Trailers da nova sátira esportiva da HBO destacam elenco grandioso
A HBO divulgou dois trailers e o pôster de seu novo documentário esportivo falseta estrelado por Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”). Após “7 Dias no Inferno” (7 Days of Hell), sobre uma partida de tênis que durou uma semana, “Tour de Pharmacy” aborda uma competição ciclista dos anos 1980, em que todos os atletas participaram dopados, numa referência ao escândalo de doping de Lance Armstrong na Tour de France. O próprio, por sinal, faz parte do elenco, listado como “informante”. A sátira combina cenas do evento fictício de 35 anos atrás com depoimentos que mostram como os atletas estão hoje. Por exemplo, Freddie Highmore (série “Bates Motel”) cresceu e virou Julia Ormond (série “Incorporated”). Mas quem rouba a cena é o lutador do WWE John Cena (“Irmãs”), de peruca loira e roupa colada, retratando um ciclista em esteroides. O elenco grandioso ainda inclui Orlando Bloom (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Daveed Diggs (série “The Get Down”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Dolph Lundgren (“Os Mercenários”), James Marsden (série “Westworld”), Danny Glover (“Máquina Mortífera”), Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Kevin Bacon (série “The Following”), Will Forte (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), Mike Tyson (“Se Beber, Não Case”) e o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), entre muitos outros. Além de Samberg, o roteirista Murray Miller e o diretor Jake Szymanski são os mesmos de “7 Dias no Inferno”. A estreia está marcada para 8 de julho.
Asgard é destruída e Thor vira gladiador em trailer japonês de Thor: Ragnarok
A Marvel divulgou um trailer japonês de “Thor: Ragnorak”, que mostra a destruição causada por Hela e a transformação de Thor num gladiador de outro mundo, ao som do clássico “viking” do Led Zeppelin, “Immigrant Song”. Há algumas cenas inéditas, mas o vídeo é basicamente uma versão resumida do primeiro trailer oficial, o mais visto da história da Disney. Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), o filme volta a trazer Chris Hemsworth no papel de Thor e destaca Cate Blanchett (“Carol”) como a poderosa deusa Hela. Os coadjuvantes que aparecem são Tessa Thompson (“Creed”) como a guerreira Valquíria (que é uma loira nórdica nos quadrinhos dos Defensores), Karl Urban (“Star Trek”) como o guerreiro Skurge (que os fãs conhecem melhor pelo nome Executor), Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o imortal Grã-Mestre (que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas), e os retornos de Idris Elba como Heimdall, Tom Hiddleston como Loki e Anthony Hopkins como Odin. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Jeff Goldblum retomará seu personagem de Jurassic Park na sequência de Jurassic World
Um dos astros do “Jurassic Park: Parque dos Dinossauros” original vai voltar à franquia. O ator Jeff Goldblum foi confirmado em “Jurassic World 2”. Ele voltará a interpretar seu personagem do filme de 1993, o Dr. Ian Malcolm. Além de participar do primeiro filme, Goldblum protagonizou o segundo, “O Mundo Perdido – Jurassic Park”, em 1997. Mas, desde então, seu personagem não tinha sido mais visto. Mesmo assim, sua presença permaneceu na franquia, como atesta um livro atribuído a Ian Malcom, “God Creates Dinosaurs”, que aparece na mesa de trabalho de Lowery, o personagem de Jake Johnson em “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” (2015). Não há detalhes sobre o tamanho de participação de Goldblum, que, no quinto longa jurássico, vai se juntar ao elenco encabeçado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, astros de “Jurassic World”. Atualmente em produção em Londres, o novo filme tem direção do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”) e chega aos cinemas em junho de 2018.
