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  • Série

    Netflix renova Eu Nunca… para 2ª temporada

    1 de julho de 2020 /

    A Netflix anuncia a renovação de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever) para a 2ª temporada. A nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”) foi lançada em abril passado e recebeu a confirmação de novos episódios nesta quarta (1/7) nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo. “Eu Nunca…” é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de toda estudante de high school americana, com os hormônios à flor da pele, com a ansiedade de se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade, e com a pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A protagonista Devi é vivida pela estreante Maitreyi Ramakrishnan e o elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”) e Angela Kinsey (“The Office”). Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada. Esse vídeo é uma homenagem pra todo mundo que cortou a própria franja nos últimos meses e quem amou Eu Nunca… A segunda temporada esta confirmadíssima ❤️ pic.twitter.com/bOvA2f4txV — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 1, 2020 Never Have I Ever has been renewed for Season 2! But that's not the only thing @ramakrishnannn wound up telling her co-stars… pic.twitter.com/vGWY06VLBu — Netflix (@netflix) July 1, 2020

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  • Filme

    Legalmente Loira 3: Criadores de Brooklyn Nine-Nine e Eu Nunca… escreverão a continuação

    19 de maio de 2020 /

    A MGM contratou Mindy Kaling e Dan Goor para escreverem o roteiro de “Legalmente Loira 3”, a esperada continuação da trajetória jurídica de Elle Woods, com Reese Witherspoon de volta ao papel que a consagrou no cinema. A dupla é conhecida por criar séries de sucesso. Mindy criou e estrelou “Projeto Mindy” (The Mindy Project) e, mais recentemente, o remake televisivo de “Quatro Casamentos e Um Funeral” e a série inspirada em sua juventude, “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), na Netflix. Já Dan Goor é criador de “Brooklyn Nine-Nine”, além de ter escrito-produzido “Parks & Recreation”. O filme original foi um dos maiores sucessos de 2001 e acompanhava os esforços de Elle Woods, uma patricinha fútil que tenta provar sua inteligência na universidade de Direito após ser abandonada pelo namorado. O longa ganhou uma sequência em 2003, em que Elle descobria os bastidores da política americana. Reese Witherspoon confirmou a produção da sequência em junho do ano passado. Na época, as roteiristas originais, Kirsten Smith e Karen McCullah, negociavam escrever o novo capítulo. Mas, na semana passada, foram anunciadas à frente de um remake da comédia “Mulher Nota 10”.

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  • Série

    Eu Nunca: Série sobre a juventude de Mindy Kaling ganha trailer legendado

    16 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”). A série é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de uma estudante de high school americana com os hormônios à flor da pele, que sofre pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A prévia apresenta o humor resultando desse choque cultural, destacando a versão jovem de Mindy, ou melhor, Devi (interpreta pela estreante Maitreyi Ramakrishnan), desesperada para se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade. O elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”) e Angela Kinsey (“The Office”). “Eu Nunca…” chega à Netflix em 27 de abril.

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  • Série

    Eu Nunca: Nova série criada por Mindy Kaling ganha primeiro teaser

    22 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou nove fotos e o primeiro teaser de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”). A série é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de uma estudante de high school americana com os hormônios à flor da pele, que sofre pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A prévia apresenta o humor resultando desse choque cultural ao trazer a versão jovem de Mindy, ou melhor, Devi (interpreta pela estreante Maitreyi Ramakrishnan), pedindo aos deuses hindus por, entre outras coisas, qualquer gostosão burro do time de futebol da escola. “Eu Nunca…” chega à Netflix em 27 de abril.

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  • Série

    HBO Max encomenda séries de comédia de Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling

