Kevin Spacey volta à tona como predador de “boys” em trailer de filme sobre escândalo real
A TGV Pictures, distribuidora da Malásia, jogou no YouTube o trailer de “Billionaire Boys Club”, que chama atenção por trazer à tona um papel de Kevin Spacey, após ele ser denunciado por assédio sexual. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, premiado com dois Oscars, optando por vetar seu lançamento. Mas “Gore” não era o único filme finalizado que foi tolhido pelo movimento #MeToo. “Billionaire Boys Club” também quase prometia ficar esquecido, apesar de juntar dois dos atores jovens mais quentes do momento, Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”). O filme foi produzido em meados de 2016, quando os dois estavam começando a chamar atenção, mas sua estratégia de aproveitar o sucesso da dupla para conseguir maior visibilidade saiu pela culatra com o excesso de visibilidade do caso de Spacey. Sem a mesma verba de Ridley Scott para refilmar “Todo o Dinheiro do Mundo”, os produtores se viram sem alternativas para recuperar o investimento. E viram-se numa armadilha não muito diferente da experimentada pelos personagens da trama. Escrito e dirigido por James Cox (“Tudo em Família”), o longa é, ainda por cima, inspirado por um escândalo real, ao narrar como um grupo de estudantes ricos de Los Angeles se deixam engabelar por um golpista nos anos 1980 e arquitetam um esquema para ganhar dinheiro de forma fácil, convencendo diversos amigos a investirem em seu negócio. Até que o pilantra sumiu com todo o dinheiro, deixando-os endividados e incriminados. A história virou um caso criminal famoso e não terminou nada bem para nenhum dos personagens. Foi tão midiático que chegou a ganhar um telefilme em 1987, estrelado por um jovem ator em ascensão na época, Judd Nelson, logo após estrelar “O Clube dos Cinco” – no papel agora vivido por Ansel Elgort. O próprio Judd Nelson integra o elenco da nova versão, numa homenagem, ao lado ainda de Emma Roberts (série “Scream Queens”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Billie Lourd (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Rosanna Arquette (série “Ray Donovan”). O surgimento do trailer veio acompanhado de data de estreia. Mas a decisão de ir adiante com um filme que mostra Kevin Spacey abusando de imberbes autodenominados “boys” é indigesta demais, diante das acusações de pedofilia que pesam contra o ator – que, para se defender, resolveu se assumir homossexual, ultrajando também a comunidade LGBT+. A estreia está marcada para o dia 3 de agosto.
White Boy Rick: Matthew McConaughey é pai de traficante juvenil em trailer legendado de drama real
A Sony divulgou sete fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado de “White Boy Rick”, filme de gângsteres estrelado por Matthew McConaughey (vencedor do Oscar por “Clube de Compra Dallas”) e baseado numa história verídica. O tom, que pincela eventos dramáticos com cenas de ação e humor negro, lembra o recente “Feito na América”, com Tom Cruise, também baseado em fatos reais, passado na mesma época e com desdobramentos similares. A trama gira em torno de uma família da classe trabalhadora de Detroit nos anos 1980, e mostra como o filho adolescente do personagem de McConaughey é atraído para o submundo das drogas, vira traficante, rei do crime, é preso e se transforma em informante do FBI, tudo isso aos 15 anos de idade. O jovem estreante Richie Merritt vive o personagem-título e o elenco ainda inclui Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Bruce Dern (também de “Os Oito Odiados”), Piper Laurie (“Twin Peaks”), Bel Powley (“O Diário de uma Adolescente”), RJ Cyler (“Power Rangers”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”), Rory Cochrane (série “CSI: Miami”), Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) e Jonathan Majors (minissérie “When We Rise”). O roteiro foi escrito pelos irmãos gêmeos Logan e Noah Miller (ambos de “Sweetwater”) e Andy Weiss (“Intermediário.com”), e finalizado por Steve Kloves (roteirista dos sete filmes da franquia “Harry Potter”). A direção é do francês Yann Demange (“71: Esquecido em Belfast”) e a estreia está marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Shailene Woodley enfrenta catástrofe marítima no novo trailer de Vidas a Deriva
