Kung Fu Panda 3: Po encontra sua família nos novos pôsteres e trailer dublado
A Fox Film do Brasil divulgou um novo trailer da animação “Kung Fu Panda 3″, em versões legendada e dublada. A prévia destaca a família de Po, o urso Panda que virou mestre do kung fu nos sucessos de 2008 e 2011. Ao reencontrar o pai perdido, Po é convidado a conhecer a vila onde vive sua família, ao mesmo tempo em que um mestre maligno do kung fu resolve atacá-los. Para salvar os pandas, Po terá que evoluir ainda mais e virar um professor, ensinando kung fu para seus desajeitados parentes. Toda a parentada também ilustra dois novos pôsteres americanos, recém-liberados. Além de Jack Black, que volta a dublar Po, o elenco de vozes originais conta novamente com os veteranos da franquia Angelina Jolie, Jackie Chan, Lucy Liu, David Cross, James Hong, Seth Rogen e Dustin Hoffman, intérpretes dos mestres do kung fu, e se reforça com Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Li, o pai de Po, Kate Hudson (“Noivas em Guerra”) como a panda Mei Mei e J.K. Simmons (“Whiplash”) como o vilão Kai. A história é dos mesmos roteiristas dos filmes anteriores, a dupla Jonathan Aibel e Glenn Berger. A cineasta Jennifer Yuh Nelson, que dirigiu “Kung Fu Panda 2″, também está de volta ao comando da produção, desta vez em parceria com Alessandro Carloni, animador do longa anterior. A estreia está marcada para 29 de janeiro nos EUA e só dois meses depois, em 17 de março, no Brasil.
Goosebumps transforma best-sellers em comédia de Jack Black
Baseado nos best-sellers de terror juvenil de R.L. Stine, que também viraram série para crianças e adolescentes, o filme “Goosebumps: Monstros e Arrepios” não é nada além de um veículo de Jack Black – estratégia também utilizada pelo ator em “As Viagens de Gulliver” (2010), que não por acaso é do mesmo diretor, Rob Letterman. Sinto muito, fãs da franquia, mas é isso. Se intencional ou não, a combinação de fantasia, humor e aventura parece partir da cópia da cópia da cópia da cópia da fórmula de “Jumanji” (1995), com elementos pinçados de uma dúzia de similares, de “Gremlins” (1984) à “As Crônicas de Spiderwick” (2008), e com um início que remete a “Super 8” (2011). Assim como o menino do filme de J.J. Abrams, que perdeu a mãe, Zach (Dylan Minnette, de “Os Suspeitos”) perdeu o pai. Mas com uma vantagem, porque ele se sente ótimo consigo mesmo; não está de luto e consegue manter uma relação muito feliz com a mãe, apesar da perda recente. Só faz biquinho quando vê uma foto ou um vídeo do pai. E ele vai do início ao fim do filme sem passar por nenhuma grande mudança. O que lhe interessa é beijar a garota no final. Então, o que levou os roteiristas Darren Lemke, Scott Alexander e Larry Karaszewski a citarem que o garoto perdeu o pai? Simples: apesar de começar com Zach, o filme revela seu verdadeiro protagonista um pouco depois. Jack Black é quem estrela a produção e o arco que importa é o de seu personagem, um escritor recluso, que vive se mudando de cidade na companhia da filha (Odeya Rush, de “O Doador de Memórias”). A trama tem início pra valer após cerca de 30 minutos de filme, quando Zach e seu colega (vivido por Ryan Lee, justamente de “Super 8”), que tem a missão de ser o alívio cômico, abrem um livro na casa do escritor e de lá sai o abominável homem das neves (!). Aos poucos, vários monstros carregados de CGI escapam de outros livros. A explicação? Black é o próprio R.L. Stine, prisioneiro de sua imaginação. Nada mágico, nenhuma maldição. Suas criações simplesmente se tornam reais. Ok, fãs de “Goosebumps”, vocês engolem essa? Há um problema básico de concepção no filme, que jamais define seu público. Em primeiro lugar, considere o elenco juvenil. Para eles (e o espectador com a mesma idade), “Goosebumps” já é um filme bobo demais. Imagine, então, para os adultos. Para as crianças mais novas, talvez seja um pouco assustador ver o lobisomem rosnando e babando com o focinho colado na tela. Ou seja, não é também para os pequeninos. Restam os fãs de Jack Black e talvez os leitores nostálgicos da obra de Stine. Mas até como comédia o roteiro consegue falhar. Difícil digerir que Scott Alexander e Larry Karaszewski escreveram “Ed Wood” (1994) e “O Povo Contra Larry Flynt” (1994).
Após renovação, HBO volta atrás e cancela a série “The Brink”
O canal pago americano HBO resolveu cancelar a série “The Brink” após sua 1ª temporada, apesar de ter renovado a atração em julho. Em comunicado oficial, a HBO declarou ter repensado sua decisão e anunciou que a série de comédia não terá mais uma 2ª temporada. “Depois de avaliar o nosso calendário e as nossas necessidades de programação, nós, infelizmente, decidimos que não podemos dar a ‘The Brink’ a atenção que ela merece para uma 2ª temporada. Estamos orgulhosos da 1ª temporada e desejamos o melhor a todos os envolvidos com este programa”. Com uma trama que remetia ao clássico “Dr. Fantástico” (1964), de Stanley Kubrick, “The Brink” acompanhava uma crise geopolítica que quase detona a 3ª Guerra Mundial. Apenas a ação de três homens é capaz de impedir o cenário de destruição global: o Secretário de Estado americano (Tim Robbins), um funcionário desimportante da embaixada no Paquistão (Jack Black) e um piloto de caça (Pablo Schreiber). A série foi criada pelos irmãos Kim e Roberto Benabib (série “Weeds”) e produzida pelo cineasta Jay Roach (“Austin Powers”), responsável por telefilmes políticos de sucesso do HBO, como os premiados “Recontagem” (2008) e “Virada no Jogo” (2012).


