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    Gerard Butler processa estúdios de “Invasão à Casa Branca”

    31 de julho de 2021 /

    O ator Gerard Butler está processando os estúdios Nu Image e a Millennium Films, alegando que subestimaram a receita do filme “Invasão à Casa Branca” (2013) em dezenas de milhões de dólares, diminuindo assim o que ele teria direito de receber. Além disso, também não lhe informaram que descontaram do faturamento o pagamento de US$ 8 milhões para seus próprios executivos. Na ação, que foi aberta na sexta-feira (31/7) em Los Angeles, Butler pede pelo menos US$ 10 milhões que lhe seriam devidos pelas produtoras. “Invasão à Casa Branca” arrecadou US$ 170 milhões em todo o mundo e ainda gerou duas sequências de sucesso, “Invasão à Londres” e “Invasão ao Serviço Secreto”, todas também estreladas pelo ator. Em documentos entregues ao Tribunal Superior de Los Angeles, a defesa de Butler alega que só a quantia levantada nos Estados Unidos teria sido reduzida em US$ 17,5 milhões no relatório dos estúdios. “Os produtores ganharam dezenas de milhões de dólares com a ‘Invasão à Casa Branca’, mas se recusam a pagar a Butler um centavo das receitas e lucros prometidos a ele no acordo das partes”, diz o processo A abertura do processo aconteceu um dia após Scarlett Johansson abrir uma ação contra a Disney, alegando quebra de contrato pelo lançamento de “Viúva Negra” nos cinemas e também no streaming.

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    Disney é criticada por “ataque de gênero” contra Scarlett Johansson

    31 de julho de 2021 /

    As organizações Women in Film, ReFrame e Time’s Up emitiram uma declaração conjunta neste sábado (31/7) chamando a caracterização de Scarlett Johansson feita pela Disney, em nota sobre o processo aberto pela atriz, de um “ataque de gênero”. A declaração das organizações que atuam na defesa dos direitos das mulheres na indústria do entretenimento diz: “Embora não tomemos posição sobre as questões de negócios no litígio entre Scarlett Johansson e a The Walt Disney Company, nos posicionamos firmemente contra a declaração recente da Disney que tenta caracterizar Johansson como insensível ou egoísta por defender os direitos de seu contrato de negócios. Esse ataque de gênero não tem lugar em uma disputa de negócios e contribui para um ambiente no qual mulheres são percebidas como menos capazes do que os homens de proteger seus próprios interesses sem enfrentar críticas ad hominem”. Scarlett Johansson iniciou uma ação contra o estúdio na quinta-feira (29/7), alegando que seu contrato estipulava que a Disney só poderia lançar “Viúva Negra” no cinema e não simultaneamente em streaming, e que esta decisão unilateral teria o objetivo de diminuir o percentual das bilheterias que ela tem direito de receber como produtora. Como resposta, o estúdio afirmou que o processo da atriz era “triste” e representava um “desrespeito cruel” às vítimas de pandemia de covid-19. Além disso, revelou o cachê da estrela, geralmente considerado matéria sensível e confidencial, o que demonstra o tamanho de sua insatisfação. “Não há mérito algum neste processo. Ele é especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel aos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19. A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access aumentou significativamente sua capacidade de conseguir uma compensação adicional em cima dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até o momento.” A nota da Disney também irritou o empresário da atriz, Bryan Lourd, um dos chefes da CAA, uma das maiores agências de talento de Hollywood, que representa vários artistas contratados pela Disney. E ele detonou o estúdio, chamando-o de “sem vergonha”. “Eles acusaram falsamente e sem nenhuma vergonha a Sra. Johansson de ser uma pessoa insensível com relação à pandemia de covid-19, tentando fazê-la parecer alguém que eles e eu sabemos que ela não é. A empresa ainda incluiu o salário dela na sua declaração para a imprensa, em uma tentativa de constrangê-la com o seu sucesso como artista e mulher de negócios. Ela não tem nada do que se envergonhar”, Lourd comentou em comunicado. Para piorar, Matthew Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, afirmou em sua newsletter que até Kevin Feige, chefão da Marvel, está furioso e decepcionado com a briga pública. ‘Ele pressionou a Disney contra o plano para a ‘Viúva Negra’, preferindo a exclusividade da tela grande e então, quando ‘a merda atingiu o ventilador’, o filme começou a afundar e a equipe de Johansson ameaçou um processo, ele queria que a Disney acertasse as coisas com ela”, afirmou o jornalista. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar simultaneamente no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$ 30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus, e o filme faturou US$ 60 milhões mundiais apenas no lançamento em Premier Access – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. Nos cinemas, por sua vez, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões em seu fim de semana inaugural, dos quais US$ 80 milhões vieram do mercado norte-americano. Desde então, “Viúva Negra” ultrapassou os US$ 320 milhões mundiais.