    29 de outubro de 2019 /

    A HBO Max anunciou a produção de três novas séries de comédia originais, que serão produzidas por Elizabeth Banks (do novo “As Panteras”), Issa Rae (“Insecure”) e Mindy Kaling (“Projeto Mindy”). As atrações foram reveladas na noite de terça (29/10) pela WarnerMedia, em evento dedicado a detalhar a plataforma de streaming, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. “Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling são três das mulheres mais talentosas de nossa indústria e agora estão trazendo seus projetos originais e impressionantes para a HBO Max”, disse Sarah Aubrey, diretora de conteúdo original da plataforma. “Esses três talentos incríveis incorporam as vozes distintas e diversas que darão vazão à promessa da marca HBO Max de qualidade para todos os públicos”, acrescentou Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. O programa de Kaling se chama “College Girls”, vai acompanhar três colegas de faculdade, irritantes e sexualmente ativas, e já ganhou encomenda de 13 episódios. A produção de Banks é “DC Super Hero High”. Escrita por Scott Weinger (“90210”) e inspirada nos quadrinhos da DC Comics, vai mostrar estudantes do Ensino Médio que podem se tornar super-heróis. E a atração de Rae, “Rap Sh*t”, reflete as aspirações de um grupo de hip-hop feminino de Miami. As duas últimas ainda estão em desenvolvimento. Ao todo, a HBO Max pretende oferecer 31 produções inéditas e exclusivas já em seu lançamento no ano que vem.

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  • Série

    Infância de Mindy Kaling vai virar série de comédia da Netflix

    20 de março de 2019 /

    A Netflix encomendou a produção de uma nova série de comédia inspirada pela infância da comediante Mindy Kaling, conhecida pelas séries “The Office” e “The Mindy Project”. Kaling criou a série, que ainda não tem título, ao lado da roteirista Lang Fisher (“Brooklyn Nine-Nine”), após convite da plataforma. Em entrevista para a revista Variety, Kaling disse que a ideia foi originalmente apresentada a ela pelo serviço de streaming. “Eles estavam interessados em saber como foi minha experiência, minha infância e adolescência”, contou. “Eu disse que não estava interessada em fazer uma comédia passada nos anos 1980. O resultado é uma série inspirada no que eu vivi, mas no contexto da atualidade”. A Netflix descreve a produção como “o retrato da vida complicada de uma adolescente americana de descendência indiana”. A 1ª temporada terá 10 episódios e ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc,  Filme

    Crítica de cinema rebate Mindy Kaling e ideia de que “filmes femininos” não possam ser criticados por homens

    16 de junho de 2018 /

    Uma importante crítica americana de cinema, Alison Willmore, usou o Twitter na sexta (15/6) para rebater o mau uso de um recente estudo da USC (Universidade do Sul da Califórnia), que observou que a maioria esmagadora dos críticos dos Estados Unidos são homens brancos. A falta de representatividade feminina e de outros grupos étnicos na pesquisa já inspirou os festivais de Sundance e Toronto a criar cotas em suas coberturas de imprensa para jornalistas mulheres e “de cor”. Mas enquanto a inclusão de maior diversidade na cobertura de cinema é bem vinda, o estudo também tem sido usado como escudo de certos filmes contra críticas negativas. Nesta semana, a atriz Mindy Kaling abordou a “injusta” predominância masculina e branca entre os críticos para reclamar da nota (positiva, por sinal) registrada no Rotten Tomatoes sobre “Oito Mulheres e um Segredo”, que ela estrela, apontando que a falta de diversidade da crítica era a razão da aprovação moderada do filme. “Homens brancos, críticos, podem gostar, apreciar o meu trabalho, mas muitas vezes eu penso que sempre tem um crítico que irá condená-lo, porque eles não entendem e são tão poderosos.” No Rotten Tomatoes, “Oito mulheres e Um Segredo” está com 68% de aprovação pela crítica. Já a porcentagem de aceitação da audiência não passa de 51%. Mas a jornalista do BuzzFeed News, Alison Willmore, resolveu peitar a suposta polêmica, dizendo, em outras palavras, que toda essa conversa é muito fiada. “Talvez ‘Oito Mulheres e um Segredo’ tivesse mais críticas positivas se mais mulheres tivessem escrito sobre ele. Talvez não. Se você precisa apagar a opinião de críticas femininas que não gostaram do filme para provar seu argumento, ele não é um bom argumento para começar. As mulheres não são monolíticas”, ela introduziu. Willmore sustenta que não há garantia de que uma crítica feminina vá gostar mais de um filme ruim, apenas porque é seu público alvo. Para ela, deve-se buscar mais diversidade entre os críticos, porque isso permite maior abrangência de avaliações, inclusive sobre filmes de homens brancos – ela cita “Dunkirk” – , mas não se pode usar a falta de inclusão na imprensa como desculpa para defender filmes ruins. Ela apontou que essa falsa controvérsia parece tititi de fã da DC, que não se conforma porque a crítica não considera os filmes baseados nos quadrinhos da editora como obras-primas. Nesta linha argumentativa, os críticos não teriam gostado de “Batman vs. Superman”, “Esquadrão Suicida” e “Liga da Justiça” porque não seriam o público-alvo das produções. Ou seja, não eram nerds de 13 anos que preenchem todos os requisitos para serem clichês-ambulantes. “‘Esse filme não é para você’ é o mesmo argumento que um adolescente irritado usa para me dizer que eu não deveria ponderar sobre ‘Esquadrão Suicida’. É também um argumento cuja conclusão final é o de que nunca deveriam existir críticas negativas, pois isso apenas significaria que o crítico simplesmente não era o público certo para o filme”, concluiu Willmore no Twitter. Veja abaixo. Maybe reviews of OCEAN'S 8 would have skewed more positive if it'd been majority women-identifying critics reviewing it. Maybe not! If you need to erase the opinions of female critics who didn't like it in order to make this argument, it's not a good one. Women aren't monolithic! — Alison Willmore (@alisonwillmore) June 15, 2018 "This movie isn't for you" is the same argument an angry teen boy uses when telling me why I shouldn't get to weigh in on SUICIDE SQUAD. It's also an argument whose end point is that there should never be bad reviews, because that just means the critic wasn't the right audience — Alison Willmore (@alisonwillmore) June 15, 2018

