Lexa tem rendimentos bloqueados por dívida milionária de MC Guimê
A Justiça determinou o bloqueio de rendimentos de streaming da cantora Lexa em virtude das dívidas milionárias que MC Guimê, seu marido, acumula desde 2016. Na época, o funkeiro teve seu nome envolvido num processo movido por dois empresários, que teriam vendido para o artista um imóvel em Alphaville, na Grande São Paulo. A residência de Guimê era estimada em cerca de R$ 2,9 milhões. A dupla alegou à Justiça que o cantor não pagou a totalidade da quantia, faltando mais de R$ 700 mil. Por conta disso, Guimê teve todos os ganhos do “BBB 23” retidos e a funkeira poderá arcar com parte da dívida referente a compra do imóvel, aproximadamente R$ 421 mil, mais correção monetária. Os desembargadores permitiram que até 30% dos lucros mensais de Lexa, incluindo rendimentos com plataformas de streaming, sejam penhorados para quitar a dívida de MC Guimê. Contudo, a defesa do funkeiro pediu a exclusão de Lexa do processo, já que a dívida antecede o casamento entre os dois. A cantora também vai recorrer da ação judicial. “Tomaremos todas as providências cabíveis e necessárias a fim de resguardar os direitos da cantora”, afirmou a advogada de Lexa, Marcella Soller.
Lindsay Lohan é acusada de envolvimento em esquema de criptomoedas
A atriz Lindsay Lohan (“Uma Quedinha de Natal”) foi acusada de envolvimento em um esquema de criptomoedas. De acordo com a acusação feita pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), Lohan participou da divulgação de um esquema de criptomoedas ligado a Justin Sun e suas empresas Tron Foundation Limited, BitTorrent Foundation Ltd. e Rainberry Inc sem informar que estava sendo paga para isso. Ela foi indiciada por fraude. Além de Lohan, o youtuber Jake Paul, a atriz pornô Kendra Lust e os cantores e cantores Soulja Boy, Ne-Yo, Lil Yachty, Akon e Austin Mahone também foram acusados de promover o esquema “sem divulgar que foram remunerados por fazê-lo e [sem divulgar] o valor de sua remuneração”. “Conforme alegado na queixa, Sun e outros usaram um antigo esquema para enganar e prejudicar investidores, oferecendo primeiramente valores mobiliários sem cumprir os requisitos de registro e divulgação e, em seguida, manipulando o mercado desses mesmos valores mobiliários”, disse Gurbir S. Grewal, diretor da Divisão de Fiscalização da SEC, em comunicado. “Ao mesmo tempo, Sun pagou celebridades com milhões de seguidores nas redes sociais para promover as ofertas não registradas, direcionando especificamente que não divulgassem sua remuneração”, continuou ele. “Esse é exatamente o comportamento que as leis federais de valores mobiliários foram projetadas para proteger, independentemente dos rótulos que Sun e outros usaram.” A SEC disse ainda que, com exceção de Mahone e Soulja Boy (cujo verdadeiro nome é DeAndre Cortez Way), as demais celebridades concordaram em pagar uma multa de mais de US$ 400 mil, sem admitir ou negar as acusações. As indicações de criptomoedas por celebridades têm sido uma questão legal cada vez mais comum nos EUA. No ano passado, Kim Kardashian pagou US$ 1,2 milhão em um acordo judicial por sua conexão com a promoção do token EMA. Além disso, investidores na bolsa de criptomoedas falida FTX processaram as pessoas que endossaram a empresa, como Tom Brady e Larry David, alegando que eles estavam efetivamente enganando investidores, convencendo-os a colocar seu dinheiro na FTX.
