PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    John Romita Sr., lenda dos quadrinhos da Marvel, morre aos 93 anos

    14 de junho de 2023 /

    John Romita Sr., mestre dos quadrinhos e co-criador de personagens icônicos da Marvel, como Wolverine, o Justiceiro e Mary Jane Watson, faleceu aos 93 anos. Sua morte foi anunciada na terça-feira (13/9) à noite no Twitter por seu filho, John Romita Jr., que também é um artista bem-sucedido da Marvel. “Digo isso com um coração pesado, meu pai faleceu pacificamente em seu sono”, escreveu ele. “Ele é uma lenda no mundo da arte, e foi uma honra seguir seus passos… Ele foi o maior homem que já conheci.”   Início de carreira Romita Sr. nasceu em Brooklyn, filho de um padeiro, e se formou na Manhattan School of Industrial Art em 1947. De forma precoce, ele começou a desenhar quadrinhos aos 19 anos, sendo publicado no pioneiro gibi “Famous Funnies”. Por uma década e meia, o artista dividiu seu tempo entre as empresas que eventualmente se tornariam Marvel e DC — Timely Comics e National Comics, respectivamente — trabalhando em vários títulos e ganhando reputação por suas histórias em quadrinhos de romance. Mas com a chegada da década de 1960, os super-heróis dominaram o mercado. Romita começou em 1966 um período de cinco anos trabalhando estritamente com o editor-chefe da Marvel, Stan Lee, na revista do Homem-Aranha, assumindo o lugar do artista Steve Ditko, que havia criado o herói com Lee em 1961, antes de romper a parceria por uma briga.   Amor e morte no Homem-Aranha A passagem de Romita resultou numa revolução na vida do Homem-Aranha, com a introdução de vários dos personagens mais memoráveis de seus quadrinhos, incluindo sua amada Mary Jane Watson e famoso vilão Wilson Fisk, o Rei do Crime. Foi também durante o período de Romita que o Homem-Aranha ultrapassou o Quarteto Fantástico como campeão de vendas da Marvel, fazendo o herói mascarado se tornar o símbolo (o Mickey Mouse) da empresa. Além de criar personagens duradouros no universo do “Homem-Aranha”, o artista também contribuiu para o fim de outros. Foi ele quem assinou a arte do trágico e icônico gibi da morte de Gwen Stacy, considerada uma das melhores histórias do “Homem-Aranha” em todos os tempos. Para compensar sua participação nessa tragédia, também fez a capa da edição histórica do casamento de Peter Parker/Homem-Aranha e Mary Jane em 1987.   Luke Cage, Justiceiro e Wolverine Em 1972, Romita tornou-se o diretor de arte não oficial da Marvel, um cargo que foi formalizado um ano depois, quando contribuiu para a criação do design de vários personagens, incluindo Luke Cage, o Justiceiro e Wolverine. Foi ele também quem redesenhou a Viúva Negra para apresentá-la com seu icônico traje preto de espiã e ainda ilustrou a estreia da primeira versão feminina do Capitão Marvel, Monica Rambeau. Quase todos esses personagens apareceram inúmeras vezes no cinema e na TV, tanto em live-action quanto em animações. Ele deixou a Marvel em 1996, entrando numa semi-aposentadoria — um termo vago, dada sua produção nos anos seguintes, com vários projetos relacionados ao Homem-Aranha para a Marvel e até uma capa para o Superman na DC, a primeira vez que ele trabalhou para a concorrência em meio século. Reconhecido como uma verdadeira lenda dos quadrinhos, Romita Sr. entrou no Hall da Fama dos Prêmios Eisner em 2002 e no Hall da Fama dos Prêmios Inkwell em 2020. Ele deixa sua esposa, Virginia, e dois filhos. John Romita Jr., por sinal, seguiu os passos do pai e virou um dos desenhistas mais celebrados do Homem-Aranha.

    Leia mais
  • Filme

    Cormac McCarthy, autor de “Onde os Fracos Não tem Vez”, morre aos 89 anos

    13 de junho de 2023 /

    Cormac McCarthy, escritor vencedor do Prêmio Pulitzer, que teve várias obras adaptadas para o cinema como “Onde os Fracos Não tem Vez” e “A Estrada”, faleceu nesta terça (13/6) em sua casa em Santa Fé, Novo México (EUA) aos 89 anos. McCarthy era famoso por sua prosa precisa e visão sombria da humanidade, bem como suas tramas violentas e rebeldia contra as aspas e ponto e vírgula, sendo celebrado como um dos principais autores americanos de seu tempo. “Ele é o grande pessimista da literatura americana, usando suas frases para iluminar um mundo em que quase tudo (inclusive a pontuação) já se transformou em pó”, escreveu um perfil de 2009 do jornal The Guardian.   O legado literário Nascido Charles McCarthy em Providence, Rhode Island, o escritor foi casado três vezes e deixa dois filhos, além de um imenso legado na literatura americana. Dentre suas obras mais notáveis, destaca-se a “Trilogia da Fronteira” – composta por “Todos os Belos Cavalos” de 1992, “A Travessia” de 1994 e “Cidades da Planície” de 1998 – e sua tragédia pós-apocalíptica “A Estrada”, publicada em 2006. McCarthy recebeu o Prêmio Pulitzer de Ficção por este último livro perturbador sobre a jornada de um pai e seu filho por um mundo desolado. Seu estilo de escrita distintivo caracterizava-se por “frases simples e declarativas”, conforme o próprio autor. Ele nunca sentiu a necessidade de usar aspas quando seus personagens falavam. Sempre relutante em promover seu trabalho, o autor raramente promoveu sua própria obra, apesar do grande interesse do público. Ele deu poucas entrevistas e se manteve bastante isolado do mundo literário. Porém, a fama veio inevitavelmente com a adaptação de seus romances para o cinema, levando sua visão distinta para um público ainda mais amplo.   Dos livros para as telas Sua primeira obra a ser adaptada para o cinema foi “Todos os Belos Cavalos”, que virou o filme “Espírito Selvagem” em 2000, dirigido por Billy Bob Thornton e estrelado por Matt Damon e Penélope Cruz. Em seguida veio seu título mais popular: “Onde os Velhos Não Tem Vez” virou o vencedor do Oscar “Onde os Fracos Não tem Vez”, dos irmãos Joel e Ethan Coen, vencedor das estatuetas de Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado e Ator Coadjuvante (Javier Bardem). O sucesso do drama criminal dos irmãos Coen despertou o interesse nas obras do escritor, levando à adaptação do impactante “A Estrada” logo em seguida. Lançado em 2009, o filme do diretor John Hillcoat foi estrelado por Viggo Mortensen e venceu o Festival de Cinema do Amazonas, além de vários prêmios da crítica. Em uma reviravolta irônica, McCarthy revelou que originalmente concebeu “Onde os Velhos Não Tem Vez” como um roteiro, mas, após receber um feedback negativo, decidiu transformá-lo em um romance. Ele só foi escrever seu primeiro e único roteiro original para o cinema anos depois. O resultado foi “O Conselheiro do Crime”, com direção de Ridley Scott e um elenco grandioso – Penélope Cruz, Michael Fassbender, Javier Bardem e Cameron Diaz, entre outros – , que entretanto não agradou a crítica especializada. Ele também adaptou sua peça “The Sunset Limited” para o telefilme “Ao Limite do Suicídio” da HBO de 2011, estrelado por Tommy Lee Jones e Samuel L. Jackson, e ainda permitiu que James Franco cometesse a adaptação de seu terceiro livro, “Child of God” (lançado em 1973), num filme estrelado por Tim Blake Nelson em 2013.   Última adaptação de sua obra McCarthy ainda aumentará a lista de obras transformadas em filme em breve. O diretor John Hillcoat, de “A Estrada”, está trabalhando na adaptação de “Meridiano de Sangue”, um romance notável por sua descrição explícita da violência no Oeste americano, o que sempre foi apontado como dificuldade para sua produção – o que já fez várias tentativas anteriores, de nomes notáveis como Ridley Scott, James Franco e Tommy Lee Jones, falharem. Publicado em 1985, o romance é amplamente considerado uma das maiores obras da literatura americana. Baseado em eventos históricos que ocorreram na fronteira entre Texas e México na década de 1850, o livro segue as fortunas de um jovem de 14 anos do Tennessee que tropeça em um mundo de pesadelos onde os índios estão sendo assassinados e o mercado para seus escalpos está prosperando, entre as muitas violências e depravações da colonização do Oeste dos EUA. O próprio Cormac McCarthy e seu filho, John, apoiaram a escolha de Hillcoat para fazer a adaptação e são creditados como produtores executivos no estúdio New Regency.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Treat Williams, astro de “Hair” e “Everwood”, morre em acidente de moto aos 71 anos

