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  • Música

    Elis: Trailer do filme de Elis Regina já foi visto mais de 2 milhões de vezes

    23 de outubro de 2016 /

    O trailer do filme “Elis”, cinebiografia da cantora Elis Regina, está despertando grande curiosidade do público brasileiro. Ele já se tornou o mais rápido trailer brasileiro a ultrapassar a marca de 1 milhão de visualizações na internet, feito atingido em menos de 24 horas apenas com o vídeo disponibilizado no Facebook. Além disso, deixou para trás outra marca, de 2 milhões de visualizações em três dias, somando o público da rede social e do YouTube. O trailer também foi compartilhado mais de 50 mil vezes no Facebook. Vencedor de três Kikitos no 44º Festival de Gramado – Melhor Filme pelo júri popular, Melhor Atriz para Andréia Horta, intérprete de Elis, e melhor montagem para Tiago Feliciano -, o longa resume a carreira e a vida pessoal da artista gaúcha como a chegada ao Rio de Janeiro no dia do Golpe de 1964, o primeiro contato com o boa praça Luiz Carlos Miéle e o charmoso Ronaldo Bôscoli, seu primeiro marido, o rápido sucesso e amadurecimento musical, o terror imposto pelos militares, a parceria amorosa e artística com o pianista César Camargo Mariano, que rendeu espetáculos históricos como “Falso Brilhante”, a maternidade e o fim da vida. No elenco, também estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis. Em participações especiais, aparecem ainda Rodrigo Pandolfo, como Nelson Motta; Isabel Wilker, como Nara Leão; e Icaro Silva, como Jair Rodrigues. O filme marca a estreia em longas do diretor Hugo Prata (da série infantil “Castelo Ra-tim-bum”), e foi escrito por Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”) e Vera Egito (“À Deriva”), com participação do próprio Prata. A estreia está marcada para 24 de novembro. Para aumentar ainda mais as visualizações do trailer oficial, dê play no vídeo abaixo.

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  • Música

    Cinebiografia da cantora Elis Regina ganha trailer e fotos

    19 de outubro de 2016 /

    A Downtown Filmes divulgou o primeiro trailer, as fotos e o pôster de “Elis”, cinebiografia da cantora Elis Regina. A prévia chama logo atenção para o desempenho de Andréia Horta (de “Liberdade, Liberdade”), que fisicamente não é parecida com a diva da MPB, mas se transforma nela conforme incorpora o gestual, a atitude e o riso gengival que virou marca registrada da cantora. Não por acaso, ela venceu o Kikito de Melhor Atriz pelo papel, no Festival de Gramado deste ano. O vídeo também pincela alguns momentos marcantes de sua carreira, do deboche sofrido como “cantora de churrascaria” – preconceito por ser gaúcha – até a consagração com a criação de um novo gênero musical para classificar seu talento, uma tal de MPB. Também há passagens de explosões de seu gênio difícil, que lhe rendeu o apelido de “Pimentinha”, e sua difícil relação com a ditadura militar. “Elis” também foi eleito o Melhor Filme na votação do público de Gramado, e ainda venceu o Kikito de Melhor Montagem (Tiago Feliciano). O filme marca a estreia em longas do diretor Hugo Prata (da série infantil “Castelo Ra-tim-bum”), e foi escrito por Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”) e Vera Egito (“À Deriva”), com participação do próprio Prata. No elenco, também estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis. Em participações especiais, aparecem ainda Rodrigo Pandolfo, como Nelson Motta; Isabel Wilker, como Nara Leão; e Icaro Silva, como Jair Rodrigues. A estreia está marcada para 24 de novembro.

