Sophie Charlotte é confirmada no novo filme do diretor de “Clube da Luta”
Depois de Bruna Marquezine, é a a vez de Sophie Charlotte seguir carreira em Hollywood. Ela foi oficialmente confirmada em “O Assassino”, novo thriller do cineasta americano David Fincher (“Clube da Luta”). O nome da brasileira aparece no cartaz internacional do longa. Entretanto, ela ficou de fora das cenas do trailer. A trama segue um assassino de aluguel (Michael Fassbender) que encara uma crise existencial após quase morrer em uma missão. Um erro com consequências desastrosas leva o assassino enfrentar as pessoas que o contrataram em uma caçada internacional. A história é baseada nos quadrinhos homônimos do autor francês Alexis Solent. Já Sophie interpreta Magdala, uma personagem ainda sem informações divulgadas pela Netflix. Fincher tenta desenvolver o projeto desde 2007, quando a produção ainda era exclusiva do cinema, como um lançamento da Paramount Pictures. No longa, o diretor reprisa a parceria com o roteirista Andrew Kevin, com quem fez seus filmes mais famosos, “Clube da Luta” (1999) e “Se7en – Os Sete Crimes Capitais” (1995). “O Assassino” será lançado em cinemas selecionados em 26 de outubro, e tem estreia definida a partir de 10 de novembro na plataforma da Netflix. Sophie Charlotte faz “participação pontual” A inclusão de Sophie Charlotte no thriller americano foi uma surpresa para os fãs brasileiros, que não entenderam exatamente como a atriz foi “descoberta” por Fincher. Ela contou à revista Glamour que obteve a proposta de um teste para fazer uma “participação pontual” depois da série “Passaporte para Liberdade”, realizada durante a pandemia de Covid-19. “Foi uma participação pontual, mas surreal ao ser dirigida pelo Fincher e contracenar com Michael Fassbender. Estou curiosa, não sei aonde isso vai me levar. Sei que tenho memórias impagáveis e especiais. Uma validação, de certa forma, de entendimento de que o que fazemos por aqui se comunga por lá”, ela se emocionou. “Pode chamar do que quiser: destino, caminho aliado com vibrações, carma, astros e estrelas… Agradeço aos meus guias pelo meu caminho estar alinhadinho. Me sinto uma pessoa abençoada: vivo do que amo e sinto que meu trabalho dialoga com a humanidade”, declarou Sophie. Sophie Charlotte também será vista nos cinemas em 12 de outubro no filme biográfico de Gal Costa, intitulado “Meu Nome é Gal”. A obra conta detalhes da vida da artista durante os anos da Tropicália.
Cormac McCarthy, autor de “Onde os Fracos Não tem Vez”, morre aos 89 anos
Cormac McCarthy, escritor vencedor do Prêmio Pulitzer, que teve várias obras adaptadas para o cinema como “Onde os Fracos Não tem Vez” e “A Estrada”, faleceu nesta terça (13/6) em sua casa em Santa Fé, Novo México (EUA) aos 89 anos. McCarthy era famoso por sua prosa precisa e visão sombria da humanidade, bem como suas tramas violentas e rebeldia contra as aspas e ponto e vírgula, sendo celebrado como um dos principais autores americanos de seu tempo. “Ele é o grande pessimista da literatura americana, usando suas frases para iluminar um mundo em que quase tudo (inclusive a pontuação) já se transformou em pó”, escreveu um perfil de 2009 do jornal The Guardian. O legado literário Nascido Charles McCarthy em Providence, Rhode Island, o escritor foi casado três vezes e deixa dois filhos, além de um imenso legado na literatura americana. Dentre suas obras mais notáveis, destaca-se a “Trilogia da Fronteira” – composta por “Todos os Belos Cavalos” de 1992, “A Travessia” de 