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    Zack Snyder acha que sua versão de Liga da Justiça será para maiores

    14 de dezembro de 2020 /

    Zack Snyder acrescentou tanta coisa na nova edição da “Liga da Justiça” – e mudou tanto o filme exibido nos cinemas – que ele acredita que a obra de quatro horas receberá classificação “R” – o equivalente ao “proibido para menores” nos EUA. “O filme é insano e tão épico que provavelmente será classificado como ‘R’ – isso é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza”, revelou o cineasta em uma entrevista à revista EW. “Nós não ouvimos da MPA (responsável pela classificação etária), mas essa é minha intuição. ” Algumas das situações que podem levar o filme a ter uma classificação etária elevada é que o Batman de Ben Affleck diz um palavrão forte (começa com a letra F) em uma cena, Ciborgue fala o que pensa e o vilão Lobo da Estepe (Steppenwolf) é bastante violento, “cortando pessoas ao meio”, explicou o diretor. Ao revelar que o estúdio está considerando lançar essa versão nos cinemas – paralelamente ao lançamento como minissérie – , Snyder ponderou a estratégia muito criticada da Warner Bros de disponibilizar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente na HBO Max e nos cinemas. “Pareceu uma jogada bastante ousada e que talvez a implicação não tenha sido 100% pensada”, disse ele à EW. “Eu sinto que há muitas pessoas em pânico durante a covid-19. Espero que, no final, seja isso mesmo – algum tipo de empurrão para passar essa fase e não algum tipo de movimento maior para interromper a experiência cinematográfica”. A Warner Bros. ainda não fez nenhum anúncio sobre a possível classificação “R” e lançamento da nova versão de “Liga da Justiça” nos cinemas.

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    WarnerMedia conclui investigação sobre bastidores tóxicos de Liga da Justiça

    12 de dezembro de 2020 /

    Cinco meses depois que o ator Ray Fisher, o Ciborgue da “Liga da Justiça”, mencionou publicamente uma alegada má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, a WarnerMedia concluiu uma investigação sobre o que teria acontecido nos bastidores da produção. Mas não vai compartilhar suas conclusões. “A investigação da WarnerMedia sobre o filme da ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”, disse resumidamente a WarnerMedia em um comunicado na noite de sexta-feira (11/12). A declaração, assinada pela chefe de comunicações globais da empresa, Christy Haubegger, é tudo o que a WarnerMedia tem a dizer sobre o assunto. A empresa não deu mais detalhes sobre quais medidas foram tomadas nem contra quem. O site Deadline teria apurado que executivos de alto escalão do departamento cinematográfico da Warner Bros foram surpreendidos pelo anúncio desta noite, também sem saber quem especificamente estava recebendo punição nesta situação. Por outro lado, Ray Fisher, o homem que exigiu a investigação sobre a conduta do diretor substituto Joss Whedon no set e os produtores do filme, aparentou estar claramente de bom humor. Pouco depois de a declaração da WarnerMedia ter sido divulgada, Fisher compartilhou um texto oficial que recebeu da WarnerMedia com um agradecimento pela “coragem de se apresentar e ajudar a empresa a criar um ambiente de trabalho inclusivo e mais igualitário para seus funcionários e parceiros”. Ele acrescentou sua própria declaração no Twitter: “Ainda há conversas que precisam acontecer e resoluções que precisam ser encontradas. Obrigado a todos por seu apoio e incentivo nesta jornada. Estamos à caminho.” Fisher ainda informou que a investigação “levou a uma ação corretiva”, explicamos que parte disso “já vimos”, mas outros desdobramentos “ainda estão por vir”. A especulação é que ele se refere a Whedon, que há duas semanas abandonou a produção da fantasia “The Nevers”, que ele criou para a HBO, citando exaustão e acontecimentos sem precedentes de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”. Em julho, Fisher acusou Whedon no Twitter de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. E alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, contratado para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. O ator manteve comportamento litigioso desde que fez a denúncia, envolvendo também outros figurões da Warner, como o próprio chefão do estúdio, Toby Emmerich, e o presidente da DC Films, Walter Hamada, e voltou ao Twitter, logo após o anúncio da saída de Whedon, para afirmar que as mudanças de bastidores em “The Nevers” eram consequências da investigação sobre “Liga da Justiça”, e que a “versão oficial” de exaustão seria uma forma encontrada pela Warner para não queimar o cineasta. Ou, na visão do ator, acobertar o comportamento do cineasta. “Não tenho intenção nenhuma de deixar Joss Whedon usar a velha tática hollywoodiana de ‘sair’, ‘deixar’ ou ‘se afastar’ para acobertar seu comportamento horrível. A investigação da WarnerMedia sobre ‘Liga da Justiça’ está a todo vapor há três semanas. Isso é sem dúvida um resultado disso”, escreveu o ator. Em outubro, ele foi além, chegando a insinuar que as decisões tomadas nas refilmagens de “Liga da Justiça” tiveram motivações racistas. “O apagamento de pessoas de cor da versão cinematográfica de 2017 de ‘Liga da Justiça’ não foi um acidente nem uma coincidência”, afirmou Fisher. “Antes do processo de refilmagem, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto escalão da Warner Bros. Pictures”, ele acusou. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich”, nomeou. Embora não se saiba que consequências a investigação trará para a Warner, a polêmica não impediu Fisher de participar de refilmagens de “Liga da Justiça” sob o comando do diretor original, Zach Snyder, para lançamento como uma minissérie de quatro horas na HBO Max em 2021. Na verdade, Snyder prometeu que sua versão terá muito mais participação do Ciborgue que no filme refeito por Whedon. The following was relayed to me on behalf of @WarnerMedia at 5pm EST today: – The investigation of Justice League is now complete. – It has lead to remedial action. (Some we’ve seen, and some that is still to come.) 1/3 — Ray Fisher (@ray8fisher) December 12, 2020 There are still conversations that need to be had and resolutions that need to be found. Thank you all for your support and encouragement on this journey. We are on our way. More soon. A>E 3/3 — Ray Fisher (@ray8fisher) December 12, 2020

