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    Pequena Grande Vida se encolhe até virar irrelevante

    4 de março de 2018 /

    Desde, pelo menos, “O Incrível Homem que Encolheu” (1957), de Jack Arnold, o cinema tem gostado de brincar com a ideia de encolher as pessoas. Há “Viagem Fantástica” (1966), “Querida, Encolhi as Crianças” (1989) e muitos outros exemplos. Até o filme “Fale com Ela” (2001), de Pedro Almodóvar, inclui um curta chamado “O Amante Minguante”, inspirado no conto “15 Centímetros”, de Charles Bukowski. “Pequena Grande Vida”, dirigido por Alexander Payne, volta ao tema da miniaturização das pessoas. Agora, a média de altura seria de 13 centímetros. Só que aqui a brincadeira toma um ar de seriedade que, apesar da ironia e da crítica, reflete as preocupações da atualidade. A miniaturização definitiva das pessoas, a partir de uma descoberta norueguesa, que não produz efeitos colaterais, parece se constituir numa solução para a humanidade, que está destruindo o planeta e poluindo tudo. É só criar comunidades em miniatura, onde será possível viver em casas maravilhosas, sem trabalhar, já que o dinheiro existente se multiplicará, devido à redução brutal dos gastos. É a lazerlândia, a cidade dos sonhos, a vida ideal se todos aderirem à ideia. De esmola demais o santo desconfia, lembram-se desse provérbio? Pois é, assim é. Toda idealização desmorona porque, fincada na ilusão de uma utopia, por mais bem intencionada que seja, não resiste ao confronto com o real da vida. Até aí muito bem, mas o filme vai se perdendo em detalhes e situações irrelevantes e acaba buscando abrigo na questão social, na opressão da desigualdade de classes e coletividades e na questão ecológica. Faz uma mistura que não funciona muito bem e que acaba por anular qualquer viés cômico que a ideia da miniaturização pudesse ter. Além disso, é desnecessariamente longo. O resultado não corresponde à intenção. A sensação é de uma boa proposta que se perdeu no caminho, mesmo contando com uma boa produção e um bom elenco. Destaque para o desempenho brilhante da atriz tailandesa Hong Chau, num casting que ainda inclui Matt Damon, Christoph Waltz, Jason Sudeikis e Kristen Wiig.

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    Rebecca Hall e Dan Stevens experimentam relacionamento aberto em trailer de comédia indie

    3 de dezembro de 2017 /

    A comédia dramática indie “Permission” ganhou um pôster e seu primeiro trailer, mostrando que, não importa quantas vezes se filme a mesma história, o resultado é sempre o mesmo. Um casal de Nova York, que está prestes a se casar, percebe que nunca se envolveu sexualmente com outras pessoas e decide entrar em um relacionamento aberto, com a permissão para transar com estranhos. Obviamente, não é assim que se entra em um casamento, mas como se termina, e o futuro do casal logo é colocado em cheque. O casal é vivido por Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Dan Stevens (“A Bela e a Fera”), seus amantes são François Arnaud (série “Midnight, Texas”) e Gina Gershon (série “Red Oaks”), e o elenco ainda inclui Jason Sudeikis (“Colossal”), Morgan Spector (série “The Mist”) e David Joseph Craig (“O Presente”). Escrito e dirigido por Brian Crano (“A Bag of Hammers”), o filme teve sua première no Festival de Tribeca e estreia em 9 de fevereiro nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Matt Damon é miniaturizado no novo trailer legendado de Pequena Grande Vida

