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    Sindicato dos Roteiristas ameaça nova greve uma década após parar Hollywood

    10 de abril de 2017 /

    Dez anos após paralisarem Hollywood, os roteiristas americanos estão ameaçando entrar em nova greve. Em 2007, eles cruzaram os braços por 100 dias, comprometendo a produção de séries e filmes. E este ano as negociações não estão avançando. A Aliança de Produções Televisivas e Cinematográficas (AMPTP), representante dos estúdios e produtoras, e o Sindicato dos Roteiristas da América (WGA) estão disputando inúmeras questões, desde o aumento de salário até benefícios trabalhistas. Se não entrarem em acordo até 1º de maio, uma nova greve será inevitável. Os roteiristas querem, basicamente, ganhar mais. Segundo alegam, a indústria de entretenimento lucrou US$ 51 bilhões no ano passado e não precisa ser tão gananciosa. As produtoras rebatem, mostrando que a ganância é do sindicato. A quantidade de séries no ar atualmente é absurda, portanto não faltam empregos, e a disputa pelos melhores roteiristas tem levado a aumentos salariais. De acordo com relatório divulgado pelo canal FX, foram exibidas 455 séries em 2016, a maior quantidade em todos os tempos. O sindicato retruca que se aumentaram as séries, diminuíram os episódios. Atualmente, o salário mínimo dos roteiristas tem como base o trabalho em séries de 22 episódios por temporada, que estão cada vez mais escassas. Canais pagos e serviços de streaming estão estimulando até as redes a optarem por séries mais curtas, entre 10 e 13 episódios, que rendem aos roteiristas metade do salário-base. Ao contrário do que alegam as produtoras, a proliferação de séries também rendeu queda nas receitas por aumentar a concorrência. Há sempre alguém disposto a fazer o mesmo serviço por pagamento menor. De acordo com o WGA, a renda de um roteirista de nível médio caiu 23% de 2015 para cá (o salário anual médio é de cerca de US$ 195 mil). Outro ponto em discussão é a ascensão da Netflix e da Amazon, que não entraram na pauta em 2007. Com um volume grande de produções, ambas tem lançado uma grande quantidade de séries. Mas seu modelo de trabalho é diferente dos concorrentes, e a longo prazo rende menos. Isso acontece porque as plataformas de streaming não licenciam suas produções. Ao contrário das grandes redes, que após a exibição das séries vendem os episódios para canais de TV paga dos próprios Estados Unidos, de outras partes do mundo e para plataformas de streaming, as séries da Netflix e da Amazon são distribuídas no mundo inteiro pelas próprias companhias, sem render percentual extra algum para os roteiristas, como acontece nas negociações das redes. A WGA alega que os roteiristas recebem uma parte ínfima do caminhão de dinheiro despejado pela Netflix e Amazon nas produtoras e estúdios. Por isso, uma das prioridades da nova rodada de negociações sindicais é fazer com que os estúdios mudem e aumentem a taxa de repasse. Os estúdios, desta vez, podem se mostrar menos intransigentes, uma vez que a paralisação de dez anos atrás provocou um prejuízo de US$ 2,1 bilhões para o Estado da Califórnia, onde se concentra boa parte da indústria de entretenimento. Cerca de 37 mil pessoas perderam emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken. Na época, os estúdios não resistiram à pressão e acabaram cedendo, inclusive tendo que enfrentar o engajamento de atores conhecidos, que se juntaram aos piquetes. Por conta daquela greve, a maioria das séries de 2007 teve temporadas abreviadas ou estreia adiada, rendendo grandes prejuízos, mas também fazendo proliferar os reality shows. A principal consequência foi o nascimento de “Keeping up with the Kardashians”, que popularizou a família mais famosa da era dos reality shows.

