Trailer dublado de Paddington 2 traz as vozes de Bruno Gagliasso, Márcio Gárcia e Fogaça
A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado em português de “Paddington 2”, que curiosamente adotou o título original em inglês, após o primeiro longa ser distribuído no Brasil com a “tradução” nacional de “As Aventuras de Paddington”. Também houve mudanças na voz do ursinho. Saiu Danilo Gentili e entrou seu parceiro no filme “Mato sem Cachorro” (2013), o ator Bruno Gagliasso. Outras novidades da dublagem incluem as vozes de Márcio Gárcia (novela “Caminho das Índias”) como o vilão Phoenix Buchanan (personagem de Hugh Grant), que foi transformado em Félix Buchana, e o chef de cozinha Henrique Fogaça (reality “Masterchef”) como o prisioneiro Knuckles McGinty (Brendan Gleeson), que virou Rick em “português”. Na trama, Paddington é confundido com um ladrão e vai parar na cadeia, após ser incriminado pelo personagem de Grant, um mestre dos disfarces. Com roteiro e direção de Paul King, que comandou o longa de 2014, o filme também traz de volta o elenco original, formado por Hugh Bonneville (série “Downton Abbey”), Sally Hawkins (“Godzilla”), Julie Walters (“Brooklyn”), Madeleine Harris (série “Man Down”), Jim Broadbent (“O Bebê de Bridget Jones”) e Peter Capaldi (série “Doctor Who”). Para completar, a voz original do ursinho é de Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”). “Paddington 2” já estreou no Reino Unido, mas chega apenas em 1 de fevereiro no Brasil, que será o último país do mundo a exibir o filme.
Lucy Punch é a novidade das primeiras fotos da 2ª temporada de Desventuras em Série
A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada da série “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events). As fotos destacam um dos reforços do elenco, a atriz Lucy Punch (“A Intrometida”), que aparece em duas imagens ao lado de Neil Patrick Harris, intérprete do vilão Conde Olaf. A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, publicados entre 1999 e 2006, que mostram como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada ainda não possui previsão de estreia, mas a série já garantiu seu terceiro ano de produção.
Dwayne Johnson vai parar em Jumanji no novo trailer legendado e dublado
A Sony divulgou um novo trailer de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, em versão legendada e dublada. A comédia de ação se mostra bem diferente do primeiro “Jumanji”, clássico juvenil estrelado por Robin Williams em 1995. Além de o tabuleiro mágico ter virado um videogame, os protagonistas são sugados para dentro do jogo e mudam de aparência, virando Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), que precisarão enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 22 anos. O novo “Jumanji” tem direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e estreia marcada para 4 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos EUA (em 20 de dezembro).
Mulheres da fantasia Uma Dobra no Tempo ganham pôsteres individuais
A Disney divulgou quatro pôsteres de sua nova fábula contemporânea “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time), dedicados às personagens femininas da trama. “Uma Dobra no Tempo” adapta o premiado livro homônimo de Madeleine L´Engle, publicado em 1963, sobre o misterioso desaparecimento de um cientista que faz uma descoberta importante sobre as leis da física e acaba sendo capturado pela escuridão. Cabe a sua filha mais velha, Meg, que ainda é uma criança, a missão de salvá-lo, com a ajuda de seu irmão mais novo e um adolescente corajoso, além de contar com apoio de três mulheres místicas. O filme traz a jovem Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”) como a protagonista Meg Murry e as atrizes Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) como as mulheres místicas, além Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Andre Holland (do vencedor do Oscar “Moonlight”). A direção é de Ava DuVernay, do elogiado “Selma” (2014), que assim se torna a terceira mulher a comandar um filme orçado em mais US$ 100 milhões, após Kathryn Bigelow (“K19 – The Widowmaker”, em 2002) e Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), e a primeira negra deste clube seleto. O roteiro é de Jennifer Lee, que escreveu o fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), e a estreia está marcada para 29 de março no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos e na mesma data de lançamento do aguardado “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg. Anteriormente anunciada no mesmo dia, a animação “Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim” preferiu antecipar sua estreia para evitar a competição.
