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  • Filme

    A Vida Invisível é o filme escolhido para representar o Brasil no Oscar 2020

    27 de agosto de 2019 /

    O filme “A Vida Invisível”, do diretor Karim Aïnouz, foi escolhido pela ABC (Academia Brasileira de Cinema) para representar o Brasil na disputa de uma vaga no Oscar 2020. O longa escolhido vai concorrer a uma indicação na categoria de Melhor Filme Internacional (novo nome da categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira) na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesta terça (27/8) na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Segundo Anna Mulayert, diretora da comissão da ABC, a escolha foi acirrada e se deu por diferença mínima de votos. “Estamos felizes com a qualidade dos filmes inscritos, com três filmes que estiveram em Cannes. Houve uma discussão de alto nível. Não houve unanimidade, embora todos tenham gostado do filme escolhido”, comentou a cineasta. “A Vida Invisível” foi a escolha de cinco votantes, enquanto “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho, foi o 2º colocado com quatro. Muylaert revelou que um grupo de votantes desejava passar uma mensagem política mais forte, escolhendo “Bacurau”, enquanto outros priorizavam a viabilidade do escolhido para o Oscar. Ao contrário deste raciocínio, nos últimos anos, a Academia tem privilegiado escolhas mais politizadas, conforme demonstram as vitórias do iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, em 2017, num protesto contra a política migratória do presidente Trump, o chileno “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio, em 2018, a favor da causa LGBTQIA+, e o mexicano “Roma”, de Alfonso Cuarón, em 2019, filmado em preto e branco e centrado numa empregada pobre e descendente de indígenas, num tom de inclusão social. “A Vida Invisível”, porém, também é socialmente engajado, já que sua temática é feminista. A trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos. Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado, mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. Os cinco membros que preferiram “A Vida Invisível” citaram preocupações como o levantamento de verba para o lançamento e divulgação de “Bacurau” nos Estados Unidos. Vencedor do troféu de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no último Festival de Cannes, o filme de Karim Aïnouz tem produção da RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, que já disputou o Oscar de Melhor Filme com “Me Chame pelo Seu Nome”. Além disso, fechou distribuição nos Estados Unidos com a Amazon, que deve investir alto para dar visibilidade à produção. Em setembro, “A Vida Invisível” terá a sua primeira exibição na América do Norte, no Festival de Toronto. A seleção, porém, frustra mais uma vez o cineasta Kleber Mendonça Filho, que novamente apareceu com um filme favorito, “Bacurau”, e voltou a ser preterido. Em 2017, seu filme “Aquarius” perdeu a indicação para “Pequeno Segredo”, de David Shürmann, e, na ocasião, a escolha foi considerada política, devido a um protesto de Mendonça Filho e sua equipe contra o “golpe” (nome dado pela esquerda ao Impeachment de Dilma Rousseff) no tapete vermelho do Festival de Cannes. A atual presidente da comissão da ABC, Anna Muylaert chegou a ridicularizar o “Pequeno Segredo”, chamando-o de “O Pequeno Golpe”, “dirigido por Michel Temer e cia”. Importante destacar ainda que apenas 12 filmes se inscreveram para disputar o Oscar 2020, num período em que cerca de 150 produções nacionais foram lançadas. No ano passado, quando “O Grande Circo Místico” foi escolhido, 22 produções participaram da disputa. A grande diferença causa estranheza. Ainda mais que um dos favoritos, “Amor Divino”, de Gabriel Mascaro, não participou da seleção. Premiado em festivais internacionais e com 100% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes, “Amor Divino” tem potencial mais polêmico que “Bacurau”, ao mostrar o Brasil do futuro como uma nação subjugada pela extrema direita evangélica, que proibiu até o carnaval. Era provavelmente o representante que mais desagradaria Jair Bolsonaro, primeiro presidente brasileiro ativamente envolvido na censura de obras culturais desde a ditadura militar no país. A escolha de “A Vida Invisível” não significa que o filme brasileiro concorrerá ao Oscar. Apenas que este será o título enviado aos organizadores do prêmio para representar o Brasil numa relação de filmes de todo o mundo. A lista completa passará a seguir por uma triagem de um comitê da Academia, que divulgará uma relação dos melhores, geralmente nove pré-selecionados, no final do ano. Dentro desses, cinco serão escolhidos para disputar o Oscar. Os indicados ao Oscar 2020 serão divulgados no dia 13 de janeiro e a premiação está marcada para o dia 9 de fevereiro, em Los Angeles.

