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    Diretor de “Crash – No Limite” é condenado a pagar US$ 10 milhões à vítima de estupro

    15 de novembro de 2022 /

    O cineasta Paul Haggis (“Crash – No Limite”) foi condenado a pagar US$ 2,5 milhões em danos punitivos adicionais à Haleigh Breest, uma profissional de relações públicas que o acusou de abuso sexual. A condenação se soma ao valor de US$ 7,5 milhões concedidos na última quinta (10/11), quando foi originalmente condenado por estupro. Ao todo, o diretor precisará pagar US$ 10 milhões à vítima. Após a sentença, Haggis disse não ter dinheiro para cumprir a sentença e prometeu apelar da decisão do tribunal. “Hoje o júri soube o que os advogados da oposição sabem há anos, que eu gastei todo o dinheiro que tenho à minha disposição”, disse ele do lado de fora do tribunal. “Destruí meu plano de previdência. Eu vivi de empréstimos para pagar este caso em uma crença muito ingênua na justiça. Bem, agora vamos ver o que o tribunal de apelações dirá. Porque nós absolutamente apelaremos. Não posso viver com mentiras como esta. Vou morrer limpando meu nome.” Sua advogada, Priya Chuadhry, completou afirmando que “durante este julgamento, não tivemos permissão para dizer ao júri que o Sr. Haggis está basicamente sem um tostão, e agora o mundo sabe. E estamos ansiosos para limpar o nome dele”. A vítima, Haleigh Breest, não fez comentários fora do tribunal, mas posteriormente seus advogados divulgaram uma declaração. “Após a decisão de sexta-feira de responsabilizar o Sr. Haggis por suas ações, temos o prazer de ver o júri continuar a reconhecer os danos causados à nossa cliente, concedendo-lhe danos punitivos”, disseram os advogados. “A decisão deles envia uma mensagem poderosa de que o comportamento repreensível de Haggis não será tolerado de forma alguma. Estamos orgulhosos de nossa cliente, Haleigh Breest, pela coragem que ela demonstrou ao apresentar este caso e compartilhar publicamente a verdade do que aconteceu com ela. Esperamos que a decisão do júri aqui estabeleça um precedente sobre como outros casos do movimento #MeToo serão decididos daqui para frente.” O julgamento tratou de uma agressão sexual cometida no início de 2013, quando Breest trabalhava assessorando estreias de filmes. Depois de uma festa após a exibição de um filme, Haggis lhe ofereceu uma carona para casa e a convidou para seu apartamento em Nova York para tomar uma bebida. Uma vez dentro do apartamento, Haggis a submeteu a avanços indesejados e, por fim, a obrigou a fazer sexo oral e a estuprou, apesar das súplicas dela pedindo para ele parar. Em sua defesa, Haggis disse que Breest era paqueradora e, embora às vezes seus desejos parecessem “conflitantes”, ela iniciou os beijos e o sexo oral de maneira consensual. Ele disse que não conseguia se lembrar se eles tiveram relações sexuais. Os jurados ficaram do lado de Breest, que disse que sofreu consequências psicológicas e profissionais após seu encontro com Haggis. “Achei que ia pegar carona para casa. Eu concordei em tomar uma bebida. O que aconteceu nunca deveria ter acontecido. Não tinha nada a ver comigo, e tudo a ver com ele e suas ações”, disse ela aos jurados. Outras quatro mulheres também testemunharam que sofreram avanços forçados e indesejados – e, em um caso, estupro – de Haggis em diferentes ocasiões, desde 1996. Nenhuma das quatro entrou com uma ação legal como Breest. “Seu comportamento me mostrou que ele era alguém que nunca iria parar”, testemunhou uma mulher, dizendo que Haggis tentou beijá-la diversas vezes contra sua vontade e até a seguiu para dentro de um táxi e ao seu apartamento em Toronto em 2015. Os advogados do diretor tentaram atacar a credibilidade das acusadoras. Haggis negou todas as acusações e disse aos jurados que as acusações o deixaram abalado. “Estou com medo porque não sei por que essas mulheres – ou por que alguém – mentiriam sobre coisas assim”, disse ele. E sua defesa apresentou aos jurados várias outras mulheres – incluindo sua ex-esposa, a atriz Deborah Rennard – que disseram que Haggis as respeitavam quando elas rejeitavam suas propostas românticas ou sexuais. Durante as três semanas de depoimentos, o julgamento examinou mensagens de texto que Breest enviou a amigos sobre o que aconteceu com Haggis, além de e-mails trocados entre eles antes e depois da noite em questão, e apontou algumas diferenças entre os testemunhos diante do júri e o que registraram os primeiros documentos do tribunal. Além disso, os jurados ouviram extensos testemunhos sobre a Igreja da Cientologia, a religião fundada pelo autor de ficção científica e fantasia L. Ron Hubbard na década de 1950. Haggis foi um adepto da religião por décadas antes de renunciar publicamente e denunciar a Cientologia em 2009. Por meio do testemunho de Haggis e outros ex-membros da Cientologia, sua defesa argumentou que a igreja pretendia desacreditá-lo e poderia ter algo a ver com o processo. Nenhuma testemunha disse que sabia que as acusadoras de Haggis ou os advogados de Breest tinham quaisquer ligações com a Cientologia, e a própria defesa de Haggis reconheceu que Breest não estava envolvida com a religião. Ainda assim, a advogada de Haggis, Priya Chaudhry, procurou persuadir os jurados de que há “pegadas, embora talvez não as impressões digitais, do envolvimento da Cientologia aqui”. Os advogados de Breest chamaram essa linha de defesa de “uma teoria da conspiração vergonhosa e sem respaldo”. O veredicto saiu em meio a outros casos de abuso sexual envolvendo a indústria do entretenimento. Recentemente, outro júri decidiu que Kevin Spacey não abusou sexualmente do ator e então adolescente Anthony Rapp em 1986. Enquanto isso, o ator Danny Masterson e o ex-produtor Harvey Weinstein estão sendo julgados, separadamente, por acusações criminais de estupro em Los Angeles. Ambos negam as acusações, e Weinstein também está apelando de uma condenação em Nova York. Todos os quatro casos foram gerados pelo movimento #MeToo, que revelou os comportamentos abusivos de pessoas poderosas de Hollywood. Breest, em particular, disse que decidiu processar Haggis porque as manifestações públicas que ele fez contra Weinstein a enfureceram: “Esse homem me estuprou e estava se apresentando como um defensor das mulheres para o mundo”, lembrou ela. Além de ter vencido o Oscar de Melhor Filme por “Crash – No Limite” (2004), Haggis também foi responsável pelos roteiros de “Menina de Ouro” (2004), pelo qual foi indicado ao Oscar, “A Conquista da Honra” (2006) e “007: Cassino Royale” (2006), entre muitos outros. Ele também dirigiu os filmes “No Vale das Sombras” (2007), “72 Horas” (2010) e “Terceira Pessoa” (2013) e a minissérie “Show Me a Hero” (2015).