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    Liga da Justiça: Nova versão do filme de super-heróis ganha trailer épico

    17 de novembro de 2020 /

    A HBO Max divulgou a segunda versão do trailer do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”, a edição do filme refeita pelo diretor Zack Snyder. A prévia assume o nome “Zack Snyder’s Justice League” e apresenta muitas cenas e até mesmo personagens não vistos no cinema, como Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), e o supervilão Darkseid. Tudo ao som de “Hallellujah”, de Leonard Cohen, celebrando a produção como um milagre – materializado pela força de vontade dos fãs. O clima é épico do começo ao fim. Mas também chama atenção pelo formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que a imagem não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição original nos cinemas. A opção por resgatar este formato, pensado durante o planejamento inicial do longa, é curiosa porque, embora o nome HBO Max seja parecido, o filme não vai passar em IMAX – a menos que a Warner tenha planejado e não avisado. Vista na internet, como as atrações da HBO Max, a imagem quadrada acaba parecendo o oposto do planejado: um videozinho do Instagram. Para completar o impacto do meio em que será lançado, o filme vai até deixar de ser filme. Será disponibilizado como uma minissérie de quatro episódios, somando cerca de 4 horas de duração. De qualquer forma, será um produção bem maior e muito diferente da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter os pedidos pela versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. E a inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro para trabalhos de pós-produção e até refilmagens do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontrava-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento ainda contou com a volta do elenco original ao estúdio. Por enquanto, porém, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics ainda não tem data confirmada de lançamento, além do fato de ser esperada para 2021.

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    Ray Fisher diz que Joss Whedon, produtores e presidente da Warner são racistas