A produtora americana STX divulgou o novo pôster e o segundo trailer de “Vidas à Deriva” (Adrift), drama de sobrevivência baseada em história real, que mostra Shailene Woodley (“Divergente”) e Sam Claflin (“Jogos Vorazes: Em Chamas”) perdidos em alto-mar. A prévia de quase três minutos conta praticamente toda a história, do começo romântico ao final trágico, deixando em aberto apenas a resolução. Com roteiro dos gêmeos Aaron e Jordan Kandell, responsáveis por “Moana” (2016) – que também é uma aventura marinha – , a trama mistura romance e catástrofe, ao acompanhar um casal em viagem por mar do Taiti aos Estados Unidos. Após seu barco ser atingido por um enorme furacão, a mulher acorda no barco semidestruído e com o rapaz desaparecido. Desesperada, ela percebe que terá que manobrar o barco sozinha, cruzando mais de 1,5 mil km pelo oceano Pacífico até o Havaí, contra os desafios que se sucedem. O filme tem direção do islandês Baltasar Kormákur, que volta a enfrentar a natureza, após “Evereste” (2015). Sai a neve, entra o sol à pino, mas o clima trágico permanece inalterado. A estreia está marcada para 9 de agosto no Brasil, três meses após o lançamento nos Estados Unidos.
Joaquin Phoenix é cartunista quadriplégico no trailer de novo longa de Gus Van Sant
A Amazon divulgou um novo trailer de “Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot”, comédia dramática do cineasta Gus Van Sant (“Milk”), que traz Joaquin Phoenix (“Ela”) como um cartunista quadriplégico. O filme é uma cinebiografia do cartunista John Callahan e narra como ele superou abusos sexuais, vícios e um acidente de carro que o deixou confinado numa cadeira de rodas para virar cartunista nos anos 1970. De estilo inconfundível, seus quadrinhos cheios de humor negro – e por vezes controversos – o tornaram famoso. Com o projeto, Joaquin Phoenix volta a ser dirigido por Van Sant, após os dois trabalharam juntos em “Um Sonho sem Limites” (1995), segundo filme do ator, então com 21 anos. Marcante para o jovem, a produção foi o primeiro trabalho em que ele foi creditado como Joaquin Phoenix, já que até então era chamado de Leaf Phoenix. O elenco também inclui Jonah Hill (“Anjos da Lei”), Jack Black (“Jumanji”) e Rooney Mara (“Lion”) com figurinos e penteados de 40 anos atrás. Exibido no Festival de Sundance 2018 e no Festival de Berlim 2018, o filme estreia em 13 de julho nos Estados Unidos e não tem previsão para o Brasil.
Tom Hardy compartilha novas fotos de sua transformação em Al Capone
O ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) divulgou nas redes sociais novas fotos de sua caracterização como o gângster Al Capone para o filme “Fonzo”. As imagens incluem um registro em meio à sessão de maquiagem, um close enraivecido e um ficha criminal, além de uma claquete das filmagens. Vale reparar as cicatrizes acrescentadas ao rosto do ator, que originaram o apelido Scarface no mafioso. O título é uma referência a outro apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Ele escreveu e começa agora a dirigir o filme, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Não há previsão para a estreia. Mega awkward character misstep ? Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 10 de Abr, 2018 às 8:45 PDT ♠️?chasing Fonzo???????? Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 11 de Abr, 2018 às 9:53 PDT Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 13 de Abr, 2018 às 2:46 PDT Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 11 de Abr, 2018 às 10:12 PDT
Projetos de séries sobre o escândalo sexual do presidente Bill Clinton são cancelados nos EUA
