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  • Série,  TV

    Atores de The Big Bang Theory são os mais bem pagos da TV pelo segundo ano

    23 de setembro de 2016 /

    Os atores da série “The Big Bang Theory” são os mais bem-pagos da TV mundial pelo segundo ano consecutivo. Segundo a apuração anual da revista Forbes, Jim Parsons foi o ator televisivo que mais faturou entre junho de 2015 e junho de 2016, recebendo US$ 25,5 milhões no período. Depois dele aparecem os outros três atores da série – Johnny Galecki, Simon Helberg e Kunal Nayyar. O Top 5 se completa com o astro de “NCIS”, Mark Harmon, que faturou US$ 20 milhões. Mas chama atenção que a sequência do ranking volte a destacar quatro atores de uma mesma série, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson, Ed O’Neill e Eric Stonestreet, todos de “Modern Family”. Curiosamente, na lista feminina há uma inversão. Sofia Vergara, de “Modern Family”, lidera com folga, seguida por Kalley Cuoco, de “The Big Bang Theory”. Entremeados entre os comediantes de “Modern Family”, ainda aparecem na relação da Forbes os atores Nathan Fillion, por “Castle”, e Ray Romano, que já foi o ator mais bem pago dos anos 1990 (na época de “Everybody Loves Raymond”) e faturou mais que ninguém pela cancelada “Vinyl”. Abaixo do Top 10, a principal novidade foi a volta de David Duchovny ao universo dos atores milionários da televisão. Graças ao retorno de “Arquivo X” e seu trabalho na série “Aquarius”, ele faturou US$ 10 milhões, o suficiente para aparecer em 13º lugar, logo atrás de Kevin Spacey, que, por “House of Cards”, é o representante solitário da Netflix na listagem.

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  • Curtis Hanson
    Etc,  Filme

    Curtis Hanson (1945 – 2016)