    13 de junho de 2023 /

    O veterano ator Treat Williams, mais conhecido por seu papel como Dr. Andy Brown na série “Everwood” e por sua performance aclamada no musical “Hair”, faleceu na segunda-feira (12/6) em um acidente de moto próximo a Dorset, Vermont, nos EUA. Ele tinha 71 anos. Ele era conhecido por sua versatilidade, tendo atuado tanto em séries de TV quanto em filmes de sucesso, nos mais diferentes gêneros.   O Acidente O agente de Williams, Barry McPherson, confirmou a morte do ator em um comunicado à imprensa. No texto, informou que o ator morreu ao ser cortado por um carro, enquanto fazia uma curva de moto. “Estou simplesmente devastado. Ele era o cara mais legal. Era muito talentoso”, acrescentou. “Ele era um ator dos atores. Os cineastas o adoravam. Ele era o coração de Hollywood desde o final dos anos 1970. Ele estava realmente orgulhoso de sua atuação este ano. Ele estava tão feliz com o trabalho que eu consegui para ele. Ele teve uma carreira equilibrada”, completou o agente.   O estouro com “Hair” Nascido como Richard Treat Williams em 1º de dezembro de 1951 em Rowayton, Connecticut, ele começou sua carreira em 1975, marcando sua estreia nas telas com um papel no longa “Deadly Hero”. No ano seguinte, ele coadjuvou o drama de guerra “A Águia Pousou”. Mas foi no ano de 1979 em que realmente decolou, quando foi escolhido para protagonizar a adaptação cinematográfica do famoso musical da Broadway, “Hair”, dirigido por Miloš Forman. A performance de Williams como George Berger foi aplaudida pela crítica e pelo público, levando-o a ser indicado ao Globo de Ouro na categoria de “novo astro do ano”. Baseado no musical da Broadway de 1967, “Hair” trazia música, dança e a contracultura dos anos 1960, marcando sua história com uma forte oposição aos valores conservadores e à guerra do Vietnã. A trama seguia um jovem de Oklahoma chamado Claude (interpretado por John Savage) que por acaso acaba se juntando a um grupo de hippies liderado por Berger, na cidade de Nova York, antes de ser convocado para a guerra. A performance vibrante de Williams como Berger, um personagem extrovertido, espirituoso, mas com destino trágico, ajudou a transformar o filme em sucesso e solidificou o lugar do ator no cinema.   “Everwood” e o sucesso na TV Avançando em sua carreira, Williams entrou em seu papel mais notável com “Everwood”. Interpretando o Dr. Andy Brown, um neurocirurgião de Manhattan que muda sua família para o interior do Colorado após a morte de sua esposa, Williams encabeçou a produção por quatro temporadas, ganhando uma indicação ao SAG Award (o troféu do Sindicato dos Atores) por sua performance – à frente de um elenco que ainda tinha ninguém menos que Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e Emily VanCamp (“Falcão e o Soldado Invernal”). Já veterano na indústria quando a série começou, Williams trouxe maturidade e profundidade para seu personagem, ganhando o coração dos espectadores ao estrelar todos os 89 episódios da série, de 2002 a 2006.   Outros papéis A longa carreira de Williams rendeu muitos outros papéis importantes. Em 1981, ele chamou atenção como protagonista do drama policial “O Príncipe da Cidade”, dirigido por Sidney Lumet. Na trama, deu vida ao detetive Danny Ciello, um policial de Nova York que decide cooperar com uma investigação de corrupção interna, mas logo se vê preso em uma complexa teia de lealdades divididas. Sua performance intensa lhe rendeu aclamação da crítica, além de uma indicação ao Globo de Ouro por sua atuação excepcional. Outros destaques incluem a comédia “1941 – Uma Guerra Muito Louca” (1979), dirigida por Steven Spielberg, e principalmente o terror “Tentáculos”. Nesse filme de 1998, Treat Williams interpretou o capitão de um barco mercenário, contratado para transportar um grupo de piratas ao meio do oceano, sem saber que o destino era um luxuoso transatlântico atacado por misteriosas e vorazes criaturas marinhas. O filme lançou o estilo de “terror de aventura” do diretor Stephen Sommers, que no ano seguinte transformou essa fórmula no sucesso “A Múmia”. Na TV, além de “Everwood”, Williams teve papel recorrente em “Chicago Fire”, onde interpretou Benny Severide, o pai do personagem principal Kelly Severide (Taylor Kinney), além de ter estrelado a série médica “Heartland”, que só teve uma temporada em 2007, e feito participações especiais em atrações famosas como “Law & Order: SVU”, “White Collar” e “Blue Bloods”. Ele ainda foi indicado para um Emmy em 1996 por interpretar o agente Michael Ovitz no telefilme da HBO “Trapaças no Horário Nobre”, sobre a batalha entre os apresentadores David Letterman e Jay Leno para suceder Johnny Carson na apresentação do talk show mais famoso da TV americana. Williams deixa sua esposa, Pam Van Sant, com quem se casou em 1988, e seus filhos Gill e Elinor.