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    Chefão da Marvel se decepciona e empresário de Scarlett Johansson detona Disney

    30 de julho de 2021 /

    O processo movido por Scarlett Johansson contra a Disney por quebra de contrato, ao lançar “Viúva Negra” simultaneamente no cinema e em streaming, esquentou os bastidores de Hollywood. Matthew Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, afirmou em sua newsletter que Kevin Feige, chefão da Marvel, está furioso e decepcionado com a briga pública. ‘Ele pressionou a Disney contra o plano para a ‘Viúva Negra’, preferindo a exclusividade da tela grande e então, quando ‘a merda atingiu o ventilador’, o filme começou a afundar e a equipe de Johansson ameaçou um processo, ele queria que a Disney acertasse as coisas com ela”, afirmou o jornalista. Mas a Disney não quis saber e só se manifestou após Johansson entrar com um processo na quinta-feira (29/7). A empresa emitiu um comunicado duro, divulgando o salário da atriz e chamando sua ação de “triste” e “desrespeito cruel aos horríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19″. A resposta a esta nota ficou a cargo do empresário da atriz, Bryan Lourd, um dos chefes da CAA, uma das maiores agências de talento de Hollywood, que representa vários artistas contratados pela Disney. E ele detonou o estúdio, chamando a Disney de “sem vergonha”. “Eles acusaram falsamente e sem nenhuma vergonha a Sra. Johansson de ser uma pessoa insensível com relação à pandemia de covid-19, tentando fazê-la parecer alguém que eles e eu sabemos que ela não é. A empresa ainda incluiu o salário dela na sua declaração para a imprensa, em uma tentativa de constrangê-la com o seu sucesso como artista e mulher de negócios. Ela não tem nada do que se envergonhar”, ele comentou em comunicado. O empresário ainda reforçou a queixa da atriz, afirmando que a Disney “violou deliberadamente o contrato” firmado com ela, “movendo todos os lucros [de ‘Viúva Negra’] para seu serviço do streaming e deixando os seus parceiros artísticos e financeiros fora da equação”. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus. Na sua estreia, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões, dos quais US$ 80 milhões vieram apenas do mercado norte-americano. A Disney também revelou que o filme faturou US$ 60 milhões mundiais no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+ – , mas não está claro se este valor conta como bilheteria nos termos previstos para a divisão de lucros do contrato de Johansson. O processo foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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    Emma Stone também pode processar Disney por streaming

    30 de julho de 2021 /

    O processo aberto por Scarlett Johansson contra a Disney por quebra de contrato, devido ao lançamento de “Viúva Negra” simultaneamente em streaming, está sendo observado de perto por outros artistas-produtores famosos. Matt Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, soube que Emma Stone também está considerando processar a Disney por lançar “Cruella” da mesma forma – na plataforma Disney+ junto do cinema. Em sua newsletter, o jornalista disse que a estrela de “Cruella” está “avaliando suas opções”. O argumento para os processos é que o lançamento simultâneo prejudica a arrecadação das bilheterias — o que seria uma quebra de contrato, já que cláusulas estipulam remuneração baseada na vendas de ingressos a artistas que também são produtores das obras, casos de Johannson e Stone. A bilheteria mundial de “Cruella” foi de aproximadamente US$ 225 milhões, bem abaixo do esperado. Mas a Disney se comprometeu em realizar uma continuação. Ao fazer a revelação do interesse de Stone em seguir Johansson, o jornalista lembrou que a Disney é “famosa por ser difícil de lidar” em questões como essa. A empresa não gosta de ser contrariada e, após o processo de Johansson, divulgou o salário da atriz, chamando a ação de “triste” e “desrespeito cruel aos horríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19″.