Acusação de violência doméstica contra criador de “Rick and Morty” é rejeitada
O promotor distrital de Orange County, em Los Angeles, rejeitou as acusações de violência doméstica feitas contra Justin Roiland, co-criador de “Rick & Morty”. Com isso, o caso foi arquivado. “Rejeitamos as acusações hoje por não termos provas suficientes para provar o caso além de qualquer dúvida razoável”, disse o porta-voz da promotoria, Todd Spitzer, em comunicado à imprensa. Roiland fez uma publicação nas suas redes sociais para comemorar a decisão da promotoria. Na sua postagem, ele disse que ficou feliz com o resultado, mas abalado com as mentiras contadas a respeito dele. “Mais do que tudo, eu estou desapontado que várias pessoas me julgaram rapidamente sem ter conhecimento dos fatos, baseados apenas na palavra de uma ex amargurada que tentou ultrapassar o processo legal e me ‘cancelar'”. “Que isso tenha sido bem sucedido, mesmo que parcialmente, é vergonhoso”, continua ele. “Entretanto, agora que o caso legal está encerrado, eu estou determinado a seguir em frente e focar tanto nos meus projetos criativos quanto em restaurar o meu bom nome”. A acusação era relativa a fatos ocorridos em 2020, quando Roiland teria agredido uma ex namorada. Além da lesão corporal, ele também era acusado de cárcere privado por ameaça, violência e fraude. Ainda em 2020, Roiland teria sido preso e liberto após pagar uma fiança de US$ 50 mil. Na mesma época, uma ordem de proteção teria sido emitida afirmando que ele não poderia assediar, ameaçar ou perseguir a ex-namorada, e que deveria manter sempre a distância mínima de 30 metros entre os dois. Além de ter criado a série “Rick & Morty” ao lado de Dan Harmon, Justin Roiland também é dublador dos dois protagonistas. Com o surgimento das acusações, ele foi afastado da série, que precisará contratar outro dublador. O sucesso duradouro de “Rick & Morty” já garantiu a produção de uma nova temporada na HBO Max – sem a participação ode Justin. Ainda assim, seu nome sempre será creditado como um dos criadores do desenho, por mais que ele não faça mais parte da equipe da produção. justice pic.twitter.com/1q9M4GA6MV — Justin Roiland (@JustinRoiland) March 22, 2023
Marcius Melhem acusa Dani Calabresa de atrasar ação judicial: “Me prejudicar”
O ator Marcius Melhem afirmou, em entrevista nesta terça (21/3) ao jornal Folha de S. Paulo, que Dani Calabresa está tentando atrasar o andamento da ação judicial movida pela própria comediante após denúncias de assédio. “[Esse atraso] não é justiça. É me prejudicar profissionalmente. São quase 30 meses com a carreira parada esperando uma definição. Tempo maior que a pena máxima do assédio que não cometi”, declarou Melhem, que se considera inocente. Segundo o humorista, a medida adotada pela defesa de Dani evita as análises reais do processo. “[A estratégia] é não deixar a Justiça andar, para que não sejam analisadas as dezenas de mentiras, omissões e contradições de uma acusação construída em cima de uma narrativa que não se sustenta”, acusou Melhem. “Este processo é o avesso de qualquer caso. Primeiro quem é acusado é quem vai para a Justiça. Aí, depois de mais de dois anos, milhares de páginas e dezenas de testemunhas, a defesa das acusadoras não deixa a investigação acabar. Protelam, adiam, manobram. Testemunhas que elas indicam não são achadas, tudo para que o caso tenha um nó jurídico que dê a elas o discurso de que a Justiça é lenta e favorece o homem.” Procurada pela Folha, Dani Calabresa não se pronunciou sobre o caso e a advogada das vítimas afirmou que elas devem se manter em silêncio para evitar exposição ou divulgação de estratégia que usarão no julgamento. “É lamentável, embora coerente, que o investigado fale em protelação. Quem está respeitando o sigilo e no aguardo da Justiça são as vítimas, em um angustiante e incompreensível hiato que alimenta a estratégia de exposição pública das vítimas, não raro por meio de veículos sérios de imprensa”, declarou Mayra Cotta.
Justiça bloqueia contas de Thiago Gagliasso por condenação em processo por fake news
A Justiça do Rio de Janeiro determinou o bloqueio de R$ 10 mil das contas bancárias de Thiago Gagliasso, o irmão do ator Bruno Gagliasso que foi eleito deputado estadual pelo PL, partido de Bolsonaro. A informação foi publicada pela coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. O dinheiro será usado para pagar uma indenização por fake news. Em julho de 2022, Thiago foi condenado a pagar danos morais para a mãe de um dos mortos da operação policial que terminou com 28 mortes no Jacarezinho, em maio de 2021. O ator fez uma falsa associação de Adriana Santana de Araújo Rodrigues, a mãe que tinha acabado de perder o filho, com o tráfico de drogas. Na época, ele compartilhou a imagem de uma mulher segurando um fuzil, afirmando que ela era a mãe de Marlon Santana De Araújo. Na ocasião, a informação já tinha sido desmentida pela polícia. Apesar do valor muito baixo, Thiago Gagliasso tentou recorrer para modificar a sentença, mas o juiz responsável rejeitou o recurso e determinou agora o bloqueio no valor da condenação nas contas bancárias do deputado. Segundo o advogado de Adriana, João Tancredo, a veiculação do vídeo na rede social de Thiago Gagliasso foi de “má-fé”, “ignorando a dor de uma mãe que perdeu brutalmente seu filho, fato este que deve ser repelido para inibir, de vez, as repugnantes fake news”.
