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  • Filme

    Bilheterias: Inferno estreia em 1º lugar no Brasil

    17 de outubro de 2016 /

    O filme “Inferno”, que no Brasil ganhou o subtítulo “O Filme”, já que o público brasileiro não é muito esperto e pode achar que comprou ingresso para ler o livro homônimo de Dan Brown, estreou na liderança das bilheterias nacionais do fim de semana, segundo dados da comScore. O longa protagonizado por Tom Hanks e Felicity Jones atraiu 563 mil espectadores e faturou R$ 9,1 milhões. O desemprenho representou mais que o dobro do público do segundo colocado, “O Lar das Crianças Peculiares”, que arrecadou R$ 3,9 milhões com um público de 248 mil pessoas. “É Fada”, da youtuber Kéfera Buchmann, continua agradando ao público, apesar da unanimidade de críticas negativas. O filme foi visto no último fim de semana por 257 mil pessoas e rendeu mais R$ 3,4 milhões. Outras duas estreias do fim de semana conseguiram espaço entre os dez filmes mais vistos, de acordo com a comScore: a animação “Kubo e as Cordas Mágicas” abriu em 6º lugar, e a comédia brasileira “O Shaolin do Sertão”, mesmo com distribuição limitada, centrada apenas no Ceará, apareceu em 10º lugar. “O Shaolin do Sertão”, curiosamente, não aparece no levantamento do site Filme B.

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  • Filme

    Kevin Hart e Ice Cube vão voltar a se reunir em Policial em Apuros 3

    16 de outubro de 2016 /

    Enquanto as distribuidoras brasileiras de cinema seguem ignorando os filmes estrelados por Kevin Hart – os filmes estrelados por atores negros, na verdade – , ele segue arrebentando as bilheterias dos EUA. Depois de surpreender com o filme de seu show de stand up, “Kevin Hart: What Now?”, que estreou em 2º lugar no fim de semana norte-americano, foi confirmado uma nova sequência de seu sucesso “Policial em Apuros”. No Brasil, “Policial em Apuros 2” saiu direto em DVD. Nos EUA, fez US$ 34 milhões em seu primeiro final de semana e desbancou “Star Wars: O Despertar da Força”. Por isso, o terceiro filme da franquia está a caminho. Em entrevista ao site The Wrap, o diretor Tim Story revelou que já se reuniu com os astros Kevin Hart e Ice Cube para começar a trabalhar no terceiro longa. “Kevin Hart e Ice Cube vão voltar, e eles são a dupla mais estranha e divertida do cinema. Estamos finalizando o roteiro e temos ideia grandiosas”, afirmou Story. Ainda não há previsão para o lançamento nos EUA. No Brasil, a gente já sabe que não vai chegar nos cinemas. Kevin Hart só tem filme lançado no Brasil quando trabalha como coadjuvante de algum comediante branco.

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  • Filme

    Max Steel: Filme do brinquedo consegue 0% de aprovação e dá vexame nas bilheterias nos EUA

    16 de outubro de 2016 /

    Um desastre desta magnitude merece ser exaltado. Diante dos números das bilheterias do fim de semana na América do Norte (EUA e Canadá), a estreia da fantasia infantil “Max Steel” foi um dos maiores vexames do ano. A adaptação do brinquedo e da série animada nem entrou no Top 10. Faturando só US$ 2,1 milhões em 2.034 salas de cinema, o filme ficou em 11º lugar. Mas ainda mais impressionante foi seu desempenho diante da crítica. Unanimidade completa, com 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Algumas frases pinçadas das críticas explicam a implosão: “Banalidade sem fim” (The Wrap), “O mais deprimente é que atores como Maria Bello e Andy Garcia foram arrastados para isso” (The Hollywood Reporter), “Primeiro filme de uma franquia que nunca, jamais terá continuação” (Variety), “Parece um piloto rejeitado de série de TV” (Los Angeles Times), etc. Vale observar que a adaptação de “Max Steel” está pronta desde 2014, quando as primeiras fotos foram divulgadas, e ficou guardada por dois anos. Produzido em parceria com a Mattel, empresa que lançou o personagem como “action figure” (boneca de meninos) em 1999, o filme abandona o conceito original do herói, como esportista radical que vira agente secreto, em parte porque já existe a franquia “Triplo X”, mas principalmente para evocar sua versão mais recente, desenvolvido numa série animada de 2013. A premissa é a mesma da versão do novo desenho do canal Disney XD, acompanhando o adolescente Maxwell (Ben Winchell, da série “Finding Carter”) e seu companheiro alienígena robótico Steel, que combinam poderes turbo-energia para gerar o super-herói Max Steel. A direção está a cargo de Stewart Hendler (“Pacto Secreto”) e o roteiro é assinado por Christopher Yost (“Thor: O Mundo Sombrio”). Como o filme só tem estreia marcada para janeiro no Brasil, dá tempo para a distribuidora repensar sua estratégica e lançar logo o DVD – nem Blu-ray parece merecer.

