Luke Skywalker vira rapper e viraliza em clipe-paródia hilário com cenas de O Império Contra-Ataca
Uma nova paródia de “Star Wars” do canal do YouTube Bad Lip Reading (BLR) se tornou sensação viral. O vídeo recria a batalha de Hoth, do clássico “O Império Contra-Ataca”, como um clipe de rap, editando as cenas do filme de 1980 para sugerir que Luke Skywalker e os pilotos rebeldes estão cantando a música “Hostiles on the Hill”, em meio ao ataque contra as forças imperiais. A letra reflete a trama. E é tudo feito de forma tão profissional que é impossível não ficar de queixo caído e sorriso aberto, especialmente pelo final zumbi. Ninguém sabe quem é o responsável pelo BLR, especializado em dublagens insólitas de cenas de filmes, séries e eventos, mas circula um rumor de que se trata de uma figura conhecida da produção musical. O canal tem mais de 6 milhões de seguidores e o clipe de “Hostiles on the Hill” foi visto mais de 800 mil vezes em 48 horas. E não adianta pesquisar de onde vem a música, porque, apesar de soar como um hip-hop das antigas, ela é inédita e foi criada para acompanhar o vídeo pelos misteriosos donos do canal. O curioso é que a projeção foi tanta que “Hostiles on the Hill” está ganhando um lançamento como single digital no iTunes. Assim, o que era brincadeira começa a virar projeto musical sério. Fãs de “Star Wars” já conheciam o canal pela zoação em cima da franquia. Há vários clipes musicais com Luke e companhia, mas nenhum tão contagiante. Além disso, o BLR já contou até com participação vocal do próprio Mark Hamill numa zoação em cima de “Star Wars: O Despertar da Força”, na qual ele dublou a voz de… Han Solo! Por sinal, este vídeo é o maior sucesso do canal, com mais de 8,7 milhões de visualizações. Confira abaixo o clipe e se entregue à força do hip-hop de Luke Skywalker. Ah, sim, na época de “O Retorno de Jedi”, havia um rapper chamada Luke Skyywalker. Era o pseudônimo de Luther Campbell, líder do grupo 2 Live Crew, dono também da Luke Skyywalker Records e alvo de um processo de George Lucas.
Os Últimos Jedi é o Star Wars mais diferente e surpreendente de todos
Quando JJ Abrams e o roteirista Lawrence Kasdan reiniciaram a franquia “Star Wars” em 2015 com “O Despertar da Força”, a aventura era simpática, divertida, mas, convenhamos, o enredo corria poucos riscos. Por trás dos números de mágica de Abrams, havia a sensação de quase um remake de “Star Wars: Uma Nova Esperança”, com os novos análogos da primeira Ordem e da Rebelião enfrentando novamente uma Estrela da Morte. Os fãs abraçaram a abordagem por nostalgia e por veneração. Nada mais. Felizmente, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars VIII: Os Últimos Jedi” dá de ombros pra veneração. Não que ele desgoste da mitologia. Há algumas cenas em que o diretor demonstra uma ternura, que talvez nunca tenhamos visto nos sete filmes anteriores da saga ou no spin-off “Rogue One”. Acontece que Johnson invade a sala de brinquedos e comporta-se como uma criança selvagem. Ele lança bonecos pro alto, desmonta as naves, destrói as torres de Lego e reconstrói novas edificações mutantes. Esse é o espírito de “Os Ultimos Jedis”. Johnson mergulha no universo com um entusiasmo sacana, e o filme, no fundo, vira um braço de força entre ele e um estúdio poderoso, detentor de uma visão rigorosa de como quer que os filmes sejam feitos, moldando as visões de seus diretores para apoiar uma estética corporativa unificada – um processo que mastigou e cuspiu Colin Trevorrow, Gareth Edwards, Phil Lord e Christopher Miller. Pensou diferente, e você está fora. Agora, olha o curioso: Rian Johnson pensa diferente. E o modo como ele dribla a máquina de fazer salsichas, é muito interessante. Seu filme respira, quase fisicamente, nesse hiato entre a dificuldade de se pôr em cena ou de obedecer as regras impostas. Se não, vejamos: Poe Dameron (Oscar Issac), o primeiro dos novos heróis que aparece em cena, é um piloto que desacata os superiores. Vive às turras com a General Leia Organa (Carrie Fisher). Coloca-se à frente da frota de destróieres da Primeira Ordem sozinho e provoca o general Hux, torcendo as palavras com a mesma habilidade que pilota um caça e dá cavalos de pau nas nuvens. Luke Skywalker (Mark Hamill) segue a mesma trilha. Um dia, foi um guerreiro destemido como Poe, o tempo passou e ele cansou. Virou o velho ermitão cínico. Não se sensibiliza com causa nenhuma. Quando Rey (Daisy Ridley) lhe entrega o sabre de