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    O Homem Invisível: Comercial transforma monstro clássico em metáfora de relacionamento tóxico

    2 de fevereiro de 2020 /

    A Universal disponibilizou na internet o comercial de TV de “O Homem Invisível”, exibido neste domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário televisivo mais valorizado dos EUA. A prévia de 30 segundos resume a premissa que impressionou no primeiro trailer – e que muitos podem ter esquecido, já que o vídeo foi disponibilizado em novembro passado – transformando a história clássica de H.G. Wells numa metáfora de relacionamento tóxico, em que um macho controlador se torna invisível para atormentar a ex-mulher, que todos consideram louca por denunciar a verdade. A adaptação foi feita pelo diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, e destaca no elenco Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”) como o personagem-título e Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”) como sua vítima – e verdadeira protagonista da trama. O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Elizabeth Banks vai estrelar e dirigir A Mulher Invisível para a Universal

    26 de novembro de 2019 /

    A Universal abraçou a “política de gênero”. Depois de produzir um remake de “O Homem Invisível”, que estreia em fevereiro, o estúdio encomendou a realização de “A Mulher Invisível”. A atriz e diretora Elizabeth Banks, que exerceu as duas funções no recente fracasso de “As Panteras”, foi quem levou o projeto ao estúdio. Ela vai produzir, dirigir e estrelar o filme, no papel da mulher invisível. O roteiro é de Erin Cressida Wilson, que escreveu “Secretária” (2002), “A Pele” (2006) e “A Garota no Trem” (2016). Não está claro se o projeto é inteiramente novo ou baseado na primeira “Mulher Invisível” da Universal. O original de 1940 era uma comédia centrada em uma modelo de loja de departamentos que se torna o objeto de teste de um experimento de invisibilidade. Ao se tornar invisível, ela se vira contra seu chefe malvado, mas involuntariamente envolve-se numa aventura com gângsteres. Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que o tom será outro, mais próximo do thriller de “Thelma & Louise” (1991) e “Psicopata Americano” (2000). “A Mulher Invisível” é a mais recente adaptação dos “monstros” da Universal, após o estúdio tentar emplacar um universo compartilhado com “A Múmia”, há dois anos, e desistir após o fracasso daquele filme. Desde então, a abordagem mudou para privilegiar projetos autorais e baratos baseados nos personagens clássicos. “O Homem Invisível”, de Leigh Whanell (“Sobrenatural”), será justamente o primeiro projeto do novo gerenciamento, seguido pelos já anunciados “Dark Army”, de Paul Feig (“Caça-Fantasmas”), e “Renfield” (personagem de “Drácula”), de Dexter Fletcher (“Rocketman”).

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    O Homem Invisível: Trailer legendado impressiona com reinvenção completa e muita tensão

    7 de novembro de 2019 /

    A Universal divulgou os primeiros pôster, fotos e trailer legendado da nova versão de “O Homem Invisível”. E é surpreendente e impressionante. O diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, não só conseguiu reinventar a velha história do cientista que consegue se tornar invisível, como criou as bases para um suspense original extremamente tenso. Em seu filme, Whannell aproveitou apenas o conceito de invisibilidade imaginado por H.G. Wells no romance de 1897 para criar um contexto de filme de casa mal-assombrada de mentirinha, em que um homem abusivo finge a própria morte para se vingar da ex-esposa. Para isso, deixa-lhe uma fortuna com a condição de que ela mantenha a saúde mental, ao mesmo tempo em que passa a assombrá-la como “fantasma” invisível. Nisto, entra a inspiração de dois clássicos estrelados por Simone Signoret, “As Diabólicas” (1955) e “O Terceiro Tiro (1967). A situação ainda evolui: a prévia revela que a tortura psicológico logo escala para violência física, com paralelos ao comportamento agressivo masculino que dispara casos de violência doméstica e feminicídio. O trailer faz citações ao visual de bandagens, que marcou a aparição de Claude Rains na primeira adaptação da obra de Wells em 1933, e ao uso de água para enfrentar a versão de Kevin Bacon em “O Homem sem Sombra” (2000), mas num contexto que sugere apenas homenagens, já que a nova trama é 100% original e muito criativa. Vale lembrar que Johnny Depp esteve cotado para estrelar este filme. E seria um prato cheio, já que o ator foi acusado de agressão física por sua ex, Amber Heard. O Homem Invisível do título é vivido por Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”), mas suas “aparições” se dão mais por meio de efeitos. Por conta disso, a verdadeira estrela da produção é sua vítima, encarnada pela atriz Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”). O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Ainda inédita no Brasil, animação da Família Addams tem continuação anunciada

