Vera Farmiga será mãe de Millie Bobby Brown em Godzilla
A atriz Vera Farmiga (série “Bates Motel”) entrou no elenco da sequência de “Godzilla” (2014). Segundo o site da revista Variety, ela será a mãe da personagem de Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”), anteriormente confirmada na produção. Kyle Chandler (série “Bloodline”, “Manchester à Beira-Mar”) também está no elenco, como pai da adolescente. Mas não está claro qual é o status da família. Os detalhes da trama ainda não foram revelados. Além dos três, especula-se que Ken Watanabe deve repetir seu papel de “Godzilla” no projeto. Intitulado “Godzilla: King of the Monsters”, o filme tem roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”). A estreia está marcada apenas para 22 de março de 2019.
Kyle Chandler vai enfrentar Godzilla no próximo filme do monstro gigante
O ator Kyle Chandler (série “Bloodline”, “Manchester à Beira-Mar”) entrou no elenco da continuação de “Godzilla” (2014). Segundo o site da revista Variety, ele vai interpretar o pai de Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”), anteriormente confirmada no elenco. Os detalhes da trama, entretanto, ainda não foram revelados, mas especula-se que Ken Watanabe deve repetir seu papel de “Godzilla” no projeto. Intitulado “Godzilla: King of the Monsters”, o filme tem roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”). A estreia está marcada apenas para 22 de março de 2019.
Manchester à Beira-Mar oferece mergulho dramático consagrador a Casey Affleck
É próprio dos grandes atores serem capazes de preservar-se da influência negativa dos holofotes. Casey Affleck manteve essa discrição em sua carreira até não poder mais. Já tinha brilhado em “O Assassinato de Jesse James” (2007), mas do mesmo modo que o filme salientou seu talento, inclusive com uma indicação para o Oscar, deixou-o temeroso de aceitar uma nova condição em Hollywood, e assim Affleck rapidamente voltou a penumbra. “Manchester à Beira-Mar” (Manchester by the Sea) arranca o ator do segundo plano mais uma vez. E com maior contundência. Não é por acaso que o filme está em quase todas as listas dos melhores do ano. É um mergulho no realismo das relações, filmadas cruamente e sem pudor. Não tem nada a ver com o sentimentalismo infantil e declamatório, que tantas vezes já vimos no cinema norte-americano. É uma outra coisa. Há uma riqueza ilimitada de expressões no ser humano, e a curiosidade de observador do ínfimo drama cotidiano é algo que o diretor e dramaturgo Kenneth Lonergan (“Conte Comigo”) vem apurando ao longo dos anos. Com Casey Affleck, Lonergan encontra o ator ideal para inscrever na tela a dor do ser anônimo mergulhado na solidão e no luto. “Manchester” abre com uma charmosa vinheta de dois homens e um menino numa excursão de verão no barco de pesca da família. Os dois são os irmãos Chandler. Joe, o mais velho (Kyle Chandler) pilota o barco; Lee, o mais novo (Affleck), ensina o sobrinho, Patrick, a pescar. É um momento alto astral, mas a cena seguinte revela que essa nau flutua entre o presente, o passado e há uma tragédia conectando os dois tempos. No presente, Lee vive como um zumbi num porão em Boston. De dia, leva um trabalho pesado de zelador num condomínio. É ótimo na execução das tarefas, mas não tem tolerância para lidar com os humores dos condôminos. Nem paciência para entabular uma conversa com uma garota que se aproxima, à noite no bar. Ele se irrita com a moça e deixa bem claro sua condição de ermitão. Sua fiação emocional parece desgastada, e parece haver uma pitada de penitência em sua solidão. A forma como Affleck submerge neste personagem tem uma extensão assombrosa. Vai levar uma hora ou mais para descobrirmos o porquê. Mas o ator projeta a gravidade do personagem em todos seus olhares e gestos: as mãos presas nos bolsos, os olhos inquietos, enquanto o álcool o eleva e afasta da Terra. Então um telefone toca tirando o homem amortecido da rotina. A chamada é de um hospital em Manchester: o irmão mais velho, Joe, teve um ataque cardíaco. Enquanto Lee empreende a longa viagem de volta a sua terra natal, Lonergan mantém o filme num ritmo sereno. Definitivamente, ele não é um diretor adepto de sobressaltos ou de firulas visuais, mas a partir daqui, cria um emaranhado de sutilezas e um complexo jogo de espaços e interações inusitado. A começar pela habilidade que interliga a trama em flashbacks. Em princípio, as idas e vindas parecem óbvias, mas na verdade, elas estruturam o filme no mesmo estado de levitação do barco no início. O irmão de Lee morre antes que ele consiga percorrer o extenso caminho de Boston a costa. E quando ele é colocado em frente ao cadáver, imediatamente, Lonergan se nega a mostrar o morto, levando-nos a um flashback de quando o homem recebia naquele mesmo hospital o diagnóstico de que tinha pouco tempo de vida. O passado e o presente se fundem, sem demora, deixando a estranha sensação de ver uma pessoa viva imediatamente após a sua morte. O “é” e o “foram” no filme são enlaçados e amarrados juntos. O