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  • Filme

    Indiana Jones 5: Steven Spielberg promete não matar Harrison Ford

    15 de junho de 2016 /

    O cineasta Steven Spielberg fez uma promessa aos fãs de Indiana Jones. Falando sobre seus planos para o quinto filme da franquia, ele afirmou ao site The Hollywood Reporter que não pretende se desfazer do personagem para dar lugar a uma nova geração. “Uma coisa que posso dizer é que não vamos matar Harrison Ford no final do filme”, brincou. A afirmação ecoa o destino de Han Solo, também interpretado por Ford. O retorno da franquia “Star Wars” aos cinemas serviu para, entre outras coisas, encerrar a trajetória do personagem, no momento mais dramático, mas também mais controvertido de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Até o momento nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado. Em uma entrevista recente, o produtor Frank Marshall disse que o longa deve ser uma continuação direta de “O Reino da Caveira de Cristal” (2008), escrito pelo menos roteirista, David Koepp. A trilha sonora, por sua vez, voltará a contar com a composição e regência de John Williams. Spielberg, Ford, Marshall e Williams trabalham juntos na franquia desde o primeiro filme, “Os Caçadores da Arca Perdida”, de 1981. A estreia de “Indiana Jones 5” está prevista apenas para 2019.

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    Indiana Jones 5: John Williams é confirmado na trilha sonora

    11 de junho de 2016 /

    É oficial: mais um integrante da equipe clássica que tornou Indiana Jones um ícone do cinema vai participar do quinto filme do personagem. O compositor John Williams foi confirmado na trilha sonora da produção, durante um evento em sua homenagem. No mesmo evento, o ator Harrison Ford, intérprete de Indiana Jones, brincou sobre a forma como a trilha do primeiro longa, lançado em 1981, definiu sua vida. “Essa droga de música me segue em todos os lugares. Tocam toda vez que subo num palco, toda vez que desço de um palco. Estava tocando na sala do médico quando fui fazer minha colonoscopia! Dois meses atrás, estava andando por uma rua lotada de gente em Nova York e tinha um caminhão de bombeiros enorme na rua. Quando passei por ele, a música estava tocando pelo alto-falante do carro! John, você é um gênio!” Ainda sem título, o longa-metragem também será o quinto da franquia estrelado por Harrison Ford, dirigido por Steven Spielberg e produzido por Frank Marshall, juntos desde “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Em compensação deverá ser o primeiro sem o envolvimento de George Lucas, que ajudou a escrever e produzir os anteriores, mas se afastou após vender os direitos do personagem junto com sua participação na LucasFilm para a Disney. A história está a cargo de David Koepp, que entrou no time em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Mas o longa ainda está longe de começar a ser filmado. Spielberg vai filmar pelo menos mais dois filmes antes de começar a trabalhar no próximo Indiana Jones, cuja estreia está prevista apenas para 2019.

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    Atriz da série Halt and Catch Fire entra em Blade Runner 2

    9 de junho de 2016 /

    A atriz Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”) entrou no elenco de “Blade Runner 2”, voltando a trabalhar com Ridley Scott, que a dirigiu em “Perdido em Marte” (2015). Scott, porém, vai apenas produzir a continuação de seu clássico sci-fi. Ela é a mais nova contratação num elenco repleto de estrelas, que contará ainda com Harrison Ford, de volta à pela do agente Rick Deckard, Ryan Gosling (“A Grande Aposta”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suiça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Com direção de Denis Villeneuve (“Sicario”), o novo “Blade Runner” será ambientado décadas após os eventos da trama original. A história foi desenvolvida por Ridley Scott e Hampton Fancher, respectivamente diretor e roteirista do filme de 1982, e roteirizada por Fancher e Michael Green (“Lanterna Verde”). As filmagens vão começar em julho para uma estreia em outubro de 2017.