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    STF arquiva pedido de prisão contra Danilo Gentili

    30 de julho de 2021 /

    Danilo Gentili venceu nova tentativa de censura. Em despacho publicado nesta sexta (30/7), o ministro Alexandre de Moraes do STF (Supremo Tribunal Federal) determinou o arquivamento da denúncia feita pela Câmara dos Deputados, que pedia prisão do humorista. O motivo foi um tuite do fim de fevereiro, em que Gentili sugeriu que a população “entrasse” no Congresso “e socasse todo deputado” por causa da PEC de imunidade parlamentar. O pedido de prisão foi feito com base na Lei de Segurança Nacional. O comentário do humorista foi motivado pela votação do que ficou conhecida popularmente conhecida como a PEC da Impunidade, que buscava proteger os parlamentares de decisões do Supremo Tribunal Federal. A tentativa de se colocar acima da lei pegou tão mal que, dias depois do post “polêmico”, os próprios parlamentares desistiram da votação. Moraes mandou arquivar a queixa contra Gentili.

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    Disney ataca Scarlett Johansson após processo: “Triste” e “desrespeito cruel”

    30 de julho de 2021 /

    A Walt Disney Co. disparou um comunicado contra o processo de Scarlet Johansson por quebra de contrato relativo à “Viúva Negra”. A atriz iniciou uma ação contra o estúdio na quinta-feira (29/7), alegando que a Disney só poderia lançar o filme no cinema e não simultaneamente em streaming, e que esta decisão unilateral teria o objetivo de diminuir o percentual das bilheterias que ela tem direito de receber como produtora. Como resposta, o estúdio afirmou que o processo da atriz é “triste” e representa um “desrespeito cruel” às vítimas de pandemia de covid-19. Além disso, revelou que ela já recebeu US$ 20 milhões pelo filme – uma exposição oficial de cachê, geralmente considerado matéria sensível e confidencial, que demonstra o tamanho da insatisfação do estúdio com a estrela. “Não há mérito algum neste processo. Ele é especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel aos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19. A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access aumentou significativamente sua capacidade de conseguir uma compensação adicional em cima dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até o momento.” “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus, e o filme faturou US$ 60 milhões mundiais apenas no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. Nos cinemas, por sua vez, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões em seu fim de semana inaugural, dos quais US$ 80 milhões vieram do mercado norte-americano. Desde então, “Viúva Negra” ultrapassou os US$ 320 milhões mundiais. O processo de Scarlett Johannson foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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    Cuba Gooding Jr. é condenado em processo por estupro

    29 de julho de 2021 /

    O ator Cuba Gooding Jr. (o O.J. Simpson de “American Crime Story”) foi considerado culpado em um processo civil aberto por uma mulher não identificada no ano passado, que o acusou de estuprá-la duas vezes em um hotel em Manhattan em 2013. O juiz distrital Paul Crotty de Manhattan realizou um julgamento à revelia, após o ator ignorar dois chamamentos seguidos do tribunal, sem abordar os méritos das acusações da vítima. “O réu falhou completamente em participar deste caso”, tornando sua não participação “intencional”, disse o juiz nos autos. Condenado a pagar a indenização, Gooding agora só tem chance de argumentar sobre a sentença: no caso, uma compensação de US$ 6 milhões por danos físicos, psicológicos e morais. Gooding Jr. tem até 7 de setembro para se pronunciar sobre o valor. A autora da denúncia afirmou que o ator de 52 anos a levou a um hotel depois de conhecê-la em um bar de Manhattan. De acordo com o processo, ele disse que lá se encontrariam com amigos. Mas a levou para o quarto em que estava hospedado, alegando que iria trocar de roupa, aproveitando a oportunidade, segundo o documento, para estuprá-la duas vezes. No ano passado, Cuba Gooding Jr. foi alvo de três denúncias de agressão sexual, mas ainda não há data para estes julgamentos. O ator foi acusado de apalpar uma mulher em um restaurante de Nova York em setembro de 2018, beliscar as nádegas de uma segunda mulher um mês depois em uma boate e tocar os seios de uma terceira mulher em um bar, em junho de 2019. Mas há outras queixas contra o ator – pelo menos 21 mulheres se pronunciaram contra ele nas redes sociais. Nenhum desse casos, porém, tratava de estupro. A vítima não identificada de Manhattan também foi a única que buscou uma compensação financeira na justiça civil, em vez de um processo criminal.

