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  • TV

    Record, SBT e RedeTV já estão fora de três operadoras de TV paga em Brasília

    28 de março de 2017 /

    Seguindo a iniciativa da Sky, a Net e a Claro também tiraram as redes Record, SBT e RedeTV! de suas grades de programação em Brasília. O corte aconteceu por volta da 0h30 desta terça-feira (28/3) e deve se repetir em mais uma região após o apagão analógico previsto para São Paulo, a partir das 23h59 de quarta. A decisão de cortar os sinais foi resultado de uma notificação da Simba, empresa formada pelas três emissoras, lembrando às operadoras que elas precisam de autorização das redes para transmitirem seus sinais digitais nas cidades em que não há mais TV analógica. É o caso de Brasília, onde nenhuma operadora tem essas autorização da Record, SBT e RedeTV!. Segundo levantamentos recentes, as três redes respondem por quase 20% da audiência da TV paga, o que as fez querer compensação financeira para continuar cedendo seus sinais. Elas formaram a Simba para negociar em conjunto e pretendem aproveitar a confusão potencial causada pelo fim da TV analógica para pressionar as operadoras. A iniciativa é inspirada na negociação turbulenta realizada entre o grupo Fox e a Sky, que só foi adiante após os canais do grupo saírem do ar, em janeiro. Desde sexta (24/3), as três redes estão exibindo em seus intervalos e telejornais o anúncio de que deixarão de ter seus conteúdos exibidos na TV paga a partir desta quarta-feira, acusando as operadoras de se recusarem a negociar um “valor justo” por seus sinais. Entretanto, segundo apurou o blog Notícias na TV, até a noite de segunda, nenhuma operadora havia recebido proposta comercial, com uma sugestão de preço pelos sinais. A acusação precede a negociação e é pura arma de pressão, visando mobilizar as massas para fazerem o trabalho de convencimento. A estratégia das três redes abertas é fazer com que os assinantes se voltem contra as operadoras de TV por assinatura, protestando e cancelando seus contratos, para só então negociar seus sinais por um bom preço. Bispos da Igreja Universal, ligada à Record, estariam orientando fiéis a liderarem os protestos. Com o fim da TV analógica, as emissoras de TV aberta podem cobrar por seus sinais, amparadas na lei 12.485, de 2011. A Globo cobra por sua programação desde 2014. A postura das operadoras também tem sido dura. Elas argumentam que, legalmente, não podem reajustar os pacotes de assinaturas já existentes, a não ser pela inflação. A única forma de absorver os novos custos, dizem, seria um crescimento da base de assinantes, mas o setor está em crise desde 2014. Encolheu mais de 1 milhão de assinantes nos últimos anos. Ou seja, nessa briga em que as redes querem mobilizar os telespectadores, só quem tem a perder são os próprios telespectadores, pois ou ficam sem os canais ou terão que amargar para breve uma TV mais bem paga.

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    A Bela e a Fera mantém liderança nas bilheterias do Brasil

    27 de março de 2017 /

    Assim como nos EUA, a nova versão de “Power Rangers” não conseguiu superar “A Bela e a Fera” nas bilheterias do Brasil. Mas a diferença entre os dois filmes foi ainda maior por aqui. O filme dos heróis da TV estreou em 2º lugar no ranking, com R$ 6,8 milhões e 453,9 mil ingressos vendidos de quinta-feira (23/3) a domingo, enquanto “A Bela e a Fera” seguiu em 1º em sua segunda semana de exibição, com faturamento quatro vezes maior: R$ 24,2 milhões e 1,4 milhão de ingressos vendidos. Na verdade, o desempenho de “Power Rangers” ficou muito abaixo da expectativa, quando comparado às demais grandes estreias do ano. Como medida de comparação, “Kong: A Ilha da Caveira”, atualmente em 5º lugar no ranking, também estreou em 2º lugar no Brasil, mas com R$ 10 milhões e 596 mil ingressos. O Top 5 tem ainda “Logan”, em 3º lugar, com R$ 5,5 milhões e 341,3 mil ingressos vendidos, e “Fragmentado”, novo longa do diretor M. Night Shyamalan, que foi a segunda estreia mais bem ranqueada da semana: em 4º lugar, com R$ 4,9 milhões e 302,7 mil ingressos.