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    Atriz cubana de Bata Antes de Entrar vai estrelar continuação de Blade Runner

    24 de abril de 2016 /

    A atriz cubana Ana de Armas, uma das gatas sádicas de “Bata Antes de Entrar” (2015), entrou na continuação de “Blade Runner”, informou o site da revista Variety. Outras fontes sustentam que ela terá um dos principais papeis femininos da produção. Ela vai se juntar no elenco aos atores Harrison Ford, reprisando o papel do protagonista Rick Deckard, Ryan Gosling (“A Grande Aposta”), Robin Wright (série “House of Cards”) e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”). Com direção de Denis Villeneuve (“Sicario”), o novo “Blade Runner” será ambientado décadas após os eventos da trama original. A história foi desenvolvida por Ridley Scott e Hampton Fancher, respectivamente diretor e roteirista do filme de 1982. As filmagens vão começar em julho para uma estreia em outubro de 2017.

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    Guy Hamilton (1922 – 2016)

    24 de abril de 2016 /

    Morreu o diretor inglês Guy Hamilton, responsável por alguns dos filmes mais famosos de James Bond e grandes clássicos do cinema britânico. Ele faleceu na quarta (20/4), aos 93 anos, num hospital em Palma de Maiorca, na Espanha, onde residia há quatro décadas. Apesar do passaporte britânico, Hamilton nasceu em Paris, em 16 de setembro de 1922, onde seus pais trabalhavam a serviço da Embaixada do Reino Unido. Ele começou a carreira ainda na França, aos 16 anos, como batedor de claquete de um estúdio de cinema de Nice. Mas precisou fugir quando os nazistas avançaram sobre o país. No barco em que rumava para a África formou amizade com outro “britânico parisiense” em busca de asilo, o escritor Somerset Maugham (“O Fio da Navalha”). O encontro o inspirou a se alistar na Marinha britânica e realizar diversas missões de resgate de compatriotas em fuga da França ocupada. Ele próprio se viu enrascado quando seu barco foi afundado por nazistas, e dizia que devia a vida aos heróis da resistência, especialmente à bela francesa de 18 anos Maria-Therese Calvez, inspiradora, em sua memória, de dezenas de Bond girls. Após a guerra, ele se reuniu com sua família em Londres, onde retomou seus planos de trabalhar com cinema. Logo começou a estagiar na London Film Productions, exercendo a função de diretor assistente sem receber créditos, em clássicos como “Seu Próprio Verdugo” (1947), de Anthony Kimmins, e “Anna Karenina” (1948), de Julien Duvivier, antes de ganhar o respeito de Carol Reed, que lhe deu seus primeiros créditos profissionais e se tornou seu mentor. Hamilton assistiu Reed na criação de grandes clássicos do cinema britânico, como “O Ídolo Caído” (1948), o fabuloso “O 3º Homem” (1949), estrelado por Orson Welles, e “O Pária das Ilhas” (1951), em que conheceu sua futura esposa, a atriz franco-argelina Kerima. A parceria deixou nele uma marca profunda. “Carol era basicamente meu pai”, ele observou, em entrevista ao jornal The Telegraph. “Ele me ensinou tudo o que sei. Eu o adorava.” Outra experiência marcante foi trabalhar como assistente de John Huston no clássico “Uma Aventura na África” (1951), produção estrelada por Humphrey Bogart e Katharine Hepburn, realizada entre bebedeiras e surtos de disenteria na savana africana, que serviu para demonstrar ao jovem tudo o que podia dar errado numa filmagem. Os rigores de “Uma Aventura na África” lhe encheram de confiança para iniciar sua carreira como diretor. Hamilton conseguiu convencer o produtor Alexander Korda que podia completar um filme inteiro em três semanas, e seu mentor Carol Reed aconselhou-o a estrear com um thriller de comédia, pois teria o dobro de chances de acertar, fosse na tensão ou na diversão. O resultado foi a adaptação de “O