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  • Filme

    Trailer de “A Última Carta de Amor” resume o novo romance da Netflix

    4 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “A Última Carta de Amor”, que basicamente resume o filme inteiro em seus 2h37 minutos de duração. A prévia revela detalhes, reviravoltas e até uma expectativa de final para a história romântica apresentada, eliminando as surpresas que possam existir na história. O filme é baseado no romance de mesmo nome de Jojo Moyes, escritora conhecida do público de cinema como a autora do livro que virou “Como Eu Era Antes de Você” (2016). A história é apresentada pela perspectiva de uma jornalista que encontra uma coleção de antigas cartas secretas, descrevendo um caso de amor proibido na década de 1960. Nas cartas, ela descobre que um colega de profissão se apaixonou pela esposa de um homem que ele deveria entrevistar, gerando um affair que acabou em tragédia. Obcecada com a história, ela tenta descobrir o que aconteceu com o casal, procurando-o nos dias de hoje. O elenco destaca Felicity Jones (“Rogue One”) como a jornalista, Shailene Woodley (“Divergente”) e Callum Turner (“Emma.”) como o par romântico, Joe Alwyn (“A Favorita”) como o marido traído, Nabhaan Rizwan (“Informer”) como o parceiro da jornalista, e Ben Cross (“Star Trek”), falecido em 2020, em seu último papel como a versão mais velha do personagem de Turner. “A Última Carta de Amor” é o segundo longa dirigido pela atriz Augustine Frizzell, que estreou com a comédia indie “Never Goin’ Back”, indicada ao Spirit Awards em 2019, e também dirigiu o piloto da série “Euphoria”. A estreia está marcada para 23 de julho em streaming.

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  • Filme

    Como Eu Era Antes de Você transforma tema polêmico em romance

    23 de junho de 2016 /

    Um dos problemas de “Como Eu Era Antes de Você” é aceitar os protagonistas como eles são apresentados. Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) aparece em cena excessivamente boba com suas roupas bregas e Sam Claflin (franquia “Jogos Vorazes”) atua de forma exageradamente arrogante na figura do milionário tetraplégico amargurado. E há sim vários momentos-clichê que incomodam um bocado. Mas temos que dar um desconto inicialmente, por se tratar da adaptação de um best-seller popular e por esses personagens serem assim no livro de Jojo Moyes. Mas é possível se afeiçoar aos personagens e perceber o quanto a narrativa é bem amarradinha. Mal dá para sentir o tempo passar. A edição fluida, curiosamente, é de John Wilson, que já foi associado ao cinema de arte de Peter Greenaway, no auge da popularidade do autor. Claro que ver Emilia Clarke deixando de ser a poderosa Daenerys de “Game of Thrones” causa estranhamento, mas é interessante que a atriz busque personagens diferentes, por mais que não acerte em alguns – a sexy Sarah Connor no pouco amado “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, por exemplo. Por outro lado, outro integrante de “Game of Thrones” está muito bem no filme: Charles Dance, no papel do pai de Will, o personagem de Claflin. Com a evolução dos personagens, algumas más impressões se dissipam. A bobinha Louisa Clark (Emilia Clarke) vai ganhando maturidade ao aprender um pouco de arte e se afeiçoar a Will. E Will vai deixando de ser o chato de galocha e passa a dizer coisas românticas, como “Você é a única razão de eu querer acordar de manhã” ou “Vamos ficar aqui no carro por um tempo. Eu só quero me sentir como o cara que saiu com a garota de vermelho”. São coisas simples, mas que tocam os corações de muitos. Há algo no filme que a maioria dos espectadores já sabe ao entrar na sessão: o fato de que Will planeja sua própria morte. Assim, trata-se de um filme sobre despedida também, sobre os momentos finais da vida e a descoberta de momentos felizes desse rapaz que acredita que a vida não deve ser vivida se não for plenamente, de corpo inteiro, um corpo que ele não tem mais. É um tema polêmico, na verdade. Há muita gente que tem raiva de filmes como “Amor” (2012), de Michael Haneke, ou “Mar Adentro” (2004), de Alejandro Amenábar, justamente por pregar essa escolha do direito à morte. Mas é curioso como a diretora Thea Sharrock, vindo do teatro, transforma esse tema espinhoso em um filme relativamente leve, feito para plateias jovens. Assim, o que interessa mais não é a decisão de Will, mas a vida junto a Louisa e o quanto ambos são transformados a partir do momento em que se conhecem, mesmo sendo tão diferentes. Isso acaba valendo para qualquer encontro a dois que tenha uma natureza mais especial. Por isso, o filme tem apelo tão forte entre casais que, mesmo sabendo que um dia deixarão de se ver, lembrarão da relação como algo bonito, válido, rico e pra sempre.

