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    3ª temporada de The Last Kingdom ganha primeira foto oficial

    22 de setembro de 2018 /

    A 3ª temporada da série “The Last Kingdom” ganhou sua primeira foto oficial, disponibilizada no Twitter da produção. A imagem traz o ator Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”) como Uhtred, mas com um visual ligeiramente diferente, graças aos cabelos mais curtos. As gravações estão atualmente em andamento no Reino Unido, após a série ser quase cancelada, com a desistência da BBC ao final da temporada anterior. Mas a Netflix, responsável por sua distribuição internacional, assumiu a produção para continuar a contar a história dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson, da série “Ripper Street”). O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o terceiro ano se concentrará no quinto e sexto volumes das Crônicas: “Terra em Chamas” (The Burning Land) e “Morte dos Reis” (Death of Kings). A narrativa conta como Alfredo, já doente e no fim do seu reinado, tenta transmitir um trono seguro para seu filho Eduardo, em meio a novas lutas com os dinamarqueses e novas desavenças com Uhtred. Cornwell escreveu ao todo 10 livros das “Crônicas Saxônicas”. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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    Estrela de 13 Reasons Why vai estrelar série de Frank Miller na Netflix

    12 de setembro de 2018 /

    A atriz Katherine Langford, que viveu Hannah Baker em “13 Reasons Why”, vai estrelar uma nova série da Netflix: “Cursed”, criada pelo quadrinista Frank Miller (“Sin City”). A série se inspirada em um livro inédito criado em parceria por Miller e Thom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), que terá publicação em 2019. A trama acompanha Nimue, uma poderosa garota que, no futuro, se tornará a Dama do Lago da Lenda Arthuriana, responsável por entregar a espada sagrada Excalibur ao rei Arthur. A Netflix descreve a produção como “uma história de amadurecimento cujos temas são familiares ao nosso tempo: o fim do mundo natural, terror religioso, guerra sem sentido, e como encontrar a coragem para ser um líder frente ao impossível”. Langford não deve retornar para a 3ª temporada de “13 Reasons Why”, cuja história se focará em novos casos de bullying.

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    Outlaw King vira Legítimo Rei em trailer equivocado de Sessão da Tarde na Netflix

    20 de agosto de 2018 /

    Em seu desejo de se popularizar no país, a filial nacional da Netflix vem agregando as piores características dos mercados de cinema e TV paga brasileiros. Um novo ponto baixo foi marcado nesta segunda (20/8) com a divulgação dublada do trailer de um filme que supostamente é um dos pontos altos da produção da matriz americana. E que tem sua qualidade sabotada pelo marketing local. Para começar, o velho estigma do título inventado atacou a obra sem piedade. “Outlaw King”, o rei fora-da-lei, expressão que aparece no trailer, virou “Legítimo Rei”, assim mesmo, em construção gramatical inglesa, com o adjetivo à frente do substantivo. Por quê? A palavra “legítimo” é, com o perdão da redundância, o legítimo antônimo de “fora-da-lei”, não seu sinônimo. Haja liberdade criativa! Mas o que se demanda, cada vez mais, inclusive com petições do público para os grandes estúdio, é fidelidade. Os problemas amentam ainda mais quando os atores abrem a boca e, em vez de sotaque escocês, ouve-se vozes conhecidas da Sessão Tarde. “Ishto rasshga… a alma”! “Outlaw King” vai abrir o Festival de Toronto, mas aqui tem marketing de telefilme. Equívoco? Talvez redefinição de público-alvo. Ao buscar atrair a classe D, a Netflix não parece preocupada em alienar os assinantes atuais. Já vimos esse filme antes na TV paga, quando as séries deixaram de ser legendadas para ganhar exibição dublada. Para, daí, serem oferecidas novamente com legendas em canais premium, com assinatura mais cara, elitizando o serviço que antes estava no pacote básico. Se é para ser mais acessível, então porque a tradução não foi além e batizou o rei da Escócia Robert the Bruce como Roberto I, como é conhecido no Brasil? Para não confundir com o outro Rei Roberto, o Carlos? Detalhes tão pequenos, mas que revelam muito sobre as motivações nada educativas por trás da opção da Netflix pela popularização. O filme que originalmente se chama “Outlaw King” é ambientado no começo do século 14 e traz o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como Robert The Bruce, que após ser coroado Rei dos Escoceses enfrenta um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, responsável por ocupar a Escócia e declarar Robert um rei fora-da-lei – daí o título original. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert The Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. “Outlaw King” marca o reencontro de Chris Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). A primeira exibição está marcada para 6 de setembro no Canadá, no evento de gala da abertura do Festival de Toronto, e a estreia em streaming só vai acontecer dois meses depois, em 9 de novembro. O filme também deve ser exibido em circuito limitado nos cinemas dos Estados Unidos, para cumprir regra de classificação ao Oscar.

