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  • Música

    Roteirista de A Múmia acusa produtor mais bem-sucedido do hip-hop de estupro

    1 de dezembro de 2017 /

    Um dos produtores mais influentes do mundo do hip-hop americano, Russell Simmons, foi acusado de estupro pela roteirista Jenny Lumet (“O Casamento de Rachel”, “A Múmia”), filha do famoso cineasta Sidney Lumet. Ela assinou uma coluna na revista The Hollywood Reporter em que afirma, com muitos detalhes, ter sido estuprada por Simmons em 1991, aos 24 anos. É a segunda denúncia de abuso sexual contra o produtor. No começo do mês, ele negou a denúncia da modelo Claussen Khalighi, que alegava também ter sido atacada em 1991, quando tinha 17 anos. Diante da repercussão negativa, com vários cancelamentos de negócios, Simmons anunciou na quinta-feira (30/11) sua aposentadoria. Simmons é, disparado, o empresário mais bem-sucedido do hip-hop. O que começou com festas de bairro em Nova York no final dos anos 1970 explodiu após ele assumir o gerenciamento da carreira de seu irmão Joseph Simmons, mais conhecido como o Run da banda Run-DMC. O estouro da gravação de “Walk This Way”, primeiro rap exibido na MTV em 1986, foi o empurrão que faltava para dar visibilidade a seu primeiro grande investimento, uma gravadora chamada Def Jam Recordings, que revolucionou o nascente gênero musical ao revelar Beastie Boys, LL Cool J e Public Enemy na década de 1980. Mas não ficou nisso. Nos anos seguintes, a gravadora ainda revelaria Kanye West, Jay-Z e Rihanna. Ele também criou as grifes de moda Phat Farm e Tantris. E virou produtor de cinema em 1985, ao lançar “Krush Groove”, um musical de hip-hop estrelado por Run-DMC, Fat Boys, New Edition, Kurtis Blow, Sheila E e os Beastie Boys. O filme seguinte, “Tougher Than Leather” (1988), só com o Run-DMC, inaugurou sua produtora cinematográfica, Def Pictures. Jenny Lumet iniciou a carreira como atriz neste filme. O produtor encontrou ainda mais sucesso ao se voltar às comédias, como o longa “O Professor Aloprado” (1996) e o programa humorístico “Def Comedy Jam”, exibido pela HBO desde 1992. O sucesso da atração televisiva deu origem a diversos especiais de humor e stand-up no canal pago americano. Após a nova denúncia, a HBO emitiu um comunicado anunciando que tiraria o nome de Simmons dos programas e que não faria mais projetos com ele. O empresário negou as acusações, mas explicou que acredita que as recentes revelações de casos de abuso e assédio sexual por parte de celebridades masculinas o fizeram refletir. “Embora jamais tenha sido violento, frequentemente não mostrei consideração e sensibilidade em muitas de minhas relações ao longo dos anos, e me desculpo sinceramente”, ele disse, em comunicado. “As vozes dos que não têm voz, os que foram feridos ou degradados, merecem ser escutadas. Quando os cenários do poder abrem caminho a uma nova geração, não desejo ser uma distração, assim me retiro dos negócios que criei”, completou. A inclusão de Simmons nos escândalos sexuais que abalam a indústria do entretenimento também deve cancelar a produção de um filme sobre história da gravadora Def Jam, que estava em desenvolvimento na Fox. Inspirado no livro “Life and Def: Sex Drugs Money + God”, biografia de Simmons escrita por Nelson George (consultor da série “The Get Down”), o filme tinha roteiro de Kenya Barris, criador da série “Black-ish”.

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  • Série

    Brasil fica sem Emmy Internacional em premiação que privilegiou produções britânicas