mérito de “Manchester à Beira-Mar” reside justamente na criação dessa atmosfera oscilante, por vezes trágica, por vezes pontilhada de momentos cômicos. Os personagens invariavelmente riem de suas desgraças. Joe é o primeiro a fazer piada com seu estado, quando o médico lhe dá a péssima notícia. O sobrinho então esquece as diferenças com o tio quando precisa que ele distraia a mãe da namorada, para que possa ir até onde deseja no quarto da menina. Algumas cenas parecem saídas de uma comédia ligeira, outras são de uma mordacidade incrível. Num dos momentos mais terríveis, logo depois de um incêndio, enfermeiros tentam carregar numa maca a mulher que perdeu os filhos no fogo e não conseguem colocá-la na ambulância. As pernas da maca emperram. A trapalhada dura dois segundos, mas é o suficiente para desconcertar de tão patética. Pior de tudo, vemos como um pequeno erro estúpido de um personagem adquire consequências tão vastas que reduzem a vida de outros a cinzas. A ironia é cáustica aqui. Para desespero de Lee, ele acaba nomeado como o guardião legal de Patrick (Lucas Hedges), filho de Joe. É o mesmo menino do início na pesca, só que ele cresceu, tem 16 anos, e não tem absolutamente nenhum desejo de se acertar com o tio. Grande parte da história envolve as duas figuras se medindo, estudando, tentando chegar a algum lugar. Numa segunda instância, ocorre uma outra dificuldade de acerto de Lee. Em seu regresso forçado a Manchester, ele reencontra também a ex-mulher (Michelle Williams). O personagem procura adiar a conversa com ela, mas são tantas as coisas que a mulher tem sufocada para dizer, que quando eles se encontram numa esquina, as emoções jorram numa torrente. Hollywood gosta de insistir que, ao encontrar uma pessoa especial, seja um forasteiro, alienígena ou amigo, você pode curar ou ser curado de seus males. Ninguém é curado no final de “Manchester à Beira-Mar”. A inquietação cresce, e o diretor consegue-nos manter sempre no fio instável do desconforto, num equilíbrio entre a aflição e o alívio, com um nó na garganta, no corpo todo, que não se desata nunca. O passado é um novelo que vai acumulando mal-entendidos e equívocos e, de uma forma sempre elegante, jogando com uma espécie de fora de campo do som e das palavras, Lonergan vai-nos alertando para o que ficou por dizer. E como numa verdadeira tragédia grega não há redenção possível. A cidade do título é devidamente esboçada, inclusive em suas cores – nem sempre fica claro onde o cinza do oceano termina e começa o céu do inverno. Seja como for, o odor é a última memória a partir.
Manchester à Beira-Mar: Trailer legendado multiplica críticas elogiosas a Casey Affleck
A Sony divulgou o pôster e o trailer legendado de “Manchester à Beira-Mar”, drama do diretor e roteirista Kenneth Lonergan (autor do roteiro de “Gangues de Nova York”). A trama mostra Casey Affleck (“Interestelar”) sendo obrigado a cuidar do sobrinho após a morte do pai do garoto, além de muitos trechos de críticas elogiosas, a ponto de “Obra-prima” parecer o slogan da produção. O elenco de “Manchester By the Sea” ainda inclui Michelle Williams (“Oz, Mágico e Poderoso”), Lucas Hedges (“O Teorema Zero”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Matthew Broderick (“Roubo nas Alturas”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), e C.J. Wilson (“Um Senhor Estagiário”). O filme fez muito barulho no Festival de Sundance, mas não chegou a vencer nada. Mesmo assim, o marketing do estúdio já ensaia a possibilidade de Casey Affleck ser indicado pela primeira vez à estatueta de Melhor Ator, posicionando sua estreia na época das premiações de fim de ano. A estreia está marcada para 18 de novembro nos EUA e apenas em 12 de janeiro no Brasil.
Bloodline vai acabar na 3ª temporada
A série “Bloodline”, produzida pelo serviço de streaming Netflix, chegará ao fim em sua 3ª temporada, atualmente em produção. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a decisão teria partido do próprio Netflix, pois, quando a produtora Sony TV comemorou a renovação para os próximos episódios, manifestou-se no sentido de que não seriam os capítulos finais. Os criadores da atração também projetaram uma longevidade maior para a produção, afirmando ter histórias para seis temporadas. Entretanto, já na ocasião da renovação a série teve uma encomenda menor de episódios, passando de 13 para 10 na 3ª temporada. Como a Netflix não divulga dados de audiência, é difícil verificar o desempenho de “Bloodline” entre o público. Criada pelos irmãos Glenn e Todd A. Kessler (criadores também da série “Damages”), a série tem tom novelesco e gira em torno dos segredos da família Rayburn, bastante influente no interior da Florida. O elenco inclui os atores Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”) e Ben Mendelsohn (“Êxodo: Deuses e Reis”), que foram indicados ao Emmy 2016, além de Linda Cardelini (série “Mad Men”), Sissy Spacek (série “Big Love”) e Norbert Leo Butz (“Jogo de Poder”). A 3ª temporada será exibida em 2017, em data ainda não definida.