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  • O Contador - The Accountant
    Filme

    O Contador repete bilheteria e desempenho mediano de A Garota no Trem nos EUA

    16 de outubro de 2016 /

    Uma semana após Emily Blunt, é a vez de Ben Affleck estrelar um suspense que assume o 1º lugar sem convencer. “O Contador” foi o filme mais visto do fim de semana na América do Norte (EUA e Canadá) com a arrecadação mediana de US$ 24,7 milhões em 3.222 salas de cinema. Estrelada por Blunt, “A Garota no Trem” teve praticamente o mesmo desempenho na semana passada, abrindo com US$ 24,6 milhões. De todo modo, a Warner projetava uma bilheteria mais modesta, em torno dos US$ 20 milhões, em parte também pela recepção morna da crítica – 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O filme estreia na quinta (20/10) no Brasil. Quem surpreendeu, na verdade, foi Kevin Hart, que emplacou seu filme de stand up em 2º lugar. A comédia “Kevin Hart: What Now?” custou apenas US$ 9 milhões, e traz basicamente Hart dizendo piadas num estádio lotado, diante de milhares de fãs. Há uma introdução ao estilo 007, mas é pequena. E o filme já rendeu 12 milhões, com distribuição bem menor que o suspense de Affleck – em 2.568 salas de cinema. Não há previsão de lançamento no mercado nacional. Com isso, “A Garota no Trem” caiu para 3º lugar e definitivamente não virará uma nova “Garota Exemplar”. Em dez dias, o filme estrelado por Emily Blunt fez US$ 46,5 milhões nos EUA e US$ 79,6 milhões em todo o mundo. A estreia está marcada para 27 de outubro no Brasil. O pior desempenho da semana, por sua vez, coube à mal-fadada estreia da fantasia infantil “Max Steel”. A adaptação do brinquedo e da série animada nem entrou no Top 10. Faturando só US$ 2,1 milhões em 2.034 salas de cinema, o filme ficou em 11º lugar. Mais impressionante foi seu desempenho diante da crítica. Acreditem: 0% de aprovação no Rotten Tomatoes. Leia trechos das críticas aqui. No Brasil, o pavio da bomba é longo e só chega aos cinemas em janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. O Contador Fim de semana: US$ 24,7 milhões Total EUA: US$ 24,7 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 2. Kevin Hart: What Now? Fim de semana: US$ 11,9 milhões Total EUA: US$ 11,9 milhões Total Mundo: US$ 11,9 milhões 3. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 11,9 milhões Total EUA: US$ 46,5 milhões Total Mundo: US$ 79,6 milhões 4. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 8,9 milhões Total EUA: US$ 65,8 milhões Total Mundo: US$ 196,7 milhões 5. Horizonte Profundo – Desastre no Golfo Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 49,3 milhões Total Mundo: US$ 77 milhões 6. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 59,1 milhões Total Mundo: US$ 130,7 milhões 7. Sete Homens e Um Destino Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 84,8 milhões Total Mundo: US$ 148,7 milhões 8. Middle School: The Worst Years of My Life Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 13,7 milhões Total Mundo: US$ 13,8 milhões 9. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 118,3 milhões Total Mundo: US$ 175,5 milhões 10. The Birth of a Nation Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 12,2 milhões Total Mundo: US$ 12,2 milhões