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    Scarlett Johansson processa Disney pelo lançamento de “Viúva Negra” em streaming

    29 de julho de 2021 /

    A atriz Scarlett Johansson matou definitivamente a Viúva Negra nesta semana. Se havia esperanças de que sua personagem pudesse voltar, isso acabou quando ela abriu um processo contra a Disney pelo lançamento do filme “Viúva Negra” simultaneamente nos cinemas e no streaming Disney+. De acordo com The Wall Street Journal, os advogados da estrela alegam que esta decisão foi uma quebra de contrato, pois o documento tratava exclusivamente de estreia nos cinemas. Como ela também é produtora do filme, seus rendimentos são baseados na performance da bilheteria do longa, que teriam sido supostamente afetados pelo lançamento em streaming. Na verdade, a Disney também está cobrando “ingressos” virtuais em streaming, mas não está claro se isso está coberto pelo contrato ou se é o principal tema da disputa judicial, que teria encontrado dificuldades para ser resolvida de forma amigável. Há boatos de que Kevin Feige, chefão da Marvel, tentou apaziguar os ânimos, mas sem sucesso diante da decisão da Disney de não fazer concessões. Ao mesmo tempo, Johansson se sentiu lesada ao perceber que perdeu uma fortuna e ainda ajudou a Disney a atrair assinantes para o streaming. “A Disney intencionalmente induziu a quebra do acordo da Marvel, sem justificativa, para impedir que a Sra. Johansson pudesse ter o benefício completo da sua negociação com a Marvel”, diz o processo. “Por que a Disney abriria mão de centenas de milhões de dólares em receitas de bilheteria ao lançar o filme nos cinemas em um momento em que sabia que o mercado estava ‘fraco’, em vez de esperar alguns meses para que o mercado se recuperasse?”, questiona o documento. “Com base nas informações e na convicção, a decisão de fazê-lo foi tomada pelo menos em parte porque a Disney viu a oportunidade de promover seu principal serviço de assinatura usando o filme e a Sra. Johnasson, atraindo assim novos assinantes mensais, mantendo os existentes e estabelecendo o Disney+ como um serviço indispensável em um mercado cada vez mais competitivo. ” A reclamação acrescenta que as ações da Disney “não apenas aumentaram o valor da Disney+, mas também salvou intencionalmente a Marvel (e, portanto, a si mesma) do que a própria Marvel se referiu como ‘bônus de bilheteria muito grande’ que a Marvel de outra forma teria sido obrigada a pagar à Sra. Johnasson.” Por meio do processo, a atriz também alega que a Disney sabia que o streaming dissuadiria o comparecimento dos espectadores aos cinemas, incluindo os que voltariam para assistir mais de uma vez, e fez isso mesmo assim, com conhecimento de causa e intencionalmente. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus. Na sua estreia, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões, dos quais US$ 80 milhões vieram apenas do mercado norte-americano. A Disney também revelou que o filme faturou US$ 60 milhões mundiais no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. O processo foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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    Starz impede Disney de usar o nome Star+ no Brasil

