Pela primeira vez, Rock in Rio não esgota todos os ingressos
O festival de música começará nesta sexta-feira (13/9) na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, e ainda vende entradas para três dias
DJ do Slipknot é hospitalizado com queimaduras após explosão
Sid Wilson sofreu ferimentos graves no rosto, braços e lábios enquanto trabalhava na fazenda onde mora com Kelly Osbourne
Playlist Moderna | 50 clipes novos de punk, garage, surf, psicodelia e hard rock
Seleção inclui The Courettes, banda dinamarquesa da ex-Autoramas Flavia Couri, e muitas novidades do rock alternativo
Lady Gaga, Minions e Celine Dion abrem Jogos Olímpicos de Paris
Cerimônia de abertura teve mais Hollywood que Nouvelle Vague, além de rock, pop e muita inclusão dançante
Knotfest Brasil 2024 anuncia line-up com várias bandas inéditas no país
Festival de rock retorna ao Brasil com shows em São Paulo nos dias 19 e 20 de outubro
Deep Purple fará show em São Paulo dias antes do Rock in Rio
A banda de heavy metal confirmou uma apresentação única na capital paulista, dois dias antes do festival carioca
Ex-baterista do Sepultura confirma entrada no Slipknot
Eloy Casagrande deixou o grupo brasileiro na véspera da turnê de despedida para tocar na banda dos americanos mascarados
BBB | Sepultura reage à comparação com voz de Alane
O Sepultura está de olho no “BBB 24”. O Instagram oficial do grupo publicou nos Stories um trecho do Sincerão da noite de segunda (5/2), destacando o momento em que Juninho afirma que Alane Dias muda o tom de voz quando está brava, ficando parecida com uma cantora de heavy metal da banda Sepultura. O trecho foi acompanhando por emojis de olhões arregalados, que significam “Estamos de olho”. O guitarrista Andreas Kisser também compartilhou a publicação em seu próprio Instagram. Além disso, o comentário gerou reação do próprio cantor do Sepultura, o americano Derrick Green. Em suas redes sociais, ele repostou alguns comentários do momento e escreveu “Boa”, acompanhado por emojis de risos lacrimosos.
Slipknot anuncia dois shows épicos no Knotfest Brasil 2024
O Knotfest Brasil confirmou nesta quarta-feira (31/1) as datas da 2ª edição do festival. Neste ano, o evento será realizado no estádio Allianz Parque, em São Paulo, com direito a duas apresentações inéditas da banda Slipknot. O festival está agendado para os dias 19 e 20 de outubro e promete celebrar os 25 anos de Slipknot nos dois dias de evento. No ano passado, a banda anunciou uma turnê especial para comemorar a estreia do primeiro álbum, lançado em 1999, considerado pelos críticos como fundamental para o Metal Moderno. “Em 2022, realizamos a estreia do Knotfest no Brasil com ingressos esgotados, 45.000 pessoas participaram do evento naquela ocasião. Poder dar continuidade à essa parceria, que está só no começo, com uma edição que celebra os 25 anos de Slipknot, nos deixa ainda mais animados pelo que vamos fazer em 2024. Além de algumas novidades, como a mudança de venue [local do show], vamos ter outras surpresas para este ano”, comentou Pepeu Correa, CEO da produtora 30e. Headliner do festival, o Slipknot ainda promete um repertório diversificado, onde trará shows diferentes para cada uma das datas. No primeiro dia, a banda cumpre agenda com um setlist comemorativo de 25 anos de história e, no dia seguinte, tocará seu disco de estreia na íntegra. As bandas convidadas ainda serão anunciadas. A pré-venda dos ingressos do Knotfest Brasil tem início no dia 1 de fevereiro, enquanto as vendas gerais começam no dia 2 de fevereiro, diretamente no site oficial da Eventim. Os pacotes VIP trazem vantagens extras para os clientes, como acesso em área exclusiva com open bar (água, cerveja e refrigerante), filas exclusivas nos pontos de venda de merchandise, itens especiais para levar de lembrança, além de entrada antecipada com acesso prioritário ao Knotfest Museum, onde será exibido um acervo épico do Slipknot. Valores dos ingressos PISTA: R$ 790 (inteira) | R$ 395 (meia) | R$ 474 (social) CADEIRA INFERIOR: R$ 690 (inteira) | R$ 345 (meia) | R$ 414 (social) CADEIRA SUPERIOR: R$ 490 (inteira) | R$ 245 (meia) | R$ 294 (social) VIP I – UNSAINTED*: R$ 4.990 (inteira) | R$ 4.595 (meia) | R$ 4.674 (social) VIP II – MAGGOT*: R$ 1.990 (inteira) | R$ 1.595 (meia) | R$ 1.674 (social) *Cada ingresso possui uma taxa de R$ 4.200 do pacote VIP já incluso no valor final.