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  • Filme

    Estreia de Inferno ocupa a maior parte dos cinemas na semana

    13 de outubro de 2016 /

    Os oito lançamentos desta quinta (13/10) vão do céu ao inferno. “Inferno – O Filme”, claro, é para mais gente, com a distribuição mais ampla da semana – 816 salas. Terceiro longa da franquia iniciada por “O Código Da Vinci”, volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon, às voltas com novas mensagens secretas em obras de arte renascentistas. Parte quebra-cabeças, parte filme de ação, é mais um longa mediano da carreira do diretor Ron Howard, que assinou as duas adaptações anteriores dos best-sellers de Dan Brown. Nenhum filme da trilogia agradou a crítica americana e o novo mantém a média, com 27% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para o pós-Dia das Crianças, o destaque é a animação “Kubo e as Cordas Mágicas” em 267 salas (100 em 3D). Mas até os adultos poderão se divertir com a produção, influenciada pela cultura dos animes japoneses. A nova animação do estúdio Laika preserva a técnica stop-motion que marca sua impecável filmografia – “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014) – , além de manter sua característica de apostar numa temática mais sombria que a média da animação americana. Ambientada no Japão feudal, a animação acompanha o personagem-título Kubo, um menino que vive em um pacato vilarejo com sua mãe, até que um espírito vingativo o encontra, trazendo à tona sua herança sobrenatural. Sua única chance de sobrevivência é encontrar uma armadura que pertenceu a seu pai samurai, com a ajuda de um macaco falante e um besouro guerreiro. Todas as cópias são dubladas por brasileiros, portanto de nada adiantar ler nos créditos que as vozes foram originalmente feitas por um superelenco que inclui até Charlize Theron (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) e Matthew McConaughey (“Interestellar”). Ah, sim: tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes! Um das surpresas da semana é “O Shaolin do Sertão”, uma comédia brasileira que se diferencia radicalmente do sotaques e palavrões que dominam o gênero no país. A produção tem lançamento primeiro no Ceará para expandir para o resto do Brasil no dia 20. Com a mesma paixão pelo cinema demonstrada em “Cine Holliúdy” (2012), o “Cinema Paraíso do Ceará”, o diretor cearense Halder Gomes homenageia os filmes de artes marciais com humor popular, repleto de ação e acabamento profissional, evocando os melhores filmes dos Trapalhões. Por sinal, Dedé Santana faz uma participação na história, que acompanha o personagem de Edmilson Filho, um jovem sertanejo que se imagina num universo paralelo, onde é campeão de kung fu e salva a amada (Bruna Hamú) de inúmeros inimigos. A homenagem aos filmes de Hong Kong dos anos 1970 chega até a algumas preferências estéticas, mas tudo é feito sem muita seriedade, visando a mais pura e completa diversão. Nem sempre as piadas fazem rir e algumas são preconceituosas. Afinal, o kung fu brasileiro é mais Renato Aragão que Quentin Tarantino. O suspense argentino “Kóblic” também não compromete, ao voltar a reunir Ricardo Darín com o diretor Sebastián Borensztein após a boa comédia “Um Conto Chinês” (2011). O tom é outro, sinistro como a época da ditadura em que se passa. Buscando um lugar para se esconder, após desobedecer uma ordem que lhe trouxe conflito moral, o piloto da marinha vivido por Darín vai parar numa cidadezinha de faroeste, chamando atenção do delegado corrupto e do chefete do crime local. Chega em 54 salas. Com elenco liderado por Nicole Kidman, “Terra Estranha” gira em torno do desaparecimento dos filhos da personagem da atriz, mas, apesar de bela fotografia, não vai além do melodrama, esgotando o suspense ao sugerir muitas direções para a trama. Produção australiana, agradou só 37% no Rotten Tomatoes e não teve o circuito revelado. O último filme estrangeiro da programação é o espanhol “Noite de Verão em Barcelona”, uma coleção antológica de histórias românticas que chega em nove salas, apropriando-se do mote dos filmes das “Cidades do Amor” – “Paris, Eu Te Amo”, “Rio, Eu Te Amo”, etc – , inclusive na arte em forma de coração. O longa é de 2013 e já teve até continuação lançada há dois anos. Dois filmes brasileiros completam o circuito limitado. Em dez salas, o documentário “Do Pó da Terra” retrata os artesãos e moradores do Vale do Jequitinhonha, que criam arte a partir do barro. Por fim, “Deixe-me Viver” é um primo pobre do “Nosso Lar”, com efeitos especiais que tornam o céu parecido com a São Paulo futurista das antigas campanhas de Paulo Maluf, e onde espíritos levitam com auxílio de chroma key, um truque visual que datou nos anos 1980. O filme é baseado em livro psicografado anti-aborto e leva sua doutrinação com exclusividade à rede Cinépolis, em 44 salas.

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  • Filme

    Editorial: Traduções dos títulos de filmes no Brasil atingem níveis mais baixos da História