    24 de julho de 2021 /

    Há pouco mais de um mês da estreia da plataforma Star+ no Brasil, a Disney sofreu um revés que pode prejudicar sua estratégia de lançamento. O canal pago americano Starz, que disponibiliza a plataforma Starzplay, conseguiu reverter uma decisão que permitia o uso da marca Star+ (lê-se Starplus) em território nacional. O Starz está brigando com a Disney desde que a empresa anunciou sua estratégia para distribuir sua versão internacional da Hulu com o nome Star+. A alegação é as marcas Starzplay e Starplus são semelhantes e concorrem no mesmo segmento de streaming, podendo confundir o público. O processo do Starz chega a citar o grupo Claro para comprovar que as marcas são semelhantes e geram confusão. A operadora anunciou uma promoção para assinatura opcional do streaming Starzplay, mas ilustrou a imagem com o logotipo do serviço concorrente. Esta disputa já tinha atrasado a chegada da nova plataforma da Disney ao Brasil. Originalmente, a Star+ seria disponibilizada no final de junho, mas, diante do processo contra a denominação, teve sua estreia adiada para 31 de agosto. A Disney só começou a anunciar o lançamento em junho, após decisão de primeira instância, em que conseguiu parecer favorável para ir adiante com seu projeto. Mas na última sexta (23/7) o Starz conseguiu reverter esta decisão. O relator do processo, juiz Jorge Tosta, da 2º Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo, deferiu o pedido de antecipação da tutela recursal. De acordo com o documento, o grupo Starz comprovou ter prioridade sobre o uso da marca Starzplay. Ao ponderar sobre o caso, o relator concordou que a palavra “Star” é o principal identificador dos dois serviços e que “obviamente um consumidor, ao referir-se aos serviços de streaming ofertados pelas partes, não o fará dizendo que assistiu um filme pela ‘STARZPLAY’ ou pela ‘STARPLUS’, mas simplesmente pela ‘STAR’”. A decisão não leva em conta que Star é, na verdade, uma denominação de canais de TV. Star foi o nome escolhido pela Disney para rebatizar os canais Fox, e não houve nenhuma objeção para a estreia dessas emissoras em fevereiro passado – chamadas de Star Channel, Star Life e Star Hits. Star+ seguiria uma tendência do mercado, que já tem plataformas de streaming chamadas de Paramount+ e Disney+, relacionadas aos canais pagos Paramount e Disney Channel. A decisão mais recente proíbe a Disney de usar a marca Star+ sob pena de multa diária, mas ainda não é definitiva, cabendo apelação.

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    Angelina Jolie tem vitória na briga com Brad Pitt pela guarda dos filhos

    24 de julho de 2021 /

    A atriz Angelina Jolie obteve uma vitória na batalha legal que trava contra seu ex-marido Brad Pitt. Ela conseguiu tirar o juiz que supervisionava o divórcio e a custódia dos filhos do caso. Em maio, o juiz nomeado para decidir sobre a separação — e que também oficializou o casamento deles em 2014 — proferiu uma liminar alterando a guarda em favor de Pitt, permitindo-lhe compartilhar o cuidado dos filhos. Eles tem seis filhos, metade adotada e metade biológica, e disputam com quem as crianças vão ficar desde 2016. Os filhos vivem com a mãe e Pitt tem direitos de visitação. Jolie quer manter a situação assim, enquanto ele busca ter guarda compartilhada e dividir as responsabilidades de suas criações. Na sexta (23/7), um tribunal de apelações da Califórnia decidiu que o juiz John Ouderkirk havia se beneficiado financeiramente por outros trabalhos com os advogados de Pitt e não havia relatado isso anteriormente, desqualificando-o do caso. A decisão significa que o caso retrocederá totalmente, começando do zero com outro juiz. Isto também significa que os dois estão jogando dinheiro fora com advogados, pois durante os últimos cinco anos, tempo passado nesta disputa, um dos filhos já atingiu maioridade. Maddox Jolie-Pitt agora não está mais sujeito a qualquer decisão do caso. Em novembro, será a vez de Pax ficar maior, e Zahara será a próxima em dois anos, seguida por Shiloh Nouvel. Os filhos mais jovens, os gêmeos Knox Léon e Vivienne Marcheline, tem atualmente 13 anos e também terão chegado aos 18 se o caso se arrastar por mais cinco anos.

