com “Fé nas Maluca”, parceria com MC Carol – categorias votadas por um júri dito especializado. Já no voto popular, Ludmilla foi quem se destacou, conquistando duas vitórias como Voz do Ano (a versão Artista do Ano segundo o público) e Show (“Numanice”). O cantor Xande de Pilares também teve duas vitórias, pelo Álbum do Ano, “Xande canta Caetano”, e na categoria de Pagode com “Muito Romântico”, assim como a cantora Simone Mendes, Hit do Ano e Melhor do Sertanejo com “Erro Gostoso”. Planet Hemp e Criolo venceram como Melhor Rock (“Distopia”), Dennis DJ e Kevin O Chris faturaram em Funk (“Tá OK”), Elza Soares foi premiada postumamente em MPB (“No Tempo da Intolerância”), Leo Santana com Axé/Pagodão (“Zona de Perigo”), João Gomes no Forró/Piseiro (“Pequena Flor”), Nadson O Ferinha e novamente João Gomes no Brega/Arrocha (“Sinal”) e a dupla inusitada Kleber Lucas e Caetano Veloso na categoria Cristã (“Deus Cuida de Mim”). Além da entrega dos troféus, a cerimônia foi marcada por muitos números musicais e pela apresentação de Tata Werneck, Tadeu Schmidt e Ludmilla. A cantora, por sinal, pediu um minuto de silêncio para cantar o hino nacional, em resposta aos que acharam que ela não sabia a letra, devido a um problema técnico durante sua apresentação no Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, no domingo passado (5/11). A festa contou com uma maratona de artistas no palco, que se sucederam às dezenas, espremidos em apresentações ligeiras que pareciam medleys. A exceção foi Luiza Sonsa, que apresentou uma versão modificada da letra de “Chico” e a inédita “La Muerte”, cantada em espanhol – talvez como compensação por ter saído sem nenhuma conquista na noite. A seleção de shows ao vivo contou com muitas colaborações, algumas inusitadas como o DJ Pedro Sampaio com a banda NX Zero, Joelma, Samuel Rosa e Tati Quebra-Barraco, outras esperadas como Xande de Pilares e Caetano Veloso e o reencontro entre Belo e Soweto. Os destaques da noite incluíram ainda a união de Iza, Jão e Melly com Lulu Santos para cantar “Assim Caminha a Humanidade”, e um tributo de Liniker, Pitty e Gloria Groove a Erasmo Carlos, Rita Lee e Gal Costa. Confira abaixo os melhores shows e os vencedores da premiação. Vencedores da votação popular Clipe TVZ do Ano “Pilantra” – Anitta e Jão Hit do Ano “Erro Gostoso” – Simone Mendes Álbum do Ano “Xande Canta Caetano” – Xande de Pilares Show do Ano Ludmilla com Numanice (2023) Voz do Ano Ludmilla Vencedores do júri especializado Artista do Ano Iza Revelação Melly Capa do Ano “Afrodhit” – Iza Instrumentista do Ano Pretinho da Serrinha DJ do Ano Alok Produção musical do Ano Pretinho da Serrinha Pop do Ano “Fé nas Maluca” – Iza e MC Carol Funk do Ano “Tá OK” – Dennis DJ e Kevin O Chris Hip Hop do Ano “Penumbra” – Djonga, Sarah Guedes e Rapaz do Dread Rock do Ano “Distopia” – Planet Hemp e Criolo MPB do Ano “No Tempo da Intolerância” – Elza Soares Samba e Pagode do Ano “Muito Romântico” – Xande de Pilares Axé e Pagodão do Ano “Zona de Perigo” – Leo Santana Sertanejo do Ano “Erro Gostoso (Ao Vivo)” – Simone Mendes Forró e Piseiro do Ano “Pequena Flor”, de João Gomes Brega e Arrocha do Ano “Sinal” – Nadson O Ferinha e João Gomes Cristã do Ano “Deus Cuida de Mim” – Kleber Lucas e Caetano Veloso
Globo exibe Prêmio Multishow pela primeira vez