    21 de novembro de 2017 /

    País com mais indicados, o Brasil não venceu nenhum prêmio da Academia Internacional da Televisão durante a entrega do Emmy Internacional na noite de segunda (20/11), em Nova York. Produções brasileiras disputavam 9 troféus entre as 11 categorias da premiação (sendo que uma delas é exclusiva para produções dos Estados Unidos). “Justiça” era o único programa com mais de uma indicação na lista inteira, disputando como Melhor Série de Drama e Melhor Atriz (Adriana Esteves). Mas, no final, o Brasil não venceu nem a disputa de novela, onde concorria com dois títulos (“Totalmente Demais” e “Velho Chico”). A premiação acabou celebrando a TV britânica, premiando os astros mais conhecidos do público mundial nas categorias de atuação: Kenneth Branagh e Anna Friel, respectivamente Melhor Ator e Atriz pelas séries policiais “Wallander” e “Marcella”. A Melhor Comédia também foi uma produção britânica, o especial “Alan Partridge’s Scissored Isle”. Já o prêmio de Melhor Série de Drama ficou com a 2ª temporada do suspense nórdico “Mammon”, da Noruega. Além dos talentos na disputa, o diretor da Televisa, Emilio Azcárraga Jean, recebeu um prêmio especial na cerimônia, que previa homenagear também Kevin Spacey (série “House of Cards”). Mas, após os escândalos sexuais envolvendo o ator, esta homenagem foi cancelada. Confira abaixo a lista completa dos premiados. VENCEDORES DO PRÊMIO EMMY INTERNACIONAL 2017 Melhor Série de Drama “Mammon II” – Noruega Melhor Comédia “Alan Partridge’s Scissored Isle” – Reino Unido Melhor Telefilme ou Minissérie “Ne m’abandonne pas” – França Melhor Ator Kenneth Branagh em “Wallander” – Reino Unido Melhor Atriz Anna Friel em “Marcella” – Reino Unido Melhor Série Curta “Familie Braun” (“The Braun Family”) – Alemanha Melhor Novela “Kara Sevda” (“Endless Love”) – Turquia Melhor Documentário “EXODUS: Our Journey to Europe” – Reino Unido Melhor Programa Artístico “Hip-Hop Evolution – The Foundation” – Canadá Melhor Programa de Variedades/Reality Show “Sorry Voor Alles” (“Sorry About That”) – Bélgica Melhor Programa Americano em Língua Estrangeira “Sr. Ávila” – EUA

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  • Etc,  Filme,  Série

    Gal Gadot causa frisson ao beijar Kate McKinnon como Mulher-Maravilha no programa Saturday Night Live

    8 de outubro de 2017 /

    A atriz Gal Gadot foi a convidada especial do programa “Saturday Night Live” exibido na noite passada (7/10) nos Estados Unidos. E os produtores devem ter levado em conta a campanha para que Mulher-Maravilha se revele bissexual no próximo filme, porque, entre os esquetes da produção, ela reviveu seu papel como princesa das amazonas experimentando um beijo sensual em Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”). Infelizmente para a comediante, que interpreta uma lésbica assumida – e também para muitos fãs – , a princesa diz não ter sentido nada após o beijão. Não foi a esquete mais engraçada da participação de Gadot, nem a única referência a seu papel como Mulher-Maravilha, mas foi a que causou maior repercussão. Mais até que seu hilário encontro romântico com o recém-libertado da prisão O.J. Simpson (Kenan Thompson). Confira abaixo o super-beijo da mulher maravilhosa.