    16 de outubro de 2019 /

    A MGM já programou uma continuação da animação “Família Addams”, que estreou no fim de semana na América do Norte com faturamento de US$ 30 milhões em seus primeiros três dias em cartaz – atrás apenas do blockbuster “Coringa” nas bilheterias americanas. A continuação teve sua estreia marcada para 22 de outubro de 2021. O primeiro longa animado baseado nos personagens criados por Charles Addams em 1938, como cartuns da revista “The New Yorker”, trouxe as vozes de Charlize Theron (“Tully”) como Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) nos papéis dos filhos Vandinha (Wednesday) e Feioso (Pugsley), Nick Kroll (série “The League”) como o Tio Chico (Fester), Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams, Snopp Dog (“Meu Nome é Dolemite”) como o primo Coisa (It) e Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”) como a vilã Margaux Needler. Orçada em US$ 50 milhões, a produção deve se pagar facilmente, pois ainda nem começou a ser exibida fora dos Estados Unidos e Canadá. Com direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”), o filme estreia em 31 de outubro no Brasil.

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    A Família Addams ganha dois novos trailers bem diferentes

    7 de agosto de 2019 /

    O longa animado “A Família Addams” ganhou dois trailers e duas coleções de pôsteres. A Universal divulgou uma prévia dublada em português para o Brasil, enquanto a MGM lançou outra completamente diferente nos Estados Unidos, com as vozes dos intérpretes famosos que só os americanos vão ouvir nos cinemas. Veja abaixo. Os vídeos acompanham a mudança dos Addams para sua famosa mansão assombrada e revelam como a amizade de Wandinha com uma menina de sua nova escola enfurece a mãe da garota, uma perua conservadora de extrema direita, que organiza um movimento para expulsar a família monstruosa da vizinhança – trata-se de uma analogia nada sutil com o comportamento de racistas e homofóbicos. Os estúdios pagaram uma fortuna para os brasileiros não ouvirem Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) virarem seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) tornar-se o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnar a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação destaca a vilã Margaux Needler, que não será ouvida no Brasil com a voz de Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. O atual lançamento é o primeiro longa animado da franquia. Tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Ator de A Maldição da Residência Hill substitui Johnny Depp em O Homem Invisível

    12 de julho de 2019 /

    O ator Oliver Jackson-Cohen, que ficou conhecido pelo papel de Luke na série “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House), vai estrelar a nova versão de “O Homem Invisível” para a Universal. O ator substitui Johnny Depp, que chegou a ser anunciado no papel principal em 2016 – com direito a foto e vídeo. A diferença de status entre os dois intérpretes reflete a mudança de patamar da produção. Originalmente concebido para fazer parte de um chamado “Dark Universe” (universo sombrio) dos filmes de monstros da Universal, “O Homem Invisível” foi repensado após o fracasso de “A Múmia”, que soterrou os planos de remakes de terrores clássicos com grandes atores e orçamento de blockbusters. Assim, “O Homem Invisível” virou um filme de baixo orçamento da produtora Blumhouse, especializada neste tipo de produção – e com grande sucesso, veja-se a repercussão de “Corra!” (2017) e “Fragmentado” (2016). A confirmação de Oliver Jackson-Cohen como protagonista encerra um rumor iniciado pela escalação de Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) no elenco. A produção não vai virar “A Mulher Invisível”. A confusão foi originada por uma declaração da atriz, que disse à revista The Hollywood Reporter que o remake seria uma versão feminista da trama clássica. “Eu encarei como uma história realmente feminista de empoderamento feminino e de uma vítima superando algo”, disse Moss em abril. A revista Variety também publicou que o sexo do protagonista seria trocado, como já tinha acontecido com “A Múmia”. Em vez disso, Moss vai viver Cecilia Kass, o interesse romântico de Griffin (sem prenome no livro, Jack no primeiro filme e Adrian no novo), o Homem Invisível. Curioso. Na história original de H.G. Wells, publicada em 1897 e filmada em 1933 pela Universal, o cientista Griffin descobria a fórmula para ficar invisível, mas isso o tornava paranoico e acabava transformando-o num assassino procurado. O remake será comandado por Leigh Whannell, o roteirista que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Sobrenatural” com o diretor James Wan (hoje mais celebrado pelo sucesso de “Aquaman”). O australiano Whanell vai escrever e dirigir o longa, após estrear como diretor em “Sobrenatural: A Origem” (2015) e bisar a experiência em “Upgrade” (2018). As filmagens começam ainda este mês, na Austrália, e o elenco também inclui Storm Reid (“Euphoria”), Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”) e Harriet Dyer (“The InBetween”). A estreia está marcada para março de 2020.

