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  • Filme

    Trailer de Chocante mostra boy band formada por Bruno Mazzeo e Lucio Mauro Filho

    29 de agosto de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o trailer, o pôster e as fotos de “Chocante”, comédia brasileira sobre o revival de uma antiga boy band. Chocante era o nome do grupo, que fez sucesso há 20 anos. Mais velhos e fora de forma, eles se reencontram após a morte de um integrante e, animados por uma fã determinada, resolvem voltar a cantar juntos, já que suas vidas só pioraram desde que se separaram – um trabalha num supermercado, outro é motorista de táxi, etc. A prévia não é especialmente engraçada, mas ao menos a trama é original, repleta de referências à cultura pop brasileira, ao contrário de outros besteiróis que copiam descaradamente enredos de filmes americanos. A boy band da meia-idade é formada por Bruno Mazzeo (“E Aí… Comeu?”), Lucio Mauro Filho (“Vai que Dá Certo”), Marcus Majella (“Um Tio Quase Perfeito”) e Bruno Garcia (“De Pernas pro Ar 3”), e o elenco também inclui Tony Ramos (série “Vade Retro”), Pedro Neschling (“O Diário de Tati”), Débora Lamm (“Muita Calma Nessa Hora 2”) e Klara Castanho (“É Fada!”). Mazzeo e Nerschling assinam em roteiro, em parceria com Rosana Ferrão (“Muita Calma Nessa Hora”) e a atriz Luciana Fregolente (“Nise: O Coração da Loucura”). A direção é de Johnny Araújo (“O Magnata”) e a estreia está marcada para 5 de outubro.

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  • TV

    Maisa Silva aparece na Globo e as redes sociais tremem

    28 de julho de 2017 /

    A estrelinha teen do SBT Maisa Silva causou um terremoto nas redes sociais ao compartilhar fotos em que aparece no Projac, estúdio onde são gravadas as produções da Rede Globo, ao lado de sua mãe. Para completar, ainda escreveu: “Tô na Globo”. No ar na novela “Carinha de Anjo”, Maisa Silva protagonizou recentemente polêmicas no Programa Sílvio Santos, chegando a interromper sua participação durante uma gravação diante do dono do SBT, que teria proibido seu retorno à atração. Ela não se pronunciou sobre o motivo da visita, mas especula-se que possa ter sido uma participação no humorístico “Lady Night”, comandado por Tatá Werneck e exibido no canal Multishow. Em outro tuíte, Maisa apenas elogiou a paz entre as empresas “rivais”: “Apesar de ser de outra emissora, a Globo me recebeu muito bem no rolê de hoje! Foto para mostrar que tá todo mundo junto e misturado fazendo TV!”. Aproveitando o post, as atrizes da Globo Klara Castanho e Marina Ruy Barbosa brincaram com a possibilidade de ver Maisa na Globo. “Colega”, publicou a primeira. “Vem e fica”, disse a segunda. A própria Globo fez duas postagens. Uma na conta do portal de entretenimento Gshow: “Nossa cara ao receber um reply de @maisasilva”, escreveu como legenda de um vídeo. A outra veio do perfil oficial da emissora: “Aproveita o rolê, lindinha! Beijo pra mamãe!”. Já o SBT, onde a adolescente fez toda sua carreira, publicou: “Oi, sumida. Percebi que apagou suas fotos… tá tudo bem?”, em referência a uma piada feita por internautas quando casais se separam. mãe tô na @RedeGlobo @gshow hahahaha pic.twitter.com/W39tsaopmE — +a (@maisasilva) July 27, 2017 Tô na Globo e vcs? pic.twitter.com/damkYi6E80 — +a (@maisasilva) July 27, 2017 Colega ? — Klara Castanho (@KlaraCastanho) July 27, 2017 Vem e ficaaaaa — MARINA RUY BARBOSA (@mariruybarbosa) July 27, 2017 Apesar de ser de outra emissora, a Globo me recebeu mt bem no role de hoje! Ft Pra mostrar que tá td mundo junto e misturado fazendo TV!❤️ pic.twitter.com/nxTtwwpsML — +a (@maisasilva) July 27, 2017 nossa cara ao receber um reply de @maisasilva: pic.twitter.com/a9oQSc0FsN — Gshow (@gshow) July 27, 2017 Aproveita o rolê, lindinha! Beijo pra mamãe! ?❤️ — Globo (@RedeGlobo) July 27, 2017 Oi, sumida. Percebi que apagou suas fotos… Tá tudo bem? ? — SBT Online (@SBTonline) July 27, 2017