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    Fracasso nos EUA, A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell é a maior bilheteria do mundo no fim de semana

    9 de abril de 2017 /

    A tendência de adaptações de animes não deve se materializar em Hollywood, após o desempenho de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A crítica do país não gostou, as redes sociais protestaram contra seu “racismo” e o público faltou à adaptação americana da obra clássica dos mangás e animes, que em dois fins de semana somou apenas US$ 31,5 milhões na bilheteria doméstica. Já o resto do mundo não só ignorou a patrulha ideológica contra a escalação de Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) num papel originalmente japonês como lotou os cinemas para assistir ao longa dirigido por Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). Só neste fim de semana, o live action de “Ghost in the Shell” faturou US$ 41,3 milhão no mercado internacional, tornando-se o filme de maior bilheteria e o mais visto do mundo nos últimos três dias. Metade desta arrecadação veio da China, onde “Ghost in the Shell” foi lançado na sexta (7/4), abrindo em 1º lugar. A produção da Paramount e da DreamWorks rendeu US$ 21,4 milhões no país, mais do que o sucesso “Lucy” (US$ 20 milhões em 2014), outra sci-fi de ação estrelada por Johansson. No Japão, de dimensões bem menores, fez US$ 3,5 milhões e recebeu críticas bastante entusiasmadas. A imprensa local se impressionou com os efeitos visuais, muito superiores aos de qualquer adaptação de anime/mangá já feita no país, e ainda achou curiosa a reação dos americanos à escalação de Johansson como protagonista. A mesma opinião foi compartilhada pelo público, conforme pode ser conferido aqui. Mesmo com o sucesso na Ásia, o filme ainda está sendo considerado deficitário. A rejeição nos EUA foi muito maior do que a Paramount e a DreamWorks esperavam.

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    O Poderoso Chefinho deixa os Smurfs perdidos nas bilheterias dos EUA

    9 de abril de 2017 /

    “O Poderoso Chefinho” manteve a liderança nas bilheterias dos EUA pela segunda semana consecutiva, novamente seguido de perto por “A Bela e a Fera”. A animação da Dreamworks faturou US$ 26,3 milhões neste fim de semana, enquanto o remake com atores da animação da Disney chegou a US$ 25 milhões. Por sinal, “A Bela e a Fera” está a menos desta quantia de entrar no clube do bilhão, com US$ 977,4 milhões arrecadados em todo o mundo. A comemoração deve acontecer ao longo da semana. Com isso, o estreante “Os Smurfs – A Vila Perdida” não passou dos US$ 14 milhões, um fiasco em 3º lugar. Analistas apontaram que a Sony visou o feriado estendido da Páscoa, contando com o público infantil, mas encontrou o mercado bem servido de opções para as crianças. Geralmente, os estúdios preferem dar um espaço maior entre animações para evitar a saturação, mas o novo lançamento dos Smurfs aconteceu na semana seguinte à estreia de “O Poderoso Chefinho”. Outro estreante da semana, “Despedida em Grande Estilo” buscou os espectadores da Terceira Idade, que estudos apontam representar grande fatia do público, e acabou com o 4º lugar e apenas US$ 12,5 milhões. “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” fechou o Top 5 com US$ 7,3 milhões, muito mal nas bilheterias americanas, mas com uma reviravolta surpreendente no mercado internacional. Sobre isto, leia aqui. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 26,3 milhões Total EUA: US$ 89 milhões Total Mundo: US$ 199,7 milhões 2. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 25 milhões Total EUA: US$ US$ 432,3 milhões Total Mundo: US$ 977,4 milhões 3. Os Smurfs e a Vila Perdida Fim de semana: US$ 14 milhões Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 56,1 milhões 4. Despedida em Grande Estilo Fim de semana: US$ 12,5 milhões Total EUA: US$ 12,5 milhões Total Mundo: US$ 16,8 milhões 5. A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 31,5 milhões Total Mundo: US$ 124,3 milhões 6. Power Rangers Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 75,1 milhões Total Mundo: US$ 117,2 milhões 7. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 156,5 milhões Total Mundo: US$ 534,3 milhões 8. Logan Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 218 milhões Total Mundo: US$ 596,6 milhões 9. Corra! Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 162,8 milhões Total Mundo: US$ 176,5 milhões 10. The Case for Christ Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 3,9 milhões Total Mundo: US$ 3,9 milhões

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    Apenas 17% dos filmes brasileiros são dirigidos por mulheres – e 0% por mulheres negras