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    Disney escala intérpretes de Ling e Chien-Po na versão live action de Mulan

    15 de agosto de 2018 /

    Os atores Jimmy Wong (“O Círculo”) e Doua Moua (“Gran Torino”) entraram no elenco da versão live-action de “Mulan”, para interpretarem personagens conhecidos dos fãs da animação clássica da Disney. Wong e Moua interpretarão, respectivamente, os soldados Ling e Chien-Po, companheiros de batalhão de Mulan (Liu Yifei) quando ela se disfarça de homem para ir à guerra no lugar de seu pai. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos e há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, Nikki Caro, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. As filmagens começaram nesta semana, mas a estreia está prevista apenas para março de 2020.

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    Diretora divulga foto das filmagens de Mulan, inspirada em cena do desenho animado

    14 de agosto de 2018 /

    A diretora Niki Caro (da série “Anne with an E”) postou em seu Instagram uma foto do primeiro dia de filmagens da versão com atores de “Mulan”. A imagem traz a jovem atriz chinesa Liu Yifei (“O Reino Perdido”) refletida num lago, com uma tela verde enorme ao fundo para o acréscimo de efeitos visuais. Veja acima. Na legenda, Caro escreveu: “Reflexions” (reflexos), que é também o título de uma música do desenho original da Disney, cantada pela personagem numa cena em ela tem a imagem refletida em várias superfícies, inclusive um lago. Veja abaixo. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. E há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. A estreia está prevista apenas para março de 2020.

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    Robin Hood não sabe se é Karatê Kid ou Batman no novo trailer legendado

    14 de agosto de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou a versão legendada do segundo trailer de “Robin Hood”, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. E a prévia reforça a transformação da nova versão do lendário herói medieval em pastiches de outros personagens. Após a primeira prévia revelar grandes semelhanças com o protagonista da série “Arrow”, agora os paralelos são com o treinamento de “Karatê Kid” e o filme “Batman Begins”, desde a preparação do herói para combater o mal até o combate contra um exército de assassinos comandado por um tirano, sem esquecer da identidade secreta, dos saltos num uniforme com capuz e capa esvoaçante e a obstinação por salvar Gotham, ou melhor Nothingham. O detalhe final fica por conta da trilha sonora escolhida para o trailer, demasiadamente similar à composição de Hans Zimmer no filme da Warner. A ideia é, para não soar depreciativo, diferente de todas as abordagens já tentadas com o personagem, que encanta Hollywood desde que Errol Flyn apareceu com ceroulas e pena na cabeça há 80 anos. Outro diferencial é que o intérprete volta a ser mais jovem que as versões recentes do herói, encarnadas por Kevin Costner e Russell Crowe. Taron Egerton filmou o longa com 28 anos, a mesma idade de Errol Flynn na época do clássico “As Aventuras de Robin Hood” (1938). Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, por isso a diferença está nos detalhes. O elenco do filme inclui Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Festival de Toronto 2018 será aberto com filme da Netflix estrelado por Chris Pine