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    A Bela e a Fera mantém liderança nos EUA com o dobro da bilheteria de Power Rangers

    26 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” manteve a liderança das bilheterias da América do Norte, faturando mais que o dobro da principal estreia da semana, o filme dos “Power Rangers”. A reciclagem da Disney rendeu US$ 88,3 milhões em sua segunda semana em cartaz, contra US$ 40,5 milhões do reboot da Lionsgate. A venda de ingressos de “A Bela e a Fera” é tão impressionante que está sendo considerada uma dos maiores arrecadações de um blockbuster em sua segunda semana em cartaz. Em dez dias, o filme ultrapassou os US$ 300 milhões no mercado doméstico. Além disso, está perto de deixar para trás a marca dos US$ 700 milhões em todo o mundo, em tempo recorde. A soma já é a maior bilheteria de 2017. O sucesso do filme da Disney, acompanhado pelos bons desempenhos de “Kong – A Ilha da Caveira” e “Logan”, ajudou o mercado dos Estados Unidos e Canadá a superar o recorde de faturamento do mês de março, atingindo US$ 1 bilhão no total, e ainda faltam cinco dias para o fim do mês. Com tanta competição, “Power Rangers” pode até celebrar seu 2º lugar, pois as projeções do mercado apontavam um desempenho pior para o filme da série dos anos 1990. Por coincidência, tanto a estreia de “A Bela e a Fera” quanto a de “Power Rangers” foram precedidas por declarações a respeito de contextos homossexuais de personagens. E embora alguns países muçulmanos tenham achado ruim, sair do armário não causou o fracasso de nenhum dos dois filmes. Já as outras estreias da semana não suportaram a competição da “propaganda gay”. Nem a combinação de Ryan Reynolds e Jake Gyllenhaal conseguiu fazer a sci-fi “Vida” passar do 4º lugar, com faturamento de apenas US$ 12,6 milhões. Pior ainda, a comédia “Chips”, que irritou a crítica com suas piadas de pânico homossexual, abriu em 7º lugar com US$ 7,6 milhões. Vale observar que nem as vistosas semelhanças com “Alien” (1979) impediram “Vida” de ser considerada a melhor estreia da semana pela crítica, com 67% de aprovação no ranking do Rotten Tomatoes. “Power Rangers” foi considerado medíocre (46%) e “CHiPs”, conforme adiantado, simplesmente podre (20%). Apenas dois dos filmes citados ainda não estrearam no Brasil. A sci-fi “Vida” tem lançamento marcado no país em 20 de abril e a versão comédia de “CHiPs” em 4 de maio. Confira abaixo o ranking das dez maiores bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 88,3 milhões Total EUA: US$ 316,9 milhões Total Mundo: US$ 690,2 milhões 2. Power Rangers Fim de semana: US$ 40,5 milhões Total EUA: US$ US$ 40,5 milhões Total Mundo: US$ 59,2 milhões 3. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 14,4 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 392,1 milhões 4. Vida Fim de semana: US$ 12,6 milhões Total EUA: US$ 12,6 milhões Total Mundo: US$ 28,7 milhões 5. Logan Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 201,4 milhões Total Mundo: US$ 547,2 milhões 6. Corra! Fim de semana: US$ 8,6 milhões Total EUA: US$ 147,4 milhões Total Mundo: US$ 154,4 milhões 7. CHiPs Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 7,6 milhões Total Mundo: US$ 9,5 milhões 8. A Cabana Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 49 milhões Total Mundo: US$ 49,8 milhões 9. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 170,8 milhões Total Mundo: US$ 292,5 milhões 10. The Belko Experiment Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 7,5 milhões Total Mundo: US$ 7,5 milhões

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    Brasil é o 10º maior mercado cinematográfico do mundo e o maior da América do Sul