    10 de outubro de 2016 /

    A atual fase de tradução de títulos de filmes internacionais no Brasil está tão ruim que já tem gente com saudades dos anos 1980, quanto todo filme de terror iniciava com “A Hora do” e a maioria dos suspenses era “Selvagem”. O público já se rebelou na internet contra “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, título que o quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp ganhará com exclusividade no Brasil – o original é “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales”. Mas não fica nisso. Três décadas após os gênios da tradução nacional diferenciarem dois filmes da franquia “Evil Dead” com títulos diferentes – “A Hora do Demônio” (1981) e “Uma Noite Alucinante” (1987), fazendo com o terceiro longa fosse batizado como “Uma Noite Alucinante 3”! – , a esperteza, a ginga e a malemolência brasileira voltou a se manifestar em novas nomeações “criativas” dentro da mesma franquia. Após “Uma Noite de Terror” (2013) e “Uma Noite de Terror: Anarquia” (2014), o terceiro filme da franquia “Purge” (nome original) chegou nos cinemas brasileiros no fim de semana passado como “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”. E quem foi ao cinema achando que veria um filme original deveria pedir o dinheiro de volta, diante de tantas e constantes referências e participações de personagens do lançamentos anteriores. Não contentes, os brasileiros mais inteligentes que o resto da população decidiram também diferenciar “De Volta ao Jogo” (2014) de sua continuação, que será lançada no Brasil como “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”. Impressionante? Se a força de uma franquia está na valorização da marca, que supostamente gera acúmulo de público, o que ganha um distribuidor nacional ao querer lançar um filme de franquia como produto individual? Promoção? Aumento? Bônus de Natal? E que tal títulos de filmes que não fazem parte de franquias? Quem acertar como “The Bye Bye Man” vai se chamar no Brasil tem grandes chances de acertar a sequência certa da mega-sena. O título original tem quatro palavras e nenhuma delas aparece na “tradução” nacional, “Nunca Diga seu Nome”. E aí vem os “gringos” da MPA-AL, divisão latino-americana da MPA (Associação do Cinema dos EUA), dizer que o maior problema do cinema no Brasil é a pirataria… Faz sentido. Afinal, este é o país em que “Truth” (verdade) vira “Conspiração e Poder”.

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  • Filme

    Procurando Dory ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

    9 de outubro de 2016 /

    A animação “Procurando Dory” atingiu neste fim de semana a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo, tornando-se a quinta animação a superar a marca na história do cinema. “Procurando Dory” é a segunda produção da Pixar a comemorar o feito. A primeira foi “Toy Story 3” em 2010. O filme também é a terceira maior bilheteria de 2016, atrás apenas de “Capitão América: Gerra Civil” e outra animação de bichos falantes, “Zootopia”. Detalhe: todos os três filmes são lançamentos da Disney. A continuação de “Procurando Nemo” (2003) estreou em junho e continua em cartaz em alguns países. Mas seu principal desempenho aconteceu no mercado doméstico, onde faturou 484,7 milhões. Por conta disso, é a maior bilheteria do ano nos EUA – com bastante folga sobre os US$ 408 milhões de “Capitão América”, o 2º lugar.

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    Bilheterias: A Garota no Trem estreia em 1º lugar sem empolgar nos EUA

    9 de outubro de 2016 /

    O suspense “A Garota no Trem” estreou em 1º lugar nas bilheterias de fim de semana da América do Norte (EUA e Canadá), embora não tenha virado o blockbuster que seu estúdio desejava. O filme estrelado por Emily Blunt (“Sicario”) abriu com US$ 24,6 milhões, bem abaixo dos US$ 37,5 milhões de “Garota Exemplar” (2014), com o qual vinha sendo comparado. O lançamento tampouco empolgou a crítica, ficando com 44% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Mas a produção da Universal não é das mais caras e não será difícil fazer seu orçamento de US$ 45 milhões render lucro, especialmente no mercado internacional. A estreia está marcada para 27 de outubro no Brasil. O 2º lugar ficou com o líder da semana passada, “O Lar das Crianças Peculiares” com US$ 15 milhões. Mundialmente, a nova fantasia de Tim Burton (“Sombras da Noite”) já soma US$ 145 milhões, mas ainda está longe do ponto de equilíbrio. Produzido por US$ 110 milhões, o longa precisa superar os US$ 400 milhões para evitar o prejuízo. O filme de desastre “Horizonte Profundo” completa o pódio com US$ 11,7 milhões e perspectiva ainda mais sombria. Também orçado em US$ 110 milhões, a produção estrelada por Mark Wahlberg (“O Grande Herói”) fez somente US$ 66,3 milhões em todo o mundo. O lançamento nacional foi agendado para 10 de novembro. As duas outras estreias da semana tiveram um desempenho medíocre. Vencedor do Festival de Sundance e até recentemente incensado como principal candidato ao Oscar 2017, “The Birth of a Nation” precisou se contentar com US$ 7,1 milhões e o 6º lugar, após sofrer desgaste com o ressurgimento de uma polêmica do passado de Nate Parker, seu diretor, roteirista e ator principal. Apesar disso, as críticas foram majoritariamente positivas, com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil só vai acontecer em fevereiro. O outro lançamento é a comédia adolescente “Middle School: The Worst Years of My Life”, que fez US$ 6,9 milhões com elenco e orçamento (US$ 8,5 milhões) televisivos. Não há previsão de sua chegada nos cinemas brasileiros. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 24,6 milhões Total EUA: US$ 24,6 milhões Total Mundo: US$ 41,1 milhões 2. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 51 milhões Total Mundo: US$ 145 milhões 3. Horizonte Profundo – Desastre no Golfo Fim de semana: US$ 9,1 milhões Total EUA: US$ 38,5 milhões Total Mundo: US$ 66,3 milhões 4. Sete Homens e Um Destino Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 75,9 milhões Total Mundo: US$ 134,6 milhões 5. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 7,1 milhões Total EUA: US$ 50,1 milhões Total Mundo: US$ 106,1 milhões 6. The Birth of a Nation Fim de semana: US$ 6,9 milhões Total EUA: US$ 6,9 milhões Total Mundo: US$ 6,9 milhões 7. Middle School: The Worst Years of My Life Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 3 milhões Total Mundo: US$ 3 milhões 8. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 113,4 milhões Total Mundo: US$ 167,1 milhões 9. Gênios do Crime Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 12,7 milhões Total Mundo: US$ 16 milhões 10. Rainha de Katwe Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 5,3 milhões Total Mundo: US$ 5,3 milhões