    14 de agosto de 2018 /

    O Festival de Veneza 2018 não é mais o único a dar as boas vindas às produções da Netflix, após o banimento de Cannes. A organização do Festival de Toronto 2018, principal mostra de cinema da América do Norte, anunciou que a edição deste ano será aberta por “Outlaw King”, uma superprodução medieval da plataforma de streaming, que traz o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como o rei da Escócia Robert the Bruce (conhecido no Brasil como Roberto I). A trama é ambientada no começo do século 14, após Robert the Bruce ser coroado Rei dos Escoceses e enfrentar um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, que ocupou a Escócia e o declarou um fora-da-lei – daí o título em inglês de “Rei Fora-da-Lei”. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert the Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. Com filmagens nos locais onde muitas das batalhas reais aconteceram, “Outlaw King” marca o reencontro de Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). A exibição vai acontecer em 6 de setembro na cidade canadense de Toronto, abrindo o festival, que vai acontecer até o dia 16 de setembro. A estreia em streaming está marcada para 9 de novembro e o filme também deve ser exibido em circuito limitado nos cinemas dos Estados Unidos na mesma data, para cumprir regra de classificação ao Oscar.

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    Mark Hamill entra na 2ª temporada da série Knightfall

    13 de agosto de 2018 /

    O canal pago History confirmou a renovação da série “Knightfall” e anunciou a entrada de Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”) em sua 2ª temporada. Hamill interpretará Talus, um veterano das Cruzadas que sobreviveu a uma década em cativeiro e será importante na trama, com participação recorrente nos próximos episódios. A confirmação da continuidade da produção foi feita sete meses após o final da temporada inaugural. A demora foi creditada ao processo de escolha de um novo showrunner, Aaron Helbing, acostumado a atrações épicas como “Spartacus” e “Black Sails”, que ele produziu anteriormente. “Knightfall” foi um dos lançamentos mais bem-sucedidos da TV paga americana em 2017, com uma média de 2 milhões de telespectadores por episódio (durante três dias contínuos de exibição). A série conta a história da ordem dos Templários, formada por cavaleiros das Cruzadas com o propósito original de libertar a Terra Santa e, após a conquista de Jerusalém, proteger os cristãos que faziam peregrinações ao local. Ficaram conhecidos como Templários em decorrência do local em que se estabeleceram (o monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa). O fervor religioso os tornou poderosíssimos, aumentando seus seguidores e riquezas, por meio de doações de terras e financiamento de suas campanhas. Mas isto causou inveja entre os monarcas da Europa, que alimentavam rumores sobre suas supostas atividades secretas, envolvendo relíquias descobertas na Terra Santa. Como mostrou a 1ª temporada, sua principal missão é encontrar o Cálice Sagrado, também conhecido como Santo Graal, que teria sido usado por Jesus Cristo durante a Santa Ceia. O destino desses guerreiros religiosos foi trágico, como a série começa a demonstrar, após o rei Filipe IV de França passar a persegui-los para apossar-se de suas riquezas e aumentar seu próprio poder. A traição aconteceu numa sexta-feira 13 de 1307, razão pela qual as sextas-feiras 13 têm sido lembradas, mais de 700 anos depois, como amaldiçoadas. Curiosamente, a série foi concebida pelo ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”) em parceria com o produtor Don Handfield (do thriller “O Mensageiro”, estrelado por Renner) e o roteirista Richard Rayner (“Absolutamente Los Angeles”). O elenco contra com Tom Cullen (série “Downton Abbey”), Pádraic Delaney (“O Homem que Viu o Infinito”), Sarah-Sofie Boussnina (série “Bron/Broen”), Simon Merrels (série “Spartacus”), Olivia Ross (minissérie “War and Peace”), Julian Ovenden (“Amor e Revolução”), Ed Stoppard (“Juventude”), Sabrina Bartlett (série “Da Vinci’s Demons”) e Bobby Schofield (“Mar Negro”). A data de estreia da 2ª temporada ainda não foi anunciada.