    4 de abril de 2017 /

    A Ancine (Agência Nacional do Cinema) divulgou um levantamento que registra a baixa participação das mulheres no cinema brasileiro. Das 2.583 obras audiovisuais registradas ano passado na agência, apenas 17% foram dirigidas e 21% roteirizadas por mulheres, embora mais da metade da população brasileira seja feminina. “Os dados nos levam a entender que a construção das narrativas, que vêm dos roteiristas e dos diretores, por mais que os produtores participem, é dos homens. O olhar que vai construir o imaginário de nossa sociedade e novas gerações, é masculino”, acrescentou a diretora da Ancine, Debora Ivanov, durante a apresentação do estudo, no Seminário Internacional Mulheres no Audiovisual, que aconteceu no Rio de Janeiro na semana passada. De acordo com o levantamento, as mulheres têm uma presença maior entre os produtores (41%) e diretores de arte (58%). Mas entre os diretores de fotografia, são apenas 8%. A agência também constatou que, quanto mais cara a produção, menor o número de mulheres. “Observamos mais mulheres quando é um curta ou média-metragem, porque são mais baratos. Nossa presença é maior no documentário que na ficção, o que corrobora a visão de que em obras de custo menor temos mais oportunidades”, disse Ivanov. Quando a etnia é acrescentada à sexualidade, o resultado é ainda mais estarrecedor. A Ancine não pesquisou esse dado, mas o Gemaa (Grupo de Estudos Multidisciplinar da Ação Afirmativa), vinculado ao Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), apurou que mulheres negras não dirigiram ou roteirizaram nem um longa-metragem sequer de ficção, com distribuição em mais de dez salas, no período de 1995 a 2016. O percentual de homens negros nas duas categorias não passou de 2% na direção e 3% no roteiro, enquanto homens brancos dirigiram 85% e roteirizaram 75% das principais produções nacionais. Segundo a diretora do Fórum Itinerante do Cinema Negro e doutora em História, Janaína Oliveira, apesar disso, mulheres negras estão produzindo, especialmente curtas e webséries. Ela destacou a participação da realizadora negra Yasmin Thayná no festival de cinema de Rotterdam, um dos mais importantes do mundo, ao lado do ganhador do Oscar, Jerry Benkins, e que quase não repercutiu no Brasil. Apresentada pela cientista política Marcia Rangel Candido, a pesquisa do Gemaa, com os filmes de maior bilheteria e que dominam o mercado, também avaliou a participação de mulheres nos elencos. O resultado é que a cada 37 homens brancos, uma mulher negra aparece, mas não em posição de prestígio. “A representação de mulheres negras quando estão protagonizando, é estereotipada, hiperssexualizada”, afirmou a cientista. Para mudar o cenário, a diretora Debora Ivanov informou que a Ancine adotou a paridade de gênero nas comissões de avaliação dos filmes que concorrem ao Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), com a presença de pelo menos uma pessoa negra. O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, também pretende lançar, em abril, a 2ª edição do edital Carmem Santos, que dará bônus a propostas de curtas-metragens apresentadas por mulheres. Devem ser distribuídos R$ 60 mil para 15 projetos.

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    Bilheterias: A Bela e a Fera se mantém em 1º lugar no Brasil pela terceira semana seguida

    3 de abril de 2017 /

    A “Bela e a Fera” confirmou sua popularidade ao se manter em 1º lugar no Brasil por sua terceira semana consecutiva e se consolidar como o segundo filme americano mais visto de 2017 no país. Desde que estreou, em 16 de março, o filme contabiliza 6 milhões de ingressos vendidos, apenas 100 mil a menos que “Logan”, a despedida de Hugh Jackman do papel de Wolverine – e atual campeão do ranking nacional. Ou seja, a versão princesa de Emma Watson vai assumir o trono até o próximo fim de semana. Ao contrário do que aconteceu nos EUA, a estreia de “O Poderoso Chefinho” ficou bem abaixo do desempenho da fábula da Disney, com 586 mil espectadores no Brasil. De acordo com dados da ComScore, o filme arrecadou R$ 9,7 milhões contra R$ 15 milhões e 865 mil ingressos de “A Bela e a Fera” no mesmo período. O Top 3 do Brasil foi completado por “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. Foram 295 mil bilhetes vendidos e arrecadação de R$ 5,6 milhões no último fim de semana. Por sinal, a sci-fi estrelada por Scarlett Johansson também abriu em 3ª lugar nos EUA.