    23 de março de 2017 /

    O relatório da MPA (Associação de Cinema dos EUA), que registrou o faturamento recorde de US$ 38,6 bilhões em bilheteria de cinema em todo o mundo, também documentou o crescimento do mercado cinematográfico brasileiro. Após dois anos ocupando a 11ª posição entre os maiores mercados de cinema do mundo, o Brasil voltou a figurar no Top 10 das bilheterias mundiais, com arrecadação de US$ 700 milhões durante o ano de 2016. O Brasil foi o único país da América Latina a ter crescimento de arrecadação em 2016. E um aumento significativo de 5%, diante do movimento global de 1%. Outro detalhe curioso é que o avanço do Brasil aconteceu num ano em que a América Latina liderou em queda de venda de ingressos, caindo 17,6% em geral, em relação ao período anterior. Mesmo assim, o mercado brasileiro permanece atrás do mexicano, que, com US$ 800 milhões de faturamento, é o 9º maior mercado do mundo. Mas está muito à frente do restante da América do Sul. O segundo país sul-americano mais bem posicionado no ranking é a Argentina, que ocupa a 17ª posição, com US$ 300 milhões.

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    Cinemas bateram recorde de faturamento mundial em 2016

    23 de março de 2017 /

    Já se sabia, mas agora é oficial. A arrecadação das bilheterias de cinema estabeleceu um novo recorde mundial em 2016, ao chegar a US$ 38,6 bilhões. Os números estão no relatório apresentado na quarta-feira (22/3) pela MPA, a Associação do Cinema dos EUA. Embora o faturamento seja recorde, o aumento na venda de ingressos cresceu apenas 1% em 2016, marcando uma notável desaceleração em relação ao crescimento de mais de 5% registrado de 2014 a 2015. O recorde anterior, registrado em 2015, era de US$ 38,4 bilhões. A arrecadação nos Estados Unidos e no Canadá em 2016 se situou em US$ 11,4 bilhões, frente aos US$ 11,1 bilhões de 2015, o que representa uma alta de 2%. Por outro lado, a renda das salas de cinema no resto do mundo caiu levemente, de US$ 27,3 bilhões em 2015 para US$ 27,2 bilhões em 2016. Essa queda foi influenciada pela baixa de 1% da arrecadação na China após uma década de crescimentos consecutivos. Apesar disso, a China continuou sendo o país com maior arrecadação, fora o mercado conjunto dos Estados Unidos e Canadá, que costumam ser considerados como um só. O faturamento chinês foi de US$ 6,6 bilhões. A lista segue com Japão (US$ 2 bilhões), Índia (US$ 1,9 bilhão), Reino Unido (US$ 1,7 bilhão) e França (US$ 1,6 bilhão). Na América do Norte (EUA + Canadá), o faturamento teve crescimento de 2% e também foi recorde: US$ 11.4 milhões. O número de salas de cinema no mundo aumentou em 8%. Agora existem 164 mil telas, sendo a Ásia a região que mais inaugurou cinemas.

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    A Bela e a Fera registra maior estreia do ano no Brasil

    20 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” deu um baile na concorrência no Brasil. A estreia do filme registrou a maior abertura do ano, com R$ 33,6 milhões de arrecadação, bem maior que o recorde de “Logan”, cujos R$ 28 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição representaram a maior estreia da história da Fox no país. Ao todo, a reciclagem do clássico de animação da Disney levou 1,9 milhão de pessoas aos cinemas brasileiros e se consolidou com uma das maiores estreias de todos os tempos no país – a sétima com mais ingressos vendidos desde 2002, segundo dados da Comscore. O filme estrelado por Emma Watson também bateu recordes nos EUA, onde arrecadou US$ 170 milhões e se tornou a maior estreia infantil de todos os tempos (ultrapassando os US$ 135 milhões de “Procurando Dory”) e a maior abertura já registrada no mês de março (recorde que pertencia a “Batman vs Superman”, com US$ 166 milhões). Em todo o mundo, a conta já está em US$ 350 milhões de faturamento. Campeão por duas semanas consecutivas, “Logan” caiu para o 2º lugar, mas continua gerando filas, com R$ 10 milhões de arrecadação. Em três semanas de exibição, o longa teve 5 milhões de ingressos vendidos e arrecadou R$ 73,5 milhões. O Top 3 se completa com outro blockbuster, “Kong: A Ilha da Caveira”, que teve 372 mil ingressos vendidos e arrecadou R$ 6,2 milhões. Em duas semanas, o filme fez US$ 21,5 milhões, visto por 1,3 milhão de espectadores.