    Leia mais
  • Série

    Mike Batayeh, ator de “Breaking Bad”, morre aos 52 anos

    9 de junho de 2023 /

    O ator Mike Batayeh, que interpretou o gerente de lavanderia Dennis Markowski em “Breaking Bad”, faleceu na quinta-feira passada (1/6), aos 52 anos. A informação foi confirmada por sua filha Diane ao TMZ nesta sexta-feira (9/6). Segundo o portal, a causa da morte foi um ataque cardíaco enquanto ele dormia em sua casa, em Michigan, nos Estados Unidos. A notícia foi um choque para a família, que não tinha um histórico de problemas cardiovasculares. “Ele fará muita falta àqueles que amavam sua habilidade de levar risadas e alegria para tantas pessoas”, informou a família do ator.   Destaque em Breaking Bad Nascido em Detroit, o ator começou a carreira na televisão em 1998, com pequenos papeis em seriados. Anos depois, ele ganhou notoriedade ao interpretar Dennis Markowski durante três episódios da premiada série “Breaking Bad”. Seu personagem era o gerente da lavanderia industrial Lavandería Brillante, que servia como fachada para o gigantesco laboratório de metanfetamina de Gus Fring (Giancarlo Esposito). Ao longo da carreira, ele participou de diversas produções como parte do elenco recorrente e como ator convidado, incluindo as sitcoms “Everybody Loves Raymond” (1996), “It’s Always Sunny in Philadelphia” (2005) e “Bernie Mac – Um Tio da Pesada” (2001). Além disso, fez aparições nos dramas “The Shield – Acima da Lei” (2002), “Sleeper Cell” (2005) e “Touch – Visões do Futuro” (2012). No cinema, ele foi um dos protagonistas do longa “Detroit Unleaded” (2012) e também teve papéis pequenos nos filmes “Tudo pela Fama” (2006), “Gas” (2004), “AmericanEast” (2008) e “Zohan: Um Agente Bom de Corte” (2008).   Carreira como comediante Em paralelo ao trabalho nas telas, Batayeh também desenvolveu uma carreira como comediante, apresentando-se em diversos clubes renomados de standup. Ele também fez parte da primeira onda de comediantes ocidentais a se apresentar para o público local no Oriente Médio, com passagens pelo Egito, Líbano e Dubai, onde filmou um especial de comédia para o canal Showtime Arabia. Após sua apresentação na Jordânia, ele foi convidado pela família real do país para o Festival Internacional de Comédia de Amã em dois anos consecutivos. Batayeh também utilizava seu perfil no Instagram para fazer comentários satíricos sobre diversos acontecimentos, desde Joe Biden na presidência dos Estados Unidos até a batalha judicial do ator Johnny Depp contra a atriz Amber Heard. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mike Batayeh (@mike_batayeh)

    Leia mais
  • Série

    Paul Eckstein, criador de “Narcos” e “Godfather of Harlem”, morre aos 59 anos

    7 de junho de 2023 /

    O roteirista Paul Eckstein, co-criador das séries “Narcos” e “Godfather of Harlem”, morreu inesperadamente durante o sono na noite de terça (6/6), aos 59 anos. A notícia foi confirmada num comunicado conjunto da plataforma MGM+ e da produtora ABC Signature, responsável pela série “Godfather of Harlem”. Ele estava na Jamaica, onde estava ministrando uma oficina de roteiro. “Estamos profundamente chocados e tristes com a súbita passagem de nosso brilhante colega Paul Eckstein, o co-criador e produtor executivo de ‘Godfather of Harlem’ e um amado membro das famílias MGM+ e ABC Signature”, disseram as empresas. “Trabalhar na série foi um trabalho de amor para Paul, que baseou a trama parcialmente na história pessoal de sua família. Paul era apaixonado, uma força criativa, conhecido por sua bondade e generosidade. Ele era um mentor e amigo de muitos, e fará muita falta”, completou o comunicado. Nascido e criado no Brooklyn, Eckstein se formou com honras pela Universidade de Brown, obtendo diplomas em relações internacionais e escrita criativa. Após a graduação, ele começou a trabalhar no teatro de Nova York, onde foi membro fundador da Naked Angels Theater Company, e atuou na Broadway e no projeto Shakespeare in the Park. A partir dos anos 1990, passou a atuar na televisão, aparecendo várias vezes em “Star Trek: Voyager”, “Star Trek: Deep Space Nine” e outras séries. Como produtor de cinema, Eckstein co-produziu o “Hoodlum” da MGM. Em 1998, ele passou para trás das câmeras, atuando como um produtores do drama criminal “Homens Perigosos”. O filme tinha roteiro de Chris Brancato, que posteriormente se tornou seu parceiro nas criações de “Narcos” e “Godfather of Harlem”. Os dois inicialmente trabalharam juntos em roteiros da 10ª e última temporada de “Law & Order: Criminal Intent”, em 2011, antes de embarcar em “Narcos” para a Netflix. Focada na história do traficante colombiano Pablo Escobar (vivido pelo brasileiro Wagner Moura), a série foi um sucesso internacional. Eckstein foi o showrunner da 1ª temporada, mas ficou na produção apenas em 2015, perdendo a liderança criativa quando os cocriadores Carlo Bernard e Doug Miro assumiram o controle da franquia a partir do segundo ano. Eckstein e Brancato voltaram a unir forças em 2019 para a criação de “Godfather of Harlem”. Passada nos anos 1960, a serie criminal de época foi inspirada na vida real do gângster Bumpy Johnson, vivido por Forest Whitaker (“Pantera Negra”), e retratou a colisão do movimento dos direitos civis com o submundo do crime. Na trama, Bumpy retorna ao Harlem após cumprir dez anos de prisão e encontra o lugar controlado pela máfia italiana. Então, decide se aliar ao ativista radical Malcolm X, pegando carona nos discursos de agitação social para iniciar uma guerra pela chefia do crime em Nova York. A série teve três temporadas e completou sua história neste ano. O episódio final foi exibido em março nos EUA, mas só chegou na semana passada no Brasil, pela plataforma Star+. Seu próximo projeto seria “August Snow”, uma série de detetives estrelada por Keegan-Michael Key (“Schmigadoon!”), atualmente em desenvolvimento pelo CBS Studios.