Asgard é destruída e Thor vira gladiador em trailer legendado e pôster de Thor: Ragnarok
A Marvel divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Thor: Ragnorak”, que mostra a destruição causada por Hela e a transformação de Thor num gladiador de outro mundo, ao som do clássico “viking” do Led Zeppelin, “Immigrant Song”. De cabelos escuros, Cate Blanchett (“Carol”) se mostra a inimiga mais poderosa que o herói já enfrentou, reduzindo seu martelo místico a pó e Asgard a cinzas. A prévia também revela cenas rápidas com todos os demais coadjuvantes, para terminar com Thor aprisionado, com o cabelo raspado e trajando o capacete clássico dos quadrinhos, entrando numa arena para enfrentar o Hulk. A situação só não é completamente desesperadora porque é explorada com o humor surreal característico do cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”). Os coadjuvantes que aparecem são Tessa Thompson (“Creed”) como a guerreira Valquíria (que é uma loira nórdica nos quadrinhos dos Defensores), Karl Urban (“Star Trek”) como o guerreiro Skurge (que os fãs conhecem melhor pelo nome Executor), Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o imortal Grã-Mestre (que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas), e os retornos de Idris Elba como Heimdall e Tom Hiddleston como Loki. E o que teria acontecido com os demais deuses e guerreiros nórdicos do elenco dos primeiros filmes? Viraram poeira como Asgard? Será que isso será explicado? “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Cate Blanchett aprendeu capoeira para viver a vilã de Thor: Ragnarok
Além das fotos, a revista Entertainment Weekly publicou entrevistas com o elenco de “Thor: Ragnarok” e a maior curiosidade surgiu na revelação sobre a preparação da atriz Cate Blanchett. A reportagem afirma que ela aprendeu capoeira com a lendária dublê Zoë Bell (“À Prova de Morte”) para interpretar a vilã Hela. Mas não há declarações da australiana vencedora do Oscar por “Blue Jasmine” (2013) sobre a arte marcial brasileira, nem explicações sobre como a capoeira será utilizada na história. Pelo jeito, só vendo o filme, que estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Primeiras fotos de Thor: Ragnarok revelam novo visual do herói e a deusa vivida por Cate Blanchett
A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos de “Thor: Ragnorak”, acompanhando uma reportagem de capa sobre a produção da Marvel. E o material chama atenção por apresentar visuais bem diferentes dos personagens. Chris Hemsworth chama mais atenção por estar de cabelo curto, quase raspado, em vez de ostentar a orgulhosa cabeleira loira dos primeiros filmes. Hela, a deusa da morte interpreta por Cate Blanchett (“Carol”), em nada lembra as artes conceituais divulgadas pela produção. Em vez do elmo com galhadas, fiel aos quadrinhos, ela aparece com os cabelos negros e compridos e olhos com maquiagem emo. E desde a escalação da atriz Tessa Thompson (“Creed”) já se sabia que Valquíria não seria uma loira nórdica como a heroína dos quadrinhos dos Defensores. Além do trio da capa, as imagens revelam o visual colorido, estilo “X-Men: Apocalipse” (2016), do personagem de Jeff Goldblum (“Independence Day”). Ele vive o Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos, que nos quadrinhos da saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas. Quem também aparece é Tom Hiddleston (atualmente em “Kong: A Ilha da Caveira”), de volta ao papel do vilão Loki. E há três fotos dos bastidores com o diretor Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”). “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las em tela inteira.