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    A Bela e a Fera quebra recorde com bilheteria de US$ 170 milhões na América do Norte

    19 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” rendeu uma fábula nas bilheterias dos cinemas da América do Norte. Com US$ 170 milhões arrecadados em apenas três dias, a produção virou um conto de fadas da vida real para a Disney, que voltou a contabilizar lucro com seu projeto de reciclagem – desenhos antigos transformados em filmes novos com atores reais. O belo lançamento quebrou uma série de recordes. Trata-se da maior estreia já registrada num mês de março nos EUA (superando os US$ 166 milhões de “Batman vs Superman” no ano passado) e a maior abertura de um longa infantil em todos os tempos (ultrapassando os US$ 135 milhões de “Procurando Dory”, também no ano passado). Além disso, contabilizou a segunda maior estreia de um blockbuster fora da temporada americana de verão, atrás apenas dos US$ 247,9 milhões de “Star Wars: O Despertar da Força”, lançado em dezembro de 2015. Animado com o filme, o público americano deu nota “A”, na avaliação do CinemaScore, empolgando-se mais que a crítica, que cravou 70% de aprovação. Mas o desempenho internacional também foi fera. Apesar do mimimi sobre insinuação gay de um personagem enrustido, o filme foi bem aceito na maior parte do mundo, somando mais US$ 180 milhões em diversos países, para chegar a um total impressionante de US$ 350 milhões só no primeiro fim de semana de exibição. Enquanto os russos torceram o nariz para o “momento gay” com uma censura de 16 anos, seus antigos aliados no falido comunismo vibraram com o filminho infantil. Na China, “A Bela e a Fera” fez US$ 44,8 milhões e já superou toda arrecadação local de “Malévola” (2014) e “Alice no País das Maravilhas” (2010). Mas nem as restrições impediram o filme de chegar a US$ 6 milhões na Rússia, o mesmo resultado obtido pelo lançamento de “Cinderela” (2015) com censura livre naquele país. Na Inglaterra, foram US$ 22,8 milhões e a quinta maior abertura de todos os tempos no mercado britânico. Com tanto sucesso, os outros blockbusters em cartaz encolheram no ranking. Campeão na semana passada, “Kong – A Ilha da Caveira” caiu para o 2º lugar, seguido por “Logan” em 3º. Enquanto “Kong” superou as marcas de US$ 100 milhões no mercado doméstico e US$ 250 milhões no mundo inteiro, “Logan” continua liderando ambos os rankings do ano, com US$ 184 milhões na América do Norte e US$ 524 milhões mundialmente. Mas, diante do pique de “A Bela e a Fera”, seu reinado não deve resistir ao próximo fim de semana. A semana americana teve apenas mais uma estreia em mais de mil salas: o terror “The Belko Experiment”, que decepcionou ao arrecadar apenas US$ 4 milhões em 7º lugar. Embora esta “Battle Royale” de burocratas de escritório tenha ocupado um terço do circuito reservado para “A Bela e a Fera”, esperava-se um desempenho melhor, considerando-se os talentos envolvidos: roteiro de James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e direção de Greg McLean (“Wolf Creek”). Não há previsão para seu lançamento no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 170 milhões Total EUA: US$ 170 milhões Total Mundo: US$ 350 milhões 2. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 28,8 milhões Total EUA: US$ US$ 110 milhões Total Mundo: US$ 259,3 milhões 3. Logan Fim de semana: US$ 17,5 milhões Total EUA: US$ 184 milhões Total Mundo: US$ 524 milhões 4. Corra! Fim de semana: US$ 13,2 milhões Total EUA: US$ 133 milhões Total Mundo: US$ 136 milhões 5. A Cabana Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 42,6 milhões Total Mundo: US$ 43 milhões 6. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 167,4 milhões Total Mundo: US$ 287,4 milhões 7. The Belko Experiment Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 4 milhões Total Mundo: US$ 4 milhões 8. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 165,5 milhões Total Mundo: US$ 214,2 milhões 9. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 89,7 milhões Total Mundo: US$ 158 milhões 10. Antes que Eu Vá Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 11,2 milhões Total Mundo: US$ 11,2 milhões