    Leia mais
  • Música

    Astrud Gilberto, voz de “Garota de Ipanema”, morre aos 83 anos

    6 de junho de 2023 /

    Astrud Evangelina Weinert, conhecida como Astrud Gilberto, faleceu aos 83 anos nesta segunda-feira (5/6). A cantora foi um dos maiores nomes da bosa nova e ganhou notoriedade pela versão em inglês da música “Garota de Ipanema”, de Antonio Carlos Jobim. A notícia foi confirmada por sua neta, Sofia Gilberto, por meio de uma publicação no Instagram. A causa da morte não foi divulgada. “A vida é linda, como diz a música, mas venho trazer a triste notícia de que minha avó virou uma estrela e hoje está ao lado do meu avô João Gilberto. Astrud foi a verdadeira garota que levou a bossa nova de Ipanema para o mundo. Foi pioneira e a melhor”, declarou na postagem. A cantora venceu o Grammy, colocou a bossa nova em evidência fora do Brasil e popularizou o gênero nos Estados Unidos. “Ela foi o rosto e a voz da bossa nova na maior parte do planeta”, completou Sofia.   Casamento com João Gilberto Nascida em Salvador, filha de mãe brasileira e pai alemão, Astrud começou a carreira após se casar com o músico João Gilberto, o ‘pai da bossa nova’, que lhe foi apresentado por sua amiga de infância Nara Leão. Enfrentando a timidez, a cantora subiu nos palcos pela primeira vez em 1960, no show “Noite do Amor, do Sorriso e da Flor”, para promover as novas composições do marido. Mas Astrud Gilberto não era uma novata completa. Ela cresceu mergulhada na música, graças à sua mãe, Evangelina Neves Lobo Weinert, que tocava vários instrumentos. Astrud foi casada com João Gilberto por cinco anos. Mas pouco antes de se divorciarem, o casal se mudou para os Estados Unidos, onde ela se estabeleceu de forma definitiva. Embora tivesse medo dos palcos, ela participou cantando no álbum de jazz “Getz/Gilberto”, com composições do marido e do saxofonista Stan Getz, considerado um dos melhores discos de bossa nova de todos os tempos. Após a separação, em 1964, Astrud decidiu dar continuidade na carreira musical.   Hollywood e a Garota de Ipanema No mesmo ano, ela apareceu cantando a versão em inglês de “Garota de Ipanema” no filme americano “Turma Bossa Nova”, que também contou com participação da cantora Nancy Sinatra. Com acompanhamento de Stan Getz, os vocais relaxados da cantora encantaram público e crítica, popularizando a bossa nova brasileira nos EUA. Ela ainda voltou a cantar “Garota de Ipanema” em outra produção, o telefilme policial “The Hanged Man”, dirigido pelo mestre do gênero Don Siegel (o diretor de “Dirty Harry”). O detalhe é que a música fazia parte do disco “Getz/Gilberto”. Graças a isso, Astrud pouco lucrou com sua fama. Segundo o biógrafo Ruy Castro, João Gilberto faturou US$ 23 mil com o álbum, enquanto Getz embolsou quase US$ 1 milhão. Já a cantora nem mesmo recebeu os créditos no disco original, além de ganhar apenas US$ 120 pela gravação – o mínimo determinado pelo sindicado americano dos músicos na época. Stan Getz teria feito de tudo para Astrud não ter maior destaque, dizendo que ela devia sua carreira a ele. “Ela era só uma dona de casa na época, e eu a coloquei no disco porque queria que alguém cantasse uma versão em inglês de ‘Garota de Ipanema’ — e João não conseguia. ‘Ipanema’ foi um sucesso e ela deu sorte”, disse o saxofonista em entrevista à revista inglesa Jazz Professional em 1964. O comentário de Getz irritou a cantora, que rebateu em 1982: “O engraçado é que, depois do meu sucesso, abundam as histórias de que Stan Getz ou (o produtor musical) Creed Taylor ‘me descobriram’, quando, na verdade, nada está mais longe da verdade”.   Maior que os Beatles Para comprovar seu talento, o lançamento de seu primeiro álbum, intitulado “The Astrud Gilberto Album”, veio em seguida com críticas bastante positivas. Graças ao sucesso do disco, Astrud Gilberto fez história ao se tornar a primeira mulher a ganhar o Grammy de Música do Ano em 1965 – vencendo ninguém menos que os Beatles e a cantora Barbra Streisand. Ao longo dos anos, Astrud se tornou dona de uma extensa discografia composta por 19 álbuns, sendo o último lançado em 2003. Seu impacto perdurou muito além da década de 1960, influenciando cantoras de várias gerações, de Sade a Billie Eilish, além de todos os vocais suaves da cena indie shoegazer e dreampop – de My Bloody Valentine a Hatchie. Pouco antes do lançamento do último disco, a cantora se afastou dos palcos e anunciou que se afastaria da vida pública por tempo indeterminado. Na época, ela afirmou que não sentiria falta da forma como era tratada pelas gravadoras e nem do medo que sentia ao subir no palco. Ela deixou dois filhos, o baixista Marcelo Gilberto, do casamento com João Gilberto, falecido em 2019, e Greg Lasorsa, do segundo casamento. Veja abaixo a cena de “Garota de Ipanema” em “Turma Bossa Nova”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sofia Gilberto (@sofia_gilberto_oliveira)