luz, o cavaleiro jedi arremessa a relíquia no mato. Luke não aceita mais ordens, nem quer se aliar a esse ou a aquele outro grupo. Enquanto isso, Fin (John Boyega) acorda na nave dos rebeldes, já pronto para procurar Rey e lutar se for preciso, só não percebe um detalhe: está completamente nu andando pela nave. Temos ainda a adição de dois personagens adoráveis e igualmente excêntricos, o mercenário DJ, vivido por Benício Del Toro, um malandro decodificador de senhas que luta sempre do lado de quem oferece mais vantagens, e a meiga Rose Tico (Kelly Marie Tran), a simplória fã dos feitos extraordinários de Fin e Rey. Rose vive a ilusão de destruir a cidade-cassino onde os ricos vendedores de armas se divertem. Ela acha que eles não passam de uma escória por vender armas para a Primeira ordem, mas DJ dá um choque de realidade na menina, quando lhe mostra que essa mesma escória também vende armas para Resistência. Esse dilema, esse atrito entre buscar a independência ou se vender, tentando dentro do sistema manter uma certa pureza, reverbera em cada fotograma de “Os Últimos Jedis”. Multiplica-se inclusive, na cabeça de Rey, a heroína. Num dos grandes momentos do filme, Rey entra numa caverna e sua imagem se multiplica. Ela grita, tenta alcançar o fim deste encadeamento de Reys, mas elas continuam aumentando. Finalmente, no momento em que ela encontra o fim, uma sombra se aproxima e Rey fica feliz, assim como os espectadores ficam, porque acreditam que algo finalmente vai ser revelado. E o que seria essa revelação? Cada um deve assistir o filme e buscar sua própria leitura do que esse vulto representa. Enfim, todos são meio insolentes, inclusive Kylo Ren (Adam Driver), ao se recusar a tirar a máscara na frente do Lorde Supremo Snooke (Andy Serkys). O lorde dos vilães irritado chama o pupilo de criança mimada de capacete e Kylo sai da sala possesso. A cena é um alívio cômico para um personagem atormentado e, sem dúvida, o mais rico da história. Ele é odioso, recalcado, e até mesmo infantil em sua crueldade, mas sua resignação é dolorida e consegue ser profundamente tocante. Vem daí, aliás, a tortuosidade do filme, que se espalha em torno do triângulo psicológico que se desenvolve entre Kylo, Rey e Luke. A história desses três está vinculada e compartilhada por um mistério. Há uma revelação aqui que vai deixar os fãs de queixo caído. Mas antes disso, o espectador é brindado com uma abundância de duelos com espadas de luz, rivalidades e batalhas aéreas. O ritmo é espantoso, e a tarimba de Johnson advém de nunca deixar que o público se perca em meio as viagens entre as estrelas ou a profusão de personagens. Verdade, não temos mais Carrie Fisher, uma atriz eloqüente, para viver Leia Organa em outros filmes. A atriz, como todo mundo sabe, morreu no final do ano passado. Mas em cada cena que ela aparece, essa lembrança torna sua presença mais intensa. Carrie é a alma da Resistência. A beleza do filme, contudo, reside no controle e orquestração de Johnson. Um sujeito que organiza cada etapa, do roteiro a filmagem, da edição, a finalização, imprimindo sua filosofia própria: em cada detalhe sente-se a personalidade do diretor, nos diálogos, nas tiradas, nos desenvolvimentos dos personagens. Um defeito que foi se ampliando nos filmes de George Lucas, era a questão dos personagens secundários. Lucas sempre foi muito bom em criar novos vilões, mutantes e extraterrestres, mas as novas estrelas nem sempre tinham uma função forte. Não havia um desenho de desenvolvimento. Vide a profundidade que tiveram personagens como Boba Feet, Darth Maul ou o General Grievous. Lucas aumentava seu universo de bonecos, pensando em vender os brinquedos. Johnson criou um novo grupo, que obviamente também serão vendidos como brinquedos. Mas há uma sensível diferença aqui. Cada um dos novos tipos apresentados tem uma razão, uma motivação orgânica para estar em cena. Sejam os Porgs, as Raposas de Cristal ou os Fathiers, cavalos espaciais de orelhas cumpridas. O diretor nunca perde o fio da meada: o corpo físico briga com o psicológico, e no final, a questão de quem triunfa, é relativa. Quem bom que temos um filme onde o conforto é mandado pro espaço e onde as fronteiras são claras apenas para os que preferem se iludir. A arte de Johnson, como ele já tinha nos mostrado em “Looper – Assassinos do Futuro”, é empolgante por que não se fecha em raciocínio simples. É a arte da aventura da inquietude e da tormenta humana.
