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  • Série

    Conheça mais cinco séries e os próximos projetos da plataforma Hulu

    18 de setembro de 2017 /

    A vitória de “The Handmaid’s Tale” como Melhor Série de Drama no Emmy 2017 jogou luz sobre a Hulu, plataforma até então considerada a terceira força entre os gigantes do streaming americano. A repercussão da vitória de sua série mais famosa deve aumentar o número de assinantes e de projetos do serviço, que, ao contrário de seus concorrentes Netflix, Amazon e até Crackle, não está disponível no Brasil. Assim como o canal Paramount já anunciou ter adquirido “The Handmaid’s Tale”, várias outras atrações da plataforma começam a chegar ao país de forma avulsa, pelo Fox Premium. Conheça abaixo o que mais, além de “The Handmaid’s Tale”, o serviço oferece ao público americano. THE PATH Assim como “The Handmaid’s Tale” é uma série sobre opressão, aclamada pela crítica (76% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e com grande repercussão nas redes sociais devido a sua temática polêmica, e foi recentemente renovada para a 3ª temporada. Criada por Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”), a atração é estrelada por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”) e gira em torno da crise de fé do casal, integrante de um culto controverso. Os capítulos mais recentes mostraram Paul se rebelando contra a seita, que ainda mantém o controle de sua mulher. O elenco ainda destaca Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita. Inédita no Brasil. CHANCE A série traz Hugh Laurie de volta ao papel de médico após o final de “House” e também é batizada com o nome do protagonista, o Dr. Eldon Chance. Mas as semelhanças acabam aí. Enquanto “House” era uma drama hospitalar, “Chance” é um thriller policial, que enfatiza o suspense e o clima noir, sem perder tempo com os diagnósticos médicos. Na atração, Chance é um neuropsiquiatra forense de São Francisco que mergulha numa espiral de violência, após decidir se envolver no caso de uma paciente que sofre nas mãos do marido abusivo. Sem poder denunciar o caso, já que o suspeito também é um cruel detetive da polícia, ele se alia a um homem com histórico de violência (Ethan Suplee, da série “My Name Is Earl”) para “lidar com a situação” por conta própria. A 2ª temporada começa em outubro com uma nova história da dupla dinâmica. Baseada no livro homônimo de Kem Nunn (criador da série “John from Cincinnati”), que também assina a adaptação, a série tem episódios dirigidos pelo cineasta Lenny Abrahamson (do elogiado “O Quarto de Jack”) e 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. Faz parte da programação da Fox Premium. HARLOTS Série de época que também lida com empoderamento feminino e objetificação, “Harlots” traz a atriz Jessica Brown Findlay (Lady Sybil em “Downton Abbey”) como uma prostituta de luxo da Londres do século 18 e tem impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Criada pela roteirista Moira Buffini (“Bizantium”) e a produtora Alison Newman (“The Tree Widow”), a atração acompanha Margaret Wells (Samantha Morton, de “John Carter”), suas filhas e seu esforço para conciliar seus papéis de mãe e dona de um bordel. Quando seu negócio sofre o ataque de uma rival (Lesley Manville, de “Malévola”), Margaret resolve contra-atacar, mesmo que isso signifique colocar sua família em risco. Brown Findlay interpreta Charlotte, a filha mais velha de Margaret e cortesã mais cobiçada da cidade. Encontra-se renovada para a 2ª temporada e faz parte da programação da Fox Premium. CASUAL Com três temporadas disponíveis, é a série de comédia original mais bem-sucedida do Hulu – que ainda exibe “The Mindy Project” desde seu cancelamento na Fox. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). Além de ter sido indicada ao Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia do ano passado, tem 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Inédita no Brasil. SHUT EYE Passada no submundo dos médiuns e cartomantes, a história gira em torno de um mágico e golpista fracassado (Jeffrey Donovan, da série “Burn Notice”), que supervisiona os negócios místicos de Los Angeles para uma família de ciganos cruéis e poderosos. Envolvido em trapaças sem fim, ele tem sua visão cínica desse mundo desafiada, quando começa a ter visões que podem ser reais, numa reviravolta que o faz questionar tudo em que acredita. Criada por Leslie Bohem (minissérie “Taken”), a série inclui em seu elenco Isabella Rossellini (“Veludo Azul”) como uma matriarca cigana vingativa. Os primeiros episódios não entusiasmaram a crítica americana (só 38% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas após um começo incerto, a guinada da trama rumo a mais violência e tensão inspirou o Hulu a apostar em seu potencial, renovando-a para sua 2ª temporada. Estreia na Fox Premium em 10 de outubro. E MAIS… Antes mesmo da vitória de “The Handmaid’s Tale”, a Hulu tinha alinhado uma nova safra de séries, que começam a chegar em sua programação no final do ano. Entre elas está “Future Man”, cuja prévia “de bastidores” pode ser conferida acima. Nova produção da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista” e criadores da série “Preacher”, a atração gira em torno de Josh Futturman (Josh Hutcherson, de “Jogos Vorazes”), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ao ultrapassar o último nível de Cybergeddon, descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento e que ele fora selecionado para viajar no tempo para salvar o mundo. A Hulu também está desenvolvendo a série de terror “Locke & Key”, adaptação dos quadrinhos de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King, que terá direção e produção do cineasta Andy Muschietti (“It: A Coisa”), e uma minissérie sobre o político americano Robert F. Kennedy, que será estrelada e produzida pelo ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”).

