Vingadores: Ultimato ganha última coleção de pôsteres de personagens
A Marvel divulgou uma coleção final de pôsteres de “Vingadores: Ultimato”, destacando os heróis da formação original da equipe: Homem de Ferro (Robert Downey Jr), Capitão América (Chris Hemsworth), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Os pôsteres mostram a mudança no visual dos personagens ao longo dos 11 anos do Universo Cinematográfico da Marvel. Em cartaz nos cinemas, “Vingadores: Ultimato” quebrou todos os recordes possíveis em sua estreia mundial, faturando US$ 1,2 bilhão em seu primeiro fim de semana.
“Anunciada”, atriz de 13 Reasons Why não aparece no filme dos Vingadores
A atriz Katherine Langford (“13 Reasons Why”) teria sido escalada para “Vingadores: Ultimato”, garantiram alguns veículos da imprensa americana em outubro do ano passado. Sites como The Wrap e Entertainment Weekly chegaram até a afirmar que ela já havia filmado sua participação à época da “reportagem”. Como tudo sobre o filme era mantido em segredo, o papel que a atriz estaria interpretando não havia sido divulgado. Nem ela confirmou sua participação. Mas, como os fãs que assistiram ao longa da Marvel puderam notar, Katherine Langford não aparece em “Vingadores: Ultimato” – e seu nome não está nos créditos do filme! Há quem especule que sua participação possa ter sido cortada, talvez guardada para outra produção – como a série do Gavião Arqueiro. Procurada, ela apenas desconversou, sem negar nem confirmar nada.
Vingadores: Ultimato tem maior público de estreia no Brasil em todos os tempos
“Vingadores: Ultimato” quebrou o recorde de 24 horas de uma estreia no Brasil, sendo visto por mais de 1,5 milhão de espectadores na última quinta-feira (25/4). O antigo recordista era o filme anterior da franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, que levou 953,3 mil espectadores aos cinemas em seu primeiro dia, no ano passado. A diferença é que a produção prévia foi lançada em “mais de mil salas”, enquanto “Vingadores: Ultimato” ocupou 2,7 mil telas, cerca de 80% de todos os espaços cinematográficos disponíveis no país. A distribuição predatória da Disney garante muitos recordes. Mas também inspira protestos no mercado nacional. Sem se preocupar com o debate, o estúdio comemora R$ 28,1 milhões em apenas 24 horas no país.
Vingadores Ultimato é marco do entretenimento do século 21
Após o final surpreendente de “Vingadores: Guerra Infinita”, temos a conclusão não só dessa história, mas também da saga dos primeiros 11 anos (e 22 filmes) da Marvel Studios. Se o anterior deixou o público de queixo caído pela ousadia, “Vingadores: Ultimato” substitui o choque pela carga emocional mais intensa que você já viu em um filme de super-heróis. Enfim, leve uma caixa de lenços. Ao mesmo tempo em que se completam, “Guerra Infinita” e “Ultimato” se apresentam como filmes bem diferentes em tom e ritmo. Antes, os Vingadores foram pegos de surpresa e sem tempo algum para planejar um contra-ataque, uma resistência ou qualquer outra coisa capaz de fazer frente ao desespero. O que justifica um filme mais dinâmico, direto ao ponto, com soluções urgentes. Agora, chegou o momento de sentar e conversar para ver o que é possível ser feito. E o clima não é dos melhores, afinal os heróis lidam com o peso das consequências de “Guerra Infinita”. O que justifica um tom melancólico e praticamente sem um pingo de esperança. Mas é um gancho e tanto para os irmãos Anthony e Joe Russo trabalharem a importância do mito e a existência de heróis entre nós. Tema repetido e reciclado pelo cinema americano ao longo dos tempos, incluindo a ênfase nos pais e mentores como nossos heróis de carne e osso, algo que ganha força neste filme porque “Ultimato” significa o fim de um ciclo, uma virada de página, uma passagem para a próxima geração. Ou seja, uma jogada perfeita dos irmãos Russo e a razão pela qual é um filme movido pela catarse. Entretanto, a descrença e a lógica devem ficar do lado de fora do cinema, porque o filme é propositalmente confuso e talvez nem faça o menor sentido. São as emoções que fazem a trama fluir, não a história, que derrapa a cada tentativa de se ligar os pontos durante a projeção. O filme faz ainda menos sentido para quem não viu os 21 lançamentos anteriores da Marvel. Diferente de “Guerra Infinita”, que situa até mesmo os leigos na busca pelas Joias, é preciso conhecer a saga (ou a maior parte dela) para embarcar de cabeça em “Ultimato”. Na verdade, é um milagre que tudo se encaixe em “Vingadores: Ultimato”, e isso é mérito da direção dos irmãos Russo – aumentando a curiosidade sobre o que eles podem fazer fora desse universo. Eles conseguem tornar o drama tão intenso quanto a ação – e até o humor. Ao final, tudo funciona, dando maior sentido, inclusive, aos filmes que o precederam. Mais que um filme, temos um evento. O cinema não precisa ser sempre, mas pode ser divertido quando encarado como espetáculo. Ou seja, é possível ficar encantando sem se deparar com um Martin Scorsese, Stanley Kubrick ou Federico Fellini. O filme é grandioso não só pela longa duração (você cortaria qualquer cena das 3 horas?), mas pela escala que direciona os eventos para uma batalha final gigantesca que aproveita a tela inteira do cinema para se manifestar. E é incrível notar, durante o conflito, o quanto a trilogia “O Senhor dos Anéis”, de Peter Jackson, influenciou o cinema das duas últimas décadas. “Vingadores: Ultimato” gera uma comparação imediata com “O Retorno do Rei” em termos de ato final, despedidas, escopo da ação e o quanto as cenas grandiosas são do mesmo tamanho dos dilemas, motivações e laços entre os personagens. E é por isso que é tão dolorido dizer adeus para essa fase da Marvel. Às vezes é isso que conta: entregue um final emocionante e o público esquecerá qualquer furo e todo o resto. E que final, pessoal! É apoteótico, com toneladas de CGI, mas os atores não são esquecidos. Pelo contrário, eles são bastante valorizados. Se a maioria do elenco não teve momentos para brilhar em “Guerra Infinita”, “Ultimato” dá esse espaço a eles. E é incrível como todos evoluíram nos últimos 11 anos, especialmente Chris Hemsworth (Thor), Scarlett Johansson (Natasha/Viúva Negra) e Chris Evans (Steve Rogers/Capitão América), porque Robert Downey Jr já era um monstro quando essa brincadeira começou. “Vingadores: Ultimato” também é um agradecimento da Marvel a Downey e uma declaração de amor ao Homem de Ferro. Com o filme, a Marvel se torna definitivamente referência para o cinema de entretenimento e os Vingadores se torna a franquia mais influente de Hollywood neste século. Será difícil a Marvel superar esse feito, mas a tarefa é ainda mais árdua para a concorrência, que terá que apresentar algo tão ou mais relevante daqui para frente.
Cineastas protestam contra a distribuição predatória de Vingadores: Ultimato no Brasil
A Disney estalou os dedos e a maioria dos filmes desapareceram das salas de cinema para dar lugar à estreia predatória de “Vingadores: Ultimato” no Brasil. Mas a façanha despertou o lado Vingadores da classe cinematográfica brasileira. O longa do vilão Thanos foi lançado na quinta-feira (25/4) em 2,7 mil das 3,3 mil salas existentes no circuito nacional, ocupando cerca de 80% de todos os espaços físicos destinados à projeção de filmes no país. Isto enquanto “Shazam!” e “Capitã Marvel” continuavam a ser exibidos na maioria das salas, deixando pouco espaço para outras estreias e sufocando os filmes que já estavam em cartaz. Segundo alguns cineastas, a superprodução da Disney teria sido favorecida principalmente pela ausência da cota de tela para este ano, que espera para ser assinada pelo governo Bolsonaro, e pelo enfraquecimento da Agência Nacional de Cinema (Ancine), que tinha regras sobre o setor que não estão mais em vigor. Por conta da estreia massiva, a comédia brasileira “De Pernas pro Ar 3”, com mais de 1 milhão de ingressos vendidos em duas semanas, perdeu 300 salas do circuito. Mariza Leão, produtora do filme, reclamou para o jornal O Globo que mesmo as salas que ainda exibem o filme fatiaram suas sessões com o lançamento da Disney. “Em 153 cinemas, o filme é colocado em duas sessões diárias, e em 199 cinemas, fica em apenas uma sessão diária. Isto é uma perversidade do ponto de vista cultural e econômico”, apontou. A produtora enviou uma carta à diretoria colegiada da Ancine protestando contra a falta de regras reguladoras do mercado cinematográfico. Além da ausência da cota de tela, ela menciona no texto a regra da “dobra”, segundo a qual os exibidores eram obrigados a manter o filme em cartaz se ele atingisse uma média de público. “Filmes com performance acima de média saem de salas sem nenhuma explicação, sem nenhuma defesa. Tal fato gera prejuízos incalculáveis a investimentos tanto públicos quanto privados”, acrescentou. O cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho, cujo filme “Bacurau” foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Cannes, ecoou a reclamação da produtora em sua página no Facebook “‘De pernas pro Ar 3’ estava dando dinheiro. Quando o mercado corre sem lei, sua lógica é a de subtrair para ganhar, e não a de somar com diversidade. Os dois filmes poderiam ir bem, sem desequilíbrio”, escreveu. O outro lado da questão é defendido pelo presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras (Feneec) e diretor da rede de cinemas GNC, Ricardo Difini Leite, que não quer regulação e defende que a diminuição de salas de “De Pernas pro Ar 3” foi “natural”. “Estamos falando do maior lançamento do ano, que teve uma procura fenomenal. É precipitado dizer que ‘Vingadores: Ultimato’ vai prejudicar ‘De pernas pro Ar 3’. O filme brasileiro continua em muitas salas, mas teve diminuição da média de forma natural”, disse ao jornal O Globo. A questão realmente divide exibidores e cineastas. Daniel Caetano, presidente da Associação Brasileira de Cineastas (Abraci), acredita que a regulação é necessária e ajuda o mercado a funcionar, sendo construída em conjunto com os agentes desse mercado. “Eu entendo que o mercado tenda a esse modelo, mas acredito que faz parte das funções do governo criar mecanismos regulatórios que evitem que as leis de mercado acabem canibalizando o próprio mercado”, explica. Em nota, a Ancine disse que vai “monitorar a questão”. “O assunto é pauta da Câmara Técnica de Salas de Exibição, que conta com representantes de associações de distribuidores, exibidores e produtores do audiovisual”, limita-se a dizer. Atualmente, a Ancine encontra-se parada, sem poder investir na produção de novos filmes e séries, devido a um processo do Tribunal de Contas da União. Além do cancelamento de liberação de recursos para novos projetos, também não está sendo emitida a Salic, uma espécie de certidão de nascimento para que filmes e séries existam oficialmente. Em palestra na Rio2C, evento do audiovisual brasileiro, o diretor da Ancine jurou que a agência continua funcionando. Segundo ele, “a Ancine não parou, é só um momento de transição”. Esse “momento de transição” também inclui a falta de pressa ou interesse do presidente Jair Bolsonaro em assinar a cota de tela para este ano. Sem essa assinatura, o próximo grande lançamento do ano – o período de maio a agosto é de um grande lançamento por semana – pode ocupar 90% das salas sem infringir a (falta de) legislação do setor. A discussão não é específica sobre um filme. É sobre todo o mercado.
Vingadores: Ultimato bate dois novos recordes em 24 horas na América do Norte
Mesmo com três horas de duração, “Vingadores: Ultimato” bateu o recorde de bilheteria de 24 horas de estreia do cinema norte-americano. O filme da Marvel arrecadou US$ 157,5 milhões em seu primeiro dia, incluindo na conta os US$ 60 milhões de pré-estreias na noite de quinta (25/4). Ou seja, US$ 38 milhões a mais que o antigo recordista, “Star Wars: O Despertar da Força”, em 2015. E este não foi o único recorde quebrado no lançamento do filme. Ele ainda se tornou o que mais rápido atingiu a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias, ultrapassada após as primeiras 17 horas de exibição no mercado doméstico. Até a soma desses números, havia dúvidas se “Vingadores: Ultimato” poderia se tornar o primeiro lançamento a faturar US$ 300 milhões em sua estreia nos Estados Unidos e Canadá. Agora, a dúvida é se passará de US$ 350 milhões. Vale lembrar que “Vingadores: Guerra Infinita”, o filme anterior da franquia, faturou “apenas” US$ 257,6 milhões em sua abertura norte-americana. E este é o recorde de estreia doméstica em todos os tempos. Como o primeiro dia da China arrecadou US$ 100 milhões, o filme deve bater recorde de maior bilheteria de fim de semana inaugural em todo o mundo. E chegar rapidamente a seu 1º bilhão. “Vingadores: Ultimato” também abriu em 1º lugar nas bilheterias nacionais, batendo recorde de arrecadação em seu primeiro dia em cartaz no Brasil.
Vingadores: Ultimato bate recorde em pré-estreia na América do Norte
“Vingadores: Ultimato” arrecadou a quantia recorde de US$ 60 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá em suas sessões de pré-estreia na noite de quinta-feira (25/4), informou a Disney. A estreia doméstica superou o recorde anterior de US$ 57 milhões estabelecido em 2015 por “Star Wars: O Despertar da Força”. Com isso, a bilheteria mundial do filme já alcançou US$ 305 milhões nos primeiros dois dias, também de acordo com a Disney. “Ultimato” já bateu recordes de maior dia de estreia na China e em outros países e espera-se que muitas outras marcas caiam ao longo do fim de semana. O filme de três horas de duração é o capítulo final de uma história contada ao longo de 22 produções da Marvel e estreou no Brasil na quinta-feira.
Vingadores: Ultimato bate recorde de pré-venda de ingressos na Índia
A coleção de recordes de “Vingadores: Ultimato” vai ser grande. Depois de bater o recorde de maior bilheteria de primeiro dia de um filme lançado na China, vem a informação de que a pré-venda de ingressos na Índia é a maior já registrada para um filme estrangeiro antes de seu lançamento, com a comercialização de mais de 2,5 milhões de ingressos antecipados. A demanda pelo 22º longa da Marvel tem sido tão alta que alguns cinemas planejam fazer sessões extras, em horários alternativos, segundo a BookMyShow, uma plataforma de reservas online que anunciou os números de vendas. E onde um novo ingresso para o filme tem sido vendido a cada 18 segundos. “Vingadores: Ultimato” estreou em partes da Ásia e da Europa na quarta-feira (24/4), chegou no Brasil às 0h desta quinta e terá lançamentos na Índia, nos Estados Unidos e no Canadá na sexta-feira. A expectativa é que o filme dos diretores Joe e Anthony Russo quebre todos os recordes imagináveis de bilheteria mundial.
Vingadores: Ultimato estreia em 80% dos cinemas brasileiros
O lançamento de “Vingadores: Ultimato” vai ocupar 2,7 mil das 3,5 mil salas de cinema (ou 80% do total) que existem no Brasil. É uma overdose avassaladora, recorde disparado de maior distribuição já feita para um filme no país em todos os tempos – e quebra deliberada de acordo contra distribuição predatória de blockbusters em território nacional. Como o filme tem 3 horas de duração, há menos sessões por cinema. Isso contribui para a ocupação de mais salas. As sessões começaram às 0h desta quinta-feira (25/4), prometendo concluir não só a história interrompida em “Vingadores: Guerra Infinita”, que terminou com o cliffhanger mais angustiante desde “O Império Contra-Ataca” (1980), mas toda a saga da Marvel nos cinemas. Mais que uma continuação simples, o filme é a culminação dos 21 blockbusters de super-heróis que o precederam, num crescendo dramático que levou para as telas, pela primeira vez, a construção de universos que caracteriza os quadrinhos de super-heróis. Histórias intercaladas são comuns nos gibis, mas raras nos cinemas, que já viram algumas trilogias clássicas, mas nunca 21 filmes interconectados compartilhando personagens e avançando a mesma história. Anunciado como capítulo final – ou pelo menos desfecho de um volume – “Vingadores: Ultimato” estreia não como filme, mas como o maior evento da história do cinema. E deve bater todos os recordes de bilheteria imagináveis. Para se ter noção, antes mesmo de estrear, “Vingadores: Ultimato” já tinha 1,1 mil sessões esgotadas no Brasil, apenas com a pré-venda. Por isso, merecem reconhecimento pela coragem os cinco títulos que enfrentarão o monopólio por um espaço nos 20% de cinemas que sobraram e que ainda mantêm em cartaz os filmes lançados nas últimas semanas. São todos dramas pesados, numa contraprogramação assumida. A única alternativa com ação é “Sobibor”, drama de guerra que representou a Rússia nas indicações ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Conta a história do levante judeu no campo de concentração nazista do título, durante a 2ª Guerra Mundial, que já tinha rendido o telefilme “Fuga de Sobidor”, estrelado por Rutger Hauer em 1987. Premiado em vários festivais LGBTQ e com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “O Ano de 1985” é o melhor da leva, um drama indie em preto e branco, passado durante a pior fase da epidemia da Aids, que traz Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”) no papel principal. Os demais dramas são o finlandês “O Último Lance”, sobre um velho comerciante de arte que aposta tudo no leilão de um quadro de autor desconhecido, a história argentina de separação “La Cama” e o brasileiro “Organismo”, em que um jovem fica paraplégico num mergulho – “Feliz Ano Velho” nos dias de hoje. Veja abaixo os trailers e as sinopses de todas as estreias. Vingadores: Ultimato | EUA | Super-Heróis Após Thanos eliminar metade das criaturas vivas, os Vingadores precisam lidar com a dor da perda de amigos e seus entes queridos. Com Tony Stark (Robert Downey Jr.) vagando perdido no espaço sem água nem comida, Steve Rogers (Chris Evans) e Natasha Romanov (Scarlett Johansson) precisam liderar a resistência contra o titã louco. Sobibor | Rússia | Guerra Alexander Pechersky, um prisioneiro de guerra no campo de exterminação de Sobibor, organizou uma revolta que deu oportunidade para o escape em massa dos prisioneiros do campo. Apesar de muitos dos fugitivos terem sido capturados novamente, Pechersky liderou os que restaram à se juntarem aos partisans. O Ano de 1985 | EUA | Drama Inspirado pelo curta-metragem premiado de mesmo nome, “1985” segue Adrian (Cory Michael Smith), um jovem que vai passar o natal com a família em sua antiga cidade no Texas durante a primeira onda de crise da AIDS. Sobrecarregado após uma tragédia indescritível em Nova York, Adrian se reconecta com seu irmão (Aidan Langford) e seu amigo de infância (Jamie Chung), enquanto luta para revelar um segredo aos pais religiosos. O Último Lance | Finlândia | Guerra Olavi (Heikki Nousiainen) é um negociante de arte obcecado com trabalho que vem sendo deixado para trás com a modernização da indústria, que favorece cada vez mais grandes conglomerados. Quando o que pode ser um obscuro ícone de um pintor russo acaba em suas mãos, ele recebe a ajuda surpreendente de seu neto para recuperar suas finanças, o reaproximando de sua filha. Porém, ele sacrificaria tudo por esse último grande negócio? La Cama | Argentina, Brasil | Drama Jorge (Alejo Mango) e Mabel (Sandra Sandrini) formam um casal na terceira idade, que já passou por muita coisa juntos. Em vias de se separar, eles precisam dividir entre si os objetos e móveis da casa em que vivem, assim como lidar com as dores e mágoas deste momento. Organismo | Brasil | Drama Um homem recém-lesionado que está aprendendo a lidar com a condição de cadeirante entra em crise existencial após o falecimento de sua mãe, evento que o lança em uma espiral de memórias de infância, de relacionamentos passados e principalmente das percepções sobre seu corpo antes e depois do acidente.
Vingadores: Ultimato bate recorde com US$ 100 milhões no primeiro dia na China
“Vingadores: Ultimato” já estreou em alguns países. E a arrecadação do primeiro dia de exibição na China, desde as sessões da meia-noite desta quarta-feira (24/4), registrou um valor recorde. O Twitter do China Box Office revelou que o lançamento superou o faturamento de US$ 100 milhões em 24 horas. Este desempenho deixou para trás o maior dia de estreia já visto no país, atingido pela produção chinesa “Monster Hunt 2” (que não teve sessões da meia-noite). A estimativa é que o filme faça US$ 521 milhões até o domingo (28/4) apenas no mercado chinês, onde a pré-venda também rendeu um montante recordista (US$ 110 milhões). Este desempenho transformará a produção da Marvel na maior estreia de filme estrangeiro no país, superando “Velozes e Furiosos 8” (US$ 393 milhões). O detalhe é que o filme ocupa 83% de todas as telas da China, segundo apurou a revista Variety, num monopólio similar ao planejado para o lançamento nacional. A estreia de “Vingadores: Ultimato” no Brasil acontece nesta quinta-feira (25/4).
Primeiras reações a Vingadores: Ultimato exaltam “obra-prima” da Marvel
A imprensa norte-americana teve a oportunidade de assistir a première de “Vingadores: Ultimato” na noite de segunda (22/4), em Los Angeles. E as reações exaltadas à nova “obra-prima” da Marvel já começaram a ser publicadas no Twitter. A maioria dos jornalistas recomentou levar uma caixa de lenços de papel ao cinema, porque o filme é altamente emotivo, concluindo a jornada dos principais heróis da Marvel com uma luta decisiva contra Thanos. Os tuítes também confirmaram que 90% das imagens exibidas nos trailers retratam apenas os primeiros 15 minutos do longa – deixando muitas surpresas para os fãs descobrirem no cinema. Um dos fãs mais exaltados, Sean Gerber, do blogue Superhero News, vestiu a camiseta e comprou a pipoca do filme. “‘Ultimato’ é a obra-prima que merece ser. É extraordinário. É a conclusão merecida para a maior saga do cinema de todos os tempos. Estou emocionalmente exausto”, escreveu, hiperventilando sobre o teclado. Brandon Davis, do site Comic Book, escreveu que o filme é “fantástico” duas vezes em suas poucas linhas de tuite. “‘Ultimato’ é surpreendente, um filme fantástico. Eu nunca vi nada como isso. Esse filme é tudo que eu queria que fosse e muito mais. Fantástico.” Ele ainda acrescentou: “Enquanto assistia ao filme, eu ri muito alto, bati palmas com muita força e chorei demais. O filme excede toda a expectativa e é a culminação perfeita para todo o universo cinematográfico da Marvel”. O editor-chefe do Rotten Tomatoes Joel Meares escreveu que “os fãs vão ficar malucos” com o filme. E a reação dos coleguinhas reforça a tese. Já seu colega do Fandango, o editor Erik Davis, é capaz de deixar os fãs “malucos” antes do filme, apenas com sua descrição: “O filme é a culminação de uma série de 22 filmes que não apenas conclui a história, mas a expande para além disso.” “Expande para além disso” é a frase que libera a piração. Ele ainda acrescentou: “Você descobre mais sobre os filmes enquanto [‘Ultimato’] se desenrola. Se ‘Guerra Infinita’ foi músculo, ‘Ultimato’ é cérebro. Uau, que encerramento!”. Beatrice Verhoeven, do site The Wrap, citou como apostar nas teorias dos fãs é inútil. “Vocês não estão prontos para essa m… Todas as teorias não te prepararam para isso. Eu chorei muito.” Peter Sciretta, editor do Slash Film, também destacou o choro. “Imagine a melhor versão para ‘Ultimato’ e ainda assim o filme supera as expectativas. Chorei cinco ou seis vezes. É o filme mais emocional e épico. Um tributo a dez anos deste universo e o maior ‘fan service’ do mundo. Muito bom” Anthony Breznican, da revista Entertainment Weekly, tentou descrever a sensação causada pela sessão com um tom poético. “O filme me deixou com o coração cheio, mas um coração com algumas cicatrizes. Mas, ao fim, estes são os mais fortes.” Mas o comentário mais curioso veio de Dave Itzkoff, do jornal The New York Times: “Eu não estava preparado para a gama de emoções que ‘Ultimato’ me faria ter, do profundo desespero à pura euforia. Eu ri, chorei e quis que Tony Stark fosse meu pai”. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo estreia no Brasil nesta quinta-feira (25/4).
Vingadores: Ultimato pode estrear em mais de 80% dos cinemas brasileiros
O lançamento de “Vingadores: Ultimato” vai monopolizar os cinemas do Brasil no fim de semana. Aparentemente, a Disney planeja aproveitar a paralisação da Ancine (Agência Nacional de Cinema), o fim do Ministério da Cultura, a ausência de assinatura no novo acordo de cotas de telas e outros desmontes promovidos pelo governo Bolsonaro no cinema brasileiro para realizar o maior lançamento já visto no país. Isto porque “Vingadores: Ultimato” será lançado em 2,7 mil salas na quinta-feira (25/4). O Brasil fechou 2018 com apenas 3,3 mil salas de cinemas – no país inteiro – , segundo relatório da Ancine. Assim, o lançamento da Disney ocupará 81,8% do total de telas disponíveis para a exibição de filmes no país. Por muito menos, a Ancine chegou a ameaçar o parque exibidor com a criação de regras rígidas para a circulação de cópias no mercado. Isto aconteceu após “Jogos Vorazes: A Esperança — Parte 1” utilizar 1,3 mil salas em seu lançamento em 2014. O então presidente da Ancine, Manoel Rangel, chamou de “predatória” a ocupação de quase 50% das salas existentes na época por apenas um filme. Ele alertou que a estratégia de monopólio expulsava outras produções do circuito e homogeneizava a oferta. Para evitar que a Ancine regulasse o mercado, distribuidores e exibidores assumiram um compromisso público, em dezembro de 2014, comprometendo-se a nunca mais realizar lançamentos “predatórios”. Entre outros pontos, acordaram que um mesmo filme só poderia ser exibido em até duas salas em multiplexes que possuam entre 3 e 6 salas, e só ocupar um terceiro espaço em complexos com mais de 9 salas de cinema. Mas, com a saída de Rangel da Ancine, pouco a pouco esse acordo foi sendo “esquecido”. Até ser derrubado pela Justiça Federal em novembro do ano passado. Mesmo assim, nenhum filme jamais ocupou mais de 2 mil salas no país simultaneamente. Um dos lançamentos mais amplos dos últimos tempos, “Aquaman” bateu recorde de arrecadação para a Warner com estreia em 1,6 mil salas. “Vingadores: Ultimato” será lançado em 1,1 mil salas a mais. O recorde de bilheterias do Brasil pertence ao filme anterior da franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, que vendeu 3,6 milhões de ingressos e faturou R$ 65,1M (milhões) no país no ano passado. O filme foi lançado em “mais de mil salas”, segundo informação genérica da distribuidora. Por sua vez, “Vingadores: Ultimato” já esgotou sessões em mais de 900 salas, de acordo com o site Ingresso.com. As transações para sessões do filme corresponderam a 96,6% das vendas totais no site, que comercializa tickets para as redes Cinemark, Playarte, Espaço Itaú, Kinoplex, Cinépolis, UCI e outras.
Vingadores: Ultimato bate recorde de pré-vendas nos Estados Unidos
De acordo com levantamento do site Deadline, “Vingadores: Ultimato” já bateu o recorde de vendas antecipadas de ingressos nos Estados Unidos. A estimativa apurada pelo site aponta que o filme teria arrecadadi entre US$ 120 milhões e US$ 140M antes da estreia. Esses números não vêm da Disney. O filme já tinha quebrado o recorde de vendas de ingressos nas primeiras 24 horas, que pertencia a “Star Wars: O Despertar da Força” no site Fandango e em outros pontos de venda. Há quatro anos, a pré-venda de “O Despertar da Força” foi estimada em US$ 100M, o que representou um recorde na ocasião. A retomada da franquia “Star Wars” acabou abrindo com US$ 247,9M em seu primeiro fim de semana. Por conta disso, a expectativa é que “Vingadores: Ultimato” se torne o primeiro filme a estrear com US$ 300M no próximo fim de semana nos Estados Unidos e Canadá. O lançamento também vai bater recorde de faturamento no Brasil, onde a procura já esgotou sessões em mais de 900 salas, segundo o site Ingresso.com. As transações para sessões do filme corresponderam a 96,6% das vendas totais no site, que comercializa tickets para as redes Cinemark, Playarte, Espaço Itaú, Kinoplex, Cinépolis, UCI e outras. Por conta disso, o fim de semana terá metade do número de estreias que tem pautado a programa dos cinemas no Brasil. Serão apenas cinco: “Vingadores: Ultimato” e mais quatro filmes em circuito limitado.