Extraordinário sensibiliza com apelo irresistível à tolerância
Embora o chamariz aqui sejam Julia Roberts e Owen Wilson, os pais da família, quem impõe o ritmo em “Extraordinário” e torna o filme especial é o intérprete do filho, um garoto de 11 anos, o jovem ator Jacob Tremblay no papel de August Pullman. É por causa de Jacob que nos emocionamos com “Auggie”, pois quando ele aparece em cena nunca vemos um ator desempenhando um papel, mas um garoto com uma integridade, uma capacidade de sugerir um mundo, incomum para a sua idade. Já tínhamos visto o garoto fazer algo semelhante em “O Quarto de Jack” (2015), e lá quem venceu o Oscar foi Brie Larson, que fazia a mãe. Mas repetir a dose, num contexto totalmente diferente, comprovam que o menino segue um caminho que vale a pena acompanhar com atenção. Aliás, é interessante como a escritora RJ Palacio descreve o personagem no livro. Ela não dá um rosto para o menino, diz apenas que Auggie nasceu com uma desfiguração genética facial e que, mesmo depois das 27 cirurgias feitas, ainda se encontra muito longe de parecer um garoto comum. É verdade que se o diretor Stephen Chbosky (que anteriormente filmou sua própria novela, o ótimo “As Vantagens de Ser Invisível”), tivesse sido fiel ao livro, trabalhando apenas com a visão subjetiva – ou seja, nunca mostrando o rosto do garoto, apenas seu ponto de vista – , o efeito seria menos manipulador. Mas existe uma riqueza na manipulação emocional do diretor, graças ao profundo entendimento que o ator mirim demonstra, e que torna o filme irresistível. Não há truques barato de melodrama sobre a doença da semana em “Extraordinário”. O Auggie que Jacob compõe vive um emaranhado de conflitos e nenhum deles é simples. Os sentimentos são contraditórios. Depois de viver os primeiros dez anos enfurnado dentro de casa, com aulas particulares, o garoto enfrenta o primeiro dia na escola. O capacete de astronauta que ele usa para sai, por sinal, não se presta apenas à analogia de alguém que se esconde, mas também a ideia de que existe um novo planeta a se aventurar, e esse planeta é a Terra, um lugar onde de certa forma Auggie nunca viveu. E então sua vida passa a ser uma montanha de russa de emoções, onde conviverá com crianças de todo tipo e enfrentará a desilusão, a frustração, a dor da rejeição, e também o encantamento e a alegria, todos em estados muito puros. Sim, existe uma ambição grande aqui, uma vontade de vasculhar os sentimentos dos personagens por dentro. A adaptação do roteiro, escrito pelo diretor junto com Steve Conrad (“A Procura da Felicidade”) e Jack Thorne (“Minha Nova Vida”), expande a experiência de rejeição do menino, a certa altura, deslocando o ponto de vista para a irmã Via (vivida de forma intensa por Izabela Vidovic), pelo amigo tolerante (o igualmente ótimo Noah Jupe) e outros personagens, que capturam visceralmente como nascem os mal-entendidos e como há uma propensão a muitas vezes fazermos leituras erradas das pessoas. A analogia pode parecer tola, mas com seus bons sentimentos, o filme convoca os extremistas, judeus e palestinos, norte-americanos e islamitas, sul-coreanos e norte-coreanos para um abraço de tolerância. Tem um ufanismo que lembra muito os filmes de Frank Capra. Como diz, em certo ponto, a menina Summer: “Ao escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil”. De fato, escolher a gentileza vem se tornando uma coisa cada vez mais difícil no mundo, mas quando há uma predisposição, como a que o filme nos oferece – mesmo em quem desconfia sempre das mensagens reconfortantes – , uma luz se acende e é possível se sentir muito bem.