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  • Série,  TV

    Brasil é o país com mais indicações no Emmy Internacional, dominado pela Globo

    27 de setembro de 2017 /

    A Academia Internacional da Televisão divulgou a lista de indicados ao Emmy Internacional de 2017, premiação que acontece em 20 de novembro, em Nova York. E o Brasil é o país com mais indicações, disputando 9 troféus entre as 11 categorias da premiação (sendo que uma delas é exclusiva para produções dos Estados Unidos). Entre as indicações brasileiras, seis são para produções ou talentos da Globo. Foi o canal com mais nomeações, entre todos os concorrentes. Outra curiosidade: “Justiça” é o único programa com mais de uma indicação na lista inteira, disputando como Melhor Série de Drama e Melhor Atriz, com Adriana Esteves. A lista ainda destaca “Alemão”, a versão minissérie do filme de José Eduardo Belmonte, e a comédia “Tá no Ar”, que renovou o humor da Globo. A indicação confirma o acerto de tom. Também é descarado o domínio da emissora carioca na categoria de novelas, manifestado pela presença de duas realizações: “Totalmente Demais” e “Velho Chico”. Mas já surgem os primeiros reflexos da renovação esboçada pela Lei da TV paga, com a indicação de Julio Andrade como Melhor Ator pela série da Fox “Um Contra Todos”, e “Crime Time”, produção do Studio+ para dispositivos portáteis, indicada como Melhor Série de Curta Duração. Para completar, o humorístico “Porta dos Fundos” disputa como Melhor Programa Artístico pelo espetáculo “Portátil”. Os concorrentes internacionais mais famosos vem do Reino Unido. Kenneth Branagh e Anna Friel foram nomeados nas categorias de Melhor Ator e Atriz, respectivamente pelas séries policiais “Wallander” e “Marcella”. Além dos talentos na disputa, o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) e o diretor da Televisa, Emilio Azcárraga Jean, receberão prêmios especiais na cerimônia. Confira abaixo a lista completa dos indicados. INDICADOS AO PRÊMIO EMMY INTERNACIONAL 2017 Melhor Série de Drama “Justiça” – Brasil “Mammon II” – Noruega “Moribito: Guardian of the Spirit” – Japão “Wanted” – Austrália Melhor Comédia “Alan Partridge’s Scissored Isle” – Reino Unido “Callboys” – Bélgica “Rakugo The Movie” – Japão “Tá No Ar” – Brasil Melhor Telefilme ou Minissérie “Alemão” – Brasil “Ne m’abandonne pas” – França “Reg” – Reino Unido “Tokyo Trial” – Japão Melhor Ator Julio Andrade em “Um Contra Todos” – Brasil Kenneth Branagh em “Wallander” – Reino Unido Zanjoe Marudo em “Maalaala Mo Kaya” (“Remembering”) – Filipinas Kad Merad em “Baron Noir” – França Melhor Atriz Adriana Esteves em “Justiça” – Brasil Anna Friel em “Marcella” – Reino Unido Sonja Gerhardt em “Ku’damm 56” (Ku’damm 56 – Rebel With a Cause) – Alemanha Thuso Mbedu em “Is’thunzi” – África do Sul Melhor Série Curta “Ahi Afuera” – Argentina “The Amazing Gayl Pile” – Canadá “Crime Time” – Brasil “Familie Braun” (“The Braun Family”) – Alemanha Melhor Novela “30 Vies – Isabelle Cousineau” – Canadá “Kara Sevda” (“Endless Love”) – Turquia “Totalmente Demais” – Brasil “Velho Chico” – Brasil Melhor Documentário “EXODUS: Our Journey to Europe” – Reino Unido “The Phone of the Wind: Whispers to Lost Families” – Japão “Le Studio de la Terreur” – França “Tempestad” – México Melhor Programa Artístico “Hip-Hop Evolution – The Foundation” – Canadá “Never-Ending Man: Hayao Miyazaki” – Japão “Portátil” – Porta dos Fundos – Brasil “Robin de Puy – Ik ben het allemaal zelf” (Robin’s Road Trip) – Holanda Melhor Programa de Variedades/Reality Show “Escuela Para Maridos Colombia” – Colômbia “Fan Pan Tae Super Fan” – Tailândia “Sorry Voor Alles” (“Sorry About That”) – Bélgica “Taskmaster” – Reino Unido Melhor Programa Americano em Língua Estrangeira “Hasta Que Te Conocí” (“Until I Met You”) – EUA “La Voz Kids” – EUA “Odisea de los Niños Migrantes” (“South to North: Migrant Children”) – EUA “Sr. Ávila” – EUA

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  • Série

    Netflix vira uma piada com intervenções de comediantes em sua programação

    18 de setembro de 2017 /

    A Netflix é uma piada, diz a campanha de divulgação da nova leva de especias de comédia stand-up da plataforma. Dois comerciais levam este conceito para “dentro” da própria Netflix, inserindo os comediantes Dave Chappelle, Ellen DeGeneres, Chris Rock e Jerry Seinfeld em cenas das séries mais emblemáticas da empresa, “Stranger Things”, “House of Cards”, “Orange Is the New Black” e “The Crown”. Os vídeos tem direção de Neal Brennan (criador do “Chappelle’s Show”) e ainda incluem uma interação extra entre o falastrão Seinfeld e o calado Frank Underwood (Kevin Spacey) de “House of Cards”. O próximo especial de stand-up da companhia é justamente “Jerry Before Seinfeld”, que estreia na terça (19/9).

