Benedict Cumberbatch viverá Thomas Edison em filme sobre a guerra das correntes
O ator Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) vai viver outro gênio histórico, após ser indicado ao Oscar por “O Jogo da Imitação” (2014). Segundo o site da revista Variety, ele irá interpretar Thomas Edison no drama de época “The Current War”. O filme vai girar em torno da rivalidade entre o inventor da eletricidade e George Westinghouse, que, por sua vez, será vivido por Michael Shannon (“O Homem de Aço”). Os dois travaram uma feroz disputa comercial que ficou conhecida como “A Guerra das Correntes”, em relação às patentes de cada um, a corrente continua de Edison e a corrente alternada de Westinghouse (criada por Nikola Tesla), que concorriam por contratos de eletricidade em cidades e estados no final dos século 19. Para determinar qual das correntes era melhor, até a pena de morte entrou no debate, culminando na invenção da cadeira elétrica. O projeto já tem quatro anos. O cineasta cazaque Timur Bekmambetov (“Ben-Hur”) adquiriu os direitos sobre a trama em 2012. Mas, após seus recentes fracassos comerciais, não vai dirigir o longa, ficando apenas como produtor. A direção está nas mãos de Alfonso Gomez-Rejon (“Eu, Você e A Garota que vai Morrer”) e o roteiro a cargo de Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”). As filmagens devem começar no início de dezembro, mas ainda não há previsão para a estreia.
Chris Hemsworth e Michael Shannon vão enfrentar o Talibã em filme de guerra
Os atores Chris Hemsworth (“Thor”) e Michael Shannon (“O Homem de Aço”) vão estrelar o filme “Horse Soldiers”, passado durante a guerra no Afeganistão. A informação é do site da revista Variety. Baseado no livro homônimo de Doug Stanton, o filme tem roteiro de Peter Craig (“Jogos Vorazes: A Esperança”) e Ted Tally (“O Silêncio dos Inocentes”) e contará a história real de uma equipe de agentes da CIA e das Forças Especiais, enviada para as áreas montanhosas do Afeganistão semanas após o ataque de 11 de setembro, com a missão de unir forças com comandante militar da região para desmantelar o Talibã. A direção está a cargo do dinamarquês Nicolai Fuglsig, que após diversos comerciais vai estrear no cinema em 2017, com a sci-fi “Exfil”.
Animais Noturnos: Veja o trailer legendado do premiado filme de Tom Ford
A Universal Pictures divulgou os pôsteres dos personagens e o primeiro trailer legendado do suspense “Animais Noturnos”, segundo filme do estilista Tom Ford, que estreou na direção de longas com o aclamado “Direito de Amar” (2009). A prévia não explica a premissa nem revela a intrincada estrutura da história, mas traz o momento-chave da narrativa, quando a personagem de Amy Adams (“Batman vs. Superman”) recebe um presente de seu ex-marido, vivido por Jake Gyllenhaal (“O Abutre”). Baseada no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, a trama segue o estilo de “uma história dentro de uma história”, desenvolvendo-se ao longo da leitura do manuscrito de um livro, enviado pelo autor à ex-mulher, Susan, de quem se separou há 20 anos. A narrativa se divide em três níveis: naquele instante do presente, na memória de Susan (Adams) e também na própria leitura do romance. Há uma ficção dentro da ficção, trazida à tona pela trama do livro, sobre Tony Hastings (também interpretado por Gyllenhaal), um professor universitário, cuja mulher e filha adolescente foram assassinadas durante uma viagem de carro da família. Ele quer vingança, e a violência da história assusta sua leitora, para quem o livro foi dedicado, o que a leva se recordar de seu casamento e enfrentar algumas verdades sombrias sobre si mesma. O elenco também inclui Isla Fisher (“Truque de Mestre”) como a mulher de Tony, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o detetive que vai investigar a violência ocorrida na sua família, Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) como o degerado que os ameaça, e Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) como o atual marido de Susan. Elogiadíssimo pela crítica, o filme venceu o Grande Prêmio do Juri do recente Festival de Veneza e estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. A obra é uma adaptação do livro “Tony and Susan”, de Austin Wright, e traz Jake Gyllenhaal e Amy Adams como um casal divorciado que descobre verdades obscuras sobre eles mesmos. No elenco da produção estão também Michael Shannon, Aaron Taylor-Johnson, Isla Fisher, Karl Glusman, Armie Hammer, Laura Linney, Andrea Riseborough e Michael Sheen.