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  • Música

    Estreias: Animação infantil Cegonhas é o maior lançamento da semana

    22 de setembro de 2016 /

    A semana traz dez lançamentos, além de uma exibição limitadíssima de “Pequeno Segredo” no interior do RS. Parece muito, mas dessa lista só três frequentarão os shoppings, dois deles com estreia simultânea com os EUA. A animação “Cegonhas – A História que Não Te Contaram” tem a distribuição mais ampla, ocupando 807 salas (594 em 3D). Bem infantil, sequer aborda a premissa que a inspirou: de onde vem os bebês. A trama mostra que as cegonhas abandonaram o negócio de entrega de bebês para se concentrar no lucrativo serviço de entregas de celular de última geração. Mas quando um bebê aparece no depósito das mercadorias, uma jovem órfã ruiva, que nenhuma cegonha entregou, convence o herdeiro do negócio a retomar o hábito perdido e encontrar uma família para o pequeno pacote babão. Fofo até enjoar, o filme dividiu a crítica americana (56% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e chega ao Brasil com as vozes de Klebber Toledo (novela “Lado a Lado”), Tess Amorim (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e Marco Luque (programa “Altas Horas”). A outra estreia simultânea com os EUA é o western “Sete Homens e um Destino”, remake anacrônico do filme de 1960, que chega em 340 salas (12 em Imax). Fruto do revisionismo afetado do cinema americano atual, apresenta um Velho Oeste sem conflitos raciais, em que pistoleiros de diferentes etnias (a ONU do Velho Oeste) se unem para expulsar um bando com perfil de terroristas radicais (o Estado Islâmico do Velho Oeste), que atormenta uma cidadezinha de pacatos cidadãos brancos. Até os westerns spaghetti, rodados na Espanha com atores italianos, eram mais realistas. Mas se não dá para levar muito a sério este trabalho do diretor Antoine Fuqua (“O Protetor”), é possível se divertir bastante com ele, graças ao elenco imponente, com Denzel Washington (“O Protetor”), Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), Ethan Hawke (“Boyhood”) e Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”) trocando tiros e bancando machões. 65% no Rotten Tomatoes. Apenas um dos quatro lançamentos nacionais da semana chega em todo o país, e é mesmo mais um besteirol. Sem criatividade alguma, “Tô Ryca” leva a 420 telas outra história de pobre que enriquece de uma hora para outra, como “Até que a Sorte nos Separe” (2012), “Vai que Cola: O Filme” (2015) e “Um Suburbano Sortudo” (2016). A diferença, além do sexo da protagonista, é que, para ganhar uma grande herança, a personagem central precisa perder milhões de propósito – e não por acidente. Diferença? A premissa genérica é a mesma do livro “Brewster’s Millions”, de George Barr McCutcheon, já filmado 11 vezes desde 1914, inclusive com duas versões indianas. A filmagem mais conhecida, “Chuva de Milhões” (1985), passou repetidas vezes na TV brasileira e inclui na história uma trama da eleição que também está no roteiro brasileiro! Estrelado por Samantha Schmutz (“Vai que Cola: O Filme”) em seu primeiro papel de protagonista, o filme registra o último trabalho da atriz Marília Pêra (“Pixote: A Lei do Mais Fraco”), falecida em dezembro. Assim como na semana passada, a melhor estreia da programação também é um filme brasileiro restrito a poucas salas. Exibido em apenas 17 telas, “O Silêncio do Céu” representa o amadurecimento do diretor Marco Dutra, que troca o terror de “Trabalhar Cansa” (2011) e “Quando Eu Era Vivo” (2014) pelo suspense sufocante. Tenso do começo ao fim, o filme acompanha o desdobramento de um ato de violência, o estupro de uma mulher, testemunhado em segredo e sem querer por seu marido. Envergonhados, nenhum dos dois fala sobre o assunto, como se não tivesse acontecido, embora o marido se torne obcecado em se vingar do responsável. Rodado em Montevidéu e falado em espanhol, a produção destaca a brasileira Carolina Dieckmann (“Entre Nós”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”) nos papéis principais. Os outros dois títulos nacionais são anti-comerciais, cada um a seu modo. Distribuído em nove salas de seis cidades, “Charlote SP” se orgulha de ser o primeiro longa nacional rodado com câmeras de celular. Praticamente um filme de estudante de cinema, traz como protagonista, lógico, um jovem que quer ser cineasta e que namora, obviamente, uma modelo. “Nervos de Aço” também é protagonizado por um diretor, mas de teatro, e vai na linha oposta, com câmeras profissionais, bom acabamento e um cineasta de ficha corrida: Maurice Capovilla, marginal cinematográfico desde os anos 1960. O longa teve première há dois anos no Festival Cine Ceará e a demora para encontrar circuito reflete seu formato “experimental”. A produção parte de um musical inspirado no repertório clássico de Lupicínio Rodrigues para fazer metalinguagem, contando uma historinha interpretada pelos próprios músicos, entre canções apresentadas num teatro e com o elenco dialogando com o público. Arrigo Barnabé estrela como o diretor teatral que também é cantor e, ainda por cima, namora a cantora da banda. A exibição começa em apenas uma sala no Rio e pretende aumentar seu alcance na próxima semana. As últimas novidades são quatro lançamentos europeus. Gérard Depardieu chegou a vir ao Rio para lançar “O Vale do Amor”, drama que ele estrela com Isabelle Huppert, sem circuito divulgado. Além do enorme talento, a dupla demonstra uma química inegável, construída ao longo das décadas – este é seu terceiro encontro nas telas, após 35 anos da última parceria. Por coincidência, na trama eles vivem um casal separado há muitos anos, que se reencontra no Vale da Morte, na Califórnia, para cumprir o último desejo do filho, morto seis meses antes. Ambos foram indicados ao César (o Oscar francês) por seus papéis. As demais estreias não empolgam. O drama “Lembranças de um Amor Eterno” leva a 46 salas o pior filme do diretor italiano Giuseppe Tornatore, em que Jeremy Irons (“Batman vs. Superman”) é um astrônomo num relacionamento à distância com Olga Kurylenko (“Oblivion”). O mesmo ator também vive um acadêmico na produção inglesa “O Homem que Viu o Infinito”, cinebiografia apelativa e reducionista do gênio autodidata indiano S. Ramanujan, interpretado por Dev Patel (“O Exótico Hotel Marigold”), em 25 salas. Por fim, merecendo apenas seis salas, “Belas Famílias” perpetua os clichês das comédias francesas sobre infidelidade, desperdiçando o bom ator Mathieu Amalric (“O Escafandro e a Borboleta”).