1994 e “Cidades da Planície” de 1998 – e sua tragédia pós-apocalíptica “A Estrada”, publicada em 2006. McCarthy recebeu o Prêmio Pulitzer de Ficção por este último livro perturbador sobre a jornada de um pai e seu filho por um mundo desolado. Seu estilo de escrita distintivo caracterizava-se por “frases simples e declarativas”, conforme o próprio autor. Ele nunca sentiu a necessidade de usar aspas quando seus personagens falavam. Sempre relutante em promover seu trabalho, o autor raramente promoveu sua própria obra, apesar do grande interesse do público. Ele deu poucas entrevistas e se manteve bastante isolado do mundo literário. Porém, a fama veio inevitavelmente com a adaptação de seus romances para o cinema, levando sua visão distinta para um público ainda mais amplo. Dos livros para as telas Sua primeira obra a ser adaptada para o cinema foi “Todos os Belos Cavalos”, que virou o filme “Espírito Selvagem” em 2000, dirigido por Billy Bob Thornton e estrelado por Matt Damon e Penélope Cruz. Em seguida veio seu título mais popular: “Onde os Velhos Não Tem Vez” virou o vencedor do Oscar “Onde os Fracos Não tem Vez”, dos irmãos Joel e Ethan Coen, vencedor das estatuetas de Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado e Ator Coadjuvante (Javier Bardem). O sucesso do drama criminal dos irmãos Coen despertou o interesse nas obras do escritor, levando à adaptação do impactante “A Estrada” logo em seguida. Lançado em 2009, o filme do diretor John Hillcoat foi estrelado por Viggo Mortensen e venceu o Festival de Cinema do Amazonas, além de vários prêmios da crítica. Em uma reviravolta irônica, McCarthy revelou que originalmente concebeu “Onde os Velhos Não Tem Vez” como um roteiro, mas, após receber um feedback negativo, decidiu transformá-lo em um romance. Ele só foi escrever seu primeiro e único roteiro original para o cinema anos depois. O resultado foi “O Conselheiro do Crime”, com direção de Ridley Scott e um elenco grandioso – Penélope Cruz, Michael Fassbender, Javier Bardem e Cameron Diaz, entre outros – , que entretanto não agradou a crítica especializada. Ele também adaptou sua peça “The Sunset Limited” para o telefilme “Ao Limite do Suicídio” da HBO de 2011, estrelado por Tommy Lee Jones e Samuel L. Jackson, e ainda permitiu que James Franco cometesse a adaptação de seu terceiro livro, “Child of God” (lançado em 1973), num filme estrelado por Tim Blake Nelson em 2013. Última adaptação de sua obra McCarthy ainda aumentará a lista de obras transformadas em filme em breve. O diretor John Hillcoat, de “A Estrada”, está trabalhando na adaptação de “Meridiano de Sangue”, um romance notável por sua descrição explícita da violência no Oeste americano, o que sempre foi apontado como dificuldade para sua produção – o que já fez várias tentativas anteriores, de nomes notáveis como Ridley Scott, James Franco e Tommy Lee Jones, falharem. Publicado em 1985, o romance é amplamente considerado uma das maiores obras da literatura americana. Baseado em eventos históricos que ocorreram na fronteira entre Texas e México na década de 1850, o livro segue as fortunas de um jovem de 14 anos do Tennessee que tropeça em um mundo de pesadelos onde os índios estão sendo assassinados e o mercado para seus escalpos está prosperando, entre as muitas violências e depravações da colonização do Oeste dos EUA. O próprio Cormac McCarthy e seu filho, John, apoiaram a escolha de Hillcoat para fazer a adaptação e são creditados como produtores executivos no estúdio New Regency.
