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  • Série

    Conheça as 12 novas séries de anime da Netflix

    2 de agosto de 2017 /

    A Netflix anunciou a produção de 12 novas séries de animação em estilo anime, entre elas uma nova adaptação de “Cavaleiros do Zodíaco”. Durante um evento em Tóquio nesta quarta (2/8), a plataforma também revelou trailers, cenas e material impresso das produções. Veja abaixo alguns dos trailers. Além de “Cavaleiros do Zodíaco”, foram anunciadas as produções de “Cannon Busters”, “Devilman Crybaby”, “B: The Beginning”, “Sword Gai: The Animation”, “A.I.C.O. Incarnation”, “Lost Song”, “Baki”, “Kakegurui”, “Fate/Apocrypha”, “Children of the Whales” e “Rilakkuma Series” (título provisório de uma série em stop-motion). Há também um longa animado sobre “Godzilla” em desenvolvimento. Embora os títulos possam parecer pouco conhecidos no Brasil, a maioria traz personagens festejados pelos fãs de mangás. “Baki”, por exemplo, foi publicado entre 1999 e 2005 e já teve uma adaptação animada. Criado por Keisuke Itagaki, o personagem-título é um lutador de artes marciais que se envolve em lutas clandestinas. A trama da série será a mesma do anime anterior, em que ele enfrenta condenados do Corredor da Morte. “Devilman Crybaby” também é, como “Cavaleiros do Zodíaco”, uma nova encarnação de um anime/mangá clássico. “Devilman” (Debiruman, no original) foi criado por Go Nagai em 1972 e exibido quase simultaneamente em quadrinhos e desenhos animados. O anime até já teve um revival, em 1987. Na trama, o protagonista Akira Fudo se funde a um demônio para ganhar poderes sobrenaturais e impedir um ataque de demônios na Terra, mesmo que isso possa custar sua alma. Bem mais recente, “Sword Gai” começou a ser publicado como mangá em 2012, escrito por Toshiki Inoue e desenhado por Keita Amemiya. Por curiosidade, a série animada que será exibida pela Netflix já estava sendo produzida desde 2016. A trama gira em torno de um menino que se funde com uma espada demoníaca. “Children of the Whale” anima o belo mangá de Abi Umeda, que é publicado desde 2013. A trama pós-apocalíptica se passa em um mundo coberto de areia e acompanha os habitantes de um barco gigante que flui sobre o mar da areia. O menino Chakuro e seus amigos nunca viram ninguém do mundo exterior, até que, um dia, ao se aproximarem de um navio em ruínas, encontram uma garota em seu exterior. Ainda mais novo, o mangá “Kakegurui”, que tem o subtítulo “Compulsive Gambler”, surgiu em 2014, com texto de Homura Kawamoto e ilustração de Tōru Naomura. A trama se passa numa escola para as crianças mais ricas do Japão, e cuja hierarquia é determinada por uma série de jogos em que os alunos apostam suas fortunas contra os outros, e aqueles que perdem se tornam escravos dos caprichos dos que ganham seu dinheiro. Até a chegada de uma nova aluna perturbar o status quo. Detalhe: a série já está sendo exibida no Japão e será “apenas” distribuída pela Netflix nos demais países. “Fate/Apocrypha” adapta uma coleção de romances juvenis, que também foi transformada em mangás entre 2012 e 2014, e se passa numa realidade alternativa, em que uma guerra entre dois clãs mágicos é travada em nome do Santo Graal. Assim como “Kakegurui”, a adaptação em anime está atualmente sendo exibida no Japão. “Rilakkuma” não veio dos mangás, mas é um fenômeno popular no Japão. Criada por Aki Kondo como um animal de estimação, tornou-se um dos maiores sucessos da empresa San-X, que cria designs de bichos fofinhos para explorar como marketing. Ao estilo de Hello Kitty, o personagem ilustra inúmeros produtos – de cadernos a livros infantis ilustrados. Já “Cannon Busters”, apesar do visual japonês, é uma criação americana do desenhista nova-iorquino LeSean Thomas. Os primeiros quadrinhos foram publicados nos EUA em 2005 e, em 2014, seu criador lançou uma campanha de crowdfunding para realizar a versão animada. Com ajuda de Tim Yoon (produtor de “Avatar: A Lenda De Korra”), e do desenhista da Marvel Joe Madureira (que não é brasileiro), ele realizou um piloto, que originou a série atual. Entre os animes totalmente originais, vale ressaltar ainda a tradição das produtoras de “A.I.C.O. Incarnation’s”, realizado pelo mesmo estúdio responsável por “My Hero Academia”, e “B: The Beginning”, do estúdio Project IG, responsável por nada menos que “Ghost in the Shell”. “B: The Beginning” gira em torno de um detetive policial que procura uma organização criminosa misteriosa e um assassino em série chamado Killer B. “A.I.C.O. Incarnation” apresenta uma forma de vida artificial monstruosa isolada em uma zona restrita, até uma garota chamada Aiko entrar em contato com ela. A menina acaba descobrindo que tem mais em comum com a criatura do que poderia sonhar – ou melhor, ter pesadelos a respeito. Por fim, “Last Song” é uma fantasia sobre dois cantores que mudam o mundo com músicas mágicas, capazes de curar feridas e criar água. Ainda não há data de estreia para nenhuma destas atrações na Netflix. Para passar vontade, veja abaixo, que apresentam quatro séries em idioma japonês e legendas em inglês.