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  • É Fada
    Filme

    É Fada! faz sucesso com pouco esforço, preconceito e superficialidade

    15 de outubro de 2016 /

    Há alguma coisa muito errada nas comédias feitas para cinema no Brasil. A busca pelo riso certamente não é determinada por uma cartilha com regras definidas, portanto cada um é livre para buscar a sua maneira de fazer rir. Infelizmente, essa liberdade de escolha em vez de estimular os nossos comediantes a buscar o novo, parece dizer pra eles que a comédia é a manifestação artística do menor esforço, a que se conecta com o público com mais facilidade, e por isso não é necessário pesquisar, estudar, investigar nada, uma vez que o “jeito” engraçado basta para fazer rir. Mas não estou dizendo nada de novo. Quem acompanha as comédias produzidas pelo cinema brasileiro nos últimos anos sabe do que estou falando, e relatar isso aqui muda quase nada. “É Fada!” é um dos líderes de bilheteria no Brasil (assim como outras comédias nacionais foram em anos anteriores). No final do ano, o longa vai inchar o número de espectadores que os filmes brasileiros alcançaram em 2016, vai arrecadar um bom dinheiro, e agora eu vou ser o antipático aqui de novo. A roda gira. A trama preguiçosa e banal nos apresenta a Geraldine (Kéfera Buchmann), uma fada que perde as suas asas após levar um peteleco do ex-técnico da seleção brasileira de futebol, Luís Felipe Scolari, durante a semifinal da Copa do Mundo, por dar um conselho mal recebido pelo treinador – sim, é sério, é assim que o filme começa. Para ter as suas asas de volta, ela precisa ajudar Júlia (Klara Castanho), uma adolescente que, recém-chegada numa escola de classe alta, não possui um bom relacionamento com os colegas e ainda convive com os desentendimentos do pai operário com a mãe socialite. Não podemos nos esquecer de que “É Fada!” é dirigido por Cris D’Amato, diretora de outra atrocidade, “S.O.S Mulheres Ao Mar” (2014). A cineasta apresenta um olhar aguçado para realizar obras equivocadas, além, é claro, de um cinema de péssima qualidade. Enquanto o seu filme anterior é um absurdo manifesto machista (disfarçado de empoderamento feminino), este seu novo trabalho possui tantos preconceitos que fica difícil saber por onde começar. O conceito de fada aqui é modificado, e agora este ser mágico é a garota diferentona, danada, que quer zoar, provocar, safada, safadinha e safadona (como ouvimos incessantemente na música dos créditos finais), cheia de falas e gírias da moda, antenada com os memes e gifs mais tops do momento, e que sempre retira do seu ânus os objetos necessários para ajudar a sua cliente. Até aí “tudo bem”, mas o que a diretora e os seus roteiristas não perceberam é o tom terrivelmente preconceituoso, ignorante e equivocado que a personagem Geraldine traz para o filme! A extreme makeover que ela traz para a vida de Júlia é “arrumar” (esse é o verbo utilizado pela personagem) o cabelo da garota através de uma chapinha; encher o seu Instagram e Facebook de fotos em lugares que ela não foi; mentir para impressionar o boy e assim conseguir ficar com ele; fazer ela negar o pai e o amigo pobres para parecer rica e assim impressionar as típicas meninas populares/metidas/arrogantes, ou seja, transformar a garota num ser genérico e superficial cheia de boniteza. Tudo isso tendo como álibi uma frase curta dita no final do filme: “É errando que se encontra o caminho certo”. Sério? Passamos por 80 longos minutos de um filme muito mal realizado, com nada de engraçado, acompanhando uma série de absurdos que a fada induz a garota a fazer, tudo para aprendermos junto com ela que é errando que se aprende? O máximo que podemos aprender é que é errando muito