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  • Filme

    Como Eu Era Antes de Você: Escritor tetraplégico reclama de ser citado no filme

    18 de junho de 2016 /

    O escritor tetraplégico Francesco Clark não gostou de ver seu nome e obra usados no filme “Como Eu Era Antes de Você”. O melodrama romântico cita o livro de Clark, “Walking Papers”, numa cena-chave. O motivo de sua reclamação é spoiler do final do longa-metragem. “Eu fiquei surpreso ao descobrir que, em uma cena importante do filme, o destaque é meu livro ‘Walking Papers’, que eu escrevi sobre minha experiência depois de ter sofrido uma lesão na medula espinhal, após um acidente de mergulho”, contou Clark ao site Page Six. “Não me perguntaram se meu livro poderia ser incluído no livro, nem me avisaram sobre essa inclusão. Embora a história seja baseada em uma ficção, meu livro e minha vida não são”, ele protestou. O que revoltou Clark é que o filme mostra o oposto do que ele se esforça para transmitir. “Eu trabalhei incansavelmente para mostrar para todo mundo que ser tetraplégico não é o fim da vida de ninguém, é um novo começo”, disse o escritor ao site. “Não estou tomando um posicionamento contra o suicídio assistido, estou dizendo que fiquei revoltado por me associarem a uma história que diz que a única ou a melhor saída para pessoas como eu é a morte”. Clark disse que vai continuar espalhando uma mensagem de positividade e esperança para as pessoas que sofreram ferimentos como os seus ou que conhecem e amam alguém que sofreu. “Sou um perfeito exemplo de que a vida não só continua como se torna melhor a cada dia”. Em entrevista, a escritora Jojo Moyes, autora do livro que virou o filme, que ela própria adaptou em roteiro de cinema, disse também ter se inspirado numa história real. “Li nos jornais a história de um jovem atleta que decidiu pelo suicídio assistido depois de ficar tetraplégico. Para mim, foi muito chocante. Eu não conseguia entender por que ele tinha tomado a decisão e por que os pais haviam aceitado. Então, fiz o exercício de me colocar no lugar de cada um envolvido nessa história: o jovem, os pais, a pessoa que tenta fazê-lo mudar de ideia”, ela justificou.

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    Como Eu Era Antes de Você: Romance com Emilia Clarke e Sam Claflin ganha novo trailer

    30 de março de 2016 /

    A Warner Bros. do Reino Unido divulgou o novo trailer de “Como Eu Era Antes de Você”, filme romântico de doença. A definição mórbida é cortesia de um filão aberto pelo sucesso de “A Culpa É das Estrelas” (2014). Mas essa história tem mais a ver com a dramédia francesa “Intocáveis” (2011). Só que, em vez um velho rico e um negro imigrante, os personagens centrais são um casal jovem, bonito e muito branco: Emilia Clarke (sériee “Game of Thrones”) e Sam Claflin (franquia “Jogos Vorazes”). Ela é contratada como cuidadora dele, que ficou restrito a uma cadeira de rodas, devido a um acidente que lhe custou os movimentos. Ou seja, é lógico, desde o primeiro momento, que vai acontecer uma atração. A dinâmica do relacionamento se mantém igual ao do filme francês – ela é ingênua, pobre e cheia de energia, ele é sofisticado, rico e depressivo – , mas a culpa não é das estrelas, é do livro em que a trama se baseia, escrito pela britânica Jojo Moyes, que também assina o roteiro. Por sinal, Moyes deve ser fã de Nicholas Sparks, pois, entre os clichês românticos, não falta sequer o indefectível melodrama hospitalar. Com direção de Thea Sharrock, que estreia no cinema após dirigir alguns episódios de séries britânicas, o filme chega em 16 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA (em 3/6).

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    Como Eu Era Antes de Você: Trailer mostra Emilia Clark em melodrama romântico

    4 de fevereiro de 2016 /

    A culpa é das estrelas e do filme homônimo. O sucesso da adaptação do livro de John Green abriu caminho para um novo filão cinematográfico: o filme de doença romântico. “Como Eu Era Antes de Você”, que teve seu primeiro trailer legendado e pôster divulgados pela Warner, não é tecnicamente um filme de doença, mas seu quadro clínico segue a fórmula da “Love Story” condenada. A prévia mostra a bonitinha Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) irreconhecível em roupas e comportamento infantis, e o bonitão Sam Claflin (franquia “Jogos Vorazes”) restrito a uma cadeira de rodas. Ela é contratada como cuidadora do rapaz, que também se tornou depressivo desde o acidente que lhe custou os movimentos. O relacionamento da dupla evoca a comédia francesa (“Intocáveis”) – ela é ingênua, ele é sofisticado – , mas ao final não resiste aos clichês dos romances de Nicholas Sparks, com direito à indefectível conclusão em meio a melodrama hospitalar. A trama é baseada no livro homônimo da escritora britânica Jojo Moyes, que também assina o roteiro, enquanto prepara a sequência literária. Uma curiosidade é que o script quase acabou nas mãos da dupla responsável pela adaptação de “A Culpa É das Estrelas”. Por sua vez, a direção ficou a cargo de Thea Sharrock, que estreia no cinema após dirigir alguns episódios de séries britânicas. O filme chega em 16 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA (em 3/6).

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