O Prêmio Multishow comemora 30 edições nesta terça-feira (7/11) com sua primeira transmissão pela TV Globo. A cerimônia, que começa na TV aberta às 23h15, contará com apresentação de Tatá Werneck (veterana da premiação), de Tadeu Schmidt (apresentador do “BBB”) e da cantora Ludmilla, que disputa alguns troféus da noite. Refletindo a expansão do mercado musical brasileiro, a premiação deste ano inchou e consagrará 23 categorias, 10 a mais que no ano passado. A votação de 17 categorias é responsabilidade de cerca de 700 pessoas da chamada Academia Prêmio Multishow, enquanto o público elege outros cinco vencedores em votação online: Clipe TVZ, Hit do Ano, Show do Ano, Voz do Ano e Categoria Brasil, onde o Multishow indicou as músicas de maior destaque em cada estado do país. Artistas com mais indicações Junto de Ludmilla, as cantoras Luísa Sonza, Iza e Anitta estão entre os destaques entre as indicações, assim como o hit musical “Tá Ok”, parceria de Dennis DJ e Kevin O Chris. Luísa Sonza e Iza lideram a lista de nomeações, com sete cada. A diferença é que todas as indicações de Luísa são por trabalhos próprios, enquanto Iza participa com parcerias de outros artistas. Elas são seguidas por Ludmilla com seis e Anitta com cinco. A melhor disputa acontece na categoria Clipe TVZ do Ano, em que Luísa trava uma disputa com Iza e ainda tem Anitta em dose dupla. Shows ao vivo Mas o evento não se resume apenas à entrega de prêmios. Estão previstos shows de nada menos que 38 artistas, incluindo um esquenta na TV paga e no streaming. A noite começa para valer com uma performance que celebra os 30 anos do prêmio com Pedro Sampaio, Gabriel O Pensador, Joelma, NX Zero, Samuel Rosa e Tati Quebra Barraco. Também estão previstos shows de Aline Barros, Preto no branco, BK’, Filipe Ret, MV Bill, Tasha & Trace, Duda Beat, Manu Bahtidão, Marina Sena, MC Nem, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Liniker, Pitty, IZA, Jão, Melly, Lulu Santos, Ana Castela, Simone Mendes, Carlinhos Brown, BaianaSystem, Rachel Reis, Luísa Sonza e uma parceria entre Xande de Pilares e Caetano Veloso, interpretando canções do álbum “Xande Canta Caetano”. Começa antes no streaming e TV paga Além da transmissão na Globo, a festa poderá ser acompanhada pelo Globoplay e pelo próprio Multishow, que exibirão o evento completo e detalhes antecipados. No Globoplay, a transmissão começa às 20h com sinal aberto, disponível para não-assinantes, num aquecimento que contará com atrações musicais e vai anunciar os seis primeiros vencedores da noite. Já o Multishow abre sua transmissão ao vivo às 21h20, direto do tapete vermelho, onde Kenya Sade, Dedé Teicher e Laura Vicente entrevistarão os convidados, indicados e anunciarão os ganhadores de mais quatro categorias. A cerimônia oficial começa às 22h05 com transmissão também da Rádio Globo. Apesar disso, a TV Globo só vai passar a exibir o evento a partir das 23h15, após mais de uma hora de seu início oficial. A falta de preocupação com o fato se deve ao mau costume adquirido em suas transmissões do Oscar. Confira as categorias Clipe TVZ do Ano “Funk Rave” – Anitta “Pilantra” – Anitta e Jão “Campo de Morango” – Luísa Sonza “Conexões de máfia” – Matuê e Rich the Kid “Fé nas malucas” – Iza e MC Carol “Tá Ok” – Dennis DJ e Kevin O Chris Hit do Ano “Zona de perigo” – Leo Santana “Posturado e calmo” – Leo Santana “Chico” – Luísa Sonza “Erro gostoso” – Simone Mendes “Nosso quatro” – Ana Castela “Tá Ok” – Dennis DJ e Kevin O Chris Álbum do Ano “AFRODHIT” – Iza “Escândalo Íntimo” – Luísa Sonza “Ícarus” – BK’ “No Tempo da Intolerância” – Elza Soares “Super” – SUPER “Xande canta Caetano” – Xande de Pilares Show do Ano Ludmilla com Numanice (2023) Ludmilla com Rock in Rio (2022) BaianaSystem e Olodum com OlodumBaiana BK com