    Leia mais
  • Filme

    Barry Newman, astro de “Corrida contra o Destino”, morre aos 92 anos

    4 de junho de 2023 /

    O ator Barry Newman, que marcou época dirigindo um Dodge Challenger superpotente através do oeste americano em “Corrida contra o Destino” (The Vanishing Point), faleceu aos 92 anos. Newman morreu em 11 de maio no NewYork-Presbyterian Columbia University Irving Medical Center, conforme relatado neste domingo (4/6) por sua esposa, Angela. Nascido em Boston em 7 de novembro de 1930, Barry Foster Newman começou sua carreira na Broadway, interpretando um músico de jazz na comédia “Nature’s Way”, em 1957. Após várias peças, ele se destacou na TV no papel de um jovem advogado na novela “The Edge of Night”, em meados dos anos 1960. E quase foi também o fim de sua carreira, já que teve um desentendimento com um diretor que causou sua demissão – fazendo seu personagem ser enviado para um sanatório. Ele foi dar a volta por cima no cinema, ao interpretar Tony Pretrocelli, um jovem advogado que se envolve num “Crime Perfeito” em 1970. O filme escrito e dirigido por Sidney J. Furie fez grande sucesso e acabou virando uma série da NBC, “Petrocelli”, que Newman estrelou por duas temporadas, de setembro de 1974 a março de 1976. Após “Crime Perfeito”, Newman desempenhou seu papel mais famoso, como Kowalski, o motorista de “Corrida contra o Destino” (1971). “Isso foi muito único”, disse Newman numa entrevista de 2019. “Eu tinha acabado de fazer este filme sobre um advogado, um graduado em Harvard, e pensei que este é um tipo diferente de coisa. O cara era o rebelde, o anti-herói. Eu gostei muito de fazer isso.” Kowalski era um veterano da Guerra do Vietnã, ex-policial e ex-piloto de corrida que virou motorista de entrega de carros. A história começa quando ele aceita uma aposta para entregar um Dodge Challenger branco de 1970 de Denver, Colorado, em São Francisco, Califórnia, em menos de 15 horas. Embora seja uma missão extremamente difícil, ele acredita ser capaz. Mas após cometer várias infrações de trânsito, passa a ser perseguido pelas autoridades. Ainda assim, consegue tempo para encontrar várias personagens, cada uma das quais representando diferentes aspectos da sociedade da época. Além de ser lembrado por suas cenas de perseguição de carros, o filme de Richard C. Sarafian se tornou famoso por focar os temas culturais da época, como percepções de rebelião e alienação social, com a estrada representando a liberdade e a perseguição policial representando a repressão e o controle social. Esta dimensão era extrapolada com o auxílio da narração de um DJ negro, Super Soul (Cleavon Little), que, ao saber das façanhas de Kowalski, passa a estimular o motorista e o transforma em herói em seu programa de rádio. Mas apesar de ter se tornado cultuadíssimo, o lançamento original do longa não chamou atenção nos EUA. O sucesso começou no exterior, quando sua estreia em Londres ocasionou “filas ao redor do quarteirão com pessoas ansiosas para vê-lo”. “Ele foi relançado nos EUA depois de ser exibido na Europa e as pessoas então começaram a se interessar pelo filme. Ele se tornou um filme cult sem que eu mesmo percebesse. Até hoje, estou sempre sendo solicitado a falar sobre o filme em algum lugar”, contou o ator em 2019. Seu filme seguinte tentou capitalizar a popularidade de “Corrida Contra o Destino” ao escalar Newman num conversível em novas cenas de estrada. Mas “O Medo é a Chave” (1972) passou batido por crítica e público. No mesmo ano, o ator ainda foi um espião em “Missão Confidencial”, antes de se dirigir à TV para estrelar o telefilme “Night Games” (1974), que serviu de piloto para a série “Petrocelli”. Newman seguiu alternando-se entre cinema e TV pelo resto da carreira. Mais recentemente, apareceu em filmes como “Daylight” (1996), estrelado por Sylvester Stallone, “Os Picaretas” (1999), com Steve Martin e Eddie Murphy, “O Segredo do Sucesso” (2001), com Charlie Sheen, e na série “The O.C.”, onde interpretou o Professor Max Bloom. Infelizmente, sua carreira foi interrompida em 2009, quando o ator foi diagnosticado com câncer de cordas vocais. No entanto, ele retornou ao sets em 2022, reunindo-se novamente com o diretor de “Crime Perfeito”, Sidney J. Furie, no filme “Finding Hannah”, que ainda não possui previsão de estreia. Graças a “Corrida contra o Destino”, Newman viverá para sempre na cultura pop. Seu personagem inspirou até uma música da banda Primal Scream, “Kowalski”, lançado no álbum “Vanishing Point” (o título do filme em inglês) em 1997. O longa também foi a inspiração do diretor Edgar Wright para criar “Em Ritmo de Fuga” (2017). E Quentin Tarantino o chamou, no roteiro de “À Prova de Morte” (2007), de “um dos melhores filmes americanos já feitos”. Por sinal, o carro daquele filme tinha a mesma placa do Challenger dirigido por Newman. Veja abaixo o trailer clássico de “Corrida contra o Destino”.

    Leia mais
  • Filme

    Peter Simonischek, ator premiado de “Toni Erdmann”, morre aos 76 anos

    30 de maio de 2023 /

    O ator austríaco Peter Simonischek morreu nesta terça-feira (30/5) aos 76 anos. Ele ficou mundialmente conhecido pelo papel-título em “Toni Erdmann” (2016), que lhe rendeu inúmeros prêmios. Natural da cidade de Graz, na Áustria, o ator também é uma referência no teatro europeu, além de ter participado de diversas produções cinematográficas e televisivas. Ao longo da carreira, Simonischek esteve no elenco de mais de 80 produções audivisuais. A partir dos anos 1970, ele ganhou notoriedade estrelando a peça “Jendermann”, grande sucesso na Europa. Com o passar dos anos, reprisou o papel do protagonista repetidas vezes no Festival de Salzburgo, na Áustria – e num telefilme de 2004. Na mesma época, ele surgiu na televisão, participando de minisséries e filmes televisivos nacionais. Sua estreia no cinema aconteceu em “Três Irmãs” (1988), da renomada diretora austríaca Margarethe von Trotta. O filme competiu no Festival de Cannes e ganhou diversos prêmios pelo circuito europeu. Ele passou os anos seguintes alternando-se entre peças e produções audiovisuais reconhecidas no continente europeu, trabalhando sempre no idioma alemão. O longa “Hierankl”, de 2003, recebeu sete indicações pelas premiações europeias e o próprio Simonischek conquistou suas primeiras indicações como ator pelo telefilme “Mit einem Schlag” (2008), no Bavarian TV Awards. Mas foi o sucesso “Toni Erdmann” (2016), da diretora alemã Maren Ade, que o catapultou para a fama. No papel de um pai brincalhão, que tenta se reconectar com sua filha trabalhadora criando um alter-ego ultrajante, que fingia ser um coach de vida, Simonischek ganhou o Lola (o Oscar alemão) de Melhor Ator da Academia Alemã de Cinema e o troféu de Melhor Ator da Europa no European Film Awards. O longa também foi indicado ao Oscar e venceu a categoria de Melhor Filme Internacional do Spirit Awards (o Oscar do cinema independente). Com o reconhecimento alcançado pelo filme, a carreira de Simonischek ganhou novo impulso. Ele voltou a ser premiado pelo drama eslovaco “O Intérprete” (2018), que lhe rendeu o troféu de Melhor Ator pela Academia Eslovaca de Cinema e TV. E estreou em Hollywood com um papel no “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” (2022). Na trama, Simonischek viveu o guarda de uma prisão mágica de onde Newt Scamander (Eddie Redmayne) precisa resgatar seu irmão. Seus últimos filmes foram a comédia dramática “Lieber Kurt” (2022) e o drama “Measures of Men (Der vermessene Mensch)”, que estreou em março deste ano na Alemanha. Junto ao seu legado no teatro, na TV e no cinema, Simonischek deixou a esposa Brigitte Karner e seus dois filhos também atores, Max Simonischek e Kaspar Simonischek.

