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  • Filme

    Planeta dos Macacos: A Guerra se mantém em 1º lugar no Brasil

    14 de agosto de 2017 /

    “Planeta dos Macacos: A Guerra” se manteve em 1º lugar no Brasil em sua segunda semana em cartaz, com mais que o dobro do 2º colocado, o estreante “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. A sci-fi europeia mais cara de todos os tempos, com direção de Luc Besson, vendeu 190 mil ingressos e arrecadou R$ 3,4 milhões em sua estreia no final de semana, enquanto o líder “Planeta dos Macacos” rendeu R$ 8,2 milhões de 463 mil ingressos no mesmo período. Os filmes “Transformers: O Último Cavaleiro” (3º), “Dunkirk” (4º) e “Meu Malvado Favorito 3” (5º) completam o Top 5, mas as outras duas estreias amplas da semana apareceram no Top 10. A comédia nacional “Malasartes e o Duelo Com a Morte” abriu em 7º lugar, à frente do outro estreante, a animação russa “O Reino Gelado: Fogo e Gelo”, com dublagem de Larissa Manoela. Com isso, dois filmes brasileiros voltam a compartilhar espaço no Top 10, o que não acontecia já há algum tempo. O segundo brasileiro da lista é “O Filme da Minha Vida”, drama de Selton Mello, atualmente em 9º lugar. Este filme, por sinal, já fez mais de R$ 2,5 milhões de bilheteria acumulada.

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  • Filme

    Malasartes e o Duelo com a Morte diverte com comédia caipira na era digital

    11 de agosto de 2017 /

    O maior mérito de “Malasartes e o Duelo com a Morte” é evocar uma face brasileira que está longe das telas há algum tempo. O Brasil do caipira matuto, bem trabalhado nos clássicos de Mazzaropi e em filmes como “A Marvada Carne” (1985). Mazzaropi, por sinal, fez o seu Malasartes em 1960 (“As Aventuras de Pedro Malasartes”). A história adaptada por Luís Alberto de Abreu (“Era O Hotel Cambridge”) e o diretor Paulo Morelli (“Zoom”) põe um olho neste matuto embrionário de Mazarropi, mas vai na fonte do personagem bufão, que teria surgido nos contos populares da Península Ibérica, e aprontava das suas contra nobres empombados e cavaleiros cheios de si. Abrasileirado, o personagem vira o caipira do jeitinho simples (vivido por Jesuíta Barbosa), que se faz de trouxa, mas não tem nada de bobo. Namora Áurea (Ísis Valverde), a mocinha mais bonita do campo, mas cresce os olhos para as caboclas que passam. Tem uma predisposição para o perigo, tanto ao bolar artimanhas que provocam o irmão de Áurea, o truculento Próspero (Milhem Cortaz) que deseja matá-lo, como em provocar o pacífico Zé Cadinho (Augusto Madeira). Mas sua astúcia, cínica e de golpes e expedientes inesgotáveis, chama a atenção no além. Lá do alto, a Morte (Júlio Andrade) vibra com as artimanhas do matuto ao convencer Zé Candinho que seu chapéu mágico transforma estrume de jumento em ouro. Para escapar do tédio de administrar o contingente de mortos que nunca acaba, a Morte planeja abandonar o barco, e acredita que Malasartes é o substituto a altura. A questão é como dobrar o esperto caipira e atraí-lo para uma armadilha. O filme comporta, em suma, uma discussão sobre o poder dos homens, ao confrontar o relativo (homem) e o fatídico (Morte) e promove uma inversão: o a Morte é pomposa e truculenta; já Malasartes, é singelo e lúcido. Seria injusto dizer que essas idéias não são encontráveis na versão de Paulo Morelli. Mas não seria correto dizer que se expressam plenamente. O essencial de suas virtudes vem do texto (um roteiro bastante fluente) e do elenco afinado e afiado. O filme é pontuado em duas partes, Na primeira, mais realista, há uma respiração, uma falta de pressa rara em se tratando de comédia brasileira, o que permite que cada personagem se desenvolva com empatia. A segunda parte se propõe a flertar com o lúdico, o que em princípio, promete. Mas então entram os efeitos visuais e Morelli se encanta demais com as possibilidades pirotécnicas. Verdade que tudo é bem feito, bem produzido, afinal por trás temos a produtora O2 colocando todo seu aparato a serviço do filme. É tudo bonito, mas seria ótimo se eles não favorecessem tanto o plano geral, a ponto de esquecer os atores nessa hora. Há momentos que Jesuíta Barbosa e Júlio Andrade literalmente ganham a dimensão de pulgas, e a grandiloquência digital engole o humano. E isso não acontece em um ou dois momentos. A parafernália tecnológica vira um exercício vazio, quando não há um conceito dramático justificável e consistente. E quem sofre mais por essa opção, são os habitantes do Além – Júlio Andrade, Leandro Hassum e Vera Holtz, que não rendem maravilhas como poderiam. Por sorte, o deslumbramento não compromete o que veio antes. No saldo geral, o filme diverte e dá o seu recado. E o carisma do Malasartes de Jesuíta Barbosa e a simpatia do Zé Candinho, de Augusto Madeira, ficam com a gente.