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    Tema de séries, Flordelis é condenada a 50 anos de prisão

    13 de novembro de 2022 /

    Tema de duas séries documentais deste ano, a ex-pastora e ex-deputada Flordelis dos Santos foi condenada a 50 anos de prisão pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Juri de Niterói neste fim de semana pelo assassinado do marido, o pastor Anderson do Carmo, em 2019. O julgamento, que durou sete dias, também condenou sua filha biológica Simone dos Santos Rodrigues. Mas os filhos adotivos Marzy Teixeira, André Luiz de Oliveira e Rayane dos Santos foram absolvidos. A ex-deputada recebeu pena de 50 anos e 28 dias de prisão pelos crimes de homicídio, tentativa de homicídio (por tentativas de envenenar a vitima), uso de documento falso (pelo plano de uma carta fraudada) e associação criminosa armada. Por sua vez, Simone recebeu pena de 31 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de homicídio, tentativa de homicídio e associação criminosa armada. Apesar das duas condenações, o Ministério Público pretende recorrer das absolvições dos demais envolvidos. “Flordelis é manipuladora, vingativa e assassina. Vamos apresentar os recursos contra a absolvição dos demais réus no prazo processual”, disse o promotor de Justiça Décio Viegas à imprensa. Já a defesa de Flordelis informou que ingressará com uma apelação para reverter a sentença. Além de citar que ela já entrou condenada em seu julgamento, em razão da repercussão do caso, o advogado Rodrigo Faucz apontou duas irregularidades ocorridas em plenário. A primeira delas, a exibição de um documento pelo Ministério Público que não estava no processo. A segunda, pelo fato do assistente de acusação, advogado Angelo Máximo, ter feito questionamento ao silêncio dos acusados em sua sustentação, o que é vedado pelo Código de Processo Penal. O advogado emitiu uma nota oficial neste domingo (13/11), lamentando a condenação. “Infelizmente, apesar de não haver provas, Flordelis foi condenada pelo homicídio do marido. Entendo que a condenação foi indevida, eis que certamente se deu pela pressão da opinião pública formada desde o delito. Considerando que ocorreram diversas nulidades absolutas no decorrer do julgamento, informo que recorrerei da sentença, buscando que ocorra, futuramente, um julgamento justo. Entretanto, estamos muito satisfeitos com a absolvição de todos os crimes em que nossos outros clientes foram julgados”. A vida de Flordelis e o assassinato de Anderson do Carmo chamaram a atenção dos serviços de streaming no Brasil. A Globoplay lançou a série documental “Flordelis: Questiona ou Adora” em 4 de novembro, na véspera do julgamento, e a HBO Max prepara “Flordelis: Em Nome da Mãe”, que tem estreia prevista para dezembro e planos para incluir cenas do julgamento e o veredito do caso. Dividido em vários julgamentos, o caso rendeu pena de prisão para Flordelis, Simone dos Santos Rodrigues e mais seis pessoas, anteriormente condenadas pelo crime. Denunciado como autor dos disparos que mataram Anderson, Flávio dos Santos Rodrigues, filho biológico da ex-deputada, vai servir 33 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado, porte ilegal de arma de fogo, uso de documento falso e associação criminosa. Comprador da arma usada no crime, Lucas Cezar dos Santos de Souza, filho adotivo de Flordelis, foi condenado a nove anos de prisão por por homicídio triplamente qualificado. Adriano dos Santos Rodrigues, filho biológico de Flordelis, recebeu a pena de quatro anos de prisão por uso de documento falso e associação criminosa armada. O ex-policial militar Marcos Siqueira Costa e a esposa do militar, Andrea Santos, ficarão presos por cinco e quatro anos, respectivamente, por uso de documento falso e associação criminosa armada. E Carlos Ubiraci Francisco da Silva, filho afetivo de Flordelis, foi condenado a dois anos por associação criminosa armada. Mas, em abril passado, a Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro lhe concedeu liberado condicional.