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo é realmente a versão feminina de um filme já visto

    12 de junho de 2018 /

    Quem gosta de “Onze Homens e um Segredo” tem tudo para apreciar Sandra Bullock (como Debbie, a irmã do Danny Ocean de George Clooney), Cate Blanchett, Anne Hathaway, Sarah Paulson, Rihanna, Helena Bonham Carter, Mindy Kaling e Awkwafina em “Oito Mulheres e um Segredo”. Já quem acha um porre e se diverte bem menos que os astros e as estrelas da tela nesse tipo de filme, vai ter uma razão a mais para odiar, porque a intenção de “Oito Mulheres e um Segredo” é mesmo trazer de volta a atmosfera de “Onze Homens e um Segredo”, mas com um excepcional elenco feminino, que não deixa a mínima saudade de Clooney e sua turma. O filme faz parte da tendência hollywoodiana das continuações disfarçadas de reboots (ou vice-versa), como “Star Wars: O Despertar da Força” e “Jurassic World”, que mais ou menos repetem as estruturas consagradas dos roteiros originais como forma de reapresentar histórias velhas para uma nova geração. O curioso é que Hollywood tenha considerado a franquia de George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon digna do mesmo tipo de tratamento, inclusive com uma cota de autorreferências e participações especiais. Está tudo em seu devido lugar de novo e outra vez. Inclusive em seu paradoxo primordial. Nesses filmes, os planos das “criminosas” não tem como ser levados a sério, embora sejam minuciosamente detalhados, sem fazer o menor sentido para quem está do lado de cá da tela. Enquanto personagens, falam, pensam, falam e pensam, o que fica para o espectador é o espetáculo visual, que consiste na observação de olhares, sorrisos, narizes empinados e como essas pessoas andam com estilo, vestem-se bem, e se comunicam de maneira esnobe. Aliás, por que os elencos desses filmes precisam falar quase que obrigatoriamente com empáfia? Será que o charme exala antipatia enquanto personagens caminham entre checkpoints grã-finos como galerias de arte, cassinos ou o Met Gala? É muito mais humano observar Helena Bonham Carter quebrar esse padrão, ao demonstrar insegurança, vulnerabilidade e um humor tão discreto quanto imprevisível. O mesmo serve para a sedução provocada por Anne Hathaway, com sua personagem que quer ser linda como uma Barbie, mas é, no fundo, uma menina mimada e ingênua. São as duas melhores atuações… Porque as líderes Sandra Bullock e Cate Blanchett, que são sempre extraordinárias, limitam-se aqui a fazer o perfil egocêntrico “comigo ninguém pode” de George Clooney nos filmes de Soderbergh. Como nos longas anteriores, “Oito Mulheres e um Segredo” também não apresenta conflitos ou grandes riscos para o elenco principal, muito mesmos reviravoltas surpreendentes. O enredo até inclui uma reviravolta. Mas ela não é memorável, pois só acontece quando, digamos, o filme esquece que havia terminado, estendendo-se desnecessariamente até gerar um anti-clímax. E há o problema da direção que não decola. Gary Ross é um cineasta que entrega o que está no roteiro. Seu talento aparece mais quando revisita o cinema clássico, mesmo que seja para atualizá-lo, como fez nos belos “Pleasantville” e “Seabiscuit”. Mas, aqui, sua dedicação é tão impessoal que ele visivelmente se esforça para parecer Steven Soderbergh. O detalhe é que nem sequer foi Soderbergh quem criou “Onze Homens e um Segredo”, materializado pela primeira vez em 1960 como veículo para Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. Claro que o remake de 2001 foi mais marcante. Mas o ponto é que Ross não tinha a necessidade de reproduzir os tiques de Soderbergh, que nem estava em sua praia indie quando topou entrar na brincadeira de “Onze Homens e um Segredo” com seus amigos. Ali, todos ganharam para se divertir. Da mesma forma que as atrizes deste filme. Afinal, se houvesse pretensão feminista e não apenas comercial no resgate da franquia como veículo para estrelas femininas, por que não contaram com uma mulher na direção? Assim, até a piada sobre isso, nos minutos finais, soaria mais pessoal e com personalidade. Fica a ideia para a sequência, já que estes caça-niqueis costumam virar trilogia. Se Soderbergh fez “Onze Homens”, “Doze Homens e “Treze Homens”, Sandra, Cate, Anne e cia devem retornar ainda em “Nove Mulheres” e “Dez Mulheres”. Até os números batem. Quem sabe, assim, consigam provar que conseguem fazer melhor, agora que já estabeleceram as personagens, podendo finalmente deixar a sombra dos “Onze Homens” e suas referências para trás.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo: Novo trailer apresenta a gangue de Sandra Bullock