    29 de outubro de 2020 /

    Ray Fisher voltou a falar sobre supostos problemas nos bastidores da produção de “Liga da Justiça”. Desta vez, o intérprete do herói Ciborgue deixou as alegações genéricas de lado para sugerir que o cineasta Joss Whedon, os produtores do filme e até o presidente da Warner são racistas. Durante uma entrevista para a revista Forbes, publicada nesta quinta (28/10), Fisher explicou que foi o fato de “ter sido informado” sobre um possível racismo de Whedon que o fez começar a tuitar contra o diretor e os produtores do filme no meio do ano, sem que tivesse feito qualquer comentário anterior. O ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Agora, ele diz que foi racismo. “O que deixou minha alma em chamas e me forçou a falar sobre Joss Whedon neste verão foi o fato de eu ter sido informado de que Joss ordenou que a aparência de um ator de cor fosse mudada na pós-produção, porque ele não gostava da cor de seus tom de pele”, disse Fisher. O filme, como todos sabem, mudou a aparência de Henry Cavill, que apareceu para as filmagens das cenas extras, dirigidas por Whedon, usando o bigode de seu personagem em “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Além dele, dois vilões da história, interpretados por Ciarán Hinds e Peter Guinness, também tiveram efeitos visuais aprimorados na pós-produção. Os três são atores brancos. Além de Fisher, o único outro ator negro proeminente da história foi Joe Morton, que não sofreu intervenção computadorizada. Mas ele teria ouvido de alguém do departamento de edição ou efeitos visuais que houve correção de cor em algum figurante, que ele não identifica. A acusação, porém, é pior. Ele denuncia os executivos da Warner Bros. por participarem de “conversas racistas” em torno da produção. “Antes do processo de refilmagem da ‘Liga da Justiça’, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto nível da Warner Bros. Pictures”, disse o ator. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich.” De fato, personagens negros foram eliminados e/ou tiveram suas participações diminuídas, inclusive o próprio Ciborgue vivido por Fisher. Entre os papéis cortados estão os interpretados por Ryan Choi, Karen Bryson e Kiersey Clemons. “O apagamento de pessoas de cor da versão cinematográfica de ‘Liga da Justiça’ de 2017 não foi um acidente nem uma coincidência”, garante o ator. Entretanto, ele não testemunhou nada ofensivo pessoalmente. “Essas conversas foram relatadas a mim por outras pessoas presentes na sala. E eu só fui informado depois de ter reclamado de Joss Whedon”, explicou. Porém, acrescenta: “Percebi que as anotações que acabei recebendo de Johns durante as refilmagens eram apenas uma versão codificada das coisas racistas que ele dizia a portas fechadas com os outros executivos”. Fisher ainda afirma que mais detalhes virão à tona após uma investigação, atualmente em curso sobre os bastidores da produção do filme. “Pretendo ser muito mais específico sobre cada um desses caras depois que a investigação terminar – esta entrevista é apenas uma versão resumida”, explicou. O ator aponta que a falta de refutação categórica contra suas declarações conferem veracidade às suas acusações. De fato, a Warner permitiu que as queixas de abusos do ator fossem investigadas, embora nada de desabonador tenha sido encontrado até aqui pelo investigador independente que faz a verificação. Fisher, por sinal, também já contestou este inquérito, por não seguir seus próprios critérios. O raciocínio que ele expõe é o seguinte: “Você realmente tem que se perguntar o que é mais plausível. Eu arruinar minha carreira de propósito fazendo declarações sobre figuras poderosas em Hollywood, que, se falsas, poderiam ser facilmente refutadas, ou algumas pessoas em posições de poder dizerem e fazerem coisas terríveis para manter esse poder durante uma fusão corporativa massiva?”. A fusão referida foi a compra da Warner pela AT&T. O ator disse que apresentou uma série de testemunhas para serem ouvidas durante a investigação, mas a Warner estaria evitando todas. “A Warner Bros. sabe muito bem que minhas afirmações são confiáveis. Eles estão apenas lutando contra elas. ” “Um monte de gente do elenco e da equipe técnica estendeu a mão para mostrar seu apoio, alguns esperados, outros nem tanto. Eu tentei o meu melhor para lidar com as coisas em particular e deixar o processo de RH funcionar, mas a única coisa que parece dar resultado é eu aplicar pressão publicamente”, completou o ator.

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    Jared Leto voltará a viver o Coringa na nova versão de Liga da Justiça