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    Godzilla II traz conversa fiada contra a destruição dos monstros

    7 de junho de 2019 /

    É muito difícil acertar num filme sobre um lagartão gigante que destrói tudo por onde passa, inclusive cidades inteiras. Podem colocar monstros gigantescos para lutar à vontade, mas nunca funcionará se o filme em questão não for sobre pessoas. Mas, ironicamente, esse é o ponto em que “Godzilla II: Rei dos Monstros” desanda. O “Godzilla” de Gareth Edwards, lançado em 2014, tinha cerca de sete minutos de cenas com o monstro em mais de duas horas de projeção. Mas Edwards tinha um estilo marcante, embora a Lucasfilm tenha minimizado isso em seu trabalho posterior, “Rogue One”, que teve refilmagens obscuras. Em “Godzilla II”, Mike Dougherty aceita a missão de “consertar” o problema que gerou grande reclamação do público sedento por diversão: mostrar mais Godzilla e outros monstrengos. E é o que o diretor de “Krampus: O Terror do Natal” faz, com o triplo (!) de criaturas em cena. Dougherty também encontra soluções visuais bacanas, frutos da maior inspiração atual em Hollywood, que são os quadrinhos. Alguns de seus frames realmente merecem virar capa de Facebook ou Twitter. Só que o diretor esquece o básico, que é justificar o lado humano do roteiro (e teoricamente precisamos do lado humano). É preciso dar tempo em cena para um elenco que inclui Vera Farmiga, Eleven (também conhecida como Millie Bobby Brown), Tywin Lannister (Charles Dance), Ken Watanabe, Sally Hawkins e o treinador de “Friday Night Lights” (Kyle Chandler). Mas as cenas desses personagens atrapalham o ritmo do filme, a diversão e enchem a tela de um blá blá blá que não leva a trama para lugar algum e só cessa quando o cenário treme e explode em efeitos sonoros, devido às pisadas fortes de Godzilla. Com menos monstros, “Godzilla” teve muito mais tensão que a continuação, sustentada por um roteiro absurdo, que não aproveita nada do carisma dos atores. Ao contrário, por exemplo, do que aconteceu no “Independence Day” original, onde, no meio das explosões, as aparições de Bill Pullman, Jeff Goldblum e Will Smith eram comemoradas, aqui os famosos surgem só para irritar o público. A trama não faz sentido, tanto que pode ser resumida assim: Humanos pensam que “titãs” (os monstros, não os heróis da DC Comics) podem trazer equilíbrio ao mundo, acordam vários deles, arrependem-se ao ver a besteira que fizeram e deixam a salvação do mundo nas mãos do pobre Godzilla, que só queria dormir um pouco. Estupidez por estupidez, a verdade é que o público que compra ingresso para ver um filme de Godzilla não espera encontrar muita explicação, muito menos um elenco gigante ocupando minutos intermináveis com diálogos expositivos, apenas destruição em escala apocalíptica num vale-tudo de monstros. Impressiona os produtores não conseguirem fazer um filme simples assim.

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    Ridley Scott vai dirigir novo filme da franquia Alien

    27 de maio de 2019 /

    O diretor Ridley Scott vai voltar a dirigir um novo filme da franquia “Alien”. A informação foi publicada pela revista Variety no meio de uma reportagem retrospectiva sobre os 40 anos do filme original, sem dar maiores informações. A Fox chegou a dizer que não havia planos para uma continuação. No entanto, com a compra do estúdio pela Disney, tudo pode ter mudado. “Alien” é uma das franquias que costuma ser citada com destaque pela Disney como parte de seu novo acervo pós-aquisição. Caso o projeto saia do papel, será o quarto “Alien” dirigido por Scott, que além de comandar o filme original, “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979), assinou os prólogos “Prometheus” (2012) e “Alien: Covenant” (2017). Ridley Scott tinha planos de fazer mais dois filmes após “Alien: Covenant”, mas o fracasso financeiro do longa (US$ 240 milhões em todo o mundo) fez a Fox “repensar” estes projetos. O roteiro do próximo longa foi escrito em 2017. Os outros filmes da franquia são “Aliens: O Resgate” (1986, de James Cameron), “Alien 3” (1992, de David Fincher) e “Alien: A Ressurreição” (1997, de Jean-Pierre Jeunet). Além destes, há dois crossovers com a franquia “Predador”.