Nocturnal Animals: Jake Gyllenhaal e Amy Adams nas primeiras fotos do suspense de Tom Ford
A Focus Features divulgou as primeiras fotos do suspense “Nocturnal Animals”, segundo filme dirigido pelo estilista Tom Ford (“Direito de Amar”). As imagens destacam dois dos protagonistas, Jake Gyllenhaal (“O Abutre”) e Amy Adams (“Batman vs. Superman”). O roteiro e a produção também foram assinados por Ford. Baseada no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, a trama segue o estilo de “uma história dentro de uma história”, desenvolvendo-se ao longo da leitura do manuscrito de um livro, enviado pelo autor à ex-mulher (papel de Amy Adams), de quem se separou há 20 anos. Metade da história vai refletir a leitura do livro fictício (intitulado “Nocturnal Animals”) sobre um pai de família (Gyllenhaal) que vê as suas férias se tornarem violentas e mortais. A outra parte é a história da própria protagonista, que se vê recordando o seu primeiro casamento e enfrentando algumas verdades sombrias sobre si mesma. O elenco também inclui Isla Fisher (“Truque de Mestre”) como a mulher de Gyllenhall, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o detetive que vai investigar a violência ocorrida na sua família, Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) interpretará um sujeito misterioso que os ameaça, enquanto Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) viverá o atual marido de Adams. O filme terá première nos festivais de Veneza e Toronto e estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Loving: Joel Edgerton e Ruth Negga enfrentam racismo em trailer de drama de época
A Focus Features divulgou o pôster e o primeiro trailer do drama “Loving”, baseado na história real do casamento que ajudou a combater o racismo nos EUA. Ao contrário de outro filme sobre o período, “Selma” (2014), não se trata de um registro de confronto civil, mas uma exaltação do amor. A prévia resume a trama, mostrando como o casal Loving, vivido por Joel Edgerton (“O Grande Gatsby”) e Ruth Negga (série “Preacher”), foi condenado a 25 anos de prisão apenas por ter se casado no início dos anos 1960, quando a lei estadual proibia relações matrimoniais entre brancos e negros. O caso acabou ganhando repercussão nacional, com envolvimento do então procurador da república Robert Kennedy e uma reportagem da revista Life, e foi parar na Suprema Corte americana. Como resultado, os juízes acabaram com as restrições ao casamento entre pessoas de raças diferentes nos Estados Unidos, sepultando um dos argumentos dos racistas para prenderem simpatizantes da igualdade racial. Tudo isso, por sinal, pode ser conferido entre as cenas do trailer. “Loving” foi escrito e dirigido por Jeff Nichols (“Amor Bandido”) e teve sua première mundial no Festival de Cannes deste ano. Apesar de não ter sido premiado, a produção foi considerada um candidato em potencial às premiações do cinema americano, como o Oscar ou o Spirit Award. Além do casal principal, “Loving” também destaca Marton Csokas (“O Protetor”) como um xerife racista e Michael Shannon (“O Homem de Aço”), ator-fetiche do diretor, presente em quatro de seus cinco filmes, como o repórter fotográfico Grey Villet, da revista Life, cujas imagens ajudaram os Lovings em sua luta. A estreia comercial está marcada para 4 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Elvis & Nixon: Veja o trailer legendado da comédia sobre o dia em que o Rei do Rock encontrou o Presidente dos EUA
A Sony Pictures divulgou o trailer legendado de “Elvis & Nixon”, comédia sobre o encontro entre o cantor Elvis Presley e o presidente dos EUA Richard Nixon em 1970. A prévia mostra um pouco dos bastidores do encontro que realmente aconteceu, conforme atesta uma foto famosa, mas que, aparentemente, foi muito mais bizarro que o noticiado. Explorando o humor negro, o vídeo apresenta um Elvis nonsense e um Nixon constrangido, que não sabe o que fazer, além de aproveitar o marketing inesperado. Vale destacar ainda o visual de Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o Rei do Rock, além de Kevin Spacey (série “House of Cards”) no papel de um presidente maléfico da vida real. Presley e Nixon se encontraram na Casa Branca em dezembro de 1970 a pedido do cantor. Na ocasião, Elvis deu um revólver Colt 45 de presente para o político, querendo ainda contribuir com o combate às drogas entre a juventude. Ironicamente, Elvis morreria sete anos depois de overdose de medicamentos, com apenas 42 anos de idade. O elenco ainda inclui Colin Hanks (série “Fargo”), Evan Peters (série “American Horror Story”), Geraldine Singer (“O Herdeiro do Diabo”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Tracy Letts (série “Homeland”) e a cantora Sky Ferreira (“Canibais”). Escrito pelo ator Cary Elwes (“A Princesa Prometida” e “Jogos Mortais”) e dirigido por Liza Johnson (“Amores Inversos”), “Elvis & Nixon” teve uma estreia limitada em abril nos EUA, quando recebeu críticas elogiosas, e chega aos cinemas brasileiros na quinta, dia 16 de junho.
