Doechii vence Grammy de Melhor Álbum de Rap e faz história na premiação
Rapper se tornou a terceira mulher a conquistar o prêmio e o primeira artista a vencer com uma mixtape
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Vida de Queen Latifah vai virar filme com produção de Will Smith
Projeto contará a trajetória da rapper e atriz, e será a primeiro de uma série de biografias de ícones do hip hop
MTV exibe VMAs 2024 nesta quarta. Veja detalhes da premiação
Evento poderá ser acompanhado ao vivo a partir das 21h, pela MTV Brasil e pelo serviço de streaming Pluto TV
Ed Motta pede desculpas por críticas ao hip hop: “Desrespeitoso e grosseiro”.
Cantor admite comportamento desrespeitoso após afirmar que ouvintes de hip hop são "burros"
Ed Motta diz que “quem ouve hip hop é burro” e aproveita engajamento
Declaração viralizou e rendeu lotação em live, onde o cantor "respondeu" as críticas com música ao piano
Morre Brother Marquis, rapper do 2 Live Crew, que inventou o “funk proibidão”
Artista participou da formação original do grupo responsável por inventar o rap explícito e o "funk proibidão"
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RM, aespa, Yves, ATEEZ e Treasure lançam novos clipes que exploram temas variados, desde conflitos emocionais até cenários pós-apocalípticos
Grammy | Jay-Z dá o que falar com discurso cobrando maior reconhecimento ao rap e Beyoncé
O rapper Jay-Z fez o discurso mais comentado da cerimônia do Grammy 2024. Ele utilizou seu momento de agradecimento ao receber um prêmio pela carreira para criticar a organização por nunca ter premiado Beyoncé, sua esposa, com o Álbum do Ano. “O maior número de prêmios Grammy vencidos e nunca levou a categoria de Álbum do Ano. Como isso funciona?” questionou Jay-Z, referindo-se aos 32 Grammys já ganhos por Beyoncé. Beyoncé nunca venceu a categoria principal do Grammy, mas foi indicada ao Álbum do Ano por “Renaissance” em 2023 (perdendo para Harry Styles), “Lemonade” em 2017 (perdendo para Adele), “Beyoncé” em 2015 (perdendo para Beck) e “I Am Sasha Fierce” em 2010 (perdendo para Taylor Swift) “Queremos que vocês acertem. Pelo menos cheguem perto do certo. E obviamente é subjetivo. Vocês não precisam aplaudir tudo [disse para a plateia]. Obviamente é subjetivo porque, sabe, é música e é baseado em opinião”, apontou o artista. “Mas, sabe, algumas coisas… Eu não quero envergonhar essa jovem senhora, mas ela tem mais Grammys que todos e nunca ganhou o Álbum do Ano. Então, mesmo pelos seus próprios critérios, isso não funciona. Pensem nisso. O maior número de prêmios Grammy vencidos e nunca levou a categoria de Álbum do Ano. Como isso funciona?”, continuou ele. “Vocês sabem, alguns de vocês vão para casa esta noite se sentindo como se tivessem sido roubados. Alguns de vocês podem ser roubados. Alguns de vocês não pertencem à categoria [em que concorrem]. Não, quando fico nervoso eu digo a verdade”, ele adicionou. Jay-Z também destacou a luta do hip hop por reconhecimento no Grammy, mencionando boicotes de artistas do gênero contra a premiação, desde Will Smith, quando o ator era o rapper Fresh Prince, até ele próprio no passado. O artista também refletiu sobre os critérios de votação das categorias, enfatizando a subjetividade e as inconsistências do processo de premiação, destacando a inclusão de artistas em categorias nas quais não se enquadram. O rapper encorajou os artistas a continuarem se apresentando e buscando reconhecimento, independentemente do Grammy, destacando a importância de persistir até receber os elogios merecidos. “Até que eles te chamem [para participar] e deem todo o reconhecimento que vocês sentem que merecem, até que te chamem de gênio e de melhor de todos os tempos, entenderam?”, concluiu, mostrando o seu Grammy especial para a plateia, que riu, aplaudiu e urrou durante o discurso, demonstrando aprovação. Após essa apresentação, Jay-Z foi visto usando o gramofone dourado como copo para beber champanhe, evidenciando seu descontentamento com a premiação. Blue Ivy joins Jay-Z on-stage to accept the Dr. Dre Global Impact Award at the 2024 #Grammys pic.twitter.com/H87XxdAoN8 — The Hollywood Reporter (@THR) February 5, 2024
O que esperar do Grammy 2024 neste domingo
