Série Zoo é cancelada após três temporadas e fica sem final
A rede americana CBS anunciou o cancelamento da série “Zoo” após três temporadas. A atração vinha de sua melhor fase, assumindo um viés pós-apocalíptico, e foi interrompida num cliffhanger, ficando sem final. Quando a série iniciou – e os episódios eram mais fraquinhos – , chegou a liderar a audiência do verão americano. A média da temporada inaugural foi de 6 milhões de telespectadores. Já a 2ª temporada foi sintonizada por 4,4 milhões. Mas este número caiu para quase metade no terceiro ano, visto por 2,6 milhões – bem menos que os 3,5 milhões de “Salvation”, que foi renovada. Baseado no livro homônimo escrito pela dupla James Patterson (autor de “Beijos que Matam”) e Michael Ledwidge, sobre uma onda de violentos ataques animais que acontecem em todo o planeta, a série acompanhava os esforços de um grupo díspar (uma jornalista, um veterinário, um guia de safari, etc) que tentava impedir o apocalipse. A última temporada apresentou um salto temporal de uma década, mostrando uma mutação animal capaz de levar a humanidade à extinção. A série era uma criação de Jeff Pinkner, Josh Appelbaum e Andre Nemec, que trabalharam juntos em “Alias”. Desde o fim daquela produção em 2006, o trio alçou voos ambiciosos no cinema. Appelbaum e Nemec assinaram o roteiro de “Missão Impossível: Protocolo Fantasma” (2011) e de “As Tartarugas Ninja” (2014), enquanto Pinkner escreveu “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014). O trio escreveu o piloto em parceria com Scott Rosenberg (“Con Air – A Rota da Fuga”) e os quatro ainda dividem a produção da série com o cineasta James Mangold (“Wolverine – Imortal”). O elenco, por sua vez, trazia James Wolk (Série “Mad Men”), Billy Burke (série “Revolution”), Nonso Anozie (série “Dracula”), Kristen Connolly (série “House of Cards”), Alyssa Diaz (série “Ray Donovan”), Josh Salatin (minissérie “Show Me a Hero”), Ken Olin (série “Brothers & Sisters”) e, na última temporada, Gracie Dzienny (série “Supah Ninjas”) e Athena Karkanis (série “The Expanse”).
Diretor de Logan fará remake do thriller francês Transtorno
O diretor James Mangold (“Logan”) vai filmar o remake do thriller francês “Transtorno” (2015). E para realizar a adaptação vai se juntar ao roteirista Taylor Sheridan, indicado ao Oscar 2017 por “A Qualquer Custo”. Escrito e dirigido por Alice Winocour, o original contava a história de um militar veterano (Matthias Schoenaerts) traumatizado pela guerra no Afeganistão, que arranja emprego como segurança. Ao receber a tarefa de cuidar da esposa (Diane Kruger) e do filho de um rico empresário libanês, enquanto este fica fora da cidade, ele começa a pressentir uma perigosa ameaça na propriedade. Mas seria apenas paranoia causada pelo estresse pós-traumático? O remake ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia. Além deste filme, Mangold também está no comando de “The Force”, sobre corrupção na polícia de Nova York.
Versão em preto e branco de Logan ganha trailer melancólico
A Fox divulgou o trailer de “Logan Noir”, a versão em preto e branco do último filme de Wolverine. A prévia traz mais cenas melancólicas que ação, acompanhada pela gravação de “Hurt”, de Johnny Cash, que marcou a divulgação do primeiro trailer original. O filme será disponibilizado como extra do Blu-ray de “Logan”, mas também poderá ser visto, em circuito limitado, nos cinemas americanos nesta semana. James Mangold dedicou especial atenção ao projeto. “Para a versão do filme ficar perfeita em preto e branco, é preciso rever todos os detalhes, frame por frame”, ele afirmou no Twitter. Fã de filmes clássicos, Mangold tirou várias fotos em preto e branco de “Logan”, que foram usadas na divulgação do longa.