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    O Poderoso Chefinho tira a A Bela e a Fera do topo das bilheterias dos EUA

    2 de abril de 2017 /

    As bilheterias da América do Norte não resistiram ao gugu-dada de “O Pequeno Chefinho“. A animação da DreamWorks estreou em 1º lugar, tirando a liderança de “A Bela e a Fera” após duas semanas no topo. Mesmo assim, a diferença entre as duas produções infantis foi pequena. O desenho do bebê espião fez US$ 49 milhões, enquanto o conto de fadas da Disney faturou US$ 47,5 milhões. Os valores ajudaram “A Bela e a Fera” a abrir ainda mais vantagem no ranking doméstico, prestes a ultrapassar a impressionante marca de US$ 400 milhões em ingressos vendidos nos Estados Unidos e no Canadá. Em todo o mundo, o filme já atingiu US$ 876,2 milhões e deve se tornar a primeira produção do ano a entrar no clube do bilhão. “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” acabou rendendo menos que a Paramount esperava, abrindo em 3º lugar com US$ 19 milhões. Em compensação, seu desempenho foi considerado mais que satisfatório no mercado internacional, onde faturou o dobro, chegando a US$ 59,1 milhões em todo o mundo, com direito a liderar o ranking de 11 países. As apostas para uma recuperação do investimento estão na China e no Japão, que receberão a estreia do longa na próxima sexta (7/4). Quem está destruindo tudo atualmente na China é “Kong – A Ilha da Caveira“. A fantasia de monstros gigantes soma US$ 124 milhões apenas no mercado chinês, onde bateu o recorde de bilheteria do estúdio Warner. Em todo o mundo, o filme já rendeu US$ 477,3 milhões. Confira abaixo o ranking das dez maiores bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 49 milhões Total EUA: US$ 49 milhões Total Mundo: US$ 108 milhões 2. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 47,5 milhões Total EUA: US$ US$ 395,4 milhões Total Mundo: US$ 876,2 milhões 3. A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell Fim de semana: US$ 19 milhões Total EUA: US$ 19 milhões Total Mundo: US$ 59,1 milhões 4. Power Rangers Fim de semana: US$ 14,5 milhões Total EUA: US$ 65 milhões Total Mundo: US$ 97,7 milhões 5. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 147,8 milhões Total Mundo: US$ 477,3 milhões 6. Logan Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 211,8 milhões Total Mundo: US$ 585,4 milhões 7. Corra! Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 156,8 milhões Total Mundo: US$ 167,1 milhões 8. Vida Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 22,3 milhões Total Mundo: US$ 50,9 milhões 9. CHiPs Fim de semana: US$ 4 milhão Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 18,2 milhões 10. O Zoológico de Varsóvia Fim de semana: US$ 3,3 milhão Total EUA: US$ 3,3 milhões Total Mundo: US$ 3,5 milhões

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    Maior rede pública de cinema do Brasil, Spcine completa um ano com números expressivos

    1 de abril de 2017 /

    Mais bem-sucedida iniciativa do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, o circuito de cinema Spcine recebeu 380 mil espectadores em mais de 7,8 mil sessões realizadas em seu primeiro ano de atividade. Constituída como a maior rede pública de salas de cinema do Brasil, a Spcine conta com 20 telas, todas de pequeno porte e localizadas em CEUs, centros culturais e bibliotecas públicas do estado de São Paulo. Dentro de sua programação, os filmes infantis foram os mais assistidos. “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” foi a exibição mais lotada, com 24,5 mil espectadores, seguido de “Procurando Dory” (19,4 mil), “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (18,8 mil) e “Moana – Um Mar de Aventuras” (15,7 mil). A comédia “Minha Mãe é uma Peça 2” completa o Top 5, num ranking que não distingue o circuito das salas comerciais de shopping centers, exceto pelo preço do ingresso. De acordo com estudo do Observatório de Turismo e Eventos, da Spturis, realizado em dezembro, o circuito Spcine é avaliado positivamente por 95,3% dos entrevistados. No critério qualidade de projeção na tela, o nível de aprovação entre ótimo e bom é de 98,1%. No item estrutura da sala, 97%. Já a programação atinge 85% de aprovação.