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    A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, terá distribuição da Amazon nos Estados Unidos

    20 de agosto de 2019 /

    O filme brasileiro “A Vida Invisível” fechou distribuição nos cinemas dos Estados Unidos. O longa de Karim Aïnouz chegará ao circuito cinematográfico americano e ao streaming via Amazon, tornando-se o primeiro título latino-americano a ter seus direitos adquiridos pela empresa americana. Isso pode aumentar as chances do filme no Oscar. A Amazon esteve à frente da distribuição de títulos como “O Apartamento”, que venceu o Oscar de melhor filme estrangeiro em 2017, e “Guerra Fria”, que concorreu a três estatuetas. Vencedor do troféu de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no último Festival de Cannes, “A Vida Invisível” é um dos 12 títulos inscritos na Secretaria do Audiovisual para representar o Brasil na disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional (novo nome da categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira) na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Ele é um dos favoritos à vaga, ao lado de “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. “A Vida Invisível” é uma adaptação do romance de Martha Batalha “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” e tem produção da RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira. A trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos. Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado, mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. Em setembro, o longa terá a sua primeira exibição na América do Norte, no Festival de Toronto. A estreia no Brasil está marcada para 31 de outubro.

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    Festival de Toronto seleciona três filmes brasileiros em sua mostra principal

    13 de agosto de 2019 /

    A organização do Festival de Toronto 2019 divulgou uma lista abrangente de filmes que integrarão sua programação oficial. E entre os títulos estão três filmes brasileiros. Dois deles já foram premiados em Cannes, “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz. O terceiro é “Três Verões”, de Sandra Kogut, estrelado por Regina Casé (“Que Horas Ela Volta?”), que inicia sua carreira no circuito dos festivais. Os três integrarão a mostra World Contemporary Cinema, a principal de Toronto. No ano passado, o vencedor do evento (que é escolhido pelo público) foi “Green Book”, que acabou levando o Oscar de Melhor Filme. Estrelado por Sonia Braga (“Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), “Bacurau” venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes e retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. A partir daí, se torna alvo de atentados. Considerado o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, “A Vida Invisível” acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) e quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. “Três Verões”, por sua vez, reflete a situação política do Brasil acompanhar o impacto de operações como a Lava Jato numa família envolvida em esquemas de corrupção, apresentando a situação com um viés de luta de classes, pelo olhar de seus empregados. O foco é na personagem de Casé, caseira de uma casa de praia pertencente a uma família rica, na qual os proprietários só aparecem durante os fins de ano. Além destes filmes, Toronto também selecionou “Wasp Network”, do francês Olivier Assayas, que tem produção do brasileiro Rodrigo Teixeira. O filme será exibido fora de competição, em sessão especial. Por fim, a mostra Wavelengths, dedicada a filmes mais experimentais, vai contar ainda com mais dois títulos nacionais: “Sete Anos em Maio”, de Affonso Uchôa, e “A Febre”, de Maya Da-Rin. O Festival de Toronto vai acontecer entre os dias 5 e 15 de setembro no Canadá.

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    A Vida Invisível: Drama brasileiro premiado no Festival de Cannes ganha novo trailer – e novo título

    7 de agosto de 2019 /

    A Vitrine Filmes divulgou um novo trailer de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”). E a prévia revela que o longa simplificou seu título. Virou apenas “A Vida Invisível”, após passar com louvor pelo circuito dos festivais internacionais. O longa foi considerado o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, e premiado no Festival de Munique com o CineCoPro Award — destinado à melhor coprodução do cinema alemão com outros países. Além de Cannes e Munique, o filme esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, na Austrália, do Midnight Sun, na Finlândia, de Karlovy Vary, na República Tcheca, no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Jerusalém, em Israel. Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, “A Vida Invisível” também vem recebendo elogios da imprensa internacional, em publicações de prestígio como as revistas americanas The Hollywood Reporter (que o relacionou como um dos 10 melhores filmes de Cannes) e Variety (para quem o filme é “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro”), e atualmente registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Definida como um “melodrama tropical”, a trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. Com estreia marcada para o dia 31 de outubro no Brasil, o filme traz Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título.

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    A Vida Invisível de Eurídice Gusmão vence novo prêmio internacional