Dois projetos de séries envolvendo o escândalo sexual do ex-presidente Bill Clinton e a estagiária Monica Lewinsky foram arquivados nos Estados Unidos: a minissérie “The Breach”, no canal History, e a adaptação do caso na série de antologia “American Crime Story”, do canal FX. “The Breach” deveria ser a primeira parte de uma nova série de antologia, “The Commanders” que dramatizaria “momentos cruciais da história dos EUA, que definiram o legado dos homens que serviram como presidentes dos Estados Unidos – do primeiro, George Washington, ao 42º, Bill Clinton”, segundo comunicado. As outras séries limitadas, sobre presidentes americanos como Ronald Reagan, Franklin Delano Roosevelt, Theodore Roosevelt e Thomas Jefferson, continuam em desenvolvimento. O capítulo de Clinton tinha sido anunciado como um thriller político focado no escândalo criado em torno da revelação de que o presidente estava tendo um caso com Monica Lewinsky, estagiária da Casa Branca. A produção seria baseada no livro “The Breach: Inside the Impeachment and Trial of William Jefferson Clinton” em que Peter Baker, jornalista do jornal Washington Post, afirma que o presidente quase renunciou no ápice do escândalo. Já a versão de “American Crime Story” estava sendo planejada para o quarto ano da atração, que acaba de encerrar sua 2ª temporada. A Fox 21 Television Studios e a FX Productions, parceiras do produtor Ryan Murphy no projeto, compraram os direitos de adaptação do livro “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, de Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. Segundo o site The Hollywood Reporter, Murphy já estava trabalhando em ritmo acelerado na pré-produção, buscando atrizes para interpretar Monica Lewinsky e sua colega Linda Tripp, responsável por gravar secretamente as conversas da ex-estagiária com Bill Clinton. Mas, de repente, mudou de ideia, e informou a decisão em primeira mão a Monica Lewinsky, que encontrou em uma festa de Hollywood. “Eu disse para ela: ‘Ninguém deveria contar a sua história a não ser você, e é nojento se o fizerem. Se você quiser produzir comigo, eu adoraria, mas você deve ser a produtora e ganhar todo o dinheiro”, revelou o criador de “Glee” e “American Horror Story”, em entrevista ao THR. A 3ª temporada de “American Crime Story” vai girar em torno da tragédia do furacão Katrina e, no momento, não há mais nenhum tema definido para o quarto ano da atração.
Fonzo: Tom Hardy compartilha primeiras fotos como Al Capone
O ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) divulgou nas redes sociais as primeiras fotos de sua caracterização como o gângster Al Capone para o filme “Fonzo”. Uma das imagens oferece um close nas cicatrizes acrescentadas a seu rosto, que originaram o apelido Scarface no mafioso. O título é uma referência a outro apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Ele escreveu e começa agora a dirigir o filme, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Não há previsão para a estreia. Chasing Fonzo…????????????? Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 24 de Mar, 2018 às 10:55 PDT Black♠️ Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 24 de Mar, 2018 às 7:02 PDT
Vidas à Deriva: Shailene Woodley enfrenta furacão no mar aberto em trailer legendado
A Diamond Films divulgou o trailer legendado de “Vidas à Deriva” (Adrift), drama de sobrevivência baseada em história real, que mostra Shailene Woodley (“Divergente”) e Sam Claflin (“Jogos Vorazes: Em Chamas”) perdidos em alto-mar. A prévia conta praticamente toda a história, deixando em aberto apenas a resolução. Com roteiro dos gêmeos Aaron e Jordan Kandell, responsáveis por “Moana” (2016) – que também é uma aventura marinha – , a trama mistura romance e catástrofe, ao acompanhar um casal em viagem por mar do Taiti aos Estados Unidos. Após seu barco ser atingido por um enorme furacão, a mulher acorda no barco semidestruído e com o rapaz desaparecido. Desesperada, ela percebe que terá que manobrar o barco sozinha, cruzando mais de 1,5 mil km pelo oceano Pacífico até o Havaí, contra os desafios que se sucedem. O filme tem direção do islandês Baltasar Kormákur, que volta a enfrentar a natureza, após “Evereste” (2015). Sai a neve, entra o sol à pino, mas o clima trágico permanece inalterado. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, 50 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Família Getty prepara processo contra o canal FX pela minissérie Trust