Nove pôsteres de Star Wars: Os Últimos Jedi destacam robôs, alienígenas, acessórios e naves espaciais
A Lucasfilm divulgou nove pôsteres de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que destacam individualmente os principais robôs da trama, BB-8, R2-D2 e C-3PO, além de armas, naves e alienígenas, incluindo um porg. O bichinho fofinho é uma das novidades do filme, que foi escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”) e estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Daisy Ridley diz que não continuará na saga Star Wars após o Episódio IX
A atriz Daisy Ridley, que interpreta a heroína Rey, protagonista da atual trilogia “Star Wars”, afirmou que sairá da saga após “Star Wars: Episódio IX”. “Estou realmente animada para fazer o terceiro filme, até porque foi para isso que eu assinei – três filmes. Então, na minha cabeça, serão três filmes. Acho que será o momento certo para encerrar”, ela disse, em entrevista à revista Rolling Stone. A Disney e a produtora Lucasfilm preparam uma nova trilogia que continuará a história após o “Episódio IX”. Mas a ideia é abordar novos personagens. O diretor Rian Johnson, que assina “Star Wars: Os Últimos Jedi“, será o responsável por essa nova fase. Ridley voltará a viver Rey nos cinemas em dezembro, na estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, e voltará para concluir sua participação em “Star Wars: Episódio IX”, previsto para 2019. Mas isso não impede que ela feche novo contrato para retomar a personagem no futuro, como aconteceu com Mark Hamill, Harrison Ford e Carrie Fisher em “Star Wars: O Despertar da Força”.
Novas fotos de Star Wars: Os Últimos Jedi incluem personagens de Andy Serkis e Benicio Del Toro
A Lucasfilm divulgou 34 fotos em alta resolução de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Algumas delas já tinha sido adiantadas pela revista Entertainment Weekly, mas agora podem se apreciadas sem o logotipo da publicação. Entre as cenas retratadas estão o treinamento de Rey (Daisy Ridley) com Luke Skywalker (Mark Hamill) e a nova aventura de Finn (John Boyega), ao lado de uma uma mecânica chamada Rose Tico (a novata Kelly Marie Tran) e em combate contra a Capitã Phasma (Gwendoline Christie). Além disso, a galeria inclui as primeiras fotos oficiais do Supremo Líder Snoke (Andy Serkis) e DJ (Benicio Del Toro). Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), que também aparece em imagens de bastidores, “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA. Outras dezenas de fotos em alta resolução, anteriormente divulgadas, podem ser conferidas aqui.
Chewbacca se estressa com um Porg no novo comercial de Star Wars: Os Últimos Jedi
“Star Wars: Os Últimos Jedi” ganhou um novo comercial de TV. É curtinho, mas destaca um momento cômico inédito, em que Chewbacca aparece estressado com um Porg a bordo do Millennium Falcon. O bichinho fofinho é uma das novidades do filme, que foi escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”) e estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
O lado negro da Força tenta Rey em novos comerciais de Star Wars: Os Últimos Jedi
A Lucasfilme divulgou mais dois comerciais de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Ambos mostram o lado negro da Força tentando alcançar Rey (Daisy Ridley), diante de um horrizado Luke Skywalker (Mark Hamill), mas apenas um deles foi legendado pela Disney no Brasil. O vídeo com legendas também destaca a reação de Poe (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega) diante do avanço da influência do Supremo Líder Snoke (Andy Serkis). Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Star Wars: Os Últimos Jedi revela 10 fotos novas
A revista Entertainment Weekly divulgou mais dez fotos de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que podem ser vistas abaixo. As imagens destacam os protagonistas Rey (Daisy Ridley), Luke Skywalker (Mark Hamill), General Leia (Carrie Fisher), Finn (John Boyega), Poe Dameron (Oscar Isaac) e as novas personagens Vice-Almirante Amilyn Holdo (Laura Dern) e a mecânica Rose Tico (a novata Kelly Marie Tran), além de uma cena de bastidores com o diretor Rian Johnson (“Looper”). Escrito e dirigido por Johnson, “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Vídeo de bastidores de Star Wars: Os Últimos Jedi ressalta trabalho do diretor Rian Johnson
A Lucasfilm divulgou um novo vídeo de bastidores de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, focado no trabalho do diretor e roteirista Rian Johnson (“Looper”). Entre depoimentos, inclusive da falecida Carrie Fisher, e imagens de diferentes sets, há algumas cenas inéditas do filme. “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi foi visto mais de 120 milhões de vezes em 24 horas
O trailer completo de “Star Wars: Os Últimos Jedi” foi um dos mais vistos do mundo em todos os tempos. Segundo a Lucasfilm, o vídeo foi visto mais de 120 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. A conta, difícil de conferir, considera todos os países e plataformas. O recorde de trailer mais visto em 24 horas pertence a “It: A Coisa”, que teve cerca de 197 milhões de visualizações, também de acordo com seu estúdio. Em comunicado, a Lucasfilm comemorou a marca e agradeceu aos fãs. “A resposta ao trailer e a ansiedade dos fãs para ver ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ é o que nos deixa mais orgulhosos. É difícil articular o que esses números de visualização, as discussões online e os vídeos de reação que gerou – e que assistimos! – significa para nós. Somos humildes e gratos. Para aqueles que já compraram seus ingressos para o fim de semana de abertura, muito obrigado. Em apenas dois breves meses, muito ainda será revelado sobre Rey, Kylo Ren, Finn, Leia e Luke… e nossos novos amigos”. Com roteiro e direção de Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil. Reveja abaixo o trailer legendado.
