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  • Filme

    WiFi Ralph: Vanellope foge de stormtroopers e encontra princesas da Disney no novo trailer dublado

    4 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o trailer dublado de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph” (2012), que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney após ser perseguida por stormtroopers de “Star Wars”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Destaque do trailer, 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Outro detalhe do trailer mostra os personagens discutindo o título da produção. Nos Estados Unidos, assim como quase aconteceu no Brasil, o filme vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que torna o título maior do que o necessário. O mercado internacional não gostou. Assim, a animação virou “WiFi Ralph” no Brasil. Mais curto, o nome definitivo inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não foi o único país a adotar “WiFi Ralph”. Além disso, na França a continuação virou “Ralph 2.0”. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Confira também abaixo o trailer em inglês com as vozes das princesas originais, que não foi disponibilizado com legendas.

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  • Filme

    Vanellope encontra princesas da Disney em imagem da continuação de Detona Ralph

    1 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou uma nova imagem de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph”, que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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  • Filme

    Pôster da continuação de Detona Ralph revela quem quebrou a internet

    26 de fevereiro de 2018 /

    A Disney divulgou um pôster da continuação de “Detona Ralph” (2012), que no Brasil vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet” – assim mesmo, repetindo duas vezes o nome Ralph para tornar o título maior do que o necessário. A arte brinca com a premissa, colocando num campo de pesquisa a pergunta “Quem quebrou a internet?”, trazendo logo abaixo uma seta de mouse apontando o envergonhado Ralph. A trama ainda não foi totalmente explicada, além do fato de que, se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem chamada Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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  • Filme

    Suposto vídeo íntimo de Marcelo Adnet vaza na internet

    15 de fevereiro de 2018 /

    Um suposto vídeo íntimo de Marcelo Adnet teria vazado na internet. As imagens viriam de uma webcam e mostrariam o humorista se masturbando. A revelação foi feita pelo colunista Léo Dias, que descreveu o material. De acordo com o colunista do jornal O Dia, o vídeo mostra o ator do “Tá no Ar” fazendo caras e bocas e, depois de um corte, um homem do pescoço para baixo se masturbando. Não fica claro se há uma montagem entre o começo e o fim da reprodução. O feed dura 15 minutos e teria sido feito para uma mulher chamada Daniela C. Paula. A assessoria de imprensa de Adnet ainda não comentou o vazamento. O ator atualmente mora com a namorada Patrícia Cardoso, após se separar de sua mulher, a também comediante Dani Calabresa, em abril de 2017. O fim do casamento de sete anos aconteceu após flagras de supostos casos extraconjugais do humorista.

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  • Etc

    Menina que surtou com o Slender Man é condenada a 40 anos de reclusão psiquiátrica

    2 de fevereiro de 2018 /

    A condenação de uma adolescente nesta semana colocou fim num caso bizarro que ocorreu nos Estados Unidos há quatro anos. Em 2014, uma garota de 12 anos esfaqueou por 19 vezes a sua melhor amiga, dizendo-se influenciada pelo Slender Man, uma lenda urbana criada na internet. Agora, Morgan Geyser foi julgada e condenada a 40 anos de reclusão em uma instituição de saúde mental. Geyser contou com a ajuda de outra garota, Anissa Weier, para cometer o crime – e Weier já tinha sido condenada a 25 anos em uma instituição psiquiátrica por seu papel no crime. A vítima, Payton Leutner, sobreviveu e conseguiu pedir ajuda a um ciclista que passava próximo ao local do ataque. Weier e Geyser disseram à polícia que elas tinham que matar Leutner para provar ao Slender Man que eram dignas de ser suas servas, bem como para proteger suas famílias contra ele. Todas as três meninas tinham 12 anos no momento do ataque. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade após o ataque das crianças em Milwaukee. Segundo os pais de Geyser, ela sofre de problemas mentais e foi diagnosticada com esquizofrenia. “Ela tem uma condição de saúde que não escolheu ter”, afirmou o advogado da família. A condenação acontece após protestos do pai de Anissa Weier contra o filme “Slender Man”, da Sony. Bill Weier acusa o filme, que teve seu primeiro trailer divulgado em janeiro, de explorar a tragédias das famílias. “É absurdo que eles desejem fazer um filme como este”, disse Weier. “É popularizar uma tragédia. Não estou surpreso, mas na minha opinião é extremamente desagradável. Tudo o que estão fazendo é ampliar a dor que as três famílias passaram”. O estúdio não respondeu à polêmica, mas “Slender Man” teve seu lançamento adiado. A estreia estava marcada para 18 de maio. Entretanto, após os protestos, passou para 24 de agosto nos Estados Unidos. A produção da Sony é o primeiro filme do personagem, com direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven.