Artes conceituais revelam Hulk com trajes de gladiador em Thor: Ragnarok
A Marvel divulgou novas artes conceituais de “Thor: Ragnorak”. Como a primeira arte divulgada, um dos destaques das ilustrações é Hela, a Deusa da Morte, vilã que será vivida pela atriz Cate Blanchett (“Carol”) – e que pelos desenhos seguirá um visual bem próximo dos quadrinhos. A segunda ilustração traz uma luta entre Thor e Hulk, e chama atenção pelo visual de gladiador do monstro esmeralda, que remete à saga do “Planeta Hulk”. Mark Ruffalo vai repetir o papel de Hulk na produção, que também contará com as voltas de Chris Hemsworth como Thor, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin, além das estreias de Tessa Thompson (“Creed”) como a heroína Valquíria, Karl Urban (“Star Trek”) como Skurge (que os fãs de quadrinhos conhecem melhor pelo nome de guerra Executor) e Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos, além de uma participação de Benedict Cumberbatch como o Doutor Estranho. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Mark Ruffalo mostra sua roupa de captura de performance nos bastidores de Thor: Ragnarok
O ator Mark Ruffalo publicou um novo vídeo dos bastidores de “Thor: Ragnarok” em seu Twitter, no qual aparece com sua roupa de captura de performance, para incorporar o Hulk. No curto vídeo, ele brinca sobre como a roupa lhe deixa ser visto sem parecer um homem. “É glamouroso, mas alguém precisa fazê-lo”, ironiza. Em “Thor: Ragnarok”, o Deus do Trovão encontra o Hulk num planeta distante, ao buscar uma arma para evitar o Apocalipse nórdico. Após lutarem em uma arena de gladiadores, a dupla vai se unir para impedir os planos da vilã Hela. O elenco também traz Chris Hemsworth (como Thor), Tom Hiddleston (Loki), Idris Elba (Heimdall), Anthony Hopkins (Odin), Jeff Goldblum (Grande Mestre), Tessa Thompson (Valquíria), Karl Urban (Skurge) e Cate Blanchett (Hela). Com direção de Taika Waititi (“What We Do in the Shadows”), o filme estreia em 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Hi again. Here's another sneak peek at a day in the life of a #Hulk on the set of #Thor3 @thorofficialhttps://t.co/ojM5YPxSif — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) July 12, 2016
Mark Ruffalo incopora Hulk em vídeo dos bastidores de Thor: Ragnarok
O ator Mark Ruffalo publicou um vídeo divertido dos bastidores de “Thor: Ragnarok” em seu Twitter, no qual aparece com próteses de mãos verdes gigantescas, para incorporar o Hulk. Na legenda do post, ele brincou que não é fácil “ser verde”. Em “Thor: Ragnarok”, o Deus do Trovão encontra o Hulk num planeta distante, ao buscar uma arma para evitar o Apocalipse nórdico. Após lutarem em uma arena de gladiadores, a dupla se une para impedir os planos da vilã Hela. O elenco também traz Chris Hemsworth (como Thor), Tom Hiddleston (Loki), Idris Elba (Heimdall), Anthony Hopkins (Odin), Jeff Goldblum (Grande Mestre), Tessa Thompson (Valquíria), Karl Urban (Skurge) e Cate Blanchett (Hela). Com direção de Taika Waititi (“What We Do in the Shadows”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Hello from the set of #Thor3! As you can see, I've got my hands full. It ain't easy being green….@thorofficialhttps://t.co/PnYTnX8n96 — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) July 12, 2016
Só os dignos podem usar o banheiro no set de Thor: Ragnarok
O diretor Taika Waititi divulgou em seu Twitter uma foto dos bastidores das filmagens de “Thor: Ragnarok”, em que demonstra seu bom-humor – ele tem no currículo a comédia sobre vampiros “What We Do in the Shadows”, além das séries “Flight of the Conchords” e “The Inbetweeners”. A imagem mostra o Mjolnir, o martelo de Thor, em cima da tampa da privada do estúdio. Como os fãs do herói sabem, apenas os dignos podem erguer o martelo. Portanto, a situação se complica para os meros mortais que se sentirem apertados. Além de Chris Hemsworth como o poderoso Thor, o elenco do filme também inclui Cate Blanchett (“Carol”), Tessa Thompson (“Creed”), Karl Urban (“Star Trek”), Jeff Goldblum (“Independence Day”) e ainda destaca Mark Ruffalo no papel de Hulk, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin. A estreia está marcada para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Independence Day ressurge sem a mesma potência