ICARUS Marisa Monte com turnê “Portas” (2023) Titãs com turnê “Titãs Encontro” (2023) Voz do Ano Gloria Groove Iza Liniker Ludmilla Luísa Sonza Marina Sena Lista das categorias para votação do júri especializado Artista do Ano Ana Castela Anitta Iza Jão Ludmilla Luísa Sonza Revelação Carol Biazin Kay Black Melly Nadson o Ferinha Thiago Pantaleão Veigh Capa do Ano “Afrodhit” – Iza “Escândalo íntimo” – Luísa Sonza “Icarus” – BK’ “O dono do lugar” – Djonga “Super” – Jão “Vício inerente” – Marina Sena Instrumentista do Ano Amaro Freitas Hamilton de Holanda Jonathan Ferr Pretinho da Serrinha Rafael Castilhol Silvany Sivuca DJ do Ano Alok Dennis DJ MU540 Pedro Sampaio Vhoor Vintage Culture Produção musical do Ano Douglas Moda Iuri Rio Branco Mu540 Nave Papatinho Pretinho da Serrinha Brega e Arrocha do Ano “Anota Aí (Ao Vivo)” – Avine Vinny, NATTAN “Cadê Seu Namorado Moça?” – Thales Lessa e Nadson O Ferinha “Duas (Versão Arrocha)” – Dilsinho, Nadson O Ferinha e Rafinha RSQ “Love Gostosinho” – NATTAN e Felipe Amorim “Sinal” – Nadson O Ferinha e João Gomes “Toca o Trompete” – Felipe Amorim Cristã do Ano “Deixa” – Maria Marçal “Deserto (Ao Vivo)” – Maria Marçal “Deus Cuida de Mim” – Kleber Lucas e Caetano Veloso “Me Atraiu” – Gabriela Rocha “Ninguém Explica Deus” – Clovis e Ton Carfi “Todavia Me Alegrarei (Ao Vivo)” – Sarah Beatriz Hip Hop do Ano/strong> “Ballena” – Vulgo FK, MC PH, Veigh e Pedro Lotto “Conexões de Máfia” – Matuê e Rich the Kid “Coração de Gelo” – WIU “Melhor Só” – Kayblack, Baco Exu do Blues e Marquinho no Beat “Novo Balanço” – Veigh, Bvga Beatz e Prod Malax “Penumbra” – Djonga, Sarah Guedes e Rapaz do Dread MPB do Ano “Bateu” – Gilsons, Rachel Reis e Mulu “Céu Rosé” – Gilsons e Lagum “Chico” – Luísa Sonza “Grão de Areia” – Rubel e Xande de Pilares “No Tempo da Intolerância” – Elza Soares “Vem Doce” – Vanessa da Mata Pop do Ano “AMEIANOITE” – Pabllo Vittar e Gloria Groove “Fé nas Maluca” – IZA e MC Carol “Me Lambe” – Jão “Pilantra” – Jão e Anitta “Sintomas de Prazer” – Ludmilla “Tudo Pra Amar Você” – Marina Sena Axé e Pagodão do Ano “Cria da Ivete (Ao Vivo)” – Ivete Sangalo “Dejavú” – Àttooxxá part. Liniker “Pitbull Enraivado” – Oh Polêmico “Posturado e Calmo” – Leo Santana “Soca Fofo” – A Dama “Zona de Perigo” – Leo Santana Forró e Piseiro do Ano “Chorei na Vaquejada”, de Eric Land e Tarcísio do Acordeon “Coladin (Minha Deusa)”, de Zé Vaqueiro “Pega o Guanabara (Ao Vivo)”, de Wesley Safadão e Alanzim Coreano “Pequena Flor”, de João Gomes “Pra Que Fui Me Apaixonar”, de João Gomes e Iguinho e Lulinha “Prejudicado”, de João Gomes Funk do Ano “Faz um Vuk Vuk (Teto Espelhado)” – Kevin O Chris “Funk Rave” – Anitta “Namora Aí” – MC Ryan SP, MC Daniel e Kotim “Novidade na Área” – MC Livinho e DJ Matt D “Tá OK” – Dennis DJ e Kevin O Chris “Vai Novinha Ah, Ah, Ah” – DJ Dyamante Rock do Ano “Aos Poucos” – Supercombo “Distopia” – Planet Hemp e Criolo “Electric Fish” – Ana Frango Elétrico “Segredo” – Sophia, Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo “Taca Fogo” – Planet Hemp “Você Vai Lembrar de Mim” – NX Zero Samba e Pagode do Ano “Diferentão (Ao Vivo)” – Dilsinho “Insônia” – Ludmilla e Marília Mendonça “Interessante” – Ferrugem “Lapada Dela (Ao Vivo)” – Grupo Menos é Mais e Matheus Fernandes “Me Perdoa” – Ferrugem e Iza “Muito Romântico – Xande de Pilares Sertanejo do Ano “Doi” – Jorge e Mateus “Erro Gostoso (Ao Vivo)” – Simone Mendes “Oi Balde (Ao Vivo)” – Zé Neto e Cristiano “Narcisista (Ao Vivo)” – Maiara e Maraisa “Nosso Quadro” – Ana Castela “Solteiro Forçado (Boiadeira Internacional)” – Ana Castela
