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  • Série

    Mary Poppins vai ganhar série com lado sombrio dos livros

    25 de setembro de 2026 /

    Projeto volta aos textos originais de P. L. Travers, onde a babá é mais severa, imprevisível e assustadora que nas versões da Disney

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  • Filme

    Anne Hathaway vira Lenda da Disney 25 anos após “O Diário da Princesa”

    17 de agosto de 2026 /

    Atriz recebeu a maior honraria da companhia e homenageou Julie Andrews, parceira que marcou sua estreia no cinema

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  • Série

    Trailer de “Bridgerton 4” mostra Benedict apaixonado

    25 de dezembro de 2025 /

    Prévia do 1º bloco de episódios destaca o “segundo filho” da família e apresenta Sophie Baek, a mulher misteriosa do baile de máscaras

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  • Série

    Ator de “Família Soprano” Jerry Adler morre aos 96 anos

    24 de agosto de 2025 /

    O veterano dos bastidores da Broadway e ator de séries morreu no sábado em Nova York

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  • Filme

    Anne Hathaway confirma “O Diário da Princesa 3” após duas décadas

    4 de outubro de 2024 /

    Novo filme da franquia terá direção de Adele Lim, conhecida pela comédia "Loucas em Apuros"

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  • Filme

    Eddie Murphy negocia estrelar novo reboot de “A Pantera Cor-de-Rosa”

    17 de maio de 2023 /

    O ator Eddie Murphy (“Um Príncipe em Nova York”) está negociando estrelar um reboot da popular franquia de comédia “A Pantera Cor-de-Rosa”. O ator deve interpretar o Inspetor Clouseau, que foi vivido pela primeira vez por Peter Sellers no filme homônimo de 1963. Sellers estrelou diversas continuações, mas a franquia se tornou especialmente popular devido à animação da Pantera Cor-de-Rosa, que abria cada filme e acabou ganhando uma série própria na TV. Com a morte do ator em 1980, a MGM ainda tentou manter a franquia ativa com a investigação da morte de Clouseau (com a inclusão de cenas deletadas de Sellers), com o ladrão do filme original (Robert Wagner) e com filho do inspetor (vivido por Roberto Benigni), antes de optar pelo primeiro reboot em 2006 com Steve Martin no papel principal. Segundo o site The Hollywood Reporter, a nova versão será um projeto híbrido, que vai misturar live-action com animação em CGI, combinando a tradição dos filmes com a animação clássica da Pantera. Mas essa informação não foi corroborada por outros sites que cobrem Hollywood. A direção, de todo modo, é de um especialista em filmes híbridos: Jeff Fowler (“Sonic: O Filme”). O roteiro foi escrito por Chris Bremner (“O Homem de Toronto”) e contará, entre seus produtores, com Lawrence Mirisch, um dos criadores do desenho original, e a veterana atriz Julie Andrews (“Mary Poppins”), viúva de Blake Edwards, cineasta criador da franquia cinematográfica. Curiosamente, apenas o primeiro filme trazia a Pantera Cor-de-Rosa em sua trama. O felino rosado dava nome a uma joia cobiçada, que virava alvo de dois ladrões profissionais, pai (David Niven) e filho (Robert Wagner), perseguidos por Closeau. Mas o sucesso do filme fez com que o mascote aparecesse nos créditos iniciais de todos os demais longas e batizasse a maioria dos títulos das continuações que se seguiram – a exceção foi o segundo longa, “Um Tiro no Escuro”, de 1964. O novo reboot ainda não possui previsão de estreia. Lembre abaixo o trailer do primeiro “A Pantera Cor-de-Rosa”.