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    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é a maior estreia da semana

    10 de agosto de 2017 /

    Os cinemas recebem três estreias amplas nesta quinta (10/8), além de quatro lançamentos em circuito limitado. Com maior distribuição, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” marca a volta do cineasta francês Luc Besson à ficção científica, duas décadas após “O Quinto Elemento” (1997). Filme mais caro já produzido por um estúdio europeu, o longa custou US$ 177 milhões e teve um péssimo desempenho nos EUA, caindo abaixo do Top 10 em três semanas. Por outro lado, causou sensação na França. “Valerian” também dividiu a crítica, com exatos 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os maiores elogios são para os efeitos visuais, considerados deslumbrantes. Já a história, que adapta uma história em quadrinhos dos anos 1960, não convenceu. O visual também é destaque de “Malasartes e o Duelo com a Morte”, filme com mais efeitos digitais já feito no Brasil. Longe de ser uma extravagância como “Valerian”, afinal custou só R$ 9,5 milhões, a comédia utiliza computação gráfica em 40% de sua projeção, o que fez com que passasse dois anos em pós-produção. Dá para perceber: Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) ainda estava gordo em cena. O filme gira em torno de personagens do folclore e se apresenta como uma comédia caipira. Na trama, o matuto Pedro Malasartes é o homem mais esperto que existe, mas vai precisar se superar para enfrentar ao mesmo tempo o irmão de sua namorada, a Morte e a Parca Cortadeira. Jesuita Barbosa (“Praia do Futuro” e minissérie “Nada Será Como Antes”) vive o herói do título e o elenco ainda inclui Isis Valverde (“Faroeste Caboclo”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Vera Holtz (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Júlio Andrade (“Redemoinho”), como a Morte. “O Reino Gelado: Fogo e Gelo” é a terceira aventura da franquia animada russa, que se inspira na mesma fábula que rendeu “Frozen”. Longe de lembrar o desenho da Disney, a produção computadorizada depende da fama de seus dubladores nacionais para atrair as crianças. A principal estrela é Larissa Manoela, que empresta sua voz à princesa Gerda desde o segundo filme. Neste, ela ainda se junta ao ex-namorado João Guilherme, que estreia na franquia como dublador do aventureiro Rony, um novo personagem que inclui piratas na história. O público infantil ainda tem a opção de “Diário de um Banana: Caindo na Estrada”, mas num circuito bem menor. Vale lembrar que “Diário de um Banana” (2010) chegou ao Brasil sem muito alarde, direto em DVD, o que fez com que as sequências fossem lançadas em poucos cinemas. O novo capítulo representa um reboot da franquia, com a estreia de um novo elenco – incluindo Alicia Silverstone (“Patricinhas de Beverly Hills”) como a mãe. Já a trama é a típica comédia de férias frustadas. “O Estranho que Nós Amamos” recria um western estrelado por Clint Eastwood em 1971. Sob a direção de Sofia Coppola (“Bling Ring”), premiada no Festival de Cannes deste ano, o suspense aumenta e vira quase um terror gótico, passada numa antiga mansão rural à luz de velas. Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Vivem”) vive um soldado ianque ferido na Guerra Civil, socorrido por alunas e professoras de uma escola sulista para meninas, que aos poucos passam a ver o inimigo com outros olhos. Com 78% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o longa é a segunda parceria de Coppola com a atriz Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). Além delas, as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) se destacam na seleção de loiras da produção. Duas produções europeias completam a programação limitada. “A Viagem de Fanny” é basicamente a versão feminina de “Os Meninos que Enganavam Nazistas”, que entrou em cartaz na semana passada, mostrando as aventuras de meninas judias em fuga dos nazistas pela Europa dos anos 1940. Bem superior, “O Dia Mais Feliz da Vida de Olli Mäki” é uma estilosa cinebiografia de um boxeador finlandês que se apaixona do dia em que pode se tornar campeão mundial. Filmado em preto e branco, lembra um filme antigo, recriando com perfeição a época e a estética do cinema do começo dos anos 1960. Venceu a mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes em 2016 e o prêmio de “Descoberta do Ano” da Academia Europeia. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers das estreias.

