Star Wars: Donald Glover é confirmado como novo Lando Calrissian no spin-off de Han Solo
A Disney e a LucasFilm confirmaram oficialmente a escalação de Donald Glover como a versão jovem de Lando Calrissian no novo spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo. Glover é mais conhecido por estrelar quatro temporadas da série “Community”, mas neste ano conquistou uma nova façanha com o lançamento de “Atlanta”, que registrou a maior audiência de uma série estreante na história do canal pago FX. Além de estrelar, ele criou “Atlanta”, baseado em suas próprias experiências como rapper – ele tem um disco indicado ao Grammy sob a alcunha de Childish Gambino. Além disso, o ator apareceu no filme indicado ao Oscar “Perdido em Marte” (2015) e está no elenco do novo “Homem-Aranha”. Originalmente vivido por Billy Dee Williams nos clássicos “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), o contrabandista Lando Calrissian era o dono original da Millenium Falcon, mas perdeu a nave para Han Solo após apostá-la em uma partida de sabacc. Como lembrou recentemente a série “Stranger Things”, ele também ficou marcado por trair o companheiro para o Império, mas teve um arco redentor, ao se juntar aos rebeldes em “O Retorno de Jedi”. O novo filme vai mostrar Lando em suas primeiras aventuras, como um canalha em ascensão no submundo da galáxia. “Temos sorte de contar com um artista tão talentoso como Donald”, disseram os diretores Phil Lord e Christopher Miller (dupla de “Anjos da Lei” e “Uma Aventura Lego”), num divertido comunicado. “Ele tem grandes sapatos para preencher, e um capa ainda maior, e tudo lhe cai perfeitamente, o que vai nos poupar dinheiro em reformas de figurino. Aproveitando, gostaríamos de pedir desculpas publicamente para Donald por arruinar sua chance de voltar a aproveitar anonimamente a Comic-Con para sempre.” O intérprete do jovem Han Solo será Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) e o roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista dos dois filmes citados da trilogia original e do blockbuster “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que assinará a nova história com seu filho Jon Kasdan. O filme de Han Solo estreia em maio de 2018.
Star Wars: Conheça as atrizes que disputam o principal papel feminino no filme de Han Solo
A Disney começou a fazer testes de elenco para definir a protagonista feminina de seu próximo spin-off da franquia “Star Wars”, o longa focado na juventude de Han Solo. Segundo o site da revista Variety, a disputa está acirrada entre as atrizes Zoë Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Naomi Scott (do vindouro “Power Rangers”) e Tessa Thompson (“Creed: Nascido para Lutar”). As três se encontraram com os diretores Phil Lord e Chris Miller em Londres nos últimos dias e uma delas irá contracenar com Alden Ehrenreich, intérprete de Han Solo na aventura. Os diretores também avaliaram jovens talentos para o papel de Lando Calrissian, que, segundo rumores, estaria perto de ser definido com a contratação Donald Glover – os testes teriam apenas consolidado a decisão. A previsão de início das filmagens do spin-off é janeiro, por isso o elenco deve ser anunciado em breve. Escrito por Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despetar da Força”) e seu filho Jon (“A Primeira Vez”), o filme de Han Solo estreia em maio de 2018.
Star Wars: Disney procura versão jovem de Lando Calrissian
A Disney estaria procurando um ator para viver a versão jovem de Lando Calrissian no novo spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo. Segundo o The Wrap, o estúdio teria começado a busca do novo intérprete do personagem, originalmente vivido por Billy Dee Williams nos clássicos “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). O contrabandista Lando Calrissian era o dono original da Millenium Falcon, mas perdeu a nave para Han Solo após apostá-la em uma partida de sabacc. Como lembrou recentemente a série “Stranger Things”, ele ficou marcado por trair o companheiro para o Império, mas teve um arco redentor, ao voltar atrás. O intérprete do jovem Han Solo será Alden Ehrenreich (“Ave, César!”). O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e seu filho Jon Kasdan, e a direção estará a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”). Recentemente, o jornal New York Daily News afirmou que a Disney estaria planejando uma nova trilogia com o personagem e que Ehrenreich teria assinado contrato para três filmes.