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  • Xingo Cariri Caruaru Carioca - Carlos Malta
    Música

    Documentário sobre viagem musical de Carlos Malta pelo Brasil vence o Festival In-Edit

    20 de setembro de 2016 /

    O documentário “Xingu Cariri Caruaru Carioca” foi o vencedor da mostra competitiva nacional do Festival In-Edit Brasil 2016. Dirigido por Beth Formaggini (do curta “Angeli 24 Horas”), o filme acompanha o músico Carlos Malta a quatro pontos do Brasil para encontrar músicos importantes na tradição do pífano, como João do Pife e ​Dona Isabel Marques da Silva, a “Zabé da Loca”. Ele também será exibido em outubro no In-Edit Barcelona, com a presença da diretora. O Júri também deu menção honrosa a dois documentários: “Danado de Bom”, de Deby Brennand, sobre João Silva, compositor e parceiro de Luiz Gonzaga, e “Waiting for B.”, de Paulo César Toledo e Abigail Spindel, sobre os fãs da cantora Beyoncé que acamparam em frente ao estádio do Morumbi durante dois meses para ver o show. “Waiting for B.” também venceu o prêmio do público como Melhor Documentário do festival. O Júri desta edição foi formado pela jornalista e documentarista Flávia Guerra (“Karl Max Way”), o cantor e compositor Péricles Cavalcanti (“Anna K.”) e o jornalista e documentarista Ricardo Calil (“Eu Sou Carlos Imperial”).

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  • Novos Baianos
    Música

    Turnê da volta dos Novos Baianos vai ganhar documentário

    13 de setembro de 2016 /

    A turnê que reúne a formação clássica da banda Novos Baianos vai virar filme. O diretor Paulo Fontenelle (“Divã a 2”) está preparando um documentário sobre os shows, que já passaram por São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O documentário deve trazer depoimentos dos músicos Moraes Moreira, Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor e Luiz Galvão, além de imagens dos shows – são 100 apresentações previstas até o final da turnê – e bastidores. Melhor grupo da geração surgida no embalo do Tropicalismo nos anos 1970, os Novos Baianos gravou grandes clássicos da música brasileira como “O Samba da Minha Terra”, “Preta Pretinha”, “Brasil Pandeiro”, “Acabou Chorare”, “Mistério do Planeta” e “A Menina Dança”. Seu segundo LP, “Acabou o Chorare” (1972), é um dos melhores discos nacionais da década de 1970.

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  • Música

    Frank Jorge canta e estrela clipe da trilha de Nós Duas Descendo a Escada

    10 de setembro de 2016 /

    A produtora gaúcha Rainer Cine divulgou o clipe da música “Me Ajude a Lembrar”, de Frank Jorge, que faz parte da trilha sonora do filme “Nós Duas Descendo a Escada”. O vídeo traz o cantor como um balconista encarregado de levar a escada que as duas do título vão descer, para cima e para baixo pelas ruas de Porto Alegre, com direito à passagens por videolocadora e sala de cinema em que o filme está em cartaz. Rodado em preto e branco, o clipe tem direção e produção de Fabiano de Souza e Milton do Prado, sócios da Rainer. Fabiano, claro, é também o diretor do longa-metragem, que foi editado por Milton. “Nós Duas Descendo a Escada” estreou neste fim de semana em “circuito nacional”: em quatro salas apenas – duas em Porto Alegre e duas em São Paulo.