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    Johnny Depp apela na Justiça para não indenizar Amber Heard

    3 de novembro de 2022 /

    Mesmo após conquistar US$ 10,35 milhões de indenização em seu processo contra Amber Heard, Johnny Depp não quer pagar os US$ 2 milhões que o júri concedeu a sua ex-esposa no mesmo julgamento. O ator entrou com um recurso na justiça para não ter que pagar nada. De acordo com o site TMZ, a defesa de Depp alega nos documentos apresentados ao Tribunal de Virgínia, EUA, que o júri decidiu erroneamente a favor da atriz em outro processo por difamação que ela moveu contra o ator. Heard processo Depp porque o ex-advogado do ator, Adam Waldman, disse à imprensa que ela forjou uma briga para justificar o fim de seu casamento. Na ocasião, Waldman afirmou: “Então, Amber e suas amigas derramaram um pouco de vinho e bagunçaram o lugar, criaram suas histórias diretamente sob a direção de um advogado e relações públicas, e em seguida fizeram uma segunda ligação para o [serviço de emergência] 911”. Na apelação, a defesa afirma que a decisão foi equivocada porque foi o advogado quem disse isso, não o ator. Ou seja, Depp “não deveria ser responsabilizado por essas observações”. A ação também explicou que a equipe de Amber não conseguiu provar que Waldman fez esses comentários com malícia – um requisito para vencer uma ação de difamação. Heard também entrou com apelação na Justiça para não pagar a indenização vencida por Depp. A defesa da atriz também afirmou que “o tribunal cometeu erros que impediram um veredito justo”, e em sua tese incluiu referências à Primeira Emenda da constituição dos EUA, que proíbe a restrição à liberdade de expressão e imprensa. Depp processou Heard por um artigo publicado no jornal The Washington Post em que ela se descreveu como sobrevivente de violência doméstica. Até o momento, nenhum dos dois pagou a quantia definida no julgamento.

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    Filha de Daniela Mercury pede indiciamento de Cassia Kis por LGBTfobia

    28 de outubro de 2022 /

    A advogada Márcia Verçosa de Sá Mercury, filha da cantora Daniela Mercury e da empresária Malu Verçosa, entrou com uma ação criminal no Mistério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra a atriz Cassia Kis, após uma polêmica live com a jornalista Leda Nagle em que a veterana fez declarações homofóbicas. Márcia acusa Kiss de promover LGBTfobia, de incitar violência contra a comunidade LGBTQIAP+ e afirmou, em nota, que a população não heterossexual “merece respeito”. No bate-papo, Cassia Kis disse que as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) estão destruindo as famílias. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). “Eu nem sabia que existia isso”, deixou escapar Leda Nagle, diante do sensacionalismo da atriz. Cássia continuou, dizendo que quando há uma relação entre duas pessoas do mesmo sexo há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. A filha de Daniela Mercury disse ter ficado chocada. “Como filha de um casal de lésbicas, me sinto no dever, por minhas irmãs e por toda comunidade LGBTQIAP+ que é vítima violências cotidianas, de agir para que ela seja punida no rigor da lei. Minha família merece respeito, a população LGBTQIAP+ merece respeito!”, afirmou Márcia, em nota enviada à imprensa. “Ao ver a gravação em que ela ataca famílias como a minha, chorei. Ela fala que as pessoas LGBTQIAP+ destroem as famílias. Com que direito ela pode falar isso se a minha família foi justamente construída a partir de uma união homoafetiva? A adoção é um ato de amor que muda a vida de muitas crianças e adolescentes. Mudou a minha vida e a de minhas irmãs.” “Espero que Cássia Kiss responda pelo crime de LGBTfobia e seja condenada. Só com o cumprimento da Lei conseguiremos ter nossos direitos respeitados”, completa a filha da cantora. Em nota, a Globo também repudiou as declarações da atriz, atualmente no ar na novela “Travessia”. “A Globo tem um firme compromisso com a diversidade e a inclusão e repudia qualquer forma de discriminação”, disse a emissora.