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    Serial killer que matou namorada de Ashton Kutcher é sentenciado à morte

    17 de julho de 2021 /

    O chamado “estripador de Hollywood” foi sentenciado à morte na sexta-feira (17/7) pelo assassinatos de duas mulheres no começo dos anos 2000. Uma delas era namorada do ator Ashton Kutcher. O juiz do Tribunal Superior do Condado de Los Angeles, Paul Fidler, foi quem definiu a sentença de Michael Thomas Gargiulo, um faz-tudo aspirante a ator e que consertava ar-condicionados – que chegou a ser chamado de “assassino do refrigerador” pela imprensa. Gargiulo manteve a alegação de inocência durante o julgamento. Mas foi considerado culpado pelo júri pelo assassinato de Ashley Ellerin, uma estudante de moda de 22 anos que foi assassinada em sua casa em Hollywood quando se preparava para sair com Kutcher em 2001. O astro das séries “O Rancho”, “Dois Homens e Meio” e “That’s 70s Show” chegou a depor no julgamento em 2019, contando como foi até a casa da vítima instantes após sua morte. Em seu testemunho, Kutcher revelou que havia marcado de sair com Ellerin na noite de 21 de fevereiro de 2001, e que falou com ela pela última vez às 8 horas da noite daquele dia, confirmando o encontro. A polícia acredita que a jovem foi morta pouco depois de desligar o telefone, e que foi surpreendida por Gargiulo quando estava saindo do banho. O acusado teria esfaqueado a vítima nada menos do que 47 vezes, antes de fugir. Por volta das 11 horas da noite, o ator chegou na casa de Ellerin e tocou a campainha. Sem conseguir resposta, notou que as luzes estavam acesas no apartamento e espiou pela janela para a sala de estar, onde observou uma mancha vermelha no carpete, mas presumiu que se tratava de vinho tinto. “Isso não me surpreendeu, porque fui a uma festa na casa dela alguns dias antes, e estava tudo uma bagunça. Não pensei duas vezes”, comentou ele no testemunho. Na verdade, era o sangue da jovem de 22 anos. No dia seguinte, segundo Kutcher, a polícia o procurou para notificar que o corpo de Ellerin havia sido encontrado por sua colega de quarto. O ator confessou que “entrou em pânico”, achando que a polícia o considerava um suspeito. A investigação do assassinato só foi concluída recentemente, quando a polícia encontrou ligações entre o crime e outros ataques, graças a evidências de DNA que apontaram para Michael Gargiulo. Gargiulo também foi condenado por matar à facadas Maria Bruno, de 32 anos, que era sua vizinha em El Monte, Califórnia, em 2005. Ele foi preso em 2008 quando outra vítima, Michelle Murphy, de 26 anos, sobreviveu a um ataque em sua casa em Santa Mônica, Califórnia. A polícia ainda desconfia que ele pode ter matado outras mulheres.

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    Após processo, AMC paga US$ 200 milhões ao criador de “The Walking Dead”