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  • Música

    Antonia Morais vira índia em clipe de música eletrônica

    27 de agosto de 2016 /

    A atriz e cantora Antonia Morais (“Linda de Morrer”) lançou seu novo clipe, “A Santa Máquina”, que, apesar do título em português, é uma música eletrônica cantada em inglês – de autoria da própria Antonia. Filha da atriz Glória Pires (“Nise – O Coração da Loucura”) e do cantor Orlando Morais, a jovem de 24 anos aparece maquiada como uma índia e de topless no clipe (muito bem dirigido por Dauto Galli), enfrentando a si mesma em outra versão pintada para a guerra. Curiosamente, o visual tem uma pegada fashion, mas ainda assim resulta mais realista que a maquiagem usada por sua mãe no filme “Índia, a Filha do Sol”, de 1982. Antonia começou a mostrar sua face musical no ano passado, quando lançou músicas puxadas para o trip-hop, mas o lançamento do primeiro álbum deve ficar só para 2017, já que ela está atualmente envolvida na produção da série “Lúcia McCartney”, em desenvolvimento para o canal pago GNT. Morais vai interpretar a personagem-título da série, adaptada do conto homônimo do escritor Rubem Fonseca (“O Homem do Ano”).

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  • Música

    The Get Down: Comercial com rappers paulistas vira clipe e convite para maratona da série

    13 de agosto de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix, mais uma vez inovando no marketing de suas séries, juntou três artistas do “novo” rap paulista num comercial que está mais para videoclipe. Rodrigo Ogi, Jamés Ventura e Tássia Reis cantam um rap envolvente,com produção musical do Nave e gravada e mixada por Leo Grijó, que convida o espectador a dispensar qualquer festa do fim de semana para encarar uma maratona de “The Get Down”. Série de temática hip-hop, “The Get Down” conta a origem do gênero musical no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54. Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção vai incorporar fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e o crítico de música e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o criador da atração, o cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) para que a série fosse o mais realista possível. “The Get Down” está disponível no Netflix desde sexta (12/8).

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    Elis Regina vai ganhar minissérie da Globo

    1 de agosto de 2016 /

    A rede Globo prepara uma minissérie sobre a vida e a carreira da cantora Elis Regina. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a atração deve ser estrelada por Andreia Horta (atualmente na novela “Liberdade Liberdade”). O projeto terá 10 capítulos e será escrito por Gilberto Braga e João Ximenes Braga, com direção de Dennis Carvalho. Ou seja, só gente de novela. Ainda segundo a colunista, a atração, ainda sem título definido, “não vai esconder a personalidade” de Elis Regina, cuja vida foi marcada por polêmicas. A estreia está programada para janeiro de 2018. Curiosamente, Andreia Horta já vai viver Elis nos cinemas. O filme “Elis” tem direção de Hugo Prata e roteiro do premiado Luiz Bolognesi (“Uma História de Amor e Fúria”), e sua première vai acontecer no Festival de Gramado, que acontece entre 26 de agosto a 3 de setembro na Serra Gaúcha. A estreia comercial está prevista para outubro. Ao contrário do que fez com o bom filme “Tim Maia”, que virou minissérie da Globo, sofrendo cortes, remontagem e inserção de novas cenas e até depoimentos ao estilo de especial televisivo, a minissérie de Elis Regina deve ser um produto diferente do filme, uma vez que Gilberto Braga trabalha nisso desde o final novela “Babilônia”, em 2015.

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    Anitta grava clipe “latino” com diretor de filmes B de ação

    28 de julho de 2016 /

    Anitta troca sua vontade de ser a Beyoncé brasileira pelo desejo de virar Shakira no clipe de “Sim Ou Não”, música que junta levada latina à batidas eletrônicas, e que conta com participação do cantor colombiano Maluma. Apesar de encenado num lugar fechado, que evoca um club dançante qualquer, a gravação foi feita no México, com direção do dominicano Jessy Terrero, que assina produções de Jennifer Lopez, Ricky Martin, Enrique Iglesias, Wisin & Yandel e, claro, Maluma. Ele também já dirigiu filmes B de ação, como “O Rei das Armas” (2010) e “Assassinos de Aluguel” (2012), ambos estrelados pelo rapper 50 Cent – o último, por sinal, com participação de ninguém menos que Robert De Niro. Mas, curiosamente, o resultado do clipe sugere uma versão mais comportada de “Work”, de Rihanna.