Veja o trailer da nova comédia do diretor de “Thor: Amor e Trovão”
A Searchlight Pictures divulgou o trailer de “Next Goal Wins”, nova comédia de Taika Waititi (“Thor: Amor e Trovão”). A produção é estrelado por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalypse”), um técnico que assume a seleção de futebol da Samoa Americana após o time sofrer sucessivas derrotas. O filme é baseado em acontecimentos reais e no documentário de mesmo nome, de 2014. Na trama, o técnico holandês Thomas Rongen (Fassbender) tem a missão de levar vitórias à seleção nacional de futebol da Samoa Americana, com um time bem diverso e azarão. O objetivo é qualificar o time para a Copa do Mundo da FIFA. A sinopse ainda traz a seguinte descrição: “A história do infame e terrível time de futebol da Samoa Americana, conhecido por uma brutal partida da FIFA em 2001, em que perdeu por 31-0”. No trailer, Fassbender aparece fazendo um discurso “de coach” sobre as chances de vitória na próxima temporada, até ser interrompido e informado de que estava demitido. Com a opção de ficar sem trabalho ou embarcar para a ilha da Samoa Americana, ele aceita o novo emprego, mesmo sabendo que tem muito trabalho pela frente, já que a seleção samoana nunca marcou nenhum gol. Além de Fassbender, o elenco conta com nomes conhecidos como Will Arnett (“Arrested Development”) e Elisabeth Moss (“O Conto de Aia”). O filme estreia no dia 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Estrela de “Round 6” define primeiro filme da carreira
A atriz e modelo sul-coreana Hoyeon, indicada ao Emmy por seu papel em “Round 6”, fará sua estreia nos cinemas. Ela foi escalada em “Hope”, um thriller de elenco internacional dirigido por Na Hong-Jin. Ela vai se juntar ao casal Michael Fassbender e Alicia Vikander (ambos de “A Luz Entre Oceanos”) no primeiro projeto do aclamado diretor sul-coreano desde o sucesso sobrenatural “O Lamento”, de 2016. Hoyeon interpretará uma policial no filme, que vai acompanhar os residentes da cidade portuária de Hopo Port, local onde foi feita uma misteriosa descoberta. Em pouco tempo, os moradores se veem em uma luta desesperada pela sobrevivência contra algo que nunca foi visto antes. “Hoyeon tem tudo a ver com o que imaginei para [a personagem] Sung-Ae”, disse o diretor em comunicado. “Sua energia ousada e brilhante será uma grande fonte de força para o filme”. Casting adicional e pré-produção estão em andamento para as filmagens que ocorrerão ainda este ano na Coreia. Segundo informações, Fassbender e Vikander, que são casados, falarão em inglês no filme, marcando seu segundo trabalho em conjunto após atuarem juntos em “A Luz Entre Oceanos”. Hoyeon já era uma modelo famosa antes de se tornar a primeira artista de língua não-inglesa a ganhar o prêmio de Melhor Atriz em Série Dramática no SAG Awards por “Round 6”. Ela também foi a primeira coreana indicada a Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática no Emmy Awards. Depois desse feito, as principais agências de Hollywood disputaram sua preferência para representá-la. Além de “Hope”, Hoyeon será vista em breve na série de suspense “Disclaimer”, da Apple TV+, desenvolvida por Alfonso Cuaron, e também fará parte do elenco do filme “The Governesses”, de Joe Talbot, junto com Lily-Rose Depp e Renate Reinsve, mas, embora anunciadas antes, estas filmagens só começarão após a conclusão dos trabalhos de “Hope”. .
Michael Fassbender e Alicia Vikander farão filme do diretor coreano de “O Lamento”
Michael Fassbender e Alicia Vikander, que são casados na vida real e contracenaram juntos no filme “A Luz Entre Oceanos” (2016), vão estrelar o filme “Hope”, novo trabalho do cineasta sul-coreano Na Hong-Jin (“O Lamento”). O filme vai acompanhar os residentes da cidade portuária de Hopo Port, local onde foi feita uma misteriosa descoberta. Em pouco tempo, os moradores se veem em uma luta desesperada pela sobrevivência contra algo que nunca foi visto antes. “Muitas vezes, a boa vontade de uma pessoa pode levar a uma catástrofe não intencional simplesmente por causa de diferenças de perspectiva”, disse Na Hong-Jin, em comunicado. “Minha esperança para este filme é capturar cinematograficamente esse fenômeno de uma maneira que ainda não foi vista”. Fassbender e Vikander vão falar em inglês, mas o restante do elenco será sul-coreano. As filmagens devem acontecer ainda nesse ano, na Coréia do Sul. “Hope” ainda não tem previsão de estreia. Michael Fassbender será visto a seguir no thriller “The Killer”, dirigido por David Fincher (“Mank”), que será lançado em 10 de novembro na Netflix. Alicia Vikander, por sua vez, estrelou o drama “Firebrand”, dirigido pelo brasileiro Karim Aïnouz (“A Vida Invisível”), que ainda não tem data de estreia definida.