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    Leo Lins é indiciado por injúria em piadas contra deficientes

    21 de outubro de 2022 /

    A Polícia Civil de São Paulo concluiu o inquérito policial que investigava se uma piada do humorista Leo Lins era ofensiva e o indiciou por crime de injúria qualificada. Publicada no Instagram em abril, a piada fazia pouco caso da voz de uma criança com paralisia cerebral. “Eu sei que o certo é surdo e não surdo-mudo, mas se eu tivesse uma voz desse jeito, preferia ser surdo”, disse Lins. Após manifestações de protesto em seus shows, o humorista compartilhou sons de focas e voltou a fazer piada com pessoas com deficiência. “Pelo menos será um protesto silencioso”, disse. Irritadas, duas pessoas com deficiência fizeram denúncias na 1ª DPPD (Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência) de São Paulo. Um dos denunciantes foi o influenciador digital Ivan Baron, que tem deficiência motora e luta pela inclusão social. Leo Lins acusou Baron de pegar um vídeo antigo com a piada para “lacrar” e causar seu “cancelamento”. De acordo com o relatório policial, os policiais concluíram que o humorista quis ofender pessoas com deficiência gratuitamente. O inquérito também diz que ele se recusou a dar sua versão quando foi chamado para prestar depoimento. Leo Lins chegou a ir à delegacia, mas acusou a delegada do local de pedir o seu indiciamento na ação mesmo antes de ele dar sua versão. “Sustenta o depoente que a delegada entrou no local e disse que já tinha resolvido pelo seu indiciamento antes mesmo de sua versão ser dada e que, por isso, não responderia nenhuma pergunta”, diz o documento, que vazou na imprensa. Ao concluir as investigações, a polícia considerou que Leo Lins cometeu uma série de práticas abusivas. A assessoria da Polícia Civil de São Paulo confirmou o indiciamento, mas não comentou as acusações de Leo Lins. “O caso foi investigado por meio de inquérito policial instaurado pela 1ª Delegacia da Pessoa com Deficiência, sendo relatado à Justiça em setembro deste ano com o indiciamento do autor por crime de incitar discriminação de pessoa em razão de deficiência”, diz a nota policial. Agora, cabe ao Ministério Público aceitar a abertura da ação judicial para que ele vire réu. A discriminação de pessoa em razão de sua deficiência é passível de queixa-crime por injúria qualificada, cuja pena é de um a três anos de reclusão e multa. Mas a pena aumenta em caso de reincidência. Em agosto, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou Leo Lins a pagar R$ 44 mil de indenização por danos morais a Adriana Cristina da Costa Gonzaga, mãe de um menino autista. A ação foi movida em 2020, após a publicação de um vídeo no perfil de Aline Mineiro, namorada de Leo Lins. Na ocasião, a ex-“A Fazenda” disse: “Como em todas as festas, ele não fala nada, é um pouco autista.” Adriana Cristina enviou um pedido a Lins para que Aline não usasse o autismo de forma leviana. “Aconselhe sua namorada a se retratar. Autismo não é adjetivo”, ela escreveu. Longe de se sensibilizar, Lins respondeu com um texto obsceno. “Eu já tentei. Juro que falei pra ela responder todas as pessoas que estão indignadas como você. Aconselhei ela a mandar vocês enfiarem uma rola gigantesca no c*. Um pau bem veiúdo, mais vascularizado que seu cérebro (se bem que pra isso não precisa muito). A ideia era socar essa rola até a cabeça sair na boca, empalando o corpo. Depois remover a pir*ca (que aliás, estaria de máscara, pois não quero que pegue Covid), remover cuidadosamente, o que deixaria um buraco cilíndrico, ai jogaria milho para o corpo se tornar um abrigo de pombas brancas da paz. Essa foi minha sugestão, mas ela achou absurdo. Prometo que vou seguir tentando”, escreveu o humorista. Ele já tinha sido demitido do SBT em julho, onde fazia parte do programa “The Noite”, após fazer piada com o Teleton e uma criança com hidrocefalia durante um show de stand-up. Sua dispensa aconteceu após a repercussão de um vídeo em que debochava de uma criança com hidrocefalia. “Eu acho muito legal o Teleton, porque eles ajudam crianças com vários tipos de problemas. Vi um vídeo de um garoto no interior do Ceará com hidrocefalia. O lado bom é que o único lugar na cidade onde tem água é a cabeça dele. A família nem mandou tirar, instalou um poço. Agora o pai puxa a água do filho e estão todos felizes”, disse como piada. Leo Lins ainda foi condenado, no ano passado, a pagar uma indenização de R$ 15 mil para uma transexual por ter feito piadas sobre sua mudança de gênero. E precisou indenizar em mais R$ 5 mil a influenciadora Thais Carla ao ironizar um vídeo em que ela demonstrava a dificuldade de pessoas gordas para ter acesso às poltronas de avião – “exalando inequívoca gordofobia”, segundo a sentença.

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    Mel Gibson é testemunha no julgamento de Harvey Weinstein por crimes sexuais

    15 de outubro de 2022 /

    O ator Mel Gibson é uma das testemunhas listadas pela acusação contra o produtor Harvey Weinstein em seu novo julgamento por crimes sexuais em Los Angeles, nos Estados Unidos. Gibson será chamado para corroborar as acusações de uma mulher que não teve o nome revelado, identificada como Jane Doe 3, que afirmou ter sido abusada sexualmente por Weinstein em 2010 após uma sessão de massagem em um hotel. Dias depois, ela foi fazer uma massagem em Gibson, que ao mencionar Weinstein viu a mulher desabar em choro e ouviu seu desabafo. Em contrapartida, a defesa do produtor questionou à Justiça se eles poderiam perguntar ao ator sobre declarações racistas e antissemitas que ele fez ao longo dos anos, mas a solicitação não foi permitida pela magistrada responsável pelo caso. No entanto, os representantes de Weinstein poderão perguntar se Gibson guarda rancor contra o produtor por problemas de trabalho. O fato de Gibson ser listado como testemunha não garante sua participação no julgamento. Geralmente, mais testemunhas são listadas que chamadas para o tribunal. Tudo depende do andamento das sessões. Weinstein está atualmente cumprindo uma sentença de 23 anos de prisão após ter sido condenado por estupro e abuso sexual em um julgamento em Nova York em 2020, e agora enfrenta mais 11 acusações de abusos sexuais de cinco mulheres, que ele teria atacado entre 2004 e 2013.

