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  • Filme

    Ave César: George Clooney é raptado em comercial e pôster do novo filme dos irmãos Coen

    30 de dezembro de 2015 /

    A Universal Pictures divulgou o novo comercial de “Ave, César!”, comédia dos irmãos Coen (“Inside Llewyn Davis”) que vai abrir o Festival de Berlim. A prévia mostra como um grupo de atores é convocado a ajudar a descobrir os responsáveis pelo rapto de um grande astro. Entre os astros, estão Channing Tatum (“Anjos da Lei”), Alden Ehrenreich (“Dezesseis Luas”) e Scarlett Johanson (“Os Vingadores”), reunidos por Josh Brolin (“Homens de Preto 3”) para encontrar George Clooney (“Gravidade”), intérprete do astro do blockbuster fictício do título, que enche a cara até cair e acordar raptado. A lista de coadjuvantes ainda inclui Tilda Swinton (“Expresso do Amanhã”), Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Frances McDormand (minissérie “Olive Kitteridge”), Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) e Christopher Lambert (“Highlander”). “Ave, César!” chega aos cinemas brasileiros em 25 de fevereiro, 20 dias após a estreia nos EUA. Uncovering Hollywood’s biggest secret will take Hollywood’s biggest actors. #HailCaesar hits theaters February 5. https://t.co/e2Ula63bQY — Hail, Caesar! (@HailCaesarMovie) December 29, 2015

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  • Filme

    Scarlett Johansson é uma sereia no primeiro comercial de Ave César

    15 de dezembro de 2015 /

    A Universal Pictures divulgou o primeiro comercial de “Ave, César!”, a nova comédia dos irmãos Coen (“Inside Llewyn Davis”). A prévia mostra uma reconstituição fiel da era do technicolor, emulando clássicos de Hollywood para contar uma história de bastidores sobre o rapto de um grande astro e o trabalho do “fixer” contratado pelo estúdio para lidar com a situação. Em tom de farsa, ele reúne outras estrelas de cinema para ajudar na investigação, fazendo o nonsense subverter a reconstituição realista de época. Entre os astros convocados, estão Channing Tatum (“Anjos da Lei”) como um avatar de Gene Kelly, Alden Ehrenreich (“Dezesseis Luas”) evocando um jovem Montgomery Clift e Scarlett Johanson (“Os Vingadores”) com rabo de sereia, reinando nas piscinas como uma Esther Williams loura. Eles são reunidos por Josh Brolin (“Homens de Preto 3”) para encontrar George Clooney (“Gravidade”), intérprete do astro do blockbuster fictício do título, uma versão de Marlon Brando em “Julio César” (1953), que enche a cara até cair e acordar raptado. A lista de coadjuvantes ainda inclui Tilda Swinton (“Expresso do Amanhã”), Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Frances McDormand (minissérie “Olive Kitteridge”), Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) e Christopher Lambert (“Highlander”). “Ave, César!” chega aos cinemas brasileiros em 4 de fevereiro, um dia antes da estreia nos EUA.