    6 de julho de 2019 /

    Após vencer o prêmio de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz, foi premiado no Festival de Munique com o CineCoPro Award — destinado à melhor coprodução do cinema alemão com outros países. Coprodução da brasileira RT Features com a alemã Pola Pandora, o filme recebeu 100 mil euros na premiação. A parceria entre as duas produtoras, iniciada com “Praia do Futuro” (2014), prevê um novo projeto, ainda confidencial, já em desenvolvimento. “É o coroamento de uma colaboração de muitos anos com a Pola Pandora e The Match Factory, que participaram do projeto desde o desenvolvimento do roteiro, em parceria com a RT Features. Ao mesmo tempo, é fruto da política de investimento do governo brasileiro no cinema nacional nos últimos anos”. disse Karim, sobre o prêmio. O produtor Rodrigo Teixeira também comemorou. “Nesses anos todos em que venho trabalhando com o mercado internacional, sempre percebi o valor criativo que cooperações entre talentos de diferentes países trazem aos projetos. Os filmes nascem universais. Receber esse prêmio do Festival de Munique me faz ainda mais acreditar que o caminho para a produção é global e isso também passa pelo cinema brasileiro”. Além de Cannes e Munique, o filme esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, do Midnight Sun, na Finlândia, de Karlovy Vary, na República Tcheca, e ainda será exibido no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival da Nova Zelândia. Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” também vem recebendo elogios da imprensa internacional, em publicações de prestígio como as revistas americanas The Hollywood Reporter (que o relacionou como um dos 10 melhores filmes de Cannes) e Variety (para quem o filme é “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro”), e atualmente registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Com estreia marcada para o dia 31 de outubro no Brasil, o filme traz Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título.

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    A Vida Invisível de Eurídice Gusmão vence a mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes

    24 de maio de 2019 /

    O filme brasileiro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, do diretor Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”), venceu a mostra paralela Um Certo Olhar (Un Certain Regard), do Festival de Cannes. É a primeira vez que um longa brasileiro conquista o troféu desta competição, dedicada a filmes mais arriscados que os da mostra principal. A obra de Karim Aïnouz foi recebida com quase 15 minutos de aplausos em sua première no festival, deixando claro como agradou ao público. Além disso, recebeu críticas elogiadíssimas da imprensa internacional. Definida como um “melodrama tropical”, a adaptação do livro best-seller de Martha Batalha acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. O elenco conta com Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título. O júri da mostra Um Certo Olhar, presidido pela cineasta Nadine Labaki (“Cafarnaum”), também premiou Kantemir Balagov (“Tesnosta”) como Melhor Diretor, por “Beanpole”, e a francesa Chiara Mastroianni (“3 Corações”), filha dos lendários Marcello Mastroianni e Catherine Deneuve, como Melhor Intérprete por “On a Magical Night”, além de distribuir prêmios especiais. No sábado, os organizadores premiarão os vencedores da mostra principal, que entrega a Palma de Ouro. Entre os que disputam o troféu estão o brasileiro “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e “O Traidor”, do italiano Marco Bellocchio, coproduzido pela produtora brasileira Gullane.

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    Filme do brasileiro Karim Aïnouz é aplaudido por quase 15 minutos em Cannes

    21 de maio de 2019 /

    Sete minutos de aplausos para “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, foi muito? Pois o brasileiro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, do cineasta Karim Aïnouz, teve o dobro, quase 15 minutos de ovação em sua première no Festival do Cannes. Filme brasileiro mais bem-recebido no festival francês até agora – após a reação dividida a “Bacurau” – , o longa faz parte da programação da mostra paralela Um Certo Olhar e tem sido definido como um “melodrama tropical”. A adaptação do livro best-seller de Martha Batalha acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. O elenco conta com Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título. As primeiras críticas internacionais ao sétimo longa-metragem de ficção de Aïnouz foram bastante entusiasmadas. A revista Screen Daily usou expressões como “brilhante”, “vibrante” e “irrepreensível”, assumindo seu encantamento com a narrativa. “Aïnouz e seus roteiristas sabem muito bem que melodramas não se sustentam apenas em simpatia; eles precisam também da nossa raiva”. A revista The Hollywood Reporter adicionou “lindo” à descrição do filme, elogiando o trabalho da cinematógrafa francesa Helene Louvart. Ao final, define o trabalho como “um drama assombroso que celebra a resistência das mulheres, mesmo quando elas suportam as existências mais árduas. A alternância perfeita de tom de Ainouz assegura que o filme continue nos surpreendendo sempre com suas reviravoltas”. “Há muito o que se admirar”, acrescentou o atual responsável pelo site do renomado e falecido crítico Rober Ebert, embora esperasse um final mais potente. “A questão de como ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’ vai se resolver mantém o filme continuamente absorvente e cheio de suspense”.

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    Veja o trailer de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, filme de Karim Aïnouz selecionado pelo Festival de Cannes

    18 de maio de 2019 /

    A agencia alemã The Match Factory divulgou o primeiro trailer de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, drama de Karim Aïnouz, que faz parte da programação do Festival de Cannes. A prévia é extensa e conta boa parte da história, um melodrama de época sobre duas irmãs. A adaptação do livro best-seller de Martha Batalha acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. O elenco conta com Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título. Sétimo longa-metragem de ficção de Aïnouz, “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” tem estreia mundial no festival francês na próxima segunda (20/5), na tradicional mostra Un Certain Regard, a mesma que lançou, em 2001, “Madame Satã”, primeiro longa do diretor cearense.

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