Veja a versão legendada do trailer espetacular de Star Wars: Os Últimos Jedi
A Disney divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Aliás, que trailer! Após os elogios rasgados já postados sobre o vídeo original, vale a pena detalhar melhor as novidades reveladas pela prévia. A aparição do Supremo Líder Snoke (Andy Serkis), chefão da Primeira Ordem, é o elemento mais evidente. Mas a inesperada virada da narrativa é que dá o que falar. A reviravolta começa com o temor de Luke Skywalker (Mark Hamill) diante do poder de Rey (Daisy Ridley), que lhe lembra Kylo Ren (Adam Driver), seu antigo pupilo que renegou a Força e, em cenas de flashback, parece ter promovido um massacre – na antiga Academia Jedi? E Ren ressurge marcado pela tragédia, após ter matado o próprio pai (Harrison Ford), prestes a fazer o mesmo com sua mãe, a General Leia (Carrie Fisher), numa cena muito tocante, antes de estender a mão para Rey, aparentemente oferecendo-se para virar seu mestre, após Luke a rejeitar. A cena final ganha ainda mais significância quando se repara no pôster. É o nono divulgado. E todos eles enfatizam as cores vermelha e preta, como a bandeira da Primeira Ordem. Com um detalhe a mais no novo cartaz: os rastros dos caças, na parte inferior, formam literalmente a imagem da bandeira das forças leais ao Império. Com este trailer e a informação visual do pôster, não faltam questionamentos dos angustiados. Será a ida de Rey para o lado negro? E qual o resultado do confronto entre mãe e filho? Uma explosão espacial selará o destino de Leia, após a morte de sua intérprete? Sem esquecer que há muitos outros personagens ao largo desse núcleo familiar, como Finn (John Boyega), que trava um duelo com Phasma (Gwendoline Christie), e Poe (Oscar Isaac), que parece assumir uma postura de líder da Rebelião. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novo trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi é de aplaudir de pé
Não há dúvidas que “Star Wars” tem os melhores trailers do cinema americano. Quem não lembra o impacto dos primeiros segundos de divulgação de “O Despertar da Força”? Pois a Lucasfilm conseguiu superar-se com a nova prévia de “Os Últimos Jedi”. E também divulgou um novo pôster. Dramática, climática e cheia de cenas impactantes, a prévia confirma que a franquia é muito mais que efeitos visuais deslumbrantes, mergulhando no coração dos personagens, seus temores, dúvidas, decepções e relacionamentos. Com uma edição pontuada por narrações extraídas da trama, mesmo sem revelar grandes reviravoltas, o vídeo aponta direções surpreendentes e inesperadas. Tanto que, ao final, no segundo entre o escurecimento da tela e a primeira nota do tema clássico de John Williams, o primeiro impulso é fechar a boca (caída após o encontro entre Rey e Kylo Ren) e aplaudir de pé. A cena final também ganha mais importância quando se repara no pôster. É o nono divulgado. E todos eles enfatizam as cores vermelha e preta, como a bandeira da Primeira Ordem. Com um detalhe a mais no novo cartaz: os rastros dos caças, na parte inferior, formam literalmente a imagem da bandeira das forças leais ao Império. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Star Wars: Os Últimos Jedi termina pós-produção
O diretor Rian Johnson (“Looper”) anunciou que “Star Wars: Os Últimos Jedi” terminou oficialmente sua pós-produção. O diretor divulgou a novidade nas redes sociais, junto de uma foto com a equipe comemorando a conclusão dos trabalhos. “Eeeee acabou para a equipe mais trabalhadora de pós-produção na galáxia. Vou sentir falta de ficar sentado em quartos escuros com estes brincalhões”, ele escreveu na legenda. Escrito e dirigido por Johnson, “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA. Aaaand that’s a wrap on the hardest working post production team in the galaxy. Going to miss sitting in dark rooms with these goobers. Uma publicação compartilhada por Rian Johnson (@riancjohnson) em Set 21, 2017 às 7:19 PDT