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  • Filme

    Sicario provoca convicções morais com suspense e violência

    14 de novembro de 2015 /

    Com “Sicario – Terra de Ninguém”, Denis Villeneuve deixa mais claras sua vocação temática e suas obessões. Assim como no anterior “Os Suspeitos” (2013), o novo filme é um conto moral elaborado com a intenção de adentrar o lado mais sombrio da alma humana. A trama acompanha a agente do FBI Kate Macer (Emily Blunt, de “No Limite do Amanhã”), que, após descobrir corpos de vítimas de um cartel do tráfico, é convidada a integrar uma força-tarefa secreta. O que ocorre, porém, é que os homens que a convidam a deixam no escuro sobre suas reais intenções, sabendo que ela é uma agente que atua de acordo com as normais legais, não se deixando corromper ou adentrar o caminho de perdição, por assim dizer. Concebida como uma operação de combate, a missão da força-tarefa é atacar um chefe do tráfico mexicano. Mas seus integrantes são homens de funções obscuras, vividos pelos ótimos Josh Brolin (“Homens de Preto 3”) e Benicio Del Toro (“Guardiões da Galáxia”). Este último rouba o filme, tanto pela força de sua caracterização quanto pela importância de seu personagem, principalmente à medida que o filme se aproxima de sua conclusão. Com algumas cenas de violência impactante, “Sicario” até poderia ser mais pesado, caso a intenção de Villeneuve fosse apenas chocar a audiência – por exemplo, nas cenas de tortura. Mas a opção do diretor é mesmo pelo suspense, baseado na construção de uma atmosfera de tensão e auxiliado por um excelente desenho de som. Um dos pontos altos do filme acontece durante um engarrafamento em pleno México, quando o grupo de americanos, auxiliado pela polícia mexicana, percebe um grupo de criminosos nos carros ao lado. O que eles efetuam ali, em público, é impressionante. É a partir daí que o foco muda para Alejandro, personagem de Del Toro, que ganhará ainda mais força quando seu passado e o seu real interesse pela missão vier à tona. Mas até chegar onde precisa, o filme deixa os espectadores tão perdidos quanto a protagonista, alimentando uma situação desconfortável. Afinal, é possível confiar naqueles homens e em seus métodos? Até que a sensação de escuridão deixa de ser metáfora para assumir a forma de um túnel clandestino, sob a fronteira entre Estados Unidos e México. Claustrofóbica, a sequência sob a terra foi filmada pelo diretor de fotográfia Roger Deakins – de obras admiráveis como “Onde os Fracos Não tem Vez” (2007), “007 – Operação Skyfall” (2012) e o próprio “Os Suspeitos” – com câmeras termais e de visão noturna, que realçam a falta de iluminação. Trata-se, por sinal, de um momento-chave para a jornada da personagem de Emily Blunt. E é precisamente quando ocorre uma reviravolta no foco dos personagens, que acaba sendo muito bem-vinda. Algumas das melhores cenas serão guardadas para esse final. Cenas em que Villeneuve mais uma vez provoca o espectador a questionar suas convicções morais: até que ponto é possível aceitar violência em nome da justiça? O mesmo questionamento estava na base de “Os Suspeitos”. E, novamente, os resultados são danosos – sem falar nas implicações racistas de apresentar o México, caricaturalmente, como um lugar perigoso e que precisa ser “limpo”, nem que seja por pessoas dispostas a fazer o trabalho sujo.

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    Evereste é um filme de desastre sem surpresas

    14 de novembro de 2015 /

    “Evereste” é aquele tipo de filme que todo mundo vai assistir sabendo o que vai encontrar. Situações limites, angústia e algum melodrama. Um produto calculado e realizado para despertar estes sentimentos em pessoas que querem passar por isso. O filme tem todos os clichês esperados do subgênero dos filmes de desastre. Estão lá o personagem irresponsável e o ultrarresponsável, os que ficam em casa e sustentam momentos piegas, além das inevitáveis decisões esdrúxulas. Na trama, um alpinista experiente transformou sua paixão em um negócio lucrativo. Jason Clarke (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) interpreta o dono de uma empresa especializada em conduzir escaladas pelo monte Evereste e acaba de juntar equipe e clientes para mais uma expedição. Só que uma tempestade inesperada acontece na metade da travessia, levando todos ao desespero. O elenco também inclui Jake Gyllenhall (“O Abutre”), Josh Brolin (“Os Caça-Fantasmas 3”), Keira Knightley (“O Jogo da Imitação”), Sam Worthington (“Fúria de Titãs”), John Hawkes (“As Sessões”) e Robin Wright (série “House of Cards”), entre outros. Mas isso acaba não fazendo muita diferença, porque, no meio do caos e sob camadas e mais camadas de roupa e neve, pouca gente consegue ser reconhecida. Além disso, a trama não exige grandes atuações. Poderiam ter convidado todo mundo que fez “Pânico na Floresta 13” que daria no mesmo. Mas se os clichês negativos estão presentes, há também bons momentos de tensão em travessias vertiginosas. Tanto que, para os não adeptos daquele modo de vida, é difícil entender porque alguém se sujeitaria a algo tão extremo. Outro destaque positivo do longa-metragem, a construção do Evereste e de seus perigos é impressionante. A fotografia, bastante auxiliada pelas locações, somada ao trabalho de efeitos visuais e de som, confere realismo ao filme.

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