Manchester By the Sea: Casey Affleck mostra talento dramático em trailer repleto de críticas elogiosas
A Roadside Attractions divulgou quatro fotos e o primeiro trailer de “Manchester By the Sea”, drama do diretor e roteirista Kenneth Lonergan (autor do roteiro de “Gangues de Nova York”). A trama mostra Casey Affleck (“Interestelar”) sendo obrigado a cuidar do sobrinho após a morte do pai do garoto, além de muitos trechos de críticas elogiosas, a ponto de “Obra-prima” parecer o slogan da produção. O elenco de “Manchester By the Sea” ainda inclui Michelle Williams (“Oz, Mágico e Poderoso”), Lucas Hedges (“O Teorema Zero”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Matthew Broderick (“Roubo nas Alturas”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), e C.J. Wilson (“Um Senhor Estagiário”). O filme fez muito barulho no Festival de Sundance, mas não chegou a vencer nada. Mesmo assim, o marketing do estúdio já ensaia a possibilidade de Casey Affleck ser indicado pela primeira vez à estatueta de Melhor Ator, posicionando sua estreia na época das premiações de fim de ano. A estreia está marcada para 18 de novembro nos EUA e apenas em 12 de janeiro no Brasil.
Série Bloodline é renovada para sua 3ª temporada
O serviço de streaming Netflix anunciou a renovação da série “Bloodline” para sua 3ª temporada. A atração retornará para mais 10 episódios inéditos em 2017. “Bloodline” é uma criação dos irmãos Glenn e Todd A. Kessler (criadores também da série “Damages”). Em tom de novela, ao estilo de “Revenge”, a série gira em torno da história da família Rayburn, bastante influente no interior da Florida, que é cercada de crimes e segredos. Os atores Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”), Linda Cardelini (série “Mad Men”), Sissy Spacek (série “Big Love”), Ben Mendelsohn (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Norbert Leo Butz (“Jogo de Poder”), que formam o núcleo central da família, estão confirmados na nova temporada.
Logan Lerman e Elle Fanning vão estrelar novo drama indie do cantor da banda Stellastarr*
Os jovens atores Logan Lerman (“Coração de Ferro”) e Elle Fanning (“Malévola”) vão estrelar “Sidney Hall”, segundo drama indie de Shawn Christensen, o cantor e guitarrista da banda Stellastarr* que virou cineasta premiado – seu longa de estreia, “Before I Desappear”, venceu o Festival SXSW de 2014. Segundo o site da revista Variety, “Sidney Hall” foi escrito por Christensen em parceria com Jason Dolan (“Enter Nowhere”) e segue três etapas na vida do personagem-título, vivido por Lerman, que escreve um livro sobre sua geração antes de desaparecer sem deixar vestígios. Lerman vai interpretar todas as três fases da vida de Hall, aos 18, 24 e 30 anos de idade, em diferentes etapas da trama. O elenco também inclui Michelle Monaghan (“Pixels”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Nathan Lane (série “American Crime Story”) e Blake Jenner (série “Glee”). As filmagens começam nesta semana em Nova York de forma independente, apesar do assédio de estúdios como Fox Searchlight e Amazon, que fizeram ofertas financeiras para participarem da produção. Christensen acredita ser capaz de conseguir negócio melhor após exibir o filme no circuito dos festivais, em 2017.
Bloodline: Paranoia e culpa marcam o trailer da 2ª temporada
O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Bloodline”, que mostra como o sentimento de culpa – e o fantasma metafórico de Danny (Ben Mendelsohn, de “Êxodo: Deuses e Reis”) – assombra os personagens da família Rayburn. “Bloodline” é uma criação dos irmãos Glenn e Todd A. Kessler (criadores também da série “Damages”) e gira em torno de uma família poderosa, em constante atrito, no interior da Flórida. Além de Ben Mendelsohn, o elenco inclui Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”), Linda Cardelini (série “Mad Men”), Sissy Spacek (série “Big Love”) e Chloë Sevigny (série “America Horror Story”). A nova temporada ainda contará com a chegada de John Leguizamo (“American Ultra”). Nos novos episódios, a polícia estará mais perto de encontrar a verdade sobre o assassinato de Danny, contaminando os laços que unem a família Rayburn com a paranoia e a desconfiança. À medida em que as mentiras se amontoam, alianças são quebradas e relações destruídas. Com as costas na parede, pessoas boas terão que fazer coisas horríveis. A 2ª temporada tem estreia marcada para 27 de maio.