Rick, da dupla com Renner, tem mansão penhorada por dívidas
O cantor sertanejo Rick Sollo, que fez sucesso com a dupla “Rick & Renner”, está com os bens penhorados pela Justiça brasileira para quitar uma dívida milionária. A decisão foi determinada em janeiro deste ano, mas caiu na mídia nesta terça-feira (28/2), após o artista cantar para Jair Bolsonaro. A dívida mantida pelo músico decorre de um empréstimo realizado com produtores rurais em 2017, período em que Rick rompeu a parceria com Renner. A ideia do cantor era se unir com Giovani, ex-parceiro de Gian, só que a empreitada não deu certo. Por conta do “fracasso musical”, os sertanejos constituíram a dívida no valor de R$ 639.194,78. Com o não-pagamento de Rick Sollo, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que seus bens seriam congelados como garantia do empréstimo. Nessa brincadeira, o músico perdeu um luxuoso imóvel de 6 mil metros quadrados de área construída, localizado em Itu, no interior de São Paulo. O terreno está dentro de um condomínio particular. Em 2020, o músico colocou a mansão à venda para quitar as dívidas, mas não conseguiu um comprador. Curioso ou não, Rick Sollo está na lista dos sertanejos que declararam apoio a Bolsonaro. No domingo (26/2), o cantor emocionou o ex-candidato enquanto entoava um louvor num churrasco.
Suposta vítima de Marilyn Manson diz ter sido manipulada por Evan Rachel Wood
A modelo Ashley Morgan Smithline retirou as acusações de abuso sexual que havia feito contra o cantor Marilyn Manson. O processo já havia sido arquivado pela justiça americana, após Smithline não cumprir uma determinação judicial no prazo devido. Porém, novas evidências obtidas pelo site The Hollywood Reporter apontam que a modelo não queria abrir o processo contra o cantor e afirma ter sido “manipulada” pela atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”), ex-namorada de Manson, e por outras pessoas a acusá-lo de abuso. “Sucumbi à pressão de Evan Rachel Wood e seus associados para fazer acusações de estupro e agressão contra [Manson] que não eram verdadeiras”, disse ela numa declaração feita em 19 de fevereiro ao Tribunal Superior de Los Angeles e obtida pelo Hollywood Reporter. A declaração faz parte de um processo movido por Manson contra Wood e Illma Gore, apresentado um mês após o arquivamento do processo de Smithline. Na sua fala, a modelo afirmou que teve uma “breve relação sexual consensual com Brian Warner”, verdadeiro nome de Marilyn Manson, em novembro de 2010. Mas dez anos depois disso, Smithline disse ter sido contatada para participar de um grupo de mulheres que alegavam ter sofrido abuso sexual de Manson. E isso incluiu “muitas conversas” com Wood. “Eu nunca tive a intenção de apresentar acusações criminais contra o Sr. Warner e não tenho a intenção agora de apresentar acusações criminais, já que o Sr. Warner nunca me agrediu ou abusou de mim”, afirmou Smithline. “Olhando para trás, sinto que fui manipulada pela Sra. Wood, pela Sra. Gore, pela Sra. [Esmé] Bianco e pelo Sr. Ellwanger para espalhar publicamente acusações falsas de abuso contra o Sr. Warner”. Gore e Bianco estão envolvidas em processos contra o cantor, alegando que foram abusadas sexualmente por ele. Manson negou todas as acusações. O escritório do procurador distrital de Los Angeles ainda está considerando se irá apresentar acusações criminais contra Manson por supostos crimes sexuais que ocorreram entre 2009 e 2011. Como o prazo de prescrição para estupro na Califórnia é de 10 anos, já pode ser tarde demais para apresentar um acusação criminal nesses casos.