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  • Série

    House of Cards chega na TV paga brasileira

    13 de março de 2017 /

    Pela primeira vez, uma série da Netflix será exibida pela TV paga brasileira. “House of Cards”, a segunda produção original do serviço de streaming, vai estrear no canal pago Paramount nesta terça (14/3), às 22h. É uma chance para quem não é assinante da Netflix descobrir do que se trata a produção premiada, cujo sucesso e reconhecimento foram responsáveis por mudar a percepção do que significa uma boa série, ao mostrar que o gênero não depende mais da televisão para existir e até mesmo evoluir. A exibição será semanal e começará com a 1ª temporada. Na estreia, o canal transmitirá os dois primeiros episódios, que foram dirigidos pelo cineasta David Fincher (“Garota Exemplar”), vencedor do Emmy 2013 pelo trabalho. A série retrata os bastidores da política norte-americana numa trama sobre a ambição de um político inescrupuloso, o já icônico Frank Underwood (vivido por Kevin Spacey), capaz até de matar para se tornar presidente dos EUA. Assista abaixo o promo que divulga a versão televisiva da atração, que aparentemente será dublada – evidenciando, novamente, a vantagem da Netflix sobre a TV com horários e vícios marcados.

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    Logan vence Kong na luta pelas bilheterias do Brasil

    13 de março de 2017 /

    Ao contrário do que aconteceu nos EUA, “Kong – A Ilha da Caveira” não conseguiu tirar “Logan” do topo das bilheterias no Brasil. O último filme de Hugh Jackman como Wolverine liderou a arrecadação das salas de cinema pela segunda semana consecutiva no país. No último fim de semana, a trama foi vista por 1,1 milhão de espectadores, rendendo R$ 17,5 milhões. Na vice-liderança, “Kong – A Ilha da Caveira” foi visto por pouco mais da metade deste público, 596 mil pessoas, com uma bilheteria de R$ 10 milhões, graças a ingressos mais caros da exibição em 3D e Imax. Em 3º lugar, o longa chinês “A Grande Muralha”, estrelado por Matt Damon (“Perdido em Marte”), ficou muito atrás, com 119 mil espectadores e bilheteria de R$ 2 milhões. Os dados foram divulgados pela consultoria ComScore.

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    Vídeo legendado traça evolução de Wolverine no cinema e revela despedida emocionada de Hugh Jackman

    9 de março de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou um vídeo legendado que traça a evolução de Hugh Jackman no papel de Wolverine, recuperando cenas de todos os filmes dos X-Men e dos lançamentos solo do personagem, para terminar no último dia de filmagem de “Logan”, no qual o ator agradece a todos os evolvidos por 17 anos emocionantes no papel. Confira abaixo. Atualmente em cartaz, “Logan” marca a despedida do ator ao personagem e está registrando público recorde em todo o mundo, inclusive no Brasil.

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    Logan registra maior estreia da Fox em todos os tempos no Brasil

    7 de março de 2017 /

    A Fox Filme do Brasil informou que “Logan”, o filme de despedida de Hugh Jackman do personagem Wolverine, repetiu no Brasil o desempenho visto mundialmente, superando as estimativas iniciais do mercado. “Logan” teria faturado R$ 28 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição no país, R$ 3 milhões a mais que o estimado. Graças a isso, o longa registrou novos recordes nacionais. “Logan” já tinha sido destacado como maior estreia do ano no país. Mas agora também é oficialmente a maior estreia da história da Fox no Brasil. O recorde anterior pertencia a outro lançamento para maiores de 16 anos, “Deadpool”, que faturou R$ 25,1 milhões e levou 1,7 milhão de espectadores aos cinemas no ano passado. Em sua abertura, “Logan” foi visto por 1,8 milhões. Para completar, o filme ainda quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia em 2D no Brasil. Apenas filmes com exibição em 3D e ingressos mais caros faturaram mais que ele em estreias nacionais. A revisão mundial das bilheterias da produção, que superaram todas as estimativas, também renderam outros recordes, como maior estreia internacional de um filme com classificação etária “R” (acima de 17 anos nos EUA) em todos os tempos. Saiba mais detalhes aqui.

