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  • Série

    “Dia Zero”, primeira série de Robert De Niro, ganha novo trailer

    22 de janeiro de 2025 /

    Thriller de conspiração política estreia na Netflix em fevereiro e traz o ator como ex-presidente investigando ataque cibernético aos Estados Unidos

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  • Filme

    Jesse Plemons estrelará série da Netflix com Robert De Niro

    24 de abril de 2023 /

    O ator americano Jesse Plemons (indicado ao Oscar por “Ataque dos Cães”) se juntou à Robert De Niro (vencedor do Oscar por “Touro Indomável” e “O Poderoso Chefão II”) para participar da série “Zero Day”, em produção pela Netflix. O elenco também contará com Lizzy Caplan (“Truque de Mestre 2”), Joan Allen (“O Quarto de Jack”) e Connie Britton (“The White Lotus”). A série de seis episódios conta a história de George Mullen (De Niro), ex-presidente que precisa voltar à ativa para lidar com a investigação de um cyber-ataque devastador. Plemons vive Roger Carlson, seu antigo assistente político e Britton é sua ex-chefe de gabinete, enquanto Caplan e Allen vivem filha e esposa do personagem de De Niro A sinopse da série de suspense de teorias de conspiração faz duas perguntas: “Como achar a verdade em um mundo em crise, que está sendo destruído por forças fora de nosso controle? Até que ponto as teorias de conspiração são produtos da nossa própria imaginação?”. “Zero Day” foi criada por Eric Newman (“Narcos: México”), Noah Oppenheim (“Jackie”) e Michael S. Schmidt, jornalista vencedor do Pulitzer, que também atuam como produtores ao lado de De Niro. A premiada diretora Lesli Linka Glatter (“Homeland”) vai dirigir os seis episódios. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Lisey’s Story: Trailer traz Julianne Moore em terror de Stephen King

    14 de maio de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer de sua nova série de terror, “Lisey’s Story”, baseada no livro “Love – A História de Lisey”, de Stephen King. Numa iniciativa rara, o próprio Stephen King assina o roteiro da adaptação, que terá oito capítulos, todos dirigidos pelo diretor chileno Pablo Larraín (“O Clube”, “Neruda” e “Jackie”). A produção está prevista para chegar ao streaming em 4 de junho, trazendo Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”) no papel-título. Lisey Landon é a viúva recente de um escritor célebre e cheio de segredos, que enfrenta o luto revisitando memórias e buscando desvendar pistas deixadas pelo marido sobre visões sobrenaturais que ela reprimiu e esqueceu. Ao mesmo tempo, é pressionada a liberar os rascunhos inéditos do escritor, que um homem obstinado quer usar para acessar as mesmas visões. O elenco também inclui Clive Owen e Dane Dehaan (ambos de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), além de Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”) e a veterana Joan Allen (“O Quarto de Jack”).

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  • Filme

    O Quarto de Jack materializa uma enxurrada emocional de tensão e maravilhamento

    20 de fevereiro de 2016 /

    “O Quarto de Jack”, de Lenny Abrahamson, é desses filmes que causam comoção em diversos momentos. É um filme pequeno que se agiganta com seu tema forte e pesado, com as interpretações inspiradas da bela e talentosa Brie Larson (“Como Não Perder Essa Mulher”) e do garotinho Jacob Tremblay (“Mamãe Precisa Casar”), e com cenas que transmitem impotência, claustrofobia e indignação. Ao mesmo tempo, exalta a beleza e a grandeza do mundo, esse mundo tão desconhecido dos olhos e da cabeça do pequeno Jack. A princípio, especialmente se o espectador não se deixou levar pela tentação de ver o trailer ou ler qualquer crítica, a trama desperta inquietação por manter obscuro o motivo de a mãe vivida por Brie Larson e o pequeno Jack viverem sozinhos e trancados em um quarto minúsculo, sem saírem para lugar algum. Mas as respostas vêm em breve, assim como uma série de outros sentimentos perturbadores, causados pela raiva, urgência pela liberdade e sede de justiça. Lenny Abrahamson (“Frank”) poderia muito bem ter optado por uma janela de aspecto mais fechada, a fim de tornar aquele espaço pequeno ainda menor, mas ele foi na direção oposta, com o scope, dando àquele espaço uma relativa grandeza na cabeça de Jack, que nunca conheceu outro lugar em seus cinco anos de vida. Demora um pouco para ele aceitar, por exemplo, que aquilo que vê na televisão velha e com má sintonia não é mágica, mas pessoas de verdade que existem em um mundo do outro lado daquelas paredes. Trata-se de uma clara alusão ao mito da caverna de Platão. Uma vez que fica difícil escrever sobre “O Quarto de Jack” sem entregar alguns spoilers, o conselho para os leitores é pararem por aqui e correrem para o cinema, para assistirem a um dos grandes filmes do ano. Já os que pretendem refletir mais sobre a trama, podem considerar resumir a obra em dois momentos distintos: antes e depois do quarto do título. Isto serve tanto para a jornada dos personagens quanto para a experiência cinematográfica dos espectadores. Não se trata, que fique claro, de um mero filme sobre sequestro, fuga e final feliz. Além de conseguir envolver o público no plano da mãe e incluir grande carga de suspense no momento da fuga do garotinho, o longa tem cenas de tirar a respiração. Uma das mais lindas capta o olhar de Jack ao ver pela primeira vez o céu azul. Além disso, a trama também permite ao espectador acompanhar o que acontece com os personagens depois disso. As cicatrizes e os traumas daqueles anos confinados gerarão ainda muito interesse na segunda parte do filme, com a difícil readaptação à vida normal, tanto para o garoto quanto para sua mãe, que precisou ser forte pelo garotinho de cabelos longos, mas ele também representou o principal motivo de ela querer sobreviver dentro daquela situação hedionda. O segundo ato é tão bom quanto o primeiro, trazendo ainda mais cenas comoventes, entre elas a relação de Jack com a avó (Joan Allen, de “O Legado Bourne”) e o modo como a mãe de Jack cai em depressão ao se ver diante daquele mundo que os acolhe, mas que também procura tirar proveito de sua experiência perturbadora de aprisionamento e abuso sexual. O drama é baseado em um romance da escritora irlandesa-canadense Emma Donaghue, que tem um histórico interessante de livros sobre personagens femininas fortes. Dois de seus livros receberam prêmios especiais de ficção lésbica. E se “O Quarto de Jack” não possui marcas de lesbianismo, tem um forte apelo feminino, ao mostrar a personagem de Brie como uma mulher que recusa, com toda a razão, a ideia de que Jack seja produto da ação de um estuprador, mas sim que seja o garoto dela, e só dela. Esta declaração, inclusive, é um dos momentos mais fortes deste filme sensível e doloroso. Revelada ainda criança em sitcoms televisivos, Brie Larson já merecia reconhecimento por “Temporário 12” (2013), drama indie premiadíssimo e negligentemente ignorado pela Academia. Em compensação, por seu desempenho no filme atual, vem acumulando prêmios, como o BAFTA, o Globo de Ouro, o Critics Choice e o SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores), além de disputar como favorita o Oscar de Melhor Atriz.

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