Versão em preto e branco de Logan será lançada nos cinemas americanos
A Fox vai distribuir nos cinemas a versão em preto e branco de “Logan”. Originalmente pensado como bônus do Blu-ray do longa, a edição monocromática terá lançamento em 16 de maio nos cinemas americanos, num circuito limitado. Além disso, a versão também estará disponível nos futuros DVDs e Blu-rays de “Logan”. James Mangold dedicou especial atenção ao projeto. “Para a versão do filme ficar perfeita em preto e branco, é preciso rever todos os detalhes, frame por frame”, ele afirmou no Twitter. Fã de filmes clássicos, Mangold tirou várias fotos em preto e branco de “Logan”, que foram usadas na divulgação do longa. No ano passado, George Miller também disponibilizou uma versão em preto e branco de “Mad Max: Estrada da Fúria”. Será que vai virar tendência?
Próximo filme do diretor de Logan será sobre policiais corruptos
Após o sucesso de “Logan”, o diretor James Mangold vai filmar uma trama policial. Segundo o site Deadline, o cineasta definiu que seu próximo projeto será “The Force”, adaptação do livro de Don Winslow (autor de “Selvagens”) sobre policiais corruptos em Nova York. O livro só chega às livrarias em junho, mas a 20th Century Fox comprou os direitos da obra no ano passado, antes mesmo da publicação definir seu título. Na trama, o Sargento Denny Malone é forçado a escolher entre sua família, seus parceiros e a própria vida, confrontando seus ideais da juventude com o policial corrupto que se tornou. O próprio Mangold vai desenvolver o roteiro ao lado de um colaborador, que deve ser anunciado em breve. A produção é da Scott Free, empresa do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”).
Vídeo legendado traça evolução de Wolverine no cinema e revela despedida emocionada de Hugh Jackman
A 20th Century Fox divulgou um vídeo legendado que traça a evolução de Hugh Jackman no papel de Wolverine, recuperando cenas de todos os filmes dos X-Men e dos lançamentos solo do personagem, para terminar no último dia de filmagem de “Logan”, no qual o ator agradece a todos os evolvidos por 17 anos emocionantes no papel. Confira abaixo. Atualmente em cartaz, “Logan” marca a despedida do ator ao personagem e está registrando público recorde em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Logan registra maior estreia da Fox em todos os tempos no Brasil
A Fox Filme do Brasil informou que “Logan”, o filme de despedida de Hugh Jackman do personagem Wolverine, repetiu no Brasil o desempenho visto mundialmente, superando as estimativas iniciais do mercado. “Logan” teria faturado R$ 28 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição no país, R$ 3 milhões a mais que o estimado. Graças a isso, o longa registrou novos recordes nacionais. “Logan” já tinha sido destacado como maior estreia do ano no país. Mas agora também é oficialmente a maior estreia da história da Fox no Brasil. O recorde anterior pertencia a outro lançamento para maiores de 16 anos, “Deadpool”, que faturou R$ 25,1 milhões e levou 1,7 milhão de espectadores aos cinemas no ano passado. Em sua abertura, “Logan” foi visto por 1,8 milhões. Para completar, o filme ainda quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia em 2D no Brasil. Apenas filmes com exibição em 3D e ingressos mais caros faturaram mais que ele em estreias nacionais. A revisão mundial das bilheterias da produção, que superaram todas as estimativas, também renderam outros recordes, como maior estreia internacional de um filme com classificação etária “R” (acima de 17 anos nos EUA) em todos os tempos. Saiba mais detalhes aqui.
Bilheteria final de Logan é ainda maior que as estimativas e quebra recorde internacional
Com todos os ingressos devidamente computados, a bilheteria final de “Logan” superou as estimativas divulgadas no fim de semana. Ao todo, o filme atingiu US$ 88,4 milhões na América do Norte – US$ 3 milhões a mais que o previamente divulgado. E a diferença é ainda maior no mercado internacional. Os US$ 159 milhões obtidos pelo filme no exterior estão US$ 7 milhões acima do estimado, o que é suficiente para bater um recorde importante de arrecadação: “Logan” superou a marca de maior estreia internacional de um lançamento com classificação etária “R” (para maiores de 17 anos) em todos os tempos, que pertencia a “Cinquenta Tons de Cinza”, com US$ 156 milhões em 2015. No mercado doméstico, a soma de US$ 88,4 milhões fez “Logan” subir três posições e ficar com a 4ª maior abertura de um filme de classificação “R”, atrás de “Deadpool” (US$ 132,4 milhões), “Matrix Reloaded” (US$ 91,77 milhões) e “American Sniper” (US$ 89,3 milhões). Entre outros recordes domésticos, “Logan” se tornou a maior estreia da carreira do diretor James Mangold e a terceira maior do astro Hugh Jackman, atrás de duas outras aparições como Wolverine, em “X-Men: O Confronto Final” (US$ 102,7 milhões) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (US$ 90,8 milhões). O filme abriu em 1º lugar em 80 dos 81 países em que estreou. As maiores arrecadações internacionais foram: US$ 46,3 milhões na China, US$ 11,4 milhões no Reino Unido, US$ 9 milhões no Brasil, US$ 8,2 milhões na Coréia do Sul e US$ 7,1 milhões na Rússia. A soma mundial definitiva de “Logan” foi de US$ 247,4 milhões entre quinta e domingo (5/3).