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    Primeira Dama da Califórnia vai depor como vítima no julgamento de Weinstein

    10 de outubro de 2022 /

    A documentarista Jennifer Siebel Newsom (“Fair Play”), esposa do atual governador da Califórnia, Gavin Newsom, vai depor como vítima no julgamento do produtor Harvey Weinstein (“Os Oito Odiados”), que começou nessa segunda (10/10), em Los Angeles. A data do depoimento de Newsom ainda não foi divulgada. “Como muitas outras mulheres, minha cliente foi agredida sexualmente por Harvey Weinstein em uma suposta reunião de negócios que acabou sendo uma armadilha”, disse a advogada Elizabeth Fegan, ao site Deadline. “Ela pretende testemunhar em seu julgamento a fim de buscar alguma medida de justiça para as sobreviventes e como parte do trabalho de sua vida para melhorar a vida das mulheres”. A advogada ainda afirmou que Newsom não pretende discutir este assunto fora do tribunal e pediu respeito pela decisão da Primeira Dama. Até esta segunda identificada apenas como “Jane Doe” (Joana Ninguém) no processo, Newsom teria sido estuprada por Weinstein entre setembro de 2004 e setembro de 2005, em Los Angeles, de acordo com documentos judiciais. Apesar de ter sido revelada agora como acusadora, Jennifer Siebel Newsom (que além de ser documentarista também tem uma extensa carreira como atriz) já tinha assumido que era uma das vítimas do produtor. Ela detalhou o ataque de Weinstein em um artigo publicado em 2017, no Huffington Post. “Eu era ingênua, nova na indústria e não sabia como lidar com seus avanços agressivos – convites de trabalho de um amigo tarde da noite no Festival de Cinema de Toronto e, mais tarde, um convite para encontrá-lo e conversar sobre um papel no Hotel The Peninsula, onde a equipe estava presente e, de repente, desapareceram, deixando-me sozinha com essa lenda de Hollywood extremamente poderosa e intimidadora”, escreveu ela na ocasião. O relato original de Siebel Newsom veio logo após o jornal New York Times expor as décadas de estupros, agressões e ameaças de assédio de Weinstein contra atrizes e outras mulheres na indústria do entretenimento. Weinstein está enfrentando quatro acusações de estupro, quatro acusações de cópula oral forçada, uma acusação de penetração sexual forçada, uma acusação de agressão sexual por contenção e agressão sexual, em diferentes incidentes envolvendo cinco mulheres no condado de Los Angeles, entre 2004 a 2013. Ele já foi condenado a 23 anos de prisão por um júri de Manhattan em março de 2020 por conta de outros crimes sexuais, e pode aumentar sua sentença para 140 anos de prisão se for considerado culpado em Los Angeles. O julgamento iniciou com a seleção do júri, processo que pode durar até duas semanas. Portanto, as acusadoras e suas testemunhas só devem começar a ser ouvidas depois do dia 22 de outubro. A expectativa é que o processa tenha duração de até dois meses no tribunal. Atualmente, Weinstein apela da decisão do tribunal de Nova York para tentar reverter ou diminuir sua sentença. O documentário mais recente de Jennifer Siebel Newsom, “Fair Play” (2022), venceu o Bergen International Film Festival. Seus trabalhados anteriores incluem “The Mask You Live In” (2015), vencedor de um prêmio no Festival Internacional de Las Vegas, e “Miss Representation” (2011), indicado ao Grande Prêmio do Juri no Festival de Sundance.

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    Angelina Jolie teria “envenenado os filhos” contra Brad Pitt