Sineiro” (1952), considerada um das melhores produções baseadas na literatura de mistério de Edgar Wallace. A boa recepção lhe rendeu convites para dirigir mais filmes do gênero. Vieram “Um Ladrão na Noite” (1953) e “Está Lá Fora um Inspetor” (1954). Mas para se firmar como grande diretor, Hamilton foi buscar inspiração em suas aventuras reais de guerra. “Escapando do Inferno” (1955) narrava a fuga de um grupo de prisioneiros de um campo de concentração nazista e foi rodada no castelo de seu título original, “The Colditz Story”. Baseado no livro de memórias de P.R. Reid (interpretado por John Mills no filme), o longa provou-se tão ressonante que sua trama acabou resgatada numa série de TV, duas décadas depois – “Colditz”, que durou três temporadas entre 1972 e 1974. O sucesso continuou com “A Clandestina” (1957), um filme incomum para a época, sobre o poder destrutivo da paixão sexual, envolvendo um capitão de navio (Trevor Howard) e uma jovem clandestina mestiça (a italiana Elsa Martinelli). E persistiu com a comédia “Quase um Criminoso” (1959), em que James Mason finge deserção para a União Soviética para processar os jornais por calúnia e sustentar seu plano de uma vida de luxo nos EUA. Os acertos sucessivos lhe renderam o convite para assumir sua primeira produção a cores, “O Discípulo do Diabo” (1959), drama de época que havia perdido seu diretor em meio a choques com os egos de seus astros, Burt Lancaster, Kirk Douglas e Laurence Olivier. Ainda que o filme tenha representado seu primeiro fracasso comercial, o fato de Hamilton conseguir trabalhar/domar as feras foi tido como um feito, que lhe abriu o mercado internacional – seguiram-se a produção italiana “O Melhor dos Inimigos” (1961), estrelada por David Niven, e a coprodução americana “As Duas Faces da Lei” (1964), com Robert Mitchum. Quando os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman adquiriram os direitos de James Bond, Hamilton foi sua primeira opção para estrear o personagem nos cinemas. Mas o cineasta tinha a agenda ocupada, e a oportunidade foi agarrada por Terence Young. Dois anos depois, porém, Hamilton não voltou a recusar o convite, que considerou uma oportunidade de superar seu maior desgosto. Ele estava arrasado após filmar “The Party’s Over”, que foi proibido pelo comitê de censura por conter cenas polêmicas, como uma orgia envolvendo necrofilia. Foram meses de trabalho perdido – o longa só veio à tona muito depois e com inúmeros cortes. Com a censura atravessada na garganta, Hamilton resolveu ousar na franquia de espionagem e acabou realizando aquele que até hoje é o longa mais cultuado de James Bond, “007 Contra Goldfinger” (1964). Para começar, decidiu aumentar a temperatura sexual, apresentando, logo de cara, uma mulher nua coberta de ouro – a morte mais brilhante, literalmente, nas cinco décadas da série. A trama também destacava a Bond girl de nome mais chamativo, Pussy Galore (Honor Blackman), e a melhor ameaça a laser, apontada exatamente entre as pernas de um cativo 007. As tiradas do vilão também marcaram época – “Não, Sr. Bond, eu espero que você morra!”. Sem esquecer da música tema de Shirley Bassey, “Goldfinger”, uma das canções mais famosas do cinema, que Hamilton brigou com os produtores para incluir na abertura – “Eu não sei se vai fazer sucesso, Harry, mas dramaticamente funciona”, ele disse a Saltzman. Foi ainda “007 Contra Goldfinger” que estabeleceu os elementos mais icônicos dos filmes de James Bond, ao apresentar Sean Connery dirigindo seu Aston Martin repleto de armas secretas, seduzindo vilãs até torná-las aliadas, tomando martíni para flertar com o perigo e fumando com charme antes de explodir uma bomba. O longa rendeu o dobro de bilheteria dos dois filmes anteriores de 007. O que colocou Hamilton na mira de um rival, o agente secreto