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    Mulan ganha primeira foto oficial com a atriz de O Reino Proibido

    13 de agosto de 2018 /

    A Disney revelou a primeira foto oficial da da nova versão hollywoodiana da fábula “Mulan”, que traz a atriz chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, como a guerreira medieval Hua Mulan. A divulgação marca o começo das filmagens. Mas a pré-produção já tem quase um ano de trabalho feito. Para definir a intérprete da protagonista, a Disney embarcou numa verdadeira jornada épica, despachando diretores de elenco para cinco continentes, que consideraram cerca de mil candidatas para o papel. Além de dar preferência à atrizes de descendência chinesa, em busca de precisão cultural, a escolhida precisava ter habilidades de artes marciais, capacidade de falar em inglês e carisma de estrela. A escolhida foi anunciada em novembro de 2017. E, longe de ser uma “descoberta”, a nova Mulan já tem inclusive passagens anteriores por Hollywood. Ela atuou em inglês na fantasia de artes marciais “O Reino Proibido” (2008), ao lado de Jackie Chan e Jet Li, e na aventura medieval “O Imperador” (2014), com Nicolas Cage. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz chinesa também é estrela de produções chinesas de ação, mostrando habilidades como guerreira na franquia “Os Quatro”, que já rendeu três filmes de artes marciais medievais, além de “O Grande Mestre 3” (2015). Recentemente, ela contracenou com Emile Hirsch em “The Chinese Widow”, filme do dinamarquês Bille August (“Trem Noturno para Lisboa”) que abriu o Festival Internacional de Cinema de Xangai no ano passado. E está escalada para estrelar a sci-fi de desastre “Imersion”, de Peter Segal (“Tratamento de Choque”), ao lado de Samuel L. Jackson. Sua fama e beleza ainda a transformaram em embaixatriz chinesa de grifes como Dior, Tissot, Garnier e Pantene, e lhe renderam o apelido carinhoso de “irmã fada”, por seu olhar e imagem que transmitem inocência. A foto divulgada, em que a atriz aparece de espada em punho, reforça que, ao contrário de “A Bela e a Fera”, a versão com atores de “Mulan” não será um musical, mas um filme de ação. Tanto é assim que os astros chineses das artes marciais Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”) estão no elenco, respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). Bem diferente da versão animada, o novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. A estreia está prevista apenas para março de 2020.

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    Ator que viveu Mogli será vilão na nova versão de Mulan

    28 de julho de 2018 /

    O ator havaiano Jason Scott Lee, que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee” (1993) e Mogli no filme com bichos reais “O Livro da Selva” (1994), entrou no elenco da versão live-action de “Mulan”, da Disney. O ator, que já está com 51 anos, vai interpretar Bori Khan, um vilão criado para o filme, que buscará vingar a morte de seu pai. Ele se junta à atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, no time de antagonistas do filme. Já Mulan será interpretada pela atriz Liu Yifei (“O Reino Proibido”). Bem diferente da versão animada, o novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. Donnie Yen (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai interpretar seu mentor, Jet Li (“Os Mercenários”) será o Imperador e o novato Yoson An dará vida ao interesse romântico dessa nova versão – Shang no desenho e Chen na nova versão. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). A direção é da neozelandesa Niki Caro (de “Encantadora de Baleias” e da série “Anne”). A estreia está marcada para março de 2020.

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    Vikings ganha trailer épico para retorno repleto de batalhas e confronto entre irmãos

    23 de julho de 2018 /

    O canal pago History divulgou o trailer da segunda metade da 5ª temporada de “Vikings”. A prévia mostra o desenrolar do conflito entre os filhos de Ragnar Lothbrok, que ganha novas reviravoltas e batalhas após uma aliança com o jovem rei Alfred (Ferdia Walsh-Peelo) de Wessex e o retorno de Rollo (Clive Standen) do Reino dos Francos. O grande confronto, porém, é entre Bjorn (Alexander Ludwig) e Ivar (Alex Høgh Andersen). Os novos episódios vão ao ar na temporada de outono, entre setembro e novembro na TV americana. A série, que já foi renovada para sua 6ª temporada, é exibida no Brasil pelo Fox Premium.