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  • Etc

    Especial de stand-up de Jerry Seinfeld ganha trailer legendado

    30 de agosto de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Jerry Before Seinfeld”, o primeiro de dois especiais que o comediante Jerry Seinfeld fará para a plataforma de streaming. Com foco no início de sua carreira, Seinfeld revisita piadas antigas e apresenta inéditas na atração, que inclui imagens de arquivo, mas tem como centro narrativo um show do comediante num cenário de clube de stand-up. Além dos especiais, o programa “Comedians in Cars Getting Coffee” também irá para Netflix – deixando a plataforma Crackle. O contrato milionário assinado pelo comediante também prevê que ele passe a atuar como curador da programação de comédia do gigante do streaming. E, de fato, alguém precisa “curar” a empresa que nas últimas semanas lançou “Friends from College” e “Disjointed”, as duas piores séries do ano. “Jerry Before Seinfeld” estreia em 19 de setembro.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Paulo Silvino (1939 – 2017)

    27 de agosto de 2017 /

    Morreu o comediante Paulo Silvino, que lutava contra um câncer no estômago. Ele faleceu em casa, no Rio, na quinta-feira (17/8), aos 78 anos. Segundo a família, Silvino chegou a ser submetido a uma cirurgia no ano passado, mas o câncer se espalhou e a opção da família foi que ele fizesse o tratamento em casa. Paulo Ricardo Campos Silvino nasceu no Rio de Janeiro em 27 de julho de 1939 e cresceu nas coxias do teatro e nos bastidores da rádio. Isso porque seu pai, o comediante Silvério Silvino Neto, conhecido por realizar paródias de figuras públicas no Brasil dos anos 1940 e 1950, levava o menino para acompanhar seu trabalho. “Eu nasci nisso. Com seis, sete anos de idade, frequentava os teatros de revista nos quais o papai participava. Ele contracenava com pessoas que vieram a ser meus colegas depois, como o Costinha, a Dercy Gonçalves.”, disse o ator em entrevista ao Memória Globo. Ele pisou num palco pela primeira vez aos nove anos de idade, quando se atreveu a soprar as falas para um ator de uma peça que o pai participava. Mas em vez de ator, quase virou roqueiro. Tinha aulas de música com a mãe, a pianista e professora Noêmia Campos Silvino. E chegou a formar uma banda na adolescência, com feras como Eumir Deodato (teclados), Durval Ferreira (guitarra) e Fernando Costa (bateria). Depois de uma passagem pelo rádio, se juntou ao elenco da TV Rio, de onde saiu para a recém-fundada TV Globo em 1966, para apresentar o “Canal 0”, programa humorístico que satirizava a programação das emissoras de TV. Participou de programas clássicos do humorismo da Globo, coo “Balança Mas Não Cai” (1968), “Faça Humor, Não Faça Guerra” (1970), “Satiricom” (1973), “Planeta dos Homens” (1976), “Viva o Gordo” (1981) e “Zorra Total” (1999), criando personagens e bordões que marcaram época, como Severino (que analisa “cara e crachá”) e o mulherengo Alceu. Silvino também desenvolveu prolífica carreira cinematográfica, tanto à frente quanto atrás das câmeras. Ele começou ainda na época das chanchadas, em “Sherlock de Araque” (1957), filme estrelado por Carequinha e Costinha, e acabou se envolvendo em produções de Carlos Imperial, como “O Rei da Pilantragem” (1968) e “Um Edifício Chamado 200” (1973). Entre um filme e outro, teve uma peça que escreveu adaptada para as telas, “Ascensão e Queda de um Paquera” (1970). A experiência o inspirou a virar roteirista, e ele passou a assinar pérolas da pornochanchada, como “Com a Cama na Cabeça” (1972), “Café na Cama” (1973), “Um Varão entre as Mulheres” (1974), “O Padre que Queria Pecar” (1975), “A Mulata que Queria Pecar” (1976), “Os Melhores Momentos da Pornochanchada” (1978) e “Assim Era a Pornochanchada” (1978). Nos últimos anos, com o boom das globochanchadas, voltou a aparecer no cinema, tornando mais engraçadas as comédias “Muita Calma Nessa Hora 2” (2014), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final” (2015) e “Gostosas, Lindas e Sexies” (2017). “Ah, como era grande” o seu talento. “O Paulo Silvino era a pessoa que mais me fazia rir”, disse Jô Soares para o G1. “De todos os meus colegas comediantes, era o que mais me fazia rir. Sempre inventava coisas diferentes. O mais ‘tonto’, o mais irreverente. Uma figura maravilhosa, com uma generosidade fantástica”.