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    Trailer legendado de Godzilla II: O Rei dos Monstros é balé apocalíptico de monstros gigantes

    23 de abril de 2019 /

    A Warner divulgou um novo trailer legendado de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”, que mostra uma espécie de balé apocalíptico de monstros gigantes, ao som de “Over the Rainbow”, versão orquestral da famosa canção de “O Mágico de Oz” (1939). A continuação vai mostrar os esforços da agência cripto-zoológica Monarch para enfrentar os ataques de diversos monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Chamados de Titãs na prévia, os monstros devastam tudo o que encontram pelo caminho, deixando a existência da humanidade em risco. O novos inimigos gigantes de Godzilla são kaijus conhecidos dos fãs do gênero, que entraram na cultura pop há mais de 50 anos, cada um com seu próprio filme individual no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. Em meio aos astros gigantescos criados por efeitos visuais, o elenco inclui Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Kyle Chandler (“A Noite do Jogo”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Bradley Whitford (série “The Handmaid’s Tale”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Aisha Hinds (“9-1-1”) e traz de volta os personagens de Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Com roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”), a estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Filme animado da Família Addams ganha trailer dublado em português

    16 de abril de 2019 /

    A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer da animação “A Família Addams”. A prévia revela a mudança da família para sua famosa mansão assombrada e apresenta uma coleção de cenas que funcionam como esquetes, sem dar noção de uma trama central. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Todos substituídos por pessoas não identificadas no Brasil. Você não ouvirá abaixo Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) como seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublando o Tio Chico e nem Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que você não ouvirá ser dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Caso queira ouvir esse elenco, siga o link para o trailer original, divulgado há uma semana. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Elisabeth Moss vai estrelar remake de O Homem Invisível

    12 de abril de 2019 /

    A Universal confirmou a atriz Elisabeth Moss, protagonista da série “The Handmaid’s Tale”, no remake de “O Homem Invisível”. Não está claro se ela vai substituir Johnny Depp (“Criaturas Fantásticas: Os Crimes de Grindelwald”), previamente escalado no papel-título. Caso isso aconteça, logicamente, o filme não deverá mais ser chamado de “O Homem Invisível”. Vale lembrar que Depp foi contratado em 2016, quando a Universal tinha planos megalômanos para atualizar seu catálogo de monstros clássicos, projetando o lançamento de um universo compartilhado – batizado de “Dark Universe”. Mas tudo ruiu quando “A Múmia”, filme que deveria inaugurar esse projeto, fracassou nas bilheterias no ano seguinte. Em vez de uma “Marvel de monstros”, o estúdio recalibrou as expectativas e reiniciou seus planos, desta vez em parceria com a produtora Blumhouse, especialista em terrores baratos bem-sucedidos. E, assim, a produção trocou seu astro decadente de salário cinematográfico por uma atriz em ascensão de preço televisivo. Na história original de H.G. Wells, publicada em 1897, um cientista descobria a fórmula para ficar invisível, mas isso o tornava paranoico e acabava transformando-o num assassino procurado. Nada nesta premissa impede uma mulher de assumir o papel principal. Mas há uma ironia evidente nesta troca de gêneros. Afinal, ela repete a opção narrativa da “A Múmia”, ao transformar o monstro do título numa mulher. Além disso, vale lembrar da aparência de Claude Rains, que marcou época com seu visual “invisível” no primeiro filme a adaptar o romance clássico de H.G. Wells. Sob a direção do mestre James Whale (que também fez “Frankenstein”), ele se enrolava em trapos, feito uma múmia em 1933. Teremos uma nova múmia mulher num terror recente da Universal? O responsável por evitar essa comparação será o cineasta Leigh Whannell, um dos criadores das franquias de terror “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”, que estreou como diretor em “Sobrenatural: A Origem” e assinou recentemente a ficção científica “Upgrade”. Ele vai escrever e dirigir o remake de “O Homem Invisível”. Ou Mulher Invisível. Ou Criatura de Sexualidade Indefinida que Ninguém Consegue Distinguir Visualmente. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Filme animado da Família Addams ganha primeiro trailer

    9 de abril de 2019 /

    A MGM divulgou o primeiro trailer do longa animado de “A Família Addams”. A prévia revela uma coleção de esquetes com os personagens, mas não dá ideia da trama. Uma das cenas, porém, sugere uma mudança recente da família para sua famosa mansão assombrada. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) dá voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dubla seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) vive seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dubla o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarna a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Filme animado da Família Addams ganha primeiro pôster

    29 de março de 2019 /

    A MGM divulgou o pôster do longa animado de “A Família Addams”. A arte inclui a palavra “Halloween”, como referência à data de lançamento. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) será a voz de Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublará seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnará a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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