Ariadne Getty, irmã de John Paul Getty III, prepara um processo contra o canal pago FX e os produtores da série “Trust” pela forma como sua família está sendo retratada na minissérie. De acordo com documentos obtidos pela revista The Hollywood Reporter, o advogado de Ariadne Getty, o já notório Martin Singer (advogado de Stallone e Brett Ratner em casos de abuso sexual), afirma que a série é “uma descrição difamatória, cruel e malvada” da família. “É irônico que você tenha intitulado sua série de televisão com o nome de Trust (confiança, em inglês)”, escreveu Singer. “Os títulos mais apropriados seriam mentira ou desconfiança, uma vez que a história difamatória que conta sobre a situação dos Getty durante o seqüestro é falsa e enganadora”. A série aborda o sequestro de John Paul Getty III, que também foi explorado no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” sem maiores controvérsias. A diferença é que a versão da história desenvolvida por um cineasta inglês Danny Boyle e o roteirista Simon Beaufoy, ambos premiados com o Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008), sugere que tudo começou como um plano do próprio sequestrado para extorquir dinheiro do avô, o magnata do petróleo John Paul Getty. “Vocês estão usando uma versão falsa da tragédia da família Getty para gerar entretenimento e para seus próprios ganhos financeiros”, escreve Singer. “Isso é realmente irônico, uma vez que um dos temas de ‘Trust’ é retratar a família da minha cliente como sendo impulsionada pela ganância”. Ambientada em 1973, a trama aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares, já vistos no filme de Ridley Scott. Mas, na versão televisiva, o crime teria sido imaginado pela própria vítima, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe liberava dinheiro. O que deveria ser um falso rapto acaba ganhando contornos inesperados quando o rapaz acaba sequestrado de verdade e o magnata se recusa a pagar. Para piorar, o pai do jovem, envolvido em drogas, não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para a mãe, quebrada financeiramente, tentar resolver. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para salvar a vida do filho. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que, como o filme, também conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie estreia no próximo domingo, dia 25 de março, nos Estados Unidos.
Madonna vai dirigir seu terceiro filme
A cantora Madonna vai voltar a trocar o microfone pelas câmeras de cinema. Já distante dos fracassos comerciais de “Sujos e Sábios” (2008) e “W.E.: O Romance do Século” (2011), ela anunciou planos de dirigir seu terceiro filme. Trata-se de “Taking Flight”, cinebiografia da bailarina Michaela DePrince, com produção do estúdio MGM. O longa será baseado nas memórias da própria bailarina, nascida na Serra Leoa e adotada por uma família americana de Nova Jersey. O pai da menina foi assassinado por rebeldes, durante a guerra civil que incendiou o país africano, quando ela tinha 3 anos de idade e sua mãe morreu de febre e fome uma semana depois. Ela também teve três irmãos que morreram jovens. Sem condições de criá-la, seu tio a enviou para um orfanato, onde ela foi encontrada e adotada por uma família americana. Ela cresceu com 11 irmãos, nove deles adotados como ela, e foi incentivada pela família, ao notar seu talento como dançarina, a seguir o balé. Ela se formou no American Ballet Theatre de Nova York e fez sua estréia profissional aos 17 anos no Joburg Ballet na África do Sul. Em pouco tempo começou a chamar atenção. Apareceu no documentário de balé “First Position”, num dos vídeos de “Lemonade” de Beyoncé e, agora, aos 20 anos, é uma bailarina solo do Balé Nacional da Holanda. “A jornada de Michaela me tocou profundamente tanto como artista quanto como uma ativista que entende a adversidade. Temos uma oportunidade única de falar sobre a Serra Leoa e fazer de Michaela uma voz para todas as crianças órfãs com as quais ela cresceu. Estou honrada em trazer sua história à vida”, disse Madonna no comunicado do anúncio da produção. Madonna também abordou órfãos africanos como produtora e roteirista do documentário “I Am Because We Are” (2008), sobre os mais de 1 milhão de órfãos do Malawi, devido à pandemia da AIDS na região. A bailarina Michaela DePrince comemorou a notícia em seu Instagram. Veja abaixo. So excited to announce that I’m working with this wonderful human being and she’s directing my movie about my life. @madonna. Another incredible person I’m excited to work with is the one and only @thecamillard ❤️? #michaeladeprince Uma publicação compartilhada por Michaela DePrince (@michaeladeprince) em 13 de Mar, 2018 às 12:04 PDT