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    Audiências de Record e SBT desabam após saída da TV paga

    30 de março de 2017 /

    As audiências das redes Record e SBT desabaram nas primeiras horas após o corte dos sinais das duas emissoras e da RedeTV nas operadoras de TV paga Net, Sky, Claro e Oi na Grande São Paulo. A madrugada desta quinta-feira (30/3) também foi a primeira após o apagão analógico na região metropolitana. A Record, que das três redes é a que tem mais público na TV paga, foi a mais afetada. O “Programa do Porchat”, que vinha registrando média de 4,4 pontos no Ibope, caiu para 3,0 na última madrugada, uma redução de 32%. Já o “Fala que Eu te Escuto”, que vinha com média de 2,3 pontos, despencou para 0,8, ou 65% a menos. No SBT, o “The Noite” teve queda de 15%. Oscilou de 4,8 pontos para 4,1. Exibido em seguida, o primeiro “SBT Notícias” perdeu um ponto, indo de 3,0 para 2,0. Na RedeTV!, curiosamente, quase não houve alteração. O “Leitura Dinâmica” perdeu apenas um décimo (foi de 0,7 para 0,6) e o programa de Amaury Jr. manteve a média regular de 0,6 ponto, mas cresceu 300% em relação à quarta-feira anterior (0,2). Desde os primeiros minutos da madrugada desta quinta, a maioria das operadoras de TV por assinatura de São Paulo não carrega mais os sinais de SBT, Record e RedeTV!. Com o fim da TV analógica, as emissoras ganharam o direito de negociar um valor por seus sinais digitais, mas não houve acordo com as empresas de TV por assinatura, que precisaram tirá-las de suas programação. Apenas a Vivo continua com os sinais das três redes. Segundo pesquisa do Ibope, realizada em março, 35% dos telespectadores da Grande São Paulo só veem televisão por meio de assinatura. Isso quer dizer que cerca de 7 milhões de pessoas estão sem acesso à Record, ao SBT e à RedeTV! no principal mercado publicitário do país. Para enfrentar o problema que elas próprias criaram, as redes têm buscado ensinar aos telespectadores como trocar de operadora ou pedir para cancelar o serviço, após o corte dos canais. Os últimos programas da noite de quarta nas três emissoras dedicaram bastante espaço para reforçar esta mensagem. A Igreja Universal, ligada à Record, também estaria mobilizando seus fiéis para reclamar junto às operadoras. Os canais também estão contando com outros revezes que podem afetar as operadoras. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já notificou as operadoras Net-Claro, Sky e outras a respeito da retirada das redes dos pacotes de seus assinantes, abrindo um Procedimento para Apuração de Descumprimento de Obrigações (Pado) “para apurar indícios de descumprimento de obrigações contidas no Regulamento Geral de Direitos dos Usuários de Serviços de Telecomunicações”. As operadoras notificadas têm agora 15 dias para se explicar, com base no art. 28 da resolução 488/2007 da Anatel, segundo o qual “qualquer alteração no Plano de Serviço deve ser informada ao Assinante no mínimo 30 (trinta) dias antes de sua implementação, e caso o Assinante não se interesse pela continuidade do serviço, poderá rescindir seu contrato sem ônus”. As operadoras dizem não ter descumprido nada e vão se defender, já que a decisão de sair foi das redes e elas não são canais pagos, portanto nunca foram cobrados dos assinantes. A briga vai longe.