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  • Etc,  Filme

    Quase metade da população brasileira mora em cidades sem cinema

    8 de outubro de 2016 /

    Um relatório divulgado pelo Sindicato da Indústria Audiovisual (SICAV) revelou que o número de salas de cinema no Brasil cresceu 12,2% entre 2013 e 2015, de 2.679 telas para 3.005. Mas o resultado mal pode ser comemorado, porque, apesar do crescimento, 46% dos brasileiros moram em cidades em que não há cinema algum. Os dados fazem parte do estudo Impacto Econômico do Setor Audiovisual Brasileiro, que teve consultoria da Associação de Cinema dos EUA (MPA), entidade que representa os seis maiores estúdios de Hollywood em todo o mundo, e foi revelado no RioMarket, área de negócios do Festival do Rio. “Há uma concentração geográfica das salas de cinema em relativamente poucos estados, portanto, precisa ter mais oferta física para que as pessoas possam consumir também produto audiovisual”, disse o diretor da divisão da associação americana para a America Latina (MPA-AL), Ricardo Castanheira, à Agência Brasil. Entre 2013 e 2015, o número de ingressos vendidos nos cinemas do país também subiu de 149,5 milhões para 173 milhões, o que provocou alta no faturamento de R$ 1,7 bilhão para R$ 2,4 bilhões. O levantamento aponta ainda que, embora a participação dos filmes nacionais tenha crescido no total de lançamentos, saindo de 26,5% em 2009 para 28,9% em 2015, a renda com a venda de ingressos para as produções nacionais não acompanhou esse crescimento. E o motivo é o que os filmes estrangeiros concentram a maior parte da renda das bilheterias. O diretor da MPA-AL disse que muitos brasileiros ainda não frequentam o cinema por causa do valor dos ingressos, considerado elevado. “O valor médio do ingresso em 2013 corresponde 0,6 da renda mensal per capita do brasileiro. Nos países desenvolvidos, é apenas 0,3. Isso se deve à uma elevada carga tributária que incide sobre o setor audiovisual, que se projeta no preço final do ingresso. Reduzir a carga tributária é um desafio extremamente importante para dar um estímulo e vitalidade maior”, apontou. Apesar destes dados, Castanho conclui, como já é tradicional e piloto automático para a MPA, que o maior culpado pela dificuldade de expansão da indústria cinematográfica no país é a pirataria. Esta simplificação simplesmente não cola mais, já que o próprio relatório aponta a falta de salas, preços elevados e até a ausência completa de cinema em muitas cidades. Falta uma política audiovisual decente no país, que não incentive apenas a produção de filmes que a maioria da população não tem acesso. Uma reação à falta de infra-estrutura cinematográfica pode ser constatada em outra parte do relatório, que diz respeito ao crescimento do mercado dos serviços de Vídeo On Demand (VoD), como a plataforma Netflix. Em um ranking mundial, o Brasil é o 8º país que mais consome este tipo de serviço, com receita estimada em US$ 352,3 milhões em 2016. Superando, por exemplo, o México, com receita estimada em US$ 188,4 milhões, e Argentina (US$ 124,8 milhões). No entanto, o VoD também depende de uma política de expansão das telecomunicações, com ampliação do acesso à internet de banda larga a preços mais baixos e de maior velocidade. Afinal, mesmo somando o VoD, apenas 11% da população têm acesso a serviços audiovisuais no país. Se quase metade da população brasileira mora em cidades em que não existem cinemas, se apenas 11% da população tem acesso a serviços VoD, dá realmente para culpar a pirataria? Ao contrário, apenas a pirataria tem cumprido o serviço de levar filmes à maioria da população do país. E combatê-la, em vez de “resolver o problema”, só tende a agravar a dificuldade de acesso aos produtos audiovisuais para o público brasileiro. Infelizmente, a MPA vê a América Latina como um continente criminoso e busca incentivar táticas de repressão numa guerra frontal contra a pirataria, repetindo o que fez a DEA, em sua guerra ao narcotráfico. Tanto é que seu relatório aponta a existência de mais de 400 websites de pirataria voltados para o mercado brasileiro. Desta lista, 57 recebem mais de 1 milhão de visitas mensais. Então, aí está. Um país com 3 mil salas de cinema tem 1 milhão de visitas mensais em sites de pirataria cinematográfica e a culpa é do crime. Que fácil seria se fosse tão simples. Mas, gente, bora ler o relatório completo. Afinal, pagaram por isso.

