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  • Reality

    Susana Vieira fez Herança em Jogo mudar de nome por “pavor de morrer”

    23 de setembro de 2026 /

    Atriz de 84 anos quase recusou reality porque produção se chamaria "A Falecida"

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  • TV

    Lula decreta luto oficial por Glória Menezes e Laura Cardoso

    19 de agosto de 2026 /

    Presidente homenageia as duas atrizes e destaca contribuição de quase sete décadas para a dramaturgia brasileira

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  • TV

    Neta revela últimos momentos de Laura Cardoso: “Ela só respirou e foi embora”

    18 de agosto de 2026 /

    Adriana Balleroni diz que atriz estava lúcida e cercada pela família, enquanto bisneto lembra desejo de morrer dormindo

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  • TV

    Laura Cardoso morre aos 98 anos

    18 de agosto de 2026 /

    Atriz deixa mais de 100 trabalhos em trajetória que percorreu rádio, televisão, teatro, cinema e dublagem

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  • TV

    Globo inaugura Calçada da Fama para celebrar 30 anos de seus estúdios

    3 de outubro de 2025 /

    Atores veteranos como Fernanda Montenegro, Tony Ramos, Ary Fontoura, Betty Faria e Nathália Timberg ganharam estrelas em homenagem

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  • TV

    Globo muda programação e reprisa Tributo a Francisco Cuoco após morte do ator

    19 de junho de 2025 /

    Em homenagem ao astro, emissora exibe especial durante a madrugada e adia "Conversa com Bial"

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  • Filme

    Fernanda Torres, Walter Salles e Marcelo Rubens Paiva recebem Ordem do Mérito Cultural por “Ainda Estou Aqui”

    21 de maio de 2025 /

    Cerimônia no Rio homenageia filme vencedor do Oscar e destaca figuras históricas da cultura brasileira

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  • TV

    Laura Cardoso será homenageada pela Globoplay no Dia da Mulher

    25 de fevereiro de 2024 /

    A atriz veterana de 96 anos será o foco de um programa especial que celebrará sua longa carreira televisiva

