Netflix teria pago US$ 50 milhões por The Cloverfield Paradox
A Paramount pode ter feito o negócio do ano. Segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, a Netflix teria pago US$ 50 milhões pelos direitos de exibição de “The Cloverfield Paradox”. E a Paramount ainda resguardou os direitos de lançar o filme na China e no mercado de home video. Ainda de acordo com o THR, a decisão de negociar os direitos de exibição foi tomada de comum acordo entre o produtor J.J. Abrams e o presidente do estúdio, Jim Gianopulos, após a percepção de que o filme poderia fracassar nas bilheterias. Eles procuraram a Netflix que prontamente se dispôs a pagar uma fortuna pelo título, por integrar uma “franquia” estabelecida. Nos bastidores da Paramount, porém, a avaliação negativa sobre a qualidade do material já tinha provocado diversos adiamentos no lançamento do longa-metragem. Gianopulos, que assumiu recentemente o estúdio, teria tentado refilmagens e outras medidas para salvar a produção, antes de decidir passar o problema adiante. Ele já tinha feito a mesma coisa com “Aniquilação”, sci-fi estrelada por Natalie Portman, que a Netflix adquiriu por uma quantia ainda não revelada. A diferença é que “Aniquilação” terá uma estreia limitada nos Estados Unidos em 23 de fevereiro, antes de chegar ao streaming em março. Nas mãos da Netflix, “The Cloverfield Paradox” acabou ganhando uma estreia de surpresa na noite de domingo (4/2). O anúncio de que ele já estava na plataforma foi feito no primeiro e único comercial da produção, exibido durante o intervalo do Super Bowl, e o resultado foi exatamente o que interessava ao serviço de streming: repercussão. A Netflix não divulga audiência, mas a curiosidade do público foi fisgada, a ponto de gerar muitos comentários nas redes sociais. Entretanto, assim que os críticos puderam ver o material, veio a confirmação de que a Paramount evitou um fiasco comercial. Com apenas 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “The Cloverfield Paradox” gerou o consenso de que não era mesmo um filme para o cinema.
Crítica americana implode surpresa do novo Cloverfield na Netflix: “fake news”
Lançado de surpresa na Netflix no domingo (4/2), logo após seu primeiro comercial ir ao ar durante o Super Bowl, “The Cloverfield Paradox”, terceiro filme da franquia de monstros do produtor J.J. Abrams (das franquias “Star Trek” e “Star Wars”), vai figurar na história dos streamings pela ousadia de sua divulgação experimental. Levando o sigilo que cerca as produções da Bad Robot (a empresa de Abrams) ao cúmulo, nem o título do filme era conhecido antes do anúncio de que ele já estava disponível. Mas o verdadeiro paradoxo, para citar o título da produção, é que o filme em si não se diferencia por mais nada, além da mencionada divulgação. A recepção da crítica americana à surpresa lembra a expectativa de quem se depara com um presente embrulhado numa caixa gigante, apenas para descobrir, após a abertura do pacote, uma caneta comum. Todas as críticas foram negativas. A maioria afirmou que o filme seria um grande fracasso se fosse lançado nos cinemas, como a Paramount ensaiou fazer, concluindo que o investimento do estúdio foi salvo pela Netflix. A aprovação no Rotten Tomatoes atingiu nível podre, com apenas 16% de avaliações positivas. Veja abaixo alguns comentários. “Parece intrigante, mas o filme e si é estranhamente simples, com excesso de iluminação e inutilmente frenético. Como lançamento cinematográfico, seria um não evento, como evento da Netflix é, para cunhar uma frase, ‘fake news'” – Glenn Kenny, do jornal New York Times. “Vale lembrar que os filmes de ‘Cloverfield’ só conseguiram surpreender com sucesso os métodos convencionais de divulgação porque eram bons. A melhor coisa que você pode dizer sobre este é que vem grátis com sua assinatura Netflix” – David Ehrlich, do site indieWire. “O entusiasmo que este filme poderia inspirar logo dá lugar à percepção surpreendente de que praticamente nenhuma de suas reviravoltas foi pensada de forma coerente ou inteligente” – Justin Chang, do jornal Los Angeles Times. “Aquela sensação de lançamentos direto em vídeo que os títulos lançados diretamente na Netflix começam a ter encontrou o filme que serve perfeitamente de padrão” – Scott Tobias, da revista New York. “Chegamos neste ponto: filmes tratados como comerciais caros, com estreias após o Super Bowl, como se fossem anúncios para salgadinhos ou refrigerantes” – John DeFore, da revista The Hollywood Reporter.
