Kristen Stewart quebra o Twitter ao se assumir gay em participação histórica no Saturday Night Live
A atriz Kristen Stewart chutou o pau da barraca, numa participação histórica no programa humorístico “Saturday Night Live”, exibido ao vivo na noite de sábado (4/2) nos EUA. A estreia da atriz no programa movimentou as redes sociais durante toda a noite, tornando-se um dos assuntos mais comentados no Twitter. Para começar, ela aproveitou para responder alguns tuítes antigos do presidente Donald Trump, que foram especialmente cruéis durante sua separação traumática de Robert Pattinson em 2012, após ser flagrada num caso com o diretor Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). “Estou um pouco nervosa de estar aqui, porque o presidente provavelmente está assistindo. E eu acho que ele não gosta muito de mim…”, comentou, emendando: “Há quatro anos, eu estava namorando esse cara chamado Rob, digo, Robert, e a gente terminou, mas depois voltamos. Por alguma razão, isso deixou Donald Trump insano”. Na época, Trump tuitou 11 vezes sobre a atriz. Um dos posts dizia: “Todo mundo sabe que eu estou certo quando digo que Robert Pattinson deveria largar a Kristen Stewart. Em alguns anos, ele vai me agradecer. Seja esperto, Robert”. Outro acrescentava: “Robert Pattinson não deveria voltar com Kristen Stewart. Ela o traiu e o fez de gato e sapato. É só olhar. Ele pode ter algo muito melhor!”. Ela lembrou alguns destes tuítes, como uma verdadeira obsessão de Trump, e insinuou que, na verdade, o atual presidente americano parecia apaixonado por “Rob”, a ponto de tê-lo convidado para assistir ao concurso de Miss Universo na sua companhia. “Para ser honesta, eu não acho que Donald Trump me odeia. Só estava apaixonado pelo meu antigo namorado”, acrescentou. Foi a deixa para ela assumir com todas as (três) letras, pela primeira vez — e em rede nacional — sua orientação sexual. “O presidente não é um grande fã meu, mas isso é ok. Mas, Donald, se você já não gostava de mim, então você realmente vai passar a me detestar, porque, além de fazer esta apresentação no ‘Saturday Night Live’, eu, tipo, sou sou gay, cara”, disse. Para completar, ao final da esquete, ela ainda soltou um palavrão ao vivo, bastante espontâneo, quando já estavam em cena atrizes do programa que ficaram de boca aberta. “Nunca mais vão me convidar para o programa”, ela percebeu, fazendo o público vibrar ainda mais. Mas não ficou nisso. Numa das esquetes da produção, ela ainda teve cenas quentes com a atriz Vanessa Bayer, num beijão de estourar audiência.
Saturday Night Live faz piada com status de obra-prima de La La Land
Se você pertence à minoria que não achou “La La Land”, recordista em indicações ao Oscar, esta obra-prima que tantos decantam, dê-se por feliz por não morar nos EUA. Lá é crime considerar o musical de Damien Chazelle menos que perfeito. Trata-se, claro, de uma piada, que foi levada à TV no fim de semana pelo programa humorístico “Saturday Night Live”. O esquete exibido no último sábado (21/1) mostra o comediante Aziz Ansari (série “Master of None”) preso e sofrendo um duro interrogatório pelo crime de ter achado o filme apenas bom e não espetacular. Além de ter conquistado 14 indicações ao Oscar 2017, o musical estrelado por Ryan Gosling e Emma Stone também venceu o Globo de Ouro, o Critics Choice, o Festival de Toronto e inúmeros outros prêmios. Mas, como toda unanimidade, já começou a dividir opiniões, com muitos considerando a obra superestimada demais. Como não poderia deixar de ser, a discussão virou piada. Veja abaixo.
Escolinha do Professor Raimundo terá personagens inéditos em sua 3ª temporada
A “Escolinha do Professor Raimundo” foi renovada pela Globo para sua 3ª temporada. A nova versão da atração clássica vem registrando bons índices de audiência e animando a produção a experimentar novidades para o próximo ano. Em entrevista exclusiva ao site Na Telinha, o roteirista do programa, Daniel Adjafre, revelou que há planos de introduzir personagens inéditos, que não faziam parte da “Escolinha” original, em 2017. “Na verdade quando começou em 2015, com sete episódios, a ‘Escolinha’ chegou em forma de homenagem e deu muito certo. Agora, teremos mais liberdade de criar e propor novas coisas, temos certa autonomia maior. A grande maioria dos personagens estão lá e é provável que entrem novos personagens e talvez até originais criados a partir do zero. Quem vai criar sou eu, Péricles Barros (redator) e toda a equipe. Em 2017, a ‘Escolinha’ vem com novidades”, contou. Daniel Adjafre fez parte da “Escolinha do Professor Raimundo” ainda com Chico Anysio, em 2001. “Eu já conhecia os personagens, conhecia o estilo da ‘Escolinha’ e o elenco. Escrever o programa é um ambiente familiar. A preocupação da equipe era manter aqueles personagens com suas caracterizações originais, com aqueles bordões, mas ao mesmo tempo trazer frescor”, explicou. Segundo o autor, a única diferença entre o programa atual e o produzindo há 15 anos é que hoje cada personagem faz pequenas esquetes. “Antigamente, cada um soltava uma piadinha e sentava. Queríamos valorizar cada participação deles”, explicou, sobre a principal mudança até então efetuada na atração.