    21 de outubro de 2020 /

    O ator Jared Leto vai retomar o papel de Coringa, que ele interpretou no filme “Esquadrão Suicida”, de 2016, nas filmagens adicionais do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”. O site The Hollywood Reporter apurou que as cenas de Leto já estão sendo rodadas nos estúdios da Warner, e incluem ainda participações de Ben Affleck (o Batman), Ray Fisher (o Ciborgue) e Amber Heard (Mera). Curiosamente, o Coringa não apareceu no filme original de 2017 e a entrada de Leto no projeto levanta questões sobre quanto de conteúdo inédito será mostrado na nova versão de Snyder da “Liga da Justiça”. Vale lembrar que o cineasta foi um dos produtores de “Esquadrão Suicida”, que, por sua vez, contou com uma aparição do Batman vivido por Ben Affleck – e o diretor David Ayer também está em campanha pela produção de um “Ayer Cut” daquele filme. A nova versão da “Liga da Justiça” é uma produção da HBO Max, que vai relançar o longa como uma minissérie de 4 horas e está financiando a nova rodada de filmagens. Enquanto as filmagens avançam, dois produtores que estiveram envolvidos na versão cinematográfica do longa foram afastados da nova edição. Jon Berg e Geoff Johns, então executivos da Warner, que supervisionaram o trabalho de Snyder e a refilmagem de Joss Whedon lançada em 2017, não participarão nem receberão créditos por seu trabalho na nova versão, segundo fontes do THR. Os dois teriam decidido remover seus nomes do “Snyder Cut”, uma vez que não trabalharam nesta versão e não são mais executivos do estúdio. Mas eles também foram alvos de denúncias de Ray Fisher, que os acusou de permitir abusos e má conduta de Joss Whedon durante as refilmagens. É interessante reparar que o ator, anteriormente bastante inflamado em suas acusações, baixou o tom nas últimas semanas e está participando das refilmagens. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após ele encerrar as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para assumir a pós-produção, que na prática resultou em refilmagem de boa parte do longa. A intervenção seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter uma campanha pela liberação da versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. No ano passado, a Warner foi comprada pela AT&T, teve sua diretoria inteira trocada e sua prioridade passou a ser produzir lançamentos atrativos em streaming. A inauguração da HBO Max virou o jogo, fazendo a Warner não só topar, como desembolsar mais dinheiro para Snyder refazer o longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontrava-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento está contando com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas cenas – e não apenas novos diálogos, como foi originalmente noticiado. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming em 2021, em data ainda não confirmada.

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    Relançar Liga da Justiça em streaming vai custar mais que filmar Coringa inteiro

    27 de setembro de 2020 /

    Parece incrível demais para ser verdade, mas o fato é que o famoso “Snyder Cut”, versão da “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder, que supostamente só precisava de pequenos ajustes para ser lançado, tem um orçamento de pós-produção maior que toda a filmagem de “Coringa”. O filme de Todd Phillips, que virou um fenômeno pop, faturou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias e rendeu o Oscar de Melhor Ator para Joaquin Phoenix, custou somente US$ 55 milhões para ser filmado, pós-finalizado e entregue para a Warner colocar nos cinemas. Entretanto, os retoques de Zack Snyder em “Liga da Justiça” vão custar US$ 70 milhões para o mesmo estúdio. Detalhe: a versão de “Liga da Justiça” exibida nos cinemas já tinha consumido mais de US$ 300 milhões. Em contraste com o sucesso de “Coringa”, o longa de 2017 foi destruído pela crítica (40% de aprovação no Rotten Tomatoes) e se tornou o maior fracasso de público dentre as adaptações da DC Comics neste século. Deu prejuízo com uma bilheteria mundial de US$ 657 milhões. Apesar desse retrospecto, a Warner espera que as reclamações dos fãs contra o filme se reflitam em interesse em ver como a nova cirurgia cinematográfica mudou sua aparência, retirando os enxertos de Joss Whedon, acrescentados de última hora, e inserindo mais de duas horas de cenas inéditas. Isto mesmo, o lançamento terá pelo menos 4 horas de duração e será disponibilizado como uma minissérie de quatro partes na plataforma de streaming HBO Max. Mas o orçamento exagerado para estender o que foi basicamente um grande fiasco já começou a ser explorado de modo negativo, virando piada na internet. Um antigo escritor dos quadrinhos da Liga não deixou de reconhecer a esperteza de Snyder para deixar a Warner completamente enrolada em sua megalomania. Em seu twitter, Dan Slott ironizou: “Eu tenho uma versão do diretor de um filme que quero lançar. O filme está pronto. Totalmente pronto. Na minha mão. Ele existe. Um filme completamente real e tangível. Já finalizado. Eu só preciso de US$ 70 milhões para refilmagens”… I have a director's cut of a film I'd like to release.The film is in the can.Totally in the can.Can in hand.It absolutely exists.A completely real and tangible film.That is all finished. I just need $70 million dollars for reshoots. — Dan Slott (@DanSlott) September 24, 2020

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    Elenco de Liga da Justiça vai participar de refilmagens para nova versão do diretor