Harry Palmer. O cineasta filmou em seguida “Funeral em Berlim” (1966), o segundo filme da trilogia do espião que usava óculos, vivido por Michael Caine. Ele completou sua década vitoriosa com “A Batalha da Grã-Bretanha” (1969), recriação meticulosa e em escala épica do esforço da RAF (força aérea britânica) para impedir a invasão nazista ao Reino Unido. A produção talvez seja seu trabalho mais elogiado pela crítica, que resiste até hoje como um dos grandes clássicos de guerra. A ambiciosa realização de “A Batalha da Grã-Bretanha” confirmou que Hamilton era o diretor mais indicado para comandar a franquia 007, que começava a dar sinais de decadência, com o desastre representado pela falha de George Lazenby em substituir Connery em 1969. Convencidos disto, os produtores o trouxeram de volta para três filmes consecutivos, de modo a garantir uma transição tranquila entre Sean Connery, que voltou à saga oficial para se despedir pela segunda vez com “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), e Roger Moore, o novo James Bond a partir de “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973). Para emplacar Moore, Hamilton contou até com a ajuda de um Beatle, Paul McCartney, que compôs “Live and Let Die” como tema da estreia do ator. Mas foi o filme seguinte, “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro” (1974), que soube explorar melhor a mudança de intérprete, apresentando um Bond mais divertido, relaxado e simpático. A franquia praticamente renasceu com a adoção de elementos cômicos, que Hamilton já considerava um diferencial em “Goldfinger”, além de se tornar mais extravagante, com carrões, jatos e mulheres sempre lindas. James Bond virou um playboy. Depois de três “007” seguidos, Hamilton voltou à guerra. Foi dirigir Harrison Ford, recém-consagrado pelo sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), em “O Comando 10 de Navarone” (1978), continuação do clássico “Os Canhões de Navarone” (1961). Mas, acostumado a blockbusters, ele entendeu o sucesso moderado obtido pela produção como hora de mudar de estilo. Quis mudar tudo, diminuir o ritmo, e optou por trocar a ação intensa pelas tramas cerebrais de mistério que lançaram sua carreira. Assim, realizou duas adaptações consecutivas de Agatha Chistie. “A Maldição do Espelho” (1980) registrou a última aparição da personagem Miss Marple no cinema, vivida por Angela Lansbury, enquanto “Assassinato num Dia de Sol” (1982) foi o penúltimo filme com Peter Ustinov no papel do detetive Hercule Poirot. Filmada nas ilhas de Maiorca, esta produção acabou tendo impacto na vida pessoal do cineasta, que, impressionado pela locação, convenceu-se a abandonar sua residência na Inglaterra para passar o resto de sua vida no litoral espanhol com sua esposa. Hamilton já fazia planos de aposentadoria e não filmava há três anos quando foi convencido pela MGM a fazer sua tardia estreia em Hollywood. O projeto era basicamente lançar um 007 americano, baseado num personagem igualmente extraído de uma franquia literária de ação. Só que a crítica não perdoou a tentativa apelativa. Estrelado por Fred Ward como um agente secreto a serviço da Casa Branca, “Remo – Desarmado e Perigoso” (1985) foi considerado um James Bond de quinta categoria. E a produção, que ia inaugurar uma franquia, se tornou o maior fracasso da carreira do diretor. Resignado, ele decidiu encerrar a carreira. Mas nos seus termos, lembrando o conselho precioso de Carol Reed. Se tinha começado com um thriller de comédia, também sairia de cena com chances de motivar meio riso ou meia aflição. E deixou a cortina cair com “De Alto Abaixo” (1989). Deu sua missão por comprida, e gentilmente recusou a proposta da Warner para, novamente, ajudar a lançar uma franquia de ação em Hollywood. Guy Hamilton disse não a “Batman” (1989).