Teaser legendado do novo Cloverfield revela que o filme já chegou na Netflix
A Netflix divulgou o pôster nacional e o teaser legendado de “The Cloverfield Paradox”, terceiro longa da franquia sci-fi “Cloverfield”. A prévia foi exibida nos Estados Unidos na noite de domingo (4/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais valorizado da TV americana). E – surpresa! – o filme estreou no mesmo instante. Não só foi rodado em segredo, como chegou na surdina, levando ao cúmulo o sigilo que cerca as produções da Bad Robot, empresa do cineasta J.J. Abrams (das franquias “Star Trek” e “Star Wars”). Com referências ao filme original – “Cloverfield: Monstro”, primeira sci-fi do diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) – , a prévia diz que o filme explica o que levou um monstro a aparecer em Nova York há dez anos, entre cenas de destruição apocalíptica, uma mão decepada ainda “viva” e uma equipe de astronautas numa nave/estação espacial. O elenco traz David Oyelowo (“Selma: Uma Luta Pela Igualdade”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Chris O’Dowd (“Missão Madrinha de Casamento”), John Ortiz (“Kong: A Ilha da Caveira”), Aksel Hennie (“Perdido em Marte”) e Roger Davies (série “Family Affairs”). Escrito por Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”) e Doug Jung (“Star Trek: Sem Fronteiras”), o filme tem produção de J.J. Abrams e, assim como nos dois lançamentos anteriores, é dirigido por um jovem promissor, Julius Onah (do thriller indie “The Girl Is in Trouble”). O filme já pode ser visto na Netflix brasileira.
Trailers da nova sátira esportiva da HBO destacam elenco grandioso
A HBO divulgou dois trailers e o pôster de seu novo documentário esportivo falseta estrelado por Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”). Após “7 Dias no Inferno” (7 Days of Hell), sobre uma partida de tênis que durou uma semana, “Tour de Pharmacy” aborda uma competição ciclista dos anos 1980, em que todos os atletas participaram dopados, numa referência ao escândalo de doping de Lance Armstrong na Tour de France. O próprio, por sinal, faz parte do elenco, listado como “informante”. A sátira combina cenas do evento fictício de 35 anos atrás com depoimentos que mostram como os atletas estão hoje. Por exemplo, Freddie Highmore (série “Bates Motel”) cresceu e virou Julia Ormond (série “Incorporated”). Mas quem rouba a cena é o lutador do WWE John Cena (“Irmãs”), de peruca loira e roupa colada, retratando um ciclista em esteroides. O elenco grandioso ainda inclui Orlando Bloom (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Daveed Diggs (série “The Get Down”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Dolph Lundgren (“Os Mercenários”), James Marsden (série “Westworld”), Danny Glover (“Máquina Mortífera”), Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Kevin Bacon (série “The Following”), Will Forte (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), Mike Tyson (“Se Beber, Não Case”) e o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), entre muitos outros. Além de Samberg, o roteirista Murray Miller e o diretor Jake Szymanski são os mesmos de “7 Dias no Inferno”. A estreia está marcada para 8 de julho.