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  • Série

    Luan Santana revela participação no novo programa de Os Trapalhões

    15 de junho de 2017 /

    Após participar do capítulo final da novela “Rock Story”, Luan Santana voltou a gravar uma participação numa produção da Globo. Desta vez, para mostrar seus dotes cômicos. Ele revelou em seu Instagram uma foto em que aparece ao lado dos Trapalhões Renato Aragão e Dedé Santana, além do ator Oscar Magrini. “Honra, né?! Está louco”, ele escreveu na legenda. Curiosamente, no texto ele se refere às gravações como um especial de 40 anos de “Os Trapalhões”. Mas o aniversário, na verdade, foi em março. Atualmente, a Globo produz um revival do programa clássico, com participação de Didi (Aragão) e Dedé (Santana) e uma nova geração de humoristas recriando os papéis do quarteto original. Um deles é Mumuzinho, que revive o saudoso Mussum e também postou uma foto ao lado de Luan Santana em seu Instagram. Veja abaixo. O novo programa de “Os Trapalhões” ainda não tem data definida para estrear. Ontem, no Especial de 40 anos de "Os Trapalhões". Honra, né?! Tá looco ? Uma publicação compartilhada por Luan Santana (@luansantana) em Jun 14, 2017 às 12:02 PDT Ontem tive a felicidade de receber esse cara que transborda simplicidade e humildade. Obrigado @luansantana pelo carinho de sempre, foi um prazer pra você contracenar comigo ???? #ostrapa2017 Uma publicação compartilhada por Mumuzinho (@mumuzinhoc) em Jun 14, 2017 às 6:47 PDT

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    João Elias (1945 – 2017)

    10 de junho de 2017 /

    Morreu o comediante João Elias, intérprete do personagem Salim Muchiba no programa humorístico “Escolinha do Professor Raimundo”, aos 72 anos. Ele estava internado há mais de um mês em Catanduva (SP) no Hospital Padre Albino, onde sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) durante uma cirurgia vascular de carótidas. Ele se recuperava no quarto, quando o quadro de saúde piorou. João Elias era de Catanduva e começou sua longa carreira como humorista na rádio da cidade, quando ainda era criança. Aos 20 anos, foi levado por Adoniram Barbosa para a TV Record, onde interpretou o personagem Zé Vitrola no programa “Papai Sabe Nada”. Antes de entrar na “Escolinha do Professor Raimundo”, ele chegou a trabalhar com Chico Anysio no cinema, na comédia sexual “O Doce Esporte do Sexo” (1971). Também participou de “Rockmania” (1986) e trabalhou como produtor dos filmes “Quatro Contra o Mundo” (1970) e “Amor Maldito” (1984). Mas foram suas participações no programa do Professor Raimundo (Chico Anysio), a partir de 1991, que o tornaram conhecido do grande público. Seu Salim Muchiba era um turco caricato, que só queria dar respostas à prestações na sala de aula e ainda se envolvia sempre em discussões com o judeu Samuel Blaustein (Marcos Plonka). O personagem sobreviveu ao fim do programa, aparecendo em outras encarnações da “Escolinha”, como “Escolinha do Barulho” e “Escolinha do Gugu”, na Record. Nesta última, João Elias também interpretou o caipira Zé Bento.

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  • Série

    Globo planeja demitir humoristas veteranos do Zorra

    8 de junho de 2017 /

    A Globo estaria planejando uma devassa no programa “Zorra”. O colunista Flavio Ricco, do UOL, apurou que a rede pretende demitir os humoristas mais antigos de sua atração humorística após as gravações da temporada, que se encerram em outubro. Estes integrantes não se encontram nos planos da emissora para 2018. Na lista, constam os nomes de Toni Tornado, Anselmo Vasconcelos, José Santa Cruz, Antônio Pedro, Isio Ghelman, Nizo Neto, Bernardo Schlegel, Tadeu Melo, Renata Ricci, Renata Tobelem, Cris Pompeo, Claudio Cinti, Alexandre Regis e Roberto Guilherme, entre outros. A partir da mudança de nome, de “Zorra Total” para simplesmente “Zorra”, o programa entrou em processo de reformulação constante, que tem privilegiado uma nova geração de humoristas. Graças a esta estratégia, renovou seu humor, aumentou sua audiência e até foi indicado ao prêmio Emmy Internacional de Melhor Comédia. Com o “Zorra” vivendo seu melhor momento de audiência e repercussão, a Globo teria decidido aposentar os veteranos da primeira versão do programa. Contatada pelo colunista, a Globo, por meio de sua assessoria de Comunicação, disse que “é um processo natural e faz parte da dinâmica de um programa tão longevo como o ‘Zorra’ estar em constante renovação. A entrada e saída de atores do elenco a cada temporada faz parte disso”.