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  • Filme

    Disney começa a desenvolver “O Diário da Princesa 3”

    15 de novembro de 2022 /

    A Disney está trabalhando num terceiro filme da franquia “O Diário da Princesa”. Anne Hathaway, que deu vida à Princesa Mia nos dois primeiros filmes da franquia, ainda não assinou o contrato do novo projeto, mas deve voltar ao papel. Antes de falecer, o cineasta Garry Marshall, que dirigiu os dois filmes de “O Diário da Princesa”, disse que tinha fechado uma nova continuação com a atriz, mas precisaria esperar ela dar a luz e ter um tempo como mãe de um filho pequeno. Só que, desde então, ela engravidou novamente e teve um segundo bebê. E ele morreu. Para desenvolver a história da nova continuação, a Disney contratou a roteirista Aadrita Mukerji, que já escreveu episódios de “Supergirl” e “Reacher”, mas ainda não confirmou diretor. “O Diário da Princesa” é baseado em coleção literária da escritora Meg Cabot, que possui mais de uma dezena de livros publicados desde o ano 2000. Hathaway tinha apenas 19 anos quando estrelou o primeiro “O Diário da Princesa” em 2001. Foi, por sinal, sua estreia no cinema, no papel de uma adolescente comum que descobria ser herdeira do trono de um reino distante e, com a ajuda da icônica Julie Andrews, começa a aprender a se comportar como princesa. No segundo filme, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2003), ela fez par romântico com ninguém menos que o jovem Chris Pine (“Mulher-Maravilha 1984”).

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  • Série

    Bridgerton: Série de época da criadora de Grey’s Anatomy ganha novo trailer legendado

    14 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o segundo trailer de “Bridgerton”, primeira série da produtora Shonda Rhimes para a plataforma, após assinar um contrato milionário de exclusividade há três anos. A prévia se revela uma combinação de “Orgulho e Preconceito” como “Gossip Girl”, ao incluir um folhetim de fofocas anônimas numa trama passada numa época antiquada de cortejos, galanteios e conversas floreadas dignas dos romances de Jane Austen. Na verdade, o drama romântico de época, ambientado no período regencial britânico, é baseado na coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”). Ela espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. A solução é fingir um noivado com um pretende com fama de mulherengo. Descrito como um aristocrata de olhos azuis nos livros de Julia Quinn, o protagonista masculino, Simon Basset, Duque de Hastings, é interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona muito bem em tramas contemporâneas, levaram ao desastre em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama desenvolvida com neutralidade racial. Desta vez, a responsabilidade pelo projeto está a cargo da roteirista Chris Van Dusen, que trabalhou para Rhimes em “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. O elenco numeroso da produção também inclui Ben Miller (“Johnny English”), Polly Walker (“Pennyworth”), Adjoa Andoh (“Invictus”), Golda Rosheuvel (“Lady Macbeth”), Luke Newton (“The Lodge”), Jonathan Bailey (“Jack Ryan”), Claudia Jessie (“Vanity Fair”), Ruby Barker (“Wolfblood”), Harriet Cains (“Marcella”), Nicola Coughlan (“Derry Girls”), Jessica Madsen (“Rambo: Até o Fim”), Ruth Gemmell (“Utopia”), Joanna Bobin (“Alice Através do Espelho”), Bessie Carter (“Howards End”), Florence Hunt (“Cursed”), Ruby Stokes (“Una”), Luke Thompson (“Dunkirk”) e a veterana Julie Andrews (“Mary Poppins”). A estreia de “Bridgerton” está marcada para 25 de dezembro.