que se faz uma comédia de sucesso de público no Brasil. Esse álibi também não cola pela série de comentários absurdos que a personagem comete quando, por exemplo, diz de maneira pejorativa que o cabelo de um rapaz parece uma samambaia, ou quando diz que é contra falsificação por isso parou de ir à China. E sendo preconceituoso se aprende o quê? Mas quem me dera que os defeitos do filme estivessem “apenas” aí. D’Amato tem a sutileza da pata de um elefante para estabelecer os conflitos do filme, que por sinal abusam de clichês. A escola na qual a garota estuda foi tirada de algum filme do John Hughes nos anos 1980, em que apenas o estereótipo norte-americano foi pinçado, sendo (mal) encaixado de maneira grosseira no contexto brasileiro. Os conceitos mais batidos de bullying e das diferenças entre as classes sociais dos alunos são repetidos a exaustão pra fixar bem na nossa cabeça. Os personagens, todos, são absolutamente rasos na sua criação e desenvolvimento. A fada é diferentona, safadinha; a garota é infeliz e tímida e vislumbra a chance de ser bonita e popular; o pai é honesto, trabalhador humilde que se decepciona com a perda de valores da filha; a mãe é rica, indiferente, e se preocupa apenas se a filha está bem vestida e tem amigos ricos; e as vilãs são vilãs porque o mal é legal de fazer. Os supostos arcos dramáticos envolvendo estas figuras são previsíveis, e demonstram como o roteiro desde sempre se contentou em trabalhar com arquétipos pra facilitar a compreensão da geração do Youtube – o público alvo do filme por contar com Kéfera no elenco – que, acostumada com vídeos de curtíssima duração, poderia ficar desestimulada a assistir ao filme se os personagens propusessem uma discussão minimamente complexa. Sei. Isso sem contar as situações mal planejadas e desenvolvidas, como a levitação fora de hora em um momento específico, porque “deu erro” na chamada pro mundo das fadas, numa festa vendida como bombante, mas que foi filmada de maneira esvaziada e desanimada; a sequência risível (talvez o único momento que dei uma risada) em que o filme tenta assumir um tom dramático ao propor um conflito pela guarda de Julia por conta dos desentendimentos dos pais; além da sequência em que a vilã aparece e fala todo o seu plano e o que o levou a realizar tamanha maldade. A pegada publicitária da fotografia e montagem denota a total falta de criatividade e capacidade de D’Amato como diretora. Deve ter sido difícil e caro o aluguel do drone para fazer as imagens de apoio e transição, pois fica claro que cada segundo em que é possível inserir uma imagem aérea ela é inserida, mesmo quando o recurso já cansou há tempos. Parece que a diretora considera sofisticado o efeito, e se apaixonou pela ideia, quando no fundo temos apenas uma sensação artificial trazida por um efeito criativamente pobre. Outro ponto que deve ser um desafio e tanto para a diretora é a decupagem nas cenas de dança. Pra quê tantos cortes, meu Deus? Pra dar ritmo à cena? Tal característica demonstra uma notável incapacidade de D’Amato, pois não causa o efeito esperado, apenas nos deixa perdidos, com uma leve dor de cabeça, sem saber onde está cada coisa. As duas sequências de dança mais importantes do filme são verdadeiramente constrangedoras. Os efeitos digitais chamam a atenção negativamente nos tirando do filme. O desenho de produção da “floresta” onde vive Geraldine parece ter sido feito por um aluno de primeiro período de design utilizando um Windows 95, enquanto que a inserção digital de um copo de Rei do Mate na cena do clube explicita o quanto este filme não é levado a sério nem mesmo pelos seus realizadores. Mas como já disse lá no início da crítica, esse texto não muda muita coisa. Vida que segue.