Netflix cancela comédia romântica mais cara de todos os tempos com Scarlett Johansson
A Netflix desistiu de produzir a comédia romântica mais cara de todos os tempos. A produção, que seria estrelada pela atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”), estava orçada em U$ 130 milhões. Segundo o site Deadline, a decisão foi tomada nesta terça (14/3) após longas discussões com a diretora Nancy Meyers (“Simplesmente Complicado”). Embora a plataforma topasse pagar o orçamento estipulado, a cineasta insistia em aumentar ainda mais os custos para chegar em pelo menos US$ 150 milhões. A Netflix, porém, teria preferido desistir do projeto a bancar esses custos. Boa parte desse orçamento inflado deveria ir para o pagamento do salário dos atores. Além de Johansson, outros nomes de peso circulando o projeto eram Penélope Cruz (com quem Johansson já trabalhou em “Vicky Cristina Barcelona”), Owen Wilson (“Loki”) e Michael Fassbender (“X-Men: Fênix Negra”). Com o título provisório de “Paris Paramount”, a comédia marcaria o retorno de Meyers à direção, oito anos após o lançamento de seu último filme, “Um Senhor Estagiário” (2015). A trama deveria girar em torno de uma jovem cineasta que se apaixona por um produtor e os dois acabam fazendo vários filmes juntos, antes de terminarem seu relacionamento romântico e profissional. Porém, depois de rompidos são forçados a trabalhar juntos em um novo projeto. Existem várias semelhanças entre essa história e a vida da própria Meyers. Ela teve um relacionamento romântico e profissional com o roteirista, diretor e produtor Charles Shyer, com quem realizou filmes como “Presente de Grego” (1987), “O Pai da Noiva” (1991) e “Operação Cupido” (1998). Após a separação, Meyers escreveu e dirigiu filmes como “Alguém Tem que Ceder” (2003), “O Amor Não Tira Férias” (2006) e “Um Senhor Estagiário”. Scarlett Johansson será vista a seguir no filme “Cidade Asteróide”, novo trabalho do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), que chega aos cinemas em junho.
Scarlett Johansson negocia estrelar comédia romântica mais cara de todos os tempos
A atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) está em negociações para estrelar o novo filme da cineasta Nancy Meyers (“Simplesmente Complicado”). De acordo com o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo desenvolvido para a Netflix e vai custar em torno de US$ 130 milhões, tornando-se a comédia romântica mais cara da história. E boa parte desse orçamento inflado deve ir para o pagamento do salário dos atores. Além de Johansson, outros nomes de peso que estão circulando o projeto são Penélope Cruz (com quem Johansson já trabalhou em “Vicky Cristina Barcelona”), Owen Wilson (“Loki”) e Michael Fassbender (“X-Men: Fênix Negra”). Chamado provisoriamente de “Paris Paramount”, o projeto vai marcar o retorno de Meyers à direção, oito anos após o lançamento de seu último filme, “Um Senhor Estagiário” (2015). A comédia deve girar em torno de uma jovem cineasta que se apaixona por um produtor e os dois acabam fazendo vários filmes juntos, antes de terminarem seu relacionamento romântico e profissional. Porém, depois de rompidos são forçados a trabalhar juntos em um novo projeto. Existem várias semelhanças entre a história do filme e a vida de Meyers. Ela teve um relacionamento romântico e profissional com o roteirista, diretor e produtor Charles Shyer, com quem realizou filmes como “Presente de Grego” (1987), “O Pai da Noiva” (1991) e “Operação Cupido” (1998). Após a separação, Meyers escreveu e dirigiu filmes como “Alguém Tem que Ceder” (2003), “O Amor Não Tira Férias” (2006) e “Um Senhor Estagiário”. “Paris Paramount” ainda não tem previsão de estreia. Scarlett Johansson será vista a seguir no filme “Cidade Asteróide”, novo trabalho do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), que chega aos cinemas em junho.
Próximo filme de David Fincher será adaptação de quadrinhos
O diretor David Fincher já definiu seu próximo projeto. E é um velho projeto. Uma entrevista do diretor de fotografia Erik Messerschmidt, vencedor do Oscar por “Mank” (2020), revelou que os dois vão repetir a parceria em “The Killer”. “The Killer” (Le Tuer) é uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Alexis Nolent sobre um assassino impiedoso que começa a ter uma crise de consciência sobre seus atos, enquanto clientes continuam a requisitar seus serviços. O diretor planeja filmar a obra desde 2007, na mesma época em que desenvolvia “Zodíaco”. Originalmente, o papel principal ficaria com Brad Pitt, mas agora a produção será encabeçada por Michael Fassbender (o Magneto da franquia “X-Men”). Falando ao jornal espanhol Diario Vasco, Messerschmidt contou que o longa deve começar a ser filmado em novembro, em Paris, na França. Além do diretor de fotografia de “Mank”, Fincher também repetirá outra parceria bem sucedida: com o roteirista Andrew Kevin Walker, de “Seven” (1995). O lançamento vai acontecer pela Netflix, que produziu os trabalhos mais recentes de Fincher – o filme “Mank” e a série “Mindhunter”.