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    Sérgio Mallandro desenvolve série de humor para a Netflix

    19 de abril de 2017 /

    Sérgio Mallandro está desenvolvendo uma nova série de ficção para a Netflix. “Estou criando uma série agora para a Netflix. A gente deve começar a gravar depois de julho, com uns 13 ou 15 episódios. O personagem é o Sérgio Mallandro, com as minhas coisas, meus bordões, ‘ié-ié’. É uma história de ficção, mas com meu nome mesmo, com algumas partes do meu cotidiano. Estamos acabando o roteiro agora. É muito interessante. Não pode dar moleza para tristeza, malandragem”, contou, em entrevista ao site Notícias da TV. A nova série, ainda sem previsão de estreia, será o primeiro trabalho televisivo do humorista desde 2015, quando atuou no “Ferdinando Show”, programa humorístico do canal pago Multishow.

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  • Etc

    Drunk History estreia no Brasil com direito a vomitadas

    10 de abril de 2017 /

    A versão brasileira da “Drunk History” estreia no Comedy Central já com histórias de bastidores. “Dois narradores foram parar no hospital, algumas vomitadas, umas em cena e outras que soubemos só depois que a pessoa chegou em casa”, contou o diretor Amilcar de Oliveira ao UOL, sobre as gravações. Intitulada em português “A História Bêbada – Drunk History”, a série de esquetes reúne convidados para narrar um acontecimento marcante da História do Brasil, com o diferencial de que eles precisam estar completamente bêbados. E a produção depois encena com atores os fatos do jeito como foram contados. Consultor artístico do projeto e um dos narradores, Danilo Gentili foi escolhido para narrar o romance entre Dom Pedro I e a Marquesa de Santos. O apresentador conta que aceitou fazer parte do programa pela possibilidade de risadas que a atração vai proporcionar. “Bêbado é engraçado, fala besteira, fala coisa sem graça. O segredo para contar uma boa história é ser muito objetivo, quando você fica bêbado, isso é a primeira coisa que vai embora, o bêbado fica prolixo e cada um reage de um jeito diferente à bebida”, conta. Alem de Gentili, outros 22 narradores entre atores, atrizes, roteiristas e comediantes foram convidados para encherem a cara em frente às câmeras, para um total de oito episódios, que começam a ser exibidos na noite desta segunda (10/4) no canal pago Comedy Central. Criado pelo canal de humor do Youtube “Funny or Die”, “Drunk History” já contou com atores famosos em sua versão original, como Winona Ryder, Alfred Molina, Bob Odenkirk, Owen Wilson, Jack Black, Will Ferrell, Bill Hader e Kristen Wiig.

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  • Filme

    Danilo Gentili vai comandar versão brasileira do humorístico Drunk History

    8 de fevereiro de 2017 /

    O programa humorístico “Drunk History”, que faz sucesso nos Estados Unidos por colocar celebridades bêbadas para narrarem fatos históricos, vai ter uma versão brasileira, com narração e consultoria editorial e artística de Danilo Gentili. Batizada de “A História Bêbada – Drunk History”, a versão brasileira é uma parceria da Mixer Films com os canais Comedy Central e SBT. As esquetes serão exibidas pelo canal pago Comedy Central e também no programa “The Noite”, talk show apresentado por Danilo no SBT. Criado pelo canal de humor do Youtube “Funny or Die”, o “Drunk History” traz, a cada episódio, um artista convidado para narrar, entre um drink e outro, sua versão de uma fato histórico, enquanto um grupo de atores interpreta a narrativa, respeitando as situações insanas que a bebedeira inspirar. Na versão norte-americana, “Drunk History” já contou com atores famosos, como Winona Ryder, Alfred Molina, Bob Odenkirk, Owen Wilson, Jack Black, Will Ferrell, Bill Hader e Kristen Wiig para dar vida às narrativas alucinadas. Veja embaixo alguns episódios da série original.

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