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    Pesquisa revela que um terço do público de cinema nos EUA tem mais de 50 anos

    30 de março de 2017 /

    Mais de um terço das pessoas que vão ao cinema nos EUA são maiores de 50 anos, segundo um estudo publicado por ocasião da convenção de exibidores CinemaCon, em Las Vegas. Este estudo, realizado pela firma Movio para a AARP, uma associação de aposentados dos EUA, desmente a ideia de que os jovens frequentam muito mais as salas de cinema que seus pais. E esta constatação pode transformar o público mais velho em um novo alvo para os produtores de Hollywood “Os maiores de 50 anos podem contribuir de maneira significativa para o sucesso dos filmes na bilheteria americana”, afirmou Heather Nawrocki, diretora da AARP, em comunicado sobre o estudo. “O público de mais de 50 anos tem uma renda disponível, mais tempo para o lazer e é mais fiel a certos atores. Por isso é um grupo etário de grande valor”, completou. A pesquisa tabulou 500 mil americanos que vão cinema pelo menos uma vez por ano e ajuda a explicar como atores mais velhos, como Liam Neeson, Kevin Costner e Tom Hanks, seguem lotando cinemas com seus filmes. Um exemplo de sucesso entre o público mais velho é “Sully: o Herói do Rio Hudson” (2016), dirigido por Clint Eastwood, de 86 anos, com Tom Hanks, de 60 anos. O filme atraiu um público composto em 75% de pessoas de mais de 50 anos e rendeu US$ 125 milhões de bilheteria só nos EUA.

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    Operadoras informam aos assinantes sobre a perda dos canais Record, SBT e RedeTV!

    29 de março de 2017 /

    As operadoras de TV paga Net e a Claro estão informando a seus assinantes que perderão os canais Record, SBT e RedeTV! a partir desta quarta-feira (29/3). A interrupção ocorrerá agora em São Paulo, porque a cidade e mais 38 municípios da região metropolitana terão o sinal analógico cortado a partir das 23h59, em cumprimento ao cronograma estabelecido pelo Ministério das Comunicações, e as três emissoras querem cobrar pela transmissão de seus canais digitais. Brasília, que foi a primeira capital a migrar para o serviço digital, já ficou sem os três canais nesta semana. Em um comunicado exibido em seus canais de informação, a NET afirma ter acordo de distribuição com Globo, Gazeta, Rede Gospel, Ideal TV, Mega TV, Rede 21, TV Cultura e Band. A programação dessas emissoras, portanto, continuará a ser exibida. Entretanto, a operadora revela que, até o momento, não há acordo com Record, RedeTV! e SBT. “A fim de atender a uma solicitação das próprias empresas, a NET deixará de transmitir os sinais digitais destes canais a partir de 29 de março”, diz o texto. “É importante esclarecer que estes canais sempre foram distribuídos gratuitamente. A NET quer continuar a transmiti-los e segue negociando para que você volte a receber o sinal aberto na sua TV por assinatura como sempre recebeu: sem ter que pagar a mais por eles”, finaliza o texto. Em nota enviada à imprensa pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), o órgão reforça que a decisão de não permitir a transmissão dos sinais digitais das três emissoras na TV por assinatura em Brasília e São Paulo foi uma iniciativa do grupo Simba, formado por SBT, Record e RedeTV!. Segundo a ABTA, “as operadoras de TV por assinatura sempre estiveram e continuam abertas ao diálogo”. No entanto, diz a associação, “a maior parte delas informa que sequer recebeu uma proposta comercial da Simba”. Segundo apurou o blog Notícias da TV, a estratégia das três redes abertas é fazer com que os assinantes se voltem contra as operadoras de TV paga, protestando e cancelando seus contratos, para só então negociar seus sinais por um bom preço. Bispos da Igreja Universal, ligada à Record, estariam orientando fiéis a liderarem os protestos. SBT, Record e RedeTV! se espelham na Fox, que em uma tensa negociação com a Sky, chegou a cortar os sinais de seus canais da operadora. O assinante de TV paga se voltou contra a Sky e a Fox conseguiu o aumento que queria. Agora, as três redes abertas vão usar a mesma estratégia. Depois de São Paulo, Goiânia será a próxima capital a ter o sinal analógico desligado, no dia 31 de maio. As últimas serão as três capitais da Região Sul: Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, com desligamento previsto para janeiro de 2018. É cliente Vivo? Entre em contato com o número da Vivo e saiba se seu pacote se enquadra.