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  • Filme

    Filme do Slender Man é adiado após polêmica nos Estados Unidos

    24 de janeiro de 2018 /

    A estreia de “Slender Man – Pesadelo Sem Rosto”, terror sobre lenda urbana criada na internet, foi adiada nos Estados Unidos. A Sony/Screen Gems remarcou o lançamento, que tinha previsão de chegar aos cinemas em 18 de maio, para 24 de agosto, sem especificar o motivo. O mudança aconteceu após o pai de uma das garotas de Wisconsin, que tentaram matar uma colega de classe para agradar ao bicho-papão fictício, pedir boicote ao filme. Bill Weier, pai de Anissa Weier, disse à Associated Press: “É absurdo que eles desejem fazer um filme como este. É popularizar uma tragédia. Não estou surpreso, mas na minha opinião é extremamente desagradável. Tudo o que estão fazendo é ampliar a dor que as três famílias passaram”. O estúdio não respondeu à polêmica. Anissa Weier e Morgan Geyser atraíram a colega de classe Payton Leutner em 2014 para um parque arborizado em Waukesha, um bairro de Milwaukee. Lá, Geyser esfaqueou Leutner 19 vezes, sem acertar seu coração, enquanto Weier a encorajava. Leutner ainda conseguiu rastejar para fora da floresta onde um ciclista a encontrou. Ela sobreviveu ao ataque. Weier e Geyser disseram à polícia que elas tinham que matar Leutner para provar ao Slender Man que eram dignas de ser suas servas, bem como para proteger suas famílias contra ele. Todas as três meninas tinham 12 anos no momento do ataque. Geyser, agora com 15 anos, se declarou culpada de tentar homicídio intencional em primeiro grau, em um acordo com promotores, que pediram que ela passe pelo menos 40 anos em um hospital psiquiátrico. Weier, agora com 16 anos, foi condenada a 25 anos em uma instituição psiquiátrica no mês passado, depois de se declarar culpada por tentativa de homicídio intencional de segundo grau. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade após o ataque das crianças em Milwaukee. Depois da história ir parar na mídia, a criatura foi citada como inspiração de outros crimes. Dias após o esfaqueamento de Payton Leutner, uma garota de 13 anos no condado de Hamilton, Ohio, atacou sua mãe com uma faca. A mãe disse à TV que achava que a menina estava obcecada com o Slender Man. Em setembro dequele mesmo ano, uma garota de 14 anos em Port Richey, na Flórida, incendiou sua casa. Os policiais disseram que ela começou o fogo depois de ler sobre o Slender Man. A produção da Sony é o primeiro filme do personagem, com direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven. O estúdio lançou o primeiro trailer no início de janeiro. Não está claro por suas imagens se o filme aborda o caso das meninas, mas uma cena mostra uma parede coberta com desenhos de Slender Man que se assemelham aos esboços que Geyser desenhou. Outras cenas mostram o Slender Man perseguindo uma menina na floresta. A data de estreia no Brasil ainda não foi divulgada.