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  • Série

    Mangá One Piece vai virar série americana do produtor de Prison Break

    22 de julho de 2017 /

    O mangá e anime “One Piece”, de Eiichiro Oda, vai ganhar uma adaptação americana. O produtor Marty Adelstein (série “Prison Break”) pretende transformar a trama japonesa numa série com atores ocidentais. O anúncio foi feito durante uma celebração dos 20 anos da franquia, em Tóquio, e contou com a participação de Hiroyuki Nakano, editor-chefe da revista “Weekly Shonen Jump”, onde o mangá é publicado desde 1997. Eiichiro Oda também vai participar da adaptação, que será desenvolvida pelo Tomorrow Studios, de Adelstein. A produtora está envolvida ainda com outra adaptação de mangá/anime: a série baseada em “Cowboy Bebop”. Além disso, produz “Snowpiercer”, série baseada no filme sul-coreano “Expresso do Amanhã” (2013). Em comunicado, Adelstein sugeriu que “One Piece” pode ser a série mais cara de todos os tempos. Mas, até o momento, não fechou sua transmissão com nenhum canal ou serviço de streaming. A trama gira em torno de uma caça ao tesouro de piratas. Quando estava para ser executado, o lendário Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo seu mair segredo. “Meu tesouro? Se quiserem, podem pegá-lo. Procurem-no! Ele contém tudo que este mundo pode oferecer!”. A revelação da existência do maior tesouro da História (o “One Piece” do título), motivou a cobiça de dezenas que se lançaram a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Os quadrinhos foram lançados no Brasil pela editora Conrad e atualmente são publicados pela Panini no país.

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  • Filme

    Cena legendada de Death Note mostra a sedução do espírito assassino Ryuk

    20 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou uma cena legendada da versão live-action americana do mangá “Death Note”. A prévia revelam o primeiro encontro entre Light e o espírito Ryuk, interpretados respectivamente por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”), e a forma como este seduz o rapaz a testar o caderno amaldiçoado. O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e conta a história do estudante Light Yagami (Light Turner na versão americana), que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para matar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá foi lançado em 12 volumes e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”) e o elenco também inclui Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”), Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). A estreia está marcada para 25 de agosto.

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  • Filme

    Adaptação do mangá Fullmetal Alchemist ganha pôsteres e teaser com origem trágica dos personagens

    19 de julho de 2017 /

    A Warner Bros. do Japão divulgou cinco pôsteres de personagens e um novo teaser do filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação com atores do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa. A prévia destaca a trágica história de origem dos personagens centrais, que apesar de violenta é acompanhada por cenas de tom infantil. Na trama, os irmãos Alphonse e Edward Elric tentam trazer a mãe de volta à vida usando uma técnica proibida de alquimia, mas, para isso, eles precisam dar algo em troca. Como consequência, Ed perde sua perna e Al perde seu corpo. Para impedir que a alma de Al vague incorpórea, Ed sacrifica um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. E é assim, visando recuperar seus corpos, que os dois irmãos iniciam sua busca pela lendária pedra filosofal. Os quadrinhos foram publicados entre 2001 e 2010, em mais de 100 capítulos, e seguem uma linha steampunk, com a trama passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. A primeira versão com atores da história tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em dezembro. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Versão americana de Death Note ganha dois novos pôsteres

    18 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou dois novos cartazes da versão live-action americana do mangá “Death Note”. As artes destacam os personagens Light e L, interpretados respectivamente por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) e Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”). Vale lembrar que o primeiro pôster divulgado trazia Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também inclui Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia está marcada para 25 de agosto.