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    Record, SBT e RedeTV já estão fora de três operadoras de TV paga em Brasília

    28 de março de 2017 /

    Seguindo a iniciativa da Sky, a Net e a Claro também tiraram as redes Record, SBT e RedeTV! de suas grades de programação em Brasília. O corte aconteceu por volta da 0h30 desta terça-feira (28/3) e deve se repetir em mais uma região após o apagão analógico previsto para São Paulo, a partir das 23h59 de quarta. A decisão de cortar os sinais foi resultado de uma notificação da Simba, empresa formada pelas três emissoras, lembrando às operadoras que elas precisam de autorização das redes para transmitirem seus sinais digitais nas cidades em que não há mais TV analógica. É o caso de Brasília, onde nenhuma operadora tem essas autorização da Record, SBT e RedeTV!. Segundo levantamentos recentes, as três redes respondem por quase 20% da audiência da TV paga, o que as fez querer compensação financeira para continuar cedendo seus sinais. Elas formaram a Simba para negociar em conjunto e pretendem aproveitar a confusão potencial causada pelo fim da TV analógica para pressionar as operadoras. A iniciativa é inspirada na negociação turbulenta realizada entre o grupo Fox e a Sky, que só foi adiante após os canais do grupo saírem do ar, em janeiro. Desde sexta (24/3), as três redes estão exibindo em seus intervalos e telejornais o anúncio de que deixarão de ter seus conteúdos exibidos na TV paga a partir desta quarta-feira, acusando as operadoras de se recusarem a negociar um “valor justo” por seus sinais. Entretanto, segundo apurou o blog Notícias na TV, até a noite de segunda, nenhuma operadora havia recebido proposta comercial, com uma sugestão de preço pelos sinais. A acusação precede a negociação e é pura arma de pressão, visando mobilizar as massas para fazerem o trabalho de convencimento. A estratégia das três redes abertas é fazer com que os assinantes se voltem contra as operadoras de TV por assinatura, protestando e cancelando seus contratos, para só então negociar seus sinais por um bom preço. Bispos da Igreja Universal, ligada à Record, estariam orientando fiéis a liderarem os protestos. Com o fim da TV analógica, as emissoras de TV aberta podem cobrar por seus sinais, amparadas na lei 12.485, de 2011. A Globo cobra por sua programação desde 2014. A postura das operadoras também tem sido dura. Elas argumentam que, legalmente, não podem reajustar os pacotes de assinaturas já existentes, a não ser pela inflação. A única forma de absorver os novos custos, dizem, seria um crescimento da base de assinantes, mas o setor está em crise desde 2014. Encolheu mais de 1 milhão de assinantes nos últimos anos. Ou seja, nessa briga em que as redes querem mobilizar os telespectadores, só quem tem a perder são os próprios telespectadores, pois ou ficam sem os canais ou terão que amargar para breve uma TV mais bem paga.

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    A Bela e a Fera mantém liderança nas bilheterias do Brasil

    27 de março de 2017 /

    Assim como nos EUA, a nova versão de “Power Rangers” não conseguiu superar “A Bela e a Fera” nas bilheterias do Brasil. Mas a diferença entre os dois filmes foi ainda maior por aqui. O filme dos heróis da TV estreou em 2º lugar no ranking, com R$ 6,8 milhões e 453,9 mil ingressos vendidos de quinta-feira (23/3) a domingo, enquanto “A Bela e a Fera” seguiu em 1º em sua segunda semana de exibição, com faturamento quatro vezes maior: R$ 24,2 milhões e 1,4 milhão de ingressos vendidos. Na verdade, o desempenho de “Power Rangers” ficou muito abaixo da expectativa, quando comparado às demais grandes estreias do ano. Como medida de comparação, “Kong: A Ilha da Caveira”, atualmente em 5º lugar no ranking, também estreou em 2º lugar no Brasil, mas com R$ 10 milhões e 596 mil ingressos. O Top 5 tem ainda “Logan”, em 3º lugar, com R$ 5,5 milhões e 341,3 mil ingressos vendidos, e “Fragmentado”, novo longa do diretor M. Night Shyamalan, que foi a segunda estreia mais bem ranqueada da semana: em 4º lugar, com R$ 4,9 milhões e 302,7 mil ingressos.