    21 de setembro de 2016 /

    Morreu o diretor Curtis Hanson, um dos diretores mais interessantes do cinema americano dos últimos anos, embora só tenha sido reconhecido pela Academia com um Oscar, pelo roteiro do brilhante “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997). Ele faleceu na noite de terça-feira (20/9) em sua casa, em Hollywood, aos 71 anos. Autoridades policiais informaram que paramédicos foram chamados até sua residência e ele já estava morto quando chegaram. Aparentemente, a causa da morte do diretor, que há anos sofria com Alzheimer, foi um ataque do coração. Hanson nasceu em Reno, Nevada, mas cresceu em Los Angeles. Apaixonado pela sétima arte desde muito jovem, abandonou o colegial para trabalhar como fotógrafo freelance e, posteriormente, editor de uma revista de cinema. A experiência lhe permitiu estrear como roteirista aos 25 anos, assinando a adaptação de um conto clássico de H.P. Lovecraft no terror barato “O Altar do Diabo” (1970), produzido pelo rei dos filmes B Roger Corman, que acabou cultuado por reunir a ex-surfista e boa moça Sandra Dee com o hippie Dean Stockwell. Corman estimulou Hanson a passar para trás das câmeras, e ele estreou como diretor dois anos depois com outro terror, desta vez uma obra original que ele próprio imaginou. “Sweet Kill” (1972) era a história de um desajustado que descobre ser, na verdade, um psicopata, ao matar acidentalmente uma jovem e gostar. O ex-ídolo juvenil Tab Hunter tinha o papel principal. Ele ainda rodou o trash assumido “Os Pequenos Dragões” (1979), sobre karatê kids que tentam salvar uma jovem sequestrada por uma mãe e seus dois filhos maníacos, antes de subir de degrau e trabalhar com um dos pioneiros do cinema indie americano, o cineasta Samuel Fuller. Hanson escreveu o clássico thriller “Cão Branco” (1982), dirigido por Fuller, sobre uma atriz que resgata um cachorro sem saber que ele foi treinado para ser violento e atacar negros. Comentadíssima, a obra lhe rendeu os primeiros elogios de sua carreira. A boa receptividade a “Cão Branco” abriu-lhe as portas dos grandes estúdios. A Disney lhe encomendou o roteiro de um filme na mesma linha, “Os Lobos Nunca Choram” (1983), em que um pesquisador, enviado pelo governo para verificar a ameaça dos lobos no norte do país, descobre que eles são benéficos para a região. E a MGM lhe entregou a direção de “Porky 3” (1983), que, apesar do título nacional, não tinha relação alguma com a famosa franquia canadense de comédias sexuais passadas nos anos 1950 – “Porky’s 3” (com o detalhe da grafia correta) foi lançado dois anos depois! Mas é fácil entender porque a distribuidora quis passar essa falsa impressão. A trama acontecia no começo dos anos 1960 em torno de quatro adolescentes americanos, entre eles um certo Tom Cruise, que viajam até Tijuana, no México, querendo cair na farra, num pacto para perder a virgindade. Hanson não escreveu “Porky 3”, mas histórias de apelo adolescente se tornaram frequentes em sua filmografia. Tanto que seu trabalho seguinte foi um telefilme teen, “The Children of Times Square” (1986), uma espécie de “Oliver Twist” contemporâneo, sobre jovens sem-teto nas ruas de Nova York. Ele completou sua transição para o cinema comercial especializando-se em suspenses, numa sequência de lançamentos do gênero que fez a crítica compará-lo a Alfred Hitchcock. “Uma Janela Suspeita” (1987), inclusive, devia sua premissa a “Janela Indiscreta” (1954), mostrando um crime testemunhado a distância, por um casal que não deveria estar junto naquele momento. A testemunha era interpretada por ninguém menos que a fabulosa atriz francesa Isabelle Huppert. “Sob a Sombra do Mal” (1990) também tinha premissa hitchockiana, evocando “Pacto Sinistro” (1951), mas ganhou notoriedade pelo timing, lançado logo após o vazamento de sex tapes de seu protagonista, o ator Rob Lowe. Ele aparecia no filme num raro papel de vilão, ironicamente chantageando o futuro astro de “The Blacklist”, James Spader, por conta de gravações sexuais. Foi o melhor papel da carreira de Lowe e o empurrão definitivo para Hanson se tornar conhecido. Seu filme seguinte estabeleceu sua fama como mestre do suspense, num crescendo assustador. “A Mão Que Balança o Berço” (1992) fez bastante sucesso ao explorar um tema que marcaria a década: a mulher simpática, que abusa da confiança de suas vítimas. Poucas psicopatas foram tão temidos quanto a babá vivida por Rebecca De Mornay, que em pouco tempo se viu acompanhada por Jennifer Jason Lee em “Mulher Solteira Procura…” (1992) e Glenn Close em “Atração Fatal” (1987), na lista das mulheres que transformaram intimidade em ameaça. O quarto thriller consecutivo, “O Rio Selvagem” (1994), trouxe Meryl Streep como uma mãe que leva sua família para navegar nas corredeiras de um rio, apenas para ver todos sequestrados por Kevin Bacon, armado. Mas foi o quinto suspense que o transformou definitivamente num cineasta classe A. Obra-prima, “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997) inspirava-se na estética do cinema noir para contar uma história de corrupção policial e brutalidade, repleta de reviravoltas, tensão e estilo, passada entre a prostituição de luxo, disputas mafiosas e os bastidores de Hollywood nos anos 1950. O filme resgatou a carreira de Kim Basinger, sex symbol da década anterior, como uma garota de programa que passou por plástica para ficar parecida com uma estrela de cinema, e ajudou a popularizar seu par de protagonistas, recém-chegados do cinema australiano, Russell Crowe e Guy Pearce, como policiais que precisam superar seu ódio mútuo para não acabar como Kevin Spacey, que mesmo saindo cedo da trama, também já demonstrava o talento que outros cineastas viriam a explorar. Hanson venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme, baseado no livro homônimo de James Ellroy, e Basinger o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Mas “Los Angeles: Cidade Proibida” foi indicado a mais sete prêmios da Academia, inclusive Direção e Melhor Filme do ano, e só não venceu tudo porque havia um “Titanic” em seu caminho. A boa fase seguiu com o drama “Garotos Incríveis” (2000), reconhecido pela ótima atuação de Michael Douglas e por render um Oscar ao cantor Bob Dylan, de Melhor Música Original. E rendeu outro espetáculo cinematográfico contra todas as apostas, quando Hanson decidiu dirigir Eminem no filme “8 Mile – Rua das Ilusões” (2002). Baseada na vida real do rapper, a produção conquistou elogios rasgados e um Oscar (de Melhor Canção) para Eminem, que teve sua carreira impulsionada. Seus filmes finais não foram tão brilhantes. Ele tropeçou ao tentar fazer sua primeira comédia romântica, ainda por cima de temática feminina, “Em Seu Lugar” (2005), que mesmo assim teve bons momentos com Cameron Diaz e Toni Colette. Mas a insistência em emplacar um romance fez de “Bem-Vindo ao Jogo” (2007), em que Eric Bana se dividia entre o poker e Drew Barrymore, o pior desempenho de sua carreira. O telefilme “Grande Demais Para Quebrar” (2011), sobre a depressão financeira de 2008, rebateu a maré baixa com nada menos que 11 indicações ao Emmy. Infelizmente, as ondas foram altas demais em “Tudo por um Sonho” (2012), sua volta ao cinema. Ele não conseguiu completar o filme, que tinha Gerard Butler como surfista, após sofrer um colapso no set. Michael Apted foi chamado às pressas para finalizar o longa e Hanson nunca mais voltou a filmar. O Alzheimer tomou conta e, embora o estúdio não comentasse qual doença tinha levado o diretor ao hospital, aquele foi o fim da sua carreira.