Próximo filme da franquia Cloverfield já estaria sendo produzido
A franquia “Cloverfield” pode já estar prestes a ganhar um novo filme. De acordo com o site The Wrap, o projeto “God Particle”, produzido em segredo por JJ Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), seria incorporado à franquia para expandir ainda mais o universo de monstros gigantes e alienígenas revelados nos dois primeiros filmes. Escrito por Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”), o roteiro acompanha um grupo de astronautas que faz uma descoberta, chocante que muda o entendimento deles sobre a realidade. O filme já tem elenco, formado por David Oyelowo (“Selma: Uma Luta Pela Igualdade”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Elizabeth Debicki (“O Agente da U.N.C.L.E.”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) e Chris O’Dowd (“Missão Madrinha de Casamento”). Assim como nos dois filmes anteriores da franquia “Cloverfield”, o novo será dirigido por um jovem promissor, Julius Onah (“The Girl Is in Trouble”). A estreia está marcada para 24 de fevereiro de 2017 nos EUA. Tem mais. Ainda segundo o site The Wrap, “God Particle” não apenas será o terceiro “Cloverfield” como Abrams estaria planejando lançar um filme por ano desse mundo compartilhado de monstros gigantes. O detalhe é que nem a produtora Bad Robot, de Abrams, nem o estúdio Paramount, responsável pela distribuição dos filmes, confirmam as informações.
JJ Abrams vai produzir minissérie sobre últimos dias de Michael Jackson
A produtora Bad Robot, de JJ Abrams (diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”), vai desenvolver uma minissérie sobre os últimos dias da vida de Michael Jackson. O projeto é uma adaptação do livro “Before You Judge Me: The Triumph and Tragedy of Michael Jackson’s Last Days”, de Tavis Smiley, lançado nesta terça (21/6) nos Estados Unidos. Abrams já estava desenvolvendo outra adaptação de obra do escritor, também centrada nos últimos dias de uma personalidade americana – “Death Of A King: The Real Story Of Dr. Martin Luther King, Jr.’s Final Year”, sobre o último ano de vida de Martin Luther King – e decidiu ampliar a parceria. Ainda sem título nem mesmo canal definido, a série mostrará ao espectador como foram as semanas finais do artista, sua busca por privacidade e as fragilidades, pouco conhecidas do público, que ele enfrentava no âmbito pessoal. Realizada em parceria com a Warner Bros., a produção pretende preencher com detalhes a época dos ensaios de Michael Jackson para a última turnê que nunca aconteceu, registrados no documentário “This Is It” (2009).
Esconder identidade do vilão de Além da Escuridão – Star Trek foi um erro, admite roteirista
O roteirista Damon Lindelof finalmente admitiu que foi um erro tentar enganar o público, escondendo a verdadeira identidade do vilão de “Além da Escuridão – Star Trek”. Em entrevista ao site Variety, ele assumiu que este equívoco prejudicou o filme, já que ninguém comprou o mistério. “Quando nós fizemos ‘Além da Escuridão – Star Trek’, decidimos que não íamos contar às pessoas que Benedict Cumberbatch estava interpretando Khan. E isso foi um erro, porque o público disse: ‘Nós sabemos que ele esta interpretando o Khan’. Por isso que foi um erro”. Como Hollywood não aprende com seus erros, o mesmo aconteceu recentemente com “007 Contra Spectre”, a respeito da identidade do vilão interpretado por Christoph Waltz. Por outro lado, Lindelof defende que, em alguns casos, manter segredo sobre um detalhe importante da trama pode funcionar. Como, por exemplo, o destino de Luke Skywalker (Mark Hamill) no vindouro “Star Wars – O Despertar da Força”, dirigido por JJ Abrams, o mesmo diretor de “Além da Escuridão – Star Trek”. “JJ não está contando nada sobre o novo filme de ‘Star Wars’ e nós amamos isso”, avalia o roteirista. “Nós não encontramos ninguém que diga: ‘Eu gostaria de saber mais’. Nossa reação é: ‘Graças a Deus que ele está nos protegendo de todas as coisas que serão reveladas na sala de cinema'”. Lindelof, felizmente, não escreveu “Star Wars – O Despertar da Força”. O roteiro é do próprio Abrams em parceria com o veterano da franquia Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”). A estreia está marcada para 17 de dezembro no Brasil.