Pedro Coelho enfrenta o “Sr. Severino” no trailer dublado do filme britânico
A Sony divulgou um novo trailer dublado em português de “Pedro Coelho” (Peter Rabbit), híbrido de animação e live action, que combina os famosos bichinhos falantes criados pela escritora britânica Beatrix Potter com humanos interpretados por atores de carne e osso. A prévia reforça a qualidade dos efeitos, que combinam perfeitamente digital e real, além de mostrar a atualização da trama para os dias de hoje. As histórias de Potter sobre o coelho antropomórfico que usa roupas datam de 1902. Em suas primeiras aventuras, Pedro/Peter desobedecia sua mãe para aprontar no jardim do Sr. McGregor, comendo vários cenouras até ser flagrado e perseguido, e acabava doente ao perder um sapato e o casaco na perseguição. A adaptação escrita e dirigida por Will Gluck (“Annie”) transpõe a farra para a casa de campo moderna de McGregor (ou melhor, Severino, na tradução nacional), vivido por Domnhall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”), e aumenta a quantidade de bichinhos falantes. Rose Byrne (“Vizinhos”) também tem um papel de carne e osso, mas a maioria dos atores famosos da produção fazem apenas vozes. A começar por James Corden (“Caminhos da Floresta”), que dubla Peter, ou melhor Pedro Coelho. O resto do elenco inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”). Toda essa gente famosa deve ser ignorada no Brasil por conta da dublagem nacional. Será a primeira vez que “Pedro Coelho” ganhará um filme, mas o personagem já teve algumas adaptações televisivas. Além de uma série animada britânica dos anos 1990, exibida no Brasil pela TV Cultura, ele pode ser visto atualmente numa atração criada por computação gráfica no canal pago Nickelodeon. O filme estreia em 15 de fevereiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Rashida Jones vai escrever e dirigir adaptação de quadrinhos
A atriz Rashida Jones (série “Angie Tribeca”) vai trazer para os cinemas os personagens da revista em quadrinhos “Goldie Vance”. Segundo o site Deadline, ela está escrevendo e irá dirigir a adaptação dos quadrinhos do Boom! Studios, além de assinar a produção em parceria com outra atriz televisiva, Kerry Washington (“Scandal”). Criada pela escritora Hope Larson (que também escreve “Batgirl” na DC Comics) e a artista Brittney Williams (que desenha “Patsy Walker, A.K.A. Hellcat!” na Marvel), a história segue a personagem-título, uma adolescente precoce de 16 anos, filha do gerente de um resort histórico de Miami, que sonha virar detetive e acaba descobrindo os planos de um cartel internacional do crime, hospedado no hotel turístico. O projeto ocupará a agenda de Rashida após ela abandonar a produção de “Toy Story 4”, que estava escrevendo. Ela também vai aparecer em três filmes em 2018, dirigir um documentário sobre seu pai, o músico Quincy Jones, produzir a 2ª temporada de “Claws”, além de estrelar e produzir sua série “Angie Tribeca”, renovada para a 4ª temporada. O filme de “Goldie Vance” será distribuído pela 20th Century Fox, que recentemente adquiriu parte da editora Boom! Studios.
Atriz chinesa de O Reino Proibido será a Mulan de carne e osso da Disney
Após uma busca mundial que durou um ano, a Disney finalmente encontrou sua Mulan de carne e osso. A atriz chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, será a guerreira medieval Hua Mulan na nova versão hollywoodiana do clássico conto chinês. Para chegar na escolhida, a Disney despachou diretores de elenco para cinco continentes e considerou cerca de mil candidatas para o papel, que exige habilidades de artes marciais, capacidade de falar em inglês e carisma de estrela. E deu preferência à atrizes de descendência chinesa, em busca de precisão cultural. Ao final, elegeu aquela que o público chinês já chamava de “irmã fada”, por seu olhar e imagem que transmitem inocência. Longe de ser uma “descoberta”, Liu é uma das atrizes mais populares de sua geração na China, inclusive com passagens anteriores por Hollywood. Ela atuou em inglês na fantasia de artes marciais “O Reino Proibido” (2008), ao lado de Jackie Chan e Jet Li, e na aventura medieval “O Imperador” (2014), com Nicolas Cage. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz também é estrela de produções chinesas de ação, mostrando habilidades como guerreira na franquia “Os Quatro” (foto que ilustra o post), que já rendeu três filmes de artes marciais medievais, além de “O Grande Mestre 3” (2015). Recentemente, ela contracenou com Emile Hirsch em “The Chinese Widow”, filme do dinamarquês Bille August (“Trem Noturno para Lisboa”) que abriu o Festival Internacional de Cinema de Xangai em junho. E estava escalada para estrelar a sci-fi de desastre “Imersion”, de Peter Segal (“Tratamento de Choque”), ao lado de Samuel L. Jackson. Sua fama e beleza também a transformaram em embaixatriz chinesa de grifes como Dior, Tissot, Garnier e Pantene. A escolha da atriz reforça que, ao contrário de “A Bela e a Fera”, a versão com atores de “Mulan” não será um musical, mas um filme de ação. Foi a própria diretora, Niki Caro, quem tinha apontado esse rumo. “Pelo que entendo, não temos canções até agora, para horror dos meus filhos”, ela comentou, em entrevista ao site Moviefone. A diretora neo-zelandesa, que chamou atenção em 2002 à frente de uma história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”, será a primeira mulher a dirigir uma versão “live action” do estúdio, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por seu pioneirismo, ao mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios. Niki Caro realizou recentemente a série infantil “Anne”, disponível no Brasil pela Netflix, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, lançado no começo do ano. Sua relação com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015.