A premiação do Grammy 2024 vai acontecer na noite deste domingo (4/2) com transmissão ao vivo desde o tapete vermelho a partir das 21h30 no canal pago TNT e na plataforma HBO Max. A cerimônia deste ano se destaca não apenas pela celebração dos feitos musicais de 2023, mas também pelo potencial de marcar a História, especialmente para as artistas femininas, com SZA à frente. Com nove indicações, SZA se posiciona como a artista de maior destaque, refletindo o sucesso extraordinário de seu álbum “SOS”. As nomeações de SZA abrangem categorias de prestígio como Álbum do Ano, Gravação do Ano e Música do Ano para “Kill Bill”, além de categorias como pop, rap melódico, R&B progressivo e tradicional, ilustrando sua versatilidade e impacto no cenário musical atual. Caso SZA vença a categoria de Álbum do Ano, será a primeira vez que uma artista negra receberá esse troféu no século 21. A última vez que uma cantora negra levou o Grammy de Álbum do Ano foi com Lauryn Hill, em 1999. A controvérsia em torno do Grammy e a representatividade racial é tão grande que a vitória de Harry Styles sobre Beyoncé no ano passado gerou discussões acaloradas nas redes sociais sobre as escolhas da Academia de Gravação e o reconhecimento de artistas negros. Taylor Swift também pode fazer história se vencer a categoria Álbum do Ano. Com um triunfo do disco “Midnights”, ela passaria a acumular quatro troféus na categoria principal, superando ícones como Frank Sinatra, Paul Simon e Stevie Wonder, que possuem três vitórias cada. Grammy das mulheres Outros artistas que se destacam entre as nomeações incluem a cantora-compositora indie rock Phoebe Bridgers, o engenheiro de som Serban Ghenea e a cantora R&B Victoria Monét, que disputam sete categorias cada. Eles são seguidos por uma multidão: o produtor e músico Jack Antonoff (da banda Bleachers, que concorre principalmente por seu trabalho com Taylor Swift), o músico e cantor de jazz Jon Batiste, o grupo de indie rock boygenius, a cantora country Brandy Clark e as cantoras pop Miley Cyrus, Billie Eilish, Olivia Rodrigo e Taylor Swift, todos com seis indicações. A lista deixa claro como a presença feminina é notavelmente forte. Este ano, mulheres ou indivíduos de gênero fluido compõem sete dos oito indicados nas categorias de Álbum e Gravação do Ano, dominada por estrelas como Taylor Swift, SZA e Olivia Rodrigo. Esta mudança representa um avanço na forma como as artistas femininas são vistas pela Academia, com maior destaque para seu talento do que em sua aparência. Para dar a dimensão do domínio feminino, Jon Batiste foi o único homem que conseguiu indicações dupla nas categorias principais, de Álbum e Gravação do Ano. A mudança é significativa em relação aos anos anteriores. De 2012 a 2022, apenas 13,9% dos indicados nas principais categorias eram mulheres. O sucesso das mulheres no pop, tanto nas paradas musicais quanto em performances em estádios e cinemas, contribuiu para essa mudança radical no Grammy. A turnê “The Eras Tour” de Taylor Swift, por exemplo, quebrou recordes de vendas de ingressos, e o filme “Barbie”, como uma trilha de pop feminino, tornou-se um fenômeno, evidenciando o impacto das mulheres na cultura pop. Fora isso, ainda houve uma transição demográfica na própria Academia, com um aumento de membros femininos para 30% desde 2019 – ainda longe do ideal, que seria a igualdade dos gêneros. O predomínio masculino entre os votantes ainda mantém áreas, como rock, dance e hip-hop, como feudos masculinos, em contraste com as premiações principais. Artistas brasileiros também concorrem à premiação, destacando-se na categoria de melhor álbum de jazz latino, disputada por Ivan Lins com a Tblisi Symphony Orchestra, a pianista Eliane Elias e a cantora Luciana Souza & Trio Corrente. Shows ao vivo Para o público, porém, a entrega de prêmios não será a principal atração da cerimônia, que também terá shows ao vivo. Entre os destaques esperados, Stevie Wonder, Fantasia Barrino, Annie Lennox e Jon Batiste farão tributos In Memoriam, homenageando artistas que morreram no último ano. A lista de artistas confirmados inclui também nomes como Burna Boy, Billy Joel, Dua Lipa, Luke Combs, Olivia Rodrigo, Travis Scott e Miley Cyrus, além de Joni Mitchell, lenda da música folk que se apresentará pela primeira vez no Grammy.