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  • Série

    Série de médiuns Shut Eye é renovada para sua 2ª temporada

    23 de março de 2017 /

    O serviço de streaming Hulu anunciou a renovação da série “Shut Eye” para sua 2ª temporada. Estrelada por Jeffrey Donovan, que retorna às séries três anos após o final de “Burn Notice”, a série se passa no submundo dos médiuns de Los Angeles. A história gira em torno de seu personagem, um mágico fracassado que supervisiona os negócios dos cartomantes e tem sua visão cínica desse mundo desafiada, quando começa a ter visões que podem ser reais. Esta reviravolta o faz questionar tudo que ele acreditava. O elenco ainda inclui Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”), KaDee Strickland (série “Private Practice”), Angus Sampson (série “Fargo”), David Zayas (série “Dexter”), Susan Misner (série “The Americans”) e Emmanuelle Chriqui (série “Murder in the First”). Criada por Leslie Bohem (minissérie “Taken”), a série estreou todos os 10 episódios de sua 1ª temporada em 7 de dezembro nos EUA. Não há previsão para a chegada dos novos episódios.

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  • Série

    Shut Eye: Jeffrey Donovan é médium trambiqueiro em trailer de nova série

    25 de novembro de 2016 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou o pôster e o trailer completo de “Shut Eye”, que marca a volta de Jeffrey Donovan às séries, três anos após o final de “Burn Notice”. A prévia é repleta de misticismo, violência e humor. “Shut Eye” promete um olhar tragicômico sobre o submundo dos médiuns de Los Angeles e o crime organizado que os gerencia. A história gira em torno de um membro descontente da organização que tem a sua visão cínica desse mundo desafiada, quando começa a ter visões que podem ou não ser reais. Trata-se, claro, do personagem de Donovan, chamado Charlie Haverford, um mágico fracassado que supervisiona os cartomantes de Los Angeles. A vida de Charlie está estagnada e indo a lugar nenhum até que uma reviravolta o faz questionar tudo que ele acreditava. A premissa é intrigante e o elenco ainda inclui Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”), KaDee Strickland (série “Private Practice”), Angus Sampson (série “Fargo”), David Zayas (série “Dexter”), Susan Misner (série “The Americans”) e Emmanuelle Chriqui (série “Murder in the First”). Criada por Leslie Bohem (minissérie “Taken”), a série estreia todos os 10 episódios da 1ª temporada em 7 de dezembro nos EUA.  