    23 de setembro de 2020 /

    O diretor Zack Snyder vai voltar a reunir o elenco de “Liga da Justiça” para filmagens adicionais de sua versão do longa-metragem, que será transformado numa minissérie de quatro horas de duração para a plataforma HBO Max. Segundo o site The Hollywood Reporter, as filmagens estão marcadas para outubro, apesar da WarnerMedia ter garantido que a versão do diretor não teria orçamento para novas cenas. A produção também vai acontecer em meio à briga pública do ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, contra a Warner, por problemas nos bastidores justamente de “Liga da Justiça”. Snyder, porém, não tem nada a ver com a confusão. O problema de Fisher é com seu substituto, Joss Whedon, que assumiu a pós-produção e comandou refilmagens após o diretor original se afastar devido a uma tragédia pessoal. Em julho, o ator usou as redes sociais para chamar o comportamento de Joss Whedon no set de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele também alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivaram o cineasta. Uma investigação sobre as filmagens está atualmente em andamento, e Fisher ainda ganhou apoio de seu colega de elenco Jason Momoa, o Aquaman. Em um post publicado em meados de setembro no Instagram, Momoa ecoou as acusações do colega e afirmou que “coisas sérias aconteceram” em “Liga da Justiça” e que “pessoas precisam ser responsabilizadas”. Além dos dois, as refilmagens de Snyder vão incluir Ben Affleck como Batman, Henry Cavill como Superman e Gal Gadot como Mulher-Maravilha. A versão de “Liga da Justiça” de Zack Snyder, popularmente conhecida como Snyder Cut, ainda não tem previsão de estreia.

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    Ray Fisher exige que Warner troque investigador dos abusos no set de Liga da Justiça

    18 de setembro de 2020 /

    O ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue no filme “Liga da Justiça”, continua sua guerra contra a Warner devido a acontecimentos dos bastidores das filmagens do longa. Ele agora entrou com um pedido junto à WarnerMedia, empresa controladora da Warner Bros. Pictures, para que um novo investigador independente seja contratado, de modo a verificar suas acusações sobre o comportamento abusivo de Joss Whedon nas filmagens, o incentivo dos produtores Jon Berg e Geoff Johns para que isso acontecesse e todas as tentativas da chefia do estúdio para abafar o caso. Fisher alega que o atual investigador não tem isenção, pois foi contratado pela Warner Bros., que, por sua vez, já emitiu comunicado dizendo não ter encontrado nada evidências de nada errado nas filmagens. Ele usou o Twitter para informar sua decisão. “Devido a uma proposital falta de transparência (e, em alguns casos, mentiras descaradas) da Warner Bros. Pictures e da agência independente contratada por eles para investigar [o que aconteceu em] ‘Liga da Justiça’, um pedido oficial pela troca do investigador foi feito à WarnerMedia. Para proteger todas as testemunhas envolvidas e as informações que elas possuem, eu aconselho que todos que forem contatados pelo atual investigador a se negarem respeitosamente a prestar depoimento até que uma agência verdadeiramente independente seja contratada”. O ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar com detalhes sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Após as manifestações de Fisher nas redes sociais, a WarnerMedia disse à imprensa que abriu uma investigação para saber o que teria realmente acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento, porque o investigador do caso foi contratado pelo estúdio. Ele avisou que, caso a WarnerMedia não troque o investigador, pretende acionar o Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-AFTRA. Diante desse impasse, Jason Momoa, que interpreta o herói Aquaman nos filmes de super-heróis da DC Comics, resolveu tomar o lado de Ray Fisher na briga contra o estúdio. Em um post publicado na segunda (14/9) no Instagram, Momoa ecoou as acusações do colega e afirmou que “coisas sérias aconteceram” em “Liga da Justiça” e que “pessoas precisam ser responsabilizadas”. So as to protect the witnesses involved, and the information they possess, I strongly encourage ANY and ALL that have been contacted by the current investigator to respectfully decline to interview until a truly independent 3rd-party is engaged by @WarnerMedia. A>E 2/2 — Ray Fisher (@ray8fisher) September 17, 2020

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    Jason Momoa: “Coisas sérias aconteceram” nos bastidores de Liga da Justiça