História de Todo o Dinheiro do Mundo vira comédia no trailer da série Trust
O canal pago americano FX divulgou um novo trailer de “Trust”, minissérie que conta a mesma história do tumultuado filme “Todo o Dinheiro do Mundo”. A prévia ajuda a explicar porque Ridley Scott fez de tudo para lançar seu filme antes da produção televisiva, já que sugere uma história muito mais – com direito a trocadilho – rica e divertida que a versão cinematográfica. O tom é de comédia noir de humor negro, como o primeiro longa de seu diretor. “Trust” também foi desenvolvida por um cineasta inglês consagrado: Danny Boyle, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A minissérie é uma nova parceria entre ele e o roteirista Simon Beaufoy. Os dois fizeram juntos “Quem Quer Ser um Milionário?” e também “127 Horas” (indicado ao Oscar em 2011). Mas “Trust” remete à “Cova Rasa” (1994), que colocou Boyle na mira dos cinéfilos. Ambientada em 1973, a trama aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares. A diferença é que, na versão televisiva, a própria vítima planeja o crime, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe libera dinheiro. Só que o plano não corre como esperado, pois o rapaz acaba sequestrado de verdade e o magnata se recusa a pagar. Para completar, o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para a mãe do rapaz, quebrada financeiramente. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para salvar a vida do filho. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que, como o filme, também conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie estreia em 25 de março nos Estados Unidos.
Forest Whitaker vive Desmond Tutu em filme sobre o pós-apartheid na África do Sul
A Saban Films divulgou dois pôsteres e o trailer de “The Forgiven”, drama que traz Forest Whitaker (“Pantera Negra”) no papel do arcebispo Desmond Tutu. A trama se passa logo após o fim do apartheid na África do Sul e traz Tutu à frente da Comissão de Verdade e Reconciliação, que passa a limpo os crimes raciais do país. Mas para isso, ele precisará de ajuda de um assassino condenado (Eric Bana, de “Star Trek”) que procura a redenção. Com direção do veterano Roland Joffé (“A Missão”, “Gritos do Silêncio”), o longa teve sua estreia mundial no Festival de Londres e chega aos cinemas dos EUA em 9 de março. Não há previsão para o lançamento no Brasil.
Keira Knightley vai viver espiã que tentou impedir a guerra do Iraque em thriller baseado em fatos reais
Keira Knightley (“Mesmo se Nada Der Certo”) e Matt Smith (série “The Crown”) vão estrelar “Official Secrets”, um thriller de espionagem baseado em fatos reais, com direção de Gavin Hood (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”). A trama vai acompanhar a denúncia da funcionária da inteligência britânica Katharine Gun (Knightley), que em 2003 vazou um memorando secreto da NSA (Agência de Segurança Nacional) sobre uma operação conjunta de espionagem ilegal entre os EUA e o Reino Unido contra membros do Conselho de Segurança da ONU para aprovar a invasão do Iraque. Ela foi acusada de alta traição, virou causa célebre de ativistas, mas seu caso nunca foi a julgamento. O governo britânico retirou a acusação, porque um julgamento público obrigaria a exibição de evidências comprometedoras sobre os bastidores da guerra do Iraque. O filme vai adaptar o livro “The Spy Who Tried to Stop A War”, de Marcia e Thomas Mitchell, e representará uma volta de Gavin Hood ao tema da guerra no Oriente Médio, que ele abordou em seu filme anterior, o elogiado “Decisão de Risco” (2015). A produção é do estúdio britânico eOne, em parceria com a produtora de Mark Gordon (“Assassinato no Expresso Oriente”). As filmagens vão começar em março na Inglaterra, mas ainda não há previsão para a estreia.