    27 de maio de 2018 /

    A Warner divulgou um novo trailer de “Oito Mulheres e um Segredo”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001). A prévia apresenta cada uma das oito mulheres do título, enquanto explica o plano de Sandra Bullock (“Gravidade”) para roubar joias no glamouroso baile de gala do Metropolitan Museum, em Nova York. O vídeo também situa o filme na franquia original, ao mencionar claramente, via exposição do comediante James Corden (“Caminhos da Floresta”), que a personagem de Sandra Bullock “é irmã de Danny Ocean”, o papel de George Clooney nos outros filmes. Explicação que inspira em Anne Hathaway (“Colossal”) uma cara de quem não entendeu a referência. Na trama, Debbie Ocean (Bullock) sai da prisão planejando o golpe do século no baile anual do Met Gala, recheado de estrelas de Hollywood e um colar extremamente precioso, que desfila no pescoço de Hathaway. É a deixa para reunir um supertime de ladras com Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a cantora Rihanna (“Battleship”). Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu a trilogia de “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem roteiro e direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia para 7 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo: Gangue de Sandra Bullock ganha comerciais e pôsteres individuais

    10 de maio de 2018 /

    A Warner divulgou quatro comerciais e oito pôsteres de personagens de “Oito Mulheres e um Segredo”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001). As prévias mostram o plano de Sandra Bullock (“Gravidade”) para roubar joias no glamouroso baile de gala do Metropolitan Museum, em Nova York com a ajuda de algumas comparsas. Os vídeos também situam o filme na franquia original, ao mencionar claramente, via exposição do comediante James Corden (“Caminhos da Floresta”), que a personagem de Sandra Bullock “é irmã de Danny Ocean”, o papel de George Clooney nos outros filmes. Explicação que inspira em Anne Hathaway (“Colossal”) uma cara de quem não entendeu a referência. Na trama, Debbie Ocean (Bullock) sai da prisão planejando o golpe do século no baile anual do Met Gala, recheado de estrelas de Hollywood e um colar extremamente precioso, que desfila no pescoço de Hathaway. É a deixa para reunir um supertime de ladras com Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a cantora Rihanna (“Battleship”). Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu a trilogia de “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem roteiro e direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia para 7 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Sandra Bullock quer roubar Anne Hathaway no novo trailer de Oito Mulheres e um Segredo