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  • TV

    TV paga brasileira perde 673 mil assinantes em um ano

    7 de outubro de 2016 /

    A TV paga continua a perder assinantes no Brasil. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), serviço encolheu 3,4% em 12 meses, entre agosto deste ano e do ano passado, o que corresponde a perda de 673,1 mil assinantes em 12 meses. Os dados são da Anatel. Só em julho, 20,7 mil pessoas deixaram de utilizar o serviço. Um dos primeiros setores atingidos por crises econômicas, o mercado de TV paga encerrou agosto com 18,9 milhões de assinantes, contra 19,6 milhões em agosto de 2015. A cada 100 municípios no Brasil, 27,78 tem acesso ao serviço, de acordo com a Agência. O grupo Telecom Americas, que inclui as operadoras Claro, Net e Embratel, encerrou agosto com 9,86 milhões de clientes, seguido pela Sky, com 5,32 milhões de assinantes. Bem menores, a Telefônica tem 1,76 milhão de clientes e a Oi, 1,24 milhão.

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    Bilheteria: O Lar das Crianças Peculiares fatura pouco, mas estreia em 1º lugar nos EUA

    2 de outubro de 2016 /

    Na disputa entre os dois lançamentos mais comentados do fim de semana nos cinemas norte-americanos, a fantasia sobrepujou a história real. “O Lar das Crianças Peculiares”, dirigido por Tim Burton, estreou em 1º lugar nas bilheterias, mas não pode se considerar um blockbuster, com faturamento de US$ 28,5 milhões. Mesmo assim, o valor foi suficiente para superar a outra grande estreia, “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo”, de Peter Berg, que ficou em 2º com US$ 20,6 milhões. Os dois filmes custaram uma fábula, US$ 110 milhões cada, somente com gastos de produção, e essa disputa pelo topo é ilusória em relação aos valores que precisariam atingir. Por este começo morno, fica claro que apenas o mercado doméstico será insuficiente para cobrir suas despesas. A fantasia das crianças mutantes superpoderosas – ou melhor, peculiares – teve um começo melhor no exterior, faturando mais US$ 36,5 milhões para atingir um total de US$ 65 milhões em sua largada. Já o desastre estrelado por Mark Wahlberg fez US$ 12,4 milhões para arredondar seu total em US$ 33 milhões. É pouco, mas o lançamento internacional se deu em mercados menores, à exceção do Reino Unido. A estreia no Brasil acontece na quinta (6/10). Entre a crítica americana, os desempenhos foram inversos. Houve um pouco de enfado em relação ao novo filme colorido de Tim Burton, com 64% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas muito entusiasmo para o incêndio na plataforma de petróleo, com 82% de salivação. Logo abaixo das duas novidades, o ranking destaca o remake de “Sete Homens e um Destino”, que liderou a arrecadação em sua estreia na semana passada. O filme de Antoine Fuqua faturou mais de US$ 15 milhões, um desempenho ainda impressionante para o gênero western, que chega a US$ 61,6 milhões em dez dias no mercado doméstico. Em todo o mundo, o filme superou a marca de US$ 100 milhões. A animação “Cegonhas” é que não voou como o estúdio gostaria, caindo para o 4º lugar, com US$ 13,8 milhões e um total de US$ 77,6 milhões em todo o mundo – fraquinho numa temporada em que as animações quebraram recordes de faturamento. Por outro lado, o drama “Sully – O Herói do Rio Hudson” somou mais US$ 8,4 milhões, ao fechar o top 5, para atingir US$ 105 milhões nos EUA em quatro semanas. É um valor expressivo para um drama, ainda mais para um drama estrelado por um ator veterano e dirigido por diretor que poderia ser pai do ator veterano. De fato, trata-se de um dos maiores sucessos recentes da carreira de ambos, Tom Hanks e Clint Eastwood. No passado não muito distante, Hollywood virava as costas para seus grandes cineastas após uma certa idade. Eastwood está com 76 anos e vem do maior sucesso de sua carreira, “Sniper Americano”, com outro filme que impressiona, tanto pela popularidade quanto pelas críticas positivas (82%). O público brasileiro, porém, ainda vai precisar esperar muito para saber porque “Sully” fez tanto sucesso, já que a estreia nacional está marcada apenas para 1 de dezembro. Para completar, resta ressaltar o fracasso de “Gênios do Crime”, também lançada no Brasil neste fim de semana – em circuito superestimado. Em sua estreia nos EUA, a comédia besteirol fez US$ 6,6 milhões em mais de 3 mil salas. O fiasco também foi significativo entre a crítica, com meros 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 28,5 milhões Total EUA: US$ 28,5 milhões Total Mundo: US$ 65 milhões 2. Horizonte Profundo – Desastre no Golfo Fim de semana: US$ 20,6 milhões Total EUA: US$ 20,6 milhões Total Mundo: US$ 33 milhões 3. Sete Homens e Um Destino Fim de semana: US$ 15,7 milhões Total EUA: US$ 61,6 milhões Total Mundo: US$ 108,1 milhões 4. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 13,8 milhões Total EUA: US$ 38,8 milhões Total Mundo: US$ 77,6 milhões 5. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 105,3 milhões Total Mundo: US$ 151,6 milhões 6. Gênios do Crime Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 6,6 milhões Total Mundo: US$ 6,6 milhões 7. Rainha de Katwe Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 3 milhões Total Mundo: US$ 3 milhões 8. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 2,37 milhões Total EUA: US$ 84,7 milhões Total Mundo: US$ 129,2 milhões 9. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 2,33 milhões Total EUA: US$ 20,9 milhões Total Mundo: US$ 120,8 milhões 10. Snowden Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 18,7 milhões Total Mundo: US$ 18,7 milhões