Star Wars: Disney pretende construir nova trilogia em torno do jovem Han Solo
Han Solo pode ganhar uma trilogia própria nos cinemas. Segundo o jornal The New York Daily News, o ator Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) assinou contrato para pelo menos três filmes no papel da versão jovem do personagem. O ator foi anunciado no começo do mês como protagonista da primeira aventura solo do personagem, num spin-off da saga “Star Wars” que mostrará sua história antes dos eventos do filme “Guerra nas Estrelas” (1977) – que apresentou Han Solo a milhões de fãs do mundo inteiro. De acordo com uma fonte do jornal, haveria um grande entusiasmo da Disney em torno do filme do Han Solo e seu potencial para continuações. “Considerando que as primeiras aventuras de Han não precisam estar relacionadas ao Império, isso deixa uma abertura para outras histórias com oportunidade de entregar aos fãs algo realmente diferente. Eles podem explorar novas galáxias e criaturas loucas e apresentar uma grande variedade de novos personagens”, disse a fonte citada pela reportagem. O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e seu filho Jon Kasdan, e a direção está a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”). Sem sinopse divulgada, o filme se passará muitos anos antes dos eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977) e deverá explicar como Han Solo se tornou um contrabandista. Recentemente, foi confirmado que o longa, ainda sem título, também terá a participação de Chewbacca. A previsão é que o lançamento aconteça em 25 de maio de 2018.
Star Wars: Alden Ehrenreich é oficialmente confirmado como o novo Han Solo
Agora é oficial. O ator Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) foi confirmado no papel de jovem Han Solo no próximo filme derivado de “Star Wars”, durante a convenção Star Wars Celebration, em painel que contou com sua presença e dos diretores do filme neste domingo (17/7). Sem sinopse divulgada, o filme se passará muitos anos antes dos eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977) e deverá explicar como Han Solo se tornou um contrabandista. Recentemente, foi confirmado que o longa, ainda sem título, também terá a participação de Chewbacca. O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e seu filho Jon Kasdan, e a direção está a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”). A previsão é que o lançamento aconteça em 25 de maio de 2018.
Ator de Ave, César! será o novo Han Solo em derivado de Star Wars
A produção do filme derivado de “Star Wars” sobre o jovem Han Solo definiu seu protagonista. O site Deadline apurou que o ator Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) ficou com o papel. Ele tinha se destacado nos testes de elenco, conforme o mesmo site tinha registrado há três semanas. Além dele, outros dois atores chegaram até a reta final da triagem: Jack Reynor (“Transformers 4: A Era da Extinção”) e Taron Egerton (“Kingsman – Serviço Secreto”), que desbancaram outros candidatos cotados, como Dave Franco (“Vizinhos”) e Milles Teller (“Quarteto Fantástico”). Recentemente, foi confirmado que o filme, ainda sem título, também terá a participação de Chewbacca. A previsão é que o lançamento aconteça em 25 de maio de 2018. Sem sinopse divulgada, a trama deve explicar como Han Solo se tornou um contrabandista. O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e seu filho Jon Kasdan. Alden Ehrenreich está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros na comédia “Ave, César!”, dos irmãos Coen.
Ator de Dezesseis Luas é favorito a viver o jovem Han Solo em filme derivado de Star Wars
A produção do filme derivado de “Star Wars” sobre o jovem Han Solo já tem um favorito para viver o protagonista. Segundo fontes do site Deadline, o ator Alden Ehrenreich (“Dezesseis Luas”) se destacou nos testes de elenco e deve ficar com o papel. Além dele, outros dois atores chegaram até a reta final da triagem: Jack Reynor (“Transformers 4: A Era da Extinção”) e Taron Egerton (“Kingsman – Serviço Secreto”), que desbancaram outros candidatos cotados, como Dave Franco (“Vizinhos”) e Milles Teller (“Quarteto Fantástico”). Recentemente, foi confirmado que o filme, ainda sem título, também terá a participação de Chewbacca. A previsão é que o lançamento aconteça em 25 de maio de 2018. Sem sinopse divulgada, a trama deve explicar como Han Solo se tornou um contrabandista. O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e seu filho Jon Kasdan. Alden Ehrenreich está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros na comédia “Ave, César!”, dos irmãos Coen.