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  • Filme

    Festival de Gramado inicia 51ª edição com várias novidades

    12 de agosto de 2023 /

    Um dos mais tradicionais festivais de cinema no Brasil, o Festival de Gramado, inicia sua 51ª edição neste sábado (12/8), com uma programação repleta de atrações e novidades. Este ano, os organizadores do festival apostam em uma programação em diferentes formatos. A ausência de filmes estrangeiros, que faziam parte do line-up do festival desde 1992, marca uma seleção totalmente nacional, com reforço na seleção de documentários, que disputarão prêmios exclusivos. Além disso, pela primeira vez, haverá o lançamento de uma série: “Cangaço Novo”, que estreia na Amazon Prime Video no dia 19.   Filme de abertura A abertura do evento traz a exibição fora de competição do documentário “Retratos Fantasmas”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que narra a história do centro da cidade do Recife, com foco nos cinemas de rua que marcaram o local ao longo do século 20. Além da celebração da cinefilia, também aborda questões políticas e culturais, como o constante assédio da especulação imobiliária nas grandes cidades brasileiras – tema que Mendonça abordou num de seus filmes mais conhecidos, “Aquarius”, estrelado por Sonia Braga em 2016. O documentário, que foi aplaudido de pé no Festival de Cannes e selecionado para o Festival de Toronto, será seguido pela exibição de curtas e do longa “Angela”, de Hugo Prata, na mostra competitiva.   Cinebiografia de Ângela Diniz “Angela” é uma cinebiografia de Ângela Diniz, estrelada por Isis Valverde. A socialite mineira foi vítima de feminicídio em 1976, em um caso que chocou o Brasil. O crime cometido por Raul “Doca” Street tornou-se um divisor de águas no movimento feminista e no Direito brasileiros. Durante o julgamento do assassino, que deu quatro tiros no rosto da companheira, a defesa alegou “legítima defesa da honra” para tentar absolvê-lo do caso. Ele alegou ter matado “por amor”. O argumento gerou polêmica. Militantes feministas organizaram um movimento cujo slogan – “quem ama não mata” – tornou-se, anos mais tarde, o título de uma minissérie da Globo. Até o grande poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) se manifestou: “Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras”, referindo-se à estratégia da defesa de culpabilizar Angela Diniz por seu próprio assassinato. A tese da “legítima defesa da honra” constava no Código Penal da época, mas mesmo assim Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão. Na década seguinte, a nova Constituição, elaborada ao fim da ditadura, acabou com essa desculpa para o feminicídio, mas só agora, em agosto de 2023, o STF (Supremo Tribunal Federal) a tornou oficialmente inconstitucional.   Outros títulos em destaque A lista de produções selecionadas também incluem outra cinebiografia: “Mussum — O Filmis”, dirigido por Sílvio Guindane, que traz Ailton Graça como o músico e comediante Mussum, um dos integrantes do grupo Os Originais do Samba e do humorístico “Os Trapalhões”. A mostra competitiva de ficção ainda traz “Uma Família Feliz”, thriller dirigido por José Eduardo Belmonte e estrelado por Grazi Massafera, “O Barulho da Noite”, drama do Tocantins sobre infância roubada, dirigido por Eva Pereira, “Mais Pesado É o Céu”, novo drama de Petrus Cariry, e “Tia Virgínia”, de Fabio Meira e estrelado por Vera Holtz.   Homenagens femininas Em um feito inédito, a edição de 2023 do Festival de Gramado vai homenagear exclusivamente mulheres que contribuíram significativamente para o cinema brasileiro. A produtora Lucy Barreto receberá o Troféu Eduardo Abelin, a atriz Ingrid Guimarães será agraciada com o Troféu Cidade de Gramado, Laura Cardoso e Léa Garcia serão homenageadas com o Troféu Oscarito, e Alice Braga contemplada com o Troféu Kikito de Cristal. Lucy Barreto, mineira de Uberlândia, é uma das produtoras mais ativas do cinema brasileiro. Com uma carreira que remonta ao final dos anos 1960, Barreto é reconhecida por sua contribuição à indústria audiovisual nacional e internacional, tendo produzido importantes obras do cinema brasileiro como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “O Quatrilho” (1995), e “Flores Raras” (2013). Com uma carreira de mais de 35 anos e inúmeros sucessos no teatro e na televisão, Ingrid Guimarães foi responsável por uma revolução comerial no cinema nacional com a trilogia “De Pernas Pro Ar” (2010-2019), um dos maiores sucessos cinematográficos do século, além de ter participado do primeiro “Minhã Mãe É uma Peça” (2013) e de comédias como “Fala Sério, Mãe” (2017), que consolidaram seu nome entre os mais populares do cinema brasileiro. A veterana atriz Laura Cardoso, de 95 anos e mais de sete décadas dedicadas à atuação, é uma pioneira na televisão brasileira. Estreou em 1952 e coleciona prêmios até hoje. No cinema, participou de clássicos como “Corisco, O Diabo Loiro” (1968), “Tiradentes, O Mártir da Independência” (1977) e “Terra Estrangeira” (1995). Seu trabalho mais recente é a comédia “De Perto Ela Não é Normal” (2020). Também com vasta experiência, Léa Garcia está com 90 anos e soma mais de 100 produções no cinema, teatro e televisão. Peça fundamental na quebra da barreira dos personagens até então destinados a atrizes negras, ela se destacou em novelas como “Selva de Pedra” (1972), “Escrava Isaura” (1976), “Xica da Silva” (1996) e “O Clone” (2001). Além disso, já foi premiada no próprio Festival de Gramado com “Filhas do Vento” (2004) e os curtas “Hoje tem Ragu” (2008) e “Acalanto” (2013). Mais jovem da lista, aos 40 anos Alice Braga é mais vista em Hollywood que no Brasil. Sobrinha da famosa Sonia Braga, ela estourou com “Cidade de Deus” (2002) e, desde então, já participou de 40 produções, atuando ao lado de nomes como Will Smith, Anthony Hopkins, Margot Robbie, Ben Affleck e Matt Damon. Mas nem por isso abandonou a terra natal, encontrando tempo para filmar obras como “Entre Idas e Vindas” (2016) e “Eduardo e Mônica” (2020). O Festival de Gramado acontece até o próximo dia 19, quando serão entregues os troféus Kikitos.