    6 de novembro de 2017 /

    A Paramount divulgou um novo trailer (em versões legendada e dublada) de “Pequena Grande Vida”, título dado no Brasil ao filme “Downsizing”, estrelado por Matt Damon (“Jason Bourne”). Ao som de “Once in a Lifetime”, dos Talking Heads, a prévia explora o caráter lúdico e fantasioso da trama, acompanhando a sensação de maravilhamento de Matt Damon (“Jason Bourne”) diante do admirável mundo novo em que passa a viver após se submeter a um processo de miniaturização. Vale destacar a ironia do título nacional “Pequena Grande Vida”, que é três vezes maior que o original, num filme sobre encolhimento. Além disso, os gênios da tradução também perderam de vista a metáfora econômica. “Downsizing” quer dizer literalmente encolhimento, mas também é a figura de linguagem usada nos Estados Unidos para representar cortes de despesas. A trama se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. O casal vivido por Damon e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Entretanto, como revela o trailer, a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O elenco ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”), Udo Kier (“Suspiria”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Primeira comédia sci-fi de Alexander Payne, conhecido por comédias dramáticas como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013), o filme teve première no Festival de Veneza 2017. Chega aos cinemas em 22 de dezembro nos Estados Unidos e apenas em 18 janeiro no Brasil.

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    Pequena Grande Vida: Matt Damon encolhe no trailer legendado da comédia sci-fi

    12 de setembro de 2017 /

    A Paramount divulgou o trailer legendado e dublado de “Pequena Grande Vida”, como batizou no Brasil o filme “Downsizing”, estrelado por Matt Damon (“Jason Bourne”). Ao som de “Once in a Lifetime”, dos Talking Heads, a prévia explora o caráter lúdico e fantasioso da trama, acompanhando a sensação de maravilhamento de Matt Damon (“Jason Bourne”) diante do admirável mundo novo em que passa a viver após se submeter a um processo de miniaturização. Vale destacar a ironia do título “Pequena Grande Vida”, que é três vezes maior que o original, num filme sobre encolhimento. Além disso, os gênios da tradução também perderam de vista a metáfora econômica. “Downsizing” quer dizer literalmente encolhimento, mas também é a figura de linguagem usada nos Estados Unidos para representar cortes de despesas. A trama se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. O casal vivido por Damon e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O elenco ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Primeira comédia sci-fi de Alexander Payne, conhecido por comédias dramáticas como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013), o filme teve première no Festival de Veneza 2017 e chega aos cinemas em 22 de dezembro nos Estados Unidos e apenas em 18 janeiro no Brasil.

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    Matt Damon estrela primeiro teaser da comédia sci-fi Pequena Grande Vida

    30 de agosto de 2017 /

    A Paramount aproveitou a première mundial de “Downsizing”, filme de abertura do Festival de Veneza 2017, para adiantar o primeiro teaser da produção. A prévia explora o caráter fantasioso da trama, acompanhando a sensação de maravilhamento de Matt Damon (“Jason Bourne”) diante do mundo moderno, e concluindo com o processo de miniaturização a que ele decide se submeter. O filme foi batizado no Brasil de “Pequena Grande Vida”, título ironicamente três vezes maior e sem o mais importante, que é sua metáfora econômica. “Downsizing” quer dizer encolhimento, mas também é a figura de linguagem usada nos Estados Unidos para representar cortes de despesas. Um eufemismo para demissões em massa. A trama se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. O casal vivido por Damon e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O elenco ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Primeira comédia sci-fi de Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013), o filme tem lançamento marcado para 22 de dezembro nos Estados Unidos e apenas em 18 janeiro no Brasil.

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    Matt Damon e Kristen Wiig encontram casal miniatura na primeira foto de Downsizing

    12 de agosto de 2017 /

    A Paramount divulgou a primeira foto de “Downsizing”, novo filme do diretor Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013). A nova produção também é uma comédia, mas com elementos de sci-fi, como atesta a imagem. O filme se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. A trama gira em torno do casal vivido por Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), que percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. O elenco grandioso ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Selecionado como filme de abertura do Festival de Veneza 2017, em 30 de agosto, “Downsizing” tem lançamento marcado apenas para 18 janeiro no Brasil.