Três atores lideram a disputa para o papel do jovem Han Solo no cinema
O filme sobre o jovem Han Solo está perto de definir seu protagonista. Segundo o site The Hollywood Reporter, o papel deve ficar entre três jovens atores, que se destacaram nos testes: Alden Ehrenreich (“Dezesseis Luas”), Jack Reynor (“Transformers 4: A Era da Extinção”) e Taron Egerton (“Kingsman – Serviço Secreto”) Todos realizaram testes na semana passada, em Londres, e desbancaram outros candidatos cotados, como Dave Franco (“Vizinhos”) e Milles Teller (“Quarteto Fantástico”). De todo modo, sempre é possível que um novo candidato surpreenda na última hora e fique com o papel. Recentemente, foi confirmado que o filme, ainda sem título, também terá a participação de Chewbacca. A previsão é que o lançamento aconteça em 25 de maio de 2018. Sem sinopse divulgada, a trama deve explicar como Han Solo se tornou um contrabandista. O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força”, e seu filho Jon Kasdan.
Filme de Han Solo deve se passar 10 anos antes do primeiro Guerra nas Estrelas
O roteirista Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) revelou que o filme de origem de Han Solo se passará 10 antes dos eventos de “Guerra nas Estrelas” (também conhecido como “Star Wars: Uma Nova Esperança”, por quem viu Han “sacar primeiro”), o longa que inaugurou a franquia em 1977. “O filme não será sobre onde ele nasceu e como ele foi criado”, disse Kasdan em entrevista ao site Indiewire, descartando a aparição de Han Solo adolescente. “Eu acredito que se passará uns 10 anos antes de ‘Guerra nas Estrelas’, talvez até tenhamos um vislumbre do que aconteceu um pouco antes desse filme”, adiantou. Em entrevista anterior, Kasdan afirmou que não queria um ator parecido com Harrison Ford, mas que tivesse o mesmo carisma no longa derivado. A seleção, segundo alguns rumores, estaria selecionando o intérprete entre 2.500 atores, com idade entre 18 a 32 anos – entre os candidatos, estariam Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Ansel Elgort (“Divergente”), Dave Franco (“Vizinhos”), Miles Teller (“Quarteto Fantástico”), Nick Robinson (“Jurassic World”), Chandler Riggs (série “The Walking Dead”), Hunter Parrish (série “Weeds”), Rami Malek (série “Mr. Robot”), Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Ed Westwick (série “Gossip Girl”), Tom Felton (série “Harry Potter”), Joshua Sasse (série “Galavant”), Colton Haynes (série “Arrow”), Jack Reynor (série “Transformers”), Max Thieriot (série “Bates Motel”) e Logan Lerman (“Corações de Ferro”). Escrito por Kasdan, o spin-off será dirigido por Christopher Miller e Phil Lord, dupla responsável pelas franquias “Uma Aventura LEGO” e “Anjos da Lei”. A estreia está programada para 25 de maio de 2018.