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  • Filme

    Novo Indiana Jones será continuação de O Reino da Caveira de Cristal

    13 de abril de 2016 /

    O produtor Frank Marshall revelou que o próximo filme de Indiana Jones vai continuar a trama de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, último filme do arqueólogo aventureiro, lançado em 2008. A revelação aconteceu durante sua participação na CinemaCon, evento voltado aos exibidores de cinema. Marshall não deu maiores detalhes sobre o que quis dizer, mas é justo considerar que a trama levará em conta o filho de Indy e seu envolvimento com Marion Ravenwood, vivida por Karen Allen. O roteiro, por sinal, foi escrito pelo mesmo autor da trama de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, David Koepp. O que, entretanto, não garante a volta de Shia LaBeouf ao elenco. O intérprete de Mutt Williams, o filho de Indiana Jones, enfrenta uma espiral de eventos negativos em sua carreira. Aparentemente, apenas Indiana Jones só pode ser interpretado por um único ator. “Acredito que Jason Bourne e Indiana Jones não vão sofrer com essas ‘coisas de James Bond’. Esses personagens são ícones e esses atores são os únicos que podem interpretá-los”, Marshall disse, durante o evento. Por enquanto, apenas Harrison Ford está confirmado no elenco do quinto filme da franquia, que, como todos os demais, será dirigido por Steven Spielberg. Ainda sem título oficial, “Indiana Jones 5” tem estreia marcada apenas para 18 de julho de 2019.

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  • Filme

    Ator de Guardiões da Galáxia entra no elenco da continuação de Blade Runner

    5 de abril de 2016 /

    O ator Dave Bautista, intérprete do grandalhão Drax em “Guardiões da Galáxia” (2014), entrou no elenco da sequência de “Blade Runner – O Caçador de Andróides” (1982). O próprio ator deu a dica ao postar em seu Instagram uma foto em que aparece segurando o origami de unicórnio, elemento icônico do clássico dos anos 1980. Na legenda, Bautista deu o teaser: “Eu mal posso esperar para dividir algumas notícias realmente empolgantes”. A Warner Bros. acabou confirmando sua participação no longa e horas depois ele divulgou um vídeo oficializando a notícia. Confira abaixo. Ele vai se juntar no elenco aos atores Harrison Ford, reprisando o papel do protagonista Rick Deckard, Ryan Gosling (“A Grande Aposta”) e Robin Wright (série “House of Cards”). Ainda sem um título definido, a sequência terá direção de Denis Villeneuve (“Sicario”), o roteiro foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e Hampton Fancher (autor da primeira adaptação de “Blade Runner”), e a produção está a cargo de Ridley Scott, diretor do longa original. As filmagens vão começar em julho para uma estreia prevista para 12 de janeiro de 2018. I'm so excited to be able to share this news! Thank you for your support in everything I do. It's humbling. Um vídeo publicado por David Bautista (@davebautista) em Abr 4, 2016 às 9:35 PDT

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    Robin Wright entra na sequência de Blade Runner

    1 de abril de 2016 /

    A atriz Robin Wright (série “House of Cards”) está em negociações finais para se juntar ao elenco da sequência de “Blade Runner” (1982), informou o site da revista Variety. Por enquanto, não há informações sobre qual será o papel da atriz, que, caso a negociação seja bem-sucedida, vai se juntar no elenco a Harrison Ford, reprisando o papel do protagonista Rick Deckard, e Ryan Gosling. O papel de Gosling também está sendo mantido em segredo. A sequência terá direção de Denis Villeneuve (“Sicario”), o roteiro foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e Hampton Fancher (autor da primeira adaptação de “Blade Runner”), e a produção está a cargo de Ridley Scott, diretor do longa original. Ainda sem um título definido, o segundo filme da franquia se passará décadas depois do original – que foi ambientado em uma Los Angeles distópica de 2019. As filmagens vão começar em julho para uma estreia programada para 12 de janeiro de 2018. Além deste filme, Robin Wright também será vista em breve no longa-metragem da “Mulher-Maravilha”, no qual vive a general amazona Antiope.