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    Comédia sci-fi estrelada por Matt Damon vai abrir o Festival de Veneza

    19 de julho de 2017 /

    O Festival de Veneza 2017 selecionou “Downsizing” como seu filme de abertura. Primeira sci-fi da carreira do diretor Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” e “Nebraska”, o filme é estrelado por Matt Damon e se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso. Na trama de humor negro, Damon vive um homem que percebe que sua vida seria muito melhor caso ele conseguisse se encolher. Isto porque ele e sua mulher enfrentam dificuldades financeiras, e a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas ela desiste no último instante, deixando-o sozinho – e em miniatura. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. O elenco grandioso ainda inclui Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”) A abertura do Festival de Veneza vai acontecer em 30 de agosto, quatro meses antes da estreia prevista para “Downsizing” nos Estados Unidos – marcada para 22 de dezembro. No Brasil, o lançamento é esperado apenas para janeiro de 2018.

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  • Filme

    Colossal transforma monstro gigante em metáfora do feminismo

    8 de julho de 2017 /

    Como um filme com uma premissa tão boba pode render discussões relevantes e profundas? À primeira vista, “Colossal” é sobre uma mulher com uma estranha ligação com um monstro gigantesco que ataca Seul (!) Numa análise superficial, temos mais um filme estranho no mercado, aparentemente sem pé nem cabeça, que vai desagradar muita gente acostumada com o cinema comercial de Hollywood e ganhar status de cult graças aos poucos e bons admiradores sedentos por algo diferente numa indústria que não dá muito espaço para projetos criativos. O diretor espanhol Nacho Vigalondo, por sinal, parece só fazer filmes cults. Ele é especialista em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Desta vez, inclusive, optou por escalar um ator fantasiado para atacar a capital da Coreia do Sul, em vez de efeitos visuais de última geração. Não é apenas nisso que o filme se difere dos blockbusters de monstros gigantes tradicionais. Para começar, seu ritmo é lento. Talvez Nacho Vigalondo se preocupe demais em se distanciar do tom ágil da maioria das produções atuais. Mas isso também combina com o momento da protagonista, que está se recuperando de um baque e ninguém supera problemas de uma hora para outra. David Lynch disse certa vez que filmes devem ser sentidos e não entendidos. Enfim, temos mais um caso aqui que comprova a teoria. “Colossal” estabelece suas próprias regras para quem se dispõe a embarcar nessa viagem e, simpatizando com Gloria – e não é difícil se pegar encantado pela personagem de Anne Hathaway (“Interestelar”) –, a tarefa de acreditar nas loucuras vistas na tela torna-se facilmente aceitável, resultando em um filme estranhamente divertido. Por vezes, duro. Até porque nunca será confortável ver homens desrespeitando e batendo em mulheres. Ao mesmo tempo, após reviravoltas muito bem construídas, a catarse gerada pela volta por cima de Gloria recompensa qualquer espectador que tenha o mínimo de juízo. “Colossal” é uma história quase que inteiramente narrada sob o ponto de vista da protagonista. O que também influencia na forma como Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), principal parceiro de Anne Hathaway em cena, é retratado. Ele fala demais, a ponto de alguns de seus diálogos parecerem monólogos, de tão cansativos. Mas é assim que Gloria o vê, num olhar propositalmente patético em relação aos homens dessa história. O filme oferece a oportunidade, a quem enxerga além das entrelinhas, de notar que toda a esquisitice narrativa, incluindo a criatura, é uma metáfora “colossal” da tentativa de Gloria superar seus problemas, originados não pela bebida, como o início sugere, mas sim por relacionamentos com homens frouxos e descontrolados. O “monstro” liberado pela moça pode ser uma consequência da submissão e anos de maus tratos dos machistas, que simplesmente não conseguem compreender ou controlar o bicho. Não é melhor aceitar que essa é a proposta de “Colossal”? Ora, qual seria o sentido da trama se a levássemos ao pé da letra? Uma mulher levanta seu braço esquerdo numa cidadezinha do interior dos EUA e o monstro em Seul repete seu movimento? Fazendo sentido ou não, o importante é “Colossal” ser mais um exemplar da tendência (necessária) de empoderamento feminino na indústria cinematográfica. Graças a sua esquisitice, “Colossal” não agradará a todo mundo, mesmo com uma atuação inspirada de Anne Hathaway, que também assina como produtora executiva. Mas quem se arriscar a enfrentar seu monstro, pode descobrir que criaturas gigantes também refletem a luta do feminismo na sociedade contemporânea atual.