Novo Star Wars supera expectativas e se mostra à altura da trilogia original
A fascinação do público por “Star Wars” pode ser facilmente medida em (grandes) números. Uma das franquias mais admiradas e bem-sucedidas do cinema, “Star Wars” tornou-se, desde a estreia, em 1977, do então “Guerra nas Estrelas”, um sucesso não apenas no cinema, mas um fenômeno em termos de comercialização de produtos que vão desde action figures, passando por camisetas, cobertores e sandálias e tudo o que você puder imaginar. Ainda que presentes no imaginário popular há quase 40 anos, a saga foi aos poucos perdendo o encanto e a magia que encantou crianças, jovens e adultos neste período, muito por conta das versões plastificadas, artificiais e medíocres entregues por George Lucas nos prólogos que estrearem entre 1999 e 2005. Anunciado desde a compra da LucasFilm pela Disney, este “O Despertar da Força” vinha sendo aguardado com uma expectativa incomensurável, fosse pela direção de J.J, Abrams (um diretor talentoso que já havia ressuscitado “Star Trek”, uma franquia tão amada quanto), pelo roteiro co-escrito por Lawrence Kasdan (um mestre do assunto, responsável por “Caçadores da Arca Perdida” e “O Império Contra-Ataca”, consideradas até hoje como duas das melhores aventuras de todos os tempos) como pelo retorno aos efeitos práticos e cenários verdadeiros, bem diferentes dos prólogos, que o tempo tratou de aproximar dos videogames. O fato é que, passada a euforia de estreia, é absolutamente correto afirmar que “O Despertar da Força” não apenas honra toda a trilogia original como é uma das aventuras mais aprazíveis, emocionantes, divertidas e eficientes de todo o ano, além de, mesmo com diversas falhas pontuais, um triunfo em seu aspecto mais crucial, o de trazer ao espectador aquela sensação de encantamento que até hoje coloca “Star Wars” como algo bem maior que uma simples franquia cinematográfica. “O Despertar da Força” é simplesmente a continuação de “Star Wars” que todos desejavam, um retorno a um universo familiar e conhecido, mas que revela diversas surpresas, revelações e choques capazes de abalar até o mais frio dos espectadores. A trama faz questão de trabalhar com os cânones da saga de forma respeitosa. Até demais, em alguns aspectos. Mesmo os espectadores mais desatentos perceberão que este “Episódio VII” nada mais é do que uma refilmagem pouco disfarçada do “Episódio IV”, o primeiro “Guerra nas Estrelas”. Há a jovem solitária que vive no deserto e que encontra um pequeno robô – o simpático, carismático e divertido BB-8 – que carrega consigo uma mensagem secreta que deve ser entregue à Resistência Rebelde. A jovem conta com a ajuda de diversos amigos e de um mentor, ao mesmo tempo em que são perseguidos por um cavaleiro de roupas negras – isso sem contar a ameaça de uma nova e poderosa estação espacial. Não faltam nem o resgate nesta mesma estação e um ataque de caças na conclusão. Se a plot não faz questão de inovar – talvez como homenagem, talvez como falta de ousadia – o roteiro de Kasdan e Abrams faz com que este seja um problema facilmente contornável, graças a um trabalho excepcional no desenvolvimento e na apresentação de personagens e de situações que – ainda que continuem referenciando diversos elementos da saga – são capazes de elevar-se acima da mera referência e se tornem releituras carregadas de força e intensidade dramática. Sim, o filme é um “fan service” descarado (ainda que de forma muito mais sutil e inteligente do que, por exemplo, “Jurassic World”), mas tão bem feito que transcende esse reducionismo. Além do roteiro que foge das explicações óbvias e das redundâncias que abundaram nos prólogos, boa parte do sucesso do filme se deve à direção inspirada de J.J Abrams, que entrega aqui aquele que é o seu melhor trabalho, um filme com um ritmo empolgante, com um humor que funciona e não soa deslocado, com sequências de ação acachapantes e com diversos momentos que já podem se posicionar entre os mais admiráveis e emblemáticos da saga, como a impactante sequência da ponte – uma (outra) referência a “O Império Contra-Ataca” – um momento tão bem estruturado e encenado que Abrams mereceria nossos aplausos apenas por tê-lo feito com a importância e com o peso exigidos. Abrams recupera a estética original estabelecida