Roteiros do Zorra podem ser vendidos para concorrentes do Emmy Internacional
A produção do programa humorístico “Zorra” vai aproveitar os contatos realizados durante a cerimônia de premiação do Emmy Internacional em Nova York, onde concorreu como Melhor Comédia, para vender seus roteiros no mercado internacional. Segundo o colunista Flávio Ricco, do UOL, os representantes dos humorísticos concorrentes no Emmy rasgaram elogios para o “Zorra” e quiseram saber se havia possibilidade de comprar os textos do programa brasileiro. Ainda de acordo com Ricco, a rede Globo avaliou esse interesse como algo muito positivo, já que pode marcar mais uma abertura internacional para seus produtos. No ano passado, a Globo vendeu os direitos de adaptação da série “Como Aproveitar o Fim do Mundo” para o remake “No Tomorrow”, da rede americana CW, a partir de contatos feitos justamente numa premiação do Emmy Internacional. Mas a produção não fez muito sucesso e está virtualmente cancelada. “Zorra” concorreu no Emmy com “Dix Pour Cent”, da França, “Puppet Nation ZA”, da África do Sul, e o vencedor “Hoff The Record”, do Reino Unido.
Sucesso da TV brasileira dos anos 1980, Capitão Gay pode virar filme
Um antigo personagem de Jô Soares pode virar filme. Segundo a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, vem aí a comédia do “Capitão Gay”. O personagem era uma espécie de sátira gay do Batman, interpretado por Jô Soares no programa humorístico “Viva o Gordo”, nos anos 1980. Criado por Max Nunes, o personagem era um dos carro-chefe da atração da rede Globo, ao lado de seu fiel assistente, Carlos Suely, vivido por Eliezer Motta. A colunista adianta que o cineasta Matheus Souza (“Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida”) já entregou o roteiro e assinará a direção do longa, que será desenvolvido pela produtora Zola. Entretanto, não é a primeira vez que um filme do “Capitão Gay” é assunto da coluna. Em 2012, Kogut publicou que Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) viveria o personagem no cinema, num filme de José Henrique Fonseca (“Heleno”), com produção da Goritzia. Resta saber como um personagem caricato, que funcionava nos anos 1980, seria visto pelo público mais exigente e politicamente mais correto do século 21. Se bem que o terrível “Crô – O Filme” (2013) foi um sucesso de público.
Guilherme Karam (1957 – 2016)
Morreu o ator Guilherme Karam, que ficou conhecido por papéis marcantes no humorístico “TV Pirata”, em novelas da rede Globo e nos filmes da Xuxa. Ele sofria da doença de Machado-Joseph, uma síndrome degenerativa que compromete a coordenação motora, e estava internado no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio, vindo a falecer na manhã desta quinta-feira (7/7), aos 58 anos de idade. Karam estreou no cinema em 1978, no filme “Tudo Bem”, de Arnaldo Jabor, e se destacou como um travesti em “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, antes de estrear na televisão em 1984, na novela “Partido Alto”, no papel de Políbio, um charlatão explorador. O personagem caiu nas graças do público e abriu-lhe as portas para demonstrar sua capacidade cômica, o que o levou a estrelar o clássico do teatro besteirol brasileiro “As Sereias da Zona Sul”, fazendo par com Miguel Falabella, e integrar o elenco do revolucionário “TV Pirata”, ambos em 1988. Com a proposta de renovar o formato dos humorísticos da Globo, “TV Pirata” reuniu atores jovens de novelas com experiência teatral, em vez dos velhos comediantes tradicionais, e focou sua sátira na própria TV – com “tipos” icônicos como o personagem Zeca Bordoada, apresentador da TV Macho (um contraponto à TV Mulher), que Karam eternizou. Ao lado de Débora Bloch, foi o único ator a fazer parte de todas as temporadas do programa, até 1992. Paralelamente ao “TV Pirata”, ele ainda estrelou seu papel mais popular nas novelas, como o mordomo Porfírio de “Meu Bem, Meu Mal” (1990). Fofoqueiro, Porfírio sempre se intrometia na vida dos patrões e era obcecado por Magda, a personagem vivida por Vera Zimmerman, a quem chamava de “divina Magda”. Depois desse sucesso, participou de “Perigosas Peruas” (1992), “Explode Coração” (1995), “Pecado Capital” (1998), “O Clone” (2001) e a minissérie “Hilda Furacão” (1998). Ele também se notabilizou por fazer parte do elenco dos filmes da apresentadora Xuxa Meneghel, consagrando-se como o vilão favorito das crianças: o Baixo Astral em “Super Xuxa contra Baixo Astral” (1988) e