David Fincher volta a trabalhar com roteirista de Seven em novo filme da Netflix
O cineasta David Fincher vai continuar na Netflix, após lançar “Mank” e as séries “House of Cards” e “Mindhunter” na plataforma. Ele está desenvolvendo mais um filme para o serviço em streaming. E para quem acompanha a carreira do cineasta, a boa notícia é que a produção marcará seu reencontro com o roteirista Andrew Kevin Walker, que escreveu um dos melhores longas do diretor, “Seven” (1995). O novo filme é “The Killer”, uma adaptação da graphic novel francesa (“Le Tueur”, no original) de Alexis Nolent e Luc Jacamon, que Fincher desenvolve desde 2007, quando seria estrelada por Brad Pitt. Agora, o diretor conversa com Michael Fassbender (o Magneto da franquia “X-Men”) para estrelar o longa, planejando iniciar as gravações já em setembro. Descrito como um “noir bruto”, “The Killer” segue um assassino que começa a desmoronar psicologicamente ao desenvolver uma consciência, enquanto seus clientes continuam a requisitar seus serviços. Ainda não há previsão para o lançamento.
Arnold Schwarzenegger é o presidente dos EUA em foto de Kung Fury 2
A produção do filme indie “Kung Fury 2” divulgou uma foto da participação de Arnold Schwarzenegger como o presidente dos Estados Unidos. O filme é uma sequência em longa-metragem de um divertido curta feito por David Sandberg em 2015, uma homenagem aos filmes trash de ação de 35 anos atrás. No curta, Miami é mantida em segurança graças ao trabalho de Kung Fury, o melhor policial dos anos 1980. Seus Thundercops são uma força policial formada para derrotar o vilão Kung Fuhrer, Adolf Hitler. Mas a morte trágica de um de seus membros faz com que o grupo se dissipe, ao mesmo tempo que um vilão misterioso nasce das sombras para auxiliar o Fuhrer na busca da arma definitiva. Assim, Kung Fury deve viajar pelo espaço e pelo tempo para salvar seus amigos, defender a prestigiada Academia de Kung Fu de Miami e derrotar o mal de uma vez por todas. O longa também é dirigido por Sandberg, que ainda interpreta Kung Fury. E o elenco também inclui Michael Fassbender e Alexandra Shipp (ambos de “X-Men: Fênix Negra”), além de Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”) como Hitler e dublagem do veterano David Hasselhoff (“Supermáquina”). Schwarzenegger comentou a produção em seu Twitter. “Conheci David há mais de quatro anos quando ele me mostrou o curta de ‘Kung Fury’. Eu morri de rir e disse que se ele fosse fazer um longa disso, eu participaria. Agora nós estamos nos divertindo bastante durante a gravação do longa. A visão e persistência dele me inspiram, e espero que inspire vocês também”. Ainda não há previsão de estreia para a sequência de “Kung Fury”.
Fênix Negra encerra saga dos X-Men de qualquer jeito
“X-Men: Fênix Negra” é o último “X-Men” da Fox. Depois disso, a franquia será comandada pela Marvel (em outras palavras, Disney). Portanto, era de se esperar um final digno, afinal a série rendeu grandes momentos e proporcionou alguns filmes realmente muito bons, como “X-Men 2” e “X-Men: Primeira Classe”, além de “Logan”. Sem esquecer que não teríamos a onda atual de filmes de super-heróis sem o “X-Men” de 2000 e, sem ele, Hugh Jackman jamais teria se tornado um astro. Então, não foi pouca coisa. Mas o roteirista Simon Kinberg, promovido a diretor em “X-Men: Fênix Negra”, tratou não só este filme, como toda a franquia, como qualquer coisa. E entregou um episódio final horroroso, pior que o fraco “X-Men: Apocalipse”. Kinberg deveria entender mais a respeito dos personagens, não? Ele escreveu diversos filmes da franquia e até o terrível “X-Men: O Confronto Final”, que é (pasmem) a base deste último ato da saga. Giramos, giramos e giramos para cair no mesmo lugar. Ironicamente, no mesmo ponto em que a Fox se viu obrigado a recomeçar a saga, depois que Brett Ratner destruiu o que Bryan Singer construiu com “X-Men” e “X-Men 2”. O estúdio precisou rejuvenescer os personagens, brincar com a timeline e criar uma espécie de universo paralelo misturado com passado, mas sem a mesma destreza narrativa de J.J. Abrams, que inaugurou essa