Harvey Weinstein é condenado a mais 16 anos de prisão
O produtor de cinema americano Harvey Weinstein voltou a ser condenado nos EUA por abuso sexual. Ele recebeu uma nova pena de 16 anos por estupro num tribunal de Los Angeles nesta quinta-feira (23/2). A sentença se soma aos 23 anos que Weinstein já está cumprindo em Nova York após uma condenação de 2020. Os jurados do Tribunal Superior de Los Angeles consideraram Weinstein culpado de três acusações: estupro forçado, cópula oral forçada e penetração sexual por objeto estranho. O veredito foi dado em dezembro passado, mas a sentença só foi revelada nesta quinta-feira. Todas as três acusações foram relacionadas a uma mulher, referida como “Jane Doe 1” no tribunal. Ela disse ter sido agredida em um hotel de Beverly Hills em fevereiro de 2013, enquanto estava na cidade para participar do Los Angeles Italia Film Festival. Weinstein, no entanto, escapou de outras quatro acusações. Ele foi absolvido de uma acusação de agressão sexual envolvendo uma massoterapeuta e os jurados não entraram em consenso sobre duas acusações feitas por Jennifer Siebel Newsom, documentarista e esposa do governador Gavin Newsom da Califórnia, e da modelo e roteirista Lauren Young. No julgamento, os promotores tentaram estabelecer um padrão de comportamento abusivo de Weinstein por meio dos depoimentos de quatro testemunhas, cujas alegações levaram às sete acusações criminais, bem como de outras quatro mulheres que tiveram permissão para testemunhar que haviam sido abusadas por ele. A defesa de Weinstein optou por uma tática sensacionalista ao argumentar que as mulheres tiveram um relacionamento consensual com o Sr. Weinstein e conscientemente fizeram sexo com ele em troca de favores profissionais. O advogado Mark Werksman chegou a chamar as vítimas de “vagabundas”, ao buscar justificar os atos do seu cliente como parte da cultura de Hollywood. Segundo Werksman, o que Weinstein cometeu não foi estupro, mas “sexo transacional”, algo que ele afirma ser comum na indústria do cinema dos EUA. “Olhe para o meu cliente”, disse Werksman, durante o julgamento. “Ele não é nenhum Brad Pitt ou George Clooney. Você acha que essas lindas mulheres transaram com ele porque ele é gostoso? Não, foi porque ele é poderoso”. Durante o interrogatório de Siebel Newsom, ele acusou-a de reenquadrar sua experiência com Weinstein como negativa somente após a explosão do movimento #MeToo em 2017. A certa altura, ele disse aos jurados que a Sra. Siebel Newsom era “apenas mais uma idiota que dormiu com Harvey Weinstein para progredir na vida”. Ao longo de dois dias de testemunho, Siebel Newsom disse que foi estuprada por Weinstein em 2005 em seu quarto de hotel em Beverly Hills depois que ela concordou em se encontrar com ele para discutir sua carreira. Ela disse que não se apresentou antes porque tentou ignorar o incidente como “uma forma de deixar de lado minha tristeza, meu medo, meu trauma, para que eu pudesse seguir em frente com minha vida”. “Durante o julgamento, os advogados de Weinstein usaram sexismo, misoginia e táticas de intimidação para atacar, rebaixar e ridicularizar nós, sobreviventes. Este julgamento foi um forte lembrete de que nós, como sociedade, temos trabalho a fazer. Para todos os sobreviventes – vejo vocês, ouço vocês e estou com vocês”, disse Siebel Newsom em um comunicado sobre o veredito. As primeiras denúncias contra Weinstein renderam recentemente um filme, “Ela Disse”, que foi lançado em dezembro nos cinemas brasileiros.
R. Kelly é condenado a mais 20 anos de prisão por abuso de menor
O cantor romântico americano R. Kelly foi condenado, nesta quinta-feira (23/2), a 20 anos de prisão por pornografia e abuso sexual de menor. Ele foi considerado culpado por uma Corte Federal de Chicago por produzir três vídeos dele mesmo em que aparece abusando sexualmente da afilhada de 14 anos, aumentando ainda mais sua pena criminal, em sua carreira repleta de escândalos. O júri condenou Kelly por seis das 13 acusações feitas contra ele, absolvendo-o da acusação de tentar obstruir uma investigação anterior sobre o abuso da afilhada e de duas outras acusações de aliciamento de menores para atividade sexual. Kelly chegou a ser absolvido da acusação de produzir imagens de abuso sexual da afilhada num julgamento anterior, realizado em 2008, quando alguns jurados disseram ter sido influenciados pela falta de depoimento da jovem. Na ocasião, ela negou ao júri ser a pessoa na fita que aparecia sendo abusada e humilhada por Kelly. No entanto, ela mudou o depoimento no novo julgamento, identificando-se como a menor de idade molestada nos vídeos, cujos trechos foram mostrados ao júri. “Nenhuma quantidade de terapia vai me tornar normal”, disse a mulher, identificada como Jane, em comunicado, lido por seu advogado, Christopher Brown. Considerado o “rei do R&B”, o cantor, que fez muito sucesso na década de 1990, já chegou a ser considerado motivo de orgulho pela cidade da Chicago. Tudo isso mudou quando surgiram dezenas de acusações de abuso, que acabaram reunidas numa série documental do canal Lifetime: “Surviving R. Kelly”, em 2019. Por conta das acusações, o artista já tinha sido condenado em junho do ano passado a 30 anos de prisão por uma Corte Federal do Brooklyn. O júri o considerou culpado de liderar por décadas uma rede de tráfico e abuso sexual. “A única maneira de garantir que ele não reincidirá é impor uma sentença que o mantenha na prisão pelo resto de sua vida”, disse Jeannice Williams Appenteng, uma das promotoras de Chicago. As advogadas de Kelly pretendem recorrer da sentença.