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    Roteirista de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal escreverá novo filme do arqueólogo aventureiro

    18 de março de 2016 /

    Após a confirmação de que “Indiana Jones 5” teria de volta Harrison Ford e o diretor Steven Spielberg, o site The Hollywood Reporter confirmou que o David Koepp vai escrever o filme. Koepp foi quem roteirizou o último filme da franquia, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), baseado numa história de George Lucas. Será a quinta vez que ele trabalhará com Spielberg, para quem também escreveu os sucessos “Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros” (1993), “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) e “Guerra dos Mundos” (2005). Por enquanto, os detalhes sobre a trama do novo Indiana Jones estão mantidos em segredo, mas é provável que o roteiro esteja bastante adiantado, pois boatos sobre o envolvimento de Koepp vem desde dezembro, quando Harrison Ford revelou que o filme já estava sendo escrito. O casal Kathleen Kennedy e Frank Marshall também retorna como responsáveis pela produção. Assim, da equipe criativa dos filmes anteriores, apenas o nome de George Lucas, que concebeu as quatro histórias prévias, não tem sido citado em relação ao projeto. Ele vendeu os direitos do personagem junto com a franquia “Star Wars” para a Disney, ao negociar a LucasFilm por US$ 4 bilhões em 2012. A Disney dispensou sua história para o filme que acabou virando “Star Wars: O Despertar da Força” e pode ter seguido essa tendência com relação a suas ideias a respeito do quinto “Indiana Jones”. “Indiana Jones 5” também já ganhou previsão de estreia. Ele deve chegar aos cinemas em 19 de julho de 2019, nos EUA.

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    É oficial: Harrison Ford voltará a ser Indiana Jones sob direção de Steven Spielberg

    15 de março de 2016 /

    A Walt Disney Company informou nesta terça-feira (15/3) que o diretor Steven Spielberg e o ator Harrison Ford irão retomar sua parceria clássica num quinto filme da franquia “Indiana Jones”, ainda sem título, que irá estrear nos cinemas em julho de 2019, 11 anos após o último longa da saga. “Indiana Jones é um dos maiores heróis da história do cinema, e mal podemos esperar para trazê-lo de volta às telas em 2019”, disse Alan Horn, chefe dos estúdios Walt Disney, no comunicado. “É raro termos uma combinação tão perfeita de diretor, produtores, ator e papel, e não podíamos estar mais animados em embarcar nessa aventura com Harrison e Steven”. O casal Kathleen Kennedy e Frank Marshall também retorna como responsáveis pela produção. Assim, da equipe original, apenas George Lucas, que escreveu os quatro filmes anteriores, ficará de fora. Ele passou os direitos do personagem junto com a franquia “Star Wars” para a Disney, ao vender a LucasFilm por US$ 4 bilhões em 2012. Desde então, o primeiro filme lançado sob a nova administração, “Star Wars: O Despertar da Força”, fez mais de US$ 2 bilhões em todo o mundo, revelando como o negócio foi ótimo para a Disney. O que faltou no anúncio, por sinal, foi o nome do roteirista. Rumores, entretanto, apontam a participação de David Koepp, responsável pela trama de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). De todo modo, a oficialização do quinto “Indiana Jones” põe fim a uma série de boatos e especulações, alimentados inclusive pelos próprios envolvidos no projeto. Spielberg chegou a se manifestar publicamente, dizendo-se interessado em dirigir o filme antes que a Disney considerasse outros candidatos, e isso soou quase como um ultimato – afinal, que diretor seria melhor que Spielberg? Além disso, o diretor ainda declarou que só havia um Indiana Jones e era Harrison Ford, eliminando no nascedouro ideias sobre um reboot da franquia. O sucesso de “Star Wars: O Despertar da Força”, que continuou a história clássica com participação dos intérpretes originais, deu mais peso a seus argumentos. Além de adquirir a LucasFilm, a Disney também precisou negociar com a Paramount, que lançou nos cinemas os quatro filmes originais. Pelo acordo acertado, as produções anteriores continuam sob controle da Paramount e o próximo filme ainda renderá uma compensação financeira ao estúdio.