tendência em “Star Trek”. Até que o recomeço foi promissor com “Primeira Classe”, em que o cineasta Matthew Vaughn conseguiu inserir ideias novas muito bem-vindas. Mas a verdade é que ele só esquentou a cadeira de diretor até Bryan Singer retornar e estragar tudo com seu ego. Com ajuda, claro, de Kinberg, que demonstrou ego ainda maior, ao assumir roteiro, direção e produção do último filme. Os quatro filmes que ele escreveu estão entre os piores da saga, salvando-se apenas “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” pela premissa original – de Chris Clarement nos quadrinhos. Se você viu “O Confronto Final” e conseguiu a proeza de guardar algo na memória, “Fênix Negra” é uma versão, digamos, mais barulhenta e com mais efeitos digitais distribuídos por metro quadrado. Mas igualmente estúpida no quesito desenvolvimento da trama. Acredite: o público não tempo de chorar pela morte de uma personagem principal, enquanto é arremessado num festival de lutas e CGI com personagens encarando uns aos outros com raios lasers nos olhos. O que conduz ao olhar de Jessica Chastain, representando o do público em sua maioria. Entre a sucessão exagerada de encaradas entre personagens, o espectador só precisa encarar a atriz para notar a pergunta jogada no ar: “o que estou fazendo aqui?”. Sua personagem, Vuk (!), que parece a irmã dos gêmeos albinos de “Matrix Reloaded”, entra para levantar uma discussão sobre a força da mulher, mas o papo não decola em meio à ação visualmente constrangedora. Comparar o final da saga dos “X-Men” com a espetacular conclusão orquestrada pela Marvel para “Vingadores: Ultimato” é até covardia. Então, boa sorte, Marvel Studios, com a missão de limpar essa zona. Sobram os agradecimentos, apesar de tudo, ao elenco dessa nova velha geração. Especialmente a Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, James McAvoy, Nicholas Hoult, Evan Peters e Sophie Turner pelo tremendo esforço em dar vida e alguma alegria aos fãs dos quadrinhos. E vale dar também um grande adeus a Simon Kinberg. Tchau.
Fênix Negra recebe as críticas mais negativas de toda a franquia dos X-Men
Pior que “X-Men Origens: Wolverine”? “X-Men: Fênix Negra” é muito pior, “o pior de todos os filmes dos X-Men”. As primeiras críticas publicadas nos Estados Unidos sobre o último lançamento da franquia mutante destruíram completamente qualquer esperança de conclusão digna para a saga iniciada em 2000, que foi responsável pela atual safra de filmes de super-heróis. O título mais fraco até então, o mencionado “X-Men Origens: Wolverine” (2009), tinha 37% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas “Fênix Negra” conseguiu a façanha de atingir o nível “Transformers”, com 22% na média do site. O consenso é que a estreia desta semana consegue piorar a história já filmada em “X-Men: O Confronto Final” (2006), filme considerado medíocre – 57% de aprovação. Detalhe: ambas foram escritas pela mesma pessoa: Simon Kinberg. Que, após quase destruir a franquia em 2006, teve a chance de repetir o que deu errado e ainda assinar a direção. Além de atacar a história fraca, a média das críticas não poupa munição contra o trabalho do estreante Kinberg na direção. Ele foi chamado de amador, entre outros adjetivos de desqualificação. Muitos não lembram, mas essa não é realmente a estreia de Kinberg na direção. Ele teria feito, sem créditos, o estrago no final de “Quarteto Fantástico”, que transformou aquela produção no pior filme de super-heróis do século. Com “Fênix Negra, ele finalmente recebe os créditos que merece. Veja a seguir alguns comentários da imprensa internacional. “‘Fênix’ é uma adição sem graça à longa franquia de ‘X-Men’ – 12 filmes em 18 anos – e é aquele que deixou a impressão de que a série se estendeu por tempo demais” – Seattle Times. “Não parece de forma alguma um final satisfatório para uma jornada que durou duas décadas e cerca de 30 horas de história” – ComicBook. “O filme é uma adaptação dos quadrinhos originais da Fênix Negra, mas também de um meme de ‘O Âncora’ – ‘Bem, isso escalou rapidamente’. Tudo acontece rápido demais, até que toda a estrutura