    14 de setembro de 2020 /

    Jason Momoa publicou uma mensagem forte para explicitar seu apoio às denúncias de Ray Fisher sobre abusos nos bastidores de “Liga da Justiça”. Em um post publicado nesta segunda (14/9) no Instagram, Momoa reforçou o apoio estendido ao colega na semana passada e fez algumas revelações, afirmando que “coisas sérias aconteceram” e que “pessoas precisam ser responsabilizadas”. “Esta m**** tem que parar e precisa ser considerada, por Ray Fisher e por todas as pessoas que experimentaram o que aconteceu sob supervisão da Warner Bros Pictures, isso precisa de uma investigação adequada”, escreveu o intérprete de Aquaman. Em seguida, ele mencionou um projeto da Warner com os produtores de “Liga da Justiça”, que ele supostamente estrelaria, mas que afirma ter sido divulgado só para tirar atenção das denúncias de Fisher. Segundo o que foi divulgado em 1º de julho, Momoa iria estrelar e coproduzir um filme sobre o boneco de neve Frosty, ao lado de Geoff Johns e Jon Berg, ambos denunciados por Fisher. “Eu acho que é f*** que as pessoas tenham divulgado um anúncio falso de ‘Frosty’ sem minha permissão para tentar distrair a denúncia de Ray Fisher sobre a forma de m**** como fomos tratados nas refilmagens da ‘Liga da Justiça’. Coisas sérias aconteceram. Precisa ser investigado e as pessoas precisam ser responsabilizadas. #IStandWithRayFisher (eu apoio Ray Fisher). Aloha”. Momoa não compartilhou nenhum detalhe sobre o que de fato aconteceu no set da Liga da Justiça, mas Fisher declarou, num tuíte de julho passado, que o comportamento do cineasta Joss Whedon no set foi “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Ao apoiar Ray Fisher, Momoa coloca um contrapeso considerável na disputa de narrativas, já que é o rosto de uma franquia de US$ 1 bilhão. “Aquaman” tem sequência e projetos derivados em andamento. Além disso, o ator está em “Duna”, que estreia em dezembro. Sua manifestação acontece após o intérprete de Ciborgue acusar o presidente da DC Films de tentar abafar os supostos problemas que aconteceram nas filmagens para livrar o produtor Geoff Johns de qualquer polêmica. A Warner rebateu a acusação, revelando que Fisher se recusa a cooperar com investigações sobre os bastidores da produção. Este comunicado, porém, fez o ator elevar o tom e contra-atacar com ameaças. De fato, ele demonstrou não estar mais interessado em abordar o que aconteceu em “Liga da Justiça”, por ter encontrado um alvo maior: o próprio estúdio. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”. Os outros atores do elenco de “Liga da Justiça” ainda não se manifestaram sobre a polêmica, que se desenrola no momento em que a Warner desenvolve uma nova edição do filme, restaurando a versão do diretor original, Zack Snyder, para lançamento na plataforma HBO Max. Ver essa foto no Instagram THIS SHIT HAS TO STOP AND NEEDS TO BE LOOKED AT @ray8fisher AND EVERYONE ELSE WHO EXPERIENCED WHAT HAPPEN UNDER THE WATCH OF @wbpictures NEEDS PROPER INVESTIGATION I just think it’s fucked up that people released a fake Frosty announcement without my permission to try to distract from Ray Fisher speaking up about the shitty way we were treated on Justice League reshoots. Serious stuff went down. It needs to be investigated and people need to be held accountable. #IStandWithRayFisher. aloha j Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies) em 14 de Set, 2020 às 2:45 PDT

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    Duna ganha primeiro trailer épico ao som de Pink Floyd

    9 de setembro de 2020 /

    A Warner divulgou novas fotos oficiais e o primeiro trailer legendado do remake de “Duna”, que destaca o papel de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como herói predestinado e apresenta a escala épica da produção. Ao som de Pink Floyd (“Eclipse”), a prévia também distribui closes do elenco estrelado, uma direção de fotografia de tirar o fôlego e diversos efeitos visuais, culminando na ameaça de um verme gigante, que emerge das areias. A história de “Duna” é bastante conhecida pelos fãs de ficção científica. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e levado às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert, em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Além de Timothée Chalamet como Paul Atreides, o elenco grandioso inclui Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). Já o favorito ao Oscar 2021 de Melhor Direção de Fotografia se chama Greig Fraser, em sua primeira parceria com Villeneuve e após estrear na sci-fi com “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Meses antes da estreia, “Duna” já tem uma continuação confirmada. Isto sugere que a adaptação será dividida em duas partes. Além dos filmes, Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max. Apesar da pandemia, a Warner não alterou a previsão de estreia do longa, que segue mantida para o mês de dezembro.