Logan ganhará versão em preto e branco do diretor James Mangold
Quando a Fox começou a divulgar “Logan” com fotos em preto e branco, muitos se perguntavam se o filme seguiria esta estética. Obviamente, o estúdio não produziria o filme em preto e branco mais caro de todos os tempos em 2017. Entretanto, o diretor James Mangold pretende disponibilizar uma versão monocromática do longa-metragem, como uma espécie de “bônus” para os fãs, num lançamento limitado ou edição especial de Blu-ray, após o filme sair de cartaz nos cinemas. O próprio cineasta declarou que estava trabalhando nisso, quando perguntado no Twitter. Veja abaixo. Não há previsão de quando esta versão virá à tona. Mas a mesma ideia foi levada adiante por George Miller, após o sucesso de “Mad Max: Estrada da Fúria”, com distribuição digital via iTunes. “Logan” estreou no Brasil na quinta-feira (2/3) e no dia seguinte nos EUA, arrancando críticas entusiasmadas e gerando filas nos cinemas. As estimativas do mercado apontam para uma estreia no nível de “Deadpool”. @AdamMcDee Workin' on it. — Mangold (@mang0ld) March 1, 2017
Logan é o filme de super-heróis que os fãs sempre pediram
Comprometido com o papel de vilão em “Missão: Impossível 2”, Dougray Scott não teve agenda para fazer “X-Men”. Como plano B, a Fox e o diretor Bryan Singer optaram pelo, até então, desconhecido australiano Hugh Jackman para ser Wolverine na adaptação que fez Hollywood e o público respeitarem filmes baseados em histórias em quadrinhos. O primeiro “X-Men” (2000) até que foi legal, mas Jackman roubou a cena e valeu muito mais que o filme inteiro. Não demorou e veio “X-Men 2” (2003), esse sim um grande filme, e outras sete participações do ator como Wolverine. Só que, 17 anos depois, ainda faltava aquela pitada de coragem para entregarem um filme que representasse o furioso mutante do jeito que os fãs queriam – de forma brutal, descarregando sua raiva nos inimigos e com muito sangue espirrando na plateia. E prestígio na indústria é isso aí: perto de completar 50 anos, Jackman disse que faria o personagem apenas mais uma vez, porém exigindo que o filme saísse como queria. Conseguiu carta branca e entregou o projeto a um diretor de sua confiança, James Mangold. O resultado é “Logan”, o filme do Wolverine que os fãs sempre pediram. Um dos maiores elogios que se pode fazer é que não parece uma adaptação de histórias em quadrinhos – e é muito importante incluir isso – do modo como Hollywood acostumou o púlico. Trata-se de um filme completo, dramático quando exigido e raivoso quando a história pede. Sem acrobacias, cenas de ação à la 007, como a sequência do trem em “Wolverine: Imortal” (2013), curiosamente dirigido pelo mesmo James Mangold (que diferença faz a liberdade para tocar um filme), mas com muita porrada, membros decepados, palavrões (a primeira fala do filme é “FUCK”), sangue jorrando de maneira intensa, violentíssima, porém compreensível, aceitável quando entendemos Wolverine após quase duas décadas. Ainda mais porque, desta vez, ele está velho, cansado e com seu poder de regeneração bastante debilitado. Mas não é o caso de se apegar tanto à violência, tensão, adrenalina ou mesmo os efeitos visuais, porque o segredo do sucesso de “Logan” está no título. Apesar de tudo, não é um filme sobre um super-herói, mas sobre um homem em busca de sua humanidade perdida em um passado doloroso e que não volta mais. É o filme mais humano e centrado em personagens já feito sobre quadrinhos da Marvel, com diálogos reflexivos, pausas silenciosas e atuações definitivas de Hugh Jackman e Sir Patrick Stewart, que não precisam de muita coisa para cortar o coração do espectador nas simples conversas que Logan e Xavier travam sobre amor, a aceitação da morte, família, culpa, esperança, liderança e a relação pai e filho ou pai e filha. É onde entra a grande surpresa do filme, a pequena Dafne Keen, que rouba a cena como Laura (pode chamar de X-23) não somente nas sequências impressionantes de ação, mas também pelo seu potencial como atriz, apontando a franquia para um futuro promissor que o sucesso deste filme pode ajudar Hollywood a compreender. Em termos de adaptações de quadrinhos, “Logan” só é comparável a “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), embora seja completamente diferente do filme de Christopher Nolan. Em diversos momentos, parece