Nem Caetano Veloso sabe responder questão do Enem sobre sua música
Caetano Veloso foi desafiado por sua esposa, Paula Lavigne, a responder uma questão do Enem que envolvia interpretação de letras de suas músicas, “Alegria, Alegria” e “Anjos Tronchos”. O teste aconteceu no domingo (5/11) e exigia que os candidatos identificassem conexões entre as letras das duas músicas mencionadas, o que Veloso achou ambíguo. O próprio autor das músicas expressou incerteza sobre a resposta, comentando que todas as alternativas pareciam corretas, mas inclinou-se pelas opções B e D após uma análise mais detalhada. “Quando li, achei que são todas [corretas]”. Ele chega a escolher a letra A, mas mais adiante, Caetano indicou as alternativas B e D como as mais apuradas, segundo vídeo divulgado por Lavigne. Todas as alternativas abaixo “‘Referência às cores como elemento de crítica a hábitos contemporâneos’, na verdade tem isso nas duas letras”, disse o artista em referência à opção A. Mas quando Paula pergunta se ele não acha que a resposta certa é a B – alternativa que apareceu na maioria dos gabaritos extraoficiais, Caetano muda de ideia: “‘Percepção da profusão de informações gerada pela tecnológica’. É, está certo. B de bola”. O artista diz que a alternativa C, que fala da “contraposição entre os vícios e as virtudes da vida moderna”, também poderia ser considerada correta. Então, passa então a avaliar a alternativa D, “Busca constante pela liberdade de expressão individual”. “Eu achei que era essa, mas aí todo mundo falou: Não, é B”, diz Paula. “Eu acho [que é essa] também”, responde Caetano. Para completar, ele ainda afirma que a opção E, “Crítica à finalidade comercial das notícias”, também parece estar certa. Mas, depois de avaliar, completa: “B e a D são, aparentemente, as mais apuradas assim”. E a resposta certa é… Professores do Curso Anglo, que fazem análise extraoficial do conteúdo, cravaram B. E provavelmente será a resposta do gabarito oficial. Mas, falando sério, o recorte citado de “Alegria, Alegria” – “O Sol nas bancas de revistas/ Me enchem de alegria e preguiça/ Quem lê tanta notícia/ Eu vou/ Por entre fotos e nomes/ Os olhos cheios de cores/ O peito cheio de amores vãos” não expressa tecnologia, e sim tédio e comercialização de notícias. Aparentemente, os “professores” consideram a invenção da imprensa no século 19 como tecnologia. Mas a música se refere à revistas como “Fatos e Fotos”, precursora das páginas de fofocas, ao citar Bardot e Cardinalle “por entre fotos e nomes”. A passagem de “Anjos Tronchos” é ainda mais explícita no sentido da letra E, de errada para eles: “Uns anjos tronchos do Vale do Silício/ Desses que vivem no escuro em plena luz/ Disseram: Vai ser virtuoso no vício/ Das telas dos azuis mais do que azuis/ Agora a minha história é um denso algoritmo/ Que vende venda a vendedores reais/ Neurônios meus ganharam novo outro ritmo/ E mais, e mais, e mais, e mais, e mais”. O gabarito oficial será divulgado no dia 24 de novembro (quinta-feira), e os estudantes ainda têm pela frente as provas de matemática e ciências da natureza, agendadas para o próximo domingo (12). 📚Isso resume o nosso ensino de hoje dos professores e jornalistas, eles pegam uma frase e interpretam do jeito deles e forçam goela abaixo que a população aceite as afirmações deles e foda si o autor. Nem Caetano Veloso não consegue responder a pergunta do ENEM que citava as… pic.twitter.com/1UYqxWvPyD — Insanus Insensatos (@mdfdecors) November 6, 2023