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  • É Fada - Kéfera Buchmann
    Música

    A youtuber e atriz Kéfera Buchmann vira “youtuber, atriz e cantora” com seu primeiro clipe

    20 de setembro de 2016 /

    A youtuber e atriz Kéfera Buchmann agora é “youtuber, atriz e cantora”. Ela lançou o clipe “Eu Sou Fadona”, música gravado para o filme “É Fada!”, sua estreia no cinema. No vídeo, Kéfera mostra seus dotes como cantora e dançarina, além de seu repertório de caretas, entre cenas do longa. A música foi composta por Umberto Tavares e Jefferson Jr., autores dos sucessos “Bang” (Anitta) e “Hoje” (Ludmilla), e brinca com a personagem de Kéfera. A ideia é que o filme ajude a vender a trilha sonora, que será lançada em CD. Ou vice-versa. No filme, a Kéfera vive uma fada madrinha bastante folgada, que não é fadinha, segundo a música, mas fadona. Ela vai tentar transformar uma adolescente sem graça (Klara Castanho, da novela “Além do Tempo”) numa Cinderela brasileira. Dirigido por Cris D’Amato (responsável pela franquia “S.O.S – Mulheres ao Mar”) e com produção de Daniel Filho (diretor da franquia “Se Eu Fosse Você”), o filme estreia em 6 de outubro nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    É Fada: Estreia de Kéfera Buchmann no cinema ganha poster, fotos e primeiro trailer

    2 de agosto de 2016 /

    A Imagem Filmes divulgou duas fotos, o pôster e o primeiro trailer de “É Fada”, comédia que marca a estreia da celebridade do YouTube Kéfera Buchmann no cinema. A prévia mostra que ela já começa como protagonista, no papel de uma fada madrinha bastante folgada, que tenta transformar uma adolescente sem graça (Klara Castanho, da novela “Além do Tempo”) numa Cinderela brasileira. Certos detalhes parecem um pouco adultos para o contexto, o que tende a diferenciar o filme de uma produção da Xuxa e aproximá-lo da leva besteirol recente. Entre apelações e mensagens equivocadas – aparência e popularidade são tudo, ensina Kéfera nos minutos exibidos, o que faz sentido para quem vive de aparecer e ser popular – , sobram algumas boas piadas. O filme é uma adaptação do livro “Uma Fada Veio Me Visitar”, de Thalita Rebouças, com direção de Cris D’Amato, responsável pela franquia “S.O.S – Mulheres ao Mar”, e produção de Daniel Filho, o diretor da franquia “Se Eu Fosse Você”. A estreia está marcada para 6 de outubro nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Kéfera Buchmann divulga primeira foto de sua estreia no cinema

    1 de agosto de 2016 /

    A celebridade do YouTube Kéfera Buchmann divulgou em seu Instagram a primeira imagem de “É Fada”, comédia que marca sua estreia no cinema, com direção de Cris D’Amato, responsável pela franquia “S.O.S – Mulheres ao Mar”, e produção de Daniel Filho. Sua personagem será Geraldine, uma fada atrapalhada e tagarela, que precisa ajudar uma garota que não acredita em magia – papel de Klara Castanho (a vilã mirim da novela “Viver a Vida”). Detalhe: o figurino de fada inclui sapatinhos com asas. Adaptação do livro “Uma Fada Veio Me Visitar”, de Thalita Rebouças, o longa chega nos cinemas dia 6 de outubro de 2016. Além deste longa, Kéfera também está no elenco de “Filme pra Internet”, produção que irá reunir outros vloguers brasileiros famosos, como Christian Figueiredo e Whindersson Nunes.

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  • Filme

    Fenômeno do YouTube, Kéfera Buchmann vai estrear no cinema

    8 de dezembro de 2015 /

    A youtuber Kéfera Buchmann vai testar seu sucesso em outras telas. Ela será a protagonista da comédia juvenil “É Fada”, no qual viverá a personagem do título, sob direção de Chris D’Amato (“S.O.S – Mulheres ao Mar”). Na trama, a fada vivida por Kéfera vai ajudar a personagem de Klara Castanho (a vilã mirim da novela “Viver a Vida”). “Ela não será uma fada comum, ela será uma fada desastrada”, revelou a cineasta Chris D’Amato em entrevista ao UOL. Kéfera possui aproximadamente 7 milhões de assinantes em seu canal no YouTube, e seu primeiro livro, “Muito Mais Que Cinco Minutos”, já vendeu mais de 300 mil exemplares.

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