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  • Filme

    Trailer do terror Slender Man ganha versões dublada e legendada em português

    4 de janeiro de 2018 /

    O trailer do terror “Slender Man” ganhou versão legendada e dublada em português. Além de apresentar as cenas obscuras da produção, o vídeo também confirma o nome que o filme recebeu no Brasil. É “Slender Man: Pesadelo Sem Rosto”, dando sequência à tendência dos subtítulos, responsáveis por títulos gigantescos. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade quando duas crianças de 12 anos esfaquearam 19 vezes uma terceira e tentaram culpar a criatura. Por sinal, o pai de uma das meninas está acusando a Sony de explorar a tragédia para seu filme, que tem direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke (do aclamado suspense francês “Elle”). O elenco inclui Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Joey King (“7 Desejos”), Julia Goldani Telles (série “The Affair”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”) e Kevin Chapman (série “Sneaky Pete”). A estreia está marcada para 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Sony é acusada de explorar tragédia por pai de uma das meninas do caso real do Slender Man

    3 de janeiro de 2018 /

    A Sony Pictures está tentando ganhar dinheiro com uma tragédia ao produzir o filme “Slender Man”, acusa o pai de uma das duas garotas de Wisconsin que tentaram matar uma colega de classe para agradar ao bicho-papão fictício. Bill Weier, pai de Anissa Weier, disse à Associated Press na quarta-feira (3/1) que espera que os cinemas de sua cidade não mostrem o filme quando for lançado em maio. “É absurdo que eles desejem fazer um filme como este”, disse Weier. “É popularizar uma tragédia. Não estou surpreso, mas na minha opinião é extremamente desagradável. Tudo o que estão fazendo é ampliar a dor que as três famílias passaram”. O estúdio não respondeu à polêmica. Anissa Weier e Morgan Geyser atraíram a colega de classe Payton Leutner em 2014 para um parque arborizado em Waukesha, um bairro de Milwaukee. Lá, Geyser esfaqueou Leutner 19 vezes, sem acertar seu coração, enquanto Weier a encorajava. Leutner ainda conseguiu rastejar para fora da floresta onde um ciclista a encontrou. Ela sobreviveu ao ataque. Weier e Geyser disseram à polícia que elas tinham que matar Leutner para provar ao Slender Man que eram dignas de ser suas servas, bem como para proteger suas famílias contra ele. Todas as três meninas tinham 12 anos no momento do ataque. Geyser, agora com 15 anos, se declarou culpada de tentar homicídio intencional em primeiro grau, em um acordo com promotores, que pediram que ela passe pelo menos 40 anos em um hospital psiquiátrico. Weier, agora com 16 anos, foi condenada a 25 anos em uma instituição psiquiátrica no mês passado, depois de se declarar culpada por tentativa de homicídio intencional de segundo grau. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade após o ataque das crianças em Milwaukee. Depois da história ir parar na mídia, a criatura foi citada como inspiração de outros crimes. Dias após o esfaqueamento de Payton Leutner, uma garota de 13 anos no condado de Hamilton, Ohio, atacou sua mãe com uma faca. A mãe disse à TV que achava que a menina estava obcecada com o Slender Man. Em setembro dequele mesmo ano, uma garota de 14 anos em Port Richey, na Flórida, incendiou sua casa. Os policiais disseram que ela começou o fogo depois de ler sobre o Slender Man. A produção da Sony é o primeiro filme do personagem, com direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven. O estúdio lançou o primeiro trailer na quarta-feira. Não está claro por suas imagens se o filme aborda o caso das meninas, mas uma cena mostra uma parede coberta com desenhos de Slender Man que se assemelham aos esboços que Geyser desenhou. Outras cenas mostram o Slender Man perseguindo uma menina na floresta.