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  • Série

    Bridgerton: Série de época da criadora de Grey’s Anatomy ganha primeiro trailer

    2 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “Bridgerton”, que também é a primeira série da produtora Shonda Rhimes desde que assinou um contrato milionário de exclusividade com a plataforma de streaming há três anos. A prévia, porém, não é exatamente o esperado, apresentando a produção como uma “Gossip Girl” pré-vitoriana, ao narrar a história por meio de um folhetim de fofocas anônimas da época de “Orgulho e Preconceito”, o clássico literário de Jane Austen. Na verdade, o drama romântico de época, ambientado no período regencial britânico, é baseado na coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”). Ela espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. O vídeo também reforça que a nova produção segue a tendência de neutralidade racial de “Still Star-Crossed”, maior fracasso de Shonda Rhimes. Ou seja, não faltam aristocratas negros na trama, que são encarados com naturalidade anacrônica. Esta mentira histórica reflete um falso retrato de época, como se racismo e intolerância não existissem na aristocracia britânica do início do século 19 – época em que a escravidão ainda alimentava grandes fortunas, é bom lembrar… Descrito como um aristocrata de olhos azuis nos livros de Julia Quinn, o protagonista masculino, Simon Basset, Duque de Hastings, é interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona muito bem em tramas contemporâneas, levaram ao desastre em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama descolorida. Desta vez, a responsabilidade pelo projeto está a cargo da roteirista Chris Van Dusen, que trabalhou para Rhimes em “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. O elenco numeroso da produção também inclui Ben Miller (“Johnny English”), Polly Walker (“Pennyworth”), Adjoa Andoh (“Invictus”), Golda Rosheuvel (“Lady Macbeth”), Luke Newton (“The Lodge”), Jonathan Bailey (“Jack Ryan”), Claudia Jessie (“Vanity Fair”), Ruby Barker (“Wolfblood”), Harriet Cains (“Marcella”), Nicola Coughlan (“Derry Girls”), Jessica Madsen (“Rambo: Até o Fim”), Ruth Gemmell (“Utopia”), Joanna Bobin (“Alice Através do Espelho”), Bessie Carter (“Howards End”), Florence Hunt (“Cursed”), Ruby Stokes (“Una”), Luke Thompson (“Dunkirk”) e a veterana Julie Andrews (“Mary Poppins”). A estreia de “Bridgerton” está marcada para 25 de dezembro.

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  • Série

    Bridgerton: Fotos da nova série da criadora de Grey’s Anatomy alimentam polêmica racial

    17 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Bridgerton”, que também é a primeira série da produtora Shonda Rhimes desde que assinou um contrato milionário de exclusividade com a plataforma de streaming há três anos. Criadora das séries da rede ABC “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, Rhimes assina a produção de “Bridgerton” por meio de sua empresa, Shondaland, mas o projeto foi desenvolvido pelo roteirista Chris Van Dusen, com quem ela trabalhou nas duas séries anteriores. A nova série é um drama romântico de época, ambientado no período regencial britânico e baseado na coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”). Ela espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. O primeiro volume da coleção de Julia Quinn se chama “O Duque e Eu”. Descrito como um aristocrata de olhos azuis no livro, Simon Basset, o Duque de Hastings, será interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona perfeitamente em tramas contemporâneas, a produtora já amargou um fracasso ao tentar apresentar um drama de época integrado em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama descolorida. As fotos de “Bridgerton” sugerem que a nova produção segue a tendência de neutralidade racial de “Still Star-Crossed”. Ou seja, o fato do Duque de Hastings e sua família serem negros não parece ter qualquer efeito sobre a trama, criando um falso retrato de época, como se racismo e intolerância não existissem na aristocracia britânica do início do século 19 – época em que a escravidão ainda alimentava grandes fortunas, é bom lembrar… As imagens renderam polêmica nas redes sociais, polarizando comentários em torno da escalação de Regé-Jean Page como o Duque. O elenco numeroso da produção também inclui Ben Miller (“Johnny English”), Polly Walker (“Pennyworth”), Adjoa Andoh (“Invictus”), Golda Rosheuvel (“Lady Macbeth”), Luke Newton (“The Lodge”), Jonathan Bailey (“Jack Ryan”), Claudia Jessie (“Vanity Fair”), Ruby Barker (“Wolfblood”), Harriet Cains (“Marcella”), Nicola Coughlan (“Derry Girls”), Jessica Madsen (“Rambo: Até o Fim”), Ruth Gemmell (“Utopia”), Joanna Bobin (“Alice Através do Espelho”), Bessie Carter (“Howards End”), Florence Hunt (“Cursed”), Ruby Stokes (“Una”), Luke Thompson (“Dunkirk”) e a veterana Julie Andrews (“Mary Poppins”). “Bridgerton” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Roteiristas de Legalmente Loira farão remake de Mulher Nota 10