mais uma produção da Nova Hollywood dos anos 1970, devido à ousadia de querer sair fora dos padrões. Mas seu espírito verdadeiro pertence aos westerns e road movies, o bom e velho filme de jornada, em que anti-heróis enfrentam percalços em fuga ou em busca de seu caminho. Como em “Os Imperdoáveis” (1992), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007) e até “A Qualquer Custo” (2016), os protagonistas são corroídos por arrependimentos, cercados por violência e carregam hábitos e memórias de uma época que passou. Entretanto, nada é tão grandioso quanto o amor de James Mangold pelo clássico “Os Brutos Também Amam” (1953). Para os fãs de Wolverine, esse é o filme dos sonhos. Outros atores poderão interpretar Wolverine, claro, mas nenhum será o Logan de Hugh Jackman, como nenhum outro 007 foi o James Bond de Sean Connery. Isso é sair por cima.
Logan é a principal estreia de cinema da semana – e talvez do ano
Principal estreia de cinema nesta quinta (2/3), “Logan” é o segundo filme de super-heróis da Marvel/Fox lançado para maiores de 16 anos no Brasil. O primeiro foi “Deadpool”, no ano passado, completamente diferente em tom. Enquanto o filme estrelado por Ryan Reynolds era insanamente divertido, o último longa de Hugh Jackman como Wolverine aposta na seriedade. Tendo em vista como as produções da DC Comics/Warner se equivocam ao se levar a sério, o acerto de “Logan” abre um novo caminho, deixando claro o que realmente faz diferença. E é bem simples. Desde sua concepção, o longa dirigido por James Mangold evitou se limitar ao mundinho dos fanboys adolescentes. O que a Warner esqueceu, ao buscar um tom mais sombrio para seus filmes, foi que a própria DC Comics buscou o público adulto quando promoveu sua grande guinada rumo a histórias sombrias nos anos 1980. Já faz 30 anos que os quadrinhos de super-heróis se sofisticaram, com o lançamento de graphic novels e o fim do código de ética, um selinho que garantia conteúdo infantil. “Logan” é a versão de cinema dessa revolução. Um filme de super-heróis maduro, influenciado pelo western e passado num mundo tão violento quanto os quadrinhos se tornaram. Não é que “Logan” se afasta dos quadrinhos para se tornar um filme para maiores. Ao contrário. Ele é o primeiro filme que realmente compreendeu o que aconteceu nos quadrinhos nas últimas três décadas. O filme mostrou sua carta de intenções ao fazer uma première num local inusitado: um festival de cinema europeu, em Berlim, onde produções sérias e dramáticas têm prioridade. E acabou sendo a obra mais aplaudida e comentada de todo o evento. A crítica mundial caiu para trás. Nos EUA, onde “Logan” estreia na sexta, os elogios renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nem “Deadpool”, que chegou a ganhar indicações a prêmios dos prestigiosos sindicatos de Hollywood, agradou tanto (84%). Tendo isso em vista, “Logan” ganha sua devida perspectiva. Não é apenas a principal estreia da semana. Pode ser o mais importante lançamento do ano. Seu sucesso ou fracasso influenciará inúmeras decisões sobre o futuro das adaptações de super-heróis em Hollywood. Por via das dúvidas, chega em 1,2 mil salas, num empurrão para virar blockbuster. Apenas mais duas estreias completam o circuito. Uma delas, inclusive, já estava em cartaz em circuito de “pré-estreias pagas”. Último longa americano do Oscar 2017 a estrear no Brasil, “Um Limite entre Nós” rendeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis, um prêmio que ela vinha ensaiando vencer desde 2009. A atriz já tinha conquistado o equivalente teatral, o Tony Awards, pelo mesmo papel, como uma mãe sofredora nos anos 1950, casada com um lixeiro orgulhoso, numa família endurecida pelo racismo da época, que tenta ensinar a vida para o filho. Denzel Washingon é seu parceiro, indicado ao Oscar e favorito de muita gente ao prêmio – venceu o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Award). Ele também dirigiu o longa, adaptado postumamente para o cinema pelo autor da peça, August Wilson. O menor lançamento é “Waiting for B”, que, apesar do título, é um documentário nacional sobre a vinda de Beyoncé ao Brasil. O filme se foca no público, sua obsessão pela estrela e a dedicação que leva fãs a acampar diante de uma bilheteria dias antes da data marcada para o show. Foi exibido com sucesso em vários festivais internacionais.