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  • Filme

    Elvis & Nixon: Veja o trailer legendado da comédia sobre o dia em que o Rei do Rock encontrou o Presidente dos EUA

    11 de junho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o trailer legendado de “Elvis & Nixon”, comédia sobre o encontro entre o cantor Elvis Presley e o presidente dos EUA Richard Nixon em 1970. A prévia mostra um pouco dos bastidores do encontro que realmente aconteceu, conforme atesta uma foto famosa, mas que, aparentemente, foi muito mais bizarro que o noticiado. Explorando o humor negro, o vídeo apresenta um Elvis nonsense e um Nixon constrangido, que não sabe o que fazer, além de aproveitar o marketing inesperado. Vale destacar ainda o visual de Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o Rei do Rock, além de Kevin Spacey (série “House of Cards”) no papel de um presidente maléfico da vida real. Presley e Nixon se encontraram na Casa Branca em dezembro de 1970 a pedido do cantor. Na ocasião, Elvis deu um revólver Colt 45 de presente para o político, querendo ainda contribuir com o combate às drogas entre a juventude. Ironicamente, Elvis morreria sete anos depois de overdose de medicamentos, com apenas 42 anos de idade. O elenco ainda inclui Colin Hanks (série “Fargo”), Evan Peters (série “American Horror Story”), Geraldine Singer (“O Herdeiro do Diabo”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Tracy Letts (série “Homeland”) e a cantora Sky Ferreira (“Canibais”). Escrito pelo ator Cary Elwes (“A Princesa Prometida” e “Jogos Mortais”) e dirigido por Liza Johnson (“Amores Inversos”), “Elvis & Nixon” teve uma estreia limitada em abril nos EUA, quando recebeu críticas elogiosas, e chega aos cinemas brasileiros na quinta, dia 16 de junho.