C6 Fest anuncia line-up eclético da segunda edição
O C6 Fest anunciou nesta terça-feira (5/12) o line-up completo de sua segunda edição, que voltará a ocorrer no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, no segundo trimestre de 2024. O festival de música pretende “renovar a aposta em talentos emergentes e nomes consagrados” de diferentes gêneros. A lista completa tem como destaques a banda de rock alternativo Pavement, que marcou os anos 1990, e o duo de synth-pop Soft Cell, veteranos da década de 1980 que até hoje são lembrados pelo hit “Tainted Love”. Entre os novos talentos, a relação traz a maravilhosa Romy, cantora do grupo britânico The XX em seu trabalho solo, o trio britânico de música eletrônica Young Fathers, o duo americano de neosoul Black Pumas, o cantor de neosoul Daniel Caesar, o duo de hip hop alternativo Paris, Texas, o supergrupo de hip hop Dinner Party (não confundir com a banda feminina do momento, The Last Dinner Party), a banda pós-punk britânica Squid, as cantoras pop Noah Cyrus (irmã de Miley) e Raye, a nigeriana Ayra Starr, a indie Cat Power (que vai cantar Bob Dylan), o icônico DJ de house David Morales, além dos jazzistas Charles Lloyd Quartet, Jihye Lee Orchestra e Chief Adjuah, o cubano Cimafunk e os artistas brasileiros Fausto Fawcett e Jaloo (que vai convidar Gaby Amarantos para compartilhar seu palco). O C6 Fest também vai promover o intitulado “Baile Cassiano”, show que celebra o repertório do famoso artista paraibano de soul. A apresentação será comandada pelo diretor musical Daniel Ganjaman e terá vocais de Francisco Gil, Preta Gil, Liniker, Luccas Carlos e Negra Li. Além disso, o evento terá a iniciativa Pacubra, no Pavilhão das Culturas Brasileiras, com um line-up exclusivo de DJs como David Morales, Valentina Luz e a festa “Pista Quente”. Sobre o festival No próximo ano, o C6 Fest terá três palcos com ingressos únicosm com exceção do palco destinado ao jazz, que terá vendas separadas com lugares marcados. Os ingressos terão pré-venda exclusiva com 20% de desconto para clientes do C6 Bank nos dias 6 e 7 de dezembro. A venda geral de tickets começa na sexta-feira (8/12), no site By Inti, com valores entre R$ 660 (diário) e R$ 1.200 (passaporte com acesso à Arena Heineken e Tenda Metlife). A programação de jazz no Auditório Ibirapuera terá ingressos entre R$ 560 e R$ 1.000. A próxima edição está marcada para os dias 17 e 19 de maio, no Parque do Ibirapuera (SP). Line-up completo Auditório Ibirapuera 17 de maio Jakob Bro Uma Elmo Jihye Lee Orchestra Charles Lloyd Quartet Daniel Santiago e Pedro Martins 19 de maio Dinner Party ft. Terrace Martin, Robert Glasper e Kamasi Washington Chief Adjuah Arena Heineken, Tenda Metlife e Pacubra 18 de maio Black Pumas Raye Ayra Starr Cimafunk 2manydjs (live) Soft Cell Romy Jaloo convida Gaby Amarantos Pista Quente Fausto Fawcett Valentina Luz 19 de maio Daniel Caesar Baile Cassiano Young Fathers Paris Texas Pavement Cat Power sings Dylan ’66’ Noah Cyrus Squid Jair Naves David Morales (Sunday Mess) DJ Meme
Doja Cat lança clipe junto com seu novo álbum
Doja Cat lançou o clipe de “Agora Hills” para acompanhar o lançamento do álbum “Scarlett”, que chegou nas plataformas de streaming nesta sexta (22/9). Codirigido pela cantora e Hannah Lux Davis (do célebre “Thank U, Next”, de Ariana Grande), o vídeo usa ângulos de câmeras de vigilância e explora uma estética de “found footage”, com direito a cenas de terror, especialmente na abertura, em que Doja Cat desce dos céus como uma mulher endemoniada, enquanto as pessoas se trancam em casa. Há também câmeras de shopping center e de trânsito, entre outras recriações visuais, embora a vibe assustadora não persista ao longo do clipe. Outro destaque é o figurino com muitas perucas diferentes. “Agora Hills” é o quarto clipe de “Scarlet” e seu título parece referência a Agoura Hills, um subúrbio de Los Angeles que fica a cerca de 20 minutos da cidade natal de Doja Cat, Tarzana. Entretanto, a letra não faz referência a nenhuma locação em especial, apenas a um homem que ela quer exibir, beijar e transar. A música é um hip-hop lento, construído em cima de um sample de “All I Do Is Think of You”, R&B de 1989 da banda Troop.