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  • Série

    Séries Making History e Son of Zorn são canceladas após uma temporada

    13 de maio de 2017 /

    O canal Fox anunciou oficialmente os cancelamentos das séries estreantes “Son of Zorn” e “Making History”. Ambas eram produzidas pela dupla Phil Lord e Chris Miller (diretores de “Anjos da Lei” e “Uma Aventura Lego”) e tinham como característica a inclusão de elementos de ficção científica em suas tramas de comédia. Lord e Miller estrearam como produtores de TV com outra atração focada no mesmo nicho, “O Último Cara da Terra” (The Last Man On Earth), que foi renovada para sua 4ª temporada. Mas o choque de gêneros não foi tão bem-sucedido nas séries mais recentes. “Son of Zorn” teve mais público, mas, após uma estreia promissora diante de 6,1 milhões de telespectadores, desabou para 1,5 milhão. O motivo da queda não é segredo: a série era medíocre, com apenas 57% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por sua vez, “Making History” foi a atração de pior audiência da temporada na Fox, ainda que consistente em sua média de 1,5 milhão de telespectadores. Por isso, a aprovação da crítica, com 92% de aplausos no Rotten Tomatoes, pouco adiantou. Criada por Eric Appel (roteirista da série “Pretend Time”), “Son of Zorn” misturava animação com atores reais, acompanhando o cotidiano de um guerreiro lendário, cujo visual animado lembrava He-Man. A trama girava em torno do personagem (dublado por Jason Sudeikis, de “Uma Família do Bagulho”), em suas tentativas de se conectar com o filho e a ex-mulher, que eram interpretados por atores de carne e osso. Mas arranjar um emprego normal e se encaixar na vida suburbana acaba se provando uma experiência mais desafiadora do que as guerras em seu distante planeta natal, Zephyria. O elenco de carne e osso era composto por Cheryl Hines (série “Suburgatory”), Johnny Pemberton (“Anjos da Lei”), Tim Meadows (humorístico “Saturday Night Live”) e Artemis Pebdani (série “Scandal”). “Making History” foi criada por Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e fazia humor com a premissa da viagem no tempo. A trama acompanhava Adam Pally (série “The Mindy Project”), que inventa uma máquina do tempo caseira para namorar uma valente e bela colonizadora do século 18 (Leighton Meester, da série “Gossip Girl”), e no processo acaba mudando a História dos EUA. Para impedir que o desastre se consolide, ele convence seu Professor de História (Yassir Lester, da série “Girls”) a ajudá-lo a consertar sua bagunça no passado e logo os três se veem revisitando diferentes períodos históricos. Sua audiência foi bastante prejudicada pelo fato de seu lançamento ter ocorrido na midseason, após outras séries estreantes de viagem no tempo terem saturado a premissa.

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    Colossal: Comédia de monstro gigante com Anne Hathaway ganha trailer legendado

    7 de abril de 2017 /

    A comédia de monstros “Colossal”, estrelada por Anne Hathaway (“Interestelar”), ganhou dois novos pôsteres internacionais e seu primeiro trailer legendado. A prévia mostra um réptil “colossal” destruindo a capital da Coreia do Sul e como a personagem de Hathaway percebe estar ligada à criatura, que imita todos os seus gestos. A sinopse descreve o filme como uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, decide sair de Nova York para voltar a sua cidade natal. Mas quando vê a notícia de que um monstro gigante está destruindo a cidade de Seoul, ela gradualmente percebe que está conectada àquele evento e, para evitar mais destruição, precisa determinar por que a sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo. O filme foi concebido por Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especializado em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011), que, inclusive, optou por um ator fantasiado como monstro em “Colossal”, em vez de efeitos visuais de última geração. O elenco inclui ainda Jason Sudeikis (“Uma Família do Bagulho”), Dan Stevens (série “Legion”), Tim Blake Nelson (“Quarteto Fantástico”) e Rukiya Bernard (série “Van Helsing”). A estreia acontece nesta sexta (7/4) em circuito limitado nos EUA, e daqui a 20 dias no Brasil.