    5 de outubro de 2022 /

    Fontes ligadas ao ator Brad Pitt negaram as acusações feitas por Angelina Jolie de que ele teria agredido não só ela, mas dois de seus seis filhos durante um voo internacional em 2016. Segundo relato feito ao TMZ, os filhos do casal não estão mais falando com ele por causa de Jolie. A fonte disse que a ligação do ator com as crianças se tornou um “relacionamento limitado ou nulo, por causa dos empenhos dela”. De acordo com a reportagem, as repetidas tentativas de Angelina de pintar Brad como um abusador de crianças tiveram um impacto extremo em seus seis filhos, que agora estão praticamente rompidos com o pai. Outra fonte destacou que Jolie está inventando tudo. “Ela continua a refazer, revisar e reimaginar a descrição de um evento ocorrido há seis anos, acrescentando informações completamente falsas a cada vez que volta a insistir em seus objetivos. A história dela está sempre mudando”. Na análise das fontes, o ataque feito contra o ator já teve resultado positivo para Jolie, porque apesar de ter uma custódia compartilhada dos filhos, a atriz “envenenou as crianças contra Brad” a ponto de elas não quererem mais nada com ele, o que acarreta um prejuízo afetivo e psicológico para elas próprias. As fontes também apontam que Pitt nunca proferiu publicamente uma palavra ruim sobre Jolie, pensando justamente no bem de seus filhos. Eles acrescentam, no entanto, que ele está profundamente magoado pelo que acredita ser um ataque cruel, implacável e interminável. Angelina Jolie deu entrada num novo processo contra o ex-marido na terça-feira (4/10), em que relata as agressões. O caso foi bastante noticiado recentemente. Informações a respeito dessa briga vieram à tona após Jolie processar o FBI, de forma “anônima”, para que os documentos da investigação realizada fossem tornados públicos. De acordo com os documentos legais, conseguidos pelo jornal New York Times, o processo descreve que “Pitt sufocou uma das crianças e bateu na cara de outra”. Ele também “agarrou Jolie pela cabeça e a chacoalhou”. Além disso, o ator derramou cerveja na atriz e cerveja e vinho tinto nas crianças. Autoridades federais, responsáveis por investigações em voos, teriam conversado com as partes e testemunhas, decidindo não abrir acusações formais contra o ator por falta de materialidade. De acordo com o relatório feito na época, um representante da Procuradoria dos EUA “discutiu os méritos desta investigação com o agente do caso [FBI]” e afirmou que “foi acordado por todas as partes que as acusações criminais neste caso não seriam feitas devido a vários fatores”. Logo após o incidente, o casal de celebridades se divorciou e Pitt decidiu publicamente parar de beber. Nenhuma acusação foi levada adiante contra o ator, o que levou Jolie a pedir os documentos do FBI para abrir sua própria ação. Fontes próximas a Pitt disseram que ambos os lados tiveram acesso a esse relatório por quase seis anos, afirmando que o pedido de Jolie era uma tentativa de prejudicar Pitt. O processo movido por Jolie também seria uma resposta à ação aberta por Pitt contra a ex-mulher por causa de uma vinícola francesa que ambos tinham quando casados. O ator afirma que ela tentou lhe “infligir danos” ao vender sua participação de 50% para um oligarca russo com “associações e intenções tóxicas”. No processo desta terça, os advogados de Jolie dizem que as negociações para que ela vendesse sua parte para o ex-marido foram canceladas porque ele exigia que ela assinasse um acordo para não divulgar “o abuso físico e emocional dela e de seus filhos”. Jolie e Pitt iniciaram seu relacionamento em 2004, durante as filmagens de “Sr. e Sra. Smith”, se casaram em 2014 e se divorciaram em 2016. O casal tem seis filhos, cujos direitos de guarda também são disputados nos tribunais. Após vencer a batalha pela custódia compartilhada no ano passado, Pitt sofreu um revés. Os advogados de Jolie conseguiram desqualificar o juiz responsável pelo veredito, fazendo a batalha jurídica recomeçar do zero.

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    Golpista se passa por Johnny Depp e rouba R$ 200 mil de aposentada

    5 de outubro de 2022 /

    Um golpista que se passava pelo ator Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) no Instagram conseguiu enganar uma aposentada brasileira, roubando-lhe mais de R$ 200 mil. O caso aconteceu na cidade de Osasco, na Grande São Paulo, e começou com uma série de conversas “inocentes” pelo Instagram (iniciadas em setembro de 2020). Porém, com o passar do tempo, o “ator” passou a pedir dinheiro para cobrir os custos dos processos em que ele estava envolvido. De fato, Depp estava envolvido em diversos processos desde 2018, que culminaram no infame julgamento público entre ele e sua ex-esposa, a atriz Amber Heard (“Aquaman”) recentemente. Na ocasião, Depp estava pedindo US$ 50 milhões em danos morais por causa de um artigo que Heard escreveu no jornal The Washington Post, no qual ela afirmou que foi vítima de violência doméstica. Heard, por sua vez, também processou Depp, pedindo US$ 100 milhões em indenizações. Os processos tiveram repercussão mundial e serviram como “comprovação” das afirmações do golpista. Além de tentar ajudar o ator, a aposentada também foi alimentada pela promessa de se mudar para os Estados Unidos para morar com ele. Ao todo, ela fez três depósitos para ele, nos valores de R$ 15 mil, R$ 40,4 mil e R$ 153 mil. O dinheiro foi transferido para uma conta em nome de Antônio, identificado como um amigo brasileiro do advogado de Johnny Depp. Para isso, a aposentada precisou vender a casa e o carro, e teve seus cheques bloqueados. Foi aí que o filho dela desconfiou de fraude e questionou sua mãe sobre as transações bancárias. Ela lhe mostrou as conversas com o falso ator no seu celular. Uma vez que o caso foi desvendado, a vítima entrou na justiça processando o banco onde as transações foram realizadas. Ela está pedindo mais de R$ 200 mil em indenização. Entretanto, a justiça considerou a ação improcedente. “Embora a autora afirme ter sido vítima de um golpista, nada nos autos comprova toda a sua narrativa. Note-se que a autora anexou aos autos apenas e tão somente os comprovantes de transferência bancária, que por livre e espontânea vontade efetuou, mas não junta o tal perfil do Instagram que a enganou”, escreveu a juíza Clarissa Rodrigues Alves, em decisão publicada em 28 de setembro. Entretanto, a defesa da vítima afirma que ela foi enganada e que isso precisa ser levado em consideração. “A pandemia contribuiu para que a Autora acreditasse em toda mentira contada pelo golpista, haja vista o abalo emocional vivenciado, a mesma só procurava uma ‘saída ou mudança de vida’, realizando até uma cirurgia plástica acreditando ir morar em Los Angeles”, defendeu a advogada da aposentada. A defesa da vítima conseguiu localizar o nome do dono da conta bancária em sites de “caçadoras de golpistas”, dedicados a desmascarar suspeitos de golpes similares. Essa mesma conta do tal “amigo do advogado de Depp” já foi usada em outro caso, em que o sujeito se identificou como “médico David” e conversou com uma vítima por sete meses, até finalmente lhe pedir dinheiro para vir ao Brasil. Falando à imprensa, a caçadora de golpistas Glauce Lima, que identificou a conta bancária, lamentou que a Justiça brasileira não esteja dando a devida importância a esse tipo de golpe, que tem aumentado exponencialmente diante da impunidade.