no “Episódio IV” – com suas naves envelhecidas e enferrujadas, suas transições que lembram animações de PowerPoint, a trilha sonora de John Williams, os efeitos sonoros de Ben Burtt. A pegada pé no chão é tão convincente que os poucos momentos em que o filme parece não funcionar ocorrem justamente com a entrada de criaturas digitais, como a Maz Tanaka de Lupita N´yongo e do Supremo Líder Snoke de Andy Serkis. Outro ponto da modernidade estampada neste “Episódio VII” é a escolha de seus protagonistas. Em um ano em que tivemos a força de uma Imperatriz Furiosa, a inteligência de uma Ilsa Faust e o altruísmo de Katniss, é um deleite perceber que todas elas apenas estavam abrindo espaço para a jovem Rey – talvez uma protagonista bem mais interessante que Luke Skywalker no filme de 1977. Interpretado pela gracinha Daisy Ridley, Rey segue, inicialmente, os mesmos passos do jovem Skywalker, mas sua narrativa e seu crescimento dentro da trama são desenvolvidos com muito mais consistência. E, sim, temos uma garota protagonizando “Star Wars”. Até por conta disso, fica evidente que o arco do personagem Finn (Jon Boyega, aproveitando a oportunidade com sangue nos olhos) é bem mais frágil: um stormtrooper com crise de consciência que resolve abandonar a Primeira Ordem, uma espécie de reboot do Império Galáctico. Da mesma forma, o carismático Poe Dameron de Oscar Isaac – o melhor piloto da galáxia de todos os tempos! – é outro personagem que clama por mais espaço nos próximos episódios. Do lado dos vilões, Adam Driver arrisca em transformar seu Kylo Ren em uma versão mais jovem de Darth Vader, tão poderosa quanto, mas repleto de dúvidas e questionamentos. Ao lado de Rey, Kylo Ren é com certeza um dos mais complexos personagens desta nova saga, uma figura ao mesmo tempo ameaçadora e trágica, que sofre justamente com a tentação de não cair para o lado luminoso da Força. Driver dá vida a um vilão tão interessante que seus primeiros cinco minutos em tela ofuscam todas as aparições do jovem Darth da segunda trilogia. Entre os veteranos, é um deleite em todos os sentidos reencontrar estes personagens 30 anos mais velhos – e mais experientes. Com um bem aproveitado tempo em tela, é possível afirmar que Han Solo e Rey são o coração e a alma deste novo “Star Wars”. O veterano ator tira sua carranca mal-humorada e restabelece Solo no panteão dos grandes personagens do cinema. Já Carrie Fisher demonstra com dignidade o peso dos anos e da experiência que transformaram a Princesa em General Leia, carregando consigo uma dor e uma resignação tocantes. De Mark Hammil e seu Luke Skywalker não podemos falar muito. Escondido em toda a divulgação do filme, Skywalker transformou-se, assim como seus colegas de luta, em uma figura mítica e lendária. Não por acaso, o filme gira todo em torno de sua busca, e sua presença, mesmo quando apenas mencionada, traz novamente ao filme aquele viés épico e grandioso que tanto admiramos na primeira trilogia. Concluindo com aquele que é provavelmente o plano mais belo, interessante e promissor de todos os seis filmes anteriores, “O Despertar da Força” consegue se mostrar superior até ao excruciante hype que o precedia. Para além da memória afetiva e da expectativa, é uma obra carregada de nostalgia que chega derrubando todas as portas com um olhar moderno e relevante: um blockbuster honesto e autêntico em suas premissas, feito para entreter os fãs e converter novas gerações à saga que começou a muito tempo atrás numa galáxia muito distante.
Personagens de Star Wars ganham novos pôsteres individuais
A Disney divulgou novos pôsteres individuais dos personagens de “Star Wars: O Despertar da Força”, sendo que quatro deles foram lançados, por enquanto, com exclusividade na China, após a polêmica com o cartaz principal do filme. As artes chinesas destacam Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”), Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”), Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”) e o casal Han Solo (Harrison Ford) e Princesa Leia (Carrie Fisher), enquanto as americanas incluem Poe Dameron (Oscar Isaac, de “Inside Llewyn Davis”) e o novo robô BB-8. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), o filme estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.