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  • Filme

    Festival de Gramado homenageará cinco mulheres importantes do cinema brasileiro

    14 de julho de 2023 /

    Em um feito inédito, a edição de 2023 do Festival de Gramado vai homenagear exclusivamente mulheres que contribuíram significativamente para o cinema brasileiro. A produtora Lucy Barreto receberá o Troféu Eduardo Abelin, a atriz Ingrid Guimarães será agraciada com o Troféu Cidade de Gramado, Laura Cardoso e Léa Garcia serão homenageadas com o Troféu Oscarito, e Alice Braga contemplada com o Troféu Kikito de Cristal. A presidente da Gramadotur, Rosa Helena Volk, enalteceu o protagonismo feminino no setor. “Pela primeira vez na nossa história estamos entregando todas as nossas honrarias a mulheres. Assim, refletimos sobre as diversas gerações de mulheres que construíram e constroem o cinema no Brasil”, afirmou Volk. Lucy Barreto, mineira de Uberlândia, é uma das produtoras mais ativas do cinema brasileiro. Com uma carreira que remonta ao final dos anos 1960, Barreto é reconhecida por sua contribuição à indústria audiovisual nacional e internacional, tendo produzido importantes obras do cinema brasileiro como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “O Quatrilho” (1995), e “Flores Raras” (2013). Por sua vez, a atriz Ingrid Guimarães tornou-se uma das atrizes mais populares do Brasil. Natural de Goiânia, ela acumula uma carreira de mais de 35 anos, com inúmeros sucessos no teatro, na televisão e no cinema. Ingrid foi responsável por uma revolução no cinema nacional, com a trilogia “De Pernas Pro Ar” (2010-2019), um dos maiores sucessos cinematográficos do século, além de ter participado do primeiro “Minhã Mãe É uma Peça” (2013) e de comédias como “Fala Sério, Mãe” (2017), que consolidaram seu nome entre os mais populares do cinema brasileiro. A veterana atriz Laura Cardoso, de 95 anos e mais de sete décadas dedicadas à atuação, é uma pioneira na televisão brasileira. Estreou em 1952 e coleciona prêmios até hoje. No cinema, participou de clássicos como “Corisco, O Diabo Loiro” (1968), “Tiradentes, O Mártir da Independência” (1977) e “Terra Estrangeira” (1995). Seu trabalho mais recente é a comédia “De Perto Ela Não é Normal” (2020). Também com vasta experiência, Léa Garcia está com 90 anos e soma mais de 100 produções no cinema, teatro e televisão. Peça fundamental na quebra da barreira dos personagens até então destinados a atrizes negras, ela se destacou em novelas como “Selva de Pedra” (1972), “Escrava Isaura” (1976), “Xica da Silva” (1996) e “O Clone” (2001). Além disso, já foi premiada no próprio Festival de Gramado com “Filhas do Vento” (2004) e os curtas “Hoje tem Ragu” (2008) e “Acalanto” (2013). Mais jovem da lista, aos 40 anos Alice Braga é mais vista em Hollywood que no Brasil. Sobrinha da famosa Sonia Braga, ela estourou com “Cidade de Deus” (2002) e, desde então, já participou de 40 produções, atuando ao lado de nomes como Will Smith, Anthony Hopkins, Margot Robbie, Ben Affleck e Matt Damon. Mas nem por isso abandonou a terra natal, encontrando tempo para filmar obras como “Entre Idas e Vindas” (2016) e “Eduardo e Mônica” (2020). As homenageadas receberão suas honrarias durante a 51ª edição do Festival de Cinema de Gramado, em uma celebração à contribuição feminina à indústria do cinema.