Promotores retiram agravante e Alec Baldwin não deve ser preso por tiro em filmagem
Embora ainda enfrente acusações de homicídio involuntário, Alec Baldwin não terá mais que temer uma sentença de cinco anos de prisão pelo tiroteio fatal da diretora de fotografia de “Rust”, Halyna Hutchins. O ator de 64 anos também enfrentava, até esta segunda-feira, uma circunstância agravante por uso de arma de fogo, que pode ser punido com cinco anos de prisão. Os promotores então removeram essa circunstância “para evitar mais distrações” no caso. “A fim de evitar mais distrações litigiosas do Sr. Baldwin e seus advogados, o Promotor Distrital e o promotor especial removeram o aprimoramento da arma de fogo das acusações de homicídio involuntário na morte de Halyna Hutchins no set de filmagem de ‘Rust'”, disse Heather Brewer, porta-voz da Primeira Juíza do Novo México Mary Carmack-Altwies. Em 21 de outubro de 2021, Baldwin disparou uma arma que não deveria conter balas reais no set do filme “Rust”, em um rancho no Novo México, no sudoeste dos Estados Unidos, levando à morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins, de 42 anos. O tiro também feriu o diretor Joel Souza. Baldwin está sob investigação criminal pela justiça do Novo México por homicídio involuntário, mas escapou da pior pena. Ele ainda pode ser condenado a 18 meses de prisão, assim como a armeira da produção, Hannah Gutierrez-Reed. O ator afirma sua inocência. Ele garante que recebeu uma arma que não deveria ter balas reais e nega ter puxado o gatilho. O revólver teria disparado sozinho, o que é questionado por especialistas.
Jojo Todynho se irrita e quer tirar o nome da mãe: “Quem me criou foi minha vó”
Jojo Todynho tomou uma decisão drástica. Ela irá retirar o sobrenome da sua mãe biológica de sua certidão de nascimento. A cantora, que já protocolou o pedido na justiça, tomou essa iniciativa após sua matriarca tomar partido na briga pública dela com o seu ex-marido Lucas Souza. Em um vídeo vazado na internet, Dona Ione chama a própria filha de “ordinária”, “tola”, diz que ela “não tem sabedoria” e está “orientada pelo inferno”. Além de se achar “a rainha da cocada preta”. As palavras em questão foram proferidas em uma conversa da matriarca com seu antigo genro Lucas Souza, que compartilhou a gravação. “Deixa ela para lá. Ela falou tantas coisas de mim, eu tive que engolir e eu deixei ela para lá. Deixa ela para lá. Ela é uma ordinária. Quem orientou ela a isso? Ela vai acabar com a sua vida, orientada pelo inferno. Eu falo isso para você, mas você não ouve. Ela é uma mulher tola, nem eu mexo com mulher tola. Ela tá sendo mal orientada, mal assessorada. Ela não tem sabedoria, entende isso. Ela se acha a rainha da cocada preta”, afirmou Dona Ione. E complementou: “O diabo vai usar ela para destruir você. É uma guerra espiritual, você não sabe? O cão usa o corpo de outra pessoa para prejudicar. Deixa Deus trabalhar. Deixa ela para lá”, finalizou a matriarca, que demonstrou apoio ao ex-marido da cantora. Após a repercussão do vídeo, Jojo se manifestou e afirmou que pretende manter apenas o seu sobrenome paterno. “Eu entrei com um processo de exclusão do nome dessa senhora que me colocou no mundo da minha certidão de nascimento, vou deixar apenas o nome do meu pai. E por quê? Porque quem me criou foi minha avó, me educou, me deu amor, amparo, carinho”, relatou Todynho. A cantora ainda afirmou que não quer deixar nenhum dinheiro para sua matriarca e fará o possível para que Dona Ivone não tenha direito a nenhum de seus bens. “Quero muito ser mãe. Se eu não deixar um herdeiro, essa senhora pode tomar conta de tudo que é meu. E eu não posso deixar isso acontecer. É como funciona a Justiça. Nem quem me criou tem direito a ficar com o que é meu”, desabafou a artista. Veja o pronunciamento completo de Jojo. Pronunciamento de Jojo Todynho sobre o processo de retirada do nome de mãe biológica do certidão de nascimento dela.#jojotodynho #polemicas #jojo pic.twitter.com/5sG1qFyyxb — Júnior Cançado (@Juniorcanado) February 17, 2023