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    Festival Cine Ceará exibe filmes inéditos em competição

    5 de agosto de 2017 /

    O 27º Cine Ceará — Festival Ibero-americano de Cinema, que começou no sábado (5/8), em Fortaleza, e vai até o dia 11, reúne sete longas-metragens inéditos em competição, entre eles dois brasileiros que fazem a sua première mundial: “Malasartes e o Duelo com a Morte”, de Paulo Morelli, tido como a produção nacional com o maior número de efeitos especiais da História, e “Pedro sob a Cama”, de Paulo Pons. Os outros cinco longas já foram premiados em festivais internacionais, mas farão a sua primeira exibição no Brasil: o argentino “Ninguém Está Olhando”, de Julia Solomonoff, o dominicano “O Homem que Cuida”, de Alejandro Andújar, os cubanos “Santa e Andrés”, de Carlos Lechuga, e “Últimos Dias em Havana”, de Fernando Pérez, e o chileno e “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio. O Chile, por sinal, tem uma retrospectiva como país homenageado desta edição, contando com uma mostra paralela em cartaz na cidade desde o começo do mês, como espécie de aquecimento para o festival. O destaque é mesmo o elogiadíssimo “Uma Mulher Fantástica”, vencedor do Urso de Prata de Melhor Roteiro e do Prêmio Teddy no Festival de Berlim, na Alemanha. A competição ainda conta com 14 curtas-metragens vão disputar o troféu Mucuripe, entre eles “Vênus — Filó, a Fadinha Lésbica”, de Sávio Leite, exibido na mostra Panorama do Festival de Berlim, “Mehr Licht!”, de Mariana Kaufman, e “Valentina”, de Estevão Meneguzzo, exibidos no Festival de Edimburgo, na Escócia.

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    Malasartes e o Duelo com a Morte: Filme brasileiro com mais efeitos visuais ganha primeiro trailer

    22 de junho de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o trailer de “Malasartes e o Duelo com a Morte”, o filme com a maior quantidade de efeitos visuais já feito no Brasil. Orçado em R$ 9,5 milhões, o longa investiu cerca de R$ 2 milhões desse total em efeitos especiais. Segundo o diretor Paulo Morelli (“Zoom”), cerca de 40% da aventura protagonizada pelo personagem dos folclores português e brasileiro utiliza computação gráfica. São as cenas que se passam no além e destacam a Morte, que tentará enganar o protagonista para tomar seu lugar. A trama gira em torno do matuto caipira Pedro Malasartes, que enfrenta ao mesmo tempo o irmão de sua namorada, a Morte e a Parca Cortadeira. Jesuita Barbosa (minissérie “Nada Será Como Antes”) vive o herói do título, Júlio Andrade (“Redemoinho”) vive a Morte, Vera Holtz (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) é a Parca Cortadeira e Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) encarna o invocado Próspero, irmão de Áurea, por sua vez vivida por Isis Valverde (“Faroeste Caboclo”). O elenco ainda inclui Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”), Augusto Madeira (“Uma Loucura de Mulher”), Luciana Paes (série “3%”) e Julia Ianina (série “1 Contra Todos”). Além da versão para o cinema, o filme também renderá uma minissérie com três capítulos, com exibição prevista para dezembro na Globo. A diferença ficará por conta de 15 minutos de cenas exclusivas, que foram cortadas do filme para evitar que ficasse longo demais. A projeção de cinema terá 98 minutos, com estreia prevista para 10 de agosto.

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    Malasartes e o Duelo com a Morte será o filme com mais efeitos visuais do Brasil

    9 de abril de 2017 /

    “Malasartes e o Duelo com a Morte” será o filme com a maior quantidade de efeitos visuais já feito no Brasil. Em entrevista ao jornal O Globo, o diretor Paulo Morelli (“Cidade dos Homens”) afirma que cerca de 40% da aventura protagonizada pelo personagem dos folclores português e brasileiro utiliza computação gráfica. É justamente por isso que o filme, rodado há dois anos, ainda está em pós-produção, finalizando os efeitos na sede da produtora O2 Filmes. Orçado em R$ 9,5 milhões, “Malasartes e o Duelo com a Morte” investiu cerca de R$ 2 milhões desse total em efeitos especiais. E vídeos da O2, que podem ser vistos abaixo, revelam os bastidores deste trabalho. A trama gira em torno do matuto caipira Pedro Malasartes, que enfrenta ao mesmo tempo o irmão de sua namorada, a Morte e a Parca Cortadeira. Jesuita Barbosa (“Praia do Futuro” e minissérie “Nada Será Como Antes”) vive o herói do título, Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) é Próspero, o irmão de Áurea, por sua vez vivida por Isis Valverde (“Faroeste Caboclo” e novela “A Força do Querer”). A Morte é encarnada por Júlio Andrade (“Redemoinho” e minissérie “Justiça”) e a Parca Cortadeira encarnada por Vera Holtz (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” e novela “A Lei do Amor”). O elenco ainda inclui Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”), Augusto Madeira (“Uma Loucura de Mulher”), Luciana Paes (série “3%”) e Julia Ianina (série “1 Contra Todos”). Além da versão para o cinema, o filme também renderá uma minissérie com três capítulos, com exibição prevista para dezembro na Globo. A diferença ficará por conta de 15 minutos de cenas exclusivas, que foram cortadas do filme para evitar que ficasse longo demais. A projeção de cinema terá 98 minutos, com estreia prevista para 10 de agosto.

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