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  • Filme

    Filme baseado no mangá Fullmetal Alchemist já tem continuação confirmada

    5 de julho de 2017 /

    O filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação com atores do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa, só estreia em dezembro no Japão, mas já tem sua continuação garantida. A revelação foi feita em um painel da Anime Expo 2017, em Los Angeles. A produção foi anunciada como “Parte 2”, o que talvez signifique que a história tenha sido dividida em dois filmes, como aconteceu com outras adaptações live action de mangás, como “Gantz” e “Attack on Titan”. A trama original se estendeu por 27 volumes e mais de 100 capítulos, publicados entre 2001 e 2010, e faz uma linha steampunk, passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. O longa deve se concentrar na trágica história de origem dos personagens centrais, os irmãos Alphonse e Edward Elric, que ao tentarem trazer a mãe de volta à vida usando uma técnica proibida de alquimia, sofrem duras consequências. Para realizar seu intento, eles precisam dar algo em troca. Ed perde sua perna e Al perde seu corpo inteiro. Para impedir que a alma do irmão vagueie incorpórea, Ed sacrifica também um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. E é assim, visando recuperar seus corpos, que os dois irmãos iniciem uma busca pela lendária pedra filosofal. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. A primeira versão com atores da história tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em dezembro. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Trailer da versão americana de Death Note tem clima de filme de terror

    29 de junho de 2017 /

    A Netflix divulgou sete fotos e o primeiro trailer legendado da versão americana do mangá “Death Note”. A prévia traz cenas impactantes e ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia está marcada para 25 de agosto.

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  • Filme

    Adaptação americana de Death Note ganha pôster sombrio

    28 de junho de 2017 /

    A Netflix divulgou um pôster sombrio para a versão americana de “Death Note”. A arte ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). A versão americana tem roteiro de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e direção de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia foi marcada para 25 de agosto. Vale lembrar que o mangá original criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto.

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    Cavaleiros do Zodíaco vai virar filme com atores reais

    20 de maio de 2017 /

    A empresa japonesa Toei Animation anunciou a produção de um filme live action de “Cavaleiros do Zodíaco”. A adaptação da famosa série animada terá direção do polonês Tomasz Baginski, que venceu o Oscar de Melhor Curta Animada por “Katedra” (2002) e se tornou conhecido por criar as introduções do game “The Witcher”. Ele também está envolvido com a adaptação de “The Witcher” numa série da Netflix. Intitulado em inglês “Saint Seiya: Knights of the Zodiac”, a produção será estrelada por atores reais, mas o elenco ainda não foi definido. Tampouco há detalhes sobre qual trama será filmada. O mangá original dos “Cavaleiros do Zodíaco” foi criado por Masami Kurumada em 1986, mas a febre mundial se deve à série animada, adaptada de forma bastante fiel pela Toei Animation, e com produção quase simultânea à publicação dos quadrinhos, entre 1986 e 1989. Inspirada na mitologia grega, a trama acompanhava a evolução de um jovem órfão chamado Seiya, que obtém a Armadura de Bronze de Pégaso, uma veste usada pelos guerreiros da deusa grega Atena, conhecidos como Cavaleiros, e a partir daí enfrenta lutas intermináveis. A trama original já inspirou um recente longa animado, “Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário” (2014), que recriou a história de Kurumada por meio de computação gráfica, com direção de Keiichi Sato (diretor do anime de terror “Ashura”).

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    Fracasso nos EUA, A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell é a maior bilheteria do mundo no fim de semana

    9 de abril de 2017 /

    A tendência de adaptações de animes não deve se materializar em Hollywood, após o desempenho de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A crítica do país não gostou, as redes sociais protestaram contra seu “racismo” e o público faltou à adaptação americana da obra clássica dos mangás e animes, que em dois fins de semana somou apenas US$ 31,5 milhões na bilheteria doméstica. Já o resto do mundo não só ignorou a patrulha ideológica contra a escalação de Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) num papel originalmente japonês como lotou os cinemas para assistir ao longa dirigido por Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). Só neste fim de semana, o live action de “Ghost in the Shell” faturou US$ 41,3 milhão no mercado internacional, tornando-se o filme de maior bilheteria e o mais visto do mundo nos últimos três dias. Metade desta arrecadação veio da China, onde “Ghost in the Shell” foi lançado na sexta (7/4), abrindo em 1º lugar. A produção da Paramount e da DreamWorks rendeu US$ 21,4 milhões no país, mais do que o sucesso “Lucy” (US$ 20 milhões em 2014), outra sci-fi de ação estrelada por Johansson. No Japão, de dimensões bem menores, fez US$ 3,5 milhões e recebeu críticas bastante entusiasmadas. A imprensa local se impressionou com os efeitos visuais, muito superiores aos de qualquer adaptação de anime/mangá já feita no país, e ainda achou curiosa a reação dos americanos à escalação de Johansson como protagonista. A mesma opinião foi compartilhada pelo público, conforme pode ser conferido aqui. Mesmo com o sucesso na Ásia, o filme ainda está sendo considerado deficitário. A rejeição nos EUA foi muito maior do que a Paramount e a DreamWorks esperavam.