Gorgom em “Xuxa e os Duendes” (2001) e “Xuxa e os Duendes 2” (2002). Ao todo, o ator participou de 17 filmes, entre eles “O Homem da Capa Preta (1986), de Sergio Rezende, “Rock Estrela” (1986), de Lael Rodrigues, “Leila Diniz” (1987), de Luiz Carlos Lacerda, e “Bela Donna” (1998), de Fábio Barreto, no qual contracenou com a americana Natasha Henstridge (“A Experiência”). Afastado do público desde 2005, quando integrou a novela “América”, Karam passou os últimos anos lutando contra sua doença, herdada da mãe, que morreu devido à mesma anomalia genética. Além do ator, outros três irmãos também tiveram a doença, que é rara, incurável e fatal. Diversos amigos tentaram visitá-lo durante o tratamento, mas ele se recusou a ser visto. “Ele não quis nos receber, preferiu que a gente não visse como ele estava. Então, a lembrança que tenho dele é muito saudável, de muita alegria”, contou Claudia Raia ao jornal O Globo, citando também os demais integrantes do elenco do “TV Pirata”, que ele não deixou visitá-lo. Em 2015, a atriz Vera Zimmerman, a divina Magda, já lamentava não poder lhe prestar solidariedade, durante participação no programa “Domingo Show”, da Record. “Ninguém merece passar por isso. A minha vontade é de dar um abraço no Guilherme. Mas se [não receber visitas] é a vontade dele.” Dois de seus maiores sucessos televisivos estão atualmente no ar, em reprises do canal pago Viva: o humorístico “TV Pirata” e a novela “Meu Bem, Meu Mal”.
Dilma vira piada no programa americano Saturday Night Live
A presidente afastada Dilma Rousseff virou piada no programa “Saturday Night Live”, exibido nos Estados Unidos na noite de sábado (21/5). Interpretada pela comediante Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), a personagem apareceu dentro do quadro de telejornal do programa, como convidada para comentar seu processo de Impeachment. Repleto de equívocos e clichês, a participação trouxe “Dilma” usando expressões em espanhol, fumando charuto e bebendo um drinque caribenho. Ela explicou que foi afastada porque disseram que era “muito má presidente”, mas que estava feliz com a “aposentadoria”. “Para mim não tem problema, eu vou para as praias, eu relaxo, aproveito caipirinha, guaraná, moqueca de camarão, feijoada, brigadeiro.” “No Brasil, nós chamamos problemas muito maiores de pequena questão. Nossa economia é uma grande recessão, nossos rios estão contaminados com dejetos humanos e nós temos vírus da zika nos pequenos mosquitos”, ainda tentou relativizar. Perguntada sobre como estava o Brasil para as Olimpíadas, ela disse que faltava fazer apenas “uma ou duas coisinhas”: “Tirar 1 milhão de cocôs do rio e construir todos os prédios”. E sai de cena sambando.
César Macedo (1935 – 2016)
Morreu o ator César Macedo, que ficou conhecido por interpretar o personagem Seu Eugênio na “Escolinha do Professor Raimundo”. Ele estava internado há duas semanas por conta de uma infecção hospitalar, contraída após a realização de uma cirurgia no Hospital Estadual de Franco da Rocha (SP), sofreu um choque séptico causado por uma pneumonia e faleceu aos 81 anos. Segundo a família, o ator havia sido diagnosticado com o mal de Alzheimer e lutava contra a depressão desde a morte da mulher, em 2012. O comediante falou do problema no programa do apresentador Gugu Liberato, na Record, em 2015. Ele participou do elenco original da “Escolinha do Professor Raimundo”, programa apresentado por Chico Anysio que estreou na TV em 1990. De cabelos arrepiados como os de Albert Einstein, seu personagem, o Seu Eugênio eternizou o bordão “Pode perguntar que comigo é na manteiga”. Após o fim da atração da Globo, César Macedo levou seu personagem à outras configurações do programa, como a “Escolinha do Barulho”, da rede Record, entre 1999 e 2001, e na “Escolinha do Gugu”, seu último trabalho na TV, em 2009. A amizade com Gugu lhe rendeu um presente em 2011, a reforma de sua casa. O apresentador ainda voltou a ajudá-lo no ano passado, quando ele apareceu bem debilitado no palco de seu programa, acusando os filhos de abandono e exploração. Além de estrelar programas humorísticos, César Macedo também participou da pornochanchada “O Campineiro, Garotão Para Madames” (1981) e da novela “O Fim do Mundo” (1996). Paulo Cintura, que trabalhou com ele nas diversas encarnações da “Escolinha”, prestou uma homenagem ao amigo no Facebook. “Notícia muito triste”, escreveu na legenda de uma foto em que os dois aparecem juntos.