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  • Filme

    Animação Detona Ralph 2 ganha teaser exclusivo da internet

    3 de janeiro de 2018 /

    A Disney divulgou um teaser exclusivo para a internet da continuação de “Detona Ralph” (2012). A distribuição, via Facebook, tem a ver com a premissa, evidenciada no título comprido e mal-escrito, que repete o nome do protagonista duas vezes: “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet. A ideia da continuação permite uma grande oportunidade comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama será sinérgica, aproveitando para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem, Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo, mas pelo aperitivo é possível imaginá-las. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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  • Filme

    Slender Man: Terror baseado em lenda urbana da internet ganha primeiro trailer

    3 de janeiro de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer de “Slender Man”, a primeira lenda urbana da internet. A prévia é repleta de cenas de personagens frágeis, sujeitos à autoflagelação e depressão, e que aparecem na maior parte do tempo de costas. O monstro do título, porém, surge apenas brevemente no final do vídeo. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade quando duas crianças de 12 anos esfaquearam 19 vezes uma terceira e tentaram culpar a criatura. O filme tem direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven. O elenco inclui Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Joey King (“7 Desejos”), Julia Goldani Telles (série “The Affair”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”) e Kevin Chapman (série “Sneaky Pete”). A estreia está marcada para 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Netflix cancela Haters Back Off! após 2ª temporada

    2 de dezembro de 2017 /

    A Netflix cancelou a série de comédia “Haters Back Off!” após sua 2ª temporada. Embora a plataforma não divulgue números de audiência, a série tinha mais haters que fãs entre os críticos americanos, com apenas 47% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A atração acompanhava a vida de Miranda Sings, uma jovem sem talento algum, mas cheia de vontade de conquistar a fama com vídeos no YouTube. A personagem foi criada pela atriz e cantora Colleen Ballinger em 2008 para um canal no YouTube – com 7 milhões de inscritos. Ela canta (mal), dança (pior ainda), dá opiniões sobre os mais diversos assuntos (sem entender nada) e “encanta” a todos com seu inconfundível batom vermelho, usado de forma exagerada. A série mostrava a vida em família de Sings, com participações de sua mãe hipocondríaca (Angela Kinsey, da série “The Office”), seu tio (Steve Little, da série “Eastbound and Down”), que está decidido a fazer da sobrinha uma estrela da internet, e a irmã mais nova (Francesca Reale, vista em “Blue Bloods”), que tenta sobreviver à insanidade dos parentes. Para completar, Miranda tem um vizinho (Erik Stocklin, da série “Stalker”) que a ama de verdade e a quem ela usa sem piedade. A decisão de cancelar “Haters Back Off!” foi tomada 40 dias após a estreia da 2ª temporada e três meses após o cancelamento de “Gypsy”, mostrando que a Netflix tem diminuído sua taxa de tolerância. Isto é reflexo de um discurso do CEO Reed Hastings, que disse publicamente que a plataforma de conteúdo não estava cancelando séries suficientes.

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  • Etc

    Comissão de Ética Pública pede explicações do presidente da EBC por memes irônicos contra Taís Araujo