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  • Série

    Robin Wright diz que recorreu a ameaças para receber o mesmo que Kevin Spacey em House of Cards

    18 de maio de 2016 /

    A atriz Robin Wright revelou que chegou a ameaçar seus produtores para receber o mesmo salário de seu companheiro de cena Kevin Spacey na 4ª temporada de “House of Cards”. Robin detalhou a negociação em uma entrevista realizada na noite de terça-feira (17/5), na Fundação Rockefeller Foundation, e compartilhada pelo site Huffington Post. Na série do Netflix, ela interpreta a principal protagonista feminina, a Primeira Dama Claire Underwood, parceira de caráter igualmente duvidoso do presidente Frank Underwood, papel de Spacey. E usou estatísticas que apontavam a popularidade da personagem como argumento para receber aumento. Ela ainda afirmou que teria ameaçado “ir a público” se não recebesse o que pedia. Ironicamente, ela “foi a público” mesmo recebendo. Estilo vingança de Claire Underwood. A exigência se alinha com o protesto de outras estrelas de Hollywood e que já rendeu discurso no Oscar, durante a vitória de Patricia Arquette como Melhor Atriz Coadjuvante por “Boyhood” no ano passado. Na indústria cinematográfica contemporânea, apenas Jennifer Lawrence (franquia “Jogos Vorazes”) consegue salários superiores a de seus colegas masculinos. A situação, porém, deve ser um pouco diferente na televisão, já que há muitas séries centradas em protagonistas femininas.

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  • Filme

    Nine Lives: Kevin Spacey vira um gato em trailer de comédia infantil

    17 de abril de 2016 /

    A EuropaCorp divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Nine Lives”, comédia infantil em que o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) vira um gato. Como todas as produções da EuropaCorp – que já perdeu processo de plágio para o cineasta John Carpenter – , a trama lembra uma Sessão da Tarde antiga. No caso, “Lembranças de Outra Vida” (1995). Naquele filme, Matthew Modine era um workholic que virava cachorro. Desta vez, Spacey é vítima de uma maldição “benevolente” para rever as prioridades de sua vida, virando o gato que ele não tinha tempo de dar para sua filha. O elenco também inclui Jennifer Garner (“Milagres do Paraíso”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Robbie Amell (série “Flash”), Teddy Sears (também de “Flash”) e a menina Malina Weissman (a versão adolescente de Kara nos flashbacks da série “Supergirl”). A produção francesa tem roteiro dos estreantes Daniel Antoniazzi e Ben Shiffrin, e direção de Barry Sonnenfeld (da trilogia “Homens de Preto”). A estreia está marcada para 11 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    House of Cards: Frank Underwood está se divertindo com o escândalo político do Brasil

    18 de março de 2016 /

    O Twitter oficial da série política “House of Cards” publicou um post em que o Presidente Frank Underwood (Kevin Spacey) aparece rindo, sob a legenda: “Vendo as notícias de hoje da cobertura do Brasil”. Criada por Beau Willimon (roteirista de “Tudo pelo Poder”), “House of Cards” acompanha a trajetória de um político corrupto e violento, que se mostra capaz das artimanhas mais perversas, sem receio de sujar as mãos, para se tornar presidente dos EUA. Não é à toa sua admiração recente pela política brasileira. A série estreou sua ótima 4ª temporada em 4 de março e já se encontra renovada para a 5ª temporada no Netflix. Watching today's Brazilian news coverage. pic.twitter.com/ojlEjXuVje — House of Cards (@HouseofCards) 16 de março de 2016

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  • Série

    House of Cards: Trailer intenso marca clima de guerra entre o Presidente a Primeira Dama

    11 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o pôster e o segundo trailer da 4ª temporada de “House of Cards”. Tenso, intenso e violento, o vídeo reflete o novo status do relacionamento entre o Presidente Frank Underwood, interpretado por Kevin Spacey, e a Primeira Dama Claire Underwood, vivida por Robin Wright, em clima de guerra psicológica. “Nós tínhamos um futuro até você começar a destruí-lo”, diz Spacey, em tom ameaçador. O casal também ilustra o pôster. O quarto ano de House of Cards também incluirá participação do ator Joel Kinnaman (“RoboCop”). A estreia acontece em 4 de março e a série já foi renovada para sua 5ª temporada.