    Leia mais
  • Etc

    Suspeito de assassinar o ator de “Reis” trabalhou na Globo

    29 de maio de 2023 /

    Bruno de Souza Rodrigues, o homem suspeito de matar Jefferson Machado Costa, trabalhou na rede Globo até meados de 2018, quando foi demitido pela emissora. O ator da novela “Reis” estava desaparecido desde janeiro e teve seu corpo encontrado dentro de um baú na Zona Oeste do Rio, na semana passada. Em comunicado, a Globo informou que forneceu no domingo (28/5) detalhes à polícia sobre a demissão de Bruno. Até o momento, a emissora não esclareceu à imprensa por quanto tempo o acusado trabalhou na empresa e o motivo do desligamento. As autoridades acreditam que Bruno é um dos principais suspeitos do crime macabro. No “Fantástico”, exibido no domingo passado (28/5), o advogado Jairo Magalhães informou que uma das linhas de investigação é de que o rapaz teria enganado Jeff com a promessa de entrar numa novela. A mãe da vítima, Maria das Dores, acrescentou que o filho teria gasto dinheiro para atingir o objetivo. “[Ele pagou] R$ 12 mil, depois R$ 2 mil porque tinha que fazer uma filmagem, mais R$ 2 mil porque não sei o que… Você tem um sonho que ele é tão forte dentro de ti que a impressão é que você fica cego pra realidade”, disse ela. Além disso, há a suspeita de que Bruno poderia estar devendo dinheiro ao ator e teria cometido o homicídio doloso para evitar pagar a dívida. Outro depoimento diz que Jeff acreditava que o acusado estava apaixonado por ele. A mãe de Jefferson, que mantinha contato frequente com o filho, desconfiou que havia algo de errado quando passou a receber apenas mensagens de texto de alguém se passando por ele. “Não tenho mais lágrimas, tenho só dor, porque as lágrimas parecem aliviar a dor. Não consigo mais nem chorar. Tenho dor física, dor da alma”, desabafou. “Uma coisa cruel, macabra, enterrar dois metros de profundidade, com cimento em cima. Por que tanta maldade? É desumano uma mãe fazer viagem ao Rio de Janeiro buscar um filho que foi assassinado”, concluiu a mãe do ator. A defesa de Bruno de Souza Rodrigues aguarda o avanço das investigações para se pronunciar sobre as acusações.

    Leia mais
  • Série

    George Maharis, da série clássica “Rota 66”, morre aos 94 anos

    28 de maio de 2023 /

    O ator George Maharis, que estrelou a série clássica “Rota 66”, morreu na quarta-feira (24/5) em sua casa em Beverly Hills, aos 94 anos. Nova-iorquino filho de imigrantes gregos, ele estudou atuação no famoso The Actors Studio, junto com Marlon Brando, e fez algumas peças de vanguarda no circuito off-Broadway antes de começar a encaixar pequenos papéis na TV e ser escalado em 1960 como coprotagonista de “Rota 66”. Criada por Stirling Silliphant e Herbert B. Leonard, a série era inspirada na literatura beatnik e acompanhava dois jovens (Maharis e Martin Milner) percorrendo as rodovias dos EUA num Corvette – e encontrando aventuras ao longo do caminho. A produção foi um fenômeno televisivo, que rendeu a Maharis uma carreira paralela como cantor – ele chegou a lançar discos no período. Entretanto, não foi um trabalho fácil. Todos os 116 episódios da série, ao longo de quatro temporadas, foram filmados em cidades diferentes dos EUA, resultando em um cronograma de produção desgastante. O deslocamento constante criou problemas de alimentação e saúde na equipe, e no meio da 3ª temporada, no final de 1962, Maharis contraiu hepatite, foi hospitalizado por um mês e perdeu vários episódios. Indicado ao Emmy em 1962 por seu papel, o ator quis voltar para a série, mas sofreu uma recaída. Dispensado da produção, acabou substituído por outro ator na 4ª temporada – o público rejeitou a mudança e, com queda na audiência, a série acabou cancelada no mesmo ano. Após dois anos lutando contra a hepatite, Maharis resolveu tentar uma carreira menos desgastante no cinema, estrelando a comédia de espionagem “Depressa, Antes que Derreta”, de Delbert Mann, em 1964. O sucesso lhe permitiu emplacar ainda o thriller sci-fi “O Mundo Marcha para o Fim” (1965), de John Sturges, o drama “Sylvia” (1965), de Gordon Douglas, em que fez par com Carroll Baker, o drama criminal “Tirado dos Braços da Morte” (1967), de Lamont Johnson, e a comédia criminal “Acontece Cada Coisa” (1967), de Elliot Silverstein, na qual viveu um hippie. Mas ele logo se viu de volta à TV, integrando o elenco da série “Jogo Mortal”, que acabou cancelada na 1ª temporada em 1971. A partir daí, passou a acumular participações especiais em episódios de séries clássicas, como “Jornada ao Desconhecido”, “Galeria do Terror”, “Barnaby Jones”, “A Mulher Biônica”, “Os Novos Centuriões”, “Fuga das Estrelas”, “Ilha da Fantasia” e “Assassinato por Escrito”. Maharis ainda fez ocasionais retornos aos filmes, incluindo “Veja o que Aconteceu ao Bebê de Rosemary” (1976), continuação televisiva do clássico de Roman Polanski, no papel do marido de Rosemary, vivido por John Cassavetes em 1968. Depois disso, reapareceu no cinema como um feiticeiro ressuscitado na fantasia “A Espada e os Bárbaros” (1982). Seu filme seguinte foi também seu último papel nas telas, como um médico que examina Drew Barrymore no terror “Enigma Mortal” (1993). Veja abaixo a versão oficial do primeiro episódio completo de “Rota 66” (sem legendas).