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    Logan registra melhor estreia de cinema no Brasil em 2017

    6 de março de 2017 /

    “Logan” repetiu no Brasil o fenômeno de bilheteria americano, abrindo em 1º lugar com mais de 1,6 milhão de espectadores e faturamento de R$ 25 milhões. Apesar da classificação etária elevada (para maiores de 16 anos no país), a produção da Fox tornou-se a estreia mais bem-sucedida de 2017 até agora. Curiosamente, antes de “Logan”, a melhor estreia de 2017 no Brasil tinha sido outro filme proibido para menores de 16 anos, “Cinquenta Tons Mais Escuros”, que entrou em cartaz em 13 de fevereiro com 1,3 milhão de espectadores e R$ 22 milhões de faturamento nas bilheterias. Segundo dados da empresa de monitoramento ComScore, o total arrecadado por “Logan” é cinco vezes maior que o segundo colocado e ainda supera a soma total das bilheterias dos outros filmes em cartaz entre quinta e domingo (5/3) nos cinemas brasileiros. Em todo o mundo, o filme já rendeu US$ 237,8 milhões – US$ 85,3 milhões só nos EUA. “A Grande Muralha”, com Matt Damon, faturou pouco mais de 20% do que arrecadou “Logan”, ocupando o 2º lugar com público de “apenas” 279 mil pessoas e arrecadação de R$ 4,8 milhões. O ranking também destaca o crescimento do interesse em torno de “Moonlight”. O drama indie tinha aberto em 10º em seu lançamento no fim de semana anterior, mas, após vencer o Oscar 2017, pulou para o 4º lugar, mesmo contando com uma distribuição bastante limitada. Vale lembrar que, além de “Logan”, a semana passada teve o lançamento de “Um Limite Entre Nós”, que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis. Único dos filmes americanos que disputavam a premiação da Academia a chegar ao Brasil após a exibição da cerimônia, “Um Limite Entre Nós” não entrou no Top 10, mostrando o equívoco da estratégia de sua distribuidora. BILHETERIAS: TOP 10 Brasil 1. Logan Fim de semana: R$ 25 milhões Total: R$ 25 milhões 2. A Grande Muralha Fim de semana: R$ 4,8 milhões Total: R$ 21,2 milhões 3. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: R$ 3,5 milhões Total: R$ 60,6 milhões 4. Moonlight Fim de semana: R$ 1,5 milhão Total: R$ R$ 2,9 milhões 5. Lego Batman – O Filme Fim de semana: R$ 1,3 milhão Total: R$ 18,3 milhões 6. Internet – O Filme Fim de semana: R$ 1 milhão Total: R$ 4,1 milhões 7. Monster Trucks Fim de semana: R$ 873 mil Total: R$ 3,8 milhões 8. La La Land Fim de semana: R$ 724 mil Total: R$ 23,1 milhões 9. Aliados Fim de semana: R$ 573 mil Total: R$ 6,3 milhões 10. John Wick – Um Novo Dia Para Matar Fim de semana: R$ R$ 546 mil Total: R$ R$ 7,4 milhão

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    Pesquisa revela que público americano quer mais filmes de super-heróis para maiores

    3 de março de 2017 /

    Uma pesquisa realizada pelo site Fandango, o mais popular endereço de vendas de ingressos online dos EUA, revelou que o público de cinema é favorável à produção de mais filmes de super-heróis para maiores de idade. O Fandango ouviu mais de mil pessoas em sua enquete. E, deste total, uma esmagadora maioria, 71%, afirmaram que desejam ver mais esse tipo de filme, como o recém-lançado “Logan”. O resultado da pesquisa reflete o sucesso que “Deadpool” conquistou nos cinemas no ano passado e a expectativa elevada em relação a “Logan”, que chegou neste fim de semana aos cinemas americanos. Os dois filmes citados são as únicas adaptações de super-heróis da Marvel lançadas para maiores nos EUA, ambas produzidas pela Fox. “Batman vs Superman” também chegou a ter uma versão para adultos, mas ela foi lançada direto em Blu-ray e conseguiu receber alguns elogios, apesar do filme com cortes, exibido para maiores de 13 anos, ser considerado um dos piores do ano passado. Os lançamentos citados receberam a classificação “R” nos EUA, uma das mais elevadas, que veta menores de 17 anos sem a companhia dos pais. As redes de cinema tendem a não exibir filmes com classificação indicativa maior – “NC-17”, que não permite menores de 17 nem na companhia dos pais, e “X”, reservado para pornografia. No Brasil, os filmes classificados como “R” geralmente são exibidos com indicação para maiores de 16 anos, como os citados “Deadpool” e “Logan”.

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