Cannes: Com Loving, Jeff Nichols mostra como o amor pode mudar o mundo
A corrida do Oscar iniciou mais cedo este ano, com a exibição de “Loving”, do cineasta americano Jeff Nichols, na competição do Festival de Cannes. Drama sobre uma união interracial ambientado no começo dos anos 1960, o longa tem as qualidades cinematográficas e a relevância social que costumam ser premiadas pela Academia, embora seja mais comportado que filmes de outros países, com os quais disputa a Palma de Ouro. O filme reencena a história verídica do casal Loving, vivido por Joel Edgerton (“O Grande Gatsby”) e Ruth Negga (série “Agents of SHIELD”), que foi sentenciado a deixar o estado de Virginia por 25 anos, sob pena de prisão, por terem se casado no Distrito de Washington, onde o casamento entre um branco e uma negra era aceito pela lei. O caso acabou ganhando repercussão nacional, com envolvimento do então procurador da república Robert Kennedy e uma reportagem da revista Life, e foi parar na Suprema Corte americana. Como resultado, a decisão da justiça federal serviu para derrubar as restrições ao casamento entre pessoas de raças diferentes nos Estados Unidos. Ao contrário de outro filme sobre o período, “Selma” (2014), não se trata de um registro de confronto civil, mas uma exaltação do amor. Apesar de envolver racismo, “Loving” não vai para as ruas nem passa muito tempo em tribunais, preferindo focar na relação do casal, de temperamento tranquilo e amoroso, sem qualquer histórico de militância ou rebeldia. “Eu poderia ter feito um drama de tribunal tradicional, gênero que acho fascinante. Mas meu objetivo era contar a história de duas pessoas apaixonadas, cuja história pessoal é afetada por decisões políticas”, explicou o diretor, no encontro com a imprensa internacional em Cannes. “O que mais me espanta é que este tipo de filme tenha eco na atualidade. Custo a entender porque duas pessoas que se amam não podem ficar juntas”, aprofundou o protagonista do filme, o ator australiano Joel Edgerton, lamentando que isso seja “um debate político atual” em muitos países. A atriz irlandesa Ruth Negga ecoou o colega, lembrando a situação política de seu país. “A Irlanda passou agora pela votação de um referendo em prol da oficialização do casamento gay, o que me deu orgulho e me fez reconhecer a importância de manter vivo o debate sobre diferentes formas de preconceito”, ela destacou. Além do casal principal, “Loving” também destaca Michael Shannon (“O Homem de Aço”), ator-fetiche do diretor, presente em quatro de seus cinco filmes, que interpreta o repórter fotográfico Grey Villet, da revista Life, cujas imagens ajudaram os Lovings em sua luta. O lançamento vai chegar aos cinemas num ano extremamente politizado, quando a questão da igualdade racial, sexual e religiosa ocupa o centro do debate da eleição presidencial americana. E Nichols tem plena ciência disso. “Espero que ‘Loving’ ajude as pessoas a pensar nesse tipo de assunto em ano de eleição”, disse o diretor, que aos 38 anos é considerado um dos grandes nomes do cinema indie americano.