Novo trailer de Pedro Coelho destaca qualidade dos efeitos e da diversão
A Sony divulgou um novo trailer de “Pedro Coelho” (Peter Rabbit), híbrido de animação e live action, que combina os famosos bichinhos falantes criados pela escritora de Beatrix Potter com humanos interpretados por atores de carne e osso. Ainda sem legendas ou dublagem nacional, a prévia reforça a qualidade dos efeitos, que combinam perfeitamente digital e real, além de demonstrar que a atualização da trama para os dias de hoje foi bem sucedida, resultando em piadas literalmente elétricas. As histórias de Potter sobre o coelho antropomórfico que usa roupas datam de 1902. Em suas primeiras aventuras, Pedro/Peter desobedecia sua mãe para aprontar no jardim do Sr. McGregor, comendo vários cenouras até ser flagrado e perseguido, e acabava doente ao perder um sapato e o casaco na perseguição. A adaptação escrita e dirigida por Will Gluck (“Annie”) transpõe a farra para a casa de campo moderna de McGregor (ou melhor, Severino na tradução nacional), vivido por Domnhall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”), e aumenta a quantidade de bichinhos falantes. Rose Byrne (“Vizinhos”) também tem um papel de carne e osso, mas a maioria dos atores famosos da produção fazem apenas vozes. A começar por James Corden (“Caminhos da Floresta”), que dubla Peter, ou melhor Pedro Coelho. O resto do elenco inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”). Toda essa gente famosa deve ser ignorada no Brasil por conta da dublagem nacional. Será a primeira vez que “Pedro Coelho” ganhará um filme, mas o personagem já teve algumas adaptações televisivas. Além de uma série animada britânica dos anos 1990, exibida no Brasil pela TV Cultura, ele pode ser visto atualmente numa atração criada por computação gráfica no canal pago Nickelodeon. O filme estreia em 15 de fevereiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
As Aventuras de Paddington 2 ganha novos pôsteres e seu primeiro trailer americano
A comédia infantil britânica “As Aventuras de Paddington 2” ganhou oito pôsteres internacionais e seu primeiro trailer americano. A prévia da continuação mostra que o simpático ursinho de pelúcia falante continua atrapalhado, além de introduzir os novos personagens vividos por Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) e Brendan Gleeson (“O Guarda”). Na trama, Paddington é confundido com um ladrão e vai parar na cadeia, após ser incriminado pelo personagem de Grant, um mestre dos disfarces – como se pode ver pelos pôsteres. Com roteiro e direção de Paul King, que comandou o longa de 2014, o filme também traz de volta o elenco original, formado por Hugh Bonneville (série “Downton Abbey”), Sally Hawkins (“Godzilla”), Julie Walters (“Brooklyn”), Madeleine Harris (série “Man Down”), Jim Broadbent (“O Bebê de Bridget Jones”), Peter Capaldi (série “Doctor Who”) e Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”) como a voz de Paddington. “As Aventuras de Paddington 2” já estreou no Reino Unido, mas chega apenas em janeiro nos EUA e em fevereiro no Brasil, que será o último país do mundo a exibi-lo.