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    Bilheteria: Sete Homens e um Destino tem a melhor estreia de um western em todos os tempos

    25 de setembro de 2016 /

    A combinação de Denzel Washington e Chris Pratt se provou imbatível. A estreia de “Sete Homens e um Destino” não só assumiu a liderança das bilheterias da América do Norte (EUA e Canadá) como teve um desempenho raro para o gênero do western. Os US$ 35 milhões apurados no final de semana podem até parecer pouco, diante das aberturas dos filmes de super-heróis, mas, entre os western assumidos, nem “Django Livre” (2012) fez tanto, abrindo com US$ 30 milhões. Remake de um clássico de 1960, “Sete Homens e um Destino” também superou o lançamento de outro remake bem-sucedido do gênero, “Bravura Indômita” (US$ 24 milhões em seu primeiro fim de semana em 2010). E se considerar que o outro western de sucesso desta década, “O Regresso” (2015), teve estreia limitada para se adequar ao calendário do Oscar, o filme dirigido por Anton Fuqua registrou os melhores primeiros três dias do gênero em todo o século e, sacrilégio supremo, de todos os tempos – desconsiderando, claro, a inflação e relevando os preços baixos dos ingressos do século passado. Outro detalhe interessante da liderança de “Sete Homens e um Destino” é que Denzel Washington está perto de completar uma década como chamariz de bilheterias. Desde 2007, quando lançou “O Grande Debate”, todos os filmes do ator tiveram estreias acima dos US$ 20 milhões. E neste filme ele se junta à estrela em ascensão Chris Pratt, cujos dois filmes anteriores somaram juntos quase US$ 2,5 bilhões mundialmente – “Guardiões da Galáxia” (2014) e “Jurassic World” (2015). O 2º lugar ficou com outra estreia, a animação “Cegonhas”, com US$ 21,8 milhões. Curiosamente, os dois filmes também foram lançados no Brasil neste fim de semana, mas com uma diferença enorme de tratamento no país. Enquanto “Cegonhas” dominou o circuito, com distribuição em 807 salas, o western ficou com cerca de 40% disso, em 340 salas. O desempenho nas bilheterias nacionais deve refletir essa distribuição. Completa o pódio o drama “Sully – O Herói do Rio Hudson”, de Clint Eastwood, que liderou a venda de ingressos na América do Norte pelos últimos dois fins de semana. A produção estrelada por Tom Hanks, arrecadou mais 13,8 milhões para a Warner Bros. Os Top 5 ainda inclui arrecadações modestas de “O Bebê de Bridget Jones” (US$ 4,5 milhões) e “Snowden” (US$ 4,1 milhões), que apesar do investimento em marketing do primeiro e da expectativa gerada pelo segundo não conseguiram engajar o grande público. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Sete Homens e Um Destino Fim de semana: US$ 35 milhões Total EUA: US$ 35 milhões Total Mundo: US$ 35 milhões 2. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 21,8 milhões Total EUA: US$ 21,8 milhões Total Mundo: US$ 40,1 milhões 3. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 13,8 milhões Total EUA: US$ 92,3 milhões Total Mundo: US$ 126,8 milhões 4. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 16,4 milhões Total Mundo: US$ 83,5 milhões 5. Snowden Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões 6. Bruxa de Blair Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 16,1 milhões Total Mundo: US$ 21 milhões 7. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 81,1 milhões Total Mundo: US$ 120,3 milhões 8. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 318,1 milhões Total Mundo: US$ 731,7 milhões 9. When the Bough Breaks Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 26,6 milhões Total Mundo: US$ 26,8 milhões 10. Kubo e as Cordas Mágicas Fim de semana: US$ 1,1 milhões Total EUA: US$ 45,9 milhões Total Mundo: US$ 58,5 milhões