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    A Bela e a Fera mantém liderança nos EUA com o dobro da bilheteria de Power Rangers

    26 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” manteve a liderança das bilheterias da América do Norte, faturando mais que o dobro da principal estreia da semana, o filme dos “Power Rangers”. A reciclagem da Disney rendeu US$ 88,3 milhões em sua segunda semana em cartaz, contra US$ 40,5 milhões do reboot da Lionsgate. A venda de ingressos de “A Bela e a Fera” é tão impressionante que está sendo considerada uma dos maiores arrecadações de um blockbuster em sua segunda semana em cartaz. Em dez dias, o filme ultrapassou os US$ 300 milhões no mercado doméstico. Além disso, está perto de deixar para trás a marca dos US$ 700 milhões em todo o mundo, em tempo recorde. A soma já é a maior bilheteria de 2017. O sucesso do filme da Disney, acompanhado pelos bons desempenhos de “Kong – A Ilha da Caveira” e “Logan”, ajudou o mercado dos Estados Unidos e Canadá a superar o recorde de faturamento do mês de março, atingindo US$ 1 bilhão no total, e ainda faltam cinco dias para o fim do mês. Com tanta competição, “Power Rangers” pode até celebrar seu 2º lugar, pois as projeções do mercado apontavam um desempenho pior para o filme da série dos anos 1990. Por coincidência, tanto a estreia de “A Bela e a Fera” quanto a de “Power Rangers” foram precedidas por declarações a respeito de contextos homossexuais de personagens. E embora alguns países muçulmanos tenham achado ruim, sair do armário não causou o fracasso de nenhum dos dois filmes. Já as outras estreias da semana não suportaram a competição da “propaganda gay”. Nem a combinação de Ryan Reynolds e Jake Gyllenhaal conseguiu fazer a sci-fi “Vida” passar do 4º lugar, com faturamento de apenas US$ 12,6 milhões. Pior ainda, a comédia “Chips”, que irritou a crítica com suas piadas de pânico homossexual, abriu em 7º lugar com US$ 7,6 milhões. Vale observar que nem as vistosas semelhanças com “Alien” (1979) impediram “Vida” de ser considerada a melhor estreia da semana pela crítica, com 67% de aprovação no ranking do Rotten Tomatoes. “Power Rangers” foi considerado medíocre (46%) e “CHiPs”, conforme adiantado, simplesmente podre (20%). Apenas dois dos filmes citados ainda não estrearam no Brasil. A sci-fi “Vida” tem lançamento marcado no país em 20 de abril e a versão comédia de “CHiPs” em 4 de maio. Confira abaixo o ranking das dez maiores bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 88,3 milhões Total EUA: US$ 316,9 milhões Total Mundo: US$ 690,2 milhões 2. Power Rangers Fim de semana: US$ 40,5 milhões Total EUA: US$ US$ 40,5 milhões Total Mundo: US$ 59,2 milhões 3. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 14,4 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 392,1 milhões 4. Vida Fim de semana: US$ 12,6 milhões Total EUA: US$ 12,6 milhões Total Mundo: US$ 28,7 milhões 5. Logan Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 201,4 milhões Total Mundo: US$ 547,2 milhões 6. Corra! Fim de semana: US$ 8,6 milhões Total EUA: US$ 147,4 milhões Total Mundo: US$ 154,4 milhões 7. CHiPs Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 7,6 milhões Total Mundo: US$ 9,5 milhões 8. A Cabana Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 49 milhões Total Mundo: US$ 49,8 milhões 9. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 170,8 milhões Total Mundo: US$ 292,5 milhões 10. The Belko Experiment Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 7,5 milhões Total Mundo: US$ 7,5 milhões

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