    Leia mais
  • Série

    Choque! Protagonista morre no final da 2ª temporada de “Yellowjackets”: “Devastador”

    26 de maio de 2023 /

    A série “Yellowjackets” encerrou sua 2ª temporada nesta sexta (26/5) com acontecimentos chocantes, deixando o público surpreso com a despedida de uma das atrizes principais do elenco, após a morte inesperada de sua personagem. Aviso de Spoiler: não leia se não quiser saber quem morre. Num reviravolta, Natalie (interpretada pela atriz Juliette Lewis) se sacrifica para impedir que Misty (Christina Ricci) mate Lisa (Nicole Maines), de quem ficou amiga no retiro espiritual de Lottie (Simone Kessell). Ao pular diante de Lisa no meio do ataque, ela acaba atingida pela injeção com Pentobarbital – droga que, por sinal, também é conhecida como “yellow jackets” – e morre nos braços da desesperada Misty. Paralelamente, sua versão adolescente (interpretada por Sophie Thatcher) é escolhida como nova líder das sobreviventes, após o acidente aéreo que isolou o time de futebol feminino Yellow Jackets no meio de uma floresta congelada. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz Sophie Thatcher revelou que ficou devastada quando descobriu o desfecho de Natalie. Ela confessa que foi pega de surpresa com a notícia e que só ficou sabendo quando estavam próximas de gravar o episódio. “Foi bem devastador. A única coisa que eu realmente sabia era que ela [ficaria] mais excluída nesta temporada”, confessou. O mais chocante sobre o desfecho foi Natalie ser morta acidentalmente por sua melhor amiga, algo que Misty precisou superar na adolescência, durante os dias na floresta, quando viu Crystal cair num precipício durante uma discussão e após ameaçá-la. “Acho que é realmente trágico para a nossa personagem. Todo mundo já passou por muita coisa, mas Nat era quem está absorvendo tudo com mais intensidade e deixando viver dentro dela e borbulhar, então há algo muito triste nisso”, pontua. Embora a personagem tenha batalhado ao longo da série contra suas tendências suicidas e abuso de substâncias, Thatcher defende que seu final foi bem diferente do que isso poderia sugerir. A atriz ainda aponta que a coragem de Nat foi uma surpresa. “É interessante que tenha acontecido assim, porque acho que todos esperavam que ela morresse. E que, se ela morresse, seria um suicídio. E não foi isso”, apontou. “Há algo trágico em uma overdose acidental. É um acidente completo. Não foi ela que escolheu uma overdose, mas ainda ela morre vítima de drogas, que a assombraram por toda a vida”. Com esse desfecho, a versão de Lewis se despediu da série. Apesar de admitir que sentirá falta da atriz como uma “mentora” nos bastidores, Thatcher acredita que foi a decisão certa dos roteiristas para enriquecer o arco da personagem. “O que é tão triste sobre ela, especialmente entre todos os personagens, é que todos estão lutando contra seus próprios demônios, mas Natalie talvez tenha passado pelo pior”, opinou. “Acho que a entrega e o sacrifício dela foram muito tristes, porque também há muita bravura e muita admiração que eu tinha pelo que ela fez. No começo eu achei que ela seria uma desistente, mas acabou muito longe disso, porque ela ultrapassou esse limite. Ela já fez tudo de errado que pode na vida. E acho que o fim de seu capítulo também representará o começo de um novo capítulo para Lisa”, reflete. A origem da culpa que levou Natalie a se sacrificar também foi mostrada nas cenas de flashback. No episódio anterior, a jovem Natalie deixou o adolescente Javi (Luciano Leroux) morrer afogado num lago congelado para que seu corpo servisse de alimento para o time – e para evitar que ela própria fosse o sacrifício do grupo. “Ela vai viver com essa culpa, e isso vai ser maligno e vai despedaçá-la. E será isso que ela levará pelo resto da vida”. Em decorrência dos acontecimentos, a próxima temporada aguarda uma jornada turbulenta para Nat, que também foi coroada como a nova líder – e como a sinistra Rainha dos Alces vista em alucinações das personagens adultas. “Ela passou por tanta coisa e agora está assumindo mais culpa. Ela vai carregar ainda mais culpa [como líder do grupo] e vai continuar essa jornada de autodestruição”, prevê Thatcher. A atriz também adiantou que a 3ª temporada deve mostrar o grupo em conflito. “Acho que o grupo vai reagir terrivelmente. Acho que vai haver tensão entre ela e Shauna [Sophie Nélisse], porque Shauna obviamente sofreu muito e sentiu que era a pessoa certa para assumir esse papel. Acho que a escolha de Nat como líder vai ser o estopim de muito mais conflitos”, disse. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a trama de “Yellowjackets” se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar o período do acidente, também reencontra as personagens já adultas, 25 anos depois, em busca de um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. As versões adultas das protagonistas são vividas por Christina Ricci (“Wandinha”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”), Tawny Cypress (“The Blacklist”), Lauren Ambrose (“Servent”) e Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”). Sucesso de público e crítica, “Yellowjackets” recebeu sete indicações ao Emmy, incluindo Melhor Série de Drama. Também teve indicações para Roteiro, Direção e para as interpretações de Lynskey e Ricci. No Brasil, ela é disponibilizada pela plataforma Paramount+.

    Leia mais
  • Música

    Cher revela que Tina Turner recebeu amigos nos momentos finais

    25 de maio de 2023 /

    A cantora e atriz Cher (“Burlesque”), amiga de longa data de Tina Turner, que faleceu na quarta-feira (24/5), revelou que a Rainha do Rock’n’Roll passou seus últimos dias ao lado dos amigos. A informação foi dada ao programa da TV norte-americana “The Beat With Ari Melber”. De acordo com os representantes da cantora, ela morreu de causas naturais aos 83 anos, em sua casa em Küsnach, na Suíça. Ainda segundo eles, a morte foi pacífica. Porém, Tina lidava com diversos problemas de saúde graves. Entre eles, um AVC, um câncer no intestino e uma doença renal. Em 2016, seu marido, o alemão Erwin Bach, fez um transplante na tentativa de amenizar o problema. Ao homenageá-la, Cher mencionou a força que a artista teve para enfrentar todos os desafios. “Ela lutou contra essa doença por tanto tempo e era tão forte quanto você pensa que seria”, disse Cher. “Mas no final, ela me disse: ‘Estou realmente pronta. Só não quero mais aguentar isso’”. Mesmo sem saber qual enfermidade causou a morte da amiga, Cher mencionou ter visto uma máquina de diálise em sua casa quando a visitou. A diálise é o tratamento usado em estágio avançado de doença renal, utilizado para para remover os resíduos e excesso de líquidos do corpo. A cantora garantiu que, apesar dos pesares, Tina se divertia quando seus amigos a visitavam. “Comecei a visitá-la porque pensei: ‘Preciso dedicar esse tempo à nossa amizade, para que ela saiba que não a esquecemos’”, lembrou. “Então, todos nós nos revezamos para passar o tempo com ela e isso a deixou feliz”, acrescentou.