James Kottak, ex-baterista dos Scorpions, morre aos 61 anos
O baterista James Kottak, conhecido por sua longa trajetória na banda de hard rock alemã Scorpions, faleceu na manhã desta terça-feira (9/1), em Louisville, Estados Unidos. Tobi, filha do músico, confirmou a notícia ao site TMZ. Nascido em 1962, Kottak tinha 61 anos. A causa de sua morte ainda não foi divulgada. Durante sua carreira, ele destacou-se no cenário musical, especialmente por sua participação na banda Scorpions entre 1996 e 2016. Seu afastamento do grupo foi motivado por problemas de comportamento ligados ao alcoolismo. O Scorpions, formado em 1965 e ainda em atividade, é reconhecido por suas constantes mudanças na formação. Kottak permaneceu na banda por duas décadas, período significativo dado o histórico do grupo. Mas seu talento foi reconhecido antes pela banda Kingdom Come nos anos 1980. Ele foi casado com Athena Lee, irmã mais nova de outro baterista de hard rock, Tommy Lee, do Motley Crue. O casal teve três filhos: Tobi, nascida em 1991, e os garotos Miles e Matthew, nascidos em 1992 e 1997, respectivamente. O casamento, que durou de 1996 a 2010, terminou com uma disputa pela guarda do filho mais novo. O músico também integrou outras bandas como Montrose, Warrant, Dio, McAuley Schenker Group e Buster Brown. Além de sua música, Kottak era conhecido por suas visões políticas conservadoras. Em 2019, ele criou polêmica ao expressar descontentamento com a representação de casais inter-raciais em comerciais, questionando a realidade dessa representação na sociedade. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SCORPIONS (@scorpions)
Sepultura anuncia separação e turnê mundial de despedida
A banda Sepultura anunciou nesta sexta-feira (8/12) que vai acabar. O comunicado foi postado no Instagram oficial da banda. “O Sepultura vai parar. Vai morrer. Uma morte consciente e planejada. Nos próximos 18 meses, vamos celebrar 40 anos junto aos nossos fãs em uma tour de despedida que vai passar por todo o planeta. Será uma celebração do passado e do presente pela última vez”, declarou o grupo, que batizou sua turnê de despedida de “Celebrating Life Through Death”. O quarteto composto por Derrick Green, Paulo Jr., Eloy Casagrande e Andreas Kisser já antecipou que os shows de despedida começarão em 2024 e passarão por diversos países das Américas e Europa. Serão ao todo 40 shows. A turnê final será gravada e dará origem a um disco ao vivo, com 40 músicas registradas nas 40 apresentações da banda. Fim do Sepultura O Sepultura foi criado pelos irmãos Max e Igor Cavalera, em Belo Horizonte (MG), em 1984, e na época já contava com o baixista Paulo Jr. A banda se tornou referência no heavy metal, principalmente por misturar o som pesado com elementos tribais, indígenas, africanos, entre outros. O reconhecimento internacional aconteceu em 1996, quando o grupo lançou o álbum “Roots”, que contou até com Carlinhos Brown como um dos colaboradores. O disco também marcou a despedida do vocalista Max Calavera, enquanto seu irmão (baterista) se desligou 10 anos depois. Da formação original, apenas o baixista Paulo Jr. se manteve presente durante todas as diferentes configurações. Depois dele, o guitarrista Andrea Kisser é o membro atual mais antigo, tendo se juntado à banda em 1987. Já o vocalista Derrick Green entrou em 1998, após a saída de Max. Pra completar, Eloy Casagrande só surgiu em 2011, como o segundo baterista a ocupar a vaga de Igor, após Jean Dolabella. O lançamento mais recente do grupo foi o álbum “SepulQuarta”, que foi gravado em lives com convidados durante a pandemia de Covid-19 e lançado em 2021. Na época, ndreas Kisser afirmou ao g1 que o grupo vivia “o melhor momento da carreira em todos os aspectos”. Confira abaixo as datas brasileiras da turnê de despedida da banda. Belo Horizonte: 1 de março, no Arena Hall com ingressos entre R$ 75 a R$ 250 Juiz de Fora: 2 de março, no Estacionamento Cultural com ingressos entre R$ 75 a R$ 200 Brasília: 9 de março, na Arena Lounge com ingressos entre R$ 75 a R$ 200 Uberlândia: 15 de março, no Castelli com ingressos entre R$ 75 a R$ 200 Porto Alegre: 21 de março, no Araújo Vianna com ingressos entre R$ 62,50 a R$ 250 ,strong>Curitiba: 22 de março, no Live com ingressos entre R$ 75 a R$ 200 Florianópolis: 23 de março, na Arena Opus com ingressos entre R$ 100 a R$ 200 São Paulo: 6 de setembro, no Espaço Unimed com ingressos entre R$ 75 a R$ 350
Baterista do Iron Maiden ficou com metade do corpo paralisado