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  • Filme

    De Onde Eu Te Vejo busca graça no fim do amor

    13 de abril de 2016 /

    O novo filme de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) já começa dando um nó na garganta do espectador. “De Onde Eu Te Vejo” abre com o drama de um casal que esteve junto há 20 anos, mas que agora se prepara para se separar amigavelmente. E esse sentimento de melancolia permeia o filme, alimentado ainda pela notícia da iminente partida de sua única filha para outra cidade para fazer faculdade. Mas, como se trata de um longa brasileiro, não demora para se manifestar na tela a mania de se incluir festa até nos momentos mais sérios, e entra em cena o clima de comédia, que contamina e dilapida a potencialidade da obra, embora a torne mais leve – não se sabe o quanto o filme resistiria se seguisse em tom depressivo do início ao fim, embora os diálogos espirituosos dos dois protagonistas esquentassem os ânimos. Esposa do diretor, a atriz Denise Fraga tem um histórico considerável de comédias em sua filmografia – quase ninguém viu o drama “Hoje” (2011), de Tata Amaral, por exemplo, enquanto todo mundo se lembra dela por “Auto da Compadecida” (2000), de Guel Arraes. Em “De Onde Eu Te Vejo”, ela vive Ana Lúcia, uma arquiteta que trabalha procurando prédios antigos e quase abandonados para transformá-los em lugares modernos. Ela tem a tendência em acreditar em coisas esotéricas, como astrologia, feng shui, pensamento positivo etc. Enquanto isso, seu (ex-) marido, Fábio (Domingos Montagner, da novela “Salve Jorge”), é um jornalista pragmático, embora abrace com muito carinho as crenças e manias da mulher. Do mesmo modo, com tantos anos juntos, ele também tem manias que só sua mulher entende, como o fato de nunca ter aprendido a dar um nó na gravata. O momento de mudanças para os dois, porém, não parece nada feliz: a filha adorável, que é um elo do casal, indo embora; os prédios históricos da cidade fechando; demissões em massa nas redações, em momento de morte do jornal de papel etc. O fato de o marido se mudar justamente para um prédio em frente ao da esposa, como acontece na comédia clássica italiana “Esposamente” (1977), também não ajuda muito a desatar os laços. A geografia e a arquitetura de São Paulo são, por sinal, elementos bem explorado pelo filme, principalmente por conta da profissão da protagonista. Mas a dor do marido também rende momentos expressivos, evitando os estereótipos típicos da comédia romântica feminina, ainda que o filme force a mão para tentar resgatar o clima melancólico do início num desfecho supostamente redondo. São, na verdade, as participações especiais que ajudam a elevar “De Onde Eu Te Vejo” do lugar-comum já visto. Afinal, como não se emocionar com o depoimento de Juca de Oliveira (“O Signo da Cidade”) sobre a importância do Cine Marabá em sua vida, quando ele fala, com os olhos brilhando, do dia em que conheceu sua esposa? Ou de como é mágico sair do cinema e dar de cara imediatamente com a rua? E temos também Laura Cardoso (“Muita Calma Nessa Hora”), como a velhinha que cuida de pássaros, que se mostra feliz com a rotina simples, e que de vez em quando solta umas indiretas para a arquiteta sobre como lidar com a vida. Ou Fúlvio Stefanini (“Cilada.com”), como o simpático dono de uma pizzaria que serviu de espaço para vários aniversários de casamento de Ana Lúcia e Fábio. Todos rendem momentos interessantes, que ajudam a tornar mais agradáveis as idas e vindas dessa história de amor e desamor.

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