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    Filme sobre a banda Planet Hemp vai chegar aos cinemas em 2017

    17 de julho de 2016 /

    A história da banda Planet Hemp vai entrar em cartaz nos cinemas em 2017. Atualmente na reta final de suas filmagens, o longa, intitulado “Anjos da Lapa”, tem o ator Renato Góes (minissérie “Ligações Perigosas”) no papel do rapper Marcelo D2, roteiro de Felipe Braga (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”) e direção da dupla Johnny Araújo (“Depois de Tudo”) e Gustavo Bonafé (assistente na série “Destino: São Paulo”). Com a produção, Araújo se consagra como um dos cineastas mais roqueiros do cinema brasileiro, tendo feito muitos clipes (inclusive de Marcelo D2) e estreado no cinema com “O Magnata” (2007), filme escrito por Chorão, o falecido vocalista da banda Charlie Brown Jr. O elenco também destaca Ícaro Silva (“O Inventor de Sonhos”) no papel de Skunk, co-fundador da banda, que morreu de Aids em 1994, antes do lançamento do primeiro disco. A trama terá a reconstituição dos primeiros shows da banda, no Rio e em São Paulo nos anos 1990, mas focará basicamente na história de amizade entre D2 e Skunk, que originou o Planet Hemp, com direito a perseguição policial e melodrama da vida real. A previsão é chegar aos cinemas no primeiro semestre de 2017.

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    Novela Cheias de Charme será reprisada na véspera de virar filme

    5 de julho de 2016 /

    A Globo descobriu a força da sinergia e programou uma reprise da novela “Cheias de Charme”, sucesso da faixa das 19h em 2012, para após as Olimpíadas do Rio, em setembro, dentro do “Vale a Pena Ver de Novo”. No embalo, o elenco original foi às redes sociais celebrar a notícia. E não é para menos. Afinal, o núcleo central está retomando as mesmas personagens da novela num filme atualmente em desenvolvimento, numa coprodução da Globo Filmes. O marketing, claro, já começa a mostrar serviço com o encaixe da reprise. O filme foi anunciado há exatamente um ano e voltará a reunir Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Taís Araújo (série “O Dentista Mascarado”), Isabelle Drummond (novela “Geração Brasil”), Claudia Abreu (“Rio, Eu Te Amo”), Ricardo Tozzi (novela “Amor à Vida”) e Humberto Carrão (novela “Sangue Bom”). “A quadrilha estará completa nas filmagens!”, postou Leandra há exatamente em julho de 2015 em seu Instagram. As filmagens têm direção de José Henrique Fonseca, que já comandou bons dramas, como “O Homem do Ano” (2003) e “Heleno” (2011), além de episódios da série criminal “Mandrake”. Para completar, ele é casado com uma das estrelas da novela, a atriz Claudia Abreu. Criada por Izabel de Oliveira e Filipe Miguez, a trama da novela acompanhava as três domésticas vivida por Taís, Leandra e Drummond, que, cansadas da vida dura, resolvem formar um grupo musical. Claudia Abreu interpretava uma cantora brega decadente que foi patroa de duas delas. E Ricardo Tozzi vivia um ídolo brega que Leandra idolatrava. A repercussão foi tanta que “as personagens” até gravaram discos, fizeram shows, escreveram livros e viraram brinquedos. Em breve, terão também um filme para recomeçar o ciclo. A data de estreia do longa-metragem só deve ser divulgada após o retorno da novela à televisão.

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  • Filme

    Isis Valverde aparece loira nos bastidores da cinebiografia de Wilson Simonal

    3 de julho de 2016 /

    A atriz Isis Valverde postou no Instagram uma foto dos bastidores de seu novo filme, uma cinebiografia do cantor Wilson Simonal. A imagem em preto e branco também mostra Fabrício Boliveira, que viverá Simonal na película. Os dois já tinham trabalhado juntos em “Faroeste Caboclo” (2013), e voltam a fazer par romântico. Isis escreveu na legenda da foto que “Cinema é amor”. Isis vai interpretar Teresa Pugliese, a mulher de Simonal. Loira no filme, ela também postou uma foto na mesa de maquiagem da produção, durante a transformação para o papel, além de um curto vídeo com Boliveira. Intitulado “Simonal”, o longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). Ainda não há previsão para a estreia. Um vídeo publicado por isisvalverde (@isisvalverde) em Jun 27, 2016 às 7:15 PDT

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