desaba em chamas” – Screencrush. “Uma recauchutagem sem sentido da ‘Saga da Fênix Negra’, de Chris Claremont e John Byrne, que nós já vimos (e odiamos) antes no desastre de Brett Ratner de 2006, “X-Men: O Confronto Final”. Tem um enredo pálido de invasão alienígena que é mais ‘Arquivo X’ do que ‘X-Men’ e é carregado de diálogos ridículos sobre o destino e “controlar seu poder interior” que poderiam ter sido retirados de um manual de tai chi” – Time Out. “A história se inclina para o drama, mas há escolhas que parecem vir diretamente do desenho animado dos X-Men dos anos 1990. Quando o presidente chama os X-Men para pedir ajuda, ele tem um telefone ‘X’ especial. O novo X-Jet tem um periscópio especial feito especialmente para as explosões ópticas do Cíclope (o Cíclope é vendido separadamente)” – Collider. “Seu diálogo atroz, expositivo, o enredo complicado e as motivações que se alteram de uma hora para outra entre os personagens, somados aos momentos involuntariamente engraçados e muitas vezes piegas, garantem que ‘Fênix Negra’ será lembrado nos anais de filmes medíocres – e por conseguir desperdiçar totalmente Jessica Chastain, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence e James McAvoy no mesmo filme” – Playlist. “O que é realmente incrível em ‘Fênix Negra’ é ver seu elenco grandioso, carismático e vencedor de prêmios fingir interesse superficial no que não passa de um cartoon sem sentido e muito mal escrito” – Tribune News Service. “Não se pode dizer que algum ator dê tudo de si – Jennifer Lawrence, cuja Mística desempenha um papel menos proeminente do que o habitual, parece acordar somente uma vez, ao rebater o nome da equipe” – AV Club. “Sophie Turner até demonstra enorme potencial como Fênix, mas o trabalho amador não resulta apenas num filme fraco, mas no pior de todos os filmes dos X-Men” – Rolling Stone. “O que realmente desanima, no entanto, são aqueles momentos fugazes que sugerem um desfecho digno – como os vislumbres do campus de Xavier onde várias classes de estudantes se matriculam e certos mutantes muito icônicos e inesperados fazem aparições surpreendentes. São cenas que parecem ter sido arrancadas de um universo alternativo, diferente deste, onde a Fox descobriu como fazer filmes dos X-Men excelentes e vibrantes” – io9. “X-Men: Fênix Negra” estreia nesta quinta (6/6) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Refilmagens mudaram o final de X-Men: Fênix Negra
O produtor Hutch Parker e os atores James McAvoy e Michael Fassbender revelaram, em entrevistas diferentes, que “X-Men: Fênix Negra” precisou passar por refilmagens especificamente para mudar seu final. As refilmagens não eram segredo. Ao contrário, foram bastante comentadas e fotografadas por paparazzi. Não se sabia, porém, qual era o objetivo das novas cenas. Segundo o produtor, o desfecho original se passava no espaço e armaria uma sequência. Entretanto, com a compra da Fox pela Disney, “X-Men: Fênix Negra” será o último filme da franquia, que passará por um reboot completo para ser relançada no universo cinematográfico da Marvel. “Havia mais sobre uma histórica cósmica, a história acabava no espaço de forma mais significativa. Nós mudamos para a Terra, principalmente para ver nossos personagens e como eles acabam”, declarou o produtor. Já McAvoy e Fassbender, intérpretes do Professor Xavier e Magneto, também citaram que o final era igual ao de outro “filme de heróis que foi lançado há pouco tempo”. “O final teve que mudar. Tinha muitos paralelos com um filme de heróis que foi lançado há algum tempo. E nós não tínhamos ideia”, declarou McAvoy, em entrevista ao portal Yahoo. A seu lado, Michael Fassbender brincou que o outro longa, que não teve o título revelado, contava com “espiões” no set dos X-Men. “Eles basicamente roubaram nossas ideias”, riu o astro. Apesar de não nomeado, o filme referido pelos atores tende a ser “Capitã Marvel” ou “Vingadores: Ultimato”. Primeiro filme dirigido pelo roteirista e produtor Simon Kinberg, “X-Men: Fênix Negra” estreia na próxima quinta (6/6) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.