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    Anne Hathaway vira monstro gigante em novo trailer de Colossal

    18 de fevereiro de 2017 /

    A distribuidora americana Neon divulgou o pôster e o segundo trailer de “Colossal”, filme de monstro gigante estrelado por Anne Hathaway (“Interestelar”). A prévia mostra um réptil “colossal” destruindo a capital da Coreia do Sul. Mas se trata de uma comédia e, assim, a personagem de Hathaway percebe que a criatura, que ela assiste pela TV, imita exatamente seus passos. A sinopse descreve o filme como uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, decide sair de Nova York para voltar a sua cidade natal. Mas quando vê a notícia de que um lagarto gigante está destruindo a cidade de Seoul, ela gradualmente percebe que está conectada àquele evento e, para evitar mais destruição, precisa determinar por que a sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo. O filme foi concebido por Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especializado em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Vigalondo é bastante cultuado na Europa por seus trabalhos criativos e bizarros. E sua extravagância, inclusive, rendeu a opção por usar um ator fantasiado como monstro em “Colossal”, em vez de efeitos visuais de última geração. O elenco inclui ainda Jason Sudeikis (“Uma Família do Bagulho”), Dan Stevens (série “Legion”), Tim Blake Nelson (“Quarteto Fantástico”) e Rukiya Bernard (série “Van Helsing”). A estreia está marcada para 7 de abril nos EUA e um mês depois, em 11 de maio, no Brasil.

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    Anne Hathaway controla monstro gigante no primeiro trailer de Colossal

    20 de janeiro de 2017 /

    A distribuidora americana Neon divulgou o primeiro trailer e fotos oficiais de “Colossal”, filme de monstro gigante estrelado por Anne Hathaway (“Interestelar”). A prévia mostra um réptil “colossal” destruindo a capital da Coreia do Sul. Mas se trata de uma comédia. Logo a personagem de Hathaway percebe que a criatura, que ela assiste pela TV, imita exatamente seus passos. Para demonstrar a descoberta para seus amigos, ela resolve dançar, e o monstro imediatamente faz a macarena. A sinopse descreve o filme como uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, decide sair de Nova York para voltar a sua cidade natal. Mas quando vê a notícia de que um lagarto gigante está destruindo a cidade de Seoul, ela gradualmente percebe que está conectada àquele evento e, para evitar mais destruição, precisa determinar por que a sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo. O filme foi concebido por Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especializado em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Vigalondo é bastante cultuado na Europa por seus trabalhos criativos e bizarros. E sua extravagância, inclusive, rendeu a opção por usar um ator fantasiado como monstro, em vez de efeitos visuais de última geração. O elenco inclui ainda Dan Stevens (a Fera do vindouro “A Bela e a Fera”), Jason Sudeikis (“Uma Família do Bagulho”), Tim Blake Nelson (“Quarteto Fantástico”) e Rukiya Bernard (série “Van Helsing”). “Colossal” tem première nesta sexta, no Festival de Sundance, e estreia marcada para 7 de abril nos EUA. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Trailer de drama indie traz atriz de Game of Thrones como menina de rua

    25 de novembro de 2016 /

    A Electric Entertainment divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Book of Love”, drama indie estrelado por Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”) e Maisie Williams (série “Game of Thrones”). A prévia, como virou tendência, conta toda a história, mostrando Sudeikis como um arquiteto viúvo que, isolando-se em depressão, ainda conversa com a esposa morta (vivida por Jessica Biel, de “O Vingador do Futuro”). Uma dessas conversas o leva a ajudar uma menina de rua (Maisie), que vive recolhendo peças do seu lixo. Os dois se aproximam, a princípio relutantemente, no projeto de construção de um barco, que serve também para que ambos superem seus problemas pessoais. The end. O filme foi escrito e dirigido por Bill Purple, que estreia em longa-metragem após dirigir diversas sitcoms (“New Girl”, “Fresh off the Boat”, “Superstore”, etc.). A estreia está marcada para 13 de janeiro nos EUA.

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