Midnight Special: Sci-fi do diretor de Amor Bandido ganha novo trailer
A Warner Bros. divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Midnight Special”, primeira ficção científica do cineasta Jeff Nichols (“Amor Bandido”). Desta vez, a prévia é menos “Chamas da Vingança” (1984) e mais “Contatos Imediatos do Primeiro Grau” (1977), graças à maior presença de efeitos especiais e ao destaque dado à jornada dos personagens. Na trama, pai e filho viajam escondidos, enquanto são perseguidos pelo governo, devido aos estranhos poderes da criança, que solta luz pelos olhos. O bom elenco inclui Michael Shannon (“O Homem de Aço”), Kirsten Dunst (“Melancolia”), Adam Driver (série “Girls”), Joel Edgerton (“Êxodo: Deuses e Reis”), Sam Shepard (“Álbum de Família”) e o jovem Jaeden Lieberher (“Um Santo Vizinho”). Exibido no Festival de Berlim, “Midnight Special” chega aos cinemas em 18 de março.
Berlim: Jeff Nichols revela que fantasia de Midnight Special exorciza trauma pessoal
O norte-americano Jeff Nichols dividiu a crítica e o público de Berlim com o seu “Midnight Special”, que pode decepcionar os fãs de sua carreira indie de sucesso – que inclui títulos como “O Abrigo” e “Amor Bandido”. O filme narra a bizarra história de um menino com superpoderes em fuga (do FBI e de uma sinistra organização religiosa) com o pai e não terá facilidade para convencer a audiência no seu lançamento comercial. Na entrevista coletiva, Nichols bem tentou dar uma explicação coerente, falando na óbvia influência de Steven Spielberg (filmes como “E.T.” e “Contatos Imediatos de Terceiro Grau”) para que o público percebesse essa conexão por vezes bizarra que traz elementos dos quadrinhos (o menino os lê o tempo todo) e, claro, da ficção científica (as visitas extraterrestres). “O que eu acho que este tipo de filme faz especialmente bem é construir um senso de mistério, que leva a um maravilhamento”, disse o diretor. “É um sentimento positivo”, resumiu. Ele também explicou que a ideia para a trama surgiu de sua necessidade de superar o medo de perder seu próprio filho pequeno, quando uma crise de febre muito elevada o fez ter espasmos. “Eu corri com ele para o hospital e achei que estivesse morrendo”, contou o diretor. “Foi um momento muito assustador, em que eu percebi que não tinha controle da situação, e que se algo acontecesse com ele eu ficaria devastado”, ponderou. “Assim, ‘Midnight Special’ surgiu como uma forma para eu processar esse medo. Acho que a razão pela qual amamos tanto nossas crianças é por causa do medo de perdê-las e eu fiz um filme sobre isso”. Estrelado por Michael Shannon (“O Homem de Aço”), ator-fetiche do diretor, além de Kirsten Dunst (“Melancolia”), Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”), Joel Edgerton (“Aliança do Crime”) e o menino Jaeden Lieberher (“Um Santo Vizinho”), o filme estreia no Brasil em março e resta saber até que ponto a audiência vai se deixar embalar por seu enredo, cujas emoções vêm dos fortes laços familiares e afetivos entre os protagonistas, mas que, no âmbito da sci-fi, envereda por caminhos sinuosos e de difícil credibilidade.
Midnight Special: Primeira sci-fi do diretor de Amor Bandido ganha trailer
A Warner Bros. divulgou o pôster e o trailer de “Midnight Special”, primeira ficção científica do cineasta Jeff Nichols (“Amor Bandido”). A prévia acompanha um garoto mantido por adultos com fones de ouvidos e óculos de natação num motel, enquanto notícias de seu rapto são divulgadas na TV. Mas logo as expectativas se invertem, pois quem foge com o menino é seu próprio pai (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”). Ambos são perseguidos devido aos poderes paranormais da criança, que solta luz pelos olhos, num paralelo com a trama de “Chamas da Vingança” (1984). O bom elenco ainda inclui Kirsten Dunst (“Melancolia”), Adam Driver (série “Girls”), Joel Edgerton (“Êxodo: Deuses e Reis”), Sam Shepard (“Álbum de Família”) e o jovem Jaeden Lieberher (“Um Santo Vizinho”). “Midnight Special” chega aos cinemas americanos em 18 de março e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.