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    Produção de Star Wars: O Despertar da Força será processada por acidente sofrido por Harrison Ford

    12 de fevereiro de 2016 /

    A produção de “Star Wars: O Despertar da Força” está sendo processada no Reino Unido, devido ao acidente sofrido por Harrison Ford durante as filmagens. Em junho de 2014, Ford acabou atingido por uma porta hidráulica da nave Millennium Falcon, que falhou e caiu sobre sua perna, quebrando seu tornozelo. Na ocasião, o ator foi levado às pressas para o hospital John Radcliffe, em Oxford, e ficou afastado das filmagens por alguns meses. A história, porém, não acabou aí. O órgão do governo britânico responsável pelas condições de trabalho no Reino Unido abriu uma investigação sobre o ocorrido e decidiu processar a produtora responsável pelas filmagens, a Foodles Production, um braço da Disney. A HSE (Health and Safety Executive), que investigou as condições de trabalho nos estúdios Pinewood, onde a produção foi filmada, encontrou vários problemas no set, o que rendeu quatro acusações contra a Foodles por quebrar as leis de segurança vigentes no país. A primeira audiência no tribunal está marcada para 12 de maio. Caso o juiz confirme as falhas encontradas pelo HSE, a produtora pode receber uma grande multa.

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    Harrison Ford entra em drama de espionagem sobre os bastidores da Guerra do Iraque

    29 de janeiro de 2016 /

    Os atores Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Anthony Hopkins (“Thor”) vão estrelar “Official Secrets”, thriller de espionagem dirigido por Justin Chadwick (“Mandela – O Caminho Para Liberdade”), informou o site da revista The Hollywood Reporter. Anthony Hopkins será uma general inglês aposentado, enquanto Harrison Ford vai interpretar um agente da CIA na trama, que terá como protagonista Natalie Dormer (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”). Paul Bettany (“Vingadores: Era de Ultron”) e Martin Freeman (“O Hobbit”) completam o elenco de estrelas. “Official Secrets” se passa logo após a Guerra no Iraque e se centra nos segredos revelados por uma agente britânica (Dormer) para um repórter (Bettany) a respeito de uma operação secreta da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) contra o Conselho de Segurança da ONU para forçar a aprovação da guerra. A história é baseada em fatos reais e a agente Katherine Gun, que trouxe à tona a ilegalidade da guerra, chegou a ser processada por traição, mas as acusações precisaram ser retiradas, porque o julgamento tornaria públicos documentos sensíveis, capazes de comprovar atos ilegais. Baseado no livro “The Spy Who Tried To Stop A War: Katherine Gun and The Secret Plot to Sanction the Iraq Invasion”, “Official Secrets” terá as gravações iniciadas em maio no Reino Unido.

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    Continuação de Blade Runner começará a ser filmada em julho

    26 de janeiro de 2016 /

    A aguardada continuação de “Blade Runner – O Caçador de Androides” (1982) está deixando de ser fantasia de fãs. A produção ganhou data para começar a ser filmada. Segundo a Alcon Entertainment – que adquiriu os direitos do filme em 2011 – , as filmagens começam em julho de 2016. Em comunicado, os diretores da Alcon, Andrew Kosove e Broderick Johnson, afirmaram que a Sony será a responsável por distribuir a produção. O longa original foi distribuído pela Warner Bros. “Nós estamos animados para trabalhar com Tom Rothman, Michael Lynton e todo o time da Sony nesse projeto muito especial, bem como continuar mantendo nosso relacionamento longo e importante com nossa parceira Warner Bros. Pictures”, disseram os executivos. O novo “Blade Runner” vai contar uma história nova, passada décadas após os eventos originais, mas terá elementos que o conectarão com o primeiro filme, inclusive com a aparição de Rick Decard, o personagem vivido por Harrison Ford em 1982. A trama foi escrita por Hampton Fancher, roteirista do filme original, em parceria com Ridley Scott, o diretor original, que também vai produzir a continuação, e o roteiro final foi assinado por Michael Green (“Lanterna Verde”). A direção, por sua vez, está a cargo de Denis Villeneuve (“Sicario – Terra de Ninguém”), e até o momento apenas o intérprete principal foi confirmado: Ryan Gosling (“A Grande Aposta”). A data de estreia ainda não foi divulgada.

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