Nicko McBrain, baterista da banda Iron Maiden, revelou que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em janeiro deste ano. Aos 71 anos, o músico enfrentou a paralisia do lado direito do corpo, do ombro para baixo, mas diz que já está 70% recuperado. Em uma postagem no perfil oficial da banda no Twitter, McBrain compartilhou sua experiência e agradeceu o apoio que recebeu durante a recuperação. “Estava muito preocupado que minha carreira tivesse acabado, mas com o amor e apoio de minha esposa, Rebecca e família, meus médicos, especialmente Julie, minha terapeuta ocupacional, e minha família Maiden, consegui voltar para algo perto de 70% recuperado”, relatou. Retorno aos palcos Apesar do susto, ele já retomou os preparativos para a nova turnê do Iron Maiden. “Após 10 semanas de intensa terapia, estava quase na hora de começar os ensaios para nossa turnê. Sinto que é importante avisar agora em vez de antes, pois estava preocupado principalmente em fazer meu trabalho e me concentrar em voltar com 100% de condicionamento físico”, disse. Na mesma postagem, Rod Smallwood, empresário do Iron Maiden, expressou admiração pela determinação do baterista. “Nicko mostrou uma crença incrível e enorme força de vontade para se recuperar e retornar aos palcos. Estamos todos muito orgulhosos dele. Mesmo com esse set novo e musicalmente muito complexo para tocar, ele apenas abaixou a cabeça e se concentrou na recuperação”, afirmou. “É claro que estamos muito satisfeitos por ele ter lutado contra isso tão bem e ansiosos por muitas outras turnês juntos”, completou o empresário. A message from Nicko: Hello Boys and Girls, I hope this message finds you all well! The reason I'm writing to you all today is to let you know of a very serious health problem that I have been through. In January I had a stroke, thank the Lord it was a minor one referred to as… pic.twitter.com/QvIt66Sy35 — Iron Maiden (@IronMaiden) August 3, 2023
Morre Vânia Cavalera, mãe dos irmãos Cavalera e figura-chave do começo do Sepultura
Vânia Cavalera, mãe dos fundadores da banda Sepultura, Iggor e Max Cavalera, faleceu aos 80 anos. A notícia foi divulgada pelos irmãos nesta quarta-feira (5/7) no perfil do Instagram da nova banda da dupla, Cavalera Conspiracy. Segundo eles, a mãe foi a principal incentivadora na formação da famosa banda de heavy metal brasileira, formada pelos irmãos ao lado de Paulo Xisto Jr, Wagner Lamounier e Jairo Guedez. “É com o coração pesado que anunciamos o falecimento de nossa matriarca Vania Cavalera. A maior alegria da Vania na vida foi criar e amar seus três filhos Max, Iggor e Kira, e ser a Vovó de seus 14 netos”, escreveram, sem divulgar a causa da morte. “Nossa família pede privacidade durante esse período difícil de luto enquanto honramos os desejos de nossa mãe e o seu legado ao continuar celebrando sua jornada de amor, força, espiritualidade e metal que durou 80 anos”. Formada em 1984, na cidade de Belo Horizonte, a banda recebeu um apoio fundamental de Vânia, que era apaixonada por rock e metal. Nos primeiros anos, ela cedeu espaço para a banda ensaiar e incentivou os filhos a se dedicarem à música. “Eles criavam as músicas na minha sala e ensaiavam na casa do [baixista] Paulo Xisto. Enviavam fitas para todas as rádios e gravadoras. Cheguei a acompanhá-los em shows para cinco, dez pessoas”, disse ela em entrevista à revista Trip em 2009. Homenagens dos membros da banda Com o falecimento de Vânia, outros membros do Sepultura vieram a público para lamentar a partida. “A despedida de Vânia Cavalera nos traz um misto de emoções. Apesar das diferenças e das disputas que marcaram nossa história, é inegável o papel fundamental que Vânia teve no surgimento e na trajetória do Sepultura”, escreveu Andreas Kisser, guitarrista da Sepultura de 1987 até hoje. “Ela foi uma figura importante e influente nos primórdios da banda, fornecendo suporte e apoio incondicionais. Neste momento de perda, prestamos nossas condolências à família Cavalera e desejamos que encontrem conforto e paz neste momento difícil”, completou. Outro que homenageou Vânia foi Jairo Guedz, guitarrista anterior a Andreas na banda. “Adeus minha querida Vânia Cavalera. Hoje me despeço de uma parte da minha história. Uma mulher de fibra, que carregou uma banda inteira nas costas, fez das tripas coração para que nosso sonho se tornasse realidade quando começamos o Sepultura”, declarou. O texto foi publicado junto a uma foto do músico abraçando Vânia, mostrando que eles continuaram próximos mesmo após sua saída da banda. “Obrigado pelo carinho, pelo respeito, pela força e pelos momentos que cuidamos um do outro! Vá em paz”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Iggor & Max Cavalera Official (@cavaleraconspiracy) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andreas Kisser (@andreaskisser) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JAIRO GUEDZ (@jguedz)