    28 de novembro de 2017 /

    A Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu, em reunião realizada na segunda-feira (27/11), pedir esclarecimentos ao presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, por postagens em redes sociais em que ironizava um discurso anti-racista da atriz Taís Araújo. Durante participação no evento TEDx, a atriz disse que “no Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam as bolsas e blindem seus carros”, como forma de expor o preconceito existente no país. Para ridicularizar o discurso, Rimoli compartilhou no Facebook um meme com uma colagem da atriz em que uma criança branca aparece fugindo em primeiro plano, ao lado da frase “Quando você percebe que é o filho da Taís Araújo na calçada”, além de um comentário no Twitter sobre pessoas que “pulam do avião” ao verem a atriz. “A comissão examinou a partir de uma denúncia apresentada as supostas postagens em redes sociais feitas pelo presidente da EBC. São publicações que dizem respeito — em tom jocoso — a uma entrevista da atriz Taís Araújo, narrando vicissitudes que ela e sua família atravessam”, afirmou o presidente da comissão, Mauro Menezes, errando o contexto e a ocasião da frase da atriz. Segundo Menezes, consta no código de ética do servidor público civil a “observância do decoro”, que “é um imperativo dentro e fora das instituições”. Para o presidente da comissão, mesmo que as postagens tenham ocorrido fora das atividades, elas podem terminar por afetar a imagem da administração pública. “Sem fazer juízo antecipado, abrimos procedimento para investigar a sua conduta e ele terá dez dias para prestar esclarecimentos”, explicou. Após o caso, diversas entidades que combatem o preconceito se manifestaram em apoio à Taís Araujo e exigindo respeito. Além disso, o ator Pedro Cardoso, intérprete de Agostinho na série “A Grande Família”, protestou ao vivo no programa “Sem Censura”, da TV Brasil, abandonando o programa após fazer um discurso enfático, em que abordou a greve dos funcionários do canal, o governo Temer e a crítica fora do tom do presidente da EBC (estatal responsável pela TV Brasil) contra a atriz. Diante da repercussão, Laerte Rimoli reconheceu que cometeu um erro e pediu desculpas públicas à atriz, usando novamente seu próprio Facebook. “Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline”, ele escreveu. Mas o presidente da EBC não foi o único integrante do poder público que se dispôs a atacar a fala de Taís. O senador José Medeiros, do Mato Grosso, disse, durante transmissão da TV Senado, que ela estava “mentindo”, “prestou um desserviço ao Brasil” e fez “discurso de ódio”, enquanto o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim, usou seu Facebook para classificar o depoimento como “idiotice racial”, ensinando que o racismo no Brasil é “uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”. No mesmo período em que Taís Araújo sofreu ataques de homens brancos ricos, William Waack, apresentador do “Jornal da Globo”, foi afastado por fala racista vazada nos bastidores da produção e uma autoproclamada socialite xingou a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, chamando-a de “macaca” num vídeo postado na internet.

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  • Etc

    Taís Araújo discursa contra racismo e é ridicularizada por integrantes de cargos públicos

    22 de novembro de 2017 /

    Falar de racismo no Brasil pode render ataques do governo. Dois integrantes de cargos públicos e um senador resolveram atacar Taís Araújo no feriado que deveria despertar a “Consciência Negra”, após a circulação do vídeo de um discurso da atriz em conferência sobre educação, em que ela afirma que “no Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam as bolsas e blindem seus carros”, como forma de expor o preconceito existente no país. Para ridicularizar o discurso, o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, compartilhou no Facebook um meme com uma colagem da atriz em que uma criança branca aparece fugindo em primeiro plano, ao lado da frase “Quando você percebe que é o filho da Taís Araújo na calçada”, além de um comentário no Twitter sobre pessoas que “pulam do avião” ao verem a atriz. A postagem indignou entidades de defesa da igualdade racial. O Fórum Nacional pela Democratização (FNDC) anunciou a intenção de denunciar o gestor público pela ironia diante da manifestação antirracista. “Ele deveria zelar pelo fim de todas as formas de discriminação, pelo respeito à diversidade e aos direitos humanos”, afirmou a coordenadora do FNDC, Renata Mielli, em entrevista à Rede Brasil Atual. “Racismo já é crime. Agora, praticado por um gestor de empresa pública de comunicação é totalmente absurdo. Vamos exigir que medidas cabíveis sejam adotadas”, completou. Diante da repercussão negativa da “piada” de fundo racista, ele usou o Facebook, nesta quarta-feira (22/11), para pedir desculpas. “Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline”, escreveu. Mas o presidente da EBC não foi o único integrante do poder público que se dispôs a atacar a fala de Taís. O senador José Medeiros, do Mato Grosso, disse, durante transmissão da TV Senado, que ela estava “mentindo”, “prestou um desserviço ao Brasil” e fez “discurso de ódio”, enquanto o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim, usou seu Facebook para classificar o depoimento como “idiotice racial”, ensinando que o racismo no Brasil é “uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”. Todos os que protestaram são brancos. Assim como muitos jovens que fizeram questão de gravar vídeos no YouTube contra a atriz, demonstrando de forma clara, branquíssima, a gravidade do problema racial do país – onde nem sequer se pode falar sobre racismo sem sofrer repressão. Veja abaixo o discurso contundente de Taís Araújo, no TEDx São Paulo, e as gracinhas compartilhadas pelo presidente da EBC.

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