Assim como a Terra, o diretor Roland Emmerich teve 20 anos para se preparar para a volta dos alienígenas em “Independence Day: O Ressurgimento”. Mas como um dos personagens conclui de forma metalinguística na metade do filme, não foi suficiente. Fato: estamos mais velhos desde o primeiro “Independence Day” (1996). Mas não é desculpa para o segundo episódio da (agora) franquia parecer tão velho. E a culpa é do próprio Emmerich. Não pelas soluções fáceis e rápidas que a resistência humana encontra para fazer frente aos alienígenas. Ou pelo filme ser brega, clichê e pregar a mesma diversão escapista de quando os cinemas cheiravam à pipoca e ninguém levava blockbusters a sério. Mas por Emmerich ter estabelecido, com mérito, em 1996, um padrão para destruições em grande escala, que tantos outros aprenderam a copiar. “Independence Day” foi o grande evento cinematográfico dos anos 1990, quando as superproduções podiam ser contadas nos dedos da mão. Há duas décadas, só dividiu atenções com “Twister” e o primeiro “Missão: Impossível”. Hoje, Hollywood lança um filme desse porte quase toda semana. Fica difícil sentir o prazer de se surpreender, de ficar impressionado, quando a destruição do planeta vira o lugar-comum cinematográfico – só neste ano, os efeitos digitais ameaçaram a Terra em “Batman vs Superman”, “X-Men: Apocalipse” e até “As Tartarugas Ninja”. Mas Emmerich não estabeleceu um padrão por acaso. Pode-se falar qualquer coisa dele, menos que o diretor se repita na escala de sua destruição. Os efeitos catastróficos do novo “Independence Day” são diferentes dos vistos em “Godzilla” (1998), que não são iguais aos de “O Dia Depois de Amanhã” (2004), que por sua vez são diversos em “2012” (2009). Mesmo assim, como espetáculo, é estranho que “O Ressurgimento” pareça maior em suas ambições e, ao mesmo tempo, menor na execução. É visível a intenção de Emmerich em tornar as sequências de ação e destruição ainda mais monumentais, porém com durações mais curtas, talvez por ter a noção de que praticamente tudo foi explorado nesse quesito nos anos anteriores. Mas os esforços digitais, embora muito bem trabalhados, já não impressionam como os resultados alcançados pelo filme original, que mesclou os primórdios da tecnologia usada atualmente com os sempre bem-vindos efeitos práticos. O resultado é que não há uma cena sequer em “O Ressurgimento” que deixe o espectador com o queixo no chão, como aconteceu com a sombra da nave no primeiro filme, o início dos ataques e a clássica explosão da Casa Branca em 1996. Em parte, isso também se deve à tendência iniciada nesta segunda metade da década de 2010: as continuações que copiam o template dos filmes originais. Não que sejam exatamente iguais, como os remakes, mas utilizam a mesma estrutura de roteiro. Foi a principal reclamação em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que copiou a estrutura de “Guerra nas Estrelas” (1977). Tudo bem, porque se você vai copiar, copie dos melhores. Acontece que “Independence Day” não é uma obra tão relevante quanto a que George Lucas criou em 1977. Assim, onde o primeiro longa se inspirava nos filmes B, com pitadas do cinema de Lucas e Spielberg, “O Ressurgimento” se inspira basicamente na obra do próprio Emmerich. No elenco, Bill Pullman, Jeff Goldblum e Brent Spiner brilham sempre que aparecem, agindo como “mestres” e deixando as cenas de ação para uma nova geração de “aprendizes”. Mas se Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac convencem como substitutos de Mark Hamill, Harrison Ford e Carrie Fisher em “Star Wars”, o mesmo não acontece com Jessie T. Usher, Liam Hemsworth (ambos péssimos) e Maika Monroe (a melhor do trio, mas não tão aproveitada quanto os dois rapazes), que nem somados conseguem fazer frente à ausência de Will Smith, que não topou fazer a continuação. Por outro lado, há uma preocupação em transmitir maior tolerância na representação da espécie humana. O mundo que surge no começo do filme é mais harmônico, sem preconceitos raciais e sexuais, após a população mundial perceber que “não estamos sozinhos”. E, pelo jeito, a humanidade precisará se unir ainda mais, porque há um gancho safado no final do longa-metragem para uma continuação. Infelizmente, esta é outra aposta de Emmerich em seu próprio taco que pode gerar frustração, devido às fracas bilheterias.