    Leia mais
  • Música

    Mick Jagger, Viola Davis e mais artistas homenageiam Tina Turner: “Vida longa à rainha”

    24 de maio de 2023 /

    Nesta quarta-feira (24/5), o mundo da música recebeu com tristeza a notícia da morte de Tina Turner, a icônica Rainha do Rock’n’Roll. A cantora faleceu pacificamente em sua casa na Suíça, aos 83 anos, e fãs e artistas que a admiravam não demoraram a prestar seus tributos à cantora. Amplamente reconhecida por suas contribuições para o rock, a influência de Tina se estende por gerações e pelo mundo. Até a cantora brasileira Aline Wirley se manifestou. “Uma das maiores inspirações da minha vida”, escreveu a ex-BBB em reação à notícia da morte. A atriz Angela Bassett (“Wakanda Para Sempre”), que chegou a ser indicada ao Oscar ao interpretar a cantora na cinebiografia “Tina – A Verdadeira História de Tina Turner” (1993), ressaltou a coragem da artista em compartilhar sua história dolorosa, de abusos do ex-marido, e sua determinação em abrir espaço no cenário do rock não apenas para si mesma, mas também para outras artistas como ela. “Tenho a honra de ter conhecido Tina Turner. Sinto-me honrada por ter ajudado a mostrá-la ao mundo. Então, hoje, enquanto lamentamos a perda dessa voz e presença icônicas, ela nos deu mais do que poderíamos ter pedido. Ela nos deu todo o seu ser. E Tina Turner é um presente que sempre será ‘simplesmente a melhor’. Anjos, cantem para o teu descanso… Rainha”, escreveu no Instagram. Bassett ainda revelou as palavras finais que Tina lhe disse: “Você nunca me imitou. Em vez disso, você mergulhou fundo em sua própria alma, encontrou sua Tina interior e a mostrou ao mundo”. A cantora Diana Ross, compartilhou uma foto ao lado de Tina e expressou sua frustração com a notícia. No breve comentário, ela enviou condolências à família e aos entes queridos da cantora. Já a atriz Viola Davis (“A Mulher Rei”) descreveu Tina como “brilhante” e “um sobrevivente”, lembrando-a como o primeiro símbolo de excelência e liberdade sexual. “Iconica. Linda. Brilhante. Uma sobrevivente. Nosso primeiro símbolo de excelência e liberdade incontrolável da sexualidade!! Você foi minha infância. Oh, cara!!! Deus está recebendo um anjo hoje!!! Descanse bem, Rainha Tina Turner. Vamos nos banhar em seu legado!!!”, escreveu em uma publicação no Instagram com uma foto da cantora. No Twitter, o cantor Mick Jagger publicou algumas imagens da cantora e agradeceu ao apoio da amiga. “Estou tão triste com a morte da minha maravilhosa amiga Tina Turner. Ela era realmente uma artista e cantora extremamente talentosa. Ela era inspiradora, calorosa, engraçada e generosa. Ela me ajudou muito quando eu era jovem e nunca vou esquecê-la”, disse. Celebrando a força de Tina, o ator Forest Whitaker (“Godfather of Harlem”) pediu para as pessoas refletirem sobre a resiliência da cantora, para encontrar grandeza mesmo nos momentos mais sombrios. “Tina Turner era um ícone, a quem amamos por sua voz, dança e espírito”, escreveu no Twitter. “Obrigado por compartilhar seus dons conosco, Tina. Você é simplesmente a melhor”. A cantora Gloria Gaynor reconheceu o papel revolucionário de Tina para outras mulheres na música. “Estou muito, muito triste ao saber da morte de Tina Turner, a lenda icônica que abriu o caminho para tantas mulheres no rock, negras e brancas. Ela fez com grande dignidade e sucesso o que poucos teriam ousado fazer em seu tempo e nesse gênero de música”, homenageou no Twitter. Já o jogador Magic Johnson compartilhou uma foto ao lado de Turner e Elizabeth Taylor, descrevendo-a como uma de suas artistas favoritas de todos os tempos. “Descanse em paz para uma das minhas artistas favoritas de todos os tempos, a lendária rainha do rock’n’roll Tina Turner. Eu a vi muitas e muitas vezes e, sem dúvida, ela deu um dos melhores shows ao vivo que eu já vi. Ela sempre deu a você o valor do seu dinheiro”, escreveu. A cantora Ciara também agradeceu a Turner pela inspiração que ela trouxe a todos. “Descanse no paraíso Tina Turner”, escreveu no Twitter. E a atriz Rita Wilson (“O Pior Vizinho do Mundo”) enfatizou que sua arte permanece viva. “Essa mulher elevou tudo. Talento. Alegria. Graça. Classe. Que lenda em todos os sentidos”, colocou na legenda de uma publicação no Instagram. “Sua música continua viva. Suas lições continuam vivas. Seu exemplo continua vivo. Orações ao seu marido e família. Que Deus abençoe, Tina. Que sua memória seja eterna”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Angela Bassett (@im.angelabassett) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por VIOLA DAVIS (@violadavis) I’m so saddened by the passing of my wonderful friend Tina Turner.She was truly an enormously talented performer and singer. She was inspiring, warm, funny and generous. She helped me so much when I was young and I will never forget her. pic.twitter.com/TkG5VrdxXO — Mick Jagger (@MickJagger) May 24, 2023 Tina Turner was an icon, whom we loved for her voice, her dancing, and her spirit. As we honor her, let’s also reflect on her resilience, and think about all the greatness that can follow our darkest days. Thank you for sharing your gifts with us, Tina. You’re simply the best. pic.twitter.com/CZyaItp4Cb — Forest Whitaker (@ForestWhitaker) May 24, 2023 Shocked. Saddened. Sending condolences to Tina Turner’s family and loved ones. pic.twitter.com/FGlQfjxaGh — Ms. Ross (@DianaRoss) May 24, 2023 I am so, so very sad to hear of the passing of @TinaTurner, the iconic legend who paved the way for so many women in rock music, black and white. She did with great dignity & success what very few would even have dared to do in her time and in that genre of music 🕊 #TinaTurner pic.twitter.com/HrcJj7PltI — Gloria Gaynor (@gloriagaynor) May 24, 2023 Rest in peace to one of my favorite artists of all time, the legendary queen of rock n’ roll Tina Turner. I’ve seen her many many times and hands down, she gave one of the best live shows I’ve ever seen. She always gave you your moneys worth. pic.twitter.com/VqlTjy1LUR — Earvin Magic Johnson (@MagicJohnson) May 24, 2023 Heaven has gained an angel. Rest in Paradise Tina Turner.Thank you for the inspiration you gave us all. pic.twitter.com/JMxa9kBsmF — Ciara (@ciara) May 24, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rita Wilson (@ritawilson)

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie