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  • Filme

    Filho de Wagner Moura estreia no cinema com Marieta Severo

    17 de julho de 2026 /

    Bem Moura viverá o neto da protagonista de “Elizabeth Costello”, adaptação dirigida por Monique Gardenberg

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  • Etc

    Marcos Oliveira comemora prisão de golpista após roubo de R$ 350 mil

    9 de abril de 2026 /

    Ator foi enganado por falso administrador de redes sociais em 2024. Crime gerou dívidas bancárias e agravou crise financeira do eterno Beiçola

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  • Filme,  Série

    Netflix revela novas séries e filmes brasileiros para 2026

    10 de dezembro de 2025 /

    Plataforma terá thriller de Raphael Montes, reality com Cláudia Raia e séries sobre estelionatários e signos do zodíaco

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  • TV

    Marieta Severo doa mais casas ao Retiro dos Artistas no Rio de Janeiro

    6 de setembro de 2025 /

    Atriz ampliou contribuição para a instituição e já soma sete imóveis doados, incluindo o destinado a Marcos Oliveira

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  • Reality

    Marcos Oliveira, o Beiçola, ganha casa no Retiro dos Artistas após despejo

    11 de abril de 2025 /

    Ator de “A Grande Família” recebeu o imóvel como presente de Marieta Severo

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  • Música

    Preta Gil lança música inédita para trilha de filme sobre câncer

    24 de fevereiro de 2025 /

    "Tudo Vai Passar" integra "Câncer com Ascendente em Virgem" e reflete a jornada pessoal da cantora com a doença

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  • Etc

    Marieta Severo financia casa para Marcos Oliveira no Retiro dos Artistas

    5 de fevereiro de 2025 /

    Atriz de "A Grande Família" ajuda ex-colega de elenco, que enfrenta dificuldades financeiras e de saúde

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  • Etc

    Aderbal Freire Filho, um dos maiores diretores teatrais brasileiros, morre aos 82 anos

    9 de agosto de 2023 /

    Morreu nesta quarta-feira (9/8) o diretor teatral Aderbal Freire Filho, aos 82 anos, um dos grandes encenadores brasileiros do século 20. Aderbal estava internado há meses devido a um acidente vascular cerebral, sofrido em 2020. Desde então, a atriz Marieta Severo, sua mulher, montou uma UTI em casa para cuidar do artista. Conhecido por sua articulação e espírito aguçado, Aderbal era natural de Fortaleza, nascido em 1941, mas sua história se confunde com a cultura do Rio de Janeiro, onde chegou em 1970 para se tornar um nome proeminente nos palcos cariocas. Aderbal começou a dirigir trabalhando como ator, colaborando com colegas como Nelson Xavier e Cecil Thiré. Sua primeira direção foi uma adaptação de “Flicts”, de Ziraldo, que foi apresentada nos horários livres do teatro que ocupavam na Lagoa.   Arte contra a ditadura Ele se especializou em adaptações literárias, mas também se dedicou a encenar uma geração de dramaturgos brasileiros. Uma das peças mais marcantes do começo de sua carreira foi “Apareceu a Margarida”, de 1973, uma representação do autoritarismo na educação, que teve sua temporada interrompida pela censura. Sua abordagem crítica se refletiu em produções como “A Morte de Danton”, onde usou uma cratera de metrô em construção como palco e metáfora concreta das forças revolucionárias subterrâneas no enfrentamento da ditadura. Seus prêmios incluem dois Mambembes por “Mão na Luva”, de 1984, e reconhecimento internacional, incluindo o prêmio de melhor espetáculo estrangeiro de 1985 no Uruguai.   O teatro maior que o teatro Em 1990, ele fundou o Centro de Demolição e de Construção do Espetáculo, marcando sua crença de que no teatro não há regras, e as formas são constantemente demolidas e reconstruídas. No mesmo ano, recebeu o Prêmio Shell pelo romance-em-cena “A Mulher Carioca aos 22 Anos”. No ano seguinte, nova revolução. Aderbal abandonou o palco tradicional do teatro para encenar “O Tiro que Mudou a História”, trajetória política de Getúlio Vargas, nos cômodos na sua antiga morada, o Palácio do Catete, atual Museu da República. Com ação itinerante, o espetáculo conduzia o público pelos diversos cômodos da casa, onde a história gradativamente passava da mesa de reuniões à cama em que o presidente cometeu suicídio. O projeto foi seguido por outra montagem arrojada, “Inconfidência no Rio” (1992), em que o público era distribuído em seis ônibus, visitando separadamente seis diferentes locações no centro da cidade do Rio de Janeiro, para reencontrarem-se todos na Praça Tiradentes, cenário final do espetáculo.   Volta aos palcos Em 1994, passou a dirigir o Teatro Carlos Gomes, onde montou “A Senhora dos Afogados”, de Nelson Rodrigues. Nos anos 2000, ampliou seu trabalho com romances-em-cena, como “Púcaro Búlgaro”, de 2006, e “Moby Dick”, de 2009. Sua carreira continuou a florescer com produções como o “Hamlet” despojado de Wagner Moura, em 2008. E sua parceria com Marieta Severo ainda produziu peças notáveis como “As Centenárias”, de 2009, e “Incêndios”, de 2013. Líder da revitalização do teatro carioca, Aderbal trabalhou não apenas como diretor, mas como mentor para várias gerações de atores e dramaturgos. Além de seu trabalho em teatro, ele participou como ator em filmes e séries de televisão, expandindo sua arte para outras plataformas. Na televisão, ele é lembrado por seus papéis em “Confissões de Adolescente” (1994-1996), onde interpretou um professor, e “Dupla Identidade” (2014), no qual atuou como Senador. No cinema, participou de “Juventude” (2008), “Paixão e Acaso” (2012), ” Giovanni Improtta” (2013), “Amores de Chumbo” (2018) e “Dente por Dente” (2020).   A parceria com Marieta Severo O relacionamento entre Aderbal e Marieta Severo, ambos figuras centrais no mundo do teatro brasileiro, não foi apenas um casamento, mas uma parceria profissional e um símbolo de amor maduro. Juntos desde 2004, o casal tinha dois filhos, Camilo e Aderbal, e construiu uma relação pautada pela compreensão e respeito às individualidades. Os dois mantiveram casas separadas até o acidente vascular do diretor em junho de 2020. Após a tragédia, Marieta montou um esquema hospitalar em casa para recebê-lo, com fisioterapia e fonoterapia, após um período de mais de seis meses internado.

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  • Série

    Julio Andrade surge transformado nas gravações da minissérie sobre Betinho

    10 de dezembro de 2022 /

    A Globo divulgou a primeira imagem de Julio Andrade (“Sob Pressão”) como Betinho, marcando o começo da produção da minissérie biográfica sobre a vida do sociólogo e ativista Herbert José de Sousa (1935-1997). Além de passar por uma transformação visual, com ajuda de maquiagem, Julio Andrade perdeu 7kg para o papel. Ainda sem título divulgado, a minissérie vai retratar a luta de Betinho contra a fome no Brasil. A produção também contará com Humberto Carrão (“Rota 66: A Polícia que Mata”) e Ravel Andrade (“Reality Z”), que é irmão de Julio na vida real, nos papéis dos irmãos de Betinho, o cartunista Henfil e o violonista Chico Mário. A mãe dos três será vivida por Marieta Severo (“A Grande Família”), na maturidade, e Silvia Buarque (“Reza a Lenda”), na juventude. O elenco da atração também destaca Andréia Horta (“Elis”) no papel de Nádia Rebouças, publicitária que trabalhou com Betinho na ONG Ação da Cidadania. Desenvolvido pela AfroReggae Audiovisual, a produção começou a ser gravada nessa semana com direção geral de André Felipe Binder (“Aruanas”). Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Marieta Severo será mãe de Betinho em série da Globo

    5 de novembro de 2022 /

    Duas semanas após encerrar seu contrato de 39 anos com a Globo, a atriz Marieta Severo (“A Grande Família”) voltou a ser chamada pela empresa para participar de uma nova atração da Globoplay. Ela será a mãe do sociólogo Herbert José de Sousa (1935-1997), o Betinho, numa minissérie sobre a luta dele contra a fome no Brasil. Marieta interpretará Maria Figueiredo Souza, que também foi mãe do cartunista Henfil e do violonista Chico Mário. O papel do protagonista está a cargo de Julio Andrade (“Sob Pressão”), enquanto Humberto Carrão (“Rota 66: A Polícia que Mata”) encontra-se escalado como seu irmão Henfil. Para completar, Ravel Andrade (“Reality Z”), que é irmão de Julio, interpretará Chico Mário, o caçula da família. O elenco da atração também destaca Andréia Horta (“Elis”) no papel de Nádia Rebouças, publicitária que trabalhou com Betinho na ONG Ação da Cidadania. Desenvolvido pela AfroReggae Audiovisual, a produção começa a ser gravada em 4 de dezembro com direção geral de André Felipe Binder (“Aruanas”). Ainda não há previsão de estreia.

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  • Etc

    Marieta Severo é vítima de fake news bolsonarista

    25 de outubro de 2022 /

    Depois de Carlos Bolsonaro publicar foto falsa de apoio do streamer e comentarista esportivo Casimiro Miguel ao pai dele, as redes sociais bolsonaristas publicaram uma carta falsa de críticas da atriz Marieta Severo a Lula. Os dois alvos de fake news bolsonaristas já declararam voto em Lula e Marieta pretende processar todos que disseminaram a carta. Em janeiro deste ano, a atriz declarou seu voto no candidato petista em entrevista à Folha de S. Paulo, além de tecer críticas a Bolsonaro. “Nunca se falou tanto na palavra ‘democracia’, por quê? Porque ela está sendo ameaçada todo santo dia. Temos que relembrar todo dia o que é a democracia, vendo as instituições ruindo por dentro. Esse ano é o ano de berrar, gritar, tentar convencer, tentar ver quem são esses 20% da população. Qual a alma de vocês para apoiar isso? Eu tenho medo”, disse a atriz ao jornal. O texto falso atribuído a Marieta Severo circula pelo menos desde 2018. Já naquela época, a artista negou ter escrito a carta. Mas agora pretende tirar a história a limpo. Quem adiantou foi sua filha, Silvia Buarque, que classificou o texto como “nojento” em seu Instagram. “Minha mãe, Marieta Severo. Filha de um juiz justo (o que deveria ser um pleonasmo, mas não é). A pessoa mais correta que conheço. De um senso de justiça que quem a conhece sabe. Uma de suas principais características. Vítima hoje de um texto nojento atribuído a ela, atacando o Lula. Ela é eleitora do PT. Ela não é radical, ela não é incendiária, ela é discreta como boa filha de mineiro. Mas esse texto é completamente mentiroso. Grave! Vai ter processo, vai ter resposta. Mas já me adianto aqui porque a internet é rápida demais”, escreveu Silvia em uma publicação no Instagram.

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  • TV

    Contrato de Marieta Severo com a Globo é encerrado após 39 anos

    18 de outubro de 2022 /

    A atriz Marieta Severo não teve seu contrato renovado com a Globo após 39 anos, mas deverá continuar trabalhando com a emissora em contrato por obra certa. Ela já está cotada para um novo projeto, cujos detalhes ainda não foram revelados. Com o fim da política de contratos fixos para elenco, a emissora visa enxugar a folha de pagamento e evitar que atores recebam salários sem estar trabalhando. Ainda assim, alguns nomes seguem contratados com exclusividade. Veterana na emissora, Marieta começou na Globo em 1966, na novela “O Sheik de Agadir”, mas passou um longo período afastada, entre 1970 e 1983, quando chegou a viver exilada no exterior com seu então marido, Chico Buarque, perseguidos pela Ditadura Militar. Ao voltar à emissora nos anos 1980 fez dezenas de papéis em novelas, minisséries, séries e especiais, destacando-se mais recentemente na série “A Grande Família” (2001-2014), em que viveu a dona Nenê, matriarca que marcou época na TV brasileira. Nos últimos anos, ela também foi a megera Fanny de “Verdades Secretas” (2015), a vilã Sophia de “O Outro Lado do Paraíso” (2017) e a bondosa Noca em “Um Lugar ao Sol” (2021), seu último trabalho na emissora. O fim de seu contrato acontece pouco após Osmar Prado terminar seu vínculo neste mês. Outros nomes da geração da atriz, como Antonio Fagundes e Stênio Garcia, também foram dispensados nesses novos tempos, permitindo que emissoras e plataformas rivais possam se valer de seus talentos.

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  • Filme

    Galã de “365 Dias” participa de filme brasileiro. Veja o trailer

    17 de setembro de 2022 /

    O galã italiano Michele Morrone, conhecido por estrelar a trilogia “365 Dias”, da Netflix, está num filme brasileiro. Ele integra o elenco de “Duetto”, ao lado de Marieta Severo, Luisa Arraes, Gabriel Leone, Maeve Jinkings e Rodrigo Lombardi. Confira o pôster e o trailer abaixo. O longa se passa na Itália, no ano de 1965, e Michele dá vida a um famoso e controverso cantor italiano, Marcello Bianchini, que acaba conhecendo Cora (Luisa Arraes), uma adolescente brasileira que viaja à Itália com a avó (Severo), após perder o pai tragicamente. “Duetto” teve cenas gravadas no Brasil e na Itália. Para a produção, Luisa Arraes, Gabriel Leone e Maeve Jinkings precisaram ter aulas de italiano. Já Marieta dispensou, por ter vivido na Itália durante o exílio dela e de seu ex-marido, o cantor Chico Buarque, no final dos anos 1960. Com direção de Vicente Amorim (“A Princesa da Yakusa”, “Santo”), o filme chega aos cinemas em 29 de setembro.

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