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    Bilheterias: Sully mantém liderança faturando mais que Bruxa de Blair e O Bebê de Bridget Jones juntos

    18 de setembro de 2016 /

    Novo drama estrelado por Tom Hanks, “Sully: O Herói do Rio Hudson” se manteve na liderança das bilheterias norte-americanas (EUA e Canadá) pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando mais que a soma da estreia de duas continuações de franquias famosas, que tiveram grande investimento em marketing para sua divulgação. O filme dirigido por Clint Eastwood, baseado na história real do piloto que evitou uma tragédia recente na aviação americana, fez US$ 21,8 milhões e já se aproximou dos US$ 100 milhões mundiais, um desempenho promissor para seu orçamento de US$ 60 milhões. “É uma história bem feita”, disse Jeff Goldstein, vice-presidente-executivo de distribuição da Warner Bros. em comunicado, ressaltando ainda que “o boca a boca é sensacional”. As continuações que decepcionaram foram “Bruxa de Blair” e “O Bebê de Bridget Jones”, sequências de filmes que chegaram ao cinema uma geração atrás. Nenhum dos dois longas rendeu grandes filas, arrecadando US$ 9,7 milhões e US$ 8,2 milhões, respectivamente. O valor só não representa um fracasso para “Bruxa de Blair”, porque foi filmado com câmeras portáteis e pouco investimento, com um orçamento de produção de US$ 5 milhões – menor, inclusive, que seus gastos de marketing. Já o “O Bebê de Bridget Jones” custou US$ 35 milhões e provavelmente o dobro disso em marketing, tamanha a presença do filme na mídia. A estreia no Brasil está marcada para 29 de setembro. O terceiro lançamento da semana, “Snowden”, de Oliver Stone, abriu em 4º lugar, mas não muito distante dos demais, com US$ 8 milhões. Cinebiografia do informante Edward Snowden, que denunciou o programa de espionagem da NSA (Agência de Segurança Nacional) americana, responsável pela vigilância da internet e dos celulares de todos os cidadãos, a produção custou US$ 40 milhões, mas foi econômica em sua divulgação, apostando na repercussão de sua première no Festival de Toronto. O problema é que a crítica não se entusiasmou. O longa teve 58% de aprovação na média do Rotten Tomatoes, bem mais que os 37% de “Bruxa de Blair”, mas bem menos que os 78% do terceiro “Bridget Jones”. Para piorar sua perspectiva de rendimento internacional, “Snowden” não tem previsão de lançamento no Brasil. O terror “O Homem nas Trevas” fecha o Top 5, atingindo uma arrecadação doméstica de US$ 75,3 milhões, que o consolida como o segundo maior sucesso do gênero na América do Norte em 2016 – atrás somente de “Invocação do Mal 2”, com US$ 102,4 milhões nos EUA e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 70,5 milhões Total Mundo: US$ 93,9 milhões 2. Bruxa de Blair Fim de semana: US$ 9,6 milhões Total EUA: US$ 9,6 milhões Total Mundo: US$ 14,5 milhões 3. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 8,2 milhões Total Mundo: US$ 38,1 milhões 4. Snowden Fim de semana: US$ 8 milhões Total EUA: US$ 8 milhões Total Mundo: US$ 8 milhões 5. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 75,3 milhões Total Mundo: US$ 107 milhões 6. When the Bough Breaks Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 22,6 milhões Total Mundo: US$ 22,6 milhões 7. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 313,7 milhões Total Mundo: US$ 718,8 milhões 8. As Aventuras de Robinson Crusoé Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 6,6 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 9. Kubo e as Cordas Mágicas Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 44,2 milhões Total Mundo: US$ 54,6 milhões 10. Meu Amigo, O Dragão Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 72,8 milhões Total Mundo: US$ 113 milhões

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