    12 de abril de 2018 /

    A Warner divulgou o novo trailer de “Oito Mulheres e um Segredo”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001). A prévia mostra o plano de Sandra Bullock (“Gravidade”) para roubar Anne Hathaway (“Colossal”) com a ajuda de algumas comparsas, entre elas a cantora Rihanna (“Battleship”), uma especialista em computação, cuja maior habilidade apresentada no trailer é ligar o aparelho. O vídeo também situa o filme na franquia original, ao mencionar claramente, via exposição do comediante James Corden (“Caminhos da Floresta”), que a personagem de Sandra Bullock “é irmã de Danny Ocean”, o papel de George Clooney nos outros filmes. Explicação que inspira em Anne Hathaway uma cara de quem não entendeu a referência. Na trama, Debbie Ocean (Bullock) sai da prisão planejando o golpe do século no baile anual Met Gala, recheado de estrelas de Hollywood e um colar extremamente precioso no pescoço de Hathaway. É a deixa para reunir um supertime de ladras com Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a mencionada Rihanna. Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu a trilogia de “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem roteiro e direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia para 7 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Uma Dobra no Tempo ganha novo trailer legendado

    22 de janeiro de 2018 /

    A Disney divulgou um novo trailer legendado de sua fábula contemporânea “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time). A prévia apresenta melhor a premissa e os belos efeitos visuais da produção, destacando o papel das três místicas que orientam a heroína adolescente a salvar a vida de seu pai num outro universo. “Uma Dobra no Tempo” adapta o premiado livro homônimo de Madeleine L’Engle publicado em 1963, sobre o misterioso desaparecimento de um cientista que faz uma descoberta importante sobre as leis da física e acaba sendo capturado pela escuridão. Cabe a sua filha mais velha, Meg, que ainda é uma criança, a missão de salvá-lo, com a ajuda de seu irmão mais novo, um adolescente corajoso e o apoio de três mulheres místicas. O filme traz a jovem Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”) como a protagonista Meg Murry e o elenco ainda inclui Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Andre Holland (do vencedor do Oscar “Moonlight”), além de Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) como as sábias místicas. O roteiro é de Jennifer Lee, que escreveu o fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), e direção está a cargo de Ava DuVernay, do elogiado “Selma” (2014) – e a terceira mulher a comandar um filme orçado em mais US$ 100 milhões, após Kathryn Bigelow (“K19 – The Widowmaker”, em 2002) e Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”). A estreia está marcada para 29 de março no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos e na mesma data de lançamento do aguardado “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg. Anteriormente anunciada no mesmo dia, a animação “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim” preferiu adiar sua chegada aos cinemas para evitar a competição.

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  • Filme

    Uma Dobra no Tempo ganha pôsteres de personagens e vídeo de bastidores

    19 de janeiro de 2018 /

    A Disney divulgou seis pôsteres de personagens e um vídeo de bastidores de sua nova fábula contemporânea “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time). “Uma Dobra no Tempo” adapta o premiado livro homônimo de Madeleine L’Engle publicado em 1963, sobre o misterioso desaparecimento de um cientista que faz uma descoberta importante sobre as leis da física e acaba sendo capturado pela escuridão. Cabe a sua filha mais velha, Meg, que ainda é uma criança, a missão de salvá-lo, com a ajuda de seu irmão mais novo e um adolescente corajoso, além de contar com apoio de três mulheres místicas. O filme traz a jovem Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”) como a protagonista Meg Murry e o elenco ainda inclui Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Andre Holland (do vencedor do Oscar “Moonlight”), além de Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) como as sábias místicas. O roteiro é de Jennifer Lee, que escreveu o fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), e direção está a cargo de Ava DuVernay, do elogiado “Selma” (2014) – e a terceira mulher a comandar um filme orçado em mais US$ 100 milhões, após Kathryn Bigelow (“K19 – The Widowmaker”, em 2002) e Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”). A estreia está marcada para 29 de março no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos e na mesma data de lançamento do aguardado “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg. Anteriormente anunciada no mesmo dia, a animação “Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim” preferiu antecipar sua chegada aos cinemas para evitar a competição.

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