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    Galã mexicano da Netflix é condenado por agressão fatal e pode pegar 15 anos de prisão

    4 de outubro de 2022 /

    O galã mexicano Pablo Lyle, estrela de várias novelas da TelevisaUnivision e até de séries da Netflix, foi considerado culpado por matar um homem com um soco após numa discussão de trânsito nos EUA em 2019, e pode pegar entre 9 anos e 15 anos de prisão. O homem morto, Juan Ricardo Hernández, era cubano e chegou a ser levado para o Hospital Jackson Memorial, em Miami, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com o relatório policial, o cubano de 63 anos se queixou que o carro do ator cruzou seu caminho de repente. Ele desceu do carro em um semáforo e começou a reclamar. Nesse momento, Lyle saiu do seu automóvel acompanhado do cunhado e socou o homem, que caiu e já ficou inconsciente no chão. Após a agressão, o ator de 35 anos fugiu, mas foi localizado pela polícia no mesmo dia. Ele alegou à imprensa local que deixou o local pois “temia pela segurança do filho” Mauro, que na época tinha 6 anos e estava com ele. Lyle chegou a ser detido, mas estava em liberdade condicional depois de pagar uma fiança de US$ 5 mil – equivalente a R$ 25,9 mil na cotação atual. Ele foi indiciado por agressão, mas teve permissão da corte para viajar ao México em razão de compromissos profissionais. Após vários adiamentos do julgamento devido à pandemia e o furacão Ian, ele foi finalmente considerado culpado nesta terça (4/10) por um júri de Miami. Após a deliberação final do júri, o ator foi algemado e aguardará a sentença final na detenção. O tempo de condenação será comunicado pela juiza Marisa Tinkler Mendez numa nova audiência, marcada para 26 de outubro. Desde a fatalidade, ele não estrelou mais nenhuma produção televisiva. Seu último trabalho foi a série “Yankee”, da Netflix, lançada em 2019. Veja abaixo a cobertura do caso na TV americana, com imagens do julgamento e da agressão.

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    Angelina Jolie processa Brad Pitt por agressão

    4 de outubro de 2022 /

    A atriz Angelina Jolie deu entrada num processo contra o ator Brad Pitt nesta terça-feira (4/10), em que alega ter sofrido uma agressão do ex-marido. Tanto ela quanto seus filhos teriam sido agredidos em 2016 durante um voo internacional. O caso foi bastante noticiado recentemente. Informações a respeito dessa briga vieram à tona após Jolie processar o FBI, de forma “anônima”, para que os documentos da investigação realizada fossem tornados públicos. De acordo com os documentos legais, conseguidos pelo jornal New York Times, o processo descreve que “Pitt sufocou uma das crianças e bateu na cara de outra”. Ele também “agarrou Jolie pela cabeça e a chacoalhou”. Além disso, o ator derramou cerveja na atriz e cerveja e vinho tinto nas crianças. Autoridades federais, responsáveis por investigações em voos, teriam conversado com as partes e decidiram não abrir acusações formais contra o ator. De acordo com o relatório feito na época, um representante da Procuradoria dos EUA “discutiu os méritos desta investigação com o agente do caso [FBI]” e afirmou que “foi acordado por todas as partes que as acusações criminais neste caso não seriam feitas devido a vários fatores”. Logo após o incidente, o casal de celebridades se divorciou e Pitt decidiu publicamente parar de beber. Nenhuma acusação foi levada adiante contra o ator, o que levou Jolie a pedir os documentos do FBI para abrir sua própria ação. Fontes próximas a Pitt disseram que ambos os lados tiveram acesso a esse relatório por quase seis anos, afirmando que o pedido de Jolie era uma tentativa de prejudicar Pitt. O processo movido por Jolie também seria uma resposta à ação aberta por Pitt contra a ex-mulher por causa de uma vinícola francesa que ambos tinham quando casados. O ator afirma que ela tentou lhe “infligir danos” ao vender sua participação de 50% para um oligarca russo com “associações e intenções tóxicas”. No processo desta terça, os advogados de Jolie dizem que as negociações para que ela vendesse sua parte para o ex-marido foram canceladas porque ele exigia que ela assinasse um acordo para não divulgar “o abuso físico e emocional dela e de seus filhos”. Jolie e Pitt iniciaram seu relacionamento em 2004, durante as filmagens de “Sr. e Sra. Smith”, se casaram em 2014 e se divorciaram em 2016. O casal tem seis filhos, cujos direitos de guarda também são disputados nos tribunais. Após vencer a batalha pela custódia compartilhada no ano passado, Pitt sofreu um revés. Os advogados de Jolie conseguiram desqualificar o juiz responsável pelo veredito, fazendo a batalha jurídica recomeçar do zero.