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    Novo trailer transforma Robin Hood em “Batman”

    17 de julho de 2018 /

    A Lionsgate divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Robin Hood”, que reforça a identificação da nova versão do lendário herói medieval com as produções de super-heróis da DC Comics. Após a primeira prévia revelar grandes semelhanças com o protagonista da série “Arrow”, agora os paralelos são com o filme “Batman Begins”, desde a preparação do herói para combater o mal até o combate contra um exército de assassinos comandado por um tirano, sem esquecer da identidade secreta, dos saltos num uniforme com capuz e capa esvoaçante e a obstinação por salvar Gotham, ou melhor Nothingham. O detalhe final fica por conta da trilha sonora escolhida para o trailer, demasiadamente similar à composição de Hans Zimmer no filme da Warner. Tem mais. O pôster traz uma espécie de logotipo do herói: uma letra R dentro de um círculo formado por flechas. E como todo fã de quadrinhos sabe, este é o símbolo de Robin, o parceiro do Batman. A ideia é, no mínimo, diferente de todas as abordagens já tentadas com o personagem, que encanta Hollywood desde que Errol Flyn apareceu com ceroulas e pena na cabeça há 80 anos. Outro diferencial é que o intérprete volta a ser mais jovem que as versões recentes do herói, encarnadas por Kevin Costner e Russell Crowe. Taron Egerton filmou o longa com 28 anos, a mesma idade de Errol Flynn na época do clássico “As Aventuras de Robin Hood” (1938). Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, por isso a diferença está nos detalhes. O elenco do filme inclui Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Novo filme de Robin Hood com ator de Kingsman ganha trailer legendado

    20 de junho de 2018 /

    A Paris Filmes finalmente disponibilizou a versão legendada de “Robin Hood – A Origem”, quase dois meses depois do trailer americano já ter se mostrado anticlimático. Afinal, a prévia revela um protagonista com capuz e uniforme verdes, identidade secreta, flechas explosivas, que tem um ajudante negro e quando tira a máscara se comporta como um playboy mimado, além de passar o vídeo inteiro sendo referido como the “Hood” (“o capuz”, palavra, inclusive, destacada no logotipo do filme). Sim, trata-se de um “Arrow” medieval. Embora os criadores dos quadrinhos do Arqueiro Verde tenham se inspirado em Robin Hood para desenvolver o herói, o novo filme parece assumir a rota inversa, transformando o famoso fora-da-lei do folclore inglês num vigilante mascarado, com enormes similaridades ao personagem da série televisiva contemporânea. A ideia é, no mínimo, diferente de todas as abordagens já tentadas com o personagem, que encanta Hollywood desde que Errol Flyn apareceu com ceroulas e pena na cabeça há 80 anos. Quando surgiu, Arqueiro Verde também usava peninha no chapéu. Mas os quadrinhos foram, aos poucos, modificando seu visual, até o capuz se tornar tão marcante que foi escolhido para identificar o personagem como the Hood na 1ª temporada de “Arrow”. Outro diferencial é que o intérprete volta a ser mais jovem que as versões recentes do herói, encarnadas por Kevin Costner e Russell Crowe. Taron Egerton filmou o longa com 28 anos, a mesma idade de Errol Flynn na época do clássico “As Aventuras de Robin Hood” (1938). Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Ou seja, vai enfrentar aqueles que falharam com sua cidade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, apesar de um subtítulo nacional ressaltar que se trata de “A Origem” (Inception?). O elenco do filme inclui Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. Apesar do atraso na divulgação do trailer nacional, a estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, apenas um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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