Patrick Stewart anuncia que Logan será seu último filme como Professor Xavier
Patrick Stewart mudou de ideia. Após dizer que não tinha se aposentado do papel de Professor Xavier, ele afirmou exatamente o contrário em uma nova entrevista. Segundo explicou, durante o programa Town Hall da radio Sirius XM, a emoção que sentiu ao ver “Logan” no Festival de Berlim, ao lado de Hugh Jackman e do diretor James Mangold, o fez decidir encerrar sua jornada com o personagem, seguindo a deixa de Jackman, que fez o filme para se despedir de Wolverine. “Há uma semana, sexta à noite em Berlim, nós três nos sentamos e assistimos ao filme. E eu fiquei muito comovido, muito mais do que fiquei da primeira vez que o vi. Talvez tenha sido a companhia desses dois caras, mas o filme terminou e – isso é uma confissão – teve um momento que [Hugh] estendeu a mão e segurou a minha naqueles últimos momentos. Eu olhei para ele e vi que ele estava limpando lágrimas e aí percebi que eu também estava limpando minhas lágrimas. Então o filme terminou e nós seríamos levados para o palco, mas não até que os créditos tivessem acabado. Então tivemos tempo de ficar ali sentados. E foi quando comecei a perceber que nunca existirá uma despedida melhor e mais perfeita, emocional e sensível, para Charles Xavier do que esse filme. Então eu disse a [Hugh] naquela mesma noite, ‘terminei também. Acabou'”, descreveu o ator. Stewart participa da franquia “X-Men” desde o primeiro longa, lançado em 2000, e sempre foi parte importante da franquia, mas o reboot de “X-Men: Primeira Classe” (2011) possibilitou sua substituição por James McAvoy na trama. Os dois atores tiveram a oportunidade de contracenar em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). A despedida de Stewart e Hugh Jackman das adaptações dos quadrinhos, “Logan” estreia na quinta (2/2) no Brasil.
Hugh Jackman brinda com caipirinha, veste camisa da seleção e conhece seu dublador brasileiro
Hugh Jackman aproveitou bem sua temporada paulista. Depois de tomar seu primeiro pingado, o intérprete de Wolverine vestiu literalmente a camisa do país, brindou com caipirinha, sobrevoou a cidade de helicóptero (batucando em ritmo de carnaval) e aprendeu mais palavras em português, especialmente depois de se encontrar com seu dublador oficial no Brasil, Isaac Bardavid, no programa “The Noite”. Demonstrando sua extrema simpatia, registrou cada momento em seu Instagram, utilizando apenas português nos textos. O ator australiano também participou de uma entrevista coletiva no domingo (19/2), para divulgar o lançamento de “Logan”, seu último filme no papel de Wolverine. Dirigido por James Mangold, “Logan” estreia no Brasil no dia 2 de março. Obrigado São Paulo, obrigado Brasil, feliz carnaval! Saúde! #wponx @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 20, 2017 às 11:22 PST Não seja aquilo que te fizeram @wponx @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 20, 2017 às 10:01 PST Feliz Carnaval! @wponx BRASIL! @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 20, 2017 às 7:45 PST Vai Basil! #Logan @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 19, 2017 às 8:15 PST