Rafael Ilha recebe ordem de despejo a pedido da ex-mulher
O cantor Rafael Ilha recebeu na segunda-feira (6/2) uma ordem de despejo da Justiça de São Paulo devido ao processo movido por sua ex-mulher, Fabiana Bejar. A dupla se separou após 8 anos de casados. Em 2015, numa briga na Justiça, eles decidiram fazer um acordo em que Fabiana desocuparia o apartamento de 103 m² localizado no Morumbi, em São Paulo. O ex-casal adquiriu o imóvel quando estavam juntos. Até então, a decisão era de que o apartamento fosse vendido e o valor dividido entre ambas as partes. No entanto, Rafael Ilha descumpriu o acordo e optou por morar no imóvel. O cantor alegou à Justiça que, após o divórcio, a ex-mulher não havia pago as despesas do condomínio, mesmo morando no apartamento. Por conta das dívidas, eles corriam o risco de perder o bem devido a outro processo judicial, aberto pela administração do edifício. Rafael Ilha também alegou que fez um acordo com o condomínio no Morumbi. Ele também teria parcelado a dívida e, por esse motivo, estaria sem dinheiro para continuar pagando o aluguel do imóvel em que morava sozinho. Fabiana Bejar, por sua vez, declarou no processo que ressarciu os custos ao ex-marido e que assumiu o pagamento das demais parcelas. “Ele deve respeitar o acordo firmado, ou seja, manter o imóvel livre”, afirmou o advogado Fernando Barbosa à Justiça. A decisão foi tomada pela juíza Mônica Reis Lobo, que entendeu que o apartamento em questão tem que ser desocupado por Rafael Ilha.
MC Guimê tem cachê do “BBB 23” retido pela Justiça
A Justiça de São Paulo determinou a penhora do cachê e eventuais prêmios de MC Guimê por sua participação no “BBB 23”. Fora do reality, o cantor possui uma dívida estimada em quase R$ 3 milhões. A decisão foi tomada por conta de um processo envolvendo dois empresários, que cobram indenização após o cantor se negar a quitar as dívidas. Os valores serão depositados pela Globo e pela Endemol direto numa conta judicial. O caso é relativamente antigo. Em de fevereiro de 2016, Guimê adquiriu um imóvel por cerca de R$ 2,2 milhões em Santana do Parnaíba, em São Paulo. No entanto, os credores afirmam à Justiça que, na metade da estadia, o cantor teria deixado de pagar cerca de R$ 777 mil referente ao valor inicial. Por conta da dívida, os proprietários entraram com um processo de rescisão de contrato e o pagamento de indenização por fruição, uma espécie de “aluguel” pelo tempo de uso da residência. Em outubro de 2020, o cantor foi condenado em primeira instância, mas a decisão só foi confirmada pelos desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo após dez meses. “O apelante [o cantor] assumiu, por livre e espontânea vontade a compra do imóvel e não arcou com todas suas parcelas, fato incontroverso”, declarou o desembargador Coelho Mendes, relator do processo. MC Guimê apresentou um novo recurso judicial e afirmou que “deixou de honrar com as parcelas finais do contrato”, pois os proprietários não haviam realizados as reformas planejadas. O cantor alegou que o valor teria sido abatido. À Justiça, o cantor acrescentou que considera “abusiva” a taxa de fruição. O valor foi determinado em 1% ao mês sobre o valor do contrato. Como o artista deixou de realizar o pagamento estipulado, a Justiça de São Paulo entendeu que a penhora do novo cachê se faz necessária.