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  • Série

    Shut Eye: Série de médiuns com Jeffrey Donovan e Isabella Rosselini ganha primeiro teaser

    8 de agosto de 2016 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou o primeiro teaser de “Shut Eye”, nova série estrelada por Jeffrey Donovan, após o final de “Burn Notice” há três anos. “Shut Eye” promete um olhar tragicômico sobre o submundo dos médiuns de Los Angeles e o crime organizado que os gerencia. A história gira em torno de um membro descontente da organização que tem a sua visão cínica do mundo desafiada quando começa a ter visões que podem ou não ser reais. Trata-se, claro, do personagem de Donovan, chamado Charlie Haverford, um mágico fracassado que trabalha que supervisiona os cartomantes de Los Angeles. A vida de Charlie está estagnada e indo a lugar nenhum até que uma reviravolta o faz questionar tudo que ele acreditava. A premissa é promissora e o elenco ainda inclui Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”), KaDee Strickland (série “Private Practice”), Angus Sampson (série “Fargo”), David Zayas (série “Dexter”), Susan Misner (série “The Americans”) e Emmanuelle Chriqui (série “Murder in the First”). Criada por Leslie Bohem (minissérie “Taken”), a série estreia em 7 de dezembro nos EUA.

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  • Filme

    Jennifer Lawrence é o verdadeiro Nome do Sucesso de Joy

    28 de janeiro de 2016 /

    Curioso como Jennifer Lawrence está deixando de ser queridinha da crítica para ganhar a fama de atriz superestimada, na opinião de alguns. Mas, se não fosse por ela, o que seria de “Joy – O Nome do Sucesso”? Certamente é o mais frágil dos trabalhos de David O. Russell, que tem uma carreira marcada por altos e baixos, apesar de sua galeria de personagens memoráveis e bem interessantes. Em sua terceira parceria com o cineasta, depois de vencer o Oscar por sua interpretação em “O Lado Bom da Vida” (2012) e ser nomeada por “Trapaça” (2013), Jennifer Lawrence volta a eclipsar seus coadjuvantes famosos, como Robert De Niro, Bradley Cooper e Isabella Rossellini, obtendo, com sua performance, a única indicação de “Joy” no Oscar 2016. O filme é uma ode à capacidade humana de vencer os obstáculos. Embora de tom agridoce, é uma história real de superação e conquista de alguém que veio de uma classe pouco privilegiada, mas que conseguiu o sucesso graças à sua criatividade. “Joy” conta a história de Joy Mangano, uma jovem que mora com a mãe depressiva e viciada em telenovelas (Virginia Madsen), o ex-marido (Édgar Ramírez) e os filhos em uma casa em estado precário. Como se não bastasse, o pai (De Niro) também aparece para tumultuar o ambiente, depois de ser dispensado pela namorada. Diante desse caos, e tendo que trabalhar para manter a todos, Joy tem uma ideia: criar um esfregão prático, que até então não existia nos Estados Unidos. O problema estava em como capitalizar a ideia, vender o produto e ganhar dinheiro num mercado repleto de advogados e empresários picaretas. Mesmo se revelando uma obra menor, fica claro o quanto o filme deve à força e à presença de cena da atriz, que leva o filme nas costas, conferindo autenticidade a uma personagem que é mais velha que ela própria. Ela é responsável por momentos particularmente emocionantes, como a primeira apresentação de seu produto em um canal de vendas, especializado em infomerciais, além de voltar a evidenciar sua boa química com Bradley Cooper, embora o papel dele seja menor do que se espera. A obra, porém, tem uma fragilidade estrutural que coloca sua realização em cheque. Ainda que deliberadamente cômico, o tom se perde entre a recriação de época e o conto de fadas, terminando de forma pouco realista. Praticamente uma fábula encantada do capitalismo, “Joy” tem momentos de musical, em que atriz canta em dueto com Edgar Ramíres, além do otimismo antiquado de “A Felicidade Não se Compra”, sem esquecer o perdão aos parentes aproveitadores da “Cinderela”. Ao final, a gata borralheira não se contenta com a coroa de princesinha do empreendedorismo, almejando também o lugar da fada madrinha.

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