Independence Day: O Ressurgimento ganha novo trailer legendado de quase 5 minutos
A Fox divulgou uma nova coleção de pôsteres e o terceiro trailer legendado de “Independence Day: O Ressurgimento”. Maior de todas as prévias, dura quase cinco minutos e, além de resumir a história e apresentar todos os personagens, esbanja efeitos visuais, com destaque para as cenas envolvendo a volta ameaçadora dos alienígenas, acompanhadas por muito mais destruição que há 20 anos. A continuação do sucesso de 1996 traz de volta Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Bill Pullman (“O Protetor”), Judd Hirsch (série “Forever”), Vivica A. Fox (“Kill Bill”) e Brent Spiner (“Star Trek: Primeiro Contato”), ao lado de uma nova geração de personagens, interpretados por Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Jessie Usher (série “Survivor’s Remorse”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Sela Ward (“Garota Exemplar”), William Fichtner (“Tartarugas Ninja”), Joey King (“O Ataque ”) e Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”). O longa teve seu roteiro desenvolvido por Carter Blanchard (do vindouro “Near Death”), a partir de ideias dos produtores Roland Emmerich e Dean Devlin, respectivamente diretor e roteirista do filme original. Emmerich também dirige a sequência, que chegará aos cinemas em 24 de junho, quando o longa original completará duas décadas de seu lançamento original.
Marvel confirma Cate Blanchett como Hela e revela primeira arte conceitual de Thor: Ragnarok
A Marvel divulgou a primeira arte conceitual de “Thor: Ragnorak”, que destaca Hela, a Deusa da Morte, vilã que será vivida pela atriz Cate Blanchett (“Carol”). A imagem, vista em detalhe acima e completa abaixo, foi antecedida pelo anúncio oficial do elenco e dos personagens do filme, confirmando especulações sobre quem a atriz australiana interpretaria na trama. Outro boato que virou fato foi a inclusão da heroína Valquíria na trama, que será mesmo interpretada por Tessa Thompson (“Creed”). A escalação embute uma coincidência. Tessa coestrelou “Creed” com Michael B. Jordan, que foi o primeiro ator negro a interpretar um herói que sempre foi loiro nos quadrinhos. Tessa, por sua vez, será a primeira atriz negra a interpretar uma heroína loira dos quadrinhos. A guerreira nórdica, inspirada no mito de Brunilda, vai virar afro-americana. Um detalhe da trama foi adiantado na época de escalação da atriz e antes de seu papel se tornar conhecido. Ela teria entrado no filme como interesse romântico de Thor no lugar de Natalie Portman, que não retornará à franquia. Dois novos atores também foram confirmados no elenco. Karl Urban (“Star Trek”) vai viver Skurge, que os fãs de quadrinhos conhecem melhor por seu nome de guerra: Executor, vilão asgardiano que usa um machado mortal. E Jeff Goldblum (“Independence Day”) dará vida ao Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos, que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas. A presença do Grã-Mestre é mais uma indicação clara sobre a trama, que, além de Chris Hemsworth como Thor, ainda destaca Mark Ruffalo no papel de Hulk, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin. Jamie Alexander, cuja volta como Sif era tida como certa, não foi anunciada no elenco oficial. A direção está a cargo do comediante Taika Waititi, que tem no currículo a comédia sobre vampiros “What We Do in the Shadows”, inédita no Brasil, além das séries “Flight of the Conchords” e “The Inbetweeners”. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Clique na arte abaixo para ampliá-la em tela inteira.