Uma Dobra no Tempo: Nova fábula da Disney ganha fotos e trailer legendado com belos efeitos visuais
A Disney divulgou um novo pôster, fotos e o segundo trailer legendado de sua fábula contemporânea “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time). A prévia apresenta a premissa e os belos efeitos visuais da produção, destacando o papel de Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como um cientista que faz uma descoberta importante sobre as leis da física e acaba sendo capturado pela escuridão. Cabe a sua filha mais velha, Meg, que ainda é uma criança, a missão de salvá-lo, com a ajuda de seu irmão mais novo e um adolescente corajoso, além de contar com apoio de seres místicos. “Uma Dobra no Tempo” adapta o premiado livro homônimo de Madeleine L´Engle, publicado em 1963, com direção de Ava DuVernay, do elogiado “Selma” (2014), que assim se torna a terceira mulher a dirigir um filme orçado em mais US$ 100 milhões, após Kathryn Bigelow (“K19 – The Widowmaker”, em 2002) e Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), e a primeira negra deste clube seleto. O roteiro é de Jennifer Lee, que escreveu o fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), e o elenco ainda inclui Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”), Andre Holland (do vencedor do Oscar “Moonlight”), Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”) e Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”), que interpretará a protagonista Meg Murry. A estreia está marcada para 29 de março no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos, mas é sujeita a mudanças, já que se trata da mesma data de lançamento do aguardado “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg, e da animação “Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim”.
Nickelodeon cancela séries School of Rock e Nicky, Ricky, Dicky & Dawn
O canal pago americano Nickelodeon anunciou o cancelamento das séries infantis “School of Rock”, baseada na comédia “Escola de Rock” (2003), e “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”. Ambas as séries encerrarão suas tramas em 2018, quando completarão quatro anos no ar. “Estamos extremamente orgulhosos de cada série, e agradecemos aos elencos e equipes pelos seus trabalhos. Os episódios restantes das duas séries continuarão a aparecer no Nickelodeon até 2018”, anunciou o canal em comunicado. “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn” ainda irá exibir toda a 4ª temporada em 2018, mas “School of Rock” tem apenas metade de sua atual temporada (13 episódios) para veicular. Nesta série, o papel de professor de rock, que foi vivido por Jack Black no cinema, é interpretado por Tony Cavalero (da série “Hart of Dixon”), enquanto o papel da diretora da escola coube a Jama Williamson (série “Parks and Recreation”). Entre o elenco de crianças, os mais conhecidos são Lance Lim (série “Growing Up Fisher”), Breanna Yde (série “A Família Hathaways/The Haunted Hathaways”), Jade Pettyjohn (série “The Last Ship”) e Aidan Miner (série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana”). A adaptação foi desenvolvida pelos irmãos Jim e Steve Armogida (produtores das séries “Crash & Bernstein” e “The Return of Jezebel James”). O diretor e o produtor do filme, Richard Linklater e Scott Rudin, também integram a equipe executiva. Já “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn” é uma criação de dois roteiristas veteranos do canal, Michael Feldman (“Sunny Entre Estrelas” e “See Dad Run”) e Matt Fleckenstein (“Victorious” e “iCarly”), e girava em torno de quatro irmãos gêmeos, que tinham 11 anos quando a série começou em 2014.
Trailer legendado e dublado mostra que novo Jumanji é mais comédia que aventura
A Sony divulgou um novo trailer de “Jumanji – Bem-Vindo à Selva”, em versão legendada e dublada. A nova comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson (“Baywatch”) se revela bem diferente do primeiro “Jumanji”, clássico juvenil estrelado por Robin Williams em 1995. Para começar, o tabuleiro mágico é agora um videogame. E além de serem sugados para dentro do jogo, os protagonistas também mudam de aparência. Mas não é só isso. A prévia é assumidamente uma comédia, enquanto o original se apresentava mais como aventura. O trailer mostra como quatro adolescentes se transformam em Dwayne Johnson, Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”) e precisam enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 22 anos. Há ainda destaque para o personagem misterioso – com direito a óculos escuros – de Nick Jonas (série “Kingdom”). O novo “Jumanji” tem direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e estreia marcada para 4 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos EUA (em 20 de dezembro).