    17 de julho de 2021 /

    O processo do criador da série “The Walking Dead”, o cineasta Frank Darabont, contra o canal pago AMC chegou ao fim após oito anos de disputas na Justiça dos EUA com um acordo milionário. Darabont aceitou a proposta da emissora de lhe pagar US$ 200 milhões como participação nos lucros. O cineasta foi quem concebeu “The Walking Dead”, levando a adaptação dos quadrinhos de Robert Kirkman para o canal em 2010. Ele escreveu, dirigiu, escalou o elenco original e produziu a 1ª temporada, que impressionou crítica e público, e foi demitido na metade das gravações do segundo ano por reclamar do baixo orçamento e baixa qualidade da equipe contratada pela AMC para trabalhar na produção. Darabont não se conformava com o fato de “Mad Men” ter pouca audiência, mas dez vezes mais dinheiro do canal, enquanto “The Walking Dead”, com dez vezes mais público, era tratada como produção barata. A reclamação pública incomodou a equipe da AMC, que optou pela decisão drástica. Após sua saída, “The Walking Dead” virou o carro-chefe do canal, gerando inclusive um spin-off bem-sucedido, “Fear the Walking Dead”. Como o AMC estava claramente se beneficiando de seu trabalho, o cineasta entrou na Justiça, junto com a agência que lhe representa profissionalmente, em busca de uma parte dos lucros. Após um processo marcado por trocas de acusações duras entre as duas partes, o acerto se aproximou dos desejos de Darabont, que buscava US$ 300 milhões na Justiça. Além de receber US$ 200 milhões, ele também ficou com direitos relativos a novos negócios de streaming de “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead” (que usa um personagem que ele escalou, Morgan Jones, vivido por Lennie James). Analistas de Wall Street vinham calculando o lucro do canal em 2021 em aproximadamente US$ 200 milhões. Com o pagamento, o ano está sendo considerado perdido. Entretanto, a decisão de encerrar a disputa também pode ser analisada como investimento, uma oportunidade para a AMC romper os laços do diretor com a franquia. Pelo acordo, Darabont aceita abrir mão de direitos sobre novos projetos relacionados a “The Walking Dead”, no momento em que o universo dos zumbis está se expandindo como novas séries e até filmes. Embora “The Walking Dead” esteja chegando ao fim em sua vindoura 11ª temporada, que começa a ser exibida em agosto, sua história vai continuar com os personagens de Norman Reedus (Daryl) e Melissa McBride (Carol), ambos contratados originalmente por Darabont, numa nova atração prevista para 2023. Só que a luta pelo futuro da franquia continua. O fim do processo milionário não apaziguou as disputas judiciais em torno dos zumbis, uma vez que a AMC enfrenta outro processo, aberto em 2017, pelos produtores Gale Anne Hurd, Glen Mazzara (que substituiu Darabont) e até o próprio criador dos quadrinhos, Robert Kirkman. Eles moveram uma ação similar por lucros não contabilizados, que está andando de forma mais lenta e ainda aguarda decisão na Corte de Los Angeles.

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    Secretário da Cultura processa jornalistas, mas foge de intimação judicial

    14 de julho de 2021 /

    O Secretário Especial da Cultura Mario Frias resolveu ameaçar jornalistas e influenciadores com processos. Nesta semana, ele fez três postagens neste sentido nas redes sociais, após comentários sobre a política de desmonte cultural do governo, com paralisação de incentivos e veto da Funarte à projeto de jazz que se declarou antifascista – como, por sinal, qualquer atividade democrática deveria ser. “O Mario Frias está processando criminalmente quem o chama de otário? Mario Frias, eu não te acho otário não. Eu te acho um admirador lambe-botas de genocida e conivente com o genocídio praticado pelo seu mestre. Você, aos meus olhos, é uma vergonha para a cultura brasileira”, postou Felipe Neto, ao saber da inciativa do bolsonarista contra os jornalistas Bob Fernandes e Fabiana Moraes. Ele também recebeu aviso de que seria processado. Mas o mesmo Mario Frias que ameaça críticos com processos está fugindo de um. Em certidão apresentada na semana passada, o oficial de Justiça responsável por notificar o secretário num processo movido contra ele por calúnia e difamação pelo humorista Marcelo Adnet, informou que Frias “parou de receber suas mensagens” no WhatsApp. “Certifico que fiz contato pelo WhatsApp, enviando cópia da intimação, o qual tinha a imagem do querelado na foto do perfil, porém, após os envios das mensagens a foto foi retirada do perfil e as mensagens enviadas deixaram de ser recebidas”, diz a certidão entregue em 8 de julho e revelada na coluna de Ancelmo Gois, em O Globo. Por causa disso, a audiência judicial, marcada para esta quinta (15/7), precisou ser remarcada para setembro. Adnet fez queixa crime por calúnia, difamação e injúria após Frias chamá-lo de “garoto frouxo e sem futuro”, uma “criatura imunda”, “crápula” e “Judas”, entre outros xingamentos. No processo civil, os advogados pedem, além da indenização de R$ 80 mil por danos morais, a retirada da publicação ofensiva do perfil de Mario Frias no Instagram, sob multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da determinação judicial.

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