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    André Gonçalves faz acordo sobre pensão alimentícia e se retrata: “Dever de um pai”

    17 de setembro de 2022 /

    O ator André Gonçalves chegou a um acordo sobre as dívidas de pensão alimentícia com a filha mais velha, Manuela, de 23 anos, e a mãe dela, a atriz Tereza Seiblitz. Ficou acertado um prazo de três anos para que ele possa se recuperar financeiramente – ele se encontra desempregado – e retomar a quitação. Neste período, a dívida, que atualmente é de R$ 136.018,34, ficará congelada. O acordo também inclui um vídeo divulgado na sexta (16/9), no qual o artista admite não ter cumprido compromissos assumidos anteriormente e ter sido um pai ausente. André começa o vídeo em tom de retratação por “declarações injustas” sobre Manuela. “Declaro ainda que Manuela nunca tentou me prender, como eu disse em uma entrevista no YouTube em dezembro de 2021. Manuela inclusive propôs um acordo para que eu não fosse preso em 2020. Eu aceitei mas acabei não cumprindo”, diz o ator. O artista também apontou que sua filha só assumiu o processo judicial para o pagamento da dívida, aberto por sua mãe, porque havia completado 18 anos, tornando-se maior de idade. “Venho desde muitos anos lidando com o assunto por meio de advogados por iniciativa minha. Dentro deste período deixei de pagar o combinado diversas vezes e hoje eu percebo que quando eu deixei de pagar os alimentos, a mãe dela teve que se responsabilizar por isso sozinha”, continuou. “A situação em que me encontro agora não é por culpa dos meus filhos e sim consequência das minhas escolhas. Eu não fui presente na criação da Manuela, faltei a compromissos e fiz com que Manuela me esperasse diversas vezes e, em muitas delas, não compareci. Pensão não é favor. Pensão é obrigação, é o dever de um pai e o direito de um filho”, finalizou. Recentemente, Manuela produziu um filme sobre o tema. “ausência paterna”, baseado em suas vivências pessoais. O média-metragem será apresentado como trabalho de conclusão do curso Comunicação Social/Cinema na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). “Chorei muito editando esse filme, durante todo o processo”, desabafou a jovem, em publicação nos Stories do Instagram. “O filme é sobre ausência paterna e seus desdobramentos”, contou ela, em outro post, alegando que não disponibilizará o filme nas redes, “porque tem assuntos bem delicados”. Além da dívida com Manuela, André Gonçalves também deve pensão alimentícia de sua outra filha, Valentina, em processo movido por sua ex-mulher, a jornalista e atriz Cynthia Benini. Foi este processo que o levou a cumprir 60 dias de prisão domiciliar. O ator retirou a tornozeleira eletrônica no dia 6 de setembro. Por conta disso, ele teve encerrada sua participação na série “Impuros”, seu único trabalho.

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    Ricky Martin volta a enfrentar acusações de agressão sexual

    11 de setembro de 2022 /

    Ricky Martin voltou a enfrentar novas acusações de agressão sexual. Um novo processo foi aberto em Porto Rico depois que cantor deu início à sua própria ação contra seu sobrinho Dennis Yadiel Sánchez Martin, autor de denúncias anteriores, que foram retiradas após questionamento nos tribunais. O nome do autor do atual processo não foi revelado, mas a defesa de Martin diz que foi novamente o sobrinho do artista. “Essas alegações são extremamente ofensivas e completamente desvinculadas da realidade”, disse o advogado de Martin, José Andréu-Fuentes, em um comunicado. “Quando este homem fez alegações semelhantes anteriormente, seu processo legal teve que ser retirado – até porque ele mesmo admitiu sob juramento que Ricky Martin nunca o agrediu de forma alguma”. Andréu-Fuentes continuou: “Agora, após ser processado por tentar extorquir o Sr. Martin, ele está tentando espalhar suas mentiras novamente. Já passou da hora de a mídia parar de dar a esse indivíduo profundamente perturbado o oxigênio da publicidade, de modo a permitir que ele obtenha a ajuda de que tão claramente precisa”. Anteriormente, Martin havia sido acusado por seu sobrinho de abuso doméstico e uma ordem de restrição chegou a ser concedida pela justiça de Porto Rico, mas logo depois foi cancelada junto com o processo. Revelando que o sobrinho continuava a ameaçá-lo e exigindo dinheiro para parar, Martin anunciou que o levaria à Justiça, exigindo US$ 20 milhões por suas tentativas de “assassinar” sua reputação. “As ações imprudentes, maliciosas e culposas do réu Sanchez foram motivadas pelo desejo de expor o autor ao ódio e desdém de sua base de fãs, ameaçar suas oportunidades de negócios e destruir sua reputação”, diz o documento da ação do cantor.

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