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    Jason Momoa apoia Ray Fisher em polêmica com a Warner

    8 de setembro de 2020 /

    Jason Momoa, que interpreta o herói Aquaman nos filmes de super-heróis da DC Comics, resolveu tomar o lado de Ray Fisher na briga entre seu colega de “Liga da Justiça” e a Warner Bros. Após uma troca de acusações entre o ator e o estúdio, Momoa postou no Stories de seu Instagram uma foto de Fisher com a hashtag “#IStandWithRayFisher”. A briga entre Fisher e a Warner se ampliou no fim de semana depois que o intérprete do Ciborgue acusou o presidente da DC Films de tentar abafar supostos problemas que aconteceram nas filmagens de “Liga de Justiça” para livrar o produtor Geoff Johns de qualquer polêmica. A Warner rebateu a acusação, revelando que Fisher se recusa a cooperar com investigações sobre os bastidores da produção e o ator contra-atacou com ameaças fortes. Apesar do tom elevado, Fisher não revelou e se recusa a revelar em público o que o diretor Joss Whedon fez nas filmagens para ele se revoltar. Na verdade, em sua última manifestação, na segunda-feira (7/9), ele demonstrou não estar mais interessado em abordar o que aconteceu em “Liga da Justiça”, por ter encontrado um alvo maior: o próprio estúdio. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”. Vale lembrar que o ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar com detalhes sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Após as manifestações de Fisher nas redes sociais, a WarnerMedia disse à imprensa que abriu uma investigação para saber o que teria realmente acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento, porque o investigador do caso foi contratado pelo estúdio. Ele avisou que pretende acionar o Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-AFTRA.

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    Liga da Justiça: Primeiro trailer oficial do Snyder Cut revela personagens inéditos

    22 de agosto de 2020 /

    A HBO Max divulgou o primeiro trailer da nova versão de “Liga da Justiça”, reeditada pelo diretor Zack Snyder. A prévia assume o nome “Snyder Cut”, celebrado pela campanha dos fãs que possibilitou a produção, para apresentar muitas cenas e até personagens não vistos no cinema, como Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), e o supervilão Darkseid. Tudo ao som de “Hallellujah”, de Leonard Cohen, celebrando a realização como um milagre – materializado pela força de vontade dos fãs. Vale reparar também o formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que ela não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição nos cinemas. Durante sua participação no evento online DC FanDome, neste sábado (22/8), Snyder também confirmou a duração do filme. Serão quatro horas, que serão apresentadas como uma minissérie de quatro episódios. De qualquer forma, será um produção não apenas maior, mas muito bem diferente da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter os pedidos pela versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. E a inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. A Warner só vetou refilmagens, que dariam ao projeto o orçamento de um novo longa-metragem. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming em 2021, em data ainda não confirmada.

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    Zack Snyder revela novo teaser da sua versão de Liga da Justiça

    20 de agosto de 2020 /

    Zack Snyder segue divulgando a nova versão de “Liga da Justiça”, que estreará na HBO Max no próximo ano. O diretor revelou um novo teaser do “Snyder Cut” para antecipar o lançamento do trailer, que vai acontecer no sábado (22/8) durante o evento DC FanDome da Warner Bros. Recentemente, ele contou como o projeto surgiu. Tudo começou com a hashtag #ReleaseTheSnyderCut, que se manteve entre os principais tópicos do Twitter por meses, levando os novos chefes da Warner a contatá-lo. Snyder e sua esposa então prepararam uma apresentação da versão do diretor para uma seleta plateia, que incluiu o presidente da Warner, Walter Hamada, e o chefe dos quadrinhos da DC, Jim Lee. Diante deles, Snyder compartilhou várias ideias para o lançamento de sua versão de “Liga da Justiça”, inclusive a proposta de ser dividido em vários episódios, como uma minissérie. Todos teriam saído do encontro empolgados, planejando como fazer o projeto acontecer. E logo a produção foi confirmada para a HBO Max. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming na HBO Max. E será bem diferente do filme exibido nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. A Warner só vetou refilmagens, que dariam ao projeto o orçamento de um novo longa-metragem. Teaser Premiere 8/22 2:30pm (PDT) #DCFanDome pic.twitter.com/bxxPLuCyv3 — Zack Snyder (@ZackSnyder) August 20, 2020

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