Hora do Faro | Melody explora o ato de cantar versão de Anitta sem autorização
Cada vez mais conhecida por lançar versões de músicas sem autorização, a cantora Melody causou um momento de preocupação em Rodrigo Faro ao participar do programa “Hora do Faro” da Record TV neste domingo (5/11). Ela foi convidada para apresentar seu novo sucesso, “Cara de Anjo”. No entanto, a revelação de que a música é uma reinterpretação de “Meiga e Abusada”, um dos primeiros hits de Anitta, desencadeou uma sequência de questionamentos por parte do apresentador. Melody admitiu a inspiração, mas ressaltou: “Na verdade, quando me mandaram, eu nem lembrava que era da Anitta”. Ela ainda criticou o clipe original de Anitta, sugerindo que a versão “anterior” estava “meio ultrapassada”, por isso deu um toque pessoal na sua interpretação. Corre risco? Rodrigo Faro, então, questionou a autorização legal para a reinterpretação. “Só uma pergunta: você ligou pra Anitta pra pedir [autorização]?”. Diante da negativa de Melody, Faro expôs sua preocupação: “Corre o risco de você cantar aqui e assim, de repente, o programa sair do ar?”. A jovem cantora respondeu com humor, fingindo sair do palco antes de retornar para a performance. A situação ganhou um tom mais leve com as intervenções humorísticas de Faro, que brincou: “Corre pra baixar a música logo antes que cancele de novo. Anitta, não tenho nada a ver com isso, tá?”. A discussão se estendeu mesmo após a apresentação, com Faro insistindo sobre a reação de Anitta: “É a primeira vez que você canta essa música, né?”. Melody confirmou, e ao ser questionada sobre a autorização de Anitta, retrucou: “Eu soltei na internet, ela viu e falou: ‘Será que eu vou autorizar?’. E é isso”. Faro deu um sorriso amarelo e brincou com o público: “Se você tá ouvindo ela cantar é porque a Anitta autorizou”. Melody lança sua música nova no palco do #HoraDoFaro 🎤 Escuta só esse hit! pic.twitter.com/0eiBIaI0DF — Hora do Faro (@horadofaro) November 5, 2023
Måneskin canta clássico de Cazuza e grava “Caldeirão do Mion”
A banda italiana Måneskin surpreendeu o público brasileiro com uma performance especial da clássica canção “Exagerado”, de Cazuza, durante seu show no Rio na noite de quarta-feira (1/11), Ao introduzir a canção, o cantor Damiano David explicou que a banda gostou da palavra que dá nome à faixa. E interpretou a música, acompanhado pelo guitarrista Thomas Raggi, num português afiadíssimo, que contagiou o público. Måneskin já tinha criado um laço com o público brasileiro em sua apresentação anterior no Rock in Rio em 2022. Depois disso, Damiano ainda participou do clipe de “Mil Veces”, de Anitta, e prestigiou a festa de Halloween da brasileira, que aconteceu na terça (31/11) no Rio. A banda também gravou uma participação no programa de TV “Caldeirão com Mion”, apresentado por Marcos Mion, que será transmitida no sábado (4/11). Em uma publicação no Instagram, Marcos Mion manifestou sua gratidão aos músicos, ressaltando a energia e intensidade que trouxeram ao palco do programa. Nesta sexta (3/11), a banda ainda se apresenta em São Paulo, no Espaço Unimed. Os shows brasileiros fazem parte da turnê do álbum “RUSH!”, que a banda lançou em janeiro. Maneskin cantando Exagerado do Cazuza 🫶🏻 #maneskin pic.twitter.com/nkOJUbftO0 — Lívia Regly ~ IG @ruivadefarmacia (@LiviaRegly) November 2, 2023 MANESKIN CANTANDO EXAGERADO DO CAZUZA NO RIO DE JANEIRO 🥲🖤 pic.twitter.com/IDZNeUCKkk — ♡ gabbie Ψ (@ikauffmyself) November 2, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcos Mion (@marcosmion)