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  • Série

    House of Cards: Foto revela participação do ator de RoboCop na série

    2 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou a primeira foto oficial da 4ª temporada de “House of Cards”. E, para surpresa geral, a imagem mostra Kevin Spacey, intérprete do presidente Frank Underwood, conversando com Joel Kinnaman (“RoboCop”). A participação do ator não tinha sido divulgada previamente, nem o Netflix revelou qual será o seu papel. Clique na foto para ampliá-la. O quarto ano de House of Cards estreia mundialmente na Netflix em 4 de março. A série já foi renovada para sua 5ª temporada.

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    House of Cards: Teaser macabro evoca passado violento da atração

    26 de janeiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou um novo teaser da 4ª temporada de “House of Cards”. Assim como o anterior, o vídeo faz referências macabras a eventos violentos da atração. A prévia mostra Doug Stamper (Michael Kelly) usando uma pá para cobrir um buraco de terra, antes de entregar a ferramenta a Frank Underwood (Kevin Spacey). A imagem logo revela que se trata de um evento beneficente da campanha à presidência de Underwood, mas, entre os flashes da imprensa e os aplausos dos correligionários, é possível ouvir corvos contentes. Vale lembrar a referência da cena, que diz respeito ao destino da personagem de Rachel Brosnahan no final da temporada passada. A 4ª temporada de “House of Cards” estreia no dia 4 de março no Netflix.

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    House of Cards: Novo teaser evoca lembranças do começo brutal da série

    21 de janeiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou um novo teaser da 4ª temporada de “House of Cards”. O vídeo mostra flores num trilho de metrô, diante de um cartaz da campanha de Frank Underwood (Kevin Spacey) à presidência dos EUA. A referência é clara para quem acompanha a série, remetendo ao começo brutal da 2ª temporada. Um lembrete: as flores são para a personagem de Kate Mara. Atual presidente americano na série, Frank Underwood não foi eleito ao cargo, assumindo o poder após uma série de manobras que o transformaram em vice e, posteriormente, presidente. Com a popularidade em queda, ele vai enfrentar, na nova temporada, sua primeira disputa eleitoral ao cargo, contrariando inclusive a vontade de seu próprio partido. A 4ª temporada de “House of Cards” estreia no dia 4 de março no Netflix.

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    House of Cards: Novo teaser da 4ª temporada traz Frank Underwood em campanha eleitoral

    12 de janeiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o novo teaser da 4ª temporada de “House of Cards”. O vídeo traz Frank Underwood (Kevin Spacey) em clima eleitoral, discursando em tom de campanha à presidência dos EUA. A imagem publicitária, porém, é entrecortada por cenas de sexo, arrogância, violência e assassinatos cometidas pelo personagem desde a 1ª temporada. Atual presidente americano na série, Frank Underwood não foi eleito ao cargo, assumindo o poder após uma série de manobras que o transformaram em vice e, posteriormente, presidente. Com a popularidade em queda, ele vai enfrentar, na nova temporada, sua primeira disputa eleitoral ao cargo, contrariando inclusive a vontade de seu próprio partido, disposto a “fazer o diabo” para se manter no poder. A 4ª temporada de “House of Cards” estreia no dia 4 de março no Netflix

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    House of Cards: Frank Underwood inicia campanha política no primeiro teaser da 4ª temporada

    16 de dezembro de 2015 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro teaser e um pôster da 4ª temporada de “House of Cards”. O vídeo recria um comercial político para lançar a campanha de Frank Underwood (Kevin Spacey) à presidência dos EUA. Atual presidente americano na série, ele não foi eleito ao cargo, assumindo o poder após uma série de manobras que o transformaram em vice e, posteriormente, presidente. Com a popularidade em queda, ele vai para sua primeira eleição ao cargo, contrariando inclusive a vontade de seu próprio partido. A 4ª temporada de “House of Cards” estreia dia 4 de março no Netflix

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