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    Japoneses aprovam Scarlett Johansson em A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell

    8 de abril de 2017 /

    “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” foi lançado no Japão na sexta (7/4), e os fãs dos mangás e animes em que o filme se baseia não viram polêmica na escalação de Scarlett Johansson como protagonista da trama. O filme sofreu patrulha ideológica nos EUA por ter uma atriz branca num papel originalmente escrito para uma asiática. Mas os japoneses ouvidos pelo site The Hollywood Reporter disseram que ela foi a melhor escolha e que outra não faria tão bem o papel. “Eu a amei nos Vingadores e queria ver este só porque ela estava nele. Se tivessem feito uma versão japonesa, provavelmente teriam escalada uma ‘idol’ boboca”, disse um fã, referindo-se às girl bands adolescentes do país, que costumam estrelar filmes baseados em mangás. “Ouvi dizer que pessoas nos Estados Unidos queriam uma atriz asiática para interpretá-la. Será que seria bom se ela fosse asiática ou asiática-americana? Honestamente, isso seria pior: alguém de outro país asiático fingindo ser japonês. É menos ofensivo tornar a personagem branca”, disse outro, revelando um lado da discussão que a patrulha ideológica ignorou completamente. Segundo a Paramount, as acusações de embranquecimento do material original teria resultado em críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado nos EUA. Além de Scarlett, o público se encantou com os efeitos visuais do filme, considerados muito superiores a qualquer adaptação de mangá e anime já feita no Japão. O único ponto negativo ficou por conta do roteiro, que os fãs da franquia consideraram superficial, tendo em vista as questões filosóficas da trama clássica de Masamune Shirow. “Foram os melhores efeitos visuais que eles poderiam ter feito em uma versão live-action. Mas a história foi um pouco superficial, evitando aprofundar os temas do anime. Mas é uma versão de Hollywood, então é meio isso que é o que se espera”, comentou um espectador. O filme foi cotado com 3,5 estrelas pelo público no site Yahoo Japan Movies: 4 para o visual e 3 para a história.

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    Ghost in the Shell vai ganhar nova série animada

    7 de abril de 2017 /

    Se o filme com atores “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” não virou o sucesso que o estúdio americano esperava, a franquia está longe de ter acabado. Aproveitando que o marketing da Paramount tornou o mangá original conhecido mundialmente, a editora Kodansha e o estúdio de animação Production I.G. anunciaram o projeto de uma nova série animadoa de “Ghost in the Shell”. A animação estará a cargo de Kenji Kamiyama, diretor e roteirista da série animada “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com Shinji Aramaki, que assinou dois animes computadorizados de “Appleseed”, além de “Tropas Estelares: Invasão” para o mercado de home video americano. A produção será a primeira produção animada desde “Ghost In The Shell: The New Movie” (2015). Todas as séries e longas animados anteriores foram produzidos pelo estúdio Production I.G.

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    Versão com atores de Fullmetal Alchemist ganha novo teaser com origem trágica dos personagens

    7 de abril de 2017 /

    A Warner Bros. do Japão divulgou um novo teaser do filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação com atores do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa. A prévia destaca a trágica história de origem dos personagens centrais, retratados ainda crianças no começo do vídeo, antes de ressurgirem adultos entre efeitos visuais. Na trama, os irmãos Alphonse e Edward Elric tentam trazer a mãe de volta à vida usando uma técnica proibida de alquimia, mas, para isso, eles precisam dar algo em troca. Como consequência, Ed perde sua perna e Al perde seu corpo. Para impedir que a alma de Al vague incorpórea, Ed sacrifica um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. E é assim, visando recuperar seus corpos, que os dois irmãos iniciem uma busca da lendária pedra filosofal. Os quadrinhos foram publicados entre 2001 e 2010, em mais de 100 capítulos, e seguem uma linha steampunk, com a trama passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. A primeira versão com atores da história tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em dezembro. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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