    16 de maio de 2020 /

    A comédia “Mulher Nota 10”, antigo sucesso de cinema, que transformou Bo Derek em sex symbol dos anos 1970, vai ganhar um remake. A nova versão do filme de Blake Edwards será escrita por Karen McCullah e Kirsten Smith, roteiristas de “Legalmente Loira” (2001), “Ela É o Cara” (2006) e “A Verdade Nua e Crua” (2009). A atriz Julie Andrews, que participou do filme original e é viúva de Edwards, será uma das produtoras do novo longa e se disse empolgada para levar a história a novos espectadores. “’Mulher Nota 10′ tem um lugar especial no meu coração. Ele captura o carisma e o humor que eu adoro em Blake. Eu fui muito protetora por muito tempo sobre quais trabalhos brilhantes dele poderiam ser reimaginados”, afirmou a atriz, em comunicado. O filme original contava a história de um compositor de trilhas sonoras (vivido por Dudley Moore) que, numa crise de meia-idade, apaixona-se por uma jovem recém-casada. A nova versão dará uma nova cara à comédia, explorando qual o significado da “nota 10” do título. Em fase inicial, a produção ainda não definiu diretor nem elenco.

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  • Filme

    Julie Andrews recebe homenagem do Festival de Veneza

    2 de setembro de 2019 /

    A atriz Julie Andrews, que marcou a história do cinema com clássicos como “Mary Poppins” (1964) e “A Noviça Rebelde” (1965), foi homenageada pelo Festival de Veneza nesta segunda (2/9) com um prêmio por sua carreira. A estrela de 83 anos, que venceu o Oscar por seu papel em “Mary Poppins” e foi indicada mais duas vezes à premiação da Academia, recebeu a estatueta do Leão de Ouro honorário diante de aplausos do público. “Eu me considero muito abençoada por ter passado grande parte da minha vida profissional na arte do cinema”, disse, ao agradecer a homenagem. “Ainda me surpreendo com o fato de ter sido a menina de sorte que foi convidada a desempenhar esses papéis maravilhosos”. Andrews começou sua carreira como atriz infantil nos teatros do West End de Londres, antes de ir para a Broadway. “Mary Poppins” a transformou em uma estrela internacional, e a atriz ainda protagonizou sucessos como “Victor ou Vitória?” (1982) e “O Diário da Princesa” (2001). Ela é viúva do diretor de “Victor ou Vitória?”, Blake Edwards (criador da franquia da “Pantera Cor-de-Rosa”, falecido em 2010), com quem filmou várias comédias. Mais recentemente, tem se destacado como dubladora, atuando nas franquias animadas “Shrek” e “Meu Malvado Favorito”, além do longa “Aquaman”. Seu próximo trabalho será a série “Bridgerton”, uma produção de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) para a Netflix.

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  • Filme

    Festival de Veneza vai homenagear Julie Andrews com o Leão de Ouro por sua carreira

    9 de março de 2019 /

    A atriz Julie Andrews vai ser homenageada com o Leão de Ouro por sua carreira no Festival de Veneza 2019, que este ano acontecerá mais cedo, entre os dias 28 de agosto e 7 de setembro. “A Sra. Andrews ganhou fama ainda muito jovem nas casas de shows de Londres e, mais tarde, na Broadway graças ao seu notável talento de cantora e atriz. O seu primeiro filme de Hollywood, “Mary Poppins” (1964), deu-lhe a estatura de estrela, que mais tarde foi confirmada num outro filme precioso, “A Noviça Rebelde” (1965). Estes dois papéis a projetaram ao estrelato internacional, tornando-a uma figura icônica, adorada por várias gerações de cinéfilos”, declarou Alberto Barbera, diretor do festival, em comunicado sobre a homenageada. Ele ainda acrescentou que “este Leão de Ouro honorário é o merecido reconhecimento de uma carreira extraordinária que tem admiravelmente atingido o sucesso popular, com uma ambição artística que nunca se curvou a compromissos fáceis”. Andrews se disse “honrada” com a homenagem e agradeceu pelo reconhecimento do seu trabalho o mesmo comunicado, confirmando presença no festival em setembro, “para esta ocasião tão especial”. Além dos dois clássicos citados, ela também estrelou com sucesso a comédia “Victor Victoria” (1982), pelo qual